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Thriller psicológico “A farsa” chega às livrarias pela Bertrand Brasil

Para leitores de “A garota do trem”, em “A farsa”, quatro amigas viajam de férias para as montanhas do Nepal, mas só duas voltam para casa

image003.jpgJane Hughes recomeçou a vida em uma cidade no interior do País de Gales, onde trabalha em um abrigo de animais. Seu nome de batismo, Emma Woolfe, ficou esquecido no passado, quando uma desastrosa viagem de férias com suas melhores amigas para um hotel nas montanhas do Nepal, terminou com a morte de duas delas.  Cinco anos depois, parece que essa história está preparada para voltar à tona. Em mais um dia normal de trabalho, Jane recebe uma carta anônima de alguém que sabe os seus segredos e esse alguém está disposto a infernizá-la. As mensagens se tornam frequentes e a única saída é procurar Al, a outra amiga sobrevivente, com quem Jane não fala desde o desastre.

Envolto em segredos, “A farsa” é um thriller psicológico nos moldes de “A garota no trem”. A narrativa, dividida entre o passado e o presente de Emma, mostra que o hotel no Nepal não era tão inofensivo quanto parecia. Em um lugar sem comunicação com o mundo externo, a amizade entre as cinco mulheres é lentamente colocada à prova até, finalmente, se romper. “A farsa” chega às livrarias pela Bertrand Brasil.

C. L. Taylor mora em Bristol. Começou a escrever ficção em 2005. Seus contos receberam muitos prêmios e foram publicados em diversas revistas literárias e publicações direcionadas para o Público feminino. Saiba mais em www.cltaylorauthor.com.

Bertrand Brasil lança nova edição do infantil “Filhote de Cruz-Credo”, história em tom autobiográfico do escritor Fabricio Carpinejar

Livro fala de temas como bullying e autoestima de forma bem humorada

image005.jpg“Sou feio, feio de nascença, mais feio do que você possa desenhar.” É assim que começa o livro “Filhote de Cruz-Credo”, de Fabricio Carpinejar. Considerado um dos nomes mais relevantes da poesia contemporânea, o escritor gaúcho foi vítima de bullying na infância. Num relato autobiográfico, ele conta como usou o bom humor e a inteligência para recuperar a autoestima.

Fabricio teve uma série de apelidos: panqueca, cavalinho de pau, cara de morcego e até placenta. Um dia quando tomou um banho gelado e o espelho não embaçou, analisou minuciosamente seu rosto e foi correndo para a mãe perguntar se era feio. Como ela já havia perdido a paciência com o menino, que não acreditava ser bonitinho, disse por fim que ele era feio, sim.

A partir desse episódio em casa, Fabricio chegou à conclusão de que o jeito era aceitar as brincadeiras e fugir delas quando tinha escolha. Por isso, atravessava a rua para não cruzar com as pessoas e ficava o recreio todo dentro da sala para não encarar os colegas da escola. Até que um dia, quando foi chamado de panqueca pela primeira vez, resolveu revidar, caçoando dos cabelos na orelha da menina que lhe deu o apelido. “Panqueca” e “Orelha cabeluda” acabaram se aproximando e namoraram. E, com o tempo, o menino aprendeu a se sentir bonito do seu jeito.

Bertrand lança novo livro de Naomi Klein no Brasil

image005.jpgA renomada jornalista, ativista e autora best-seller Naomi Klein passou duas décadas estudando choques políticos, mudança climática e a “tirania das marcas”. Dessa perspectiva singular, ela faz em Não basta dizer não uma análise sobre a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, apontando que a sua agenda de governo pode agravar crises econômicas, sociais e políticas no mundo. Para a autora, a ascensão de Trump e sua agenda imprudente – que inclui um golpe corporativo no governo, culpabilização agressiva, incitações à guerra e um desprezo pela ciência climática em prol do uso frenético de combustíveis fósseis — acarretará ondas de desastres e choques para a economia, a segurança nacional e o meio-ambiente.

