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“Perto o bastante para tocar” chega às livrarias este mês pela Bertrand Brasil

image004.jpgJubilee tem uma doença rara: ela é alérgica ao toque de outras pessoas, o que dificulta o seu convívio social. Sua vida se resume a roupas compridas e luvas para que nunca seja pega desprevenida. Até que certa vez, no colégio, ela foi beijada por um garoto e quase morreu. Além do fato de ter ficado hospitalizada, Jubilee ainda precisou lidar com a descoberta de que tudo não passou de uma aposta.

Humilhada, ela decidiu ficar em casa. Isso foi há nove anos e desde então Jubilee não pisou mais na rua. Pouco tempo depois do incidente na escola, sua mãe se casou e foi morar com o marido. Mas isto não foi um problema para Jubilee. Ela até se surpreendeu com a quantidade de coisas que poderia resolver através de um computador: faculdade, compras, cursos em Havard, pagar contas, conversar com desconhecidos em chats… Mas um dia seu padrasto ligou informando o falecimento da esposa e agora, sem a mesada que recebia da mãe, a jovem vai precisar arranjar um emprego. O que significa ter contato direto com outras pessoas.

Jubilee começa a trabalhar na biblioteca da cidade e é lá que conhece Eric, um homem divorciado que adotou o afilhado após os pais do menino falecerem. Deste encontro surge um interesse mútuo e Eric e Jubilee precisarão superar diversas situações para ficarem juntos.

Colleen Oakley é a autora best-seller de “Antes de partir”, escolhido pela revista People como um dos melhores livros do ano de 2015, além de ter conquistado indicações pela US Weekly e pelo Library Journal. Ela é jornalista e atualmente vive em Atlanta com o marido e dois filhos.

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Bertrand Brasil lança novo título da série “Discworld”, de Terry Pratchett

image004.jpgUm dos dez autores britânicos mais vendidos de todos os tempos, Terry Pratchett está entre os maiores e mais queridos nomes da literatura fantástica no mundo. Sua série mais famosa, “Discworld”, já vendeu mais de 80 milhões de exemplares em 37 idiomas. Nos 41 livros já lançados da franquia, ele se inspira nas tramas mitológicas e folclóricas de autores como J. R. R. Tolkien e H. P. Lovecraft, mas sempre com seu tom de sátira e comentários sobre a política e a cultura contemporâneas. Em julho, chega às livrarias “Homens de armas”, terceiro volume de “Discworld” lançado pela Bertrand Brasil.

Discworld é um universo ficcional – de fato um disco achatado que se equilibra no dorso de quatro elefantes, por sua vez sustentados por uma tartaruga gigante – habitado pelos tipos mais diversos. Em “Homens de armas”, quem está no cerne da história é o time de vigilantes noturnos da Guarda Municipal da cidade de Ankh-Morpork. O grupo vai ter que lidar com ameaçadas inimagináveis quando surge a primeira arma de fogo da história de Discworld.

A partir das aventuras do Cabo Cenoura (tecnicamente um anão), do Policial-Lanceiro Porrete (de fato um anão), do Policial-Lanceiro Detritus (um troll), da Policial-Lanceira Angua (uma mulher… na maior parte do tempo) e do Cabo Nobbs (desqualificado da raça humana por agressão física), Pratchett reflete sobre política e violência com ironia e humor negro.

Terry Pratchett foi o autor de ficção que mais vendeu livros na Inglaterra na década de 1990. “Pequenos deuses” e “Lordes e damas”, também da franquia Discworld, foram publicados pela Bertrand Brasil, que também lançou dois exemplares da série “Tiffany dolorida”: “Um chapéu cheio de céu” e “Os pequenos homens livres”. “Belas maldições”, escrito por Pratchett em parceria com Neil Gaiman e também publicado pela editora, virará minissérie coproduzida pela BBC com estreia prevista para 2018. Pratchett morreu em 2015.

Bertrand Brasil lança “Todas as constelações do amor”

A obra foi eleita um dos melhores livros de 2012 pelo New York Times

image004 (1).jpgSunny possui uma condição especial. Ela não tem nenhum cabelo no corpo. Seus pêlos jamais cresceram e os médicos nunca souberam explicar o porquê. Longe do local onde nasceu, ela tenta recomeçar em uma pacata cidade da Pensilvânia.

Agora casada, Sunny depende de perucas e cílios postiços, mas pelo menos ninguém desconfia de seu segredo. Seu marido, Maxon, trabalha na NASA e tem síndrome de Asperger. Eles se conheceram na infância e o amor surgiu diante do desejo urgente por uma conexão. Desde cedo os dois precisaram lidar com o preconceito e, por isso, se acostumaram a moldar suas vidas de forma que pudessem parecer “aceitáveis” aos olhos dos outros.

