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Café Santa Mônica participa do Festival Cinegastroarte 2017

Marca oferecerá cafés gourmets com sua Coffee Bike

O Café Gourmet Santa Mônica, pioneiro na cultura do café gourmet no Brasil, participa do Festival Cinegastroarte Comgás, que acontece entre os dias 11 e 15 de setembro, e tem como proposta oferecer uma experiência gastronômica única, reunindo filmes com o tema e pratos dos chefes participantes, no Cinemark do Shopping Cidade Jardim em São Paulo.

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Coffee Bike, do Café Santa Mônica, fará degustação de Café Gourmet. (Foto: Divulgação)

O Café Santa Mônica estará no evento com sua Coffee Bike para que o público deguste um dos melhores cafés do país durante os cinco dias de festival.

Os presentes poderão optar por horário entre o almoço (13h) e jantar (18h40 e 21h) para além de assistir os filmes em cartaz, no festival, provar receitas elaboradas por chefs que se inspiraram nas películas para criar seu menu. As crianças também terão uma programação especial, no período da tarde serão exibidos filmes infantis como mesmo tema.

No dia 14, das 10h às 11h20, o festival contará com uma painel sobre “Gastronomia Sustentável”, a primeira mesa de debate será sobre Gastronomia Urbana, com a participação do Ecra Sustentabilidade Urbana e Tête à Tête, e a segunda mesa terá a participação de Seafood Watch e Clos, abordando Mar e Sustentabilidade. Para participar, é necessário fazer inscrição por meio do link: www.cinegastroarte.com.br

Os ingressos podem ser adquiridos nas bilheterias da rede Cinemark ou por meio do site Ingresso.com.

Serviço Festival Cinegastroarte Comgás 2017:
Local: Sala Prime 4 – Shopping Cidade Jardim
Av. Magalhães de Castro, 12000 – São Paulo/SP
Preço filme + almoço ou jantar: R$ 157 (inteira) e R$ 78,50 (meia)
Preço filme + lightbox: R$ 57 (inteira) e R$ 28,50 (meia)
Instagram e Facebook: @cinegastroarte

Compra de ingressos acesse: ingresso.com ou cinemark.com.br
Assessoria de imprensa: idakazue@gmail.com
Como chegar: www.shoppingcidadejardim.com

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Guardians of the Galaxy Vol. 2: Um Futuro no Presente seguindo os anos 1970-80

Por Renan Villalon

Vivemos uma contemporaneidade audiovisual na qual o velho é constantemente utilizado como novidade, como forma nostálgica de trazer uma época midiática antiga dentro do atual mercado da cultura pop. Guardians of the Galaxy Vol.2 (Guardiões da Galáxia Vol. 2), de James Gunn, atende muito bem a esse aspecto, propondo (novamente) um filme que trata de uma adaptação das HQs da Marvel (especificamente das edições pós-2008) com uma temática que traz um sentimento nostálgico à plateia mais velha, o que torna o filme agradável a diversas faixas etárias. Dessa forma, é quase premeditado que nossos pais se sintam mais à vontade quando assistirem ao filme, isso porque, em diversas características, é quase impossível não afirmar que a obra gira em torno dos anos 1970-80.

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“Guardiões da Galáxia Vol.2” continua a história dos aventureiros espaciais. (Foto: Divulgação)

Essa identificação pode ser indicada, primeiramente, através do gênero cinematográfico do qual faz parte, que é exatamente uma space-opera intergalática, dentro de uma ficção científica, com diversos elementos medievalistas (espada, adagas ou mesmo uma flecha voadora), curiosamente um gênero que “explodiu” na passagem dos anos 1970-80 a partir do filme Star Wars: A New Hope (1977). A influência temática da obra de George Lucas é tão presente que, mesmo tratando-se de um universo completamente diferente, possui ideias convergentes com a galáxia desses guardiões: batalhas intergaláticas; referências à tradicional velocidade da luz; seres fantasiosos em forma humanóide; caçadores de recompensas interestelares; diversos planetas a serem explorados e etc. É possível observar um “espelhamento” nos vários filmes de Star Wars, tornando a história um característico episódio galático no universo da Marvel.

Adicionado ao gênero, temos a temática retrô fortemente estilizada complementando a história do filme, que é simples e divertida. O trabalho estético e sonoro na composição fílmica, além das referências que surgem nos diálogos dos personagens, é a nossa grande pista e inquietação que nos faz viajar no tempo da juventude retrô.

A direção de arte trabalha o visual do filme com diversas ideias datadas dos anos 1980. É possível vermos, em parte da colorização do filme, uma paleta de cores voltada para diversas tonalidades de roxo, azul escuro, amarelo, rosa e vermelho, normalmente muito fortes e intensas, que era algo copiosamente utilizado em discotecas ou demais eventos festivos e dançantes nos anos 1980 (reveja o pôster, a referência começa por ali!).

