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Supense, fantasia e romance LGBT no novo livro de Cassandra Clare e Wesley Chu

Trama de “Os pergaminhos Vermelhos da Magia” (Ed. Galera), que apresenta Paris aos leitores, abre a trilogia “As Maldilções Ancestrais”, escrita por Cassandra Clare e Wesley Chu. Livro se passa no universo dos Caçadores de Sombras e conta as aventuras do casal LGBT Magnus e Alec.

Magnus Bane desejava que as férias à Europa ficassem marcadas para sempre como uma boa recordação para Alec Lightwood. Mas a viagem, após a Guerra Mortal, que deveria ser um marco romântico para o casal, não saiu exatamente como o planejado. Afinal, o que poderia acontecer no improvável romance entre um feiticeiro, filho de um famoso Demônio e um Caçador de Sombras?

(Foto: Divulgação)

Os Pergaminhos Vermelhos da Magia

The Red Scrolls of Magic

Cassandra Clare, Wesley Chu

Tradução: Ana Resende

294 pág. | R$ 44,90

Galera | Grupo Editorial Record

Cassandra Clare lança segundo volume da trilogia “Os artifícios das trevas”

image004.pngCassandra Clare, autora do fenômeno “Os instrumentos mortais”, já chegou à marca de 2 milhões de exemplares vendidos no Brasil. Em 2016, a Galera Record lançou sua nova trilogia ambientada no universo dos Caçadores de Sombras, “Os artifícios das trevas”. Este mês, chega às livrarias o segundo volume da série, que alcançou os primeiros lugares das listas de mais vendidos em todo o mundo e no Brasil.

Em “Senhor das sombras”, Emma Castairs está tentando lidar com o amor proibido que sente por Julian, seu parabatai— um parceiro Caçador de Sombras, unido a ela por um juramento de lealdade eterna e por quem Emma não poderia nunca se apaixonar, sob o risco de serem destruídos por uma maldição. No entanto, ela não só quebra essa regra como o sentimento também é recíproco.

Para proteger Julian, Emma começa a namorar Mark Blackthorn, irmão dele, que passou os últimos cinco anos preso no Reino das Fadas e não sabe se um dia conseguirá voltar a ser um Caçador das Sombras. Há, porém, um livro de magia negra que apenas os Blackthorn podem encontrar, o Volume Negro dos Mortos, que é a única esperança de Emma e Julian. Para tentar encontrá-lo, os dois se juntam a Mark e a Cristina, melhor amiga da protagonista, em uma viagem pelo Reino das Fadas.

Enquanto isso, as tensões entre os Nephilim e o Submundo parecem cada vez piores. Assim, surge um grupo extremista de Caçadores de Sombras disposto a interrogar e torturar quem quer que viole os acordos estabelecidos na Paz Fria. Algo que não se distancia muito da vida real, diz a autora. “À medida que passávamos por toda a nossa eleição dos EUA, eles [os personagens do livro] definitivamente foram se tornando um grupo mais xenófobo, fascista, mais nacionalista, e foi realmente interessante planejar tudo isso. Eu senti que estava refletindo coisas que estavam acontecendo no momento em que eu estava escrevendo”, comentou Cassandra em entrevista a jornal Independent, que pode ser lida na íntegra aqui.

Do outro lado, os integrantes do Submundo se voltam contra a Clave dando origem a uma nova ameaça: o Senhor das Sombras. Para proteger tudo aquilo que mais amam, Emma, Julian e Mark contam com um plano arriscado, cujo sucesso pode ter um resultado terrível para eles.

A primeira edição de “Senhor das sombras” tem capa com tratamento holográfico e um capítulo extra.

Cassandra Clare chegou ao primeiro lugar nas listas do New York Times, USA Today, Wall Street Journal e Publishers Weekly com as séries best-sellers dos Caçadores de Sombras, Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais. Seus livros somam mais de 36 milhões de exemplares vendidos no mundo e foram traduzidos para mais de 35 línguas. Um filme e uma série de TV foram inspirados em Os Instrumentos Mortais. Cassandra vive em Massachusetts. Visite sua página em cassandraclare.com e saiba mais sobre o mundo dos Caçadores de Sombras em shadowhunters.com.