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Crítica Nasce uma estrela

Por Marcela França

O primeiro filme de Lady Gaga como atriz não se trata de um filme novo, como muitos pensam. Na verdade Nasce uma Estrela trata-se de um filme de 1937, mas também não se trata de apenas uma refilmagem. Na verdade o filme é a terceira refilmagem da versão original de 37 – estrelada por Janet Gaynor e Fredric March –, além de uma adaptação do musical de 1954 estrelado por Judy Garland e James Mason e uma sequência ao musical de rock de 1976 estrelado por Barbra Streisand e Kris Kristofferson. Porém apesar de se tratar de uma refilmagem, a nova versão tem maiores semelhanças com a de 77. Nas duas primeiras, o casal principal era formado por dois atores. Na atual, assim como na de Barbra, tratam-se de cantores.
 
O  filme conta a história de Ally, Lady Gaga, uma jovem que trabalha num restaurante para pagar as contas enquanto que sonha em ser uma grande cantora. Vira e mexe ela se apresenta num clube noturno fazendo algumas apresentações. Certo dia o clube recebe a visita de Jackson Maine, Bradley Cooper. A jovem chama à atenção de Jackson, que decide ajudá-la em sua carreira. Ao mesmo tempo, se apaixonam.  Enquanto vemos Ally crescendo em sua carreira, por outro lado vemos Jack se perdendo na luta contra o alcoolismo e o vício em drogas. Eles tentam se apoiar e lutar contra o vício de Jack, mas isso acaba se tornando algo mais complicado do que o esperado. 
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Lady Gaga se destaca em seu primeiro filme. (Foto: Divulgação)
 
Bradley Cooper consegue em seu primeiro filme como diretor e roteirista surpreender com uma qualidade incrível de direção. Essa trágica história de amor consegue sensibilizar e emocionar, além de mostrar com uma visão única e imersiva de como é a estrada e a vida musical. É possível sentir a sensação que os artistas sentem ao se apresentar à milhares de pessoas, como suas perspectivas entre os palcos e bastidores. Como ator, Bradley consegue fazer desse filme ser um dos melhores filmes de sua carreira. Ele consegue abraçar a depressão de seu personagem e envolver o público de uma maneira tão intensa e pessoal que é possível sentir o seu desespero e sofrimento com simples gestos. Não é necessário uma gritaria ou grandes surtos como geralmente é mostrado nos filmes. Um simples olhar ou o tom da voz já consegue mostrar a imensa luta que seu personagem vive. Enquanto Gaga, que faz sua estréia no mundo cinematográfico, consegue mostrar toda a sua grandeza como cantora em performances de arrepiar e nos entrega como atriz uma atuação verdadeira, sensível e convincente. A dupla Cooper e Gaga possuem uma química incrível e que faz com que o público se apaixone e torça por esse jovem casal. 
 
Nasce uma Estrela é impactante, emocionante e único. E marca o nascimento de Gaga nos cinema e de Cooper como diretor. Com uma trilha sonora incrível e impecável, o filme consegue sensibilizar os fãs nessa última releitura dessa história de amor. Fazendo com que esse longa-metragem musical seja um filme digno ao Oscar 2019 nas categorias de Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original. 
Nota 9

PARAMOUNT CHANNEL CONFIRMA ESTREIA EXCLUSIVA DE ‘THE HANDMAID’S TALE’ PARA MARÇO

Série venceu nas categorias ‘Melhor Série Dramática de TV’ e ‘Melhor Atriz em Série Dramática’ no Golden Globe 2018 

‘The Handmaid’s Tale’, eleita ‘Melhor Série Dramática de TV’ no ‘Golden Globe’ 2018 estreia em março, em toda América Latina, com exclusividade no Paramount Channel. Elisabeth Moss, protagonista da série, levou o prêmio de ‘Melhor Atriz em Série Dramática’ e a atração concorreu ainda na categoria ‘Melhor Atriz Coadjuvante em TV, com Ann Dowd, somando três indicações.

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Eleita melhor série no Globo de Ouro, “The Handmaid’s Tale” estreia em Março no Paramount Channel. (Foto: Divulgação)

Em 2017, The Handmaid’s Tale conquistou seis prêmios no Emmy incluindo ‘Melhor Série de Drama’‘Melhor Atriz Protagonista em Drama’ (Elisabeth Moss), ‘Melhor Atriz Coadjuvante em Drama’ (Ann Dowd), ‘Melhor Direção de Série Dramática’ (Reed Morano), ‘Melhor Roteiro para Série Dramática’ e ‘Melhor Atriz Convidada em Série Dramática’.

Baseada no romance best-selling de Margaret Atwood, ‘The Handmaid’s Tale’ é a história do lugar fictício Gilead, uma sociedade totalitária, que antes representava os Estados Unidos. Em um momento em que encarava diversos desastres naturais e uma alta taxa de natalidade, Gilead é governada por um regime fundamentalista e como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred (Elisabeth Moss) é forçada a servir como escrava sexual, como a última tentativa desesperada de repovoar o mundo. Nessa sociedade assustadora, Offred tem que encarar Commanders, suas cruéis esposas, a doméstica Marthas e suas queridas artesãs – e uma delas viria a se tornar uma espiã para Gilead – com um único objetivo: sobreviver e encontrar sua filha que foi tirada dela.