Fora esse interessante uso das cores, identificamos durante o filme outros aspectos oitentistas: como o estilo neon, em um dos pontos de encontro dos mercenários intergaláticos; seriados como Knight Rider (Super Máquina) surgindo como uma lembrança (principalmente devido à participação de David Hasselhoff no filme, a estrela do programa de TV naquela época); além do divertido uso de um ícone dos games, Pac-Man, como motivo visual no filme.

Já pela ambientação sonora, fica claro também o sentimentalismo retrô, agora referente aos anos 1970, através das músicas escolhidas para compor a história. Com diversas canções de época, essencialmente de gêneros derivados do rock, como: art rock, blues rock, soft rock, country rock, pop rock, hard rock, entre outros, a nostalgia musical setentista é outro dos grandes destaques no filme. Esse direcionamento musical ajuda não apenas a criar aquele sentimento característico, como também funciona enquanto elemento narrativo, tanto que algumas letras das músicas compõem as motivações de alguns personagens, principalmente no relacionamento entre Ego (Kurt Russell) e Star-Lord (Chris Pratt), ou entre o protagonista e Gamora (Zoe Saldana).

Entretanto, é possível considerar que a música mais interessante e nostálgica, unindo referências sonoras e visuais no filme, seja a canção Guardians Inferno, composta por Tyler Bates e James Gunn, que trata-se de uma música eletrônica, ao melhor estilo disco music (com seu auge em meados dos anos 1970), que segue a melodia do tema principal e original do filme. Nessa mesma música, temos não apenas o prazeroso resgate das discotecas setentistas, mas principalmente a participação de David Hasselhoff como cantor, e assim, em apenas uma trilha, a direção musical consegue juntar as referências das duas décadas que são trabalhadas durante toda a obra (não por acaso, essa é uma das canções que escutamos durante os créditos).

No geral, é interessante observar essas referências em um filme contemporâneo, principalmente porque as HQs adaptadas tiveram suas primeiras publicações pós-2008, ou seja, a equipe de direção de arte e musical poderia muito bem remeter à essa época mais próxima do principal público-alvo do universo Marvel. Curiosamente, há também um contraponto entre seu estilo e sua forma técnica, já que mesmo remetendo a diversos tipos de referências teoricamente antigas, há um acúmulo de CGI, devido às necessidades do filme, que o impede de ser reconhecido enquanto uma narrativa oldschool, por assim dizer. Entretanto, se podemos tirar uma conclusão do trabalho desses artistas é que Guardians of Galaxy Vol. 2 é uma obra que “atualiza o velho”, que relembra o antigo ao mesmo tempo em que necessita mostrar-se enquanto obra atual, o que dá ainda mais destaque às referências, pois essa distância e aproximação naturalizada entre as diversas épocas é instigante.

Já o seu roteiro também trabalha com outras ideias e referências.

Essencialmente, enquanto os arcos dramáticos particulares de seus diversificados personagens são bem explorados durante a narrativa, temos sua história principal colocando em crise a ideia do mito cosmogônico da criação divina, através de um leitura direcionada pelas mitologias cristã e grega, isso devido ao desenvolvimento do passado familiar de Star-Lord. Seu relacionamento com Ego, seu pai, é tratado através da ideia de um deus único (próprio dos ideais cristãos) com adição de múltiplos semideuses pela galáxia (o que nos leva aos mitos gregos). Observa-se assim, novamente, mais elementos medievalistas dentro de uma narrativa que visa uma ideia de futuro, isso quando relacionada com o nosso hoje, uma interessante mistura entre ideais já vividos em meio à uma imaginação de algo que ainda está por vir (sim, isso nos dá um “nó” na cabeça!).

Além disso, é válido relembrar neste texto do humor muito bem trabalhado durante o roteiro, com piadas que se integram na história principal ao mesmo tempo que servem enquanto quebra da narrativa, diversas vezes, nos tirando de um possível foco excessivo na seriedade das ameaças que os guardiões sofrem durante todo o filme. Certamente é um filme que não se leva tão a sério, e é isso que o torna tão prazeroso no sentido de acompanhar seu desenvolvimento, pois além das piadas servirem enquanto “quebra”, nos permitem identificarmos melhor as curvas dramáticas presentes na história (momentos de alta e baixa dinâmica na linha narrativa, com sentimentos de alegria, tristeza, tensão, suspense e etc).

Automaticamente, as piadas também ajudam o espectador a se aproximar mais dos personagens e/ou do universo intergaláticos – lembrando aqui que a referência mais próxima da Terra é Peter Quill (Star-Lord). Os momentos cômicos fazem com que esses seres fantásticos, e seus respectivos ambientes estelares, percam aquele distanciamento da nossa realidade, isso porque as piadas naturalizam a presença deles durante o filme, principalmente quando tratam de referências terráqueas (o que não é pouco!). E nesse aspecto é interessante o uso do personagem Peter Quill, já que ele serve como uma “ponte”, como uma conexão entre o universo no qual está presente e a realidade nostálgica vivida por diversos espectadores, como mostram as constantes referências setentistas e oitentistas.

