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A magia de ‘A Bela e a Fera – O Espetáculo Musical’ se apresenta em São Paulo

Espetáculo Musical acontece em 23 e 24 de Fevereiro

A história marcada na literatura e no cinema ganha vida nos palcos ao apresentar ao público o amor de Bela e Fera através de uma releitura única do clássico conto de fadas.

Com tecnologia de ponta, os cenários e figurinos originais inovam cada detalhe da montagem, com muita magia em cada cena, presente desde o vilarejo onde vive Bela até o luxuoso castelo de Fera e seus peculiares amigos.

A direção artística do musical é do ator, cantor e produtor Bruno Rizzo, que pensou em cada detalhe junto a uma equipe específica, a fim de que a megaprodução respeite as características do espetáculo original.

“A Bela e a Fera” estará este fim de semana em São Paulo. (Foto: Divulgação)

A plateia viverá uma experiência única com uma trilha sonora que marcou gerações, interpretada inteiramente ao vivo, além de números coreográficos e efeitos especiais de luz e som.

A Bela e a Fera – O Espetáculo Musical se apresenta noTeatro Gazeta, em São Paulo, e no Clube Atlético Aramaçan, em Santo André, durante o último fim de semana de Fevereiro.

Serviço:

São Paulo

Teatro – Musical Infantil

23 de Fevereiro | Sábado às 17h00

Teatro Gazeta

Av. Paulista, 900 – Térreo – Próximo ao Metro Trianon – SP

Classificação: Livre


Inteira – R$ 100,00 + R$ 17,00 de taxa de serviço

Meia – R$ 50,00 + R$ 8,50 de taxa de serviço

Santo André

Teatro – Musical Infantil

24 de Fevereiro | Domingo às 16h00

Clube Atlético Aramaçan

Rua São Pedro, 345 – Santo André – São Paulo

Classificação: Livre


Inteira Setor Diamante – R$ 100,00 + R$ 17,00 de taxa de serviço

Inteira Setor Prata – R$ 70,00 + R$ 11,90 de taxa de serviço

Meia Setor Diamante – R$ 50,00 + R$ 8,50 de taxa de serviço

Meia Setor Prata – R$ 35,00 + R$ 5,95 de taxa de serviço


DISNEY ON ICE ESTÁ DE VOLTA AO BRASIL COM O ESPETÁCULO INÉDITO EM BUSCA DOS SONHOS

Turnê passará por Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, a partir do mês de maio de 2019. Em São Paulo, as sessões ocorrerão no Ginásio Ibirapuera, a partir do dia 29 de maio

O público brasileiro viajará com Moana durante Disney On Ice Em Busca dos Sonhos. Esta produção totalmente nova, produzida pela Feld Entertainment e com a realização brasileira da Opus Promoções, reúne uma coleção de histórias inspiradoras composta por um elenco de personagens com o desejo de explorar as profundezas, elevações e horizontes de seus sonhos. Juntamente com Moana e Maui são sete contos inspiradores de coragem e de emoção, incluindo FrozenA Bela e A FeraAladdin, Enrolados, A Bela Adormecida, A Pequena Sereia Cinderella.

Disney On Ince chega em maio, em São Paulo. (Foto: Divulgação)

Em São Paulo, as apresentações ocorrem a partir do dia 29 de maio, no Ginásio Ibirapuera. Os ingressos para as apresentações estarão à venda a partir de hoje, dia 22 de janeiro, às 22h, para o público em geral, pelo site da Uhuu e nas bilheterias dos Teatro Opus e Teatro Bradesco.  Confira o serviço completo abaixo.

A coragem guia o caminho das heroínas da Disney neste novíssimo espetáculo de patinação no gelo. Viaje pelo reino de Arendelle com Anna, Elsa e Olaf em uma releitura dramática do amor fraterno que salvou um reino. Faça parte das incríveis aventuras de Aladdin, enquanto ele aproveita sua chance de enganar seus adversários no mercado de Agrabah. Descubra mundos desconhecidos com Rapunzel e Jasmine. Lute contra o vilão maléfico em forma de dragão que cospe fogo ao lado do Príncipe Phillip, em um espetáculo flamejante. Mergulhe no mar com Ariel, enquanto ela anseia por explorar a vida acima das ondas e está disposta a arriscar tudo pela curiosidade e a emoção da aventura. Encontre a força interior, gentileza e determinação de Belle, Aurora e Cinderella.

