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Família Lima lança versão de sucesso do filme Rocky

Canção faz parte do EP “Música de Domingo II”

Família Lima toca o clássico tema de Rocky Balboa. (Foto: Divulgação)

O cinema e a música sempre caminharam juntos, como grandes parceiros. As trilhas sonoras têm o poder de nos levar da emoção ao susto em segundos, de nos comover numa história e até mesmo nos fazer rir, algumas nos surpreendem por sua leveza e outras são tão marcantes que nos acompanham para sempre, tornando-se assim um grande clássico. Esse é o caso de Gonna Fly Now que, assim que escutamos, nos lembramos da antológica cena da corrida na escadaria do filme Rocky de 1997.

Agora, os apaixonados pela canção podem criar uma nova memória. Parte de um EP de 4 músicas, o tema do personagem de Sylvester Stallone chega completamente repaginado ao som dos meninos da Família Lima. Gravado remotamente, cada um na sua casa ou estúdio, o clipe mostra a harmonia musical característica da banda e trechos do próprio Lucas Lima reproduzindo a clássica cena da escada durante uma viagem para a Filadélfia em 2009. No EP além de “Gonna Fly Now”, o repertório ainda conta com uma nova versão de “Só Os Loucos Sabem” com participação da cantora Agnes Nunes, e novas interpretações de canções de Djavan e Marcos e Belutti.

A produção musical fica mais uma vez sob o comando do experiente Lucas Lima, sendo o projeto todo mixado por João Milliet, com os clipes filmados por cada um dos integrantes separadamente e finalizados por Will Aleixo.

Eventos no verão da República Tcheca

Feche os olhos e sinta o sol, a brisa e o aroma do verão. Agora descubra conosco o que a República Tcheca tem a oferecer: desfiles históricos que o levarão de volta no tempo, excelentes sabores temperados com a famosa cerveja tcheca, estrelas de cinema e mais aventuras. Pense em algo legal, pense em um verão na Tchéquia.

Festa da Rosa de cinco pétalas
19-21 de junho

(Foto: Divulgação)

Todos os anos, em junho, a pitoresca cidade de Český Krumlov retorna à era renascentista, governada durante três dias pelos antigos senhores de Rožmberk. As ruas e praças ficam repletas do burburinho de duelos de cavaleiros, de feiras históricas de artesanato, banquetes e música medieval. As festividades culminam com um magnífico desfile histórico em que não faltam cavaleiros montando cavalos e, sobretudo, pessoas famosas, relacionadas à remota história da cidade. Os visitantes também gostam do torneio de cavaleiros, que lembra a antiga lenda da divisão de rosas, um xadrez com figuras ao vivo, em um tabuleiro gigante, jogos de época para crianças e adultos também e fogos de artifício nos céus da cidade.

Festas da prata de Kutná Hora
20 a 21 de Junho

(Foto: Divulgação)

O festival gótico lembra as famosas tradições da cidade real mineira de Kutná Hora. 

O variado e alegre festival gótico abre simbolicamente a estação turística da cidade de Kutná Hora, que está entre os monumentos protegidos da UNESCO. O rei tcheco Venceslau IV com sua esposa Sofía chega à cidade com seus oficiais e cortesãos. O parque perto de Vlašský dvůr e os becos góticos do centro histórico são animados pela atmosfera multicolorida da Idade Média.

Festival de orquestras de câmara de Český Krumlov
26 Junho a 5 de Julho

(Foto: Divulgação)

Aproveite a noite barroca no Palácio Český Krumlov, listado entre os monumentos da UNESCO. 

A cidade de Český Krumlov ganha vida durante o festival de orquestra de câmara no início do verão. É o festival de música com a maior tradição da cidade. O popular evento cultural de renome internacional oferece passeios pelos interiores do palácio, com música ao vivo de instrumentos históricos. A verdadeira joia para os visitantes é a festa palaciana do século XVIII, fielmente reproduzida no palácio de Český Krumlov.

Festival internacional de música Primavera de Praga
7 de Maio a 4 de Junho

(Foto: Divulgação)

Festival multi-gênero conhecido mundialmente e o maior evento de música da República Tcheca. 

Por mais de 70 anos, o festival internacional de música Primavera de Praga faz parte dos eventos culturais mais representativos da República Tcheca. O festival, estrelado pelos melhores artistas do mundo, orquestras sinfônicas e concertos de câmara, é algo exclusivo. Ele superou as mudanças de regime e as dramáticas mudanças culturais de sete décadas. E tudo graças aos espectadores que apreciaram e ainda apreciam a verdadeira qualidade artística.

Festival internacional de cinema de Karlovy Vary
3 a 11 de Julho

(Foto: Divulgação)

Visite Karlovy Vary e seu maior e mais popular festival na República Tcheca.

