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Romance histórico “Um amor perdido” mostra o reencontro de um casal separado pela guerra, anos após a perseguição aos judeus

image005 (1).jpgAlyson Richman estava no cabeleireiro quando ouviu uma das clientes contar uma história em que a avó da noiva e o avô do noivo, que nunca haviam se encontrado antes da cerimônia dos netos, perceberam que já se conheciam antes da Segunda Guerra. Esse foi o pontapé inicial de “Um amor perdido”, livro premiado pelo Long Island Reads que conta a saga de Lenka, uma jovem estudante de arte que se apaixona por Josef, um médico recém-formado e irmão de sua melhor amiga.

Na Praga do pré-guerra, eles se casam, mas logo são forçados a se separarem graças aos desdobramentos da perseguição aos judeus na Europa. Os caminhos de Josef o levam para a América, onde tem a oportunidade de recomeçar. Para se livrar dos traumas da morte de vários conhecidos, ele se torna obstetra e se dedica a colocar novas esperanças no mundo. Por algum tempo, tentou encontrar o seu amor perdido, mas as notícias não foram animadoras. Acreditando que Lenka estava morta, casou-se novamente.

A narrativa é intercalada entre os relatos de Josef, que dá o tom saudoso contando como conseguiu ter uma nova vida nos Estados Unidos, longe daquela que foi o seu primeiro amor; e Lenka, que traz a triste realidade da guerra. Em um gueto judeu nos arredores de Praga, bem próximo dos fantasmas de um campo de concentração, ela sobrevive graças os seus dons artísticos e é obrigada a ajudar os nazistas com desenhos técnicos, ao mesmo tempo em que apoia o movimento de resistência dos judeus. Muitos anos depois, já viúvos e idosos, Josef e Lenka finalmente se encontram para uma última chance de viverem o amor.

“Um amor perdido” será lançado este mês pela Bertrand Brasil e fez parte do projeto VIB, que busca dar visibilidade a livros que são apostas da casa. O livro também está em processo de adaptação para os cinemas.

Alyson Richman é autora best-seller internacional de The Last Van GoghSeus romances foram publicados em dezoito idiomas. A autora vive em LongIsland com o marido e dois filhos.

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Um livro para quem ama livros

image004.jpgDuas mineiras, amigas inseparáveis e apaixonadas pela literatura. Uma é fiel atleticana, a outra… Nem tanto. A descrição se encaixa com os perfis de Gabi e Lívia, protagonistas do bem-humorado “Literalmente amigas”, mas esta também é a definição perfeita de Laura Conrado e Marina Carvalho, que uniram a amizade com o amor pelos livros na vida real para escrever a obra que será lançada este mês pela Bertrand Brasil.

Laura foi a responsável por inserir a paixão pelo esporte e a simpatia de Gabi. Mestranda, um pouco desorganizada financeiramente, dona de um coração enorme e habitante da “Gabilândia”, um mundo particular onde tudo dá certo no fim, Gabriela Uematsu é descendente de japoneses, tem um namorado perfeito e está sempre atrás de jobs para complementar o pagamento das contas. Ela ama arte e faz quadros incríveis, mas não se dá conta do próprio potencial. Apaixonada pelo Atlético Mineiro, Gabi também faz parte de um coletivo de torcedoras que militam contra o machismo e qualquer outro preconceito dentro (e fora) dos estádios.

Já Lívia, personagem escrita por Marina Carvalho, é centrada e caminha bem na sua carreira no mercado editorial. Lívia sabe estabelecer metas para o futuro e começa a ganhar mais destaque no seu trabalho atual. Apesar de independente e focada, seu histórico com homens folgados, falsos e traidores fazem com que sua vida pessoal não seja tão motivadora quanto a profissional.

Gabi e Lívia se conheceram em uma extinta rede social. Duas jovens empoderadas só poderiam ter se aproximado em um tópico cuja discussão era romances protagonizados por mulheres. O amor pela literatura fez com que as meninas migrassem para um blog, o “Literalmente amigas”, onde compartilham leituras, indicam lançamentos e também inspiram seus seguidores. Tanta afinidade pelo meio literário faz com que as duas descubram uma vaga na editora Espaçonave, a maior no mercado nacional, apontada como um dos melhores lugares para se trabalhar, segundo revistas especializadas na área.

