Arquivo da categoria: Livros

escritora cria narrativa e lança livro sobre período da pandemia

Durante a quarentena, Gisele Mirabai criou a ficção “Ana de Corona”, em que fala sobre o planeta, os problemas ambientais e a situação vivida em todo o mundo

Gisele Mirabai lança livro sobre vida durante a pandemia. (Foto: Divulgação)

A escritora Gisele Mirabai lançou o livro “Ana de Corona”, que conta a história da ambientalista Ana, que vê a própria vida atravessada pela pandemia, enquanto dá conta da família, do trabalho, do corte em uma bolsa de mestrado e de uma nova paixão. A obra, cuja ficção se entrelaça absurdamente com a realidade foi escrita em apenas nove dias, durante o período de quarentena. 

A autora, que também publicou o livro Machamba, vencedor do Prêmio Kindle e finalista do Prêmio Jabuti conta que a proximidade com o tema se dá pela própria história de vida dela, que há cerca de 20 anos possui envolvimento ambiental, tendo sido membro do Greenpeace e desenvolvido ansiedade quando percebeu que o planeta possui recursos finitos e pode acabar. Além disso, ela publicou a obra “Guerreiras de Gaia” e há pelo menos 10 anos trabalha com palestras e visitas em escolas que adotaram o livro como parte do material didático. 

O pensamento voltou com a entrada do país no isolamento social e após ficar uma noite inteira sem dormir, ela se sentou para escrever o romance, que chega às mãos dos leitores de forma gratuita, através da plataforma do Kindle, neste feriado. 

“Fiquei uma noite inteira sem dormir e quando deu 6h, consegui pegar no sono. Deu 8h30, meu filho me acordou e eu pensei: ou eu durmo e fico o dia todo letárgica, ou sento para escrever um texto. E eu levantei 9 dias depois, no final da quaresma, no sábado de aleluia, com o livro pronto”, contou. 

Todo o processo, entre os dias de escrita, submissão da obra a 12 leitores beta, revisão, produção de capa e registro para distribuição foram 15 dias. “Sinto-me bem feliz com a publicação do livro, tanto pela necessidade imensa que tive de expressar o tema, quanto pelo feedback maravilhoso que tive dos leitores, como nunca antes”, acrescentou. 

No livro, a autora estabelece uma conversa entre a narradora e o leitor e a obra, embora estarreça, aponta caminhos de mudança possíveis diante da pandemia que vivemos. 

Serviço – O livro estará gratuito para download até sexta-feira. Para ler: https://www.amazon.com.br/dp/B087B8W1LH/ 

E se a isca for você?

(Foto: Divulgação)

João Pedro Portinari Leão expõe todo o drama e emoção que passou ao sofrer o ataque de um dos tubarões mais temidos do oceano em autobiografia impressionante chamada “A Isca”

Sobrevivente a um ataque de tubarão “no quintal de casa”, João Pedro Portinari Leão transmitiu toda a adrenalina em um relato tão emocionante quanto assustador. A Iscalançamento da editora Edite, mergulha na surpreendente história real do windsurfista e escritor que passou a ser chamado de João Tubarão.

Um acontecimento que poderia muito bem estar no roteiro de um filme de Steven Spielberg. Em 1997, João tinha acabado de voltar de uma viagem de seis meses no Havaí. “Estava com mais coragem do que nunca”, relembra na obra. Ele e um amigo tinham comprado uma prancha de windsurfe e estavam testando até onde poderiam chegar com o “brinquedinho novo”. No dia 20 de abril daquele ano, um domingo véspera de feriado de Tiradentes, João saiu para velejar em condições perfeitas: muito sol e vento em Búzios (RJ).

O que ele não sabia era que aquele dia ideal para praticar seu esporte favorito traria o maior desafio da sua vida: encarar de frente um tubarão-branco de quase quatro metros de comprimento. “Hoje, entendo porque fui atacado por um tubarão-branco no quintal de casa. Invadi o território dele (…). Não respeitei o mar. Achava que era dono dele. Aprendi que não sou dono do mar. Os verdadeiros donos são os peixes”, relata.

A autobiografia, que levou dez anos para ser publicada, é um apanhado das histórias da família de João – sobrinho-neto de Cândido Portinari –, que tem uma relação íntima com o mar. Seu pai, avós e tios praticam pesca submarina e o contato com a praia sempre foi visceral.