O Festival de Cinema Karlovy Vary é o festival de maior prestígio na Europa Central e tem uma atmosfera inconfundível. O primeiro festival foi realizado em 1946 em Mariánské Lázně e um ano depois mudou-se para Karlovy Vary e, desde então, é comemorado regularmente na primeira quinzena de julho. O festival costuma lançar mais de 200 novos filmes de todo o mundo, o melhor filme recebe o Globo de Cristal durante a cerimônia final. Celebridades e estrelas, milhares de fãs de cinema, shows, cerimônias, festas, conferências de imprensa e dezenas de outros eventos acontecem durante o festival. O centro do festival é no Thermal Hotel, no entanto, exibições de filmes ocorrem praticamente em toda a cidade.

Colours of Ostrava
15 a 18  de Julho

(Foto: Divulgação)

Um festival de música que oferece uma variedade excepcional de estilos e gêneros. 

O festival internacional de música multigeracional acontece na região de mineração de Vítkovice desde 2013, na área de antigas minas e siderúrgicas que têm uma atmosfera excepcional. O Colors of Ostrava recebeu o Prêmio Anděl duas vezes como Evento de Música do Ano e foi intitulado Melhor Evento de Música do Ano na pesquisa ALMA (Akropolis Live Music Awards) na categoria Concerto / Festival do Ano. O festival reúne mais de 150 bandas de música e uma boa dose de jazz, world music, rock, pop e música alternativa, além de filmes, encontros, oficinas e shows de teatro.

Festival musical Castelos da Morávia
31 de Julho a 22 de Agosto

(Foto: Divulgação)

Evento cultural-musical, realizado sob os monumentos românticos da Morávia. 

A alternativa da Morávia ao festival de Castelos Tchecos garante a mesma diversão, talvez apenas com sabor de vinho. A Moravia é uma área tradicional de cultivo de vinho na República Tcheca, onde você pode combinar música e cultura com degustação. Estão disponíveis os ingressos para os shows, que também são válidos para as exposições de castelos. Um componente dos festivais também é a acomodação em parques de camping, que ficam diretamente sob os castelos.

O ROUBO DO SÉCULO GANHA PRIMEIRO TEASER E ARTE LEGENDADOS

(Foto: Divulgação)

Longa argentino baseado em fatos reais tem estreia prevista para 26 de março

A Warner Bros. Pictures divulga o primeiro teaser e pôster de O Roubo do Século, filme argentino baseado em uma história real e que estreia em 26 de março nos cinemas brasileiros. O longa já levou quase 2 milhões de espectadores aos cinemas da Argentina, consolidando-se como um dos maiores filmes do país.

Dirigido por Ariel Winograd, O Roubo do Século traz a história de um grupo de ladrões sem precedentes criminais que realizou um dos assaltos a bancos mais famosos da história da Argentina em 2006. Filmado na região metropolitana de Buenos Aires e na província de San Juan, o filme conta no elenco com Guillermo Francella, Diego Peretti, Luis Luque, Pablo Rago, Rafael Ferro e Mariano Argento.

Sobre o filme

Chove torrencialmente e as ruas estão vazias. Araujo se abriga sob a marquise de uma loja fechada. Há poças d’água espalhadas pela avenida. Ele vê um luminoso refletido nesses espelhos formados pela água. Araujo olha para cima e se depara com a fachada do banco Río.

Sexta-feira, 13 de janeiro de 2006. Os atiradores do Grupo Halcón aguardam uma ordem. Mais de 300 policiais posicionados nas redondezas aguardam o comando de seu chefe. Miguel Sileo, o negociador, não tem mais esperança de que Vitette, um dos líderes do bando que invadiu a agência Acassuso do banco Río, dará algum sinal de vida. As pizzas que ele havia exigido já estão frias. Quando o Grupo Halcón é autorizado a invadir o local, eles encontram o inesperado. Armas de brinquedo e uma dúzia de reféns assustados os aguardam do lado de dentro. Não há sinal dos assaltantes. Conforme verificam os reféns para se certificar de que nenhum dos bandidos está disfarçado entre eles, os policiais descobrem que mais da metade dos cofres foi aberta e esvaziada. Pendurado dentro de um cofre, há um bilhete que diz: “Sem armas, sem ressentimentos; entre vizinhos ricos, trata-se somente de dinheiro, não amor”. Vitette, Araujo, De La Torre, Debauza, Marciano e El Paisa sumiram, como se fosse um truque digno de Houdini.

Só há um problema: meses após o roubo, Alicia Di Tulio, esposa de Beto De La Torre, ressentida pela fuga de seu marido com outra mulher para aproveitar sua nova fortuna, denuncia os seis integrantes do bando. Eles são capturados um a um, mas o dinheiro nunca aparece. Seria Alicia um revés em um plano perfeito, ou até isso foi planejado pelo arquiteto do Roubo do Século?

CINÉPOLIS ANUNCIA PRÉ-VENDA DE POKÉMON: DETETIVE PIKACHU, COM RYAN REYNOLDS NO PAPEL DO POKÉMON ELÉTRICO

A rede Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, anuncia que a pré-venda de “Pokémon: Detetive Pikachu” começa hoje, e os ingressos poderão ser adquiridos por meio do site:cinepolis.com.br/pre-vendas.