Assim, como últimas considerações, Guardians of Galaxy Vol. 2 funciona tranquilamente como um filme solo, ainda que seja o “segundo volume” de uma trilogia ainda em produção e integrante do projeto cinematográfico da Marvel. Na verdade, o fato da obra nos permitir esse certo distanciamento do ambiente terrestre no qual os principais personagens fílmicos estão presentes, no pós-Guerra Civil (Capitão América 3), a enaltece excessivamente. Isso porque permite enxergarmos o seu potencial narrativo, independentemente do mesmo ser simples e quase restrito ao próprio destino de seus personagens. Vejamos se, em um futuro próximo, os guardiões continuarão em uma space-opera repleta de elementos nostálgicos, mantendo o seu bom humor enquanto escutamos o Awesome Mix Vol. 3.

P.s.: Divirtam-se com as cenas DURANTE os créditos!

Ass.: I’m Groot.

The Oscars 2017

Por Renan Villalon

O 89th Academy Awards mal havia encerrado e já pôde ser mencionado como um dos mais inesquecíveis e peculiarmente históricos dos últimos anos. A cerimônia de premiação ocorreu na passagem do dia 26 a 27/02 e teve diversos fatos que a colocaram dentro desse aspecto aqui sugerido, tratando (ironicamente) do contexto político americano e propondo homenagens categóricas durante todo o evento. Também destacaremos aqui as belíssimas apresentações musicais, sempre esperadas com ansiedade, e claro, as grandes premiações da noite, repletas de discursos sociais, frases emotivas e momentos intensos, de acordo com as celebrações da noite.

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Oscar 2017 teve como maior vencedor o “La La Land”. (Foto: Divulgação)

O primeiro destaque parte do apresentador do programa Jimmy Kimmel Live!. O condutor do talk-show de fim de noite americano (pela ABC) trouxe ao Oscar grande parte de seu humor sarcástico já reconhecido através de seu programa de TV, com piadas que, no geral, ironizavam e ridicularizavam o posiocionamento polêmico de Donald Trump – e devo dizer: ele foi peculiarmente pontual e excepcional nesse aspecto. Ocasionalmente, o momento político americano foi a base para as suas piadas durante a maior parte da cerimônia, o que já nos faz lembrar o quanto que diversos artistas da área do cinema se posicionaram contra a candidatura do empresário à Casa Branca. Desde o início, Kimmel já ironiza ao citar que a transmissão ao vivo do Oscar estaria em lares de mais de 240 países que, atualmente, odeiam os americanos devido ao seu líder político.

Além disso, ele também baseou boa parte de suas piadas de acordo com a forma costumeira das opiniões do político no twitter, utilizando de frases como: “Você saberá a opinião dele amanhã, isso é muito ‘importante’.” e, posteriormente no evento: “Duas horas e nenhum tweet de Trump… Estou ‘preocupado’.”, além de relembrar-nos sobre o discurso de Meryl Streep no Golden Globe, através da intenção da #Merylsayhi, em seu tweet: “Hey @realDonaldTrump, u up?”. Aliás, o Twitter foi categoricamente A rede social da premiação, pois além do sarcasmo de Kimmel, outro aspecto que trouxe de seu programa foi o Mean Tweets, agora com uma Oscars Edition, no qual alguns dos atores célebres e/ou convidados da noite brincaram com as menções ditas sobre eles na página.

Outro destaque da apresentação foi através da participação de pessoas não famosas (de um ônibus turístico) na premiação, na qual Kimmel combinou com a produção a entrada “por acaso” dos turistas durante o evento, algo que fez com que os “convidados” conhecessem e interagissem com alguns dos principais atores hollywoodianos na plateia. A desculpa da “invasão”? O tour seria para uma exposição de vestidos, ideia pela qual Kimmel brincou: “Mas haverá pessoas nesses vestidos.”. Os turistas, de diversas etnias (mais uma pontual provocação a Trump? Fica a dúvida), foram ovacionados pela plateia artística.

Mas o humor característico de Kimmel foi pequeno se comparado à emoção das homenagens contínuas realizadas durante a cerimônia no Teatro Dolby. A primeira delas foi não apenas clássica e tradicional, mas também importantíssima, com a atriz Meryl Streep sendo ovacionada, logo no início do evento, por todo o seu trabalho na carreira, com mais de 50 filmes na carreira e com o total de 20 indicações ao Oscar, com três estatuetas recebidas. Outra grande homenagem foi à Katherine Johnson, grande contribuidora à Nasa devido aos seus estudos enquanto física, cientista espacial e matemática. A menção à profissional foi através da lembrança pelo filme Hidden Figures (Estrelas além do Tempo), um dos filmes indicados, no qual Johnson é uma personagem da história, representada pela atriz Taraji Henson, a única das três importantes figuras representadas no filme (juntamente com Dorothy Vaughan e Mary Jackson) ainda viva. Outra homenagem importante foi a menção ao prêmio honorário pela carreira cinematográfica, entregue no Governors Awards (12/11/2016), na qual quatro grandes profissionais foram mencionados honrosamente pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, entre eles: a editora Anne Coates, o documentarista Frederick Wiseman, o ator Jackie Chan e o diretor de elenco Lynn Stalmaster.