Tanto é que mesmo depois do trágico encontro, João não deixou de praticar o esporte e, após mais de sete meses de recuperação, voltou à liberdade que apenas o oceano oferecia. Mas, dessa vez, na presença de um companheiro imaginário, um tubarão-fantasma que o atormentava, mas que não conseguiu vencê-lo.  

Ficha Técnica
Título: A Isca
Subtítulo: Uma história real
Autor: João Pedro Portinari Leão
Editora: Edite
Gênero: Biografia
Idioma: Português
ISBN: 978-85-94209-13-9
Tamanho: 14×20
Páginas: 176
Preço: R$ 24,90 (físico) ou R$ 14,90 (e-book)
Link de vendahttp://bit.ly/aiscadotubarao ou http://bit.ly/aiscacultura

Sinopse: João saiu para velejar em um domingo de abril perfeito em Búzios, litoral do estado Rio de Janeiro: sol e muito vento. O que ele não sabia é que aquela véspera de feriado de Tiradentes traria o maior desafio pelo qual passaria na vida: sobreviver ao ataque de um tubarão-branco de quase quatro metros de comprimento. Sentiu uma batida. Em seguida, um puxão violento que rasgando sua perna, o levou para debaixo da água. Não havia dúvida: a morte era certa, rápida e sem sofrimento. Seu último mergulho. Mas, de repente, o tubarão o soltou. João se viu imerso em uma poça de sangue, seu próprio sangue, em mar aberto, a quilômetros da praia. A partir dali começava a velejada mais importante de sua vida. Cada segundo seria determinante na sua corrida para permanecer consciente e vivo!

As relíquias ainda estão perdidas

(Foto: Divulgação)

O destino do universo mágico e não mágico está nas mãos de sete jovens bruxos em uma jornada alucinante comandada pelo autor mineiro Sillas Lopes

Bruxos, magos, deuses e criaturas mitológicas se misturam entre o mundo Feérico e Não Feérico, mágico e não mágico, no universo fantástico criado pelo escritor Sillas Lopes. Após dez anos de produção e aperfeiçoamento, o primeiro livro da Trilogia dos Sete, “As relíquias perdidas”, chega aos amantes da leitura de fantasia sedentos por novas aventuras.

Crick Angell descobre aos 15 anos que pertence a um mundo mágico e, além com a notícia, recebe uma missão: comandar uma alucinante viagem com objetivo de resgatar sete itens incomuns que dão ao seu possuidor uma magia absoluta. Duras provações aguardam Crick e outros seis jovens: juntos eles formam a Companhia das Relíquias. O destino dos dois mundos está nas mãos dos Sete!

O prólogo da obra relata o sequestro da mãe de Crick, Lyygia Angell. Logo nas primeiras páginas, o leitor é introduzido ao vilão da história: Flausto Aphonsus Rockenbach, assassino do então presidente da magia Kenneth Bamberg. Com a perda da mãe e o perigo iminente no mundo mágico, Crick é enviado ao Brasil para ser criado pela avó em Copacabana, Rio de Janeiro.  Depois de 14 anos sem sequer sonhar ser bruxo, o personagem descobre sua verdadeira origem.

“— Irei poupá-lo do ceticismo. Alice remexeu o interior de seu casaco e retirou uma varinha de madeira com uma empunhadura em marfim. O objeto tinha uns trinta centímetros de comprimento e se assemelhava a uma batuta.
— Isto, Crick, é o terceiro braço de um bruxo, o símbolo do nosso poder. — então ela apontou a varinha para a lareira e para total espanto de Crick, o objeto sugou as chamas que ardiam vigorosamente e no minuto seguinte as cuspiu de volta ao lugar.”
 – As relíquias perdidas, pág. 24

Os jovens conseguirão encontrar os itens e garantir a paz do mundo mágico? Essa é a aventura que propõe a Trilogia dos Sete, uma leitura destinada principalmente aos fãs da boa e velha fantasia, narrada de forma inovadora e criativa. Desta forma, Sillas tem misturado em seu caldeirão, os principais elementos para fazer de seu livro de estreia, um sucesso absoluto. E ao leitor, não cabe outra opção senão se render.