Conforme avançam no processo seletivo, Lívia conhece um rapaz em sua padaria preferida enquanto estreita a amizade com o vizinho gato que acredita ser gay. Gabi finalmente se convence a participar de uma exposição de arte que irá premiar os três melhores trabalhos. Mas nem tudo dá certo. Motivadas pelas desconfianças e falsas suposições que envolvem disputar a mesma vaga de emprego com a sua melhor amiga, Lívia e Gabi começam a se afastar aos poucos.

“Literalmente amigas” é uma obra escrita a quatro mãos, sobretudo sobre amizade. Cheio de referências literárias, apresenta um pouco dos bastidores do mercado editorial e mostra o potencial feminino dentro dos estádios, nas artes e, claro, na literatura.

As autoras descrevem o trabalho em equipe:

“Ter a Laura como parceira de escrita neste projeto foi uma delicia, pois conseguimos trabalhar em harmonia, trocando ideias, capítulos e áudios, o que tornou o processo muito divertido”, diz Marina.

“Escrever com a Marina foi uma experiência incrível, que flui sem dificuldade, como se a história já estivesse escrita dentro da gente há muito tempo”, conta Laura.

“Literalmente amigas” chega às livrarias em maio.

Laura Conrado é ganhadora do Prêmio Jovem Brasileiro como destaque na Literatura em 2012. É autora do livro “Freud, me tira dessa!”, considerado o melhor chick-lit nacional de 2012 pela votação popular do Destaques Literários, dos sucessos teen “Só gosto de cara errado”, “Na minha onda”, entre outros.

Marina Carvalho, professora, casada e mãe de dois filhos, formou-se em Jornalismo pela PUC-Minas. Apaixonada por literatura, é autora de livros como “Elena”, “A menina dos olhos molhados” e “O amor nos tempos do ouro”.

Bertrand Brasil lança “O inimigo”, novo livro da série Jack Reacher, de Lee Child

image003.jpgA série Jack Reacher, de Lee Child, se destaca no mercado dos thrillers contemporâneos como uma das franquias mais bem sucedidas da atualidade. São mais de 100 milhões de exemplares vendidos no mundo e duas adaptações cinematográficas lançadas até agora. Nas telonas, o agente é interpretado por Tom Cruise. Este mês, a Bertrand lança o décimo livro do destemido policial do exército em mais uma investigação, desta vez ambientada nos primeiros dias da década de 90.

A virada do ano de 1990 foi atípica para a 110ª Unidade Especial da Polícia do Exército. Isso porque um general de alta patente foi encontrado morto em um motel de beira de estrada, na Carolina do Norte. Os primeiros indícios apontam para um “inocente” ataque cardíaco, mas quando Jack Reacher vai ao local investigar, percebe que estão faltando algumas peças neste quebra-cabeça.

A vítima estava viajando de Frankfurt para os Estados Unidos em razão de uma conferência. Os motivos que o levaram até o motel são desconhecidos, mas ele desviou do seu caminho de origem para dirigir mais de 500 quilômetros até o local em que foi morto. Sua pasta pessoal também desapareceu. Mas o caso começa a  ficar realmente complicado quando Jack vai até a casa da viúva do coronel comunicar o ocorrido e descobre que ela foi assassinada horas após a morte do marido.

Acompanhado de uma jovem tenente, Reacher embarca em uma caçada mortal que os leva dos humildes campos de um entreposto militar rural às tortuosas ruas de Paris, para um confronto com um inimigo desconhecido em meio a uma conspiração aterrorizante.

Lee Child é britânico de Coventry, e um leitor voraz desde a infância. Já ganhou oito prêmios, sendo o mais recente oSpecsavers’ National Book Award na categoria melhor livro policial do ano. Os livros da série Jack Reacher podem ser lidos em qualquer ordem, já foram traduzidos em mais de 40 idiomas e estão disponíveis em mais de 100 países no mundo.