Disney On Ice Em Busca dos Sonhos foi criado com a intenção de inspirar a todos a explorar seu mundo, destacando os momentos decisivos de personagens que se tornaram seus próprios heróis”, declara a vice-presidente executiva e produtora, Nicole Feld. “Tendo uma filha e um filho em casa, eu sabia que era importante apresentar uma variedade de histórias da Disney, além de mostrar a conexão entre essas histórias e ilustrar como uma jornada pode se desdobrar de várias maneiras”, reforça Nicole.

Nosso maior desejo para nossos convidados é que eles sejam inspirados por esses contos de bravura e ver que tudo é possível se você seguir seus sonhos”, argumenta o vice-presidente Regional da Feld Entertainment, Steven Armstrong. “Muitas das histórias que estamos apresentando – como Cinderella e A Pequena Sereia – existem há gerações e resistem ao tempo. Outros, como Moana e Frozen, inspiram uma nova geração de garotas jovens por meio da autoconfiança e da crença em si mesmas”, analisa Armstrong.

“Em Busca dos Sonhos” captura toda a magia e a aventura dos contos imortais da Disney por meio da patinação artística, figurinos e cenários impressionantes. Por meio da iluminação inovadora e efeitos especiais, o público é transportado para um mundo de imaginação, em que heróis de todos os tipos procuram realizar seus sonhos. Altos saltos, patinação de tirar o fôlego e os adoráveis amigos da Disney fazem de Disney On IceEm Busca dos Sonhos, uma experiência que as famílias nunca esquecerão.
 Facebook: www.facebook.com/DisneyOnIce
www.facebook.com/opuspromocoes

Twitter: @DisneyOnIce #DisneyOnIce #DreamBig #disneyonicebrasil #embuscadossonhos @NicoleFeld (Produtora)
YouTube: www.youtube.com/DisneyOnIce
Instagram: @DisneyOnIce
disneyonice.com

SÃO PAULO (SP)
Dias 29, 30 e 31 de maio e 01 e 02 de junho
Ginásio Ibirapuera (Rua Manoel da Nóbrega, nº 1361)


DATAS E HORÁRIOS DAS APRESENTAÇÕES

DATASHORÁRIOS
29/05, quarta-feira19h30
30/05, quinta-feira19h30
31/05, sexta-feira19h30
01/06, sábado11h e 15h
02/06, domingo10h e 18h

INGRESSOS DIA DE SEMANA:

SetorValor Meia-entrada
Lateral Superior A e BR$ 80,00 R$ 40,00
Central Superior A e BR$ 140,00 R$ 70,00
CabinesR$ 150,00 R$ 75,00
Lateral Inferior A e BR$ 210,00 R$ 105,00
Central Inferior A e BR$ 250,00 R$ 125,00
CamarotesR$ 330,00 R$ 165,00

INGRESSOS FIM DE SEMANA:

SetorValor Meia-entrada
Lateral Superior A e BR$ 100,00 R$ 50,00
Central Superior A e BR$ 170,00 R$ 85,00
CabinesR$ 170,00 R$ 85,00
Lateral Inferior A e BR$ 240,00 R$ 120,00
Central Inferior A e BR$ 290,00 R$ 145,00
CamarotesR$ 350,00 R$ 175,00

PARCELAMENTO:
Em quatro parcelas para compras até o dia 31 de janeiro;
Em três parcelas para compras até o dia 28 de fevereiro;
Em duas parcelas para compras até 31 março;
Em uma parcela para compras até o dia da realização do evento.

DESCONTOS
– 50% de desconto para a sessão de estreia, dia 29 de maio, exceto setorCamarotes.