Grávida do segundo filho, Sunny se envolve em um acidente de trânsito que vai lhe dar uma nova perspectiva acerca do que realmente importa. De repente todos descobrem a sua verdadeira condição e tudo o que construiu com Maxon está prestes a se desfazer.

 “Todas as constelações do amor” chega às livrarias em julho.

Lydia Netzer nasceu em Detroit. Adora viajar, tocar guitarra, viajar e, claro, ler. Vive na Virgínia com seus dois filhos e o marido.

“Maria e o caso das gravuras desaparecidas”: o futuro de João e Maria após a história dos Irmãos Grimm

image004.jpgAnos se passaram após aquele dia na floresta em que João e Maria foram induzidos a entrar na casa feita de doces da bruxa. Mas o reflexo desta experiência de “quase serem assados” ainda acompanha os irmãos. Por isso, João divide a sua vida entre uma ida à taberna e a permanência na cozinha. Por outro lado, apesar de não conseguir ficar muito tempo sem guloseimas, Maria, agora com 35 anos, seguiu em frente e tornou-se uma reconhecida detetive particular.

Quando algumas gravuras do famoso Albrecht Dürer desaparecem do apartamento do herdeiro do pintor, Maria é procurada para solucionar este mistério. A recompensa pode ser generosa, o que faz a detetive viajar às pressas para Nuremberg com seu irmão, promovido a ajudante.

Mas em meio a um festival gastronômico que promete movimentar toda a cidade, com um anfitrião expansivo demais e duendes ranzinzas, Maria precisará usar toda a sua inteligência para descobrir a verdade, já que nem tudo em Nuremberg é o que parece.

P.J. Brackston é o pseudônimo de Paula Brackston, autora de “A filha da feiticeira” e “A feiticeira do inverno”, ambos publicados pela Bertrand Brasil. “Maria e o caso das gravuras desaparecidas” chega às livrarias em julho.

P.J Brackston é mestre em Escrita Criativa pela Universidade Lancaster. Foi agente de viagens, secretária, professora de inglês e até pastora de cabras antes de se tornar escritora. P.J vive nas montanhas do País de Gales com seus filhos.

“Carbono alterado” chega às livrarias pela Bertrand Brasil e, em breve, ganhará adaptação na Netflix

image004.jpgReferência no gênero cyberpunk, “Carbono Alterado” retrata a sociedade no século XXV, quando a humanidade avançou para toda a galáxia e morrer se tornou quase impossível. Isso porque os humanos possuem um implante no corpo onde suas memórias podem ser armazenadas. Então, se o indivíduo morrer, é possível fazer o download de tudo o que já viveu em um novo corpo, também chamado de capa. A morte, agora, é apenas um contratempo.

Takeshi Kovacs já foi reiniciado várias vezes. Ele é um ex-emissário da ONU e, como um “Enviado”, possui habilidades especiais. É por isso que, após sua última morte em um planeta a 186 anos-luz de distância, ele acorda na Terra, inserido em uma nova capa e com uma missão. Kovacs é contratado por um poderoso magnata chamado Laurens Bancroft que quer descobrir quem assassinou o seu último corpo. A polícia afirma que foi suicídio, mas Laurens garante que nunca se mataria. O ricaço tem muitos inimigos e não foi possível recuperar a memória de seus últimos momentos.

Kovacs tem seis semanas para solucionar este mistério e durante este tempo, Luarens será responsável por todas as despesas da investigação. Uma vez bem sucedido, o detetive terá sua liberdade e poderá voltar para o seu planeta natal. Mas o que ele não sabe é que ao aceitar esta missão, estará no centro de uma conspiração perversa até mesmo para uma sociedade que trata a existência humana como produto.

“Carbono Alterado” é o romance de estreia de Richard Morgan. O livro vai virar uma série de dez episódios na Netflix, ainda sem previsão para lançamento. O elenco conta com Joel Kinnaman (Esquadrão Suicida) no papel do protagonista e James Purefoy como Laurens Bancroft.

Richard Morgan é autor de diversos livros de ficção científica e fantasia. Foi tutor do departamento de língua inglesa na Strathclyde University antes de sua carreira de escritor deslanchar. Fluente em espanhol, já morou em Madrid, Istambul, Ancara, Londres e Glasgow. Atualmente vive no Reino Unido com a esposa e o filho.

