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Cervejaria curitibana investe cervejas criativas e inovadoras

Atuando há quase 10 anos no mercado, a Way Beer ganhou destaque nacional inserindo diferentes ingredientes e processos, mostrando não ter medo da rejeição

A criatividade é uma das bases das cervejarias artesanais, sejam as brasileiras ou as de outros países. E esse é um dos segredos do sucesso da cervejaria paranaense Way Beer, uma das grandes referências do mercado nacional. Para Alessandro Oliveira, sócio fundador da empresa, o importante é o foco na qualidade do produto, sem medo de inovar e encarar rejeições. “A indústria, por outro lado, procura aumentar o volume de venda. Para as cervejas artesanais, não há preocupação com a rejeição. Toda e qualquer cerveja com mais qualidade terá mais personalidade e chance de gerar rejeição, o que não é uma preocupação”, explica.

Um dos exemplos dessa inovação é o estilo Sour, de paladar azedo, introduzido no país há cinco anos pela Way Beer. De acordo com Oliveira, a inovação na produção de cerveja não ocorre só na descoberta ou apresentação de novos estilos, mas em seu processo de produção. “A inovação sempre vai existir no meio cervejeiro. Existem tendências e caminhos seguidos na proposta de inovação, seja em estilos ou em fermentações. Além disso, técnicas e estilos acabam renascendo com as tecnologias atuais”, analisa.

Embora ainda seja um mercado menos evoluído do que em outros países, especialmente os Estados Unidos e as nações europeias, o intervalo para que novidades cheguem ao Brasil é cada vez menor. “Hoje, no Brasil, as cervejarias estão até mais avançadas do que o paladar do próprio consumidor. Existe um nicho de mercado, ainda muito pequeno, ligado às novidades lançadas”, explica o sócio da Way Beer, que tem sua fábrica na cidade de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, um dos polos brasileiros em cerveja artesanal.

Para Oliveira, o mercado brasileiro ainda pode evoluir muito – tanto na capacidade de absorver novos estilos quanto no consumo. “É um mercado muito novo. O momento de consumo de cerveja artesanal ainda é diferente no Brasil do que em outros países. Ainda há uma valorização no ato de consumo, porque se trata de um produto com preço maior, enquanto em outros países é algo do dia a dia. O legal de fincar a bandeira de inovação, de estar na vanguarda, é que se trata de uma forma de atender esse nicho que se dispõe a pagar por esses sabores”, reflete.

Considerada uma das principais cervejarias artesanais do Brasil, a Way Beer conta com diversos rótulos em seu portfólio: dos considerados de entrada, como Premium Lager e Half Pilsen; as já consagradas, caso da Avelã Porter, Amburana Lager, American Pale Ale, Red Ale e a Witbier;  além de 30 rótulos considerados premium, como a Brett IPA, a linha Sour Me Not, a Sou feia mas tô na moda, a Catarina e a Mandaçaia. Da fábrica da cervejaria já saíram bebidas produzidas com diversos ingredientes bem curiosos, entre eles banana, lactose, goiaba, melancia, morango e café.

Em crescimento

O setor de cervejas artesanais cresceu 23% no ano passado em comparação a 2017, de acordo com o Anuário da Cerveja no Brasil, elaborado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Em 2018, ao todo, o país contava com 889 cervejarias, capazes de produzir 16.968 produtos – sendo que 6,8 mil foram registrados somente no ano passado. Ou seja, no ano passado, o mercado cervejeiro cresceu 23%, com a abertura de 210 novas fábricas – quase uma a cada dois dias no país.

As estimativas da Associação Brasileira da Cerveja Artesanal (Abracerva) apontam um crescimento de 29% para o setor em 2019. Se os números parecem positivos, eles poderiam ser ainda mais representativos. Estima-se que nem sequer 1% do total de consumo da bebida no país seja responsabilidade das cervejarias artesanais. Como comparação, nos Estados Unidos, um dos mercados mais consolidados do planeta, as estatísticas mostram que as cervejas artesanais representam perto de 13% do volume total de vendas.

Para mais informações, acesse o site www.waybeer.com.br.

Baden Baden comemora seus 20 anos de pioneirismo cervejeiro

Com novo posicionamento “Tradição sim. Tradicional nunca”, a marca celebra seu aniversário e inaugura o novo tour da cervejaria de Campos do Jordão.