Como conclusão sobre esse aspecto da cerimônia, temos o vídeo Cinema ao Redor do Mundo, com opiniões de estrangeiros referente ao cinema norte-americano, que também contou com duas importantes figuras artísticas brasileiras: Lázaro Ramos (falando sobre The Godfather, 1972) e Seu Jorge (mencionando E.T. the Extra-Terrestrial, 1982). E claro, como já é de costume todos os anos pela Academia, In Memorian, homenageando os artistas da área que faleceram desde a última premiação, com figuras históricas também à cultura pop, como: Gene Wilder (Willy Wonka and the Chocolate Factory, 1971), Anton Yelchin (Star Trek Beyond, 2016), Prince (Graffiti Bridge, 1990), Kenny Baker (Star Wars: The Force Awakens, 2015), John Hurt (Harry Potter and the Deathly Hallows – Part. 2, 2011), Hector Babenco (Carandiru, 2003), Carrie Fisher (Star Wars: The Last Jedi, 2017) e Bill Paxton (Aliens, 1986), com a belíssima e emocionante performance de Sara Bareilles, com a música Both Sides, Now.

(Entretanto, aqui temos um dos erros da cerimônia, com a foto da produtora Jan Chapman, que ainda está viva , durante o letreiro do vídeo que fazia a menção saudosa à figurinista Janet Patterson, que morreu em outubro de 2016)

Observando as performances deste Oscar, as demais, diferentemente de Bareilles, ao invés de homenagearem figuras históricas do cinema, levavam suas menções honrosas, essencialmente, aos indicados na categoria de Melhor Canção Original. Justin Timberlake animou o início do evento com seu estilo pop através das músicas Can’t Stop the Felling, do indicado Trolls, e Lovely Day (de Bill Whiters). Já Auli’i Cravalho e Lin-Manuel Miranda foram os artistas que levaram ao palco How Far I’ll Go, de Moana, com uma direção artística simples e pontual. Com uma simples coreografia dos bailarinos, que traziam elementos que contrastavam com o fundo animado do palco, e com uma representação do sol que lembrou, copiosamente, a pira brasileira das Olimpíadas de 2016, a apresentação da canção nos direcionou ao ambiente marítimo e tropical da animação musical da Disney.

Já Sting, com a canção The Empty Chair, de Jim: The James Foley Story, foi a apresentação mais sutil, com aquela clássica performance do músico sentado em uma cadeira e com uma breve iluminação sobre a sua figura. Agora, John Legend, outra importante figura pop contemporânea, cantou as duas indicações de La La Land (La La Land – Cantando Estações): City of Stars e Audition (The Fools Who Dream), que possuiu em sua performance, novamente, o importante coreografia do balê, que trouxe um representação que seguiu a mesma direção de arte do filme e representou dois dos mais importantes momentos musicais da obra. O primeiro relacionado ao primeiro encontro involuntário do casal na obra (com a peculiar ideia do sapateado enquanto coreografia) e o segundo momento relacionado, exatamente, a um dos encontros do casal quando já estão juntos (e que faz uma deliciosa referência nostálgica a Moulin Rouge!, de 2001).

Quando falamos de La La Land, chegamos ao aspecto nostálgico da cerimônia, que celebrou e honrou importantes figuras e obras de Hollywood, desde o cinema mais autoral às produções comerciais, o que irá nos conectar às entregas da noite. Antes de algumas premiações, era mostrado um vídeo no qual um(a) ator/atriz clássico ou tradicional em Hollywood era homenageado(a) por outro(a) ator/atriz, colocando os primeiros como referência às atuações dos segundos. Logo após o vídeo, ambos, homenageado e quem prestou homenagem, apresentavam os indicados e entregavam-lhes a estatueta (uma interessante ideia ao evento). Desses momentos, figuras importantíssimas ao cinema: Shirley MacLaine,  Michael J. Fox e Meryl Streep, nos mostram a homenagem da Academia tanto a figuras mais históricas, como Maclaine, passando por atuações que vem transcendendo Hollywood, como as de Streep, além das categóricas e clássicas performances a filmes comerciais, como pelo carismático e eterno personagem de J. Fox em Back to the Future, que teve a icônica DeLorean no palco.

