Arquivo da categoria: Cultura

Record lança “Em outra vida, talvez?”, de Taylor Jenkins Reid

image004.jpgAos 29 anos e depois de tentar se adaptar – sem sucesso – a várias cidades dos Estados Unidos, Hannah finalmente decide voltar para Los Angeles. Esta é a sua chance de recomeçar. Em uma comemoração de boas vindas, ela reencontra Ethan, seu ex-namorado da adolescência, por quem sempre foi apaixonada. Eles têm um relacionamento mal resolvido e talvez essa seja a oportunidade de, finalmente, se entenderem. No fim da noite, Hannah precisa decidir entre aceitar a oferta de Ethan e continuar com ele no bar ou ir para a casa com Gabby, sua melhor amiga.

O dilema da protagonista é o pontapé inicial de “Em outra vida, talvez?” que mostra, em realidades alternativas, o desdobramento de cada decisão de Hannah. Ao seguir com Ethan eles começam a namorar, mas ela descobre que está grávida de um homem com quem se relacionou em Nova York. Quando decide ir para casa com a amiga, Hannah é atropelada, perde o bebê e, no hospital, conhece Henry, um dos enfermeiros.

“Em outra vida, talvez?”, fala sobre destino e até que ponto ele é o responsável por influenciar o fim de cada história. O livro chega às lojas em fevereiro pela Record.

Sobre a autora: Taylor Jenkins Reid é autora de “One True Loves”, “After I Do”, “Forever”, “Interrupted” e “The seven husbands of Evelyn Hugo”. Ela mora em Los Angeles com o marido, a filha e o cachorro.

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SHOPPING METRÔ TUCURUVI REÚNE MAIS DE MIL OBRAS NA FEIRA DO LIVRO

Evento acontece até 28 de fevereiro no shopping center e traz opções para crianças e adultos com preços a partir de R$ 5

O Shopping Metrô Tucuruvi realiza até o dia 28 de fevereiro a Feira do Livro, que reúne cerca de 1,5 mil títulos com obras de ficção, romance e aventura para todas as idades. Também é possível encontrar no espaço livros técnicos para áreas como Medicina, Gastronomia, Direito e Economia. O evento, realizado pela LeLeLê, empresa especializada na comercialização e distribuição de livros infantis, está localizado no Piso Plataforma do shopping center.

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Até dia 28 de fevereiro, Shopping Metrô Tucuruvi realiza Feira do Livro. (Foto: Divulgação)

“As peças ilustradas e interativas são as mais procuradas pelos pequenos, que entram no mundo da imaginação e participam de forma lúdica de suas histórias preferidas. Além de literatura infantil, é possível encontrar no espaço obras para todas as idades e gostos, livros didáticos e especializados”, explica Laís Marques, gerente de Marketing do Shopping Metrô Tucuruvi.

“Sabemos que nem todo mundo tem acesso fácil à leitura e, por isso, levamos a cultura em forma de livro para todas as classes sociais com preços acessíveis e diferenciados do mercado”, afirma Rodrigo Coimbra, organizador da Feira do Livro.

O espaço de mais de 100m² também incentiva a produção de autores nacionais com suas ideias inovadoras, como a história de Lili, uma menina que sonha explorar todos os cantos do Brasil e percorre diferentes trilhas urbanas e rurais nas costas de sua mula branca, em Além do Beleléu, de Jô Gallafrio, com ilustrações de Sandra Lavandeira. Outros novos títulos têm despertado o interesse de pais e filhos, por seus formatos criativos, que estimulam o aprendizado dos números, letras, cores e palavras.

Feira do Livro no Shopping Metrô Tucuruvi

Data: até 28 de fevereiro

Horário: segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, domingo, das 14h às 20h

Local: Piso 2

Endereço: Av. Dr Antonio Maria Laet, 566 – Tucuruvi – São Paulo

Valor: gratuito

Record lança “A mulher na escada”, novo livro do autor de “O leitor”

image005.jpgAutor do best-seller “O leitor”, que é, desde “O perfume”, o romance alemão mais aclamado nacional e internacionalmente, e que ganhou uma bem-sucedida adaptação para o cinema, vencedora de um Globo de Ouro, Bernhard Schlink volta às prateleiras brasileiras em fevereiro com “A mulher na escada”. Lançamento da editora Record, o livro tem tintas de thriller mas avança com a ajuda dos pontos fortes de Schlink para discutir questões como ética, paixão, arte, autoralidade e os efeitos da passagem do tempo.