Ficha Técnica:
Título:
 As relíquias perdidas
Autor: Sillas Lopes
ISBN: 978-65-5079-007-3
Páginas:
 471 páginas
Formato: 22×15
Preço: R$ 45,00
Link para compra: 
https://bit.ly/39nvhpg

Sinopse do livro: Viaje pelo fantástico mundo criado por Sillas F Lopes, numa jornada entre bruxos, magos, deuses, criaturas e um inimigo que ameaça ambos os mundos – Feérico e Não Feérico. A Crick Angell é dada uma missão: ele deve empreender uma alucinante viagem juntamente com seus seis novos amigos. Juntos, eles fazem parte da Companhia das Relíquias, cujo objetivo é resgatar sete itens incomuns que dão ao seu possuidor uma magia absoluta. Em meio às duras provações que os aguardam pelo caminho, Crick e sua comitiva descobrem sua força e bravura. O destino dos dois mundos está nas mãos dos Sete!  As Relíquias Perdidas é uma aventura destinada principalmente aos amantes da boa e velha fantasia, narrada de forma inovadora e criativa, o que a torna um prato cheio para todos os tipos de leitores. Os traços mitológicos ganham novos nuances, não perdendo sua originalidade. Mais do que isso; adquirem ainda mais riqueza e coerência!  Prepare-se, leitor, você vai se surpreender com este livro!

Cinco serviços online para aproveitar durante a quarentena

Por Rodrigo Bocatti

A  situação do coronavírus (COVID-19) está tirando o sono do mundo inteiro. No Brasil diversas cidades decretaram quarentena para tentar diminuir o ritmo de contágio.

Nós, do Diver sabemos que essa medida é necessária, mas ficar em casa pode ser, muitas vezes, entediante. Então pra tentar deixar esse período mais leve, separamos algumas empresas que, pensando no nosso confinamento, abriram mão da assinatura de seus conteúdos para incentivar a permanência da população dentro de suas casas.

1. Grupo  Globo

(Foto: Divulgação)


A  Globo liberou todos seus canais para quem possui alguma operadora de TV por assinatura, assim você pode ter acesso aos canais de entretenimento (VIVA, BIS, Multishow e Mais Globosat), filmes (rede TeleCine, UniversalTV, Megapix, SyFy e Studio Universal), esportes (SporTV, SporTV  2 e SporTV 3) e notícias (GloboNews). 

O grupo ainda liberou por 30 dias de diversos conteúdos para quem ainda não é assinante do serviço de streaming. Entre eles estão mais de trinta títulos infantis como Detetives do Prédio Azul, Bob Zoom entre outros. Todas as temporadas de “Malhação” e de séries como “Shippados”, também estão disponíveis.

2. Amazon

(Foto: Divulgação)

A  gigante norte-americana liberou diversos títulos de livros para download, e tem para todo gosto. Para baixar, é só entrar no site da empresa ou na Loja Kindle e escolher “livros” ou “e-book Kindle”, depois é só devorar as páginas em um dispositivo Kindle ou no app gratuito para PCs, smartphones e tablets, disponível para iOS e Android.

3. Adobe

(Foto: Divulgação)

A  empresa de programas de edição liberou o acesso a alguns de seus aplicativos para facilitar a vida de quem estuda à distância e para quem quer apenas conhecer e testar. O Adobe Creative Cloud e o Adobe Connect estão de graça, sendo que o primeiro engloba Photoshop, Illustrator, Acrobat e fica liberado até dia 31 de maio, já o segundo, utilizado para videoconferência, estará disponível por 90 dias.

4. Turner

(Foto: Divulgação)

A  grupo multinacional que engloba Warner e Cartoon Network também liberou todos os seus canais nas operadoras de TV a cabo.

5. The Enemy

(Foto: Divulgação)

A  plataforma de games do Omelete liberou 15 jogos para aproveitar e passar o tempo.

Livro quebra tabu e transcende as convenções sociais

(Foto: Divulgação)

Temas da atualidade estão presentes na obra de ficção “As Cinco Esposas de Nathan”. A história de um homem que conhece os maiores segredos da Terra e casa com cinco grandes mulheres

“O que separa a ficção da realidade é o fator tempo”, profetiza Clóvis Nicacio, escritor paulistano. Autor de As Cinco Esposas de Nathan – As Guardiãs da História, Clóvis tem certeza que no futuro amar mais de uma pessoa será uma situação normal. A obra, que envolve fantasia, ficção científica, ação, alienígenas, viagens no tempo e romance, chega para quebrar um dos maiores tabus sociais: o poliamor.

