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6 motivos para começar a ler hoje mesmo a trilogia "Sob a Luz"

(Foto: Divulgação)

Com uma história intensa, eletrizante e cheia de reviravoltas, esta coleção pode ser a opção perfeita para quem busca adrenalina e emoção no mundo da literatura

A raça humana não é mais a mesma, novas espécies surgiram, e agora é cada um por si. Intrigas, complôs, opressão, romance e cenas de ação marcam a narrativa da trilogia “Sob a Luz”, de Ana Beatriz Brandão. Com os primeiros lançamentos – Sob a Luz da Escuridão e Entre a Luz e a Escuridão –, publicados pela Editora Verus, do Grupo Editorial Record, a autora entusiasmou os apaixonados por livros de fantasia, garantindo fortes emoções.

Nesta distopia, a trama se desenvolve com o seguinte plano de fundo: a humanidade foi levada ao caos depois que um ditador começou a busca por uma raça perfeita. Após 50 anos de guerras e massacres, grupos de resistência foram criados e conquistam o objetivo de destituí-lo do poder.

A partir dali, pessoas da elite da sociedade fundam o Instituto Leonard Travis Goyle (LTG), em homenagem ao ditador que passou a determinar as regras. Com a radiação das bombas nucleares, algumas pessoas tiveram alterações no DNA, dando início a uma nova espécie com poderes especiais, os metacromos.

Uma história de tirar o fôlego, não é mesmo? Mas existem outros seis bons motivos para virar fã da série e começar a ler os livros da trilogia hoje mesmo! Confira:

1. Um mundo distópico

Se você gosta de séries como “3%” e “Westworld”, e livros como “Jogos Vorazes” e “Admirável Mundo Novo”, com certeza, vai amar ler estas obras. É o desafio de viver em um mundo de caos que prende a atenção na história do início ao fim. A destruição da Terra começa com Leonard Travis Goyle, que originou todas as guerras do futuro e dizimou nações em busca de uma raça perfeita. Após conseguir tirar o ditador do poder, o problema continuou com a criação do instituto de Goyle, que continuou a definir as regras da sociedade.

  1. Poderes especiais

Lollipop e Jazz são sobreviventes metacromos, com poderes especiais, e elas entram para um grupo de resistência liderado por Evan e seu discípulo Sam. Lolli tem o poder da telecinese (habilidade de mover coisas com a mente); Evan, vampiro milenar, é telepata e controla a mente das pessoas; Jazz e Sam dominam o fogo. E o instituto? Caça os metacromos para realizar experiências, sem compaixão ou humanidade.

  1. Muita ação

A cena é desastrosa, e o caos de um mundo pós-apocalíptico foi implantado. Além das dúvidas sobre as próprias origens, os personagens precisam usar os próprios poderes para, literalmente, lutar contra os opressores e garantir a sobrevivência. Além disso, a narrativa mantém viva a fama da autora de “George R. R. Martin brasileira”, por matar muitos personagens. Por isso, prepare-se: mortes inesperadas vão acontecer.

  1. Amor em meio ao caos

A raça humana até pode estar bem diferente, com medo e mais agressiva, mas a amizade e o amor, com pitada de romance, não deixam de existir. Inclusive estes sentimentos se tornam ainda mais fortes com a união dos personagens, e é exatamente isso que deixa os dias pela sobrevivência menos difíceis.

  1. Proximidade com a realidade?

“Qualquer relação com a realidade é mera coincidência.” Será mesmo? Ao longo da trama, é possível associar algumas características abordadas na narrativa que estão muito presentes na realidade do mundo: a força da amizade e do amor, a intolerância governamental, que vem acontecendo em muitos países, junto com o uso do poder para oprimir os mais fracos.

  1. Envolvimento com os personagens

Você vai ficar tão imerso nos livros de Ana Beatriz que, provavelmente, começará a pensar como seus personagens. Lollipop é muito forte e não tem medo de lutar em prol de um mundo melhor, sempre ao lado dos amigos e das pessoas em quem confia. Apesar de ter tido a memória apagada, tem uma visão clara do que acontece no mundo e busca sempre fazer o melhor pela mudança.