Nascida em Campos do Jordão em 1999, a cervejaria Baden Baden é uma das pioneiras no mercado quando o assunto é produção artesanal. Com inúmeros rótulos premiados, a marca comemora seus 20 anos apresentando um novo posicionamento e novidades aos seus consumidores.

“Tradição sim. Tradicional nunca” marca as duas décadas de Baden Baden, que inicia suas comemorações repaginando o tour de sua fábrica em Campos do Jordão, oferecendo ao visitante uma verdadeira experiência sensorial, aliando as etapas do processo cervejeiro aos 5 sentidos.     

Em comemoração dos 20 anos, Baden Baden inaugura novo tour. (Foto: Divulgação)

Durante o percurso, o consumidor aprende e visualiza todos os elementos fundamentais no processo de produção da cerveja. Além disso, também participa de uma degustação guiada e aprende sobre harmonização dos diversos estilos de Baden Baden, sua história e sua trajetória de sucesso no Brasil.

“No 20º aniversário de Baden Baden, queremos mostrar ao público como tradição e inovação podem andar juntas e como estão presentes nos 20 anos de história da marca” afirma Renata Costa, gerente de marketing do Grupo HEINEKEN no Brasil. 

Ao final do tour, o consumidor passa pela loja da marca e pode adquirir cervejas e acessórios exclusivos, como taças, baldes, aventais e roupas.

Dentre as ações criadas para celebrar a data, a marca fechou uma parceria exclusiva com o estilista Marcelo Sommer, um dos grandes nomes da moda brasileira. Sommer sempre foi um empreendedor apaixonado que pesquisou e prezou pelo conhecimento, mas que, acima de tudo, é um inovador no seu segmento, criando assim uma grande conexão com os valores da marca Baden Baden.

Foram desenvolvidas camisetas e moletom exclusivos, inspirados na identidade visual e novo posicionamento de Baden, que seguem um modelo original com um toque de elegância e modernidade.  As peças estão disponíveis exclusivamente na loja da fábrica.

O tour é parte imprescindível do roteiro turístico em Campos do Jordão e pode ser agendado pelo site da Baden Baden. Ele acontece diariamente, das 10h às 17h, e tem duração aproximada de 50 minutos e custa R$30,00 por pessoa, com degustação de estilos e brindes inclusos. Exclusivo para maiores de 18 anos.

LANÇAMENTOS ESPECIAIS

Para dar continuidade à celebração de duas décadas da cervejaria, a Baden Baden escolheu uma de suas cervejas mais icônicas, a 1999 para ganhar um rótulo comemorativo. De coloração cobre avermelhada, a 1999 é uma autêntica representante do estilo inglêsBitter Ale, e harmoniza com carnes vermelhas e queijos como gorgonzola, parmesão e roquefort.


Serviço Baden Baden Tour

Cervejaria Baden Baden: Avenida Matheus da Costa Pinto, 1653 – Campos do Jordão, São Paulo.

Visitação: (todos os dias), das 10h às 17h, em intervalos de uma hora.

Valor: R$30,00 por pessoa, com degustação de estilos e brindes inclusos.

Proibida a entrada de menores de 18 anos, mesmo que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Inspirada em famosa peça de Vinicius de Moraes, Dogma lança nova versão da cerveja Orfeu Negro

A bebida possui notas de café, chocolate, caramelo e frutas secas com nuances de baunilha

No dia 09 de julho, a morte de um dos maiores compositores e poetas do Brasil, Vinicius de Moraes, completou 39 anos. Sua obra é vasta, passando pela música, literatura, cinema e teatro. Buscando homenageá-lo, a cervejaria Dogma criou a cerveja “Orfeu Negro”, que acaba de ganhar uma nova versão.

Dogma cria cerveja em homenagem a Vinicius de Moraes. (Foto: Divulgação)

A peça “Orfeu da Conceição” foi escrita por Vinicius de Moraes em 1954, baseada no drama da mitologia grega de Orfeu e Eurídice. Em 1959, foi lançado o filme “Orfeu Negro”, premiado com a Palma de Ouro, o Oscar e o Globo de Ouro. “Gostamos de brincar com a arte em nossos rótulos, de modo que as latas tenham tanta personalidade quanto a cerveja, e com a Orfeu Negro não foi diferente: ela foi inspirada na obra mais importante de um dos maiores artistas do Brasil: Vinicius de Moraes.” – explica Bruno Moreno, um dos sócios fundadores da marca.