Clóvis admite que a palavra é nova para ele, mas que ao escrever a obra, sentiu a necessidade de levantar o tema. “O ápice das histórias de poliamor acontece no livro As cinco esposas de Nathan. São cinco mulheres militares com capacidade de voltar no tempo e ajudar a formar a carreira do marido, uma pessoa com deficiência física transformado por elas em uma espécie de James Bond futurista”, relata. Além de estarem casadas com ele, elas também são casadas entre si, e vivem juntas em harmonia, sem competição ou preferências.

No livro, o poliamor é consequência de um cataclismo, mas para o escritor, num futuro próximo, a condição será uma “consequência da evolução humana”. “Esse tipo de comportamento, quando adotado em larga escala, pode indicar a diminuição ou o fim de muitos problemas atuais como divórcios, ciúme, traição e até feminicídio”, prevê.

Adepto de abordar temas polêmicos em suas obras, em As Cinco Esposas de Nathan – As Guardiãs da História o escritor faz o leitor viajar por reinos feudais no espaço sideral, paradoxos temporais, naves invisíveis, canhões desintegradores e uma deusa manipuladora que se alimenta de amor desde a pré-história.

Clóvis lançou seu primeiro livro em 2013, Alana Ghosten e o sorriso da vampira. Dedicou-se durante quase metade da vida à tecnologia da informação e acredita ter aprendido que só o que não se torna obsoleto é a necessidade de pensar, materializada na Literatura.

Ficha técnica:
Título: As Cinco Esposas de Nathan
Autor: Clóvis Nicacio
ISBN: 9788592229375
Editora: Casa do Escritor
Altura: 22,9 cm
Largura: 15,2 cm
Preço: 54,00
Link de venda: http://bit.ly/clovisnicacio

Sinopse do livro: Quer conhecer mulheres empoderadas? Tem cinco militares ativas que mandam e desmandam, e ainda conseguem tempo para amar, chorar e sorrir.
Quer fantasia? Tem um reino feudal, onde o Rei envia a Princesa herdeira para uma colônia no espaço distante.
Quer ficção científica? Temos naves invisíveis voando no hiperespaço mais rápidas que a luz, armadas com canhões desintegradores, pistolas sônicas, interferótipos e envelopadas por neutrinos.
Quer mais ciência? Entenda paradoxos temporais criados apenas porque sabemos deles.
Quer tabus? Saiba como é um casamento poligâmico entre seis pessoas onde não existe preferências nem competição. Ou como a fé faz milagres quando tudo está perdido.
Quer ação? Tem fuzileiros se caçando e se matando em florestas, terroristas combatidos em terra, no ar e no espaço, perseguição e bloqueios por esquadras espaciais, acrescentado de traições e disputas sanguinárias.
Quer alienígenas? Está cheio de lagartanos, reptilianos, kerns, transmorfos, tarântulos, espectros e outras espécies, amigos e inimigos. De todas as cores, tamanhos, docilidade e ferocidade.
Quer romance? Descubra como a deusa manipula todos para se alimentar de amor, desde a pré-história.
E isso é só o primeiro volume. Ainda vem muito mais por aí.

Obra literária revive as personalidades icônicas de 1980

Baseado em grandes autores, Jefferson Sarmento lança quarto livro. (Foto: Divulgação)

O escritor e publicitário Jefferson Sarmento lança seu quarto livro baseado em inesquecíveis obras de autores, diretores e artistas da década de 1980, como Stephen King, David Seltzer e Peter Straub

Inspirado em obras inigualáveis dos anos de 1980, como It A Coisa, A Profecia, Os Mortos Vivos, Jefferson Sarmento lança Relicário da maldade, pelo selo Transversal, da Editora Oito e Meio.

Em uma narrativa envolvida e ambientada na década perdida, a obra conta a história de um porão que guarda um baú da falecida senhora Augusta Dummont. Curiosos e desavisados, três garotos investigam a casa da velha e acabam por liberar toda a maldade que ela havia trancafiado durante muitos anos.

Após a morte da respeitável dona e a abertura do baú, coisas estranhas começaram a acontecer. Entre as bizarrices, o corpo dela some, vermes estão à solta, portais do inferno aparecem, o diabo dá as caras e mais pessoas sucumbem à morte.

A obra vai se desenrolando ao som de músicas que fizeram parte daqueles tempos como Queen e Duran Duran. O autor cita personalidades ficcionais e reais como Princesa Diana e 007, e menciona diretores como Dan O’Bannon e Steven Spielberg.

E, claro, como um bom e velho amante dos anos de 1980, apresenta muitas teorias em relação aos alienígenas, afinal, estavam no ápice na época.

