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Relacionamento de um casal sorodiferente é o foco de “Senhorita Aurora”, novo livro de Babi A. Sette pela Verus

image003.jpgFoi durante um jantar com o marido que “Senhorita Aurora” começou a se desenhar para Babi A. Sette. O romance entre uma bailarina e um renomado maestro que esconde ser soropositivo fez sucesso em ebook e figurou na lista dos mais vendidos na Amazon. Agora, o segundo livro de Babi pela Verus chega também às livrarias.

Para Nicole Alves, balé sempre foi como oxigênio. Aos quatro anos, calçou a sua primeira sapatilha. Dois anos mais tarde, foi aceita na melhor escola de danças do Rio de Janeiro. Os incontáveis treinos, que chegavam a oito horas por dia, a levaram a conquistar uma bolsa de estudos em uma das academias de balé mais conceituadas do mundo, a Companhia de Ballet de Londres. É lá que ela conhece Daniel Hunter, um maestro prodígio de temperamento difícil, que irá reger a próxima montagem de “A Bela Adormecida”.

Grosseiro, Daniel conhece o seu valor no meio musical e usa esta posição a seu favor. Sua influência lhe dá autonomia o suficiente para supervisionar os bailarinos, o que significa mais tempo para infernizar a vida de Nicole, escolhida para o papel de Aurora.

No caminho para o sonho de ter uma sólida carreira no balé, Nicole acaba se envolvendo com Daniel e descobre que ele esconde um segredo: o maestro é soropositivo.

Entre música clássica e sapatilhas de ponta, Babi A. Sette abre espaço para o debate sobre relacionamento de  sorodiferentes. Daniel, que contraiu o virus de uma ex-namorada, revela o dia-a-dia de um soropositivo. Ele é uma das 36,7 milhões de pessoas que vivem com HIV no mundo. Os dados são da UNAIDS, programa das Nações Unidas criado para ajudar no combate à AIDS. Mas, assim como 53% dos portadores do vírus, Daniel tem acesso ao tratamento correto e consegue manter uma vida de qualidade. Contudo, os soropositivos ainda sofrem com o preconceito e a falta de informação:

“Pude perceber que, apesar de todo o avanço da ciência com relação ao tratamento e à diminuição do risco de contágio, um dos grandes problemas ainda enfrentados por pessoas que vivem com HIV é o medo de revelar sua condição, assim como acontece com Daniel. O temor da rejeição, do preconceito, de ficar sozinho e de se tornar “a doença” e não mais um ser humano que, por infelicidade da vida ou de suas escolhas, contraiu um virus”, diz Babi.

“Senhorita Aurora” chega às livrarias este mês pela Verus

Sobre a autora:
Formada em Comunicação Social, sente-se metade psicóloga; e outra socióloga. Ama viajar, conhecer pessoas e descobrir lugares. Apaixonada por romances de época, jura que viveria feliz também no século 19. Atualmente, mora em São Paulo com o marido, a filha, um cachorro, um gato e seus personagens.

Babi A. Sette estreia na Verus com o romance de época “Não me esqueças”

image003 (1).jpgBabi A. Sette vai lançar seu romance histórico “Não me esqueças” na Bienal do Livro do Rio. O livro é a sua estreia na Verus, editora que vem revelando novos talentos nacionais, como Carina Rissi, Ana Beatriz Brandão e Eduardo Spohr.

A história se passa no século XVIII e apresenta Elizabeth, uma jovem de 21 anos apaixonada pela leitura e por tudo o que envolva a cultura celta. Há anos seus sonhos são ocupados por um lobo misterioso que até lhe renderam o apelido de “lobinha” entre os irmãos. A concorrida sociedade londrina nunca chamou a atenção de Lizzie, mas o zelo do marquês Henrique Devonport fez com que ela aceitasse o pedido de casamento do rapaz. Mas, ao flagrá-lo aos beijos com outra mulher, a jovem decide trocar de vez os concorridos salões de baile pelas estradas desertas e sinuosas das Highlands escocesas.

E é neste cenário digno de contos de fadas que Lizzie irá conhecer Gareth MacGleann, um enigmático e temperamental líder de clã que luta para manter suas tradições e seu povo em segurança. De alguma forma a presença de Gareth está ligada aos sonhos de Elizabeth. Vindos de mundos totalmente diferentes, os dois irão viver uma paixão proibida.

Para mergulhar ainda mais no universo celta, Babi viajou para a Escócia em um intenso trabalho de campo sobre mitos e simbologias. Várias particularidades dos celtas, considerados os primeiros povos civilizados a ocupar a Europa, estão retratadas em “Não me esqueças”.

Paulistana, Babi começou a escrever há três anos e já tem quatro livros publicados. Ela estará na Bienal do Livro do Rio de Janeiro nos dias 2 e 8 de setembro, às 11h e às 13h, respectivamente, no estande do Grupo Editorial Record.

Sobre a autora:
Formada em Comunicação Social, sente-se metade psicóloga; e outra socióloga. Ama viajar, conhecer pessoas e descobrir lugares. Apaixonada por romances de época, jura que viveria feliz também no século 19. Atualmente, mora em São Paulo com o marido, a filha, um cachorro, um gato e seus personagens.