Bertrand Brasil lança novo livro da série Jack Reacher, de Lee Child

O icônico personagem já foi vivido duas vezes no cinema por Tom Cruise

image004.jpgFranquia mais bem-sucedida do mercado editorial segundo a revista Forbes, a série Jack Reacher já vendeu mais de 100 milhões de exemplares em todo o mundo, e alçou Lee Child ao seleto grupo de melhores autores de thriller contemporâneos. No cinema, o icônico personagem foi interpretado por Tom Cruise em dois filmes. No fim de maio, chega às livrarias “Acerto de contas”, a nona aventura do ex-militar durão lançada pela Bertrand Brasil por aqui.

Na trama, Reacher dá de cara com uma figura de seu passado: um homem investigado por cometer um crime quando o protagonista ainda atuava na Polícia do Exército. Na época, a investigação enfrentou problemas e o suspeito foi dado como morto. Mas, dez anos depois, aparece bem vivo na frente de Reacher.

Para tentar desvendar o que aconteceu, ele vai trabalhar infiltrado. Isolado numa casa afastada, e em meio a e inimigos, ele terá que convencê-los de seu disfarce. Além de fazer justiça com o suspeito do passado, Reacher terá outra tarefa: uma agente do FBI, que estava infiltrada no mesmo local, desapareceu há dias. Assim, o ex-militar terá o apoio da instituição, mas, no fundo, só pode mesmo contar com a própria inteligência para não ser flagrado.

Lee Child é britânico de Coventry. Os livros da série Jack Reacher podem ser lidos em qualquer ordem, já foram traduzidos em mais de 40 idiomas e estão disponíveis em mais de 100 países no mundo.

Bertrand Brasil lança versão trilíngue e com conteúdo inédito de “Regurgitofagia”, do artista carioca Michel Melamed

Livro inspirou espetáculo homônimo apresentado em várias capitais brasileiras e no exterior pelo performer, que agora está em cartaz no MASP com a peça “Monólogo público”

image005.jpg“Regurgitar: expelir, fazer sair o que em uma cavidade está em excesso, principalmente do estômago.” “Fagia: comer”.  As definições compõem a obra e ao mesmo tempo sintetizam a essência de “Regurgitofagia”, livro de Michel Melamed que deu origem ao espetáculo homônimo, apresentado pela primeira vez em 2004.  A Bertrand Brasil publica agora sua 5ª edição e com novidades: fotos, textos inéditos e conteúdo trilíngue, em português, inglês e francês.

Integrando diferentes tipos de linguagem, como teatro, poesia falada, stand-up comedy e artes plásticas, “Regurgitofagia” iniciou a Trilogia Brasileira de Melamed, também formada pelos espetáculos “Dinheiro grátis” e “Homemúsica”. Por meio de uma interface tecnológica, as reações sonoras da plateia, fossem vaias, risos, aplausos e tosses eram captadas e transformadas em descargas elétricas sobre o corpo do ator.

Tanto o livro como o espetáculo foram pensados para provocar reflexões políticas e estéticas baseadas no manifesto modernista antropofágico. De um lado, sua performance abraça e, ao mesmo tempo, se distancia de certos pressupostos modernistas; de outro, radicaliza determinadas práticas definidoras da arte contemporânea.

Nova edição de “Belas maldições”, de Neil Gaiman e Terry Pratchett, chega às livrarias

A obra, escrita em conjunto por dois dos maiores autores de fantasia do mundo,
vai ganhar uma versão para a TV em 2018

image004.jpgParceria entre dois dos maiores autores de fantasia do mundo, “Belas maldições”, de Neil Gaiman e Terry Pratchett, é o livro favorito de muitos fãs do gênero. Em maio, a Bertrand Brasil lança edição revisada e com capa renovada da obra, que vai ganhar uma adaptação para a TV em 2018.

A trama acompanha dezenas de personagens no que parecem ser os últimos dias antes do fim do mundo. Crowley, um demônio, e Aziraphale, um anjo, representam o que há de Bom e Mau no planeta. Mas, depois de 4 mil anos vivendo por aqui, eles se tornaram grandes amigos e desenvolveram certo gosto pela humanidade. Para tentar evitar o armagedom, eles precisam encontrar o Anticristo, um menino de 11 anos.

Mas a tarefa não será das mais fáceis, porque aparentemente o Anticristo foi confundido na maternidade e acabou crescendo no lugar errado, com a família errada. No caminho, eles ainda vão topar com uma jovem bruxa que foi a única a prever corretamente o fim do mundo, alguns caçadores de bruxa e até os quatro cavaleiros do apocalipse, que têm trabalhos bem mundanos: Guerra e Fome, por exemplo, são respectivamente uma repórter correspondente de guerra e um magnata do fast food.

