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CINCO COISAS QUE APRENDEMOS COM LUCA, A NOVA ANIMAÇÃO DA PIXAR

Longa estreou no último dia 18, no Disney+, e traz mensagens de aceitação, amizade, determinação e, principalmente, respeito às diferenças

Luca ensina algumas lições. (Foto: divulgação)

Luca, a mais nova animação da Disney e Pixar, já está entre nós! Com estreia exclusiva no Disney+ no último dia 18, o longa-metragem do diretor Enrico Casarosa acompanha as aventuras do garoto Luca durante um verão inesquecível repleto de macarronadas, gelatos e passeios incríveis de motoneta ao lado de seu novo amigo Alberto. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

Luca é, em sua essência, um filme sobre amizade e sobre conviver com o diferente. Contudo, além desses temas, é possível aprender outras lições importantes com a animação. Confira!

A importância da amizade

A amizade é o tema central da animação, representada, principalmente, pelos protagonistas Luca e Alberto, mas também pela relação entre os dois e a garota Giulia. Ao longo do filme, os três vivem várias situações típicas de qualquer amizade, incluindo algumas brigas e muitas novas descobertas — tudo isso, claro, regado a muita aventura —, mostrando que amigos de verdade estão do nosso lado nos melhores e nos piores momentos. 

Convivendo com o diferente

Um tema muito importante de Luca é o preconceito e o convívio com o diferente. Isso é retratado pela aversão e o medo que os moradores da vila dos humanos nutrem pelos monstros marinhos, sentimento que é recíproco por parte desses. Ao longo do filme, no entanto, esse preconceito vai sendo quebrado aos poucos, e a relação entre os dois mundos se torna melhor. A mensagem que fica é a de que a intolerância e a discriminação são baseadas em um desconhecimento em relação ao que é diferente, mas que essas diferenças podem sempre ser superadas.

“Os excluídos têm sempre que se ajudar

Quando Giulia conhece Luca e Alberto, ela não sabe que eles são monstros marinhos, mas logo se identifica com eles, dizendo que “os excluídos, as crianças que são diferentes, têm sempre que se ajudar”. Os três então se unem para participar do torneio da cidade, pois juntos poderiam ter mais chances de vencer. Essa cena — e também a amizade entre eles — reforça mais uma vez o tema da aceitação tão presente no filme.

Família: apoio incondicional

Rígida e superprotetora, a mãe de Luca o proíbe estritamente de chegar perto da superfície e ter qualquer contato com os humanos, e até o coloca de castigo quando descobre que ele tentou quebrar essa regra. Contudo, em uma cena emocionante no final do filme — sem spoilers! —, vemos ela se tornar um pouco mais flexível em nome de um sonho do filho, dando o exemplo de que família é quem deve te apoiar em qualquer decisão, independentemente de qualquer coisa. 

Aprender é tudo de bom!

Por ser um monstro marinho que vive no fundo do mar, Luca desconhece muitas coisas da “vila dos humanos”, a qual sempre foi um mistério para ele, já que o garoto é proibido de ter qualquer contato para além do mar. Quando finalmente consegue burlar essa regra e passa a desbravar esse novo mundo junto com Alberto, ele fica deslumbrado com cada novidade, e uma delas é apresentada por Giulia: o universo da leitura e do conhecimento. Além de ficar encantado com os livros de ciência da amiga e devorá-los, Luca ouve com empolgação ela falar sobre a escola e passa a ter o desejo de ser um aluno também.

“Confissões de um amigo imaginário” fala de forma lúdica sobre amizade, amor e perda

O protagonista Jacques Papier embarca numa jornada de autoconhecimento ao descobrir que é um amigo imaginário

Editora Galera lança livro sobre amizade. (Foto: Divulgação)
Editora Galera lança livro sobre amizade. (Foto: Divulgação)

Jacques Papier é um garotinho que se diverte muito brincando com sua irmã e amiga inseparável, Fleur. Mas basicamente todas as outras pessoas do mundo parecem não gostar muito dele ou tratá-lo com indiferença. Muitas vezes, o menino se sente triste e invisível. Em “Confissões de um amigo imaginário”, ele começa a escrever sua autobiografia e, no meio do caminho, descobre a verdade: Jacques não é irmão de Fleur, mas seu amigo imaginário.

A partir daí, ele decide ver o que há lá fora. Fleur liberta Jacques da sua imaginação e ele empreende uma jornada para tentar desvendar mais sobre a própria vida. Acaba sendo imaginado por outra criança – bem menos legal que Fleur –, foge e conhece outras crianças que são como ele. Em meio a muitas aventuras, o menino acaba enfim percebendo que ninguém é invisível – a não ser que acredite nisso. E que não há nada melhor do que ser quem você é.

Considerado pela Time Magazine um dos 10 melhores livros para crianças de 2015, “Confissões de um amigo imaginário” teve seus direitos vendidos para o cinema, e será levado às telas pelos estúdios Fox. O título chega às livrarias pela Galera Junior em agosto.