* Descontos não cumulativos com meia entrada e outras promoções.
** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo.
*** A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais em São Paulo:

– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br
– PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– DIRETORES, COORDENADORES PEDAGÓGICOS, SUPERVISORES E TITULARES DE CARGOS DO QUADRO DE APOIO DAS ESCOLAS DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAIS mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.
– PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL E DAS REDES MUNICIPAIS DE ENSINO mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.
**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição
do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
Site: www.uhuu.com

Bilheteria Teatro Bradesco: Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo.
Horário de funcionamento: Domingo a quinta das 12h às 20h, sexta e sábado das 12h às 22h.

Bilheteria Teatro Opus: Foyer do Teatro Opus – 4º andar do Shopping Villa-Lobos – Av. das Nações Unidas, 4.777 – Alto de Pinheiros – São Paulo.
Horário de funcionamento: De terça a domingo, das 12h às 20h.

Bilheteria Ginásio Ibirapuera: Rua Manoel da Nóbrega, nº 1.361.
Em funcionamento somente em dias de apresentação, de terça a sexta, das 10h às 20h, e sábado e domingo, das 9h às 20h. 

Formas de Pagamento:
Internet : Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, American.
Bilheteria: Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, American e Banricompras.


“A Bela e a Fera – O Espetáculo Musical” será apresentado no Grande Auditório do Anhembi, em São Paulo

O musical inova na estrutura e na montagem da releitura do conto clássico, usando a integração dos personagens com o cenário. A apresentação será no sábado, 29 de julho, às 20h, no Grande Auditório do Anhembi. Ingressos já à venda.

Um dos maiores clássicos de animação do cinema chega aos palcos em um espetáculo com mais de 30 atores, com músicos de orquestra ao vivo e uso da tecnologia para interagir personagens e cenário. A apresentação será no sábado, 29 de julho, às 20h, no Grande Auditório do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1209, Santana).

Os ingressos, todos com cadeira numerada, podem ser adquiridos no site www.ticketbrasil.com.br. Os preços variam de R$ 40,00 a R$ 180,00 (VIP com direito a foto com os personagens no final). Dividida em dois atos, a apresentação tem uma hora e meia de duração.

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‘A Bela e a Fera’ se apresentam dia 29, em São Paulo. (Foto: Divulgação)

Sobre o espetáculo
O conto de fadas, escrito pelos Irmãos Grimm (Jacob e Wilhelm) em 1812,  traz a estória de amor entre uma linda e inteligente jovem (Bela) e um príncipe que foi enfeitiçado e transformado em Fera. Bela vive em um vilarejo francês com seu pai, que é capturado e aprisionado pela Fera em seu castelo. A jovem consegue localizá-lo e se oferece para ficar no lugar dele. Sua bondade a faz enxergar o lado humano da Fera, por quem se apaixona perdidamente, quebrando o feitiço.

Mesmo a estória sendo já bastante conhecida, o musical inova e surpreende o público ao fazer uma releitura do clássico com o uso de tecnologia para a criação dos cenários. As projeções em vídeo, por exemplo, criam ilusões de ótica no cenário e ajuda na performance dos personagens.

Elenco e figurinos
Com uma estrutura grandiosa de equipe e cenário, o musical encanta o público de todas as idades. O elenco conta com mais de 30 atores, bailarinos e cantores e músicos de orquestra ao vivo. O destaque é a atriz Flávia Mengar, intérprete da Bela, protagonista de outros importantes trabalhos teatrais, como a Dorothy, de “O Mágico de Oz”, e a Ariel, de “A Pequena Sereia”.

São mais de 200 diferentes figurinos, assinados por Bruno de Oliveira, um dos mais respeitados profissionais brasileiros, inclusive por ter sido o responsável por vestir os artistas que participaram do show de abertura da Copa do Mundo, em 2014. A direção é de Bruno Rizzo, conhecido por outros importantes trabalhos como “Aladim” e “Broadway Nights”.

A turnê pretende percorrer pelo menos 30 grandes cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Goiânia, Brasília, Ribeirão Preto, Paulínia, Londrina, Maringá, Maceió, Joao Pessoa, Joinville, São José do Rio Preto, Sorocaba, Porto Alegre, Florianópolis, Natal, Fortaleza, Belo Horizonte e Juiz de Fora, entre outras.

