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Último volume da trilogia “Brilhantes” chega às livrarias

Em “Escrito a fogo”, brilhantes e normais se enfrentam em uma guerra civil arrasadora

image004.pngNo universo da série “Brilhantes”, a humanidade há trinta anos tenta lidar com o 1% da população que nasceu dotado de inteligência acima do normal. No último volume da trilogia, Escrito a fogo, que chega às livrarias em dezembro pela Galera, as tensões entre brilhantes e normais culminaram em uma guerra civil.

A Casa Branca está destruída, cidades inteiras foram queimadas, 75 mil soldados foram assassinados. No Wyoming, os brilhantes recuam para trás dos muros de Tesla enquanto um grupo de extremistas chamado Novos Filhos da Liberdade está determinado em destruí-los. Um cientista chamado Abraham Couzen descobriu um método para transformar normais em pessoas dotadas. Mas em vez de ajudar a equilibrar os poderes entre os grupos, Abe usou a fórmula em si mesmo e se tornou uma ameaça.

Em meio a esse caos, um perigoso terrorista chamado John Smith planeja sacrificar o futuro da humanidade para alcançar seus objetivos. Nick Cooper, um brilhante que sempre lutou para tornar o mundo um lugar melhor, é o único que pode detê-lo — mas para isso ele precisa estar disposto a arriscar tudo o que ama.

O primeiro volume da série de Sakey já teve seus direitos vendidos para o cinema.

Marcus Sakey nasceu em Michigan e trabalhou como publicitário por dez anos antes de se tornar escritor. Seu trabalho já foi indicado a diversas premiações, dentre elas a Strand Critics, a Reader’s Choice e a ITW Thriller Awards. Também é roteirista e apresentador de Hidden City, um programa de turismo do Travel Channel. Atualmente, vive em Chicago com a esposa e a filha. Para mais informações, visite marcussakey.com.

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Novo livro da série “Assassin’s creed” volta às origens da trama do jogo

image004.jpgEm novembro, chegou às livrarias pela Galera “Assassin’s creed Origins: Juramento do deserto”. Relacionado ao novo jogo lançado pela Ubisoft no mês passado, a trama retoma a origem do surgimento da rixa entre Assassinos e Templários , que guia toda a mitologia do game.

O protagonista, Bayek, tornou-se protetor da cidade de Siuá, herdando a função do pai. Mas quando um mensageiro misterioso chega à cidade, ele precisa partir imediatamente numa jornada em busca de respostas.

Enquanto isso, a Ordem descobre movimentos que indicam que os Medjay, os protetores da antiga crença, ainda resistem e ameaçam as mudanças que se espalham pelo Egito. Um assassino é então convocado com o objetivo de destruir toda a linhagem Medjay – da qual Bayek faz parte. Nesta batalha entre o antigo e o novo, vemos nascer a primeira faísca da guerra entre os Assassinos e os Templários.

Fenômeno entre os gamers, os jogos da franquia Assassin’s creed já venderam mais de 90 milhões de cópias pelo mundo. O sucesso da história que envolve assassinos e um programa que permite o acesso às memórias de seus ancestrais não foi diferente na transposição para os livros: foram mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos só no Brasil.

Oliver Bowen volta ao universo de Assassin’s creed com este livro. É escritor e historiador da Renascença e vive em Paris.

Biografia minuciosa e abrangente revela a trajetória de George Lucas, um dos maiores nomes da história do cinema americano

image004 (1).jpgHomem por trás de nada menos do que duas das maiores franquias da história do cinema – “Star Wars” e “Indiana Jones” –, George Lucas é alvo de uma minuciosa e envolvente biografia em “George Lucas: Uma vida”, que a BestSeller lança em novembro. O autor Brian Jay Jones passou três anos se dedicando ao projeto, que contou com muitas entrevistas de amigos e colegas de Lucas, além de extensa pesquisa de documentos e arquivos.

Num apanhado abrangente de sua vida pessoal e profissional, entre sucessos e fracassos, George Lucas é retratado desde a infância em Modesto, na Califórnia. Lá ele começou a desenvolver seu gosto pelo cinema e também uma relação conflituosa com o pai. Anos mais tarde, já na faculdade, conheceu Francis Ford Coppola durante um estágio, e os dois acabaram criando um estúdio, no fim dos anos 1960. O livro conta ainda detalhes sobre outra amizade famosa de Lucas, com Steven Spielberg – “Indiana Jones” é obra da dupla.