Descrito pelo jornal San Francisco Chronicle como “o Livro do Apocalipse como se fosse reescrito pelo Monty Python”,“Belas maldições” reúne as melhores características dos dois autores, num mergulho hilário e um tantinho nonsense num mundo de fantasia cheio de referências.

Produzida pela BBC Studios, a série de TV inspirada em “Belas maldições” será exibida pela Amazon em 2018. O próprio Neil Gaiman escreveu os roteiros dos seis episódios. “Há quase 30 anos, Terry Pratchett e eu escrevemos o livro mais engraçado que conseguimos conceber sobre o fim do mundo, povoado por anjos, demônios, um anticristo de 11 anos e os quatro cavaleiros do apocalipse. É o livro favorito de muita gente. E, três décadas depois, ele vai chegar às telas. Gostaria que Sir Terry estivesse vivo para ver isso”, disse Gaiman num comunicado em janeiro, quando a produção foi anunciada.

“Rastros de sangue” é o novo romance policial de Val McDermid

image003.jpgTony Hill é o chefe de uma força policial especializada em traçar o perfil psicológico dos assassinos. E o misterioso desaparecimento de jovens em vários lugares da Grã Bretanha pode ser o exercício ideal para a equipe de Hill. Eles precisam levantar detalhes sobre as garotas e encontrar uma conexão entre os casos, porém as autoridades estão convencidas de que não passam de meninas fugindo de casa tentando chamar a atenção.

Integrante do time, a oficial Shaza surge com uma hipótese: um famoso jogador pode ser o nome por trás dos sumiços. Ela logo vira motivo de piada entre os colegas por causa dessa ideia. Até um deles aparecer morto.

Disposto a desmascarar o assassino, Tony embarca em um mundo de terror psicológico, um jogo onde a caça e o caçador são papeis que podem facilmente ser trocados.

Val McDermid já ganhou importantes prêmios como o Antony Awards e a Adaga de Ouro da Associação dos Escritores de Mistério da Inglaterra. Reconhecida pelos seus romances policiais, a autora já vendeu mais de 20 mil livros no Brasil. “Rastros de sangue” chega ao país este mês pela Bertrand Brasil.

Bertrand Brasil lança terceiro romance de Alessandro D’Avenia, um dos nomes da nova geração de autores italianos

“O que o inferno não é” retrata a perda de inocência de um garoto de 17 anos

image004 (1)Representante de uma nova e festejada geração de autores italianos, Alessandro D’Avenia já vendeu 1,5 milhão de exemplares na Itália com apenas três livros lançados. Em março, o terceiro chega por aqui pela Bertrand Brasil. Em “O que o inferno não é”, D’Avenia parte de uma história real e de lembranças de sua adolescência para escrever um delicado e poético romance de formação.

A trama se passa na cidade de Palermo, na região da Sicília, em 1993. Federico é um garoto de 17 anos cheio de dúvidas sobre a vida. Seu amor pelas palavras e pela poesia o torna um estranho aos olhos da maioria dos outros jovens.  É chamado pejorativamente de “Poeta” pelas ruas, não leva o menor jeito com as meninas ou com as coisas práticas do dia a dia. Quando a história começa, está prestes a embarcar para a Inglaterra, onde vai estudar durante as férias de verão.

Mas o garoto tem uns dias livres antes de viajar e, numa conversa com o padre Pino Puglisi, seu professor de religião, concorda em ajudá-lo a cuidar de algumas crianças em Brancaccio. Trata-se de um bairro pobre de Palermo onde Federico, um garoto de classe média, nunca pôs os pés. Trata-se também do reduto da Cosa Nostra, uma das organizações da máfia italiana.

O padre é conhecido por lá: se esforça para dissuadir as crianças e adolescentes de entrar na vida do crime; tenta a todo custo construir uma escola no bairro; e se arrisca diariamente ao confrontar os homens que comandam a região. Ao seu lado, Federico terá a experiência de conhecer uma realidade cruel e totalmente diferente da sua, algo que vai mudar sua vida – e de vários ao seu redor – para sempre.

A história real de Pino Puglisi chocou a Itália nos anos 1990. O padre foi assassinado pela máfia graças a sua política de enfrentamento em Brancaccio. Alessandro D’Avenia foi aluno de Puglisi em Palermo, e o enredo de “O que o inferno não é” é em parte inspirado nos acontecimentos de sua própria vida.

Os livros anteriores de D’Avenia, “Branca como o leite, vermelha como o sangue” e “Coisas que ninguém sabe”, também foram lançados aqui pela Bertrand Brasil. Aos 39 anos, ele já se consolida como um dos novos nomes mais importantes da literatura italiana, e escreve de forma sensível e erudita sobre os turbulentos anos da adolescência.