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Record lança best-seller “O casal que mora ao lado”, thriller sobre bebê que desaparece

O livro da escritora Shari Lapena já teve seus direitos vendidos para 24 países

image004.jpgNo dia do aniversário de Graham, ele e sua esposa Cynthia convidam os vizinhos para jantar. Os quatro são amigos e moram em casas geminadas, coladas parede com parede. Marco acha que será bom para Anne, que está sofrendo de depressão pós-parto depois do nascimento da filha, Cora. Quando a babá desmarca com o casal em cima da hora, eles decidem deixar a bebê de seis meses em casa e ir ao jantar. Levam a babá eletrônica e se revezam para, de meia em meia hora, dar uma olhada na menina. Mas, quando voltam do jantar, a criança não está lá.

Em “O casal que mora ao lado”, a autora Shari Lapena retrata com precisão a angústia dos pais enquanto desenrola uma teia de acontecimentos e reviravoltas até o impactante desfecho. A narrativa, sempre no tempo presente, contribui para criar o sentimento de urgência e desespero que envolve o desaparecimento de um filho.

Marco e Anne chamam a polícia, e logo o time comandado pelo investigador Rasbach se instala na casa. Ao não encontrar nenhuma evidência de que alguém tenha entrado no local, o detetive passa a, cada vez mais, desconfiar dos próprios pais da criança. Junta-se a esta equação os pais milionários de Anne – cujo dinheiro seria motivo para um possível sequestro – e a relação, na verdade um tanto conturbada, com os vizinhos.

 “O casal que mora ao lado” ficou sete semanas na lista de mais vendidos no Reino Unido e também entrou na lista do New York Times. Os direitos de publicação já foram adquiridos por 24 países.

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Amor e mitologia em um guia de relacionamentos

image003.jpgEm “O guia mitológico do namoro”, Francesca Lia Block analisa os relacionamentos através das lentes da mitologia. Ao comparar o namoro com uma floresta encantada cheia de criaturas com hábitos e comportamentos peculiares, a autora traça a personalidade de homens e mulheres e a associa com os seres mitológicos.

Segundo a autora, uma “mulher duende”, por exemplo, costuma ser divertida e despreocupada, apaixonada por atividades ao ar livre. Mas aquelas que são mais sensíveis do que aparentam e adoram uma vida noturna agitada, são consideradas “mulheres vampiras”. A mesma análise também é feita em perfis masculinos. Homens charmosos, embora tímidos, são considerados “lobisomens”, enquanto os “sátiros” são aqueles calmos e controlados.

Entre centauros, ninfas, dríades e espíritos da floresta, Francesca aposta em uma linguagem ousada e divertida para proporcionar ao leitor uma abordagem diferente e inusitada sobre o amor. Tudo dentro do mundo da mitologia. Ela ainda apresenta combinações para cada ser mitológico e explica como eles podem se relacionar.

Francesca Lia Block é autora de best-sellers de ficção, não-ficção e poesia, com obras publicadas no mundo inteiro — desde a pioneira série para jovens adultos Weetzie Bat a uma coleção de literatura erótica mágico-realista. Seus diversos prêmios incluem o Margaret A. Edwards Award pelo conjunto da obra de literatura jovem adulta.

Autora best-seller da Coreia do Sul chega às livrarias brasileiras pela primeira vez

Gong Ji-Young já vendeu 10 milhões de exemplares de seus livros em 12 países

image005.jpgUma das autoras mais populares da Coreia do Sul, Gong Ji-Young já vendeu 10 milhões de exemplares de seus livros em mais de 12 países. Sua influência na cultura de seu país é tanta que uma de suas obras, “The crucible”, chegou a provocar uma mudança na legislação coreana. Em março, a obra da best-seller chega pela primeira vez ao Brasil, com o lançamento de “Nossas horas felizes”, pela Record.

A trama acompanha a protagonista Yujeong, uma jovem de classe alta que, aos 30 anos, não consegue se conectar com ninguém ou encontrar sentido para a vida. Já tentou o suicídio três vezes e, sem sucesso até nisso, vive uma vida sem qualquer perspectiva. A família também não faz muito esforço para entender seus conflitos, a não ser sua tia Monica, uma freira com quem Yujeong sempre teve uma boa relação.