Com isso, chegamos às premiações, das quais 24 estatuetas foram divididas entre diversos tipos de obras. Entre os filmes comerciais honrados na cerimônia, Suicide Squad (Esquadrão Suicida), Fantastic Beasts and Where find Them (Animais Fantásticos e Onde Habitam), e The Jungle Book (Mogli: O Menino Lobo) tiveram seus representantes no palco – com destaque ao discurso de Alessandro Bertolazzi (Suicide Squad), no qual ofereceu o prêmio aos imigrantes, por também ser um. Com relação às animações, Zootopia (Zootopia – Essa Cidade é o Bicho) e Piper foram os premiados, com os diretores da animação da Pixar (Zootopia) enaltecendo a mensagem fílmica sobre a importância da mensagem sobre tolerância presente no filme.

As premiações aos documentários também trouxeram discursos políticos e sociais por seus vencedores. A estatueta a O.J. Made in America (com 7h47min de duração) foi agradecida com seu diretor, Ezra Edelman, colocando a obra como um filme não tradicional, e dedicando-o às vítimas da violência policial, motivada pelo racismo. O documentário em curta-metragem The White Helmets foi ainda mais intenso em suas palavras, enaltecendo a ação social do grupo de voluntários, destacados na obra, que ajudam a resgatar pessoas na Síria, e assim, não apenas enalteceram a importância em salvar vidas como também a necessidade mundial para um olhar mais cuidadoso à questão da Síria.

Entretanto, dos discursos sociais, aquele que talvez a maior repercussão seja de Asghar Farhadi, diretor iraniano de Forushande (O Apartamento), premiado como Melhor Filme em Língua Estrangeira. O diretor enviou um pequeno discurso aos seus representantes na premiação, com sua mensagem direcionada a Trump, colocando que a sua ausência é devido ao desrespeito aos imigrantes de seu país através da nova política americana do presidente, e dizendo que dividir o mundo ajuda a imprimir o medo entre as nações. Já a vitória do curta-metragem Mindenki, de Kristóf Deák e Anna Udvardy, teve o prêmio dedicado às crianças, mencionado por Deák como as “únicas pessoas que podem melhorar o mundo”.

As premiações técnicas já começam a nos direcionar para as principais produções indicadas da noite, com Arrival (A Chegada), de Denis Villeneuve, ganhando uma estatueta, Hacksaw Ridge (Até o Último Homem), de Mel Gibson, levando dois Oscars, e La La Land, de Damien Chazelle, com quatro premiações.

Com as categorias principais, primeiramente aos roteiristas e diretores, Barry Jenkins e Tarell McCraney, roteiristas de Moonlight, ganharam na categoria sobre roteiro adaptado; Kenneth Lonergan, roteirista de Manchester by the Sea, ganhou entre os roteiros originais, e Damien Chazelle, com La La Land, se tornou o diretor mais jovem a ganhar uma estatueta do Oscar, e em seu discurso mencionou que seu trabalho é um filme sobre o amor, e que se apaixonou fazendo essa obra.

A premiação aos atores foi, como sempre, mais emocionada. Tivemos a premiação de Mahershla Ali, em Moonlight (Moonlight: Sob a Luz do Luar) e de Viola Davis, em Fences (Um Limite entre Nós), como melhores ator e atriz coadjuvantes, e de Casey Affleck, em Manchester by the Sea (Manchester à Beira-Mar) e de Emma Stone, em La La Land, como melhores ator e atriz na edição. Dos dois mais veteranos, Ali e Davis, vieram discursos sobre a importância na atuação e na entrega ao personagem. Ali mencionou que o ator está sempre servindo ao personagem e que não é o eu particular do intérprete que deve permanecer no trabalho. Davis, em um discurso emocionante, disse que o trabalho do ator deve honrar grandes pessoas, e se mostrou grata por fazer parte da única profissão pela qual se celebra a vida, dedicando seu discurso à importância em exaltar as pessoas comuns. Já os jovens Casey e Emma enalteceram personalidades que estavam no Teatro Dolby. Casey agradeceu Denzel Washington por ter sido uma das primeiras pessoas a terem ensinado-o a atuar, e Emma diz que mirava em suas concorrentes à estatueta para chegar a ser uma grande atriz e diz que o prêmio será um forte incentivo para continuar crescendo e aprendendo na profissão.

A maior surpresa da noite ficaria à última premiação. Para o prêmio de Melhor Filme, Faye Dunaway e Warren Beatty, o eterno casal Bonnie and Clyde, foram os convidados para a entrega desse Oscar. Entretanto, o envelope que foi dado ao casal artístico estava errado, sendo o mesmo da premiação anterior, que havia sido a Emma Stone. Dessa forma, Beatty estava com o envelope de La La Land e Dunaway, ao ser requisita por Beatty para conferir o vencedor, mencionou o filme assim que leu o envelope, o que fez com que toda a equipe do filme mais favorito e indicado do Oscar 2017 passasse pelo enorme constrangimento de entregar as estatuetas em meio ao discurso sobre a “vitória”. O erro foi um dos maiores em todas as edições, entrando para a história e quase estragando o final de uma das cerimônias mais importantes de Hollywood.