Fantasmas, a mãe de um psicopata morta e mumificada numa cadeira de rodas, o mapa para um tesouro de pirata escondido e amaldiçoado, uma passagem para outra dimensão, o caixão de um vampiro, um baú cheio de fotos que parecia ser o cadeado trancando a maldade das pessoas fora de seus corpos… qualquer ideia maluca e impossível assim. Algo que possa dançar na mente de um garoto de doze anos que adora filmes de terror e de ficção científica, fantasia e aventura. (Relicário da maldade, pág. 110)

Em O Relicário da maldade, Jefferson Sarmento mostra todas as características freaks que os anos de 1980 trouxeram para o público. O terror crescente que dá aquele frio na barriga. Todas as criaturas típicas da época em que os efeitos especiais não eram tão fascinantes, mas mesmos assim davam a impressão de serem reais. É definitivamente uma obra que traz à tona uma era em que as crianças se divertiam e as monstruosidades davam medo.

Ficha técnica:
Título: Relicário da maldade
Autor: Jefferson Sarmento
ISBN: 9788567009292
Editora: Oito e Meio
Altura: 21cm
Largura: 14cm
Preço: R$ 42,90
Link de compra: https://bit.ly/34cMM99

Sinopse: E se houvesse um jeito de separar de uma pessoa a sua parte má, trancafiando seus vícios e maldades num baú de lembranças? E se eles escapassem de volta, todos de uma vez?
A senhora Augusta Dummont acabou falecendo aos setenta e oito anos. Simplesmente desabou sobre as pernas naquele fim de 1985. Deixou para trás seu velho sobrado e o respeito incondicional dos habitantes da pequena Cidade, mas também um segredo nefasto, guardado num baú de horrores escondido em seu porão.
Desavisados e curiosos, os três garotos da rua Dez acabam libertando toda a maldade que a velha havia trancafiado no cômodo secreto debaixo de sua casa, trazendo de volta do Relicário da Maldade o pior dos habitantes simplórios e caricatos do pequeno lugarejo.
Ambientado no meio dos anos de 1980, Relicário da maldade é uma homenagem aos livros, filmes, músicas e todo tipo de histórias fantásticas que moldaram a adolescência daquela década. Do frescor do rock nacional tocado nas rádios, gravados em fitas cassete quando o locutor parava de falar, às sessões de cinema com monstros pegajosos, alienígenas flutuando em bicicletas na frente da lua ou livros em que animais mortos reviviam ao serem enterrados em cemitérios indígenas.

Supense, fantasia e romance LGBT no novo livro de Cassandra Clare e Wesley Chu

Trama de “Os pergaminhos Vermelhos da Magia” (Ed. Galera), que apresenta Paris aos leitores, abre a trilogia “As Maldilções Ancestrais”, escrita por Cassandra Clare e Wesley Chu. Livro se passa no universo dos Caçadores de Sombras e conta as aventuras do casal LGBT Magnus e Alec.

Magnus Bane desejava que as férias à Europa ficassem marcadas para sempre como uma boa recordação para Alec Lightwood. Mas a viagem, após a Guerra Mortal, que deveria ser um marco romântico para o casal, não saiu exatamente como o planejado. Afinal, o que poderia acontecer no improvável romance entre um feiticeiro, filho de um famoso Demônio e um Caçador de Sombras?

(Foto: Divulgação)

Os Pergaminhos Vermelhos da Magia

The Red Scrolls of Magic

Cassandra Clare, Wesley Chu

Tradução: Ana Resende

294 pág. | R$ 44,90

Galera | Grupo Editorial Record

6 motivos para começar a ler hoje mesmo a trilogia “Sob a Luz”

(Foto: Divulgação)

Com uma história intensa, eletrizante e cheia de reviravoltas, esta coleção pode ser a opção perfeita para quem busca adrenalina e emoção no mundo da literatura

A raça humana não é mais a mesma, novas espécies surgiram, e agora é cada um por si. Intrigas, complôs, opressão, romance e cenas de ação marcam a narrativa da trilogia “Sob a Luz”, de Ana Beatriz Brandão. Com os primeiros lançamentos – Sob a Luz da Escuridão e Entre a Luz e a Escuridão –, publicados pela Editora Verus, do Grupo Editorial Record, a autora entusiasmou os apaixonados por livros de fantasia, garantindo fortes emoções.

Nesta distopia, a trama se desenvolve com o seguinte plano de fundo: a humanidade foi levada ao caos depois que um ditador começou a busca por uma raça perfeita. Após 50 anos de guerras e massacres, grupos de resistência foram criados e conquistam o objetivo de destituí-lo do poder.