O livro conta ainda em detalhes todo o processo de filmagens de Star Wars e o drama que rondou a produção. Sucesso mundial incontestável hoje em dia, o filme enfrentou diversos problemas durante suas gravações, e equipe e diretor tinham certeza de que estavam embarcando num fracasso. O texto acompanha também a surpresa quando as filas para assistir ao filme se estendiam por quarteirões e o longa bateu diversos recordes de bilheteria.

O pioneirismo de George Lucas e sua influência no formato e nos modelos dos filmes comerciais que vieram a seguir também estão no relato de Jones, que conta ainda sobre a criação da Lucasfilm – e sua posterior venda para a Disney –, as iniciativas do cineasta no universo dos efeitos digitais, sua relação de altos e baixos com Hollywood e a rotina no rancho Skywalker.

Brian Jay Jones é autor de “Jim Henson: The biography”, biografia do criador dos Muppets e best-seller do New York Times.Trabalhou por quase 20 anos como analista de políticas públicas e redator de discursos. Vive em Maryland com a esposa. Mais informações em brianjayjones.com

Sucesso na Coreia do Sul, doramas ganham os jovens brasileiros e inspiram “Pule, Kim Joo So”, novo livro da Verus

image005.jpgFebre na Ásia, os doramas chegaram com força no Brasil. Também chamados de “dramas coreanos” ou “k-dramas”, são séries televisivas caracterizadas pelas reviravoltas e pelo impacto emocional. “Pule, Kim Joo So” traz para a literatura a dramaticidade dos doramas e marca a estreia de Gaby Brandalise na Verus.

A trama gira em torno de Marina, uma jornalista desiludida com o seu emprego e atormentada com as agressões do ex-namorado policial. Ela trabalha no aeroporto de Curitiba e é lá que encontra So, um coreano que está perdido, machucado – e aparentemente com problemas com a polícia. Sem pensar muito, Marina decide ajudá-lo. Ainda que milhares de quilômetros separem o Brasil da Coreia do Sul, ela e So vivem situações parecidas. Por muito tempo eles estiveram presos em suas próprias histórias e é a necessidade de mudar que vai unir o casal.

Seguindo a estética dos doramas, “Pule, Kim Joo So” aposta também na agilidade para fazer com que a experiência do leitor seja quase como “assistir a história”.

Logo que surgiram, os k-dramas foram umas das únicas formas de entretenimento permitido na Coreia. Inicialmente transmitidas via rádio, as produções recentemente se expandiram e pegaram carona na onda K-pop para atingir diversas partes do mundo.

Tendo como cenário a Guerra da Bósnia e o Tribunal de Haia, novo romance de Scott Turow fala sobre genocídio e política

image004 (1).jpgEx-advogado, o autor americano Scott Turow é um dos maiores nomes do gênero conhecido como “thriller jurídico”, e já vendeu mais de 30 milhões de exemplares em todo o mundo. Em “Testemunha”, que chega às livrarias no fim de novembro pela Record, os tribunais americanos deixam de ser o cenário da história, e Turow se embrenha pelos fascinantes meandros do Tribunal Penal Internacional de Haia, na Holanda.

O protagonista é Bill Ten Boom, um advogado que vive uma intensa crise de meia idade: deixou a carreira, a esposa e sua cidade. Mas, quando recebe a oportunidade de trabalhar num caso do Tribunal Penal Internacional , uma organização que lida com crimes contra a humanidade, ele se sente animado novamente.

Sua tarefa é descobrir o que aconteceu com os moradores desaparecidos de um vilarejo cigano no caos posterior à Guerra da Bósnia. Mas os suspeitos são muitos, de organizações paramilitares sérvias ao governo dos Estados Unidos, e todos os envolvidos no caso parecem ter muito a esconder. Enquanto Boom interroga militares, advogados e o único cigano sobrevivente ao suposto massacre, Turow oferece ao leitor seu maior diferencial: seus thrillers não são apenas carregados de ação e intrigas, mas também de personagens cheios de nuances e belissimamente construídos.

Com uma pesquisa abrangente, o autor mergulha o leitor pelos corredores do Tribunal de Haia, mostrando seu funcionamento e seu trabalho; e revela ainda detalhes reais sobre a Guerra da Bósnia e a cultura do povo cigano da região dos Bálcãs.

O destino das famílias Capuleto e Montecchio após “Romeu e Julieta”

A autora Melinda Taub cria a sua versão para o que aconteceu em Verona após a maior tragédia da literatura

image004.jpgInspiração para a série “Still star-crossed”, que teve a produção assinada por Shonda Rhimes, “À sombra de Romeu e Julieta” expõe o futuro das famílias Capuleto e Montecchio após o trágico destino dos jovens amentes. Com a morte de Romeu e Julieta, os rivais prometem paz, mas não é o que acontece na prática. O clima beligerante ainda predomina e ameaça a cidade de Verona, o que faz com que o príncipe Escalo intervenha com uma solução para manter a ordem: casar oficialmente um membro de cada dinastia. Os escolhidos são Benvólio, primo de Romeu, e Rosalina, prima de Julieta.