Para tentar ajudar a sobrinha, a religiosa a convoca a acompanhá-la semanalmente à prisão da cidade, onde ela costuma visitar presos que estão no corredor da morte. Ali, Yujeong conhece Yunsu, jovem condenado por um crime hediondo e que também está ansioso para morrer. A autora intercala os capítulos narrados em primeira pessoa por Yujeong com as anotações do diário de Yunsu, escritas por ele na cadeia. Aos poucos, fica claro que mesmo pertencendo a classes sociais totalmente distintas, com experiências de vida bem diferentes, os dois compartilham um passado de abusos e traumas, físicos e psicológicos.

Nos encontros, os dois refletem sobre morte, amor e perdão. A conexão desenvolvida entre os personagens acaba despertando em ambos, novamente, a vontade de viver.

“INSANITY”, DE PEDRO MACIEL, É NOVA APOSTA DE LITERATURA DISTÓPICA NACIONAL

Livro é empolgante e fala sobre destino, descobertas e mistérios

6a49fe91-b31c-4fe7-a04f-29fba708b844Pedro Maciel no livro Insanity conta a história de Bluye, uma jovem que acorda sem memória na cidade de São Paulo – agora devastada e insana, tomada por uma realidade distópica. A garota precisa correr dos perigos que a cercam e, ao mesmo tempo, lutar contra eles pela sua própria vida. Mas o pior dos seus problemas era ainda mais complicado: a garota não lembrava nada sobre suas origens.

Em sua jornada repleta de ação, Bluye recebe a ajuda de um menino que diz ser seu noivo, o qual a ajuda a fugir do laboratório onde estão presos. Ele também não tem respostas sobre o que está acontecendo e perdeu suas lembranças, mas juntos os jovens tentam sobreviver aos riscos que estão sujeitos no decorrer dessa aventura.

Uma história de tirar o fôlego, Insanity é a aposta nacional de literatura distópica. No estilo de best-sellers como Maze Runner: Correr ou Morrer e Jogos Vorazes, a obra é intrigante e, ao mesmo tempo, arrebatadora. Com linguagem direta e um enredo contemporâneo, Insanity proporciona uma leitura empolgante que fala sobre destino, descobertas e mistérios.

Augusto Cury fala sobre o filme ‘O Vendedor de Sonhos’, baseado em sua obra

DIRIGIDA POR JAYME MONJARDIM, ADAPTAÇÃO DO LIVRO PARA O CINEMA CONTA COM DAN STULBACH E CESAR TRONCOSO NO ELENCO. ESTREIA SERÁ EM 8 DE DEZEMBRO

Psiquiatra e escritor mais lido do país na última década, Augusto Cury conta que está muito alegre por ter sido convidado a levar seu best-seller ‘O Vendedor de Sonhos’ ao cinema, com direção de Jayme Monjardim. “É mais uma oportunidade de estimular as pessoas a perceberem que vale a pena viver a vida, mesmo quando o mundo desaba sobre nós”, diz ele em vídeo de making of recém-divulgado.

Augusto Cury falas sobre o filme "O Vendedor de Sonhos". (Foto: Divulgação)
Augusto Cury falas sobre o filme “O Vendedor de Sonhos”. (Foto: Divulgação)

Protagonizado por Dan Stulbach, como Julio César, e pelo ator uruguaio César Troncoso, como Mestre, o filme traz ainda no elenco Thiago Mendonça, Kaik Pereira, Leonardo Medeiros e Mallu Valle, entre outros. O roteiro é de L.G. Bayão, com a colaboração de Augusto Cury e LG Tubaldini Jr.

“O Vendedor de Sonhos” chega aos cinemas em 8 de dezembro. O longa foi produzido por LG Tubaldini Jr e André Skaf (Filmland Internacional), em parceria com Warner Bros. Pictures e Fox International Pictures. A distribuição é da Warner Bros. Pictures e Fox Film do Brasil.