A partir dali, pessoas da elite da sociedade fundam o Instituto Leonard Travis Goyle (LTG), em homenagem ao ditador que passou a determinar as regras. Com a radiação das bombas nucleares, algumas pessoas tiveram alterações no DNA, dando início a uma nova espécie com poderes especiais, os metacromos.

Uma história de tirar o fôlego, não é mesmo? Mas existem outros seis bons motivos para virar fã da série e começar a ler os livros da trilogia hoje mesmo! Confira:

1. Um mundo distópico

Se você gosta de séries como “3%” e “Westworld”, e livros como “Jogos Vorazes” e “Admirável Mundo Novo”, com certeza, vai amar ler estas obras. É o desafio de viver em um mundo de caos que prende a atenção na história do início ao fim. A destruição da Terra começa com Leonard Travis Goyle, que originou todas as guerras do futuro e dizimou nações em busca de uma raça perfeita. Após conseguir tirar o ditador do poder, o problema continuou com a criação do instituto de Goyle, que continuou a definir as regras da sociedade.

  1. Poderes especiais

Lollipop e Jazz são sobreviventes metacromos, com poderes especiais, e elas entram para um grupo de resistência liderado por Evan e seu discípulo Sam. Lolli tem o poder da telecinese (habilidade de mover coisas com a mente); Evan, vampiro milenar, é telepata e controla a mente das pessoas; Jazz e Sam dominam o fogo. E o instituto? Caça os metacromos para realizar experiências, sem compaixão ou humanidade.

  1. Muita ação

A cena é desastrosa, e o caos de um mundo pós-apocalíptico foi implantado. Além das dúvidas sobre as próprias origens, os personagens precisam usar os próprios poderes para, literalmente, lutar contra os opressores e garantir a sobrevivência. Além disso, a narrativa mantém viva a fama da autora de “George R. R. Martin brasileira”, por matar muitos personagens. Por isso, prepare-se: mortes inesperadas vão acontecer.

  1. Amor em meio ao caos

A raça humana até pode estar bem diferente, com medo e mais agressiva, mas a amizade e o amor, com pitada de romance, não deixam de existir. Inclusive estes sentimentos se tornam ainda mais fortes com a união dos personagens, e é exatamente isso que deixa os dias pela sobrevivência menos difíceis.

  1. Proximidade com a realidade?

“Qualquer relação com a realidade é mera coincidência.” Será mesmo? Ao longo da trama, é possível associar algumas características abordadas na narrativa que estão muito presentes na realidade do mundo: a força da amizade e do amor, a intolerância governamental, que vem acontecendo em muitos países, junto com o uso do poder para oprimir os mais fracos.

  1. Envolvimento com os personagens

Você vai ficar tão imerso nos livros de Ana Beatriz que, provavelmente, começará a pensar como seus personagens. Lollipop é muito forte e não tem medo de lutar em prol de um mundo melhor, sempre ao lado dos amigos e das pessoas em quem confia. Apesar de ter tido a memória apagada, tem uma visão clara do que acontece no mundo e busca sempre fazer o melhor pela mudança.

Ana Beatriz Brandão promete não só uma boa história, mas também, por meio dos livros, mudar a visão que temos de mundo a cada página escrita. Escritora best-seller – com o Livro O Menino do Cachecol Vermelho, tem apenas 20 anos de idade e uma bagagem de seis títulos com seu nome.

O terceiro livro da trilogia já tem nome, A Luz na Escuridão, e será lançado em 2020, com a promessa de um final emocionante e inesperado. Vale a pena aguardar!

Enquanto a continuação da saga não chega às livrarias, você pode conferir os primeiros dois volumes nos links: https://amzn.to/2M1XZkw e http://bit.ly/entre-a-luz.

Ficha Técnica:
Título: Entre a Luz e a Escuridão
Editora: Verus
Gênero: Fantasia
Idioma: Português
ISBN-10: 850130316X
ISBN-13: 978-8501303165
Tamanho: 16 x 23
Preço: R$ 34,90

ALEPH PUBLICA METRÓPOLIS PELA PRIMEIRA VEZ NO BRASIL

Capa de Metropólis. (Foto: Divulgação)

Com tradução direta do alemão, a edição conta com 25 ilustrações do artista Mateus Acioli e textos de Marina Person e Anthony Burgess

Um marco na literatura do século XX, o livro Metrópolis é lançado pela primeira vez no Brasil pela editora Aleph. Escrita pela alemã Thea Von Harbou, a obra foi a inspiração para o filme homônimo de Fritz Lang, considerado um clássico absoluto na história do cinema. Um dos principais lançamentos da editora em 2019, Metrópolis foi uma das bases fundadoras da ficção científica, numa época em que o imaginário popular ainda não era povoado por tantas referências de robôs e seres mecânicos.