Com 12% de teor alcoólico, a Orfeu Negro é uma cerveja extremamente complexa, com notas de café, chocolate, caramelo e frutas secas com nuances de baunilha apoiadas por um corpo denso, aveludado e licoroso. Nessa nova versão em lata de 473ml, o preço sugerido é de R$40.

Wonderland Brewery oferece kits de cerveja personalizados para Dia das Mães

Kits estão à venda no site da cervejaria e têm desconto até o dia 10 de maio

A cervejaria Wonderland Brewery acaba de lançar uma oferta especial para o Dia das Mães. Kits de cerveja com camiseta ou taça terão de 15% a 20% de desconto nas vendas até o dia 10 de maio. Os kits já vêm embalados para presente e podem ser enviados para todo o Brasil. “Sabemos que cerveja é um presente pouco usual para dia das mães, e nos sentimos orgulhosos por fazer parte das empresas que celebram a personalidade das mulheres nesta data”, analisa Pedro Fraga, sócio da Wonderland Brewery.

Kit Timeless Porter. (Foto: Divulgação)

Os kits sempre incluem uma garrafa, que pode vir acompanhada de taça (R$ 63,90 + frete, com desconto) ou camiseta (R$ 80,50 + frete, com desconto). A Wonderland Brewery tem quatro sabores disponíveis em garrafa: Curiouser & Curiouser (American Pale Ale com pêssego e damasco), Timeless Porter (porter com lactose e caramel), Gone Mad (American IPA) e Mango Grin (Irish Red Ale com manga). Todas elas podem ser selecionadas para compor o kit.

As camisetas são fabricadas em algodão e têm como estampa as personagens de cada rótulo de cerveja. Todos os rótulos são inspirados em personagens de “Alice no País das Maravilhas”: a própria Alice estampa “Curiouser & Curiouser”, o Chapeleiro Maluco é a inspiração de “Gone Mad”, o Coelho Branco está em “Timeless Porter” e o Gato de Cheshire é a estrela de “Mango Grin”.

Kit Mango Grin. (Foto: Divulgação)

As taças da Wonderland Brewery são do modelo Teku, de design elegante que valoriza aromas e sabores, além de ter encaixe perfeito nos lábios. A haste evita que o calor das mãos aqueça a cerveja prematuramente. Estas taças são indicadas para todos os tipos de cervejas artesanais.

Interessados podem adquirir os kits no site wonderlandbrewery.com ou pelo Instagram @WonderlandBrewery.

Colorado lança linha ‘Brasil com S’ e leva brasilidade para uma American Pale Ale com garapa

Cervejaria de Ribeirão Preto convida consumidor a desibernar mais uma vez com novas misturas e sabores brasileiros

Como explorar um país tão grande, cheio de belezas naturais e sabores como o Brasil? Como uma boa cerveja Colorado, é lógico. Afinal, em seus mais de 20 anos de história, a cervejaria de Ribeirão Preto é reconhecida por suas receitas inovadoras com o uso de ingredientes brasileiros. E para desibernar os consumidores mais uma vez, a marca lança a linha “Brasil com S”, com novos ingredientes tipicamente nacionais. Afinal, uma boa receita cervejeira conta com toda criatividade dos cervejeiros.

Colorado lança linha de Brasil com S. (Foto: Divulgação)

Com a linha “Brasil com S”, Colorado vai lançar uma cerveja nova por mês. A primeira edição, a 01, é uma American Pale Ale com garapa, 5,6% de teor alcoólico, 34 IBUs e cor amarela dourada. A matéria-prima vem diretamente dos microprodutores de Ribeirão Preto: o seu Zé e a Dona Maria. Com edição limitada, as cervejas serão vendidas em chope, nos Bares do Urso, e em garrafa, no site do Empório da Cerveja e na Toca do Urso.

Como não cansa de trazer misturas diferentes e surpreendentes em suas receitas, a cervejaria pretende trazer novos sabores mensalmente para os tradicionais estilos cervejeiros, sempre com muita brasilidade. A ideia é despertar os consumidores para novas possibilidades e fazê-los desibernar.

As garrafas da linha “Brasil com S” serão serigrafadas, um lado com uma ilustração especial e o outro com lemas da cervejaria. Elas ainda serão embaladas manualmente com papel de pão que traz, em seu interior, um manifesto traduzindo o espírito da linha. Trata-se de dar importância e fazer uso responsável da biodiversidade brasileira.

Outra novidade é o uso de realidade aumentada. As informações da cerveja estarão no neck, que é de papel semente. As pessoas poderão escaneá-lo para assistirem a um vídeo com os microprodutores do mês contando sobre a produção do ingrediente diferenciado.