(Foto: Divulgação)

Com Ryan Reynolds (Deadpool) que dá voz a Pikachu, “Pokémon:  Detetive Pikachu” adapta o jogo de mesmo nome, que traz o pokémon elétrico solucionando diversos mistérios. Com uma mistura de live-action e animação, o filme promete ser um prato cheio de referências para os fãs da franquia.

Com direção de Rob Letterman, “Pokémon: Detetive Pikachu” chega ao Brasil em 9 de maio.
 

SINOPSE

Um jovem une forças com o detetive Pikachu para desvendar o mistério por trás do desaparecimento de seu pai. Perseguindo pistas pelas ruas de Ryme City, a dupla dinâmica logo descobre uma trama desonesta que representa uma ameaça ao universo Pokémon.
 

Ficha Técnica
Pokémon: Detetive Pikachu
EUA, Japão, 2019.
Aventura | Ação.
Diretor: Rob Letterman.
Elenco: Ryan Reynolds, Ikue Otani, Justice Smith, Kathryn Newton, Bill Nighy.
Duração: 104 minutos.
Distribuidora: Warner Bros.
 

PARIS FILMES DIVULGA NOVA CENA DO LONGA QUE ESTREIA DIA 11 DE ABRIL

No trecho, Alice Segretto (Ingrid Guimarães), desiste da breve aposentadoria e resolve retomar o comando da Sexy Delícia após ver seu império ameaçado pela invenção de uma jovem concorrente no mercado

A Paris Filmes acaba de divulgar mais uma  cena do aguardado “De Pernas Pro Ar 3“, dirigido por Julia Rezende, que traz Ingrid Guimarães no emblemático papel de Alice Segretto e estreia dia 11 de abril. No novo trecho, a empresária, que havia acabado de tomar a decisão de entregar os negócios para a mãe e cuidar da família, volta atrás e decide tomar as rédeas da Sexy Delícia. Tudo isso após Leona (Sammya Pascotto), uma jovem com uma invenção tecnológica capaz de movimentar o mercado erótico,  anunciar que seu produto participará de uma importante feira em paris, mercado recém conquistado por Alice, que, é claro, não vai deixar ninguém ameaçar seu império! 

CINÉPOLIS ANUNCIA COMBO EXCLUSIVO DE “HOMEM-ARANHA NO ARANHAVERSO”

Os ingressos já podem ser adquiridos na pré-venda

A rede Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, inicia a venda do combo promocional de “Homem-Aranha no Aranhaverso” com um balde exclusivo que traz impresso todas as variações do personagem no filme.

O combo é composto por duas bebidas, que podem ser refrigerante ou suco, e uma pipoca grande no balde exclusivo do filme “Homem-Aranha no Aranhaverso”.

Cinépolis tem combo exclusivo para a animação. (Foto: Divulgação)

Com distribuição da Sony Pictures, “Homem-Aranha no Aranhaverso”, animação que mistura computação gráfica com efeitos tradicionais dos HQs, apresenta a história de um adolescente do Brooklyn, Miles Morales, e as infinitas possibilidades do Aranhaverso, uma nova versão do universo do Homem-Aranha, onde mais de um pode usar a máscara.

Com direção de Phil Lord e Christopher Miller, de “Lego – O Filme” e “Tá Chovendo Hambúrguer”,  o filme será lançado no Brasil em 10 de janeiro.

Café Santa Mônica participa do Festival Cinegastroarte 2017

Marca oferecerá cafés gourmets com sua Coffee Bike

O Café Gourmet Santa Mônica, pioneiro na cultura do café gourmet no Brasil, participa do Festival Cinegastroarte Comgás, que acontece entre os dias 11 e 15 de setembro, e tem como proposta oferecer uma experiência gastronômica única, reunindo filmes com o tema e pratos dos chefes participantes, no Cinemark do Shopping Cidade Jardim em São Paulo.

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Coffee Bike, do Café Santa Mônica, fará degustação de Café Gourmet. (Foto: Divulgação)

O Café Santa Mônica estará no evento com sua Coffee Bike para que o público deguste um dos melhores cafés do país durante os cinco dias de festival.

Os presentes poderão optar por horário entre o almoço (13h) e jantar (18h40 e 21h) para além de assistir os filmes em cartaz, no festival, provar receitas elaboradas por chefs que se inspiraram nas películas para criar seu menu. As crianças também terão uma programação especial, no período da tarde serão exibidos filmes infantis como mesmo tema.

No dia 14, das 10h às 11h20, o festival contará com uma painel sobre “Gastronomia Sustentável”, a primeira mesa de debate será sobre Gastronomia Urbana, com a participação do Ecra Sustentabilidade Urbana e Tête à Tête, e a segunda mesa terá a participação de Seafood Watch e Clos, abordando Mar e Sustentabilidade. Para participar, é necessário fazer inscrição por meio do link: www.cinegastroarte.com.br

Os ingressos podem ser adquiridos nas bilheterias da rede Cinemark ou por meio do site Ingresso.com.