“Este livro é apenas uma tentativa de analisar como chegamos a este momento político surreal; como, de maneiras concretas, poderia ficar muito pior; e como, se não nos desorientarmos, podemos mudar o roteiro e chegar a um futuro radicalmente melhor”, diz a autora, que propõe várias ações para a resistência à política de choque que Trump tenta implementar.

Para Klein, Trump não é uma aberração, mas a extensão lógica das piores e mais perigosas tendências dos últimos cinquenta anos — as mesmas condições que vêm provocando uma onda crescente de nacionalismo branco pelo mundo. Não basta, ela nos diz, meramente resistir, dizer “não”. Nosso momento histórico exige mais: um “sim” inspirador, digno de confiança, um guia para reivindicar o território populista daqueles que buscam nos dividir — um que indica um curso ousado para conquistar o mundo justo e solidário que queremos e de que precisamos.

 

SOBRE A AUTORA

Naomi Klein é jornalista, colunista sindicalizada, documentarista e autora dos best-sellers internacionais “Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido”, “A doutrina do choque: a ascensão do capitalismo em desastre” e “Isso muda tudo”. Seus livros foram traduzidos para mais de trinta idiomas.

É correspondente sênior da The Intercept, e seus artigos circulam em publicações como The New York Times, Le Monde, The Guardian e The Nation, no qual é editora contribuinte. Klein é também membro da diretoria do 350.org, um grupo de ação em prol do clima, além de uma das organizadores do Leap Manifesto canadense. Em novembro de 2016, recebeu o prestigioso prêmio australiano Sydney Peace Prize por, segundo os jurados, “nos inspirar a, em âmbito local, nacional e global, exigir uma nova agenda de compartilhamento do planeta que respeite os direitos humanos e a igualdade”.

Siga-a no twitter: @NaomiAKlein

“Os Bolds” é novo infantojuvenil da Bertrand Brasil

image005.jpgOs Bolds são como muitas famílias: moram em uma casa agradável, trabalham, gostam de fazer compras no mercado e levam sempre seus filhos para o colégio. A única diferença é que eles são hienas.

O Sr. e a Sra. Bold moravam em uma savana na África até presenciarem um casal de turistas ser atacado por um jacaré. É neste momento que eles resolvem assumir a identidade dos humanos. Por um tempo, tudo dá certo. Eles assimilaram rápido a rotina da cidade grande, conseguiram controlar as risadas histéricas típicas das hienas e aprenderam que, escondendo o rabo e as orelhas, ninguém iria desconfiar da verdadeira identidade da família.

Porém, um vizinho intrometido parece suspeitar de que algo está errado e um pequeno descuido pode comprometer o segredo dos Bolds.

Elogiado pelos principais sites como Publishers Weekly, Kirkus e The Guardian, “Os Bolds” é escrito pelo comediante inglês Julian Clary e tem ilustrações assinadas por David Roberts.  A obra, voltada para o público infantojuvenil, chega às prateleiras pela Bertrand Brasil.

Sobre o autor:

Quando Julian Clary não está contando piadas no palco, costuma passar tempo com seus animais de estimação. Seu amor pelos animais ao longo da vida inspirou-o a contar uma história sobre o que aconteceria se eles fingissem ser humanos.

Bertrand lança romance de estreia de arquiteto francês que se passa na Paris ocupada da Segunda Guerra

image006.jpgNa Paris de 1942, o talentoso arquiteto Lucien Bernard aceita uma encomenda que lhe renderá uma boa quantia de dinheiro, mas que talvez o leve à morte. Se for esperto o bastante, porém, poderá se safar de qualquer problema. Tudo o que precisa fazer é projetar um esconderijo secreto para um rico judeu, um que nem o mais determinado dos oficiais alemães será capaz de encontrar.