Assim, ao final do Oscar 2017, podemos dizer que esse foi um evento repleto de momentos memoráveis, tanto por parte das apresentações musicais, quanto pelos momentos de nostalgia ou das homenagens a diversos profissionais, com premiações desde artistas mais novatos a grandes veteranos já consagrados. Entretanto, o encerramento pode trazer ao 89th Academy Awards o eterna marca do erro do casal Bonnie and Clyde, um final quase trágico a uma premiação na qual, ironicamente, um musical sobre um casal apaixonado era o “queridinho” da Academia.

Abaixo, segue o ranking dos principais filmes premiados:

1º. La La Land: 6 estatuetas

Melhor Diretor (Damien Chazelle);

Melhor Atriz (Emma Stone);

Melhor Trilha Sonora (Justin Hurwitz);

Melhor Canção Original (City of Stars);

Melhor Design de Produção (David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco);

Melhor Fotografia (Linus Sandgren);

 

2º. Moonlight: 3 estatuetas

Melhor Filme (Adele Romanski, Dede Gardner e Jeremy Kleiner);

Melhor Ator Coadjuvante (Mahershala Ali);

Melhor Roteiro Adaptado (Barry Jenkins e Tarell McCraney);

 

3º. Manchester by the Sea / Hacksaw Ridge: 2 estatuetas cad

Manchester by the Sea:

Melhor Ator (Casey Affleck);

Melhor Roteiro Original (Kenneth Lonergan);

Hacksaw Ridge:

Melhor Mixagem de Som (Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace);

Melhor Edição (John Gilbert);

 

Demais Vencedores:

Fences: Melhor Atriz Coadjuvante (Viola Davis);

Zootopia: Melhor Animação (Byron Howard, Rich Moore e Clark Spencer);

Forushande: Melhor Filme em Língua Estrangeira (Asghar Farhadi);

O.J.: Made in America: Melhor Documentário (Ezra Edelman);

The White Helmets: Melhor Documentário em Curta-Metragem (Orlando von Einsiedel e Joanna Natasegara);

Mindenki: Melhor Curta-Metragem (Kristóf Deák e Anna Udvardy);

Piper: Melhor Curta-Metragem em Animação (Alan Barillaro e Marc Sondheimer);

Arrival: Melhor Edição de Som (Sylvain Bellemare);

Suicide Squad: Melhor Maquiagem e Penteado (Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson);

Fantastic Beasts and Where to Find Them: Melhor Figurino (Colleen Atwood);

The Jungle Book: Melhores Efeitos Visuais (Robert Legato, Adam Valdez, Andrew Jones e Dan Lemmon).

Cinema é “coisa de criança”?

O top 5 de bilheterias mundiais tem três desenhos e dois filmes de super-heróis. Seria o adulto a nova criança?

Por Marcelo Forlani*

Faltam apenas algumas semanas para fechar o ano, no entanto, já é possível perceber alguns dos resultados das melhores bilheterias mundiais. E 2016 foi o ano perfeito para intrigar não só os poderosos da indústria cinematográfica, mas também a todos consumidores de conteúdo audiovisual.

Vários dos lançamentos que vinham cheios de expectativas não conseguiram cumprir suas promessas e fecharam abaixo do esperado. Foram maus resultados não só no número de pessoas que foram aos cinemas ver os filmes, como também da decepção do público, que não gostou tanto do que viu, como é o caso de Esquadrão Suicida, que apesar de bons resultados no Brasil, não surpreendeu uma boa parte dos espectadores mundo afora e foi taxado como mediano pela maioria dos críticos.

O mais curioso é que o top 5 é encabeçado por quatro produções da Walt Disney, sendo três delas animações, e nos leva a questionar: os filmes voltados à família são a coisa que mais atraem as pessoas ao cinema hoje em dia, deixando os adultos sem filhos em casa consumindo filmes e séries por streaming?

Capitão América: Guerra Civil, que já arrecadou até agora US$ 1.153.300.000. (Foto: Divulgação)
Capitão América: Guerra Civil, que já arrecadou até agora US$ 1.153.300.000. (Foto: Divulgação)

O número 1 do mundo até o momento é Capitão América: Guerra Civil, que já arrecadou até agora US$ 1.153.300.000. Não por acaso, o filme de Anthony e Joe Russo lidera também o ranking de estreias no Brasil com R$ 143 milhões arrecadados nos nossos cinemas.

A grande surpresa deste ano é Zootopia, que também bateu a marca de 1 bilhão de dólares arrecadados nas bilheterias globais, apesar de um desempenho apenas bom nos Estados Unidos, onde aparece em sexto lugar. No Brasil o desempenho do filme chama ainda menos atenção e sequer figura entre as dez maiores estreias do ano. O resultado surpreende a todos, pois a animação não era nenhuma grande aposta dos criadores, como foi Frozen em 2013, por exemplo.