Dedicado a oferecer conteúdo de alta qualidade, o canal Paramount Channel possui vasto portfólio de programas direcionados a adultos, filmes de diferentes gêneros como romance, comédia, drama e aventura, assim como séries premiadas e aclamadas pela crítica: House of Cards eOrange Is The New Black.

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Giovanna Chaves assina coleção verão 18 para Pami

 

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Pami, marca teen da Brascol voltada para o público feminino de 10 a 16 anos, apresenta a segunda coleção assinada pela atriz e cantora teen Giovanna Chaves. O tema para a edição verão 2018 é Fresh Summer, e vem carregada de muita cor e elementos da estação, prometendo virar febre entre as meninas que gostam de moda e buscam as ultimas tendência marcantes no universo teen.

 

A coleção Fresh Summer Pami by Giovanna Chaves foi inspirada no estilo leve e divertido das garotas da Califórnia. Traz toda cor, charme e bossa da estação mais quente do ano. As peças são ricas em detalhes, com estampas super vivas, e acessórios que prometem virar hit entre as meninas que curtem as ultimas novidades da moda. Serão aproximadamente 40 peças divididas em Casual, para um guarda roupa voltado para o dia a dia, e a grande novidade será a Glam uma capsula criada para as meninas arrasarem na balada, festas e ocasiões especiais.

As apostas são os conjuntos, ou seja, a combinação de tops e parte de baixo coordenando, batas ciganinhas, macaquinhos, vestidos com manga sino, regatões com tops por baixo, tops croppeds, macacão pantacourt e vestidinhos acinturados,firmando a ideia de uma coleção leve e divertida.

A cartela de cores vai do coral passando pelo amarelo lima, turquesa, verde caribe, mesclas e preto com detalhes em dourado.

Giovana Chaves está super animada com a segunda coleção, que estará nas lojas a partir de outubro e traz uma proposta de coleção divertida com referências místicas, como sereias, unicórnios e E.Ts, todas brifadas pela atriz. “Sou super ligada em moda, e estou realizando um grande sonho com essa coleção da Pami, as peças são a minha cara!! Quando pensava nos modelos imaginava peças desejo que sempre quis no meu guarda roupa! Alias quero todas tanto para o meu dia a dia, como para arrasar nas festas.”,diz Giovanna Chaves.

“A Brascol por meio da sua marca própria Pami está muito contente em firmar essa parceria com a atriz Giovanna Chaves. Ela é um fenômeno nas redes sociais, vem se destacando profissionalmente na carreira de atriz e cantora, por onde passa tem uma legião de seguidores. É carismática e extremamente talentosa. Ficamos surpresos com sua desenvoltura para, ao lado da equipe de estilo da Brascol, desenvolver a coleção que leva seu nome. Isso foi muito satisfatório, pois estávamos em busca de uma pessoa que realmente tivesse identificação com a marca e expressividade no meio teen”, revela Antonio Almeida, Superintendente da Brascol.

Natalia Tena, atriz de Harry Potter e Game of Thrones, é confirmada na CCXP 2017

Artista britânica participa da quarta edição da convenção em painéis e encontros especiais nos dias 7, 8 e 9/12

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que se tornou a maior comic con do planeta em 2016 ao reunir um público recorde de 196 mil pessoas, anuncia a presença da artista britânica Natalia Tena na CCXP 2017, que acontece de 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo. A atriz e musicista, que já se declarou apaixonada pelo Brasil, encontra os fãs de quinta a sábado (7 a 9/12) em painéis especiais e na área de Fotos & Autógrafos, atividades que terão a programação divulgada em breve.

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Natalia Tena, a Ninfandora Tonks de Harry Potter, confirma presença na CCXP. (Foto: Divulgação)

Natalia Tena marcou presença no elenco de Harry Potter, uma das sagas mais amadas do cinema, em: Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007), Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009), Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte I (2010) e Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte II (2011) como Ninfadora Tonks, ebrilhou em Game of Thrones como Osha, personagem presente na primeira, segunda, terceira e sexta temporadas em serviço da Casa Stark.

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Natalia Tena em Game Of Thrones. (Foto: Divulgação)

“A presença de Natalia Tena na CCXP é um verdadeiro presente aos visitantes. Tanto os potterheads quanto os fãs de Game Of Thrones terão um encontro incrível”, comenta Ivan Freitas da Costa, um dos sócios do evento.

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, terá sua quarta edição entre 7 e 1o de dezembro de 2017 no São Paulo Expo e espera receber mais de 220 mil visitantes. Os ingressos de sábado (9/12) já estão esgotados. Os ingressos para quinta, sexta, domingo, quatro dias, Full Experience e Epic Experience estão à venda pelo site com preços a partir de R$ 89,99. Para saber mais, acesse:

The Oscars 2017

Por Renan Villalon

O 89th Academy Awards mal havia encerrado e já pôde ser mencionado como um dos mais inesquecíveis e peculiarmente históricos dos últimos anos. A cerimônia de premiação ocorreu na passagem do dia 26 a 27/02 e teve diversos fatos que a colocaram dentro desse aspecto aqui sugerido, tratando (ironicamente) do contexto político americano e propondo homenagens categóricas durante todo o evento. Também destacaremos aqui as belíssimas apresentações musicais, sempre esperadas com ansiedade, e claro, as grandes premiações da noite, repletas de discursos sociais, frases emotivas e momentos intensos, de acordo com as celebrações da noite.

