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Com roteiro confuso e corrido, “Bright” debate racismo em filme da Netflix

Por Rodrigo Bocatti

A Netflix exibiu, em primeira mão na Comic Con Experience, o novo filme da plataforma “Bright”, que será disponibilizado no dia 22 de dezembro. Com Will Smith e Joel Edgerton, com David Ayer na direção, o longa aborda o racismo, um tema (infelizmente) decorrente do dia a dia e uma boa diversão para assistir com a família e/ou amigos

Apenas diversão, pois os atores, cenas de luta, maquiagem e fotografia que se salvam.O roteiro é confuso, deixando a história – que teria tudo para criar um mundo mitológico – confusa e corrida mais um pouco menos de duas horas de tela.

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“Bright” chega do Netflix. (Foto: Divulgação)

Com a polícia de Los Angeles aceitando Nick Jakoby (Joel Edgerton), como o primeiro orc na corporação, porém o parceiro Scott Ward (Will Smith) sofre um acidente por Nick estar distraído. Com isso, Ward e a corporação aumenta o preconceito.

Em uma patrulha com o parceiro, alguns policiais tramam para eliminar o orc e fazer parecer que foi um acidente, porém Scott evita que isso seja feito. Com isso, eles descobrem um plano maior que envolve uma varinha mistério sa (que sua história poderia ser mais explorada), assim eles se envolvem um jogo de gato e rato, com boas sequências de luta, porém previsível, assim como o decorrer do filme e seu final.

O filme é bom para passar a tarde ou a noite em companhia de amigos, vendo as cenas de lutas e comer uma pipoca, porém se fosse uma série poderia ser melhor explorado sua mitologia. Sua continuação está confirmada, vamos torcer.

Will Smith levou auditório Cinemark a loucura na CCXP

Por Rodrigo Bocatti

Depois de um painel espetacular no sábado, a Netflix fechou com chave de ouro a última edição da Comic Con Experience, com a pré-estreia de Bright e a presença de Will Smith, Joel Edgerton e o diretor David Ayer. Enquanto o pessoal no auditório Cinemark estávamos assistindo ao novo filme da Netflix, Will apareceu para o público e interagiu com a multidão de gente que se aglomerou para ver o ídolo de perto.

Ao final do filme, todo o auditório se levantou e a apresentadora Aline Diniz chamou os três ao palco e Will chegou fazendo a festa do público falando em português. Com a plateia gritando “Will, Will, Will”, o astro não ficou tímido e mandou um beat box junto do público e, não feliz em levar todos ao delírio, ainda cantou a abertura da série “Um Maluco no Pedaço”.

Com todos mais calmo, o painel sobre “Bright” finalmente pôde acontecer. A trilha sonora do filme é espetacular e acompanha o desenvolvimento do mesmo. “Trabalhamos em cima da trilha de ‘Esquadrão Suicida’, que foi muito elogiada, e queríamos refazer esse trabalho das pessoas acompanharem o filme com a música”, afirmou o diretor Ayer.

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Will Smith, Joel Edgerton e David Ayer fecharam com maestria o último painel na CCXP. (Foto: Daniel Deak)

As gravações foram realizadas em Los Angeles e de acordo com os atores muito divertida e com muita energia “É essencial termos, pois gravamos muitas horas por dia”, disse Will. “Fazemos tudo isso por vocês”, completou Edgerton.

O filme também retrata uma questão, infelizmente, bem decorrente do dia a dia: o racismo. “Temos que olhar para o mundo sem julgar as pessoas. Minha esperança é que esse filme abra a cabeça de muita gente para o debate sobre o racismo”, afirmou Ayer.

Netflix surpreende, de novo, com estandes na CCXP

Por Rodrigo Bocatti

A empresa de streaming, fenômeno mundial, Netflix sempre chegou ano passado com os dois pés na porta na Comic Con Experience, a maior Comic Con do mundo. E nessa última edição também ela não poupou esforços e levou ao evento grandes novidades e atrações para os fãs.