Lucien precisa do dinheiro, e enganar os nazistas que ocupam sua amada cidade é um desafio ao qual ele não consegue resistir. Mas, quando um dos esconderijos projetados falha horrivelmente e a situação dos judeus na França se torna um assunto terrivelmente pessoal, não é mais possível ignorar o que verdadeiramente está em jogo.

Escrito por um arquiteto cujo conhecimento fica evidente a cada página, a história se torna cada vez mais emocionante à medida que mais almas são escondidas e mais vidas são salvas.

Bertrand Brasil lança livro póstumo de Maeve Binchy

“Uma semana de inverno” acompanha um grupo de pessoas cujas vidas se entrelaçam ao longo de uma semana num hotel recém-aberto na Irlanda

image005.pngChega às livrarias, pela Bertrand Brasil, a última obra da escritora irlandesa Maeve Binchy, que conta com mais de 40 milhões de livros vendidos no mundo e já teve seus livros traduzidos para 37 idiomas. Uma semana de inverno, lançado após a morte da autora, em 2012, foi o título com a maior pré-venda da história da Amazon.com, nos Estados Unidos, à época de seu lançamento por lá.

Na obra, Chicky Starr é uma irlandesa que morou vinte anos nos Estados Unidos, fingindo ser viúva de um homem com quem nunca foi casada de verdade. Quando volta a sua cidade natal e decide restaurar a velha Casa de Pedra, em Stoneybridge, para transformá-la em um hotel, todos pensam que ela enlouqueceu.

Junto a sua sobrinha, Orla, e ao filho de sua amiga de infância, Rigger, contratados para ajudá-la na reforma, Chicky logo deixa o hotel pronto para seus primeiros hóspedes. Winnie e Lillian são nora e sogra que acabam forçadas a passarem as férias juntas, apesar de não se darem bem; John é um famoso ator americano que está fugindo das adversidades do estrelato; Nicola e Henry são um casal de médicos que precisa dar um tempo depois de ter presenciado tantas mortes; Anders é o herdeiro de uma empresa sueca, que detesta ter deixado de lado seu amor pela música por causa disso; os Wall, cuja vida se resume a participarem de concursos, estão desapontados por não terem ganhado uma viagem para Paris; a Srta. Howe é uma professora aposentada que se recusar a aproveitar as férias que ganhou de presente em Stoneybridge; e Freda é uma bibliotecária que está tentando consertar seu coração partido e com medo de seus dons psíquicos.

Maeve Binchy nasceu em Dublin e publicou seu primeiro romance em 1982. Lançou mais de vinte livros, todos best-sellers, e dois de seus romances mais populares foram adaptados para o cinema: “Três amigas e uma traição” (1995) e “Tara Road – Aprendendo a viver” (2005). Maeve morreu em 2012.

Bertrand Brasil lança “As primeiras quinze vidas de Harry August”, vencedor de um dos mais prestigiados prêmios de ficção científica dos Estados Unidos

No romance, o protagonista, que morre e renasce inúmeras vezes conservando a memória de suas existências anteriores, é convocado para ajudar num mistério envolvendo o fim do mundo

image003.jpg“As primeiras quinze vidas de Harry August” ganhou o John W. Campbell Award de melhor ficção científica em 2015. No mesmo ano, foi finalista do prêmio britânico Arthur C. Clarke.  A curiosidade e a instigante relação do homem com o tempo e a morte ajudam a explicar o fascínio pelo romance de Claire North.

O protagonista da história nasceu em 1919 no banheiro de uma rodoviária na Escócia. Sua mãe  morreu logo após o parto e ele acabou sendo adotado por um casal.  Harry viveu uma vida aparentemente normal, até que, após morrer em 1989, renasceu no mesmo lugar em que viera ao mundo pela primeira vez. Quando começou a recuperar as memórias de sua primeira existência, foi dado como louco e internado num hospício aos sete anos. Em desespero, cometeu suicídio se jogando pela janela.