Serviço:
A Bela e a Fera – O Espetáculo Musical
Data: sábado, 29 de Julho
Local: Grande Auditório do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1209, Santana)
Horário: 20h
Ingressos: Plateia VIP – R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia) – VIP com direito a foto com os personagens no final
Plateia Diamante – R$ 150,00 (inteira) e R$ 75,00 (meia)
Plateia Ouro esquerda – R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia)
Plateia Ouro direita – R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia)
Mezanino Prata – R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia)
Mezanino Bronze – R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia)
Vendas Online pelo http://www.ticketbrasil.com.br

A Bela e a Fera chega à plataforma de streaming de vídeo para locação

Looke, plataforma brasileira de streaming de vídeos on demand, liberou para aluguel em seu serviço a mais recente adaptação live-action produzida pela Walt Disney Pictures, A Bela e a Fera.

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“A Bela e a Fera” chega para o Lookie. (Foto: Divulgação)

Com o objetivo de recriar a versão animada de 1991, o novo longa traz atores renomados e ótima produção gráfica para trama. A história segue semelhante, Bela mora em uma pequena aldeia francesa e tem o pai capturado por uma Fera.

Em um ato de coragem, decide trocar de lugar com ele e viver com a besta em seu estranho castelo. Lá, ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera precisa de amor para voltar a ser humano.

O romance musical tem direção de Bill Condon e apresenta atores consagrados, como Emma Watson, Emma Thompson e Ewan McGregor.

O filme está disponível para locação como pré-lançamento por RS 16,99.

Imagens de apoio podem ser baixadas neste link.

Ficha técnica

A Bela e a Fera

Direção: Bill Condon.

Estrelando: Audra McDonald, Dan Stevens, Emma Thompson, Emma Watson, Ewan McGregor, Josh Gad, Kevin Kline e Luke Evans.

Idade indicada: 10 anos.

Duração: 126 minutos (2h 06 minutos)

VOD – R$ 16,99

O MÊS DAS PRINCESAS CHEGA AO DISNEY JUNIOR COM GRANDES EMOÇÕES E HISTÓRIAS INESQUECÍVEIS

Abril é o Mês das Princesas no Disney Junior. E a programação está cheia de histórias mágicas, personagens inesquecíveis, muita emoção e sonhos que se tornam realidade. O Mês das Princesas é um dos eventos mais esperados da programação, tanto pelos espectadores do canal quanto pelos fãs de todas as gerações, que seguem as histórias e aventuras dessas personagens icônicas da Disney.

A partir da segunda-feira, dia 3 de abril, todos os dias entre às 11:30h e às 19:30h será transmitido um filme estrelado por uma princesa diferente. Entre os clássicos estão: Cinderela, Mulan, Branca de Neve e Os Sete Anões, A Bela e a Fera, A Pequena Sereia, Aladdin, Pocahontas, Bela Adormecida, Valente, Princesa Sofia: Era Uma Vez… e Elena e o Segredo de Avalor.

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Além dessa maratona mágica, todos os sábados do mês, a partir das 11:30h, o canal focará em uma determinada Princesa para reviver sua história completa com todos os filmes que a tem como protagonista. No primeiro sábado, 8 de abril, a escolhida será a Bela com a exibição deA Bela e a Fera (animação) seguido por A Bela e a Fera: O Natal Encantado. No dia 15,  a estrela da vez é a Cinderela com exibição da animação original de 1950, seguida por Cinderela II: Os Sonhos Se Realizam e Cinderela III: Uma Volta no Tempo. Já no dia 22, a história da sereia mais querida do universo mágico será revivida com A Pequena Sereia, A Pequena Sereia 2: O Retorno Para o Mar e A Pequena Sereia 3: A História de Ariel. Por fim, no dia 29, Jasmine é a escolhida como protagonista com exibição de Aladdin, Aladdin e Os 40 Ladrões e Aladdin: O Retorno de Jafar.

O especial do mês encerra no domingo, 30, a partir das 10:30h com uma maratona única que reúne 4 dos contos mais amados de todos os tempos: Cinderela, Branca de Neve e Os Sete Anões, A Bela Adormecida e A Pequena Sereia.

