SUPERNOVA: 45 dias de cultura urbana em São Paulo

Festival propõe ressignificação do Parque Dom Pedro

Formato inovador, conteúdo extensivo, promoção de novas tendências culturais, demonstração da cultura urbana e todas suas nuances e revitalização de espaços públicos. Com este modelo, o FESTIVAL SUPERNOVA propõe ser o primeiro festival dedicado à cultura urbana 100% nacional. Durante 45 dias consecutivos, o evento vai oferecer programação intensa, multicultural e catalizadora.

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31 containers foram instalados no Parque Dom Pedro para receber o SUPERNOVA
(Foto: Divulgação SUPERNOVA)

Entre os dias 22 de julho e 03 de setembro serão realizadas 29 atividades gratuitas, como os 14 debates (TALKS), que têm a intenção de discutir a cultura urbana, e 14 eventos musicais (SERIES), promovidos por núcleos atuantes na cultura artística urbana atual. Durante todo o período do evento, o público também poderá visitar a exposição “open air” de street art (WALLS), que foi inspirada na instalação North West Walls (Bélgica)O empilhamento de containers marítimos e veículos  formam grandes painéis, resultando em uma intervenção de grande complexidade logística, técnica e artística.

O fenômeno Supernova surge no clímax da concentração de energia de algumas estrelas e isso se traduz no conceito que o Festival quer transmitir. O acúmulo de público e conteúdo durante o evento irá resultar em quatro grandes celebrações musicais nos dias 31 de agosto, 01, 02 e 03 de setembro (GRAND FESTIVAL). Serão 14 atrações nacionais e 03 internacionais, e nestes dois dias, será necessário adquirir os ingressos, que serão vendidos a preços populares antecipadamente.

Nos WALLS

No momento atual, a arte urbana protagoniza a pauta como tema conflituoso, ora por sua natureza de crítica social, de ocupação artística; ora pela intervenção indesejável no próprio público. Por isso, surge a necessidade de propor novas formas para promover seus artistas e estilos próprios, sem descolar de suas características natas. As estruturas WALLS trazem em sua concepção uma proposta arquitetônica com o uso de containers e veículos como tela para as obras de GRAFITTI, STENCIL, MURALISMO e BOMBING. Os artistas que empreitaram as obras são MARIANA MATS, LEIGA, SLIKS, LEIGA, PROZAK, EDMX e MATS. 

Nos TALKS

Os núcleos promotores representantes vão trazer à mesa os temas de seu dia a dia e as dificuldades e sucessos na cena. Não restritos apenas à música, os integrantes da cultura urbana também são reconhecidos pelo caráter social, comportamental e fomentador de tendências.

Nas SERIES

Os núcleos promotores representarão este amplo espectro musical por sua natureza intrínseca, promovendo o conteúdo aplicado em suas realizações com a liberdade artística necessária a garantir que reproduzam suas propostas conceituais. 56 artistas se apresentarão nos 14 dias de eventos, entre DJS, BANDAS, MC’s e VJ’s, amplificando a oportunidade de captar e replicar conteúdo novo e de qualidade.

No GRAND FESTIVAL

Com curadoria musical apontada para atrações musicais que são referências de novas tendências da cena underground, a proposta é promover a BASS MUSIC, o TRIP HOP, o HIP HOP, o JAZZ, o R&B e a HOUSE MUSIC, em todas suas nuances. São 14 atrações nacionais já confirmadas e 03 internacionais em negociação, que se apresentarão nos dois dias de evento. O Grand Festival chega para compilar o trabalho de seis anos de atividades do NÚCLEO DE ARTE URBANA BRASIL, idealizador de diversos projetos no segmento. Dentre eles, o SUPERLOFT, estabelecido em 2014 na Rua Cardeal Arcoverde em Pinheiros, São Paulo.

RESSIGNIFICAÇÃO

Foram necessários seis meses de tratativas e o apoio da Secretaria de Cultura Municipal e da Prefeitura Regional Sé para desenvolver um modelo de ocupação cultural extensiva em uma área que, apesar de compor o Centro Histórico, ser bem localizada e de fácil acesso por metro, ônibus e carro, hoje, ainda não oferece a população da região estrutura de lazer, cultura e entretenimento compatíveis com seu potencial e aspiração e, além disso, demanda cuidados intensos e constantes de manutenção.

Assim, a escolha do local, a Praça Cívica Ulisses Guimarães no Parque Dom Pedro, atende a este objetivo com grande oportunidade de, por meio da ocupação cultural extensiva de espaços públicos subutilizados e degradados incentivar, em médio prazo, o interesse da população de forma a gerar adensamento da visitação, provocar o interesse de produtores de eventos, patrocinadores e a criação de um modelo de ocupação urbana referenciada.

Somado a isto, o interesse em promover parcerias para atividades sociais relacionadas à realização dos eventos, promoção de consumo responsável, práticas sustentáveis, programação concebida de forma a minorar seu impacto, como encerramento as 23h e a garantia de livre acesso à praça no período para que mantenha sua utilização habitual constituem os pilares em que se pretende construir o SUPERNOVA.

Para o prefeito regional da Sé, Eduardo Odloak, a convergência de esforços para ampla melhoria do espaço é um ganho para a cidade. “Proporcionar cultura para a população, numa área predominantemente de passagem, é um importante para a reocupação deste espaço que deve ser bem usado pela comunidade”, disse.

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