Sala “Jogos Mortais” é a mais difícil do Escape Room

Por Rodrigo Bocatti

Os jogos de Escape se tornarão febre no Brasil, mais precisamente em São Paulo, e a equipe do Diversorio visitou um desses locais, o Escape Time, localizado na zona sul de São Paulo.

O local é bem localizado e são duas casas: uma com algumas salas e do outro lado da rua, outras duas: Jogos Mortais e Assassin’s Creed, as duas mais complicadas do escape. Nós escolhemos a dos “Jogos Mortais”, onde apenas 15% de quem entrou conseguiu sair.

Logo no começo, o primeiro susto, você já entra sem saber onde está e precisando se soltar. Na sala, tem diversos pontos em que se podem ver que no futuro, porém ela só atrapalha agora.

Enquanto o tempo vai passando, mais angustiado íamos ficando, mesmo com as dicas pedidas era complicado decifrar as pistas, pois além do tempo você fica ansioso em querer sair logo.

E quando você pensa que saiu, eis que surge uma segunda sala, um pouco mais complicada que a primeira. E nela tem que ficar indo e voltando entre as duas, pois as pistas são resolvidas com um belo trabalho em grupo.

O interessante da sala é que ela é bem complicada, porém se você ficar muito nervoso não irá ajudar, o importante é manter a calma e ir aos poucos em descobrir as pistas para sair. “Jogos Mortais” é bem diferente dos filmes, então não adianta você saber dos longas, que isso não ajudará muito, mas você terá diversas referências a franquia de terror.

Conseguimos sair? Não, mas faltou pouco. Porém, o importante é que apesar dos sustos nos divertimos muito e é interessante ver como não estamos preparados para um raciocínio rápido e lógico.

“Dragon Ball Super Brolly” dá um novo início aos filmes do anime

Por Rodrigo Bocatti

Dragon Ball teve diversos filmes lançados ao longo de mais de 20 anos de existência do anime, porém sempre era no meio de uma saga, mas sem conexão nenhuma com a mesma. Porém,com os dois longas “Batalhas dos Deuses” e o “Renascimento de Freeza”” adaptados ao anime tudo muda com a chegada de “Dragon Ball Super Brolly”. O filme, que chega aos cinemas no dia 3 de janeiro, tem uma conexão com a saga “Super”, exibida recentemente.

Também descobrimos a chegada de Goku a terra e um pouco mais da raça guerreira sayajin e de Brolly, que participou de dois longas, porém sem nenhuma história. Em DBSB, vemos o motivo do Rei Vegeta ter mandado isolar Brolly em um planeta distante e seu pai indo atrás e acabando por treiná-lo, para uma possível vingança. Porém, eles são encontrados e resgatados por dois integrantes do exército do Freeza, e entram para tropa, e descobrem que o planeta natal foi destruído e com isso uma revanche contra quem os exilou.

“Dragon Ball Super Broly” chega esse ano nos cinemas. (Foto: Divulgação)

Mas, sempre existe uma segunda chance. E isso acontece no encontro entre Brolly e Vegeta, na Terra, mais precisamente no ártico, onde Bulma e Freeza estão atrás das esferas do dragão. No confronto, mesmo com o príncipe sayajin em sua forma mais poderosa se equipara a força de seu oponente. Goku também não consegue parar o adversário, que só pensa em destruição e não tem controle sobre suas habilidades e força. Seu pai, que tem um controle para parar Brolly, descobre que foi roubado e agora não tem mais controle sobre seu filho. E então também somos agraciados com Gogeta, a fusão entre Goku e Vegeta, pela dança da fusão.

Nesse momento, temos uma clara referência a saga de Boo, quando Trunks e Goten utilizam da técnica. Mas, mesmo com a fusão, eles não são páreos para Brolly, que se adapta rapidamente as técnicas. E é salvo por uma personagem novo e inesperado.

O filme é o melhor, mesmo com algumas falhas, mas descobrimos a motivação do vilão, Paragus, pai de Brolly e também sabemos que tem uma lenda sobre o super sayajin, que dominaria técnicas e seria praticamente invencível, e parece que o encontramos.

O ponto alto são as lutas, muito bem finalizadas e um show de cores, com diversos ângulos. E podemos ver Vegeta e Goku não se poupando em nenhum momento, assim com Brolly e Freeza. Esperamos que agora com esse novo filme, os próximos mantenham uma coerência e uma linha cronológica que não nos façam ficarmos pensando em qual saga ele se instaura.

Quem é fã desde o começo e aqueles que se tornaram podem ter certeza que terão uma bela recompensa nas telonas.