Se não bastasse, em todos os bares, estarão disponíveis copos feitos com bagaço de cana de açúcar biodegradáveis. O consumidor pede a cerveja da linha “Brasil com S” e ganha o copo. A ideia é ter algo diferente a cada edição. Assim, a cerveja com garapa tem o copo de bagaço de cana.

“O Brasil possui a maior biodiversidade do mundo. Isso significa que ainda existe muita coisa a ser descoberta. Acreditamos que a cerveja não precisa ser feita apenas com água, malte e lúpulo e, pode sim, nos ajudar a conhecer mais sobre os nossos ingredientes. A linha ‘Brasil com S’ chega para mostrar isso. Também queremos valorizar os microprodutores que estão com a gente ao longo dos projetos, afinal, sem eles, muitos desses sabores ainda seriam desconhecidos”, afirmou Guilherme Poyares, gerente de marketing da Colorado.

Vamos explorar o Brasil? Com a linha “Brasil com S”, Colorado ajuda você!

Informações sobre a cerveja:

Linha Brasil com S
Edição 01
Estilo: American Pale Ale com garapa
Teor alcoólico: 5,6%
IBU: 34
Cor: Amarela dourada
Matéria-prima: vem dos microprodutores de rapadura de Ribeirão Preto, o seu Zé e a Dona Maria

Preços: Chope de 350ml – R$ 18 / Garrafa de 600ml – R$ 24,90

Gelada por mais tempo e o estilo ideal: descubra dicas cervejeiras para o verão

O diretor da cervejaria Berggren, Lucas Berggren, listou alguns tópicos para quem quer aproveitar a estação com uma das bebidas mais consumidas durante esse período

Janeiro costuma ser um período em que várias pessoas aproveitam as altas temperaturas para curtir uma praia e as férias. Para se refrescar, muitos não abrem mão de apreciar uma cerveja. A bebida possui diversos estilos, mas qual seria a cerveja ideal para ser consumida durante o verão? Para tirar essa dúvida e esclarecer outras questões, o diretor da cervejariaBerggrenLucas Berggren, listou algumas dicas para aproveitar ainda mais a estação com uma das bebidas mais consumidas durante esse período:

– Qual é o estilo de cerveja ideal para o verão?

A cerveja ideal é aquela que o consumidor sente o prazer de degustar, porém, alguns estilos combinam mais com o verão. Um deles é o Witbier. Conhecida por ser a versão belga das cervejas de trigo, costuma ter em sua composição casca de frutas cítricas e especiarias, resultando em uma cerveja muito refrescante e saborosa. Possui coloração amarelo palha, apresenta leve turbidez e boa formação de espuma.

– Como deixar ela gelada por mais tempo?

Não existe uma fórmula certa que faz com que a bebida fique gelada por várias horas, porém, alguns truques são capazes de contribuir para isso. A caneca com asa evita que a mão fique em contato com o copo, isso ajuda para que ela fique gelada por mais tempo. Os suportes de isopor também ajudam, principalmente em locais como praias.

– Existe uma temperatura ideal para consumir a bebida no verão?

Como as cervejas mais indicadas para o verão são aquelas feitas para refrescar e com sabor mais leve, o ideal é que elas estejam muito geladas, entre 2° a 4°C.

– Como gelar mais rápido?

Existem alguns métodos que são capazes de fazer as cervejas ficarem geladas mais rápidas em um curto período. Um dos mais simples é colocar em um recipiente bastante gelo e colocar as cervejas dentro dele e deixar por uns 10 ou 15 minutos.

– Evite que elas fiquem congeladas

Muita gente tem o hábito de colocar a cerveja no freezer para que ela fique gelada mais rápida, o que pode acabar comprometendo até o sabor dela, então o ideal é deixar a bebida na geladeira.

Caminho de Brotas: parada obrigatória Cervejaria HZB

Por Italo Capello e Vanessa Alsberg

Saímos da zona sul de São Paulo, sexta-feira, no final da tarde a caminho de Brotas, a estrada bem tranquila e sem trânsito, a duração da viagem de carro é de aproximadamente 2h40, mas fizemos uma parada na cidade do lado: São Pedro.

Nossa primeira parada foi na Cervejaria HZB, em São Pedro, fica a poucos quilômetros depois de atravessar o portal de boas vindas da cidade.