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Oscar 2017 teve como maior vencedor o “La La Land”. (Foto: Divulgação)

O primeiro destaque parte do apresentador do programa Jimmy Kimmel Live!. O condutor do talk-show de fim de noite americano (pela ABC) trouxe ao Oscar grande parte de seu humor sarcástico já reconhecido através de seu programa de TV, com piadas que, no geral, ironizavam e ridicularizavam o posiocionamento polêmico de Donald Trump – e devo dizer: ele foi peculiarmente pontual e excepcional nesse aspecto. Ocasionalmente, o momento político americano foi a base para as suas piadas durante a maior parte da cerimônia, o que já nos faz lembrar o quanto que diversos artistas da área do cinema se posicionaram contra a candidatura do empresário à Casa Branca. Desde o início, Kimmel já ironiza ao citar que a transmissão ao vivo do Oscar estaria em lares de mais de 240 países que, atualmente, odeiam os americanos devido ao seu líder político.

Além disso, ele também baseou boa parte de suas piadas de acordo com a forma costumeira das opiniões do político no twitter, utilizando de frases como: “Você saberá a opinião dele amanhã, isso é muito ‘importante’.” e, posteriormente no evento: “Duas horas e nenhum tweet de Trump… Estou ‘preocupado’.”, além de relembrar-nos sobre o discurso de Meryl Streep no Golden Globe, através da intenção da #Merylsayhi, em seu tweet: “Hey @realDonaldTrump, u up?”. Aliás, o Twitter foi categoricamente A rede social da premiação, pois além do sarcasmo de Kimmel, outro aspecto que trouxe de seu programa foi o Mean Tweets, agora com uma Oscars Edition, no qual alguns dos atores célebres e/ou convidados da noite brincaram com as menções ditas sobre eles na página.

Outro destaque da apresentação foi através da participação de pessoas não famosas (de um ônibus turístico) na premiação, na qual Kimmel combinou com a produção a entrada “por acaso” dos turistas durante o evento, algo que fez com que os “convidados” conhecessem e interagissem com alguns dos principais atores hollywoodianos na plateia. A desculpa da “invasão”? O tour seria para uma exposição de vestidos, ideia pela qual Kimmel brincou: “Mas haverá pessoas nesses vestidos.”. Os turistas, de diversas etnias (mais uma pontual provocação a Trump? Fica a dúvida), foram ovacionados pela plateia artística.

Mas o humor característico de Kimmel foi pequeno se comparado à emoção das homenagens contínuas realizadas durante a cerimônia no Teatro Dolby. A primeira delas foi não apenas clássica e tradicional, mas também importantíssima, com a atriz Meryl Streep sendo ovacionada, logo no início do evento, por todo o seu trabalho na carreira, com mais de 50 filmes na carreira e com o total de 20 indicações ao Oscar, com três estatuetas recebidas. Outra grande homenagem foi à Katherine Johnson, grande contribuidora à Nasa devido aos seus estudos enquanto física, cientista espacial e matemática. A menção à profissional foi através da lembrança pelo filme Hidden Figures (Estrelas além do Tempo), um dos filmes indicados, no qual Johnson é uma personagem da história, representada pela atriz Taraji Henson, a única das três importantes figuras representadas no filme (juntamente com Dorothy Vaughan e Mary Jackson) ainda viva. Outra homenagem importante foi a menção ao prêmio honorário pela carreira cinematográfica, entregue no Governors Awards (12/11/2016), na qual quatro grandes profissionais foram mencionados honrosamente pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, entre eles: a editora Anne Coates, o documentarista Frederick Wiseman, o ator Jackie Chan e o diretor de elenco Lynn Stalmaster.

Como conclusão sobre esse aspecto da cerimônia, temos o vídeo Cinema ao Redor do Mundo, com opiniões de estrangeiros referente ao cinema norte-americano, que também contou com duas importantes figuras artísticas brasileiras: Lázaro Ramos (falando sobre The Godfather, 1972) e Seu Jorge (mencionando E.T. the Extra-Terrestrial, 1982). E claro, como já é de costume todos os anos pela Academia, In Memorian, homenageando os artistas da área que faleceram desde a última premiação, com figuras históricas também à cultura pop, como: Gene Wilder (Willy Wonka and the Chocolate Factory, 1971), Anton Yelchin (Star Trek Beyond, 2016), Prince (Graffiti Bridge, 1990), Kenny Baker (Star Wars: The Force Awakens, 2015), John Hurt (Harry Potter and the Deathly Hallows – Part. 2, 2011), Hector Babenco (Carandiru, 2003), Carrie Fisher (Star Wars: The Last Jedi, 2017) e Bill Paxton (Aliens, 1986), com a belíssima e emocionante performance de Sara Bareilles, com a música Both Sides, Now.