Publicado com apoio do Instituto Goethe, esta edição luxuosa e de capa dura faz jus à importância do livro. Inspirado no pôster original do filme, o renomado designer Pedro Inoue foi o responsável pela capa e pelo projeto gráfico. A edição também apresenta 25 ilustrações de Mateus Acioli, que seguiu a mesma estética da época com ares contemporâneos, pontuando passagens importantes e as conectando ainda mais ao clássico.

Além do visual primoroso, esta edição da Aleph traz diversos materiais extras, como um texto inédito da cineasta Marina Person sobre o filme e sua criadora, uma análise de Franz Rottensteiner – famoso editor de ficção científica de língua alemã –, um relato de Anthony Burgess, autor de Laranja Mecânica, sobre o impacto do filme em sua vida; e ainda a reprodução de algumas páginas da revista de divulgação do filme, feita para a estreia de Metrópolis em Londres (no Marble Arch Pavilion, em 21 de março de 1927), com curiosidades da produção e textos complementares.

A tradução foi feita diretamente do alemão por Petê Rissatti, responsável por traduzir os livros de John Scalzi no Brasil (Ed. Aleph), além de dezenas de outras obras, como A metamorfose (Ed. Antofágica) e Ele está de volta (Ed. Intrínseca).

Influência na cultura pop

Além de ter sido um marco na história da ficção científica, Metrópolis teve forte influência na cultura pop. A banda Queen, por exemplo, fez alusões ao longa no clipe de “Radio Ga Ga”, em 1984. Cinco anos depois, Madonna se inspirou no filme – ou no próprio clipe do Queen – ao fazer o vídeo de “Express Yourself”. Lady Gaga também usou referências da obra em “Alejandro”, “Born This Way” e “Applause”.

Muitos personagens do cinema tiveram alusão à criação de Thea von Harbou. O Dr. Emmett Brown, de volta para o futuro (1985), foi inspirado no Dr. Rotwang. A Gotham de Batman (1989) e a arquitetura de Blade Runner (1982) beberam dos cenários do longa-metragem. E não é muito difícil encontrar semelhanças entre a androide Maria e C-3PO de Star Wars. Como Marina Person destacou no posfácio, as influências aparecem também no Brasil, como no álbum The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart, lançado em 2013 pela banda Sepultura, que nada mais é do que a frase ícone do roteiro de Metrópolis e do romance de Thea von Harbou: “O mediador entre o cérebro e as mãos deve ser o coração.”

O romance foi publicado em 1925, dois anos antes da adaptação cinematográfica do diretor Fritz Lang, com quem Thea era casada. A escritora, que também foi uma das roteiristas do filme, possui uma carreira cinematográfica extremamente produtiva, tendo roteirizado clássicos como M: o vampiro de Düsseldorf e A mulher na lua, ambos dirigidos por Lang.

Em 1940, Thea von Harbou se filiou ao partido nazista e, durante o governo de Hitler, foi presidente da Associação Alemã de Autores de Filmes Falados, que estava alinhada à Câmara de Cultura do Reich. Segundo a Aleph, esta edição “não tem intenção de apagar nem diminuir o envolvimento da autora com o regime nazista. Pelo contrário, visa trazer à luz este importante documento histórico da cultura alemã e mundial que reverbera até os dias atuais e, ao conhecer a vida de sua autora, suscitar discussões indispensáveis sobre temas que permeiam toda a sua obra”.

SINOPSE

Na cidade futurística de Metrópolis, a população divide-se em dois andares. No primeiro, uma elite dominante desfruta dos prazeres da vida; no segundo, subterrâneo, os trabalhadores lutam para sobreviver. Quando Freder, o filho do Senhor da grande Metrópolis e habitante do primeiro andar, se apaixona por Maria, da cidade subterrânea, começa a conhecer melhor as condições às quais os trabalhadores são submetidos. Uma revolta começa a surgir entre os operários, e só o que faltava para uma revolução era uma líder. Quando ela surge, nada pode conter a fúria dos oprimidos.

