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E se a isca for você?

(Foto: Divulgação)

João Pedro Portinari Leão expõe todo o drama e emoção que passou ao sofrer o ataque de um dos tubarões mais temidos do oceano em autobiografia impressionante chamada “A Isca”

Sobrevivente a um ataque de tubarão “no quintal de casa”, João Pedro Portinari Leão transmitiu toda a adrenalina em um relato tão emocionante quanto assustador. A Iscalançamento da editora Edite, mergulha na surpreendente história real do windsurfista e escritor que passou a ser chamado de João Tubarão.

Um acontecimento que poderia muito bem estar no roteiro de um filme de Steven Spielberg. Em 1997, João tinha acabado de voltar de uma viagem de seis meses no Havaí. “Estava com mais coragem do que nunca”, relembra na obra. Ele e um amigo tinham comprado uma prancha de windsurfe e estavam testando até onde poderiam chegar com o “brinquedinho novo”. No dia 20 de abril daquele ano, um domingo véspera de feriado de Tiradentes, João saiu para velejar em condições perfeitas: muito sol e vento em Búzios (RJ).

O que ele não sabia era que aquele dia ideal para praticar seu esporte favorito traria o maior desafio da sua vida: encarar de frente um tubarão-branco de quase quatro metros de comprimento. “Hoje, entendo porque fui atacado por um tubarão-branco no quintal de casa. Invadi o território dele (…). Não respeitei o mar. Achava que era dono dele. Aprendi que não sou dono do mar. Os verdadeiros donos são os peixes”, relata.

A autobiografia, que levou dez anos para ser publicada, é um apanhado das histórias da família de João – sobrinho-neto de Cândido Portinari –, que tem uma relação íntima com o mar. Seu pai, avós e tios praticam pesca submarina e o contato com a praia sempre foi visceral.

Tanto é que mesmo depois do trágico encontro, João não deixou de praticar o esporte e, após mais de sete meses de recuperação, voltou à liberdade que apenas o oceano oferecia. Mas, dessa vez, na presença de um companheiro imaginário, um tubarão-fantasma que o atormentava, mas que não conseguiu vencê-lo.  

Ficha Técnica
Título: A Isca
Subtítulo: Uma história real
Autor: João Pedro Portinari Leão
Editora: Edite
Gênero: Biografia
Idioma: Português
ISBN: 978-85-94209-13-9
Tamanho: 14×20
Páginas: 176
Preço: R$ 24,90 (físico) ou R$ 14,90 (e-book)
Link de vendahttp://bit.ly/aiscadotubarao ou http://bit.ly/aiscacultura

Sinopse: João saiu para velejar em um domingo de abril perfeito em Búzios, litoral do estado Rio de Janeiro: sol e muito vento. O que ele não sabia é que aquela véspera de feriado de Tiradentes traria o maior desafio pelo qual passaria na vida: sobreviver ao ataque de um tubarão-branco de quase quatro metros de comprimento. Sentiu uma batida. Em seguida, um puxão violento que rasgando sua perna, o levou para debaixo da água. Não havia dúvida: a morte era certa, rápida e sem sofrimento. Seu último mergulho. Mas, de repente, o tubarão o soltou. João se viu imerso em uma poça de sangue, seu próprio sangue, em mar aberto, a quilômetros da praia. A partir dali começava a velejada mais importante de sua vida. Cada segundo seria determinante na sua corrida para permanecer consciente e vivo!

BestSeller lança autobiografia de Phil Collins

image004 (2).jpgNo Brasil para quatro concorridos shows da turnê “Not dead yet” neste fim de fevereiro, Phil Collins é um dos poucos músicos do mundo a ter batido a marca de 100 milhões de álbuns vendidos, tanto em uma banda quanto em sua carreira solo. Ele narra a história de sua vida e carreira – na qual foi de baterista a vocalista e, sobretudo, compositor – em  “Ainda estou vivo”, a autobiografia que tem o mesmo nome de sua série de shows e que chega ao Brasil junto com o músico, pela editora BestSeller.

Ligado à música desde muito jovem, Collins iniciou a carreira nos bares e discotecas da Londres dos anos 1960, até se fixar no posto de baterista do Genesis. Mais tarde, com a saída de Peter Gabriel do grupo, Collins ganhou ainda mais notoriedade ao assumir os vocais. Porém, o auge do cantor e compositor veio com o álbum solo “Face Value”, que trazia os hits que o impulsionariam para a fama internacional.