(Entretanto, aqui temos um dos erros da cerimônia, com a foto da produtora Jan Chapman, que ainda está viva , durante o letreiro do vídeo que fazia a menção saudosa à figurinista Janet Patterson, que morreu em outubro de 2016)

Observando as performances deste Oscar, as demais, diferentemente de Bareilles, ao invés de homenagearem figuras históricas do cinema, levavam suas menções honrosas, essencialmente, aos indicados na categoria de Melhor Canção Original. Justin Timberlake animou o início do evento com seu estilo pop através das músicas Can’t Stop the Felling, do indicado Trolls, e Lovely Day (de Bill Whiters). Já Auli’i Cravalho e Lin-Manuel Miranda foram os artistas que levaram ao palco How Far I’ll Go, de Moana, com uma direção artística simples e pontual. Com uma simples coreografia dos bailarinos, que traziam elementos que contrastavam com o fundo animado do palco, e com uma representação do sol que lembrou, copiosamente, a pira brasileira das Olimpíadas de 2016, a apresentação da canção nos direcionou ao ambiente marítimo e tropical da animação musical da Disney.

Já Sting, com a canção The Empty Chair, de Jim: The James Foley Story, foi a apresentação mais sutil, com aquela clássica performance do músico sentado em uma cadeira e com uma breve iluminação sobre a sua figura. Agora, John Legend, outra importante figura pop contemporânea, cantou as duas indicações de La La Land (La La Land – Cantando Estações): City of Stars e Audition (The Fools Who Dream), que possuiu em sua performance, novamente, o importante coreografia do balê, que trouxe um representação que seguiu a mesma direção de arte do filme e representou dois dos mais importantes momentos musicais da obra. O primeiro relacionado ao primeiro encontro involuntário do casal na obra (com a peculiar ideia do sapateado enquanto coreografia) e o segundo momento relacionado, exatamente, a um dos encontros do casal quando já estão juntos (e que faz uma deliciosa referência nostálgica a Moulin Rouge!, de 2001).

Quando falamos de La La Land, chegamos ao aspecto nostálgico da cerimônia, que celebrou e honrou importantes figuras e obras de Hollywood, desde o cinema mais autoral às produções comerciais, o que irá nos conectar às entregas da noite. Antes de algumas premiações, era mostrado um vídeo no qual um(a) ator/atriz clássico ou tradicional em Hollywood era homenageado(a) por outro(a) ator/atriz, colocando os primeiros como referência às atuações dos segundos. Logo após o vídeo, ambos, homenageado e quem prestou homenagem, apresentavam os indicados e entregavam-lhes a estatueta (uma interessante ideia ao evento). Desses momentos, figuras importantíssimas ao cinema: Shirley MacLaine,  Michael J. Fox e Meryl Streep, nos mostram a homenagem da Academia tanto a figuras mais históricas, como Maclaine, passando por atuações que vem transcendendo Hollywood, como as de Streep, além das categóricas e clássicas performances a filmes comerciais, como pelo carismático e eterno personagem de J. Fox em Back to the Future, que teve a icônica DeLorean no palco.

Com isso, chegamos às premiações, das quais 24 estatuetas foram divididas entre diversos tipos de obras. Entre os filmes comerciais honrados na cerimônia, Suicide Squad (Esquadrão Suicida), Fantastic Beasts and Where find Them (Animais Fantásticos e Onde Habitam), e The Jungle Book (Mogli: O Menino Lobo) tiveram seus representantes no palco – com destaque ao discurso de Alessandro Bertolazzi (Suicide Squad), no qual ofereceu o prêmio aos imigrantes, por também ser um. Com relação às animações, Zootopia (Zootopia – Essa Cidade é o Bicho) e Piper foram os premiados, com os diretores da animação da Pixar (Zootopia) enaltecendo a mensagem fílmica sobre a importância da mensagem sobre tolerância presente no filme.

As premiações aos documentários também trouxeram discursos políticos e sociais por seus vencedores. A estatueta a O.J. Made in America (com 7h47min de duração) foi agradecida com seu diretor, Ezra Edelman, colocando a obra como um filme não tradicional, e dedicando-o às vítimas da violência policial, motivada pelo racismo. O documentário em curta-metragem The White Helmets foi ainda mais intenso em suas palavras, enaltecendo a ação social do grupo de voluntários, destacados na obra, que ajudam a resgatar pessoas na Síria, e assim, não apenas enalteceram a importância em salvar vidas como também a necessidade mundial para um olhar mais cuidadoso à questão da Síria.

Entretanto, dos discursos sociais, aquele que talvez a maior repercussão seja de Asghar Farhadi, diretor iraniano de Forushande (O Apartamento), premiado como Melhor Filme em Língua Estrangeira. O diretor enviou um pequeno discurso aos seus representantes na premiação, com sua mensagem direcionada a Trump, colocando que a sua ausência é devido ao desrespeito aos imigrantes de seu país através da nova política americana do presidente, e dizendo que dividir o mundo ajuda a imprimir o medo entre as nações. Já a vitória do curta-metragem Mindenki, de Kristóf Deák e Anna Udvardy, teve o prêmio dedicado às crianças, mencionado por Deák como as “únicas pessoas que podem melhorar o mundo”.

As premiações técnicas já começam a nos direcionar para as principais produções indicadas da noite, com Arrival (A Chegada), de Denis Villeneuve, ganhando uma estatueta, Hacksaw Ridge (Até o Último Homem), de Mel Gibson, levando dois Oscars, e La La Land, de Damien Chazelle, com quatro premiações.

