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5 atividades aquáticas para se divertir no verão em Mônaco

O Principado de Mônaco tem uma localização privilegiada na Europa já que está à beira do Mar Mediterrâneo. Além de proporcionar um clima de balneário e uma paisagem marcante, estar tão próximo ao mar permite uma oferta de várias atividades e experiências aquáticas no destino, que podem ser vivenciadas pelos viajantes durante o verão europeu.

Além dos dois portos, cartões-postais do país com centenas de iates de todos os tamanhos atracados, há também três praias para aproveitar nos meses mais quentes do ano. A praia de Larvotto é a única pública e fica localizada mais ao leste do bairro de Monte-Carlo. O hotel Le Méridien Beach Plaza fica bem próximo dali e tem uma pequena e charmosa faixa de areia onde promove eventos para seus hóspedes, como um cinema ao ar livre. Já o hotel Monte-Carlo Beach, único hotel de temporada do destino e que fecha durante o inverno, também tem sua praia privativa e um beach club cheio de atividades. Quem se hospeda no local ou é hóspede do Hermitage Monte-Carlo e do Hôtel de Paris, hotéis do grupo Société des Bains de Mer, tem acesso gratuito ao clube. Quem quer apenas passar o dia e aproveitar toda a estrutura do beach club pode comprar pacotes diários que podem incluir, além do acesso, almoço em dos restaurante do hotel, tratamentos no spa e esportes aquáticos.

São muitas atividades, portanto, não deixe de incluir alguns dias no principado ao planejar seu roteiro para a Europa durante o verão. Veja abaixo uma lista de cinco atrações aquáticas para curtir no Monte-Carlo Beach Club durante uma viagem para Mônaco:

Parasailing: O parasailing é uma atividade que pode ser praticada por uma a três pessoas ao mesmo tempo. Os participantes são presos a um paraquedas, que é puxado por um barco, e levantam voo sobre o Mar Mediterrâneo. A vista é incrível e é uma experiência deliciosa pra fazer no principado.

Monte-Carlo Beach - Sports Nautiques
Parasailing. (Foto: Societé des Bains de Mer)

Flyboarding: uma experiência emocionante nas alturas que faz o participante voar sobre as águas graças a um sistema de turbina fixado em seus pés, que soltam jatos d’água, e é acompanhado de um jet ski. A atividade é supervisionada por instrutores qualificados.

Monte-Carlo Beach - Sports Nautiques
 Flyboarding. (Foto: Societé des Bains de Mer)

Jet ski: o aluguel de jet ski é uma das opções para quem quer explorar o Mar Mediterrâneo em alta velocidade. Para uma ou duas pessoas, o passeio tem duração de 20 ou 30 minutos. O Monte-Carlo Beach Club também oferece uma excursão de 1h30 de jet ski pela riviera acompanhada de um instrutor, que sai de Mônaco e vai até Saint-Jean-Cap-Ferrat.

Monte-Carlo Beach - Sports Nautiques
Jet Ski. (Foto: Societé des Bains de Mer)

Aluguel de barco: mediante uma reserva feita no dia anterior, é possível alugar um barco para explorar o Mediterrâneo ou a costa da riviera. Com capacidade para 2 a 6 pessoas, o barco está disponível entre 9h30 e 12h todos os dias.

Monte-Carlo Beach - Vues Extérieures
Aluguel de barcos. (Foto: Societé des Bains de Mer)

Esqui aquático – a clássica atividade aquática pode ser praticada a partir dos quatro anos de idade. Um barco puxa a pessoa que faz manobras utilizando um esqui nos pés. Os iniciantes são acompanhados de um instrutor.

Monte-Carlo Beach - Sports Nautiques
Esqui aquático. (Foto: Societé des Bains de Mer)

Os rios que desvendam a Borgonha e a Provença

Saôna e Ródano são os rios que atravessam e mostram minúcias da região da Borgonha, a casa dos vinhos Chardonnay; e da região de Provença, com seus incomparáveis campos de lavanda que começam a florescer ao final do mês de junho.

Dois rios, muitas surpresas. O Saôna e o Ródano unem suas águas para atravessar duas das mais belas regiões da França – Borgonha e Provença. Pela relevância turística, os meios para chegar às principais cidades destas regiões são fartos. Porém, navegar ao enlevo dos suaves cursos do Saôna e do Ródano é uma experiência realmente incomum. Além das cidades famosas, nas margens destes rios há vinhedos, vilazinhas, castelos – paisagens vistas de perto pelos viajantes, uma vez que as “estradas aquáticas” são de larguras estreitas, na grande extensão dos percursos.

Borgonha é da conta do Rio Saôna. Para alcançar este rio a partir de Paris é necessário ir até St. Jean de Losne, um percurso por terra que passa por Beaune – a capital francesa do vinho. A depender do pacote de cruzeiro fluvial nas rotas do Saôna e Ródano, há parada em Beaune para degustação. Formidável oportunidade para conhecer na origem os vinhos brancos produzidos a partir da uva Chardonnay – por exemplo, o Pouilly-Fuissé, o Saint Véran e o Mâcon-Villages Blanc; e os vermelhos e rosés, originados nas uvas Gamay e Pinot Noir.

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Provença. (Foto: Divulgação)

Após cruzar belas vilas e cidadezinhas, o Saôna chega a Lyon, um verdadeiro paraíso gastronômico. Aqui, é obrigatório visitar o mercado Quai Saint-Antoine, na Place des Célestins, e depois provar o vinho da região – o Beaujolais, em um dos excelentes restaurantes da cidade. É em Lyon que o Saôna cumpre a sua jornada, misturando-se com o histórico Rio Ródano, do qual é o maior afluente.

E lá vem Provença – banhada pelo Mediterrâneo e atravessada pelo Ródano, com seus inúmeros campos de lavanda que iniciam a floração ao final de junho. E lá vem o Rio, mostrando Vienne – repleta de relíquias medievais, famosa também pelo seu festival internacional de jazz; Tournon – uma das mais antigas cidades medievais da França; Avignon – a região do Châteaneuf-du-Pape, aonde são produzidas trezes variedades de uvas, entre elas, as tintas muscardin, syrac, terret noir; e as brancas, como clairette, bourboulenc e roussanne.

Finalmente, Arles. Aqui, sem prejuízo da qualidade dos vinhos, queijos e da gastronomia, a arte impera. Vincent Van Gogh e Eugène-Henri-Paul Gauguin fizeram de Arles (entre 1888 a1898) a sua morada. Lado a lado (literalmente, já que viviam no mesmo hotel), ali os dois artistas criaram belos quadros, conviveram, confraternizaram, brigaram e, por pouco, um (Gogh) não matou o outro.

O temperamental Picasso também esteve lá, e até hoje permanece através das obras expostas no Musée Réattu, para o qual doou pessoalmente 57 extraordinários desenhos. Datada do século XV, debruçada sobre a acentuada curva desenhada pelo Ródano ao margear Arles, a sede deste museu é, por si, uma peça de coleção para conhecer e admirar. Além de bela, Arles é singular. Uma singularidade que inclui proporcionar ao visitante observar os lugares retratados por Van Gogh (como a Casa Amarela, na Place Lamartine; e o cais do porto) a partir do exato ponto de vista escolhido pelo pintor, que viveu em Arles a fase mais produtiva da sua vida de artista.

Tudo isso fica ainda melhor: estamos na época quando as navegadoras fluviais europeias fazem excelentes promoções. É possível obter informações pelo telefone 3256-8288; e por e-mail: contato@avalon.tur.br