Após perceber que se matar não pôs fim ao infortúnio do ciclo de seus dias, ele dedicou sua terceira vida à busca de respostas sobre sua condição.  Em sua quarta existência, conheceu o Clube Chronus, uma sociedade que se autoperpetua pelo tempo de forma infinita e atemporal e que acolhe os “kalachakra” ou “ouroboranos”, pessoas que, assim como ele, nascem e renascem orbitando eternamente na mesma série de eventos históricos, sem que possam alterá-los. Suas vidas, entretanto, variam de acordo com suas escolhas.

À beira de sua décima primeira morte, Harry recebe a visita de uma menina de sete anos vinda de mil anos no futuro que o surpreende com a seguinte mensagem: “O mundo está acabando, como sempre. Mas o fim está chegando cada vez mais rápido”. Com a missão de transmitir o alerta para o Club Chronus de seu tempo, ele embarca numa jornada de amizade e traição para tentar salvar o destino da humanidade.

A mitologia nórdica sob a perspectiva de Loki

Betrand Brasil lança livro da mitologia nórdica. (Foto: Divulgação)
Betrand Brasil lança livro da mitologia nórdica. (Foto: Divulgação)

Quem acompanha os quadrinhos da Marvel conhece a figura do deus nórdico Loki, interpretado no cinema por Tom Hiddleston. Falastrão e com uma notória inclinação para trapaças, o anti-herói que conquistou o público ganha uma versão de sua trajetória para o romance.  Nesta obra de Joanne Harris, Loki dá a sua própria visão dos acontecimentos, desde o recrutamento de Odin até a sua sede de vingança.

Nascido demônio, Loki é visto com profundas suspeitas por seus companheiros deuses, que jamais o aceitarão como um deles; por conta disso, Loki promete se vingar. Mas enquanto o deus-demônio planeja a derrocada de Asgard e a humilhação dos seus opressores, poderes maiores conspiram contra os deuses e uma batalha é arquitetada para mudar o destino dos Mundos.

Com mais de vinte livros publicados, Joanne Harris é vencedora de diversos prêmios literários dentro e fora do Reino Unido, onde reside. “O evangelho de Loki” é uma obra repleta de sarcasmo e bom humor sobre um ponto de vista alternativo da mitologia nórdica. Esta é a história não oficial do maior trapaceiro que já se ouviu falar.  O livro chega às livrarias em setembro pela Bertrand Brasil.

HISTÓRIAS DE DUAS CIDADES

Coletânea reúne textos que se propõem a refletir sobre as tensões existentes hoje em Nova York, uma  cidade marcada pela diferença econômica e social

Bertrand lança coletânea sobre a situação econômica e social de Nova York. (Foto: Divulgação)
Bertrand lança coletânea sobre a situação econômica e social de Nova York. (Foto: Divulgação)

Nova York é vista por muitos como a terra das oportunidades. Moderna e cosmopolita, a cidade reúne pessoas de diferentes culturas e funciona como o maior centro de negócios do mundo. Mas, por trás do sonho americano, há desigualdade e desamparo. É o que mostram os textos do livro Histórias de duas cidades, lançado agora pela Bertrand Brasil. Organizada pelo escritor e crítico literário John Freeman, a obra reúne contos, crônicas, memórias, relatos, um poema, reportagens e ensaios que destacam as tensões existentes hoje em Nova York e convidam à reflexão aprofundada do tema.

Já na abertura, Freeman bombardeia os leitores com números e informações alarmantes. O autor lembra que, nas duas últimas décadas, a disparidade de rendimentos em Nova York retornou ao ponto em que estava pouco antes da Grande Depressão.  “Os ricos estão ficando mais ricos e os pobres, mais pobres”, diz ele. Histórias de duas cidades surge então com a proposta de reunir narrativas e ideias que fortaleçam a luta por equidade. “Enquanto os políticos discutem acaloradamente o montante e o modelo dos impostos, o salário mínimo, os custos de moradia e a melhoria das condições sociais, os escritores podem entrar na briga usando sua imaginação e experiência de modo a oferecer uma visão mais ampla das coisas”, afirma.