Zootopia bateu a marca de 1 bilhão de dólares arrecadados nas bilheterias. (Foto: Divulgação)
Zootopia bateu a marca de 1 bilhão de dólares arrecadados nas bilheterias. (Foto: Divulgação)

A medalha de bronze das bilheterias mundiais está nas barbatanas de Procurando Dory, que também ultrapassou a marca do bilhão e aparece como o número 1 nos Estados Unidos, com 485 milhões de dólares arrecadados até agora. No Brasil, as aventuras marinhas da Pixar aparecem em quinto lugar até agora, com 113 milhões de reais arrecadados.

Outro filme que está muito bem nas bilheterias globais mesmo sem ter chamado atenção do público brasileiro é Mogli – O Menino Lobo. O longa que mistura computação gráfica com cenas reais é o quarto mais rentável nos Estados Unidos e no mundo e também não figura no top10 brasileiro. O sucesso é tão grande que a Disney já promete para breve adaptações nos mesmos moldes para outros clássicos animados, como A Bela e A Fera,Dumbo, Mulan e Branca de Neve.

Mogli foi a surpresa na lista. (Foto: Divulgação)
Mogli foi a surpresa na lista. (Foto: Divulgação)

Quem também aparece nesse top five global é Batman vs. Superman que garantiu aos produtores US$ 873.300.000. E neste caso, o resultado do Brasil ajudou. Os 132 milhões de reais arrecadados nas bilheterias locais colocam o longa-metragem dos maiores heróis da DC Comics como o segundo filme mais visto por aqui, atrás apenas do filme do Capitão América.

Heróis ou animações? Qual será a aposta para os próximos anos? Será que criações para as famílias continuarão na liderança dessa disputa ou algo novo pode virar esse jogo?

* Marcelo Forlani é diretor de marketing do Omelete Group, maior conglomerado dedicado aos fãs de cultura pop do Brasil que atinge mensalmente mais de 9 milhões de pessoas ávidas por novidades de cinema, séries de TV, games, música e histórias e quadrinhos com textos, vídeos e posts nas redes sociais.

ParkShoppingSãoCaetano anuncia os filmes que serão exibidos no Cine Drive-In

Inédita na região, a iniciativa, que comemora o 5° aniversário, transformará o estacionamento em uma grande sala de cinema para exibição de filmes premiados do Oscar nos últimos 5 anos

Para comemorar o aniversário de 5 anos com os seus clientes de forma inusitada e divertida, o ParkShoppingSãoCaetano promove, pela primeira vez na região, o Cine Drive-In. Desde o dia 24 de outubro, os clientes votaram em uma seleção de filmes vencedores do Oscar nesses últimos 5 anos para concorrer a kit para o Cine Drive-In. Os eleitos foram A Teoria de Tudo, Mad Max: Estrada da Fúria e Divertida Mente. Eles serão exibidos respectivamente nas sessões exclusivas nos dias 9, 10 e 11 de novembro, no estacionamento do empreendimento às 20h30min. A relação completa dos ganhadores está disponível no site www.parkshoppingsãocaetano.com.br.

Park Shopping São Caetano realiza Drive-In. (Foto: Divulgação)
ParkShopping São Caetano realiza Cine Drive-In. (Foto: Divulgação)

Foram 15 megaproduções para escolha do público, entre os ganhadores do Oscar – maior prêmio do cinema mundial – de diferentes categorias, como romance, animação e ação, mas somente três foram selecionadas. Ao todo, serão 130 carros por sessão. A capacidade é de cinco pessoas por carro. Para entrar no clima e tornar as exibições ainda mais deliciosas, o shopping oferecerá pipocas e refrigerantes à vontade.

O regulamento completo está disponível no site do ParkShoppingSãoCaetano.

Serviço: Cine Drive-In no ParkShoppingSãoCaetano

Gratuito

Votação para concorrer aos ingressos: de 24 a 30 de outubro

Sessões:

9/11, às 20h30: A Teoria de Tudo

10/11, às 20h30: Mad Max: Estrada da Fúria

11/11, às 20h30: Divertida Mente

Endereço: Alameda Terracota, 545, Espaço Cerâmica, São Caetano do Sul – SP

Horário de funcionamento do Shopping 

Lojas: De segunda a sábado, das 10h30 às 22h30; domingos e feriados, das 14h às 20h

Praça de Alimentação: Segunda a sábado, das 11h às 23h; domingos e feriado, das 11h às 22h

Informações: 4003-4174 e www.parkshoppingsaocaetano.com.br  

Estacionamento: Até 3 horas: R$ 7,00 + R$ 2,00 por hora adicional

Estacionamento VIP (Somente as sextas, sábados, domingos e feriados): Até 1 hora: R$ 14,00 + R$ 5,00 por hora adicional.