Com as categorias principais, primeiramente aos roteiristas e diretores, Barry Jenkins e Tarell McCraney, roteiristas de Moonlight, ganharam na categoria sobre roteiro adaptado; Kenneth Lonergan, roteirista de Manchester by the Sea, ganhou entre os roteiros originais, e Damien Chazelle, com La La Land, se tornou o diretor mais jovem a ganhar uma estatueta do Oscar, e em seu discurso mencionou que seu trabalho é um filme sobre o amor, e que se apaixonou fazendo essa obra.

A premiação aos atores foi, como sempre, mais emocionada. Tivemos a premiação de Mahershla Ali, em Moonlight (Moonlight: Sob a Luz do Luar) e de Viola Davis, em Fences (Um Limite entre Nós), como melhores ator e atriz coadjuvantes, e de Casey Affleck, em Manchester by the Sea (Manchester à Beira-Mar) e de Emma Stone, em La La Land, como melhores ator e atriz na edição. Dos dois mais veteranos, Ali e Davis, vieram discursos sobre a importância na atuação e na entrega ao personagem. Ali mencionou que o ator está sempre servindo ao personagem e que não é o eu particular do intérprete que deve permanecer no trabalho. Davis, em um discurso emocionante, disse que o trabalho do ator deve honrar grandes pessoas, e se mostrou grata por fazer parte da única profissão pela qual se celebra a vida, dedicando seu discurso à importância em exaltar as pessoas comuns. Já os jovens Casey e Emma enalteceram personalidades que estavam no Teatro Dolby. Casey agradeceu Denzel Washington por ter sido uma das primeiras pessoas a terem ensinado-o a atuar, e Emma diz que mirava em suas concorrentes à estatueta para chegar a ser uma grande atriz e diz que o prêmio será um forte incentivo para continuar crescendo e aprendendo na profissão.

A maior surpresa da noite ficaria à última premiação. Para o prêmio de Melhor Filme, Faye Dunaway e Warren Beatty, o eterno casal Bonnie and Clyde, foram os convidados para a entrega desse Oscar. Entretanto, o envelope que foi dado ao casal artístico estava errado, sendo o mesmo da premiação anterior, que havia sido a Emma Stone. Dessa forma, Beatty estava com o envelope de La La Land e Dunaway, ao ser requisita por Beatty para conferir o vencedor, mencionou o filme assim que leu o envelope, o que fez com que toda a equipe do filme mais favorito e indicado do Oscar 2017 passasse pelo enorme constrangimento de entregar as estatuetas em meio ao discurso sobre a “vitória”. O erro foi um dos maiores em todas as edições, entrando para a história e quase estragando o final de uma das cerimônias mais importantes de Hollywood.

Assim, ao final do Oscar 2017, podemos dizer que esse foi um evento repleto de momentos memoráveis, tanto por parte das apresentações musicais, quanto pelos momentos de nostalgia ou das homenagens a diversos profissionais, com premiações desde artistas mais novatos a grandes veteranos já consagrados. Entretanto, o encerramento pode trazer ao 89th Academy Awards o eterna marca do erro do casal Bonnie and Clyde, um final quase trágico a uma premiação na qual, ironicamente, um musical sobre um casal apaixonado era o “queridinho” da Academia.

Abaixo, segue o ranking dos principais filmes premiados:

1º. La La Land: 6 estatuetas

Melhor Diretor (Damien Chazelle);

Melhor Atriz (Emma Stone);

Melhor Trilha Sonora (Justin Hurwitz);

Melhor Canção Original (City of Stars);

Melhor Design de Produção (David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco);

Melhor Fotografia (Linus Sandgren);

 

2º. Moonlight: 3 estatuetas

Melhor Filme (Adele Romanski, Dede Gardner e Jeremy Kleiner);

Melhor Ator Coadjuvante (Mahershala Ali);

Melhor Roteiro Adaptado (Barry Jenkins e Tarell McCraney);

 

3º. Manchester by the Sea / Hacksaw Ridge: 2 estatuetas cad

Manchester by the Sea:

Melhor Ator (Casey Affleck);

Melhor Roteiro Original (Kenneth Lonergan);

Hacksaw Ridge:

Melhor Mixagem de Som (Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace);

Melhor Edição (John Gilbert);

 

Demais Vencedores:

Fences: Melhor Atriz Coadjuvante (Viola Davis);

Zootopia: Melhor Animação (Byron Howard, Rich Moore e Clark Spencer);

Forushande: Melhor Filme em Língua Estrangeira (Asghar Farhadi);

O.J.: Made in America: Melhor Documentário (Ezra Edelman);

The White Helmets: Melhor Documentário em Curta-Metragem (Orlando von Einsiedel e Joanna Natasegara);

Mindenki: Melhor Curta-Metragem (Kristóf Deák e Anna Udvardy);

Piper: Melhor Curta-Metragem em Animação (Alan Barillaro e Marc Sondheimer);

Arrival: Melhor Edição de Som (Sylvain Bellemare);

Suicide Squad: Melhor Maquiagem e Penteado (Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson);

Fantastic Beasts and Where to Find Them: Melhor Figurino (Colleen Atwood);

The Jungle Book: Melhores Efeitos Visuais (Robert Legato, Adam Valdez, Andrew Jones e Dan Lemmon).