Com mesinhas ao ar livre ou em uma estrutura de telhas, o ambiente é muito agradável e para todas as idades. Às sextas-feiras, a cervejaria também conta com um entretenimento além das deliciosas cervejas artesanais: uma banda de rock!

É o lugar ideal para relaxar a noite apreciando uma cerveja artesanal, e saboreando porções e petiscos que casam muito bem com a bebida.

Dentro das opções do cardápio, provamos a porção “Münich”, composta de salsichas viena, oxford e linguiça cocktail, servidas quente, a porção de salgados e a tradicional batata frita.

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Porções da Cervejaria HZB são bem servidas e deliciosas. (Foto: Vanessa Alsberg)

O carro chefe da casa são as cervejas artesanais. Tivemos a oportunidade de provar cada um dos tipos de chopp e aprender um pouco do processo da elaboração de uma cerveja.

Com matéria prima importada da Alemanha (malte) e da Bélgica (lúpulos), a combinação dos ingredientes com água em diferentes proporções, traz ao paladar diferentes sabores, que são produzidas dentro de tanques fermentadores-maturadores para a carbonização natural, os quais ficam dentro da própria cervejaria.

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Chopps da HZB são artesanais, produzidos no local. (Foto: Vanessa Alsberg)

Dentre os opções de cervejas, podemos encontrar:

  • HZB Pilsen – Cerveja artesanal puro malte, leve, refrescante e aromática. Estilo Rico em buquê, com sabor acentuado de malte em equilíbrio com lúpulos nobres. Não filtrada e livre de conservantes. Comparada às melhores cervejas do mundo – Teor de 4.5% álc.
  • HZB Red Lager – Cerveja artesanal com blend de puro malte especial, cor avermelhada, Refrescante, que confere aroma e sabor equilibrado de malte caramelizado e lúpulo. Não filtrada e livre de conservantes. Comparada às melhores Cervejas do Mundo – Teor de 4.5% álc.
  • HZB Stout – Cerveja artesanal de puro malte, coloração escura, preta – Clássica Encorpada. Forte porém macia, tem doçura inicial de malte caramelizado e um distinto seco tostado, amargor no acabamento, aromas de café e cevada são proeminentes, retrogosto suave de chocolate amargo – Teor de 5.5% álc.
  • HZB Weiss – Cerveja artesanal de puro malte, coloração amarela alaranjada, leve e muito refrescante de sabor e aroma frutado diferenciado pelo uso de leveduras especiais conferindo à ela um sabor equilibrado, final de cravo e lembrança de banana pouco lupulada, com colarinho é claro e persistente. Comparada às melhores Cervejas do Mundo – Teor de 5.0% álc.
  • HZB IPA – Cerveja artesanal de puro malte, coloração dourada, muito refrescante, sabor agradável de malte e complexidade de lúpulos nobres inglês com atitude expressa, com amargor, colarinho cremoso branco e persistente – Teor de 6.0% álc.
  • HZB Dunkelweizen – Cerveja de trigo maltada, condimentada, frutada, refrescante, com sensação de efervescência. Reflete o melhor caráter de leveduras de trigo, combinada com a riqueza de maltes especiais. Não filtrada e livre de conservantes. Comparada às melhores Cervejas do Mundo – Teor de 5.0% álc.
  • HZB Oatmeal Stout– Cerveja artesanal, elaborada com malte de cevada, de trigo e aveia. Encorpada, conferem sabores de café com creme, lúpulos suaves com final sedoso devido ao uso de aveia em sua composição. Colarinho bege espesso, cremoso e persistente. Atende aos paladares mais exigentes – Teor de 6.0% álc.
  • HZB Bock – Cerveja artesanal puro malte, escura de coloração marrom. Elaborada com blend de maltes especiais e suavidade de lúpulos e leveduras nobres. Colarinho cremoso e persistente. Atende aos paladares mais exigentes – Teor de 7.0% álc.

Vale a pena a parada para conferir e degustar um deliciosos chopps artesanais de diferentes tipos.As cervejas HZB também são vendidas engarrafadas e podem ser encontradas em alguns empórios e restaurantes da região e de cidades próximas.