Estacionamento de Motos (externo): Até 3 horas: R$ 3,00 + R$ 1,00 por hora ou fração adicional;

Estacionamento de motos (subsolo): Até 3 horas: R$ 7,00 + R$ 2,00 por hora ou fração adicional.

PROMOÇÃO ESTACIONAMENTO DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA (EXCETO FERIADO)

*De segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 12h às 15h, será cobrado R$ 3,50 pelo primeiro período (exceto para o serviço de VALET).

Com hit de Justin Timberlake, trilha sonora da animação ‘Trolls’ é divulgada

COM PRODUÇÃO DO ASTRO POP, COMPOSIÇÃO MUSICAL DO FILME DA DREAMWORKS AINDA INCLUI FAIXAS DE GWEN STEFANI, ARIANA GRANDE, ANNA KENDRICK E ZOEY DESCHANEL

A nova animação da Dreamworks, “Trolls”, teve a trilha sonora divulgada nesta sexta-feira, 23 de setembro, pela Sony Music. A composição musical animada e original é um dos principais atrativos do filme, com o hit “Can’t Stop The Feeling”, de Justin Timberlake, como carro-chefe. Essa faixa foi o primeiro single do álbum. Ao todo são 13, interpretadas por Gwen Stefani, Ariana Grande, Anna Kendrick e Zoey Deschanel. Timberlake, além de ser um dos intérpretes da trilha, também assina a produção do disco, que chega ao Brasil nos formatos físico e digital.

"Trolls" divulga trilha sonora. (Foto: Divulgação)
“Trolls” divulga trilha sonora. (Foto: Divulgação)

Lançado em maio, o single “Can’t Stop The Feeling” contou com videoclipe dirigido por Mark Romanek e teve quase 230 milhões de visualizações no Youtube. A faixa foi sucesso no Brasil, recebendo certificado de platina da Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), além de ter alcançado a 1ª posição entre as faixas internacionais nas rádios brasileiras e a 9ª entre as mais ouvidas do Spotify Brasil. Com ritmo contagiante, a faixa ganhou versão especial interpretada pelo elenco de “Trolls”.

Outra música que tem uma versão exclusiva do filme é “True Colors”, parceria de Timberlake com Kendrick. Faixas como “The Sound Of Silence” “Hello” e “Im Coming Out / Mo’ Money Mo’ Problems” trazem momentos especiais retirados diretamente do longa-metragem.

Além de participarem da trilha sonora, Timberlake, Kendrick, Ariana Grande e Zoey Deschanel também são os dubladores oficiais de personagens da animação. Timberlake e Kendrick dão voz aos protagonistas Ramo e Poppy, respectivamente. A animação, dirigida por Mike Mitchell e Walt Dohrn, tem estreia prevista para 27 de outubro no Brasil.

 

Repertório de “Trolls”:

1) Hair Up **

2) Can’t Stop The Feeling! **

3) Move Your Feet / D.A.N.C.E. / It’s A Sunshine Day

4) Get Back Up Again **

5) The Sound Of Silence

6) Hello

7) I’m Coming Out / Mo’ Money Mo’ Problems

8) They Don’t Know **

9) True Colors (Film Version)

10) CAN’T STOP THE FEELING! (Film Version) **

11) September

12) What U Workin’ With? **

13) True Colors

** Faixas produzidas especialmente para o longa-metragem

O Museu da Lâmpada inaugura novos setores para os amantes da iluminação e do cinema

O Museu da Lâmpada inaugurado em 15 de abril de 2012 na zona sul de São Paulo abre duas novas alas. O destaque é o amplo laboratório luminotécnico, um espaço totalmente interativo que  trará de maneira lúdica a história e evolução das lâmpadas. O outro espaço é dedicado à história da iluminação cênica, é possível viajar pelo tempo e conhecer as estórias e os diversos tipos de lâmpada e refletores utilizados no cinema, tv e no teatro.

Museus da Lâmpada cria ala dedicada ao cinema, tv e teatro. (Foto: Divulgação)
Museus da Lâmpada cria ala dedicada ao cinema, tv e teatro. (Foto: Divulgação)
O Museu da Lâmpada relata a história da iluminação e da lâmpada, desde a pré história, retratando a necessidade do ser humano e sua evolução. Em seu acervo encontram-se vários modelos de lâmpadas desde as mais antigas até as mais modernas utilizadas atualmente. O Museu foi idealizado para ser um local que agrega conhecimento através de um grande acervo histórico.
O museu também reproduziu uma maquina fotográfica antiga, estilo lambe-lambe, para que os visitantes possam ser fotografados ao lado de uma imagem de Thomas Edison.
Entre as atrações o visitante poderá assistir um documentário sobre a vida do inventor e sua criação, oficinas de artesanato com lâmpadas e atividades ligadas a evolução (especial para grupos), sustentabilidade e economia de energia, além das atividades o visitante poderá fazer um tour pelo salão principal que mostra a evolução da lâmpada desde a época do fogo até as usadas atualmente e