Serviço Festival Cinegastroarte Comgás 2017:
Local: Sala Prime 4 – Shopping Cidade Jardim
Av. Magalhães de Castro, 12000 – São Paulo/SP
Preço filme + almoço ou jantar: R$ 157 (inteira) e R$ 78,50 (meia)
Preço filme + lightbox: R$ 57 (inteira) e R$ 28,50 (meia)
Instagram e Facebook: @cinegastroarte

Compra de ingressos acesse: ingresso.com ou cinemark.com.br
Assessoria de imprensa: idakazue@gmail.com
Como chegar: www.shoppingcidadejardim.com

Guardians of the Galaxy Vol. 2: Um Futuro no Presente seguindo os anos 1970-80

Por Renan Villalon

Vivemos uma contemporaneidade audiovisual na qual o velho é constantemente utilizado como novidade, como forma nostálgica de trazer uma época midiática antiga dentro do atual mercado da cultura pop. Guardians of the Galaxy Vol.2 (Guardiões da Galáxia Vol. 2), de James Gunn, atende muito bem a esse aspecto, propondo (novamente) um filme que trata de uma adaptação das HQs da Marvel (especificamente das edições pós-2008) com uma temática que traz um sentimento nostálgico à plateia mais velha, o que torna o filme agradável a diversas faixas etárias. Dessa forma, é quase premeditado que nossos pais se sintam mais à vontade quando assistirem ao filme, isso porque, em diversas características, é quase impossível não afirmar que a obra gira em torno dos anos 1970-80.

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“Guardiões da Galáxia Vol.2” continua a história dos aventureiros espaciais. (Foto: Divulgação)

Essa identificação pode ser indicada, primeiramente, através do gênero cinematográfico do qual faz parte, que é exatamente uma space-opera intergalática, dentro de uma ficção científica, com diversos elementos medievalistas (espada, adagas ou mesmo uma flecha voadora), curiosamente um gênero que “explodiu” na passagem dos anos 1970-80 a partir do filme Star Wars: A New Hope (1977). A influência temática da obra de George Lucas é tão presente que, mesmo tratando-se de um universo completamente diferente, possui ideias convergentes com a galáxia desses guardiões: batalhas intergaláticas; referências à tradicional velocidade da luz; seres fantasiosos em forma humanóide; caçadores de recompensas interestelares; diversos planetas a serem explorados e etc. É possível observar um “espelhamento” nos vários filmes de Star Wars, tornando a história um característico episódio galático no universo da Marvel.

Adicionado ao gênero, temos a temática retrô fortemente estilizada complementando a história do filme, que é simples e divertida. O trabalho estético e sonoro na composição fílmica, além das referências que surgem nos diálogos dos personagens, é a nossa grande pista e inquietação que nos faz viajar no tempo da juventude retrô.

A direção de arte trabalha o visual do filme com diversas ideias datadas dos anos 1980. É possível vermos, em parte da colorização do filme, uma paleta de cores voltada para diversas tonalidades de roxo, azul escuro, amarelo, rosa e vermelho, normalmente muito fortes e intensas, que era algo copiosamente utilizado em discotecas ou demais eventos festivos e dançantes nos anos 1980 (reveja o pôster, a referência começa por ali!).

Fora esse interessante uso das cores, identificamos durante o filme outros aspectos oitentistas: como o estilo neon, em um dos pontos de encontro dos mercenários intergaláticos; seriados como Knight Rider (Super Máquina) surgindo como uma lembrança (principalmente devido à participação de David Hasselhoff no filme, a estrela do programa de TV naquela época); além do divertido uso de um ícone dos games, Pac-Man, como motivo visual no filme.

Já pela ambientação sonora, fica claro também o sentimentalismo retrô, agora referente aos anos 1970, através das músicas escolhidas para compor a história. Com diversas canções de época, essencialmente de gêneros derivados do rock, como: art rock, blues rock, soft rock, country rock, pop rock, hard rock, entre outros, a nostalgia musical setentista é outro dos grandes destaques no filme. Esse direcionamento musical ajuda não apenas a criar aquele sentimento característico, como também funciona enquanto elemento narrativo, tanto que algumas letras das músicas compõem as motivações de alguns personagens, principalmente no relacionamento entre Ego (Kurt Russell) e Star-Lord (Chris Pratt), ou entre o protagonista e Gamora (Zoe Saldana).

Entretanto, é possível considerar que a música mais interessante e nostálgica, unindo referências sonoras e visuais no filme, seja a canção Guardians Inferno, composta por Tyler Bates e James Gunn, que trata-se de uma música eletrônica, ao melhor estilo disco music (com seu auge em meados dos anos 1970), que segue a melodia do tema principal e original do filme. Nessa mesma música, temos não apenas o prazeroso resgate das discotecas setentistas, mas principalmente a participação de David Hasselhoff como cantor, e assim, em apenas uma trilha, a direção musical consegue juntar as referências das duas décadas que são trabalhadas durante toda a obra (não por acaso, essa é uma das canções que escutamos durante os créditos).