O protagonista – sem nome – é um advogado bem sucedido que, durante uma viagem de negócios, se depara em um museu com uma pintura conhecida. “A mulher na escada” mostra uma jovem loura, nua, descendo degraus de uma escada. Décadas antes, quando ele ainda era um jurista iniciante, o quadro foi um de seus primeiros casos profissionais.

Na época, o jovem advogado se viu arrastado para uma trama envolvendo a mulher retratada na tela, seu ex-marido e o pintor – agora seu amante. Com dificuldades de resistir aos encantos de Irene, o protagonista acaba sendo mais um nesta rede de obsessão, intriga e traição, que termina com o sumiço da moça – e do quadro. Agora, anos mais tarde, ele vai precisar enfrentar o passado ao localizar a mulher. E lidar com a influência que aquele momento teve no desenrolar de sua vida e no que ela se tornou.

“A mulher na escada” tem tradução de Lya Luft, autora de “Perdas e ganhos”, “Pensar é transgredir” e do recente “A casa inventada”, todos também lançados pela Record.

Bernard Schlink escreveu “O leitor”, sucesso da literatura alemã que foi traduzido para 50 idiomas, alcançou o primeiro lugar na lista do New York Times e obteve grande sucesso também no Brasil, figurando nas principais listas de mais vendidos. Sua versão cinematográfica foi estrelada por Kate Winslet e Ralph Fiennes. Do autor, a Record também publicou “O outro”, “Amor em fuga” e “Mentiras de verão”. Schlink é professor de direito e filosofia na Universidade Humboldt de Berlim desde 1996.

“Fim dos dias” encerra trilogia de Susan Ee

image005.jpgPenryn e Raffe estão correndo contra o tempo. Depois de lutarem contra anjos maléficos em “O mundo depois”, segundo livro da série best-seller de Susan Ee, a dupla precisa se esconder. Além disso, eles estão em busca de um médico que consiga reverter os sérios ferimentos de  Page, irmã de Penryn, e do próprio Raffe .

Para alcançar os seus objetivos, a dupla precisará se separar. Conforme eles avançam em busca de respostas, uma revelação sobre o passado de Raffe desencadeia forças sombrias capazes de colocar todos sob ameaça. Forçados a escolher um lado da batalha, Raffe e Penryn têm uma difícil decisão a tomar: defender a sua própria raça ou um ao outro.

Para encerrar esta trilogia angélica, Susan Ee cria uma guerra épica, une personagens improváveis e insere uma atmosfera ainda mais sombria.  A série já foi traduzida para mais de vinte países e teve os direitos cinematográficos adquiridos pela Good Universe.

Susan Ee tem um longo caso de amor com ficção científica, fantasia e terror, especialmente se houver um toque de romance.  Susan já foi advogada, mas prefere ser escritora, pois assim pode soltar sua imaginação fértil.

Meg Cabot mistura romance e paranormalidade na conclusão da série “Desaparecidos”

“A falta que me faz” traz uma protagonista mais madura, sem deixar de lado o bom humor

image004.pngDesde que foi atingida por um raio e desenvolveu o poder de encontrar pessoas desaparecidas através dos sonhos, Jessica Mastriani viu sua vida virar de ponta-cabeça. Ela passou a ser conhecida na mídia, fizeram um seriado baseado na sua história, e o FBI não saía da sua cola. Foi assim que acabou sendo convocada para a guerra — mas os horrores que vivenciou começaram a assombrar seu sono até que ela não conseguisse mais sonhar.

Um ano depois de todo o caos, seus dias como Garota Relâmpago pareciam ter chegado ao fim. Em A falta que me faz, quinto volume da série “Desaparecidos”, Jess se mudou para Nova York, onde vive uma vida que poderia ser chamada de normal: tem um emprego, estuda música na Julliard e divide um apartamento com sua melhor amiga, Ruth. E nenhum desaparecido voltou a protagonizar seus sonhos.