Ana Beatriz Brandão promete não só uma boa história, mas também, por meio dos livros, mudar a visão que temos de mundo a cada página escrita. Escritora best-seller – com o Livro O Menino do Cachecol Vermelho, tem apenas 20 anos de idade e uma bagagem de seis títulos com seu nome.

O terceiro livro da trilogia já tem nome, A Luz na Escuridão, e será lançado em 2020, com a promessa de um final emocionante e inesperado. Vale a pena aguardar!

Enquanto a continuação da saga não chega às livrarias, você pode conferir os primeiros dois volumes nos links: https://amzn.to/2M1XZkw e http://bit.ly/entre-a-luz.

Ficha Técnica:
Título: Entre a Luz e a Escuridão
Editora: Verus
Gênero: Fantasia
Idioma: Português
ISBN-10: 850130316X
ISBN-13: 978-8501303165
Tamanho: 16 x 23
Preço: R$ 34,90

Sucesso entre os leitores, Ana Beatriz Brandão lança novo livro pela Verus

image003.jpgUm dos nomes da nova geração da literatura, Ana Beatriz Brandão lança este mês “Sob a luz da escuridão” pela Verus. Depois de dois romances que arrancaram lágrimas dos leitores, a autora explora agora um universo mais sombrio, um mundo pós-apocalíptico que foi marcado por guerras nucleares. Novas espécies foram criadas, parte da população tem dons especiais, mas a luta pela sobrevivência permanece.  Dos romances contemporâneos até uma saga distópica, passando pela fantasia – gênero dos primeiros livros de Ana Beatriz publicados – a autora mostra sua versatilidade e se firma no cenário nacional.

“Desafiar a mim mesma com gêneros e assuntos novos é uma das minhas coisas preferidas na hora de escrever. É muito bom descobrir o que se consegue fazer com possibilidades diferentes, e muitas vezes, você acaba se identificando com um gênero que nunca pensou que fosse escrever! Se desafiar sempre, esse é meu lema.”, diz Ana Beatriz.

Quando um poderoso ditador tomou o poder e se uniu a outros países, a democracia foi colocada em xeque. Rico, dono de uma das maiores indústrias farmacêuticas do mundo, ele tinha dinheiro o suficiente para ter o que quisesse (e quem quisesse). Com o tempo, começou a perseguir pessoas por religiões, etnias, idades, e o mundo entrou em colapso. Nesse universo pós-apocalíptico que conseguiu se manter, ainda que em frangalhos, depois das Terceira e Quarta Guerras Mundiais, vivem Lolli e Jazz. Elas são metacromos, o que significa que possuem poderes extraordinários, desenvolvidos graças a mutações do DNA humano diante da radiação das bombas nucleares das grandes guerras.

Por um tempo, elas foram mantidas presas no Instituto, conhecido por capturar aqueles que apresentam poderes. Mas, uma vez resgatadas do local, elas buscam respostas sobre suas origens enquanto lutam para sobreviver. Não muito longe dali, Evan, um vampiro milenar, lidera com mãos de ferro uma das mais poderosas áreas do planeta. Mas quando, por obra do destino, ele reencontra Lolli, que por muito tempo pensou estar morta, tudo desmorona e o vampiro é obrigado a enfrentar o passado e os seus sentimentos pela sua antiga parceira de combates.

Ana Beatriz Brandão descobriu cedo que contar histórias era sua paixão e desde então não parou mais. Agora, aos 18 anos, é uma das autoras mais novas da Verus e já assinou contrato para adaptar seus dois primeiros livros. Um filme baseado em “O garoto do cachecol vermelho” e “A garota das sapatilhas brancas” está em fase de pré-produção pela JCG Filmes.

A autora também estará na Bienal do Livro de São Paulo. No dia 5 de agosto ela divide uma mesa de bate-papo com as também autoras do Grupo Editorial Record, Carina Rissi e Laura Conrado e, no dia 11 de agosto, autografa no estande da editora.