No geral, é interessante observar essas referências em um filme contemporâneo, principalmente porque as HQs adaptadas tiveram suas primeiras publicações pós-2008, ou seja, a equipe de direção de arte e musical poderia muito bem remeter à essa época mais próxima do principal público-alvo do universo Marvel. Curiosamente, há também um contraponto entre seu estilo e sua forma técnica, já que mesmo remetendo a diversos tipos de referências teoricamente antigas, há um acúmulo de CGI, devido às necessidades do filme, que o impede de ser reconhecido enquanto uma narrativa oldschool, por assim dizer. Entretanto, se podemos tirar uma conclusão do trabalho desses artistas é que Guardians of Galaxy Vol. 2 é uma obra que “atualiza o velho”, que relembra o antigo ao mesmo tempo em que necessita mostrar-se enquanto obra atual, o que dá ainda mais destaque às referências, pois essa distância e aproximação naturalizada entre as diversas épocas é instigante.

Já o seu roteiro também trabalha com outras ideias e referências.

Essencialmente, enquanto os arcos dramáticos particulares de seus diversificados personagens são bem explorados durante a narrativa, temos sua história principal colocando em crise a ideia do mito cosmogônico da criação divina, através de um leitura direcionada pelas mitologias cristã e grega, isso devido ao desenvolvimento do passado familiar de Star-Lord. Seu relacionamento com Ego, seu pai, é tratado através da ideia de um deus único (próprio dos ideais cristãos) com adição de múltiplos semideuses pela galáxia (o que nos leva aos mitos gregos). Observa-se assim, novamente, mais elementos medievalistas dentro de uma narrativa que visa uma ideia de futuro, isso quando relacionada com o nosso hoje, uma interessante mistura entre ideais já vividos em meio à uma imaginação de algo que ainda está por vir (sim, isso nos dá um “nó” na cabeça!).

Além disso, é válido relembrar neste texto do humor muito bem trabalhado durante o roteiro, com piadas que se integram na história principal ao mesmo tempo que servem enquanto quebra da narrativa, diversas vezes, nos tirando de um possível foco excessivo na seriedade das ameaças que os guardiões sofrem durante todo o filme. Certamente é um filme que não se leva tão a sério, e é isso que o torna tão prazeroso no sentido de acompanhar seu desenvolvimento, pois além das piadas servirem enquanto “quebra”, nos permitem identificarmos melhor as curvas dramáticas presentes na história (momentos de alta e baixa dinâmica na linha narrativa, com sentimentos de alegria, tristeza, tensão, suspense e etc).

Automaticamente, as piadas também ajudam o espectador a se aproximar mais dos personagens e/ou do universo intergaláticos – lembrando aqui que a referência mais próxima da Terra é Peter Quill (Star-Lord). Os momentos cômicos fazem com que esses seres fantásticos, e seus respectivos ambientes estelares, percam aquele distanciamento da nossa realidade, isso porque as piadas naturalizam a presença deles durante o filme, principalmente quando tratam de referências terráqueas (o que não é pouco!). E nesse aspecto é interessante o uso do personagem Peter Quill, já que ele serve como uma “ponte”, como uma conexão entre o universo no qual está presente e a realidade nostálgica vivida por diversos espectadores, como mostram as constantes referências setentistas e oitentistas.

Assim, como últimas considerações, Guardians of Galaxy Vol. 2 funciona tranquilamente como um filme solo, ainda que seja o “segundo volume” de uma trilogia ainda em produção e integrante do projeto cinematográfico da Marvel. Na verdade, o fato da obra nos permitir esse certo distanciamento do ambiente terrestre no qual os principais personagens fílmicos estão presentes, no pós-Guerra Civil (Capitão América 3), a enaltece excessivamente. Isso porque permite enxergarmos o seu potencial narrativo, independentemente do mesmo ser simples e quase restrito ao próprio destino de seus personagens. Vejamos se, em um futuro próximo, os guardiões continuarão em uma space-opera repleta de elementos nostálgicos, mantendo o seu bom humor enquanto escutamos o Awesome Mix Vol. 3.

P.s.: Divirtam-se com as cenas DURANTE os créditos!

Ass.: I’m Groot.

The Oscars 2017

Por Renan Villalon

O 89th Academy Awards mal havia encerrado e já pôde ser mencionado como um dos mais inesquecíveis e peculiarmente históricos dos últimos anos. A cerimônia de premiação ocorreu na passagem do dia 26 a 27/02 e teve diversos fatos que a colocaram dentro desse aspecto aqui sugerido, tratando (ironicamente) do contexto político americano e propondo homenagens categóricas durante todo o evento. Também destacaremos aqui as belíssimas apresentações musicais, sempre esperadas com ansiedade, e claro, as grandes premiações da noite, repletas de discursos sociais, frases emotivas e momentos intensos, de acordo com as celebrações da noite.