Com um estande e meio, a empresa colocou realidade virtual para os fãs de “Stranger Things” poderem explorar a casa de Karen e poder ver de perto um pouco do mundo invertido da série. Seguindo pelo estande, temos a oportunidade de salvar um Okja, em uma máquina para poder salvar o porquinho do filme.

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Estande da Netflix estava espetacular na CCXP. (Foto: Divulgação)

Com interatividade, a Neflix propunha os fãs das séries a responderem um quiz e disputar em tempo real prêmios como boné, bottons e pôster para provar quem entendia mais das aclamadas produções do streaming. O público também poderia jogar uma espécie de baco imobiliário, mas com as “espaços” baseada na série “Narcos” e a interação com o público não parava por ai. Com um espaço na frente do painel, as pessoas respondiam questões (também de produções originais) no estilo Passa ou Repassa, com direito a torta na cara e tudo.

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Figurinos e parte de cenários de “Bright” foram alguns dos destaques da Netflix. (Foto: Divulgação)

Mas a Netflix também levou figurinos e cenários originais das séries e filmes originais, como “Star Trek”, “Altered Carbon”, que estreia em 2018, e o esperado “Bright”, com Will Smith, que chegou de surpresa no estande e PAROU a CCXP.

E ficamos com a pergunta: o que esperar da Netflix na CCXP em 2018?

CCXP bate novo recorde e se consolida como a maior do mundo

Evento reuniu 227 mil pessoas nos quatro dias de atrações

Depois de quatro dias épicos, a CCXP – Comic Con Experience 2017 termina superando as expectativas, com público de mais de 227 mil pessoas, um impressionante crescimento de mais de 30% em relação a 2016, consolidando o evento como a maior comic con do mundo.

Um dos grandes destaques do quarto dia foi a presença do astro Will Smith, que lançou a super produção “Bright” da Netflix, e chegou a cantar a icônica música de “Fresh Prince of Bel-Air”, para delírio dos fãs. Acompanhado do ator Joel Edgerton e do diretor David Ayer, o ator revelou que a preparação para o filme incluiu um treinamento intenso com a polícia de Los Angeles, com direito ao acompanhamento de uma operação do FBI. Ayer brincou com os fãs, dizendo que a CCXP é a melhor comic con do mundo

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Will Smith,  Joel Edgerton e David Ayer falaram sobre “Bright”, que estreia na Netflix, dia 22 de dezembro. (Foto: Daniel Deak)

A Warner também trouxe muitas estrelas para o seu painel, que mostrou imagens exclusivas de filmes que serão lançados em 2018, entre eles “Jogador Número 1”, dirigido por Steven Spielberg, com a presença dos atores Tye Sheridan e Simon Pegg. O grande momento foi a vinda de Alicia Vikander, a primeira vencedora do Oscar a participar da CCXP, que deu muitos detalhes sobre Tomb Raider: A Origem. Ela contou que aprendeu a atirar com arco e flecha e que ganhou cinco quilos de massa muscular para poder fazer as suas principais cenas sem dublê. “Exigiu alguns hematomas e muita coragem”, brincou a atriz.

Já a DC Comics apresentou um painel com seus seis principais criadores brasileiros de histórias em quadrinhos. Durante o bate-papo, todos eles concordaram em um ponto: a emoção de desenhar heróis dos quais sempre foram fãs. “Por serem personagens icônicos e terem senso de moral, eles acabam sendo inspiração para todo mundo,” disse o quadrinista Marcio Takara. No painel da Cartoon Network, Ian Jones-Quartey subiu ao palco para apresentar o trailer do vídeo game do desenho animado “OK, KO! Vamos ser heróis”, criado por ele, cuja segunda temporada estreia em 2018.

O último dia contou ainda com a final do Concurso Cosplay. Depois de mais de 100 mil votos pela internet, os 12 finalistas fizeram uma apresentação para o público. O grande vencedor foi Rafael Silva, como o “Death Knight” de World of Warcraft, premiado com um carro zero quilômetro e já garantiu sua participação na CCXP 2018 com o ingresso Full Experience.

A próxima edição da CCXP acontece de 06 a 09 de dezembro de 2018.