Referência nos romances de época, Judith McNaught volta às prateleiras com “Um reino de sonhos”

image004.jpgRoyce Westmoreland, duque de Claymore, é o campeão do rei da Inglaterra. Conhecido como “Lobo Negro” e com fama de matador sanguinário, ele foi enviado para tomar as terras da Escócia, mas, pelo caminho, encontra duas jovens abadessas e as sequestra. As mulheres são as irmãs Brenna e Jennifer, filhas do líder do clã Merrick, um dos inúmeros inimigos do Lobo.

Jennifer é geniosa e atrevida, foi obrigada a viver por dois anos em uma abadia graças às mentiras de seu meio-irmão. Seu sonho é ser respeitada e poder lutar pelo bem de seu clã. Mas seu pai tinha outros planos para ela, assim como o Lobo, que, encantado por sua coragem e determinação, acaba se apaixonando pela jovem prisioneira. Em meio a essa tempestuosa relação, Jenny e Royce serão obrigados por uma aliança política a se casarem.

“Um reino de sonhos” abre a série “Dinastia Westmoreland” e marca o retorno de Judith McNaught às livrarias este mês, pela Bertrand Brasil. Considerada uma referência dos romances de época, a autora já vendeu mais de 30 milhões de exemplares. Seus livros são aclamados pelos fãs e o retorno de novas publicações da autora no Brasil era um pedido constante dos amantes do gênero. 

Judith McNaught nasceu em 1944. Antes de iniciar a carreira de escritora, trabalhou com comunicação e finanças, tornando-se a primeira mulher a assumir o cargo de produtora executiva da rádio CBS no estado do Texas. Publicou mais de quinze romances, entre eles “Alguém para amar” e “Tudo por amor”.

Bertrand Brasil lança “Um segredo doce e amargo”, romance de Barbara Delinsky

image003.jpgQuando criança, Nicole convidou sua melhor amiga, Charlotte, para passar as férias em sua casa de veraneio. Esse foi o começo de memoráveis verões em uma ilha no Maine. Por muitos anos elas foram inseparáveis, mas a vida as levou para caminhos diferentes. Nicole casou com Julian e agora mantém um blog de gastronomia. Charlotte se tornou escritora e já viajou o mundo com o seu trabalho.

Dez anos depois, elas estão juntas novamente para realizar um projeto em comum. Nicole foi convidada para produzir um livro com receitas típicas da ilha que costumava frequentar na infância. Para ajuda-la no projeto, ela convida Charlotte. Por mais que voltar àquele lugar traga à tona a emoção dos velhos tempos, segredos do passado podem mudar a vida das duas para sempre.

Barbara Delinsky é autora best-seller do New York Times, com mais de trinta milhões de exemplares vendidos no mundo todo. Atualmente, vive com a família na Nova Inglaterra. Para saber mais, acesse www.barbaradelinsky.com.

Bertrand lança nova edição de “A livraria”, cuja versão cinematográfica estreia este ano

Filme dirigido por Isabel Coixet ganhou o prêmio Goya de melhor filme, direção e roteiro adaptado

image004 (1).jpgEm uma cidadezinha do interior da Inglaterra, no fim dos anos 1950, uma viúva de meia-idade decide abrir uma livraria. O que a protagonista não esperava é que sua aparentemente simples iniciativa provocaria um enorme rebuliço na pequenaHardborough. Lançado pela primeira vez na década de 1970, “A livraria” volta às prateleiras pela Bertrand Brasil em fevereiro com capa do filme homônimo, que estreia este ano nos cinemas brasileiros. A nova edição tem apresentação assinada por David Nicholls, autor de “Um dia”. No texto, ele esmiúça trechos do romance, além de falar sobre a carreira da autora Penelope Fitzgerald, um dos grandes nomes da literatura inglesa, e de contar sua experiência como livreiro na época em que dividia seu tempo entre a livraria e os palcos de teatro, onde atuava em Londres.