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Oscar 2017 teve como maior vencedor o “La La Land”. (Foto: Divulgação)

O primeiro destaque parte do apresentador do programa Jimmy Kimmel Live!. O condutor do talk-show de fim de noite americano (pela ABC) trouxe ao Oscar grande parte de seu humor sarcástico já reconhecido através de seu programa de TV, com piadas que, no geral, ironizavam e ridicularizavam o posiocionamento polêmico de Donald Trump – e devo dizer: ele foi peculiarmente pontual e excepcional nesse aspecto. Ocasionalmente, o momento político americano foi a base para as suas piadas durante a maior parte da cerimônia, o que já nos faz lembrar o quanto que diversos artistas da área do cinema se posicionaram contra a candidatura do empresário à Casa Branca. Desde o início, Kimmel já ironiza ao citar que a transmissão ao vivo do Oscar estaria em lares de mais de 240 países que, atualmente, odeiam os americanos devido ao seu líder político.

Além disso, ele também baseou boa parte de suas piadas de acordo com a forma costumeira das opiniões do político no twitter, utilizando de frases como: “Você saberá a opinião dele amanhã, isso é muito ‘importante’.” e, posteriormente no evento: “Duas horas e nenhum tweet de Trump… Estou ‘preocupado’.”, além de relembrar-nos sobre o discurso de Meryl Streep no Golden Globe, através da intenção da #Merylsayhi, em seu tweet: “Hey @realDonaldTrump, u up?”. Aliás, o Twitter foi categoricamente A rede social da premiação, pois além do sarcasmo de Kimmel, outro aspecto que trouxe de seu programa foi o Mean Tweets, agora com uma Oscars Edition, no qual alguns dos atores célebres e/ou convidados da noite brincaram com as menções ditas sobre eles na página.

Outro destaque da apresentação foi através da participação de pessoas não famosas (de um ônibus turístico) na premiação, na qual Kimmel combinou com a produção a entrada “por acaso” dos turistas durante o evento, algo que fez com que os “convidados” conhecessem e interagissem com alguns dos principais atores hollywoodianos na plateia. A desculpa da “invasão”? O tour seria para uma exposição de vestidos, ideia pela qual Kimmel brincou: “Mas haverá pessoas nesses vestidos.”. Os turistas, de diversas etnias (mais uma pontual provocação a Trump? Fica a dúvida), foram ovacionados pela plateia artística.

Mas o humor característico de Kimmel foi pequeno se comparado à emoção das homenagens contínuas realizadas durante a cerimônia no Teatro Dolby. A primeira delas foi não apenas clássica e tradicional, mas também importantíssima, com a atriz Meryl Streep sendo ovacionada, logo no início do evento, por todo o seu trabalho na carreira, com mais de 50 filmes na carreira e com o total de 20 indicações ao Oscar, com três estatuetas recebidas. Outra grande homenagem foi à Katherine Johnson, grande contribuidora à Nasa devido aos seus estudos enquanto física, cientista espacial e matemática. A menção à profissional foi através da lembrança pelo filme Hidden Figures (Estrelas além do Tempo), um dos filmes indicados, no qual Johnson é uma personagem da história, representada pela atriz Taraji Henson, a única das três importantes figuras representadas no filme (juntamente com Dorothy Vaughan e Mary Jackson) ainda viva. Outra homenagem importante foi a menção ao prêmio honorário pela carreira cinematográfica, entregue no Governors Awards (12/11/2016), na qual quatro grandes profissionais foram mencionados honrosamente pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, entre eles: a editora Anne Coates, o documentarista Frederick Wiseman, o ator Jackie Chan e o diretor de elenco Lynn Stalmaster.

Como conclusão sobre esse aspecto da cerimônia, temos o vídeo Cinema ao Redor do Mundo, com opiniões de estrangeiros referente ao cinema norte-americano, que também contou com duas importantes figuras artísticas brasileiras: Lázaro Ramos (falando sobre The Godfather, 1972) e Seu Jorge (mencionando E.T. the Extra-Terrestrial, 1982). E claro, como já é de costume todos os anos pela Academia, In Memorian, homenageando os artistas da área que faleceram desde a última premiação, com figuras históricas também à cultura pop, como: Gene Wilder (Willy Wonka and the Chocolate Factory, 1971), Anton Yelchin (Star Trek Beyond, 2016), Prince (Graffiti Bridge, 1990), Kenny Baker (Star Wars: The Force Awakens, 2015), John Hurt (Harry Potter and the Deathly Hallows – Part. 2, 2011), Hector Babenco (Carandiru, 2003), Carrie Fisher (Star Wars: The Last Jedi, 2017) e Bill Paxton (Aliens, 1986), com a belíssima e emocionante performance de Sara Bareilles, com a música Both Sides, Now.

(Entretanto, aqui temos um dos erros da cerimônia, com a foto da produtora Jan Chapman, que ainda está viva , durante o letreiro do vídeo que fazia a menção saudosa à figurinista Janet Patterson, que morreu em outubro de 2016)

Observando as performances deste Oscar, as demais, diferentemente de Bareilles, ao invés de homenagearem figuras históricas do cinema, levavam suas menções honrosas, essencialmente, aos indicados na categoria de Melhor Canção Original. Justin Timberlake animou o início do evento com seu estilo pop através das músicas Can’t Stop the Felling, do indicado Trolls, e Lovely Day (de Bill Whiters). Já Auli’i Cravalho e Lin-Manuel Miranda foram os artistas que levaram ao palco How Far I’ll Go, de Moana, com uma direção artística simples e pontual. Com uma simples coreografia dos bailarinos, que traziam elementos que contrastavam com o fundo animado do palco, e com uma representação do sol que lembrou, copiosamente, a pira brasileira das Olimpíadas de 2016, a apresentação da canção nos direcionou ao ambiente marítimo e tropical da animação musical da Disney.