Ao longo de sua história, as Princesas da Disney representam um marco significativo e continuam a inspirar as crianças de todas as idades a sonhar com o famoso “Era uma vez … . Ao protagonizar seu próprio filme, cada Princesa conta sua história única que inspira as crianças a criarem e viverem seus próprios contos de fadas. Através de suas diferentes personalidades e fortes características, as Princesas mostram que todas as pessoas têm atributos únicos que as tornam especiais; e que ao serem fiéis aos seus ideais e acreditarem em si mesmas, todos podem alcançar seus sonhos. Elas são personagens amáveis, bondosas, positivas, aventureiras, corajosas, valentes e que motivam crianças do mundo todo há gerações.

“Beauty and the Beast”, uma Nostalgia Atualizada ao nosso Tempo

Por Renan Vilallon

Uma refilmagem é sempre uma adaptação. Independentemente da mídia usada ser a mesma, o que acontece com o produto aqui observado, qualquer tipo de mudança entre o período das obras de arte já é um aspecto que irá interferir tanto na história quanto em sua forma artística. Em Beauty and the Beast (A Bela e a Fera), de Bill Condon – adaptação direta da versão animada de 1991, de Gary Trousdale e Kirk Wise – temos um filme que mistura uma história audiovisual altamente icônica, de acordo com o universo Disney, com a adição de elementos narrativos contemporâneos à nossa época, atualizando o clássico animado ao seu período contemporâneo. Vejamos alguns desses elementos?

Sem dúvida, um deles que mais chama a atenção é a forma como a história principal e os arcos dramáticos de alguns personagens foram tratados pela escrita do roteiro. Ao mesmo tempo manteve-se grande parte da ideia original (da animação de 1991), mas também foram colocados aspectos que complementam a história dos personagens e que atualizam a narrativa de acordo com as necessidades atuais. De fato, o grande foco é na adição de fatos que complementem o arco dos personagens, com ideias que em sua maioria ajudam a melhorar a história como um todo, mesmo que pouco seja mudado entre a versão de 1991 e a de 2017 (na linha narrativa geral).

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“A Bela e a Fera” traz elementos da animação para o live-action. (Foto: Divulgação)

Embora haja poucas mudanças, talvez o fãs mais saudosos da animação percebam elementos que destoem um tanto da narrativa dos anos noventa, e a que mais pode ser questionada, infelizmente, é o aspecto da maldição da Fera (Dan Stevens) – que deveria aprender a amar alguém e merecer/ter o mesmo amor correspondido pela pessoa até o seu 21º aniversário. Com isso, devo dizer aqui que há um problema narrativo na resolução da maldição, que deixa uma incógnita gigantesca sobre a motivação da rosa encantada, assim como o porquê da presença da feiticera em outros momentos da história, propondo uma ligação até mesmo com o arco particular de Belle (Emma Watson). Isso faz a história, nesse ponto específico, sair de sua ideia central, embora não seja algo que comprometa o filme ou a sua experiência artística. No geral, as decisões sobre o principal drama trágico da obra é altamente questionável e um tanto incoerente, principalmente em uma história que ultrapassa o limite autoexplicativo, com diversos momentos dedicados a esse aspecto para a narrativa, excedendo até mesmo a animação, que já era bem “mastigada” em si.

Se a principal motivação deixa uma ideia aparente de mistério, as cenas e/ou diálogos, que complementam a história prévia de alguns dos personagens mais importantes, são altamente claros e objetivos. Algo interessante é que se pode identificar motivações ligadas à primeira versão literária da história – La Belle et la Bête (1740), de Gabrielle-Suzane Barbot –, em que observamos a transição do primeiro ao segundo atos fílmicos sendo conduzidos por ela. Ao utilizar da mesma ideia literária que faz não apenas o pai de Belle, Maurice (Kevin Kline), ser capturado pela Fera, mas que também se torna a razão do encontro do futuro casal, o pedido e o “roubo” de uma rosa são momentos que encerram o primeiro ato e iniciam o segundo, propondo também o início de seu desenvolvimento na história. Ao mesclar essas narrativas referentes, compreendemos que a adaptação da Disney não resgata apenas a antiga animação, mas também o cânone literário, ou seja, há uma preocupação com as raízes da história do conto de fadas, o que é muito bom.