Na autobiografia “Ainda estou vivo”, Collins narra, de maneira sincera e espirituosa, a trajetória que vai desde a época de ator infantil até seu triunfo como um dos mais bem-sucedidos compositores da era pop. Há as histórias que inspiraram canções, os bastidores de turnês, projetos e crises pessoais, além de detalhes sobre casamentos, divórcios e manchetes de tabloides. O músico recorda ainda detalhes interessantes como suas parcerias com Eric Clapton e Robert Plant, a formação de uma big band liderada por Tony Bennett, suas composições para a Disney, e a famosa – e desastrosa – performance no Live Aid.

Collins também apresenta as dificuldades: aos 67 anos, tem problemas de coluna que o impedem de tocar bateria, além da perda parcial de audição. E conta, de forma bastante aberta, sobre o problema de alcoolismo que enfrentou após sua “aposentadoria”, em 2011, que chega ao fim agora com a turnê e o livro.

Phil Collins nasceu em Putney, na Inglaterra, em 1951. É cantor, ator, baterista, compositor, produtor e fez parte das bandas Flaming Youth, Genesis e Brand X. Também escreveu o livro “The Alamoand Beyond: A Collector’s Journey”. Ele se apresenta no Rio de Janeiro dia 22 de fevereiro; em São Paulo nos dias 24 e 25; e em Porto Alegre no dia 27. É o primeiro show do músico britânico no país em sua carreira solo.

LeYa lança biografia de Bruce Springsteen

Ídolo do rock lança autobiografia que está entre os livros mais vendidos do momento em todo o mundo

image004 (2).jpgApós sete anos de dedicação, Born to run chega às livrarias para cristalizar a unanimidade que é Bruce Springsteen no cenário cultural. Cantor, compositor, guitarrista e dono de uma presença de palco inigualável, ele vem há mais de 40 anos compondo canções que asseguraram seu papel como um dos grandes cronistas da vida urbana. Não impressiona, portanto, que agora Bruce se revele escritor dos mais talentosos. Suas memórias – obra que o The New York Times chamou de “intensamente satisfatória” e a revista Rolling Stone classificou como “absolutamente única” – narram desde a infância católica nos subúrbios de New Jersey à luta contra a depressão que surpreendeu os fãs habituados à sua persona pública vigorosa, revelando as faces do filho, marido, pai e amigo para além do ídolo.

Pelos temas que aborda e pela forma como conduz a narrativa, Born to run é um livro para quem gosta e também para quem não gosta de rock. Não à toa, no New York Times, o livro chegou a ocupar o topo da lista na categoria não-ficção de capa dura e o segundo na categoria geral, incluindo e-books. Também está entre os mais vendidos na Amazon. Além disso, teve seus direitos de edição vendido para mais de 21 países e foi considerado um dos 20 melhores livros do ano pela Publishers Weekly, o maior veículo do mercado editorial dos EUA.

Em quase 500 páginas, a autobiografia de Bruce é como a versão literária de seus shows antológicos que chegam a ter quatro horas de duração: uma performance virtuosa capaz de passar de rocks robustos a baladas melancólicas sem perder o ritmo ou deixar de empolgar até o acorde final. Como os muitos grandes clássicos de seu repertório, o livro é engendrado pelo lirismo de um compositor original que mergulhou fundo em suas próprias experiências.

“Escrever sobre si mesmo é uma tarefa estranha. Mas, num projeto como este, o autor faz uma promessa: mostrar sua mente ao leitor. Foi o que tentei cumprir nestas páginas”, afirma. Com franqueza e um senso de humor apurado, Bruce detalha as histórias por trás de suas canções mais famosas (como “Thunder road” e “Born in the USA”, além da faixa que empresta nome ao livro), o início de sua paixão pelo rock and roll (assistindo pela TV à icônica performance de Elvis Presley no The Ed Sullivan Show), os percalços do caminho até o sucesso, batalhas pessoais, motivações, esperanças, angústias, inseguranças e demônios.

Acima de tudo, muito mais que um enfileiramento de fatos sobre a trajetória espetacular de um astro do rock, a obra traz em primeiro plano o olhar único de alguém que soube contemplar como poucos o mundo ao seu redor. Por tudo isso, a autobiografia de Bruce Springsteen tem o poder de cativar tanto seus fãs quanto qualquer tipo de leitor – seja ele artista, louco ou simplesmente uma pessoa comum que a tenha a música como parte essencial da vida.