Sobre a autora:

Ana Beatriz Brandão sempre sonhou em viver em um mundo cercado de magia.  Pela Verus a autora já lançou “O garoto do cachecol vermelho” e “A garota das sapatilhas brancas”.

“A garota das sapatilhas brancas” é o segundo livro de Ana Beatriz Brandão pela Verus

image005.jpgEm 2014, quando estava prestes a lançar o seu primeiro livro impresso, Ana Beatriz Brandão mal podia acreditar no sonho que estava se tornando realidade. A autora, que começou escrevendo fantasia, depois lançou pela Verus o seu primeiro romance. “O garoto do cachecol vermelho” foi um sucesso com os fãs e destaque entre os mais vendidos no estande do Grupo Editorial Record, na Bienal de 2016.

Este ano, a autora lança “A garota das sapatilhas brancas”, spin off com o ponto de vista de Daniel, protagonista do primeiro livro. A obra traz lembranças de Daniel e respostas sobre seu comportamento para que o leitor o conheça melhor. A história mostra o poder das decisões em afetar o futuro.

Engajada, a autora irá destinar parte dos direitos autorais do novo livro para o Instituto Paulo Gontijo e para a Associação Regional de Esclerose Lateral Amiotrófica (ARELA-RS).  Ana repete o mesmo gesto que fez com “O garoto do cachecol vermelho”, quando contribuiu para a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABRELA). Em ambos os livros a autora aborda e esclarece sobre a esclerose lateral amiotrófica (ELA) através de Daniel. Isso porque ele herda a doença degenerativa do pai e precisa conviver com o medo e as incertezas de ser um portador. Até conhecer Melissa, uma bailarina tão decidida a entrar para a Juilliard (conceituada escola de artes americana) quanto mimada, mas que guarda um grande trauma.

O lançamento de “A garota das sapatilhas brancas”, com sessão de autógrafos, acontecerá na Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, no dia 7 de setembro (quinta-feira) no estande do Grupo Editorial Record a partir das 14h30min.

Aos 17 anos, Ana Beatriz é uma das escritoras mais novas da Verus. A carreira começou cedo, aos 13, e no que depender dela, ainda há muito pela frente.

Ana Beatriz Brandão sempre sonhou em viver em um mundo cercado de magia.  Aos 13 anos começou a escrever seu primeiro livro e não parou mais. De lá para cá, escreveu 17 e publicou três: dois livros fantasia e o romance “O garoto do cachecol vermelho”.

Jovem de 16 anos lança primeiro romance pela Verus Editora

O garoto do cachecol vermelho” chega às livrarias em agosto

Verus Editora lança primeiro livro de garota de 16 anos. (Foto: Divulgação)
Verus Editora lança primeiro romance de garota de 16 anos. (Foto: Divulgação)

Melissa é uma jovem rebelde e bastante mimada. Entre cigarros, festas e bebidas, ela precisa lidar com uma mãe ausente e se dedicar aos ensaios de ballet. A dança, aliás, é seu principal refúgio. O sonho da jovem é conseguir uma bolsa de estudos na badalada Julliard e, por isso, os treinos são intensos. Mas sua vida ganha um novo rumo quando, em uma noite de Ano Novo, ela conhece Daniel. E é este garoto misterioso que irá deixar Melissa dividida entre realizar o seu sonho ou viver um grande amor.

Aos 16 anos, Ana Beatriz já acumula 17 livros escritos. “O garoto do cachecol vermelho” é seu primeiro romance na Verus Editora. A obra conta uma inspiradora história de superação e recomeços. Parte dos direitos autorais será doada para a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABrELA).  A autora fez uma intensa pesquisa sobre a doença para inseri-la na trama. Na obra, Daniel descobre que tem esclerose, assim como o seu falecido pai.

Ana Beatriz Brandão sempre sonhou em viver em um mundo cercado de magia.  Aos 13 anos começou a escrever seu primeiro livro e não parou mais. De lá para cá, escreveu 17 e publicou três: dois livros fantasia e o romance “O garoto do cachecol vermelho”.