DEVIDO AO GRANDE SUCESSO DE PÚBLICO, LARISSA MANOELA RETORNA AO PALCO DO CITIBANK HALL PARA MAIS UMA APRESENTAÇÃO

A artista, que fez dois shows em fevereiro, volta no dia 25 de março

Após o grande sucesso das duas datas em fevereiro, o fenômeno teen Larissa Manoela está de volta para mais uma apresentação no Citibank Hall. Larissa apresenta, no dia 25 de março, o show da sua turnê “Larissa Manoela Outra Vez”. O show conta com um repertório repleto de hits que estão na ponta da língua dos fãs.
Os clientes dos cartões Citi e Diners Club contam com pré-venda exclusiva entre os dias 21 e 27 de fevereiro. A venda para o público geral estará disponível a partir do dia 28 de fevereiro. Os ingressos poderão ser adquiridos pela internet (www.ticketsforfun.com.br), nos pontos de venda espalhados pelo Brasil e na bilheteria oficial do Citibank Hall. O show é realizado pela TIME FOR FUN.
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Larissa Manoela volta ao palco do Citibank Hall. (Foto: Divulgação)
Larissa faz parte de uma nova geração de artistas com múltiplos talentos: cantora, dubladora, atriz de TV, cinema e teatro musical. Com dez anos de carreira, Larissa tem currículo respeitável. Na TV, já participou de séries no GNT, Globo, Multishow e agora é a estrela de novelas no SBT. No cinema, atuou nos filmes “O Palhaço”, “Carrossel – O Filme” e “Carrossel II – o sumiço de Maria Joaquina” e dublou os filmes “O Pequeno Príncipe” e “O Reino Gelado”. No teatro, a jovem integrou o elenco dos musicais “A Noviça Rebelde”, “Gypsy” e “As Bruxas de Eastwick”.
No palco, Larissa canta e dança acompanhada de sua banda e bailarinos. O cenário colorido e animação característica da Larissa farão das apresentações noites inesquecíveis para os larináticos. O repertório destaca as músicas da cantora que estão na trilha sonora de Cúmplices de Um Resgate, como “Na Hora H”, “Fugir Agora”, “Oi Psiu”, “Pra ver se cola”, “Coisas Boas da Vida”, além de relembrar o sucesso “Beijo, Beijinho, Beijão”, da trilha sonora da novela Carrossel.
O sucesso da Larissa é visível não somente na TV, mas também em suas redes sociais. A atriz possui dois milhões de curtidas no Facebook, mais de um milhão de seguidores no Twitter além de mais de oito milhões de seguidores no Instagram. Sendo um verdadeiro fenômeno desde muito pequena, Larissa Manoela tem como marca registrada ótimos shows e a sua passagem pelo Citibank Hall não será diferente.
LARISSA MANOELA
CITIBANK HALL SÃO PAULO
Realização: TIME FOR FUN
Transportadora oficial: Gol Linhas aéreas inteligentes
Meio preferencial de pagamento: Citi.
Data: Sábado, dia 25 de março de 2017
Horário: 17h
Local: Citibank Hall SP – Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro – São Paulo (SP).
Capacidade: 3.873 lugares.
Duração: Aproximadamente 1h40.
Ingressos: De R$ 40 a R$ 225 (ver tabela completa).
Classificação etária: Livre: Acompanhados dos pais ou responsável legal.
12 anos em diante: Permitida a entrada desacompanhados.
Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo.
Acesso para deficientes
Ar-condicionado
Venda de ingressos no site: www.ticketsforfun.com.br
Venda a grupos: grupos@t4f.com.br
Estacionamento (terceirizado): R$ 50.

Ela voltou!

Marcela Tavares apresenta o novo show de humor “Danos Morais” no Teatro Ressurreição, São Paulo

Ano novo, tudo novo para a humorista, atriz e facebooker Marcela Tavares, que apresenta o novo show “Danos Morais” em 28 de janeiro, no Teatro Ressurreição, em São Paulo.

Neste novo show, Marcela Tavares apresenta textos inéditos, com piadas fortes, que nos faz pensar e rever conceitos de uma maneira extremamente bem humorada (há controvérsias). Os assuntos vão de política, sexo, feminismo, redes sociais até histórias do cotidiano que geram identificação imediata e hilária por parte do público.

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“Danos Morais” não é um solo de stand-up comum. O espetáculo conta com momentos de grande interação com a plateia. A facebooker usa recursos como projeções interativas, sons, vídeos e internet para criar uma atmosfera de profunda imersão do público no espetáculo. Durante a apresentação os momentos de improviso são um show aparte. Marcela interage com o público transformando-os em parte integrante do espetáculo. Sempre com muito bom humor e descontração.

Ps1: 60% da renda deste show será revertida para o pagamento de advogados

Ps2: Estudantes de direito pagam o dobro

Ps3: Advogados não pagam, mas também não entram

Ps4: Os outros 40% são pra comprar um.