Além de não amar o seu prometido – e vice-versa –, Rosalina ainda nutre sentimentos por Escalo, numa paixão de infância não correspondida. Ela está decidida a não subir ao altar por obrigação, mas, para isso, precisa descobrir uma maneira de acalmar os ânimos dos Capuleto e Montecchio. Com o tempo, ela percebe que uma conspiração ronda a cidade, o que pode estar por trás da atual guerra entre as duas famílias.

Em seu romance de estreia, Melinda faz uma homenagem a Shakespeare e acrescenta aventura e suspense aos desdobramentos do clássico “Romeu e Julieta”. A maioria dos personagens principais aparece ou é citado na obra original. Benvólio, por exemplo, está presente em toda a primeira metade da peça, enquanto Rosalina, apesar de nunca ter aparecido no palco, é frequentemente mencionada nos dois primeiros atos.  A autora também optou por, na medida do possível, manter a fala dos personagens fiel ao registro e vocabulário shakespearianos. Há ainda sutis referências a outros sucessos do autor, como “Hamlet” e “Muito barulho por nada”. Em nota escrita ao final do livro, Melinda Taub fala sobre a sua inspiração para escrever o livro.

“(…) Em algumas peças, os cenários que Shakespeare cria são muito entrelaçados ao enredo – é difícil imaginar Elsinore depois de Hamlet, por exemplo – mas, em Romeu e Julieta, ele criou um mundo tão pulsante de vida que é impossível não imaginar o que aconteceu depois.”, afirma.

Melinda Taub ganhou um fichário quando fez sete anos e logo se sentou para escrever sua primeira história naquelas folhas. O fichário já não existe faz tempo, porém a escrita nunca mais parou. Ela escreve comédia para uma variedade de veículos de TV, internet e peças de teatro. Melinda mora em Nova York e adora assistir ao maior número possível de adaptações de Shakespeare.

“Os Bolds” é novo infantojuvenil da Bertrand Brasil

image005.jpgOs Bolds são como muitas famílias: moram em uma casa agradável, trabalham, gostam de fazer compras no mercado e levam sempre seus filhos para o colégio. A única diferença é que eles são hienas.

O Sr. e a Sra. Bold moravam em uma savana na África até presenciarem um casal de turistas ser atacado por um jacaré. É neste momento que eles resolvem assumir a identidade dos humanos. Por um tempo, tudo dá certo. Eles assimilaram rápido a rotina da cidade grande, conseguiram controlar as risadas histéricas típicas das hienas e aprenderam que, escondendo o rabo e as orelhas, ninguém iria desconfiar da verdadeira identidade da família.

Porém, um vizinho intrometido parece suspeitar de que algo está errado e um pequeno descuido pode comprometer o segredo dos Bolds.

Elogiado pelos principais sites como Publishers Weekly, Kirkus e The Guardian, “Os Bolds” é escrito pelo comediante inglês Julian Clary e tem ilustrações assinadas por David Roberts.  A obra, voltada para o público infantojuvenil, chega às prateleiras pela Bertrand Brasil.

Sobre o autor:

Quando Julian Clary não está contando piadas no palco, costuma passar tempo com seus animais de estimação. Seu amor pelos animais ao longo da vida inspirou-o a contar uma história sobre o que aconteceria se eles fingissem ser humanos.

Em novo thriller, Steve Berry fala sobre fanatismo religioso, separatismo e Abraham Lincoln

image004.jpgAutor best-seller que já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo – e mais de 80 mil no Brasil –, Steve Berry é um estudioso da história mundial, e utiliza como poucos determinados fatos e épocas como cenário para seus thrillers. Em novembro, chega às livrarias pela Record “O mito de Lincoln”, nono romance da série protagonizada por Cotton Malone, um fascinante ex-agente e atual vendedor de livros raros que conduz algumas das mais famosas tramas de Berry.

No enredo, Malone é mais uma vez retirado da aposentadoria por um ex-chefe quando um segredo parece ameaçar a existência dos Estados Unidos como o conhecemos. Para ficar mais complicado, a – já conhecida em livros anteriores – companheira de Malone, Cassiopeia, também se envolve na missão. A tal ameaça, que envolve políticos, fanáticos religiosos e movimentos separatistas, tem raízes bem antigas: tudo teria começado com um certo documento secreto, passado de presidente a presidente desde George Washington, e usado por Abraham Lincoln, em 1861, de forma surpreendente.

Berry alterna sua narrativa entre os dias de Lincoln, suas questões na Guerra Civil americana e as disputas contemporâneas.  Em entrevistas, o autor já revelou que pretendeu, neste livro, revelar um pouco mais sobre o presidente, um dos mais admirados e conhecidos líderes americanos mas que, segundo Berry, teve muitas de suas reais ações escondidas pelo mito formado a seu redor.

Record lança romance da inglesa Elizabeth Gaskell

image005.jpgNeste romance impactante, a escritora britânica Elizabeth Gaskell (1810-1865) revela a luta de classes entre trabalhadores e patrões vigente na cidade de Manchester do século XIX. John Barton, operário que cria sozinho sua filha, Mary, leva uma vida difícil com o pouco que ganha por seu trabalho na fábrica. A moça logo começa a trabalhar como costureira, para ajudar seu velho pai nas despesas.

Jem, um jovem da família Wilson, amiga dos Barton, desde cedo nutre um sentimento pela bela Mary. Juntas nas dificuldades, as duas famílias seguem firmes frente às injustiças cometidas contra os trabalhadores. A jovem, porém, se ilude com as propostas de Henry Carson, filho do dono da fábrica em que seu pai trabalha, formando o triângulo amoroso que permeia a trama.

A situação social se agrava e, entre a falta de emprego e os salários miseráveis oferecidos, os trabalhadores escolhem negociar e protestar. Gaskell nos apresenta um final surpreendente, tanto para o embate social quanto para o desfecho amoroso.

Elizabeth Gaskell escreveu o livro em meio à crescente Revolução Industrial, ocorrida no século XIX, e às lutas trabalhistas por mais direitos. Apesar da origem burguesa da autora e embora ela não tivesse a intenção de apoiar a chamada revolução, o livro chegou a ser considerado subversivo devido à sensibilidade com que lida com a causa trabalhista.

Com a denúncia dos burgueses, o editor de Gaskell a convenceu de que deveria dar mais ênfase ao núcleo amoroso, a fim de sanar as críticas, e ela o fez, substituindo inclusive o título John Barton por Mary Barton. A então protagonista ganha status de heroína ao final do romance, papel que em geral não cabia às mocinhas da época.

SOBRE A AUTORA:

Elizabeth Gaskell foi uma romancista britânica com obras ricas em detalhes da sociedade, principalmente das condições de vida dos mais pobres. De família originalmente burguesa, ela se casou com William Gaskell e estabeleceu-se em Manchester, cidade que traria inspiração para seus livros com temática industrial, como Mary Barton. Tornou-se popular devido ao seu estilo de escrita bem distinto, especialmente por suas histórias de fantasmas. Teve algumas destas publicadas por Charles Dickens na revista Household Words. Ainda que se mantivesse dentro das convenções vitorianas, sempre enfatizou o papel das mulheres, apresentando protagonistas femininas fortes e dinâmicas.

Bertrand Brasil lança “A obsessão”, novo livro de Nora Roberts

image005.jpgNaomi tinha apenas 11 anos quando viu o pai sair de casa na madrugada e decidiu segui-lo escondida. O que deveria ser apenas uma brincadeira de criança se tornou um pesadelo. Isso porque Naomi descobre que o pai mantinha uma jovem em cativeiro no porão de uma casa abandonada. Quando ele vai embora, Naomi consegue liberar a refém e a acompanha até a delegacia para que faça uma denuncia. Esse não foi o único crime em que o pai da menina esteve envolvido. Ele também foi responsável pelo estupro e morte de outras vinte jovens.

Anos depois, agora Naomi é uma fotógrafa bem-sucedida que resolveu se distanciar da família e dos traumas do passado. Apesar de desejar ficar sozinha, ela acaba cedendo aos encantos de Xander, um mecânico da região. Mas mesmo certa de que está onde sempre quis, os crimes do pai ainda a atormentam.

Ganhadora de inúmeros prêmios e a primeira escritora a ingressar no hall da fama do Romance Writers of America, Nora Roberts já vendeu mais de meio bilhão de exemplares no mundo. “A obsessão” chega às prateleiras em novembro pela Bertrand Brasil.

Nora Roberts nasceu em Maryland e é a mais nova de cinco irmãos. Seus livros já foram traduzidos para mais de quarenta idiomas e permanecem, somados, quase mil semanas na lista dos mais vendidos do The New York Times – dessas, quase duzentas em primeiro lugar.