No filme, dirigido pela espanhola Isabel Coixet, a atriz Emily Mortimer interpreta a protagonista Florence Green, cujo desejo de construir uma livraria esbarra nos interesses de Violet Gamart – nas telas, vivida por Patricia Clarkson. Poderosa e influente, Gamart tem outros planos para a centenária casa que a protagonista escolheu como sede para seu estabelecimento. “A livraria” foi finalista do Booker Prize em seu ano de lançamento. Já a versão cinematográfica foi uma das grandes vencedoras do prêmio Goya deste ano, entregue no início de fevereiro: levou os troféus de melhor filme, direção e roteiro adaptado.

Ao mesmo tempo em que escreve uma história quase bucólica sobre uma pequena vila de interior e seus costumes, Fitzgerald adiciona toques melancólicos e até sombrios ao mostrar o pior lado de uma sociedade baseada em privilégios sociais. No microcosmo de Hardborough – como na vida – a inveja e a crueldade que vêm atreladas ao poder podem atrapalhar o final feliz. Com sua escrita precisa, a autora conta uma história atemporal.

Penelope Fitzgerald (1916-2000) foi uma das mais célebres romancistas, poetas, ensaístas e biógrafas da Inglaterra do século XX. Ganhou o Booker Prize em 1979 com “Offshore”. Em 1999, ganhou o Golden Pen Award por sua contribuição à literatura.

Bertrand Brasil lança “A obsessão”, novo livro de Nora Roberts

image005.jpgNaomi tinha apenas 11 anos quando viu o pai sair de casa na madrugada e decidiu segui-lo escondida. O que deveria ser apenas uma brincadeira de criança se tornou um pesadelo. Isso porque Naomi descobre que o pai mantinha uma jovem em cativeiro no porão de uma casa abandonada. Quando ele vai embora, Naomi consegue liberar a refém e a acompanha até a delegacia para que faça uma denuncia. Esse não foi o único crime em que o pai da menina esteve envolvido. Ele também foi responsável pelo estupro e morte de outras vinte jovens.

Anos depois, agora Naomi é uma fotógrafa bem-sucedida que resolveu se distanciar da família e dos traumas do passado. Apesar de desejar ficar sozinha, ela acaba cedendo aos encantos de Xander, um mecânico da região. Mas mesmo certa de que está onde sempre quis, os crimes do pai ainda a atormentam.

Ganhadora de inúmeros prêmios e a primeira escritora a ingressar no hall da fama do Romance Writers of America, Nora Roberts já vendeu mais de meio bilhão de exemplares no mundo. “A obsessão” chega às prateleiras em novembro pela Bertrand Brasil.

Nora Roberts nasceu em Maryland e é a mais nova de cinco irmãos. Seus livros já foram traduzidos para mais de quarenta idiomas e permanecem, somados, quase mil semanas na lista dos mais vendidos do The New York Times – dessas, quase duzentas em primeiro lugar.

Betrand lança “O espelho secreto”, de M.J. Putney

image004.jpgAté o fim do século XVII, Londres era um lugar seguro para quem possuía magia. Porém, nem todos a usavam com discernimento. Era comum ver aqueles que se aproveitavam dos poderes para trapacear, persuadir ou até mesmo seduzir alguém. Outros preferiam usar a magia para influenciar no clima e favorecer suas terras, por exemplo. Mas quando a magia começou a atrapalhar os interesses da nobreza, eles decidiram bani-la da sociedade aristocrata. Agora marginalizada, quem possui poderes precisa escondê-los a todo custo. É o caso de Lady Victoria Mansfield, que aos 16 anos descobre ter habilidade de voar. Ela é a filha caçula do conde Fairmount, nascida em uma tradicional família londrina. Ninguém pode saber sobre o seu dom ou Victoria pode ser exilada na Abadia de Lackland, um temido reformatório capaz de “curar” quem nasceu com magia.

É nesta Londres histórica e cheia de encantamento que M.J Putney, alter ego de Mary Jo Putney, ambienta o seu “O espelho secreto”. Este é o primeiro livro juvenil da autora. A obra chega às livrarias em setembro pela Bertrand Brasil.