Os exemplos são diversos relacionados à melhor construção das linhas narrativas de cada personagem nesta versão em live-action, servindo à história sem compremetê-la. Entre elas, temos uma adição que serve como ponto de encontro entre as histórias de Belle e Fera, essencialmente por duas motivações. A primeira está ligada à questão maternal, devido à perda da mãe que ambos passam, se tornando traumas em suas vidas e influenciando diretamente na sua visão de mundo e no modo que vivem. Belle possui um pai mais melancólico, o que interfere na sua relação com ele por esconder o passado de sua mãe, e o principe (Fera) se torna arrogante e prepotente devido à criação rígida de seu pai pós-morte da mãe, o que causaria a maldição ao reino. Já a segunda motivação está relacionada ao modo como esses personagens enxergam suas próprias vidas, pois se colocam como estranhos ou criaturas não adaptáveis às formas de vida que lhe foram impostas – Belle relacionada à vida no vilarejo e Fera devido à maldição em seu castelo.

Ou seja, essa aproximação entre as histórias particulares de cada personagem ajuda o espectador a aceitar e compreender melhor a relação de proximidade, amor e/ou paixão entre figuras de mundos e aparências completamente diferentes, complementando o arco dramático principal (maldição da rosa).

Além disso, há também o fator de adequar o conto de fadas à sua época contemporânea, e nesse quesito a Disney consegue propor um aspecto interessante ao personagem LeFou (Josh Gad), que deixa de ser um simples submisso e seguidor de Gastón (Luke Evans) e passa a questionar e a pensar por si próprio durante toda a história. A atuação de Gad em si nos entrega a personificação de uma figura que serve como alívio cômico pelo tempo cômico do ator, que se mistura à sua admiração por Gastón, à forma como se relaciona no vilarejo, ou como observa a si mesmo a partir da figura de seu ídolo, que vai se modificando gradualmente durante toda a história principal.

Pela questão da representatividade, a Disney consegue mais uma vez mostrar a importância em apresentar personagens homossexuais de maneira natural, principalmente sabendo que há um grande público infantil que assistirá ao filme e que já passou da época a prática ainda comum de esconder das crianças a realidade social na qual vivem e viverão, principalmente com relação às questões homoafetivas. Isso é um fator que mostra também o porquê das adaptações possuírem o fator do tempo enquanto aspecto que modifica a obra de arte, pois compreender aspectos homoafetivos está mais presente hoje, às massas, do que na época da animação, o que atinge inevitavelmente os produtos da cultura pop.

Quando começamos a observar algumas características da direção de arte, chegamos a outras relações à adaptação em live-action, e algumas se mostram um tanto problemáticas, embora a intenção de seguir o clássico seja bem claro. Uma primeira percepção sobre a característica nostálgica da qual o filme é dependente é a identificação da utilização de ambientes relacionados à primeira versão, pois mesmo que a direção artística mude algumas ideias, de forma geral, é natural lembrarmos de momentos copiosamente transpostos da animação ao live-action. O vilarejo, o castelo, a floresta amaldiçoada, o jardim com neve, a extensa biblioteca, o grande salão da cena da valsa… Todos estes ambientes que nos ligam diretamente à versão animada, e isso além do figurino (principalmente do casal) e dos fotogramas, claramente recolocados na adaptação – há até mesmo a utilização da arquitetura do castelo relacionada às fases artísticas do barroco e do rococó do século XVII, algo que é citado na animação (1991), o que mostra a preocupação em se manter aspectos icônicos ou diretamente referenciais à obra anterior, ao mesmo tempo que representa a aristocracia oriunda da passagem dos séculos XVII a XVIII, como aparece através da herança histórica da família do príncipe.

Os números musicais são outra forma de se resgatar a animação. Sobre esse aspecto temos a ligação mais nostálgica possível ao live-action, pois mantém-se a mesma melodia e letra das músicas de 1991. A mudança mesmo fica pela visibilidade desses momentos, com um tratamento desses números musicais como se estivessem presentes em uma ópera, com falas recitadas em canto, coreografias diversas (valsa e até sapateado) e movimentos milimetricamente ensaiados, enquanto a câmera passeia pelo ambiente. Isso é interessantíssimo do ponto de vista atístico, por misturar cinema e teatro sem medo de explorar elementos das duas formas artísticas.