Já Sting, com a canção The Empty Chair, de Jim: The James Foley Story, foi a apresentação mais sutil, com aquela clássica performance do músico sentado em uma cadeira e com uma breve iluminação sobre a sua figura. Agora, John Legend, outra importante figura pop contemporânea, cantou as duas indicações de La La Land (La La Land – Cantando Estações): City of Stars e Audition (The Fools Who Dream), que possuiu em sua performance, novamente, o importante coreografia do balê, que trouxe um representação que seguiu a mesma direção de arte do filme e representou dois dos mais importantes momentos musicais da obra. O primeiro relacionado ao primeiro encontro involuntário do casal na obra (com a peculiar ideia do sapateado enquanto coreografia) e o segundo momento relacionado, exatamente, a um dos encontros do casal quando já estão juntos (e que faz uma deliciosa referência nostálgica a Moulin Rouge!, de 2001).

Quando falamos de La La Land, chegamos ao aspecto nostálgico da cerimônia, que celebrou e honrou importantes figuras e obras de Hollywood, desde o cinema mais autoral às produções comerciais, o que irá nos conectar às entregas da noite. Antes de algumas premiações, era mostrado um vídeo no qual um(a) ator/atriz clássico ou tradicional em Hollywood era homenageado(a) por outro(a) ator/atriz, colocando os primeiros como referência às atuações dos segundos. Logo após o vídeo, ambos, homenageado e quem prestou homenagem, apresentavam os indicados e entregavam-lhes a estatueta (uma interessante ideia ao evento). Desses momentos, figuras importantíssimas ao cinema: Shirley MacLaine,  Michael J. Fox e Meryl Streep, nos mostram a homenagem da Academia tanto a figuras mais históricas, como Maclaine, passando por atuações que vem transcendendo Hollywood, como as de Streep, além das categóricas e clássicas performances a filmes comerciais, como pelo carismático e eterno personagem de J. Fox em Back to the Future, que teve a icônica DeLorean no palco.

Com isso, chegamos às premiações, das quais 24 estatuetas foram divididas entre diversos tipos de obras. Entre os filmes comerciais honrados na cerimônia, Suicide Squad (Esquadrão Suicida), Fantastic Beasts and Where find Them (Animais Fantásticos e Onde Habitam), e The Jungle Book (Mogli: O Menino Lobo) tiveram seus representantes no palco – com destaque ao discurso de Alessandro Bertolazzi (Suicide Squad), no qual ofereceu o prêmio aos imigrantes, por também ser um. Com relação às animações, Zootopia (Zootopia – Essa Cidade é o Bicho) e Piper foram os premiados, com os diretores da animação da Pixar (Zootopia) enaltecendo a mensagem fílmica sobre a importância da mensagem sobre tolerância presente no filme.

As premiações aos documentários também trouxeram discursos políticos e sociais por seus vencedores. A estatueta a O.J. Made in America (com 7h47min de duração) foi agradecida com seu diretor, Ezra Edelman, colocando a obra como um filme não tradicional, e dedicando-o às vítimas da violência policial, motivada pelo racismo. O documentário em curta-metragem The White Helmets foi ainda mais intenso em suas palavras, enaltecendo a ação social do grupo de voluntários, destacados na obra, que ajudam a resgatar pessoas na Síria, e assim, não apenas enalteceram a importância em salvar vidas como também a necessidade mundial para um olhar mais cuidadoso à questão da Síria.

Entretanto, dos discursos sociais, aquele que talvez a maior repercussão seja de Asghar Farhadi, diretor iraniano de Forushande (O Apartamento), premiado como Melhor Filme em Língua Estrangeira. O diretor enviou um pequeno discurso aos seus representantes na premiação, com sua mensagem direcionada a Trump, colocando que a sua ausência é devido ao desrespeito aos imigrantes de seu país através da nova política americana do presidente, e dizendo que dividir o mundo ajuda a imprimir o medo entre as nações. Já a vitória do curta-metragem Mindenki, de Kristóf Deák e Anna Udvardy, teve o prêmio dedicado às crianças, mencionado por Deák como as “únicas pessoas que podem melhorar o mundo”.

As premiações técnicas já começam a nos direcionar para as principais produções indicadas da noite, com Arrival (A Chegada), de Denis Villeneuve, ganhando uma estatueta, Hacksaw Ridge (Até o Último Homem), de Mel Gibson, levando dois Oscars, e La La Land, de Damien Chazelle, com quatro premiações.