Quando seu ex-namorado, Rob, reaparece pedindo ajuda para encontrar a irmã que sumiu, as antigas feridas de Jess são trazidas à tona. Será que deveria recuperar seu poder e ajudar o cara que a traiu e se afastou quando ela mais precisou? Estaria mesmo vivendo a vida que sonhou? Tinha, afinal, superado as coisas terríveis que viu na guerra ou estava apenas se deixando ser consumida pelos seus pesadelos?

GALERIA RECORTE APRESENTA EXPOSIÇÃO “A LINGUAGEM DO DESEJO”

A Galeria Recorte, espaço multicultural localizado na região do Baixo Augusta, em São Paulo, apresenta a partir de 1° de fevereiro, a exposição “A Linguagem do Desejo”, com obras do colagista Bruno Barnabé. A mostra permanecerá aberta ao público até o dia 17 de março com entrada gratuita.

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Obra exposta na Galeria Recorte. (Foto: Divulgação)

 

Serão apresentadas 24 obras em que o artista utiliza fotos, selos, técnica de monotipia, entre outros elementos, para abordar questões sobre a objetivação e fragmentação do corpo, a crença no pecado original e suas consequências, indicando um percurso que começa na busca individual do artista e termina na deformidade do corpo coletivo. Barnabé traz para a discussão o vazio pornográfico e como isso se reflete na imaginação do expectador.

Nascido em Indaiatuba, no interior paulista, e radicado na cidade de São Paulo desde 2005, Bruno Barnabé materializa suas pesquisas epistemológicas e imagéticas por meio da sobreposição de resíduos gráficos e fotográficos que coleta em suas explorações pelo mundo. “Sinto-me principalmente atraído pelas questões da antropologia da imagem e, assim, procuro pelos resíduos gráficos com potencial simbólico, como fotografias de família, cartões-postais, selos, ilustrações e desenhos para usar nas minhas composições”, afirma.

Barnabé encontrou a colagem em 2005, período em que frequentou a Associação dos Amigos do Museu de Arte Moderna (AAMAM) e conheceu integrantes do movimento surrealista paulistano. Estudou gravura e desenho experimental em Londres, onde descobriu a monotipia. De volta ao Brasil, estudou com o artista, pensador e poeta Sergio Franceschi Lima, considerado o maior especialista em surrealismo em nosso país. Com trabalhos publicados em diversos periódicos nacionais e internacionais, Barnabé já expôs individualmente em 2017, na Biblioteca Central Cesar Lattes da Unicamp, em Campinas.

Bertrand Brasil lança nova edição do infantil “Filhote de Cruz-Credo”, história em tom autobiográfico do escritor Fabricio Carpinejar

Livro fala de temas como bullying e autoestima de forma bem humorada

image005.jpg“Sou feio, feio de nascença, mais feio do que você possa desenhar.” É assim que começa o livro “Filhote de Cruz-Credo”, de Fabricio Carpinejar. Considerado um dos nomes mais relevantes da poesia contemporânea, o escritor gaúcho foi vítima de bullying na infância. Num relato autobiográfico, ele conta como usou o bom humor e a inteligência para recuperar a autoestima.

Fabricio teve uma série de apelidos: panqueca, cavalinho de pau, cara de morcego e até placenta. Um dia quando tomou um banho gelado e o espelho não embaçou, analisou minuciosamente seu rosto e foi correndo para a mãe perguntar se era feio. Como ela já havia perdido a paciência com o menino, que não acreditava ser bonitinho, disse por fim que ele era feio, sim.

A partir desse episódio em casa, Fabricio chegou à conclusão de que o jeito era aceitar as brincadeiras e fugir delas quando tinha escolha. Por isso, atravessava a rua para não cruzar com as pessoas e ficava o recreio todo dentro da sala para não encarar os colegas da escola. Até que um dia, quando foi chamado de panqueca pela primeira vez, resolveu revidar, caçoando dos cabelos na orelha da menina que lhe deu o apelido. “Panqueca” e “Orelha cabeluda” acabaram se aproximando e namoraram. E, com o tempo, o menino aprendeu a se sentir bonito do seu jeito.