‘O Vendedor de Sonhos’, baseado na obra homônima de Augusto Cury, chega às telas de cinema

LONGA DIRIGIDO POR JAYME MONJARDIM E ESTRELADO POR DAN STULBACH E CÉSAR TRONCOSO ESTREIA EM 8 DE DEZEMBRO

"O Vendedor de Sonhos" chega em dezembro nos cinema. (Foto: Divulgação)
“O Vendedor de Sonhos” chega em dezembro nos cinema. (Foto: Divulgação)

O best-seller ‘O Vendedor de Sonhos’, de Augusto Cury, com mais de 2,5 milhões de cópias vendidas, ganhará neste ano uma versão cinematográfica com direção de Jayme Monjardim. O filme, que tem roteiro de L.G. Bayão com a colaboração de Augusto Cury e LG Tubaldini Jr., traz como protagonistas Dan Stulbach e o ator uruguaio César Troncoso. No elenco também estão Thiago Mendonça, Kaik Pereira e Leonardo Medeiros, entre outros.

O filme conta a história de Julio César (Stulbach), um psicólogo que é convencido a desistir da ideia de se matar por um  morador de rua conhecido como Mestre (Troncoso). A partir daquele momento, os dois começam uma jornada que mudará suas vidas.

“O Vendedor de Sonhos” é uma produção de LG Tubaldini Jr e André Skaf (Filmland Internacional) em parceria com Warner Bros. Pictures e Fox International Pictures, com distribuição da Warner Bros. Pictures. A estreia em circuito nacional está marcada para 8 de dezembro.

Um dia na biblioteca

Entrar na biblioteca do senhor Lemoncello pode ser simples, mas é preciso ter sorte e inteligência para desvendar os enigmas que levam à saída. Best-seller do New York Times, a obra chega às livrarias em junho pela Bertrand Brasil

Bertand Brasil lança novo livro. (Foto: Divulgação)
Bertand Brasil lança novo livro. (Foto: Divulgação)

Após doze anos, finalmente a biblioteca municipal de Alexandriaville abrirá as portas ao público. E o seu maior benfeitor é ninguém menos que o excêntrico Luigi Lemoncello: milionário criador de uma série de jogos eletrônicos e de tabuleiro, que são sensação entre os jovens.

Para celebrar a abertura, doze adolescentes de doze anos serão selecionados através de um concurso de redação para passar a noite na biblioteca e conhecê-la em primeira mão. Um dos escolhidos é Kyle, caçula da família Keeley, e fanático pelos produtos do senhor Lemoncello.

Dentro da biblioteca, os escolhidos se deparam com três andares de um imenso catálogo literário, além de toda a tecnologia de última geração que só o magnata poderia proporcionar. Estátuas de autores clássicos e contemporâneos, um imenso chafariz e o holograma de uma antiga bibliotecária fazem parte do grande aparato. Porém, ao amanhecer, as portas estão trancadas e, para descobrir a saída, os adolescentes precisarão encontrar e decifrar os enigmas espalhados pelas prateleiras. O vencedor será o próximo garoto propaganda dos jogos Lemoncello e ganhará uma série de prêmios.

Dono de mais de 20 prêmios e honrarias regionais nos Estados Unidos, “Fuga da biblioteca do Sr. Lemonchello” apresenta inúmeras referências da literatura. Nesta divertida aventura em busca da saída, o leitor também pode participar decifrando as charadas e anagramas.

V&R Editoras lança “A maldição do vencedor”

Livro de Marie Rutkoski inaugura o novo selo Plataforma 21, destinado ao público jovem

V&R Editoras lança "A maldição do vencedor". (Foto: Divulgação)
V&R Editoras lança “A maldição do vencedor”. (Foto: Divulgação)

Aclamado pela crítica e público norteamericano — e reconhecido como “uma mistura de Game of Thrones com Romeu e Julieta para adolescentes” —, A maldição do vencedor, da escritora Marie Rutkoski, chega às livrarias brasileiras em junho de 2016, inaugurando o selo da V&R Editoras para o público jovem: Plataforma 21.

Muito aguardado pelos leitores brasileiros, o livro conta a história da jovem Kestrel, filha do general Trajan, o mais importante e condecorado do Império Valoriano. Ao completar 18 anos, a jovem deve tomar uma decisão: se casar com algum membro da sociedade ou se alistar no exército. Mas ela não se interessa por nenhuma dessas opções: tudo o que ela quer é ser dona do próprio destino.