A linguagem cinematográfica, no entanto, mostra um certo problema nos números com grande quantidade de bailarinos atores, pois algumas vezes o excesso de elementos em cena atrapalha um pouco sua visibilidade, podendo fazer o espectador se perder diante dela. Já os números em solo – como o de Belle em um momento no começo do filme, ou de Fera quando observa sua amada deixando-o para salvar seu pai – embora não tenham esse problema de linguagem, não possuem a suavidade, pela movimentação e presença dos personagens, como se observa no clássico animado, com textos bem declamados, mas através de coreografias excessivas, o que torna sua visibilidade um tanto “robotizada” ou “mecanizada” algumas vezes.

Um exemplo que mostra o excesso da coreografia e a perda de suavidade é, exatamente, a cena da valsa entre Belle e Fera. A valsa do casal é direcionada por uma dança voltada à realidade dos bailes do século XVIII, nos quais havia pouco contato físico entre os pares e uma dança gradualmente coreografada, com pequenos movimentos realizados. É claro que há o momento em que Belle e Fera ficam mais juntos na dança, mas nem mesmo nesses segundos eles “quebram o protocolo”, da forma como se observa na animação clássica, deixando aquela visão mais romantizada da valsa em busca de uma figuração diante da realidade da época na qual a história se passa. E até mesmo isso se mostra como um aspecto reapresentado, pois a aristocracia fica muito evidente através dessa dança, que remete aos bailes do príncipe na época quando ainda não era uma Fera.

Curiosamente, os números mais bem realizados são aqueles em que aparecem os objetos animados do castelo, como Lumiere (Ewan McGregor), Cogsworth (Ian McKellen), Mrs. Potts (Emma Thompson) e companhia. Seguindo uma idealização artística bem semelhante a do clássico, temos uma animação mais natural e não tanto coreografada dos objetos (é comum vermos, em diversos momentos, uma movimentação mais livre e despretensiosa), o que humaniza muito mais suas figuras. E, por último, observamos a adição de alguns poucos números musicais à história, pois complementam os arcos dramáticos de certos personagens, servindo bem à sua narrativa, embora a deixem excessivamente autoexplicativa, o que se mostra como uma “faca de dois gumes” ao filme, mais complementando do que comprometendo a obra.

Concluindo, os diversos aspectos em Beauty and the Beast mostram dois caminhos pelos quais a obra foi direcionada: primeiro pelo aspecto nostálgico, e segundo pelo aspecto de atualização. No entanto, isso não nos impede de observar uma direção artística também voltada à uma representação histórica menos romantizada, ainda que seja para um musical da Disney, e com ideias ao roteiro que complementam à narrativa, ao mesmo tempo em que se mantém a história do clássico animado. Dessa maneira, a obra em live-action impressiona mais pelas decisões de seus roteiristas do que pelas escolhas da direção de arte, o que pode ser até um espanto em se tratar da Disney, mas isso não precisa ser visto como um demérito ao espetáculo que o filme nos traz. Talvez, agora sim, seja esse um indício de que precisamos de clássicos recontextualizados, ao nosso contemporâneo, pelo aspecto da história e representatividade do que pelo desejo de um possível grande espetáculo visual, a ser contemplado nas salas de cinema.

Bela e a Fera by Swarovski

Marca austríaca se inspira em tradicional conto de fadas francês para lançar pocket collection

A versão em live action da animação A Bela e a Fera só será lançado no Brasil no mês que vem, mas, a Swarovski já adianta novidades para celebrar essa estreia tão esperada.

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Swarovski lança coleção baseada em “A Bela e a Fera”. (Foto: Divulgação)

Composta por joias e objetos de decoração, a linha A Bela e a Fera contempla o romance vivido entre a adolescente sonhadora e o príncipe enfeitiçado.

Os colares, anéis e brincos fazem referência a famosa rosa encantada que aparece no longa. Já a linha Crystal Living, surge em formato de esculturas e canetas – perfeitas para presentear e dar um toque lúdico aos ambientes.