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Cervejaria HZB vende as bebidas. (Foto: Vanessa Alsberg)

Cervejaria artesanal Pratinha lança rótulos em lata

As cervejas Pratipa, uma India Pale Ale Inglesa, e a Darkmoon, uma Stout com cacau, podem ser encontradas em latas de 473 ml

A Cervejaria Pratinha, com sede em Ribeirão Preto (SP), é a primeira da região a lançar cervejas artesanais em lata, em embalagens de 473 ml. Os dois primeiros rótulos que já podem ser encontrados são a Pratipa, uma India Pale Ale Inglesa, com 6% de graduação alcoólica e 65,2 de IBU (amargor), e a Darkmoon, uma Stout, que tem 6,2% de graduação alcoólica e 34,6 de IBU que leva em sua receita nibs de cacau do sul da Bahia, onde é produzido o mais fino cacau do Brasil, chamado de Cabruca. Ele é plantado na região de Ilhéus, na Mata Atlântica, e não causa desmatamento, preservando a vegetação nativa, que reúne vários exemplares de Jequitibás, Jacarandás, entre outras espécies. Esta cerveja, inclusive, recebeu a medalha de prata numa das maiores competições cervejeiras do mundo, o International Beer Challenge, realizado em Londres, na Inglaterra.

As cervejas em lata da Pratinha podem ser encontradas no site ([http://www.cervejariapratinha.com.br%29/]www.cervejariapratinha.com.br) e, até o final do mês de Setembro, na cidade de São Paulo em empórios especializados.

Melhor cervejaria nacional cria rótulos exclusivos para Clube Wbeer

Dogma ganhou prêmio de melhor cervejaria com apenas 7 meses de funcionamento

White Dogma. (Foto: Divulgação)
White Dogma. (Foto: Divulgação)

A máxima de que a união faz a força não poderia se encaixar melhor na história dessa cervejaria. Nascida a partir da sociedade entre os donos de outras cervejarias (Prima Satt, Serra de Três Pontas e Noturna) a Dogma foi considerada a melhor cervejaria do Brasil em 2016 pelo site americano RateBeer. Pensando na experiência cervejeira que o Clube Wbeer proporciona para os sócios, a Dogma – a pedido daWbeer.com.br – produziu, para o mês de outubro, duas cervejas exclusivas feitas especialmente para o clube, uma do estilo Witbier, cítrica e frutada, e outra Sour Rye Ale, ácida e picante.

Segundo a Beer Sommelière da Wbeer.com.br, Flávia Oliveira, as cervejas da Dogma possuem bastante lúpulo, são complexas e cheias de personalidade. A cerveja White Dogma surgiu com o desafio de reformular um estilo já conhecido – a Witbier – sem deixar que a identidade da Dogma fosse perdida. A Beer Sommelière, conta que essa cerveja tem a adição dois tipos de lúpulo, o Mandarina e o Hallertau Blanc, no lugar das sementes de coentro e casca de laranja, que são ingredientes tradicionais neste estilo. Já a cereja Sour Dogma, é um exemplar ácido produzido com centeio e com notas picantes. “Essa receita com centeio dá uma sensação aveludada à cerveja”, diz Flávia.

Dogma Sour. (Foto: Divulgação)
Dogma Sour. (Foto: Divulgação)

 

A Dogma foi fundada em julho de 2015 por três paulistanos – Leonardo Satt, Luciano Silva e Bruno Moreno – com o objetivo de criar cervejas de alta qualidade. Os ingredientes escolhidos são sempre os melhores do mercado e a criatividade e ousadia na hora de fazer as adições sempre vem após muito estudo dos insumos e das técnicas para cada estilo. Assim, os rótulos caíram no gosto, tanto dos “beer geeks” como dos que estão iniciando no mundo da cerveja. Em pouco tempo, a popularidade da cervejaria aumentou, o que ajudou a conquistar a colocação no RateBeer, que reúne avaliações dos consumidores.

Sour Dogma. (Foto: Divulgação)
Sour Dogma. (Foto: Divulgação)

Curiosidades cervejeiras

Além da dedicação no preparo das receitas, a ideia de complexidade também está transmitida nos nomes escolhidos para os rótulos e suas ilustrações. O trabalho artístico é do ilustrador Caio Stolf. Por trás de cada desenho existe uma história, um conceito, uma inspiração que pode vir de estudos de botânica, mitologia e cultura brasileira. A arquiteta e namorada de Caio, Taís, também contribui nas criações, como no caso da ilustração do rótulo Panopticon. Esse nome é um termo criado pelo filósofo inglês Jeremy Bentham para seu projeto de uma penitenciária ideal, que era também o tema de estudo da arquiteta, que pesquisava sobre formas de organização espacial das prisões. A planta deste projeto foi a inspiração de Caio para o rótulo.

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