Ficha Técnica
 
Editora Aleph
Título: Metrópolis
Autora: Thea von Harbou
Formato: Capa dura
Páginas: 416
Preço: R$ 99,90

Sobre a autora

Thea von Harbou nasceu em 1888 em Tauperlitz, na região alemã da Alta Francônia. Na década de 1920, foi muito prolífica e se tornou uma das escritoras e roteiristas de maior sucesso da Alemanha. Foi uma das roteiristas do filme Metrópolis, dirigido por Fritz Lang, com quem era casada, e escreveu outras obras cinematográficas. Em 1932, juntou-se ao partido nazista como chefe da indústria cinematográfica alemã. Faleceu em Berlim, aos 65 anos, após um acidente.

Editora Noir lança a esperada biografia do Bandido da Luz Vermelha, de Gonçalo Junior

(Foto: Divulgação)

Construído a partir de mais de 23 mil documentos, laudos psiquiátricos e três dezenas de entrevistas, “Famigerado!”desfaz o mito do assaltante sedutor e revela a crueldade de um criminoso que aterrorizou os milionários de São Paulo na década de 1960

Esqueça tudo que você sabe ou ouviu falar sobre João Acácio Pereira da Costa, o Bandido da Luz Vermelha. Longe de ser um criminoso que seduzia mulheres e desdenhava do sistema e da elite, ele era um psicopata capaz de cometer as mais terríveis crueldades com suas vítimas indefesas, sob a mira de sua lanterna e um revólver calibre 38. Nesse relato fascinante e nada glamoroso, fruto da consulta de quase 23 mil páginas dos 88 processos que correram contra João Acácio e o levaram a 351 anos de prisão, três dezenas de entrevistas e consultas a laudos psiquiátricos, “Famigerado! – A história de Luz Vermelha, o bandido que aterrorizou São Paulo na década de 1960”, de Gonçalo Junior, apresenta o relato definitivo sobre um dos mais famosos criminosos da crônica policial brasileira de todos os tempos.

Gonçalo explica que é difícil precisar o número de crimes cometidos por João Acácio, desde a violenta infância, vivida nas ruas de Joinville (SC), até sua prisão, no começo da noite do dia 7 de agosto de 1967, em Curitiba. Certeza mesmo, só que ele assaltou mais de uma centena e meia de mansões na capital paulista, entre março de 1966 e agosto do ano seguinte. Como deu a entender seu advogado de defesa, Roberto Von Haydin, em depoimento para o livro, João Acácio praticou crimes graves que ficaram de fora das investigações da polícia por motivos que ele não quis revelar. Provavelmente, assassinatos e estupros.

“Nada na história a seguir foi forjado, inventado, criado, imaginado ou romanceado”, diz o autor. “Tudo nesta biografia segue com o máximo de fidelidade dos processos que correram contra João Acácio no Fórum Criminal de São Paulo, entre 1967 e 1975, além das reportagens, artigos e editoriais publicados em jornais e revistas ao longo de 35 anos, entre 1963 e 1998”. Ele também entrevistou algumas pessoas que, de modos diferentes, tiveram contato direto com o assaltante na época em que ele cometeu seus crimes ou estava na prisão.

Um dos destaques da obra é a entrevista que o autor fez com a bióloga Ingrid Yazbek Assad, que levou um tiro a um centímetro do coração, dado por João Acácio quando tentava estuprá-la. Ela reagiu e sobreviveu por milagre. Depois de cinco anos de negativas, ela resolveu quebrar o silêncio de 49 anos e contar o que aconteceu naquela trágica madrugada. É um relato tão assustador que acabou por abrir o livro. “Não restam dúvidas que ele foi um psicopata, adorava subjugar suas vítimas e tinha enorme satisfação em fazer isso”, afirma Gonçalo.

O BANDIDO EM NÚMEROS

JOINVILLE
• Atuou a partir dos 7 anos de idade (1949) e depois aos 22 (1971)
• Cometeu entre seis e oito assassinatos, além de furtos e assaltos à mão armada

RIO DE JANEIRO
• Atuou entre novembro de 1965 e janeiro de 1966
• Furtou entre 40 e 50 carros

SÃO PAULO
• Atuou entre novembro de 1964 e agosto de 1967
• Cometeu aproximadamente 154 roubos e assaltos a residências e uma centena de estupros
• Matou entre seis e 10 pessoas

PENAS
Suas condenações totalizaram 351 anos