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Biografia de Silvio Santos traz detalhes inéditos do apresentador

Silvio Santos_300Ainda que procure manter distância dos repórteres, Silvio Santos já falou publicamente sobre diversos assuntos: de empreendedorismo até homossexualidade, passando por economia, sexo, drogas e política. Silvio Santos – A trajetória do mito (Matrix Editora) traz detalhes sobre o dono do SBT nunca antes publicados em livro:

– Revela bastidores inéditos da gravação dos programas políticos de Silvio Santos quando se candidatou à presidente da República.

– Traz a primeira crítica que Silvio Santos recebeu da imprensa e a surpreendente resposta do apresentador.

– É a obra com mais detalhes sobre a carreira de Silvio Santos no rádio. Conta como sua famosa gargalhada já lhe custou o emprego em uma emissora.

– Contém detalhes sobre os bastidores de mudanças de impacto que Silvio Santos fez na programação do SBT.

– Inclui um levantamento inédito de mais de 360 frases ditas por Silvio Santos ao longo de sete décadas. Muitas são raríssimas, garimpadas em jornais e revistas antigas. E foram organizadas por temas: negócios, dono de televisão, artista, política e vida pessoal, revelando seu pensamento desde o tempo em que era camelô nas ruas do Rio de Janeiro.

Galera Record lança terceiro volume da série Coven

Cate Tiernan, consagrada autora de Amada imortal, adiciona novos mistérios à história de Morgana Rowlands emBruxa de sangue

image003.pngEm Bruxa de sangue, terceiro volume da série Coven, Morgana encontrou o Livro das Sombras de sua mãe biológica, Maeve Riordan, assim como seus antigos artefatos Wicca. Junto ao namorado, Cal, a jovem bruxa está aprendendo a melhor maneira de usar seus poderes, que se desenvolvem com uma rapidez nunca antes vista.

Desde que conheceu Cal e a Wicca, a vida de Morgana deu uma guinada positiva. Até que a aparição de Hunter Niall, meio-irmão de Cal, levanta dúvidas sobre as verdadeiras intenções de seu namorado. Morgana descobre que há um poder sombrio ligado ao antigo clã ao qual ele pertence e, segundo Hunter, Cal está mais interessado em suas habilidades mágicas extraordinárias do que na própria garota.

Sem saber em quem confiar, Morgana precisa correr atrás da verdade e descobrir a quem dedicará sua lealdade antes que seja tarde demais.

Cate Tiernan nasceu e foi criada em Nova Orleans, cidade que culpa por seu gosto pelo excêntrico e sobrenatural. Cursou a Universidade de Nova York, onde estudou literatura, redação e russo. Antes de estrear como autora, foi assistente editorial na Random House, trabalhando em livros infantis e juvenis. Mora com o marido e os filhos em Durham, na Carolina do Norte. É autora, também, da série Amada Imortal.

Galera lança novo livro de Holly Black, autora de “As crônicas de Spiderwick”

 Em “O canto mais escuro da floresta”, ela constrói trama de fantasia e mistério

image004 (2).jpgAutora da bem-sucedida série “As crônicas de Spiderwick”, Holly Black é um dos nomes mais conhecidos entre os best-sellers do gênero fantasia. Em “O canto mais escuro da floresta”, que chega às livrarias pela Galera em abril, ela narra mais uma de suas histórias fascinantes e cheias de detalhes de universos fantásticos e misteriosos.

A protagonista Hazel e seu irmão, Bem, vivem em Fairfold, uma cidade onde humanos e fadas convivem, mas não tão harmoniosamente assim. O inusitado da situação e a magia destes seres atraem turistas, que querem ver o lugar de perto, mas o perigo que existe para além das árvores normalmente fica longe dos olhos dos forasteiros.

Uma das principais atrações da cidade é o garoto de chifres e orelhas pontudas que descansa há anos num caixão de vidro. Hazel, o irmão e os amigos de sua idade já incorporaram o garoto ao imaginário e a suas brincadeiras. Todo mundo sabe que ele nunca irá acordar, não importa que sentem sobre o caixão, desenhem e escrevam em sua superfície e façam festas a seu redor.  Mas, um dia, o garoto acorda. E essa mudança vai transformar completamente a dinâmica de Fairfold, numa história de coragem, lealdade, amor e traição.

Holly Black é a autora best-seller, cocriadora das “As crônicas de Spiderwick”, que ganhou uma adaptação cinematográfica de sucesso.  Foi finalista do Eisner Award e vendeu os prêmios Andre Norton Award, Mythopoeic Award e Newbery Honor. Vive na Nova Inglaterra com o marido e o filho. Mais informações em blackholly.com.