Danos Morais 

com Marcela Tavares

Direção: Felipe Halliday

Arte e sonoplastia: Johnny Ferro

Produção Executiva: Anderson Lima (Route Eventos)

Produção Geral: Cida Lima (Route Eventos)

Assessoria de Imprensa: Chris Florez (Namoska Comunicação) 

Data/Horário: 28 de Janeiro de 2017 às 20h (sábado)

Local: Teatro Ressurreição – Rua dos Jornalistas, 123 – Jabaquara, São Paulo

Gênero: Comédia / Stand-up e Improviso

Duração: 60 minutos

Ingressos: R$ 70,00 (Inteira) e R$ 35,00 (meia – carteirinha de estudante e idosos)

Capacidade: 400 lugares

Classificação: 16 anos

Venda de ingressos: na bilheteria do teatro e através dos sites: www.bilheteriaexpress.com.br

Estacionamento: no local

Acesso para deficiente, portadores de mobilidade reduzida e obesos

Mais informações: (11) 2122 4070

Contato para shows: http://www.routeeventos.com.br/ – Tel. (11) 9 4704 1666 – anderson@routeeventos.com.br

Paloma Bernardi estrela campanha de Alto Verão 2017 da Cativa

Paloma Bernardi estrela campanha de Alto Verão 2017 da Cativa  (Foto: Fran Jung)
Paloma Bernardi estrela campanha de Alto Verão 2017 da Cativa
(Foto: Fran Jung)

A atriz paulista Paloma Bernardi foi escolhida para estrelar a campanha de Alto Verão 2017 da Cativa. O ensaio foi fotografado na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, com a musa usando peças que carregam o DNA Cativa.

Paloma não foi escolhida por acaso. Um dos rostos mais conhecidos do Brasil, a atriz é facilmente associada ao seu talento, beleza, simpatia, carisma e credibilidade. Para a Cativa, essas também são características da consumidora da marca. “CATIVA, o nome diz tudo! Me Cativou! Roupas que me deixam moderna para o dia a dia e sensual e confiante, mas bem confortável para uma balada. Quando fui convidada para fazer a campanha, aí soltei rojões de felicidade! Quero ser CATIVAnte, agora e sempre, amém!”, conta a atriz em tom bem humorado e super descontraído.

Paloma Bernardi estrela campanha de Alto Verão 2017 da Cativa  (Foto: Fran Jung)
Paloma Bernardi estrela campanha de Alto Verão 2017 da Cativa
(Foto: Fran Jung)

Muito à vontade, Paloma fez cliques incríveis para a Campanha. Além das fotos, foi feito também um vídeo de making of, com imagens descontraídas e divertidas da atriz durante o ensaio.

JULIA LEMMERTZ FALA À REVISTA 29HORAS SOBRE SUA NOVA PEÇA DE TEATRO, OS PROJETOS E A FAMÍLIA

Atriz conta que o ex-marido Alexandre Borges é um amor para vida toda

A revista 29HORAS, publicação oficial do Aeroporto de Congonhas/SP, destaca em sua reportagem de capa da edição de março entrevista exclusiva com Julia Lemmertz. A atriz gaúcha conta sobre a sua participação em uma peça teatral, lançamento de um longa metragem e, mesmo muito discreta, abre seu coração quando o assunto é o ex-marido Alexandre Borges. A edição de março também apresenta um especial sobre turismo de luxo.

Nascida em uma família de veia artística – é filha do ator e dramaturgo Lineu Dias e da atriz Lilian Lemmertz – Julia nem por isso deixou de se esforçar e correr atrás de seus ideais na profissão. Hoje é considerada um grande nome da dramaturgia brasileira e uma celebridade muito respeitada por seu trabalho e por sua postura profissional e na vida pessoal.

Julia Lemmertz fala sobre projetos, que envolve uma peça de teatro e um filme, para a Revista 29 Horas. (Foto: Divulgação)
Julia Lemmertz fala sobre projetos, que envolve uma peça de teatro e um filme, para a Revista 29 Horas. (Foto: Divulgação)

Atualmente, ensaia para a peça de teatro “A tragédia latino-americana”, que estreia no dia 09 de março na Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MIT). “A peça é um projeto incrível do Felipe Hirsch com o Sesc, com base em textos de 23 escritores latino-americanos. Tem Cabrera Infante, de Cuba; tem Lima Barreto e Glauco Mattoso, entre os brasileiros; Andres Caicedo, da Colômbia; Augusto Monterroso, de Honduras; entre outros”, conta a atriz, com entusiasmo. O espetáculo será dividido em duas partes, sendo que a primeira estreia agora e a outra parte, intitulada “A comédia latino-americana”, será apresentada no segundo semestre, no mesmo teatro. O elenco é composto de atores brasileiros, argentinos e chilenos.

Sua filha mais velha, Luiza, de 27 anos (de seu primeiro casamento, com Álvaro Osório), também estará em cartaz no MIT e Julia se mostra empolgada ao comparar-se com ela quando era jovem. “Eu comecei aos 18 anos fazendo tudo o que aparecia na minha frente, meio sem método, já a Luiza é de planejar e pensar mais a sua trajetória”, afirma. Miguel, o outro filho, fruto do relacionamento com o ator Alexandre Borges, tem hoje 15 anos e mora no Rio de Janeiro, o que a faz Julia frequentar a ponte aérea Rio-São Paulo. “Não é uma rotina, é uma coisa de louca, uma correria. Mas eu adoro”, diz. “Filho só soma, só acrescenta coisas incríveis à vida. Você pensa em como criar essa pessoa, em como encaminhá-la para viver num mundo com as próprias pernas. É trabalho pra burro, mas é muito bom”, enaltece.