M.J. Putney é ganhadora de inúmeros prêmios, incluindo dois RITA e quatro Golden Leaf. Putney nasceu em Nova York e atualmente mora em Maryland.

“Perto o bastante para tocar” chega às livrarias este mês pela Bertrand Brasil

image004.jpgJubilee tem uma doença rara: ela é alérgica ao toque de outras pessoas, o que dificulta o seu convívio social. Sua vida se resume a roupas compridas e luvas para que nunca seja pega desprevenida. Até que certa vez, no colégio, ela foi beijada por um garoto e quase morreu. Além do fato de ter ficado hospitalizada, Jubilee ainda precisou lidar com a descoberta de que tudo não passou de uma aposta.

Humilhada, ela decidiu ficar em casa. Isso foi há nove anos e desde então Jubilee não pisou mais na rua. Pouco tempo depois do incidente na escola, sua mãe se casou e foi morar com o marido. Mas isto não foi um problema para Jubilee. Ela até se surpreendeu com a quantidade de coisas que poderia resolver através de um computador: faculdade, compras, cursos em Havard, pagar contas, conversar com desconhecidos em chats… Mas um dia seu padrasto ligou informando o falecimento da esposa e agora, sem a mesada que recebia da mãe, a jovem vai precisar arranjar um emprego. O que significa ter contato direto com outras pessoas.

Jubilee começa a trabalhar na biblioteca da cidade e é lá que conhece Eric, um homem divorciado que adotou o afilhado após os pais do menino falecerem. Deste encontro surge um interesse mútuo e Eric e Jubilee precisarão superar diversas situações para ficarem juntos.

Colleen Oakley é a autora best-seller de “Antes de partir”, escolhido pela revista People como um dos melhores livros do ano de 2015, além de ter conquistado indicações pela US Weekly e pelo Library Journal. Ela é jornalista e atualmente vive em Atlanta com o marido e dois filhos.

Bertrand Brasil lança novo título da série “Discworld”, de Terry Pratchett

image004.jpgUm dos dez autores britânicos mais vendidos de todos os tempos, Terry Pratchett está entre os maiores e mais queridos nomes da literatura fantástica no mundo. Sua série mais famosa, “Discworld”, já vendeu mais de 80 milhões de exemplares em 37 idiomas. Nos 41 livros já lançados da franquia, ele se inspira nas tramas mitológicas e folclóricas de autores como J. R. R. Tolkien e H. P. Lovecraft, mas sempre com seu tom de sátira e comentários sobre a política e a cultura contemporâneas. Em julho, chega às livrarias “Homens de armas”, terceiro volume de “Discworld” lançado pela Bertrand Brasil.

Discworld é um universo ficcional – de fato um disco achatado que se equilibra no dorso de quatro elefantes, por sua vez sustentados por uma tartaruga gigante – habitado pelos tipos mais diversos. Em “Homens de armas”, quem está no cerne da história é o time de vigilantes noturnos da Guarda Municipal da cidade de Ankh-Morpork. O grupo vai ter que lidar com ameaçadas inimagináveis quando surge a primeira arma de fogo da história de Discworld.

A partir das aventuras do Cabo Cenoura (tecnicamente um anão), do Policial-Lanceiro Porrete (de fato um anão), do Policial-Lanceiro Detritus (um troll), da Policial-Lanceira Angua (uma mulher… na maior parte do tempo) e do Cabo Nobbs (desqualificado da raça humana por agressão física), Pratchett reflete sobre política e violência com ironia e humor negro.

Terry Pratchett foi o autor de ficção que mais vendeu livros na Inglaterra na década de 1990. “Pequenos deuses” e “Lordes e damas”, também da franquia Discworld, foram publicados pela Bertrand Brasil, que também lançou dois exemplares da série “Tiffany dolorida”: “Um chapéu cheio de céu” e “Os pequenos homens livres”. “Belas maldições”, escrito por Pratchett em parceria com Neil Gaiman e também publicado pela editora, virará minissérie coproduzida pela BBC com estreia prevista para 2018. Pratchett morreu em 2015.