Certo dia, enquanto circula por uma feira na área menos nobre da cidade, Kestrel se depara com um leilão de escravos. Desafiando seus próprios instintos, ela acaba participando do leilão e paga um preço muito elevado por Arin, um escravo incomum aos olhos de todos. Arin é impetuoso, se recusa a obedecer determinadas ordens e aparenta esconder um grande segredo. No decorrer da história, Kestrel e Arin acabam se envolvendo em conspirações e acontecimentos que fogem ao controle deles, e precisam contar com estratégias para sobreviver.

“É uma história de amor e inteligência, na qual duas pessoas muito sintonizadas com o mundo ao seu redor são capazes de fazer um tipo de dança mental uma com a outra”, define a autora. A ideia do livro surgiu, segundo ela, em uma aula de arte clássica na universidade e sobre uma conversa a respeito do termo “maldição do vencedor” – jargão utilizado nas ciências econômicas para indicar que o valor gasto em uma compra pode ser excessivamente maior que o valor real do objeto adquirido. É uma vitória vazia, em que se ganha e se perde ao mesmo tempo. Inspirada por este conceito, a autora imaginou uma situação em que alguém conquistasse algo que lhe custasse um alto preço emocional.


A maldição do vencedor é o primeiro volume da Trilogia do Vencedor, que ainda conta com O crime do vencedor, prometido pela Plataforma 21 para o segundo semestre de 2016, e O beijo do vencedor, previsto para o primeiro semestre de 2017.

 

Da guerra civil em Serra Leoa aos palcos de balé

Grupo Editorial Record lança novo livro. (Foto: Divulgação)
Grupo Editorial Record lança novo livro. (Foto: Divulgação)

Quem vê a bailarina Michaela DePrince no Álbum Visual recém-lançado da cantora Beyoncé, na faixa “Freedom”, que fala sobre a igualdade racial, não imagina os percalços que a jovem passou para chegar até ali. Quando nasceu, seu tio falou para seu pai: “É uma pena que o Hamarttan tenha lhe trazido uma menina… Uma menina manchada e inútil que não vai nem conseguir um bom dote para você”. O ódio do tio contra a sobrinha que, além de mulher, nasceu com vitiligo, gerando o apelido de “menina demônio”, contrasta com a bondade dos pais. Desde cedo, Mabinty, nome de batismo de Michaela DePrince, foi incentivada a aprender a ler e a escrever, o que era incomum na aldeia.

Nascida em uma Serra Leoa devastada pela guerra civil, Mabinty teve que aprender a superar a dor da perda de seus pais. A mãe morreu de febre de Lassa, enquanto o pai foi brutalmente assassinado pelos jovens rebeldes da Frente Revolucionária Unida. Sem a família, o tio Abdullah a vendeu para um orfanato. Foi lá que os rebeldes cruzaram novamente o caminho da futura bailarina, na época com apenas quatro anos. Os debils, como eram chamados, invadiram o local para transformá-lo na nova sede do grupo.

Transferida para um campo de refugiados, tudo mudou quando Mabinty e sua melhor amiga foram adotadas pela família americana DePrince. A partir daí, novas oportunidades se abriram para as meninas. Como Michaela relata no livro: “(Emma) havia me defendido, protegido, assim como minha mãe africana teria feito. Ela era minha mãe a partir de então. Fazia muito tempo que não me sentia protegida”.

A vida nos Estados Unidos era totalmente diferente da que deixou em Serra Leoa. E foi lá que Mabinty, agora Michaela DePrince, pôde investir em sua paixão pelo balé. O que antes era apenas um sonho estampado em uma revista, tornou-se realidade quando sua professora de dança a inscreveu para um curso de verão no Dance Theatre of Harlem, conceituada academia de balé de Nova York. E este foi apenas o começo. Michaela também tem passagem pelo American Ballet Theatre, Jacqueline Kennedy Onassis School, South African Ballet Theatre’s.

Desde 2013, Michaela integra a Dutch National Ballet, em Amsterdam.