O ano de 2015 foi um período delicado para Julia e Alexandre Borges que se separaram após 22 anos de união. “Tudo isso é um processo, uma fase de mudança. Estou me ouvindo mais, para deixar a coisa se assentar e ver que relação é essa que irá se formar. Por que o Alexandre sempre será uma pessoa importantíssima, um amor para o resto da vida”, conta a atriz. Com a reflexão sobre o termo “ex-marido”, Julia pondera. “Não é ex nada. É o amor que mudou de configuração, e a gente vai descobrir que configuração é essa. Não sei bem qual vai ser”, declara. Ela afirma que um ciclo sutil e ao mesmo tempo profundo se iniciou em sua vida, pois está mergulhando em seu interior, almejando mais tempo para as suas vontades. “Estou voltada para o trabalho, para mim mesma e para os meus desejos”, completa.

Em abril, estará em cartaz “O pequeno segredo”, longa metragem que Julia Lemmertz irá estrelar. O filme conta a história dos Schurmann, a primeira família brasileira a dar a volta ao mundo a bordo de um veleiro. A inspiração para este roteiro vem do livro “Pequeno Segredo – A Lição de Vida de Kat para a Família Schurmann”, onde foi revelado o segredo da adoção de Kat, uma criança neozelandesa que foi vítima do vírus HIV. Para Julia, que interpreta Heloísa, a esposa e mãe da família, o desfecho é bem impactante. “É uma história de profundo amor incondicional contada como uma fábula. É muito bonito. A energia de todo o time foi muito boa, amorosa, e isso fica impregnado no sentimento comum”, considera.

Já a reportagem especial da edição de março da revista 29HORAS traz matérias sobre turismo de luxo nos melhores hotéis do mundo, com os mais desejados destinos de viagem. Entre os locais escolhidos estão Londres, com o Hotel Shangri-la; São Paulo, que terá o primeiro Seasons do Brasil em 2017; a Ilha na Carolina do Sul, nos EUA, com o Resort Hilton Head; dentre outras luxuosas opções. A revista ainda traz a diversificada agenda 29HORAS com um guia completo de 124 programas para todas as horas do mês com peças, filmes e um tours gastronômicos pela cidade de São Paulo.

Bem-Vindos ao show dos Molambolengos

Evangeline Lilly, atriz de Lost e o Hobbit, se junta ao renomado ilustrador Johnny Fraser-Allen e cria fábula infantil excêntrica

Evangeline Lilly é uma atriz conhecida por seus importantes papéis em Hollywood, como Kate, na premiada série Lost, a elfa Tauriel, em O Hobbit, e Hope Van Dyne, emHomem-Formiga. Mas o que muitos não sabem é que ela também se aventura no universo literário, como escritora. Seu primeiro trabalho publicado.
Os Molambolengos, será lançado pela Aleph. A atriz visita o Brasil para participar da Comic Con Experience 2015, durante o evento Evangeline vai realizar sessões de autógrafos e painéis com os fãs.
Com um estilo comparável ao de Tim Burton e Neil Gaiman, Lily conta a história de Selma, uma garotinha mimada e esnobe, que encontra um teatro itinerante povoado pelos exóticos Molambolengos.
Os Molambolengos é o primeiro livro de Evangeline Lilly. (Foto: Divulgação)
Os Molambolengos é o primeiro livro de Evangeline Lilly. (Foto: Divulgação)

Os personagens que dão nome à obra são marionetes animadas e, de forma bem-humorada, em versos divertidos e educativos, ensinam lições valorosas à pequena garota.

De acordo com a autora, as crianças adoram o sentimento causado pelo desconhecido e pelo macabro. Ela explica que descobriu isso com o próprio filho. Seu livro pode ser considerado um conto de fadas obscuro, tendo como mensagem principal uma advertência: O que estou tentando dizer é que em cada um de nós há uma pessoa boa e uma má, e por isso temos que fazer a escolha certa sobre nossas ações, explicou a atriz em entrevista dada ao site Forces of Geek. Apesar de indicado ao público infantil, o livro traz uma lição importante, de forma inovadora e peculiar, que vale tanto para crianças quanto para adultos.

A obra foi produzida em parceria com Johnny Fraser-Allen, artista da Weta, empresa de efeitos especiais do diretor Peter Jackson. Profissional renomado, Fraser-Allen participou de grandes produções como O Senhor dos Anéis, As Crônicas de Nárnia e O Hobbit. EmOs Molambolengos, o artista conseguiu criar ilustrações ao mesmo tempo bonitas e excentricamente assustadoras. As cores e os traços utilizados por ele fazem da obra uma publicação diferenciada e profunda, especialmente se comparada a outros livros infantis do gênero.

Sinopse da obra:

Selma é uma garotinha esperta, mas muito mimada. Um dia Selma encontra, por acaso, uma colorida banda de marionetes, Os Molambolengos, que vão ensiná-la que nem sempre as coisas acontecem do jeito que ela quer.

Evangeline Lilly é mais conhecida por seu trabalho como atriz, mas sua paixão mais antiga é a escrita. Os Molambolengos é seu primeiro livro. Ilustrado por Johnny Fraser-Allen, essa excêntrica e visualmente encantadora fábula vai agradar tanto crianças quanto adultos.