Exposição Quadrinhos, no MIS, tem data marcada

Na data em que é comemorado o Dia do Quadrinho Nacional, 30 de janeiro, o MIS – instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – divulga as primeiras imagens da megaexposição Quadrinhos e o período em que ficará em cartazA mostra inédita, que tem curadoria de Ivan Freitas da Costa, acontece entre os dias 13 de novembro de 2018 e 24 de fevereiro de 2019.

Green Lantern 1 - capa variante - aquarela por Alex Ross
Quadrinhos de Lanterna Verde estará na exposição. (Foto: Divulgação)

Quadrinhos apresenta uma ampla retrospectiva da 9ª arte contada através de revistas, artes originais e itens raros dos diversos gêneros das HQs – super-heróis, infantis, terror, aventura, romance, mangá, faroeste e muitos outros – em ambientes temáticos e imersivos que ocupam todas as áreas do Museu, apresentando também a influência das HQs na cultura pop e em outras mídias como cinema, rádio e TV. A exposição também conta com uma extensa programação paralela com diversas atividades para adultos e crianças, incluindo curso, oficina, cinema e bate-papo com artistas.

 

Ivan Freitas da Costa é sócio-fundador da CCXP – Comic Con Experience (maior comic con do mundo) e da Chiaroscuro Studios, agência que representa mais de 50 quadrinistas que atuam no Brasil e no exterior. Ivan também é ganhador de três Troféus HQMIX de Melhor Exposição.

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QUADRINHOS
Data 
13 de novembro de 2018 a 24 de fevereiro de 2019
Horário
 terças a sábados, das 10h às 21h; domingos e feriados, das 10h às 20h
Local Espaço Redondo, Espaço Expositivo 1º andar, Espaço Expositivo 2º andar e Foyer do Auditório LABMIS

Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 18
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

A PRIMEIRA INVASÃO ALIENÍGENA DA HISTÓRIA CHEGOU

Não se engane, não é uma guerra, eles vieram nos exerminar!

A Mythos Editora traz, pelo selo Gold Edition, um dos maiores clássicos da ficção científica: A Guerra dos Mundos, de H.G. Wells. Publicada originalmente em 1897, a obra aplicou, na ficção científica, o conceito de invasão das histórias de guerra, definindo um gênero que perdura até hoje.

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Mythos Editora traz para as páginas “A Guerra dos Mundos”. (Foto: Divulgação)

Mesmo depois de mais de cem anos, A Guerra dos Mundos continua sendo uma história tão poderosa que, quando foi dramatizada no rádio pelo renomado diretor Orson Welles, causou pânico em seus ouvintes, crentes que era o relato genuíno, de um ataque marciano.

A Mythos lança no Brasil uma adaptação fiel à obra original, com a mesma qualidade de arte e roteiro dos volumes já publicados pelo selo Gold EditionElric e Red Skin.
Publicada em duas edições na França pela editora Glénat, a versão brasileira reúne a história completa em volume único.

Record lança livro que deu origem ao filme homônimo dirigido por Wim Wenders e estrelado por James McAvoy e Alicia Vikander

image004 (1).jpgCorrespondente especializado em política internacional e cobertura de Guerra, o autor J.M. Ledgard usa os assuntos de seu cotidiano como cenário para narrar uma história delicada, reflexiva e por vezes romântica em“Submersão”, que chega às livrarias pela Record e às telas do cinema em abril. A versão cinematográfica tem direção de Wim Wenders e é estrelada por James McAvoy e Alicia Vikander.

Na trama, acompanhamos James More, um espião que é mantido como refém por jihadistas na Somália; e Danny Flinders, uma biomatemática que se prepara para descer aos confins do solo oceânico no mar da Groenlândia. Os dois se apaixonaram e viveram um intenso romance no Natal anterior, durante alguns dias, num hotel na costa do Oceano Atlântico.

Com uma prosa bastante peculiar, em trechos curtos que se alternam entre os dois protagonistas e também que passeiam pela linha de tempo, o autor J.M. Ledgard investiga temas como o isolamento e as profundezas – do mar ou de si mesmo –, e a reação do ser humano a condições extremamente difíceis.