Com as categorias principais, primeiramente aos roteiristas e diretores, Barry Jenkins e Tarell McCraney, roteiristas de Moonlight, ganharam na categoria sobre roteiro adaptado; Kenneth Lonergan, roteirista de Manchester by the Sea, ganhou entre os roteiros originais, e Damien Chazelle, com La La Land, se tornou o diretor mais jovem a ganhar uma estatueta do Oscar, e em seu discurso mencionou que seu trabalho é um filme sobre o amor, e que se apaixonou fazendo essa obra.

A premiação aos atores foi, como sempre, mais emocionada. Tivemos a premiação de Mahershla Ali, em Moonlight (Moonlight: Sob a Luz do Luar) e de Viola Davis, em Fences (Um Limite entre Nós), como melhores ator e atriz coadjuvantes, e de Casey Affleck, em Manchester by the Sea (Manchester à Beira-Mar) e de Emma Stone, em La La Land, como melhores ator e atriz na edição. Dos dois mais veteranos, Ali e Davis, vieram discursos sobre a importância na atuação e na entrega ao personagem. Ali mencionou que o ator está sempre servindo ao personagem e que não é o eu particular do intérprete que deve permanecer no trabalho. Davis, em um discurso emocionante, disse que o trabalho do ator deve honrar grandes pessoas, e se mostrou grata por fazer parte da única profissão pela qual se celebra a vida, dedicando seu discurso à importância em exaltar as pessoas comuns. Já os jovens Casey e Emma enalteceram personalidades que estavam no Teatro Dolby. Casey agradeceu Denzel Washington por ter sido uma das primeiras pessoas a terem ensinado-o a atuar, e Emma diz que mirava em suas concorrentes à estatueta para chegar a ser uma grande atriz e diz que o prêmio será um forte incentivo para continuar crescendo e aprendendo na profissão.

A maior surpresa da noite ficaria à última premiação. Para o prêmio de Melhor Filme, Faye Dunaway e Warren Beatty, o eterno casal Bonnie and Clyde, foram os convidados para a entrega desse Oscar. Entretanto, o envelope que foi dado ao casal artístico estava errado, sendo o mesmo da premiação anterior, que havia sido a Emma Stone. Dessa forma, Beatty estava com o envelope de La La Land e Dunaway, ao ser requisita por Beatty para conferir o vencedor, mencionou o filme assim que leu o envelope, o que fez com que toda a equipe do filme mais favorito e indicado do Oscar 2017 passasse pelo enorme constrangimento de entregar as estatuetas em meio ao discurso sobre a “vitória”. O erro foi um dos maiores em todas as edições, entrando para a história e quase estragando o final de uma das cerimônias mais importantes de Hollywood.

Assim, ao final do Oscar 2017, podemos dizer que esse foi um evento repleto de momentos memoráveis, tanto por parte das apresentações musicais, quanto pelos momentos de nostalgia ou das homenagens a diversos profissionais, com premiações desde artistas mais novatos a grandes veteranos já consagrados. Entretanto, o encerramento pode trazer ao 89th Academy Awards o eterna marca do erro do casal Bonnie and Clyde, um final quase trágico a uma premiação na qual, ironicamente, um musical sobre um casal apaixonado era o “queridinho” da Academia.

Abaixo, segue o ranking dos principais filmes premiados:

1º. La La Land: 6 estatuetas

Melhor Diretor (Damien Chazelle);

Melhor Atriz (Emma Stone);

Melhor Trilha Sonora (Justin Hurwitz);

Melhor Canção Original (City of Stars);

Melhor Design de Produção (David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco);

Melhor Fotografia (Linus Sandgren);

 

2º. Moonlight: 3 estatuetas

Melhor Filme (Adele Romanski, Dede Gardner e Jeremy Kleiner);

Melhor Ator Coadjuvante (Mahershala Ali);

Melhor Roteiro Adaptado (Barry Jenkins e Tarell McCraney);

 

3º. Manchester by the Sea / Hacksaw Ridge: 2 estatuetas cad

Manchester by the Sea:

Melhor Ator (Casey Affleck);

Melhor Roteiro Original (Kenneth Lonergan);

Hacksaw Ridge:

Melhor Mixagem de Som (Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace);

Melhor Edição (John Gilbert);

 

Demais Vencedores:

Fences: Melhor Atriz Coadjuvante (Viola Davis);

Zootopia: Melhor Animação (Byron Howard, Rich Moore e Clark Spencer);

Forushande: Melhor Filme em Língua Estrangeira (Asghar Farhadi);

O.J.: Made in America: Melhor Documentário (Ezra Edelman);

The White Helmets: Melhor Documentário em Curta-Metragem (Orlando von Einsiedel e Joanna Natasegara);

Mindenki: Melhor Curta-Metragem (Kristóf Deák e Anna Udvardy);

Piper: Melhor Curta-Metragem em Animação (Alan Barillaro e Marc Sondheimer);

Arrival: Melhor Edição de Som (Sylvain Bellemare);

Suicide Squad: Melhor Maquiagem e Penteado (Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson);

Fantastic Beasts and Where to Find Them: Melhor Figurino (Colleen Atwood);

The Jungle Book: Melhores Efeitos Visuais (Robert Legato, Adam Valdez, Andrew Jones e Dan Lemmon).