Vinte e sete autores colaboraram com a obra. Entre eles estão Teju Cole, que redescobre pequenas e singulares notícias em jornais de 1912; Junot Díaz, com as lembranças de sua infância de imigrante em uma vizinhança pobre de Nova Jersey; Jonathan Safran Foer, que imagina a existência de um mítico Sexto Distrito na costa de Manhattan; Colum McCann, que, em pesquisas para um romance, se aproxima de moradores dos túneis subterrâneos da cidade; e Maria Venegas, que fala sobre seu trabalho num programa de reforço extracurricular para crianças do Brooklyn durante um surto de suicídios de alunos. O livro é ilustrado por Molly Crabapple, artista premiada e colaboradora do New York Timese da Paris Review.

A ideia de uma Nova York divida, de uma “história de duas cidades”, foi utilizada diversas vezes por Bill de Blasio em sua campanha eleitoral. Hoje prefeito, o político parece ter tocado em um ponto sensível aos nova-iorquinos, que se identificaram com sua frustração. “Eles também ficaram alarmados com a ideia, transmitida por Blasio em sua campanha, de que o abismo entre os ricos e os pobres, os que têm e os que não têm, se alargou a tal ponto que tornou a cidade insustentável”, ressalta Freeman.

John Freeman é ex-editor da revista literária Granta e leciona na Universidade de Columbia. Seus trabalhos aparecem em uma grande variedade de publicações, incluindo New York Times, Los Angeles Times, The Guardian e The Wall Street Journal. Em 2015, lançou sua própria revista literária, a Freeman’s. Vive em Nova York.

Tracy Chevalier lança romance ambientado nos Estados Unidos pré-Guerra da Secessão

Protagonista é inglesa da comunidade quacker que se muda para Ohio e participa de rede de ajuda a escravos em fuga para o Norte do país e o Canadá

Grupo Editorial Record e Bertrand  Brasil lançam novo livro no Brasil. (Foto: Divulgação)
Grupo Editorial Record e Bertrand Brasil lançam novo livro no Brasil. (Foto: Divulgação)

Honor Bright é uma inglesa que pertence à Sociedade Religiosa dos Amigos, em Bristol, na Inglaterra. Os quackers, como são conhecidos os seus membros, defendem o pacifismo e o consumo apenas do que é necessário. É com essa mentalidade, e fugindo de uma desilusão amorosa, que Honor parte para os Estados Unidos, acompanhando sua irmã, que lá irá se casar com um quacker que imigrou e se estabeleceu na América.

No caminho até Ohio, Honor perde a irmã, vítima de uma enfermidade, e precisa se adequar à cultura e aos hábitos dos americanos. No novo país, Honor se casa e passa, da fazenda de sua nova família, a integrar a rede de pessoas que ajudavam os escravos em fuga para o Norte do país e para o Canadá, na chamada Ferrovia Subterrânea.

Na trama, a moça acaba se apaixonando por um capanga contratado por fazendeiros para perseguir os negros fugitivos e se torna a melhor amiga da irmã dele, uma chapeleira que usa seu comércio para abrigar os escravos. Ambientada nas densas florestas e nos luminosos milharais do sul dos Estados Unidos, a obra de Tracy Chevalier expõe a complexidade das relações amorosas e afetivas e os conflitos entre a economia escravista do Sul e os ideais liberais do Norte, uma década antes da explosão da Guerra Civil americana.

Tracy Chevalier é autora do best-seller “Moça com brinco de pérola”. “A última fugitiva” é seu primeiro romance ambientado nos Estados Unidos. O livro chega às livrarias em dezembro, pela Bertrand Brasil.