Galerinha lança segundo volume de trilogia que usa apenas ilustrações para narrar viagens extraordinárias

 Em “Missão”, Aaron Becker coloca seus personagens em mais uma aventura

image004.jpgNeste segundo volume da trilogia iniciada com “Jornada”, o ilustrador Aaron Becker mais uma vez se vale apenas de imagens para narrar uma história encantadora, que serve como verdadeiro testemunho da importância da imaginação. No livro anterior, acompanhamos a viagem de uma menina solitária, que usa uma caneta vermelha mágica para embarcar em aventuras por destinos extraordinários. Agora, em “Missão”, ela ganha um amigo e uma tarefa importante.

Na trama, os dois amigos estão num parque na cidade quando recebem a surpreendente visita de um rei. Ele entrega um mapa e alguns objetos para os dois, mas logo é aprisionado e forçado a voltar pelo portal mágico de onde veio. Agora, eles precisam salvar o rei e seu povo. Usando suas canetas mágicas – ela a vermelha, ele, a roxa – as duas crianças vão viajar por diversos mundos, fugindo de soldados que querem capturá-los e resgatando outras canetas mágicas.

“Jornada”, primeiro volume da trilogia, foi o livro de estreia de Becker. A obra ganhou diversos prêmios, entre eles o Caldecott Honor e foi eleita pelo New York Times um dos melhores livros infantis ilustrados de 2013. “Minha esperança é que essas histórias despertem um pouco mais de fé no poder da imaginação”, diz o autor.

Aaron Becker trabalhou como desenhista para diversos estúdios cinematográficos – entre eles a Lucasfilms, Disney e Pixar -, já viveu nas áreas rurais do Japão e da África Oriental e fez mochilão pela Suécia e pelo Pacífico Sul. Vive em Amherst, Massachusetts com a esposa e a filha.

Aberrações Selvagens leva ficção e aventuras para o leitor

Uma eletrizante trama ficcional sobre guerra, superpoderes e conflitos de ordem pessoal embalam o novo livro “Aberrações Selvagens”. Escrito pelo youtuber e crítico de séries Felipe Salazar, a obra conta a saga entre diferentes raças de animais antropomórficos – seres com feições animalescas, mas com aparência e comportamento humanos – que precisam conviver numa mesma região.

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Mesmo tendo a temática dos “superpoderes”, o livro não se resume a destruição, romances perfeitos nem a luta clássica entre o bem e o mal. Para o autor, a trama mostra, por meio da aventura e da ficção, circunstâncias que poderiam acontecer se tudo estivesse mais próximo da realidade. “Discute-se muito, por exemplo, sobre a globalização e a busca do respeito do espaço de cada sociedade para o funcionamento do mundo”

– São abordadas ainda situações de preconceito, fugas, tramas complexas, conflitos internos e traições, e ainda algo pouco explorado, como as mudanças psicológicas dos personagens – relata.

A história começa contando que vários seres, que antes viviam separados, uniram-se após a guerra. A partir disso, criaram uma sociedade a qual as suas diferenças e suas culturas eram respeitadas e não menosprezadas.

Novos líderes foram selecionados para conduzir esse novo mundo, onde as terras não estavam limitadas às suas espécies dominantes. Então, as raças dos caninos, felinos, roedores e répteis se espalharam por todas as partes, misturando todas as atividades desenvolvidas anteriormente por suas respectivas espécies. “Nesse instante, temos um período de paz, sem conflitos e com a concórdia sendo compartilhada entre todos”.

Porém, após um incidente, alguns seres começam a apresentar misteriosamente habilidades extraordinárias. “Acreditando ser uma grande ameaça para a comunidade, o governo cria uma equipe geneticamente modificada com o objetivo de capturar esses que adquiriram os superpoderes. ”

– A ditadura do continente obriga a todos os envolvidos a lutar em busca de justiça e segurança, porém ninguém sabe das verdadeiras intenções do Governador ao iniciar esse projeto. Então, gera-se um conflito sem precedentes que abala a paz existente naquele mundo – revela.

Qual preço você pagaria para esquecer um namorado que acaba de perder?

Lançamento mistura fantasia urbana e realismo mágico em um fascinante drama que prende o leitor do início ao fim da obra

image003.jpgA garota que não queria lembrar se passa em um mundo muito parecido com o nosso, com uma grande diferença: é possível usar um feitiço para consertar qualquer coisa.

Contado a partir de quatro pontos de vista diferentes e com uma narrativa não linear, traz a história de jovens que têm que lidar com a verdade por trás da morte de um dos amigos e com as consequências da magia hekamista que os envolve desde crianças. As hekamistas são bruxas que podem preparar feitiços para ajudar quem está passando por dificuldades. Porém a magia têm consequências claras e um tanto imprevisíveis. Um feitiço desenvolvido para melhorar o desempenho em atividades físicas, por exemplo, pode prejudicar a parte acadêmica. A vida, é claro, funciona de forma semelhante e é precisamente nesse ponto que o livro se aproxima da realidade de forma poética e fascinante.

Após a morte do namorado, Ari recorre a um feitiço para apagar Win da memória. Mas esquecer o rapaz não é tão simples, ainda mais depois que Ari percebe que entre seus amigos, seu namorado e até ela mesma há segredos demais.

O romance navega entre passado e presente em uma narrativa que mistura amor, mistério e drama e, aos poucos, o livro vai desmanchando os estereótipos que, a princípio, o leitor possa ter criado.

Além disso, a obra se vale da premissa de que quanto mais poderoso o feitiço, piores os seus efeitos colaterais, para ressaltar, sem moralismo, que não há atalhos para superar as grandes dores da vida, não há solução milagrosa sem consequências, às vezes bem piores do que a dor original, para todos os envolvidos.

Por que sonhei com isso?

BestSeller lança guia de sonhos da renomada analista Lauri Quinn Loewenberg

image005.pngTodos nós sonhamos cerca de cinco vezes por noite – quer lembremos disso ou não. Os sonhos funcionam como uma ponte entre a consciência e os níveis mais profundos da nossa mente, aqueles que não conseguimos alcançar quando estamos acordados. Por isso, as mensagens que trazem podem provocar importantes mudanças na vida real, nos oferecendo maneiras de solucionar problemas, transmitindo alertas e fornecendo ferramentas para superarmos situações complexas, ainda que em uma linguagem diferente.

Através do guia “Por que sonhei com isso?”, a especialista Lauri Quinn Loewenberg ensina o leitor a desvendar a linguagem dos sonhos e a se conectar melhor com seu subconsciente. A autora apresenta exemplos comuns, que podem ser enquadrados no cotidiano geral com facilidade, e ensina como melhorar sua vida ao compreender os sonhos como a chave para as perguntas importantes que estão dentro de cada um.

Novo Século lança Zodíaco: O legado – Convergência, primeiro livro em prosa do lendário Stan Lee

image001.jpgChega às livrarias brasileiras, Zodíaco: O legado – Convergência, grande sucesso da Disney e primeiro romance em prosa de Stan Lee, o lendário criador de personagens em quadrinhos da Marvel, como Homem-Aranha, Incrível Hulk, X-Man e Homem de Ferro, entre outros. A primeira obra desta trilogia de Lee e Stuart Moore e ilustrações de Andie Tong une o misticismo e a beleza da mitologia chinesa com um mundo de superpoderes. A obra é um lançamento da editora Novo Século, que já publicou diversos títulos da Marvel e é a mais recente licenciada da Disney.

Em Zodíaco: O legado – Convergência, duas facções, cada uma composta por pessoas que aproveitam o poder animal do zodíaco chinês, lutam para controlar o destino do mundo. Enquanto visita um museu na China, a vida de Steven Lee, um garoto de 14 anos, muda para sempre quando ele descobre uma área secreta no edifício, onde é liberada, acidentalmente, uma antiga e poderosa força. 

Depois de receber inadvertidamente as habilidades do signo do Tigre e ganhar superforça e reflexos extraordinários, Steven se vê no meio de uma perseguição global épica, junto a um grupo insólito que deverá unir esforços para deter a Vanguarda, uma organização corrupta, que é diferente de tudo que o mundo já viu. Para lutar contra as forças do mal, o garoto terá que dominar poderes estranhos, derrotar mercenários e desvendar os mistérios do Zodíaco.

A primeira obra desta trilogia tem tudo o que os leitores esperariam de Stan Lee: muita ação, mistérios, um enredo rápido, um vilão que é conduzido mais por ideais equivocados do que por puro mal, um grupo de jovens, pessoas comuns tentando dar sentido aos seus novos poderes e muita aventura, que garantem uma leitura instigante do começo ao fim da narrativa para os leitores de todas as idades.  Os traços marcantes das Ilustrações de Tong, conhecido por seu trabalho em quadrinhos de super-heróis no Reino Unido, dão ainda mais força e dinamismo à história.

Aleph lança romance clássico de Robert Heinlein

Um Estranho Numa Terra Estranha volta ao Brasil em nova edição

Editora responsável por publicar grandes clássicos da ficção científica, a Aleph traz de volta ao mercado brasileiro Um Estranho Numa Terra Estranha, escrito em 1961 pelo premiado autor Robert Heinlein. A obra, esgotada há anos, já está disponível.

Em uma edição inédita, o livro chega ao leitor com nova tradução e prefácio escrito por Neil Gaiman – autor de Sandman e Deuses Americanos – explicando a importância da publicação e a influência em seu trabalho.

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Vencedor do prêmio Hugo de 1962, Um Estranho Numa Terra Estranha traz a história de Valentine Michael Smith, um humano criado em Marte. Ao ser trazido à Terra, ele entra em contato pela primeira vez com seus iguais e se esforça para entender os costumes, a moral e as regras sociais que definem os estranhos terráqueos. Em meio a diversas barreiras, o homem de Marte se esforça para grokar (termo em marciano, criado pelo autor, com diversos significados, como: beber, sentir, aprender e fazer parte) esse mundo tão alienígena a ele, enquanto procura explicar à humanidade seus próprios conceitos fundamentais, bem como suas concepções de amor e respeito.

No romance, o leitor irá se deparar com os mais diversos tópicos de discussão: desde sociedades anarquistas, passando pelo amor livre, críticas ao consumismo e até às instituições cristãs. A obra é vista como uma afronta ao moralismo e à cultura da época e, graças à sua mensagem de liberdade, tornou-se um manifesto do movimento hippie da década de 1970.

É quase inevitável não fazer uma comparação com Tropas Estelares, também escrito por Heinlein. Enquanto Tropas, lançado em 1959, apresenta um viés mais militarista e conservador, Um Estranho Numa Terra Estranha, lançado dois anos depois, chegou ao público repleto de críticas sociais, hedonismo, e uma clara insatisfação com a cultura de sua época. Essas duas obras totalmente distintas, lançadas em um curto período de tempo, demonstram a versatilidade e a genialidade de Heinlein, que, ao lado de Arthur C. Clarke e Isaac Asimov, é considerado um dos maiores autores da ficção científica.

Bertrand Brasil lança terceiro romance de Alessandro D’Avenia, um dos nomes da nova geração de autores italianos

“O que o inferno não é” retrata a perda de inocência de um garoto de 17 anos

image004 (1)Representante de uma nova e festejada geração de autores italianos, Alessandro D’Avenia já vendeu 1,5 milhão de exemplares na Itália com apenas três livros lançados. Em março, o terceiro chega por aqui pela Bertrand Brasil. Em “O que o inferno não é”, D’Avenia parte de uma história real e de lembranças de sua adolescência para escrever um delicado e poético romance de formação.

A trama se passa na cidade de Palermo, na região da Sicília, em 1993. Federico é um garoto de 17 anos cheio de dúvidas sobre a vida. Seu amor pelas palavras e pela poesia o torna um estranho aos olhos da maioria dos outros jovens.  É chamado pejorativamente de “Poeta” pelas ruas, não leva o menor jeito com as meninas ou com as coisas práticas do dia a dia. Quando a história começa, está prestes a embarcar para a Inglaterra, onde vai estudar durante as férias de verão.

Mas o garoto tem uns dias livres antes de viajar e, numa conversa com o padre Pino Puglisi, seu professor de religião, concorda em ajudá-lo a cuidar de algumas crianças em Brancaccio. Trata-se de um bairro pobre de Palermo onde Federico, um garoto de classe média, nunca pôs os pés. Trata-se também do reduto da Cosa Nostra, uma das organizações da máfia italiana.

O padre é conhecido por lá: se esforça para dissuadir as crianças e adolescentes de entrar na vida do crime; tenta a todo custo construir uma escola no bairro; e se arrisca diariamente ao confrontar os homens que comandam a região. Ao seu lado, Federico terá a experiência de conhecer uma realidade cruel e totalmente diferente da sua, algo que vai mudar sua vida – e de vários ao seu redor – para sempre.

A história real de Pino Puglisi chocou a Itália nos anos 1990. O padre foi assassinado pela máfia graças a sua política de enfrentamento em Brancaccio. Alessandro D’Avenia foi aluno de Puglisi em Palermo, e o enredo de “O que o inferno não é” é em parte inspirado nos acontecimentos de sua própria vida.

Os livros anteriores de D’Avenia, “Branca como o leite, vermelha como o sangue” e “Coisas que ninguém sabe”, também foram lançados aqui pela Bertrand Brasil. Aos 39 anos, ele já se consolida como um dos novos nomes mais importantes da literatura italiana, e escreve de forma sensível e erudita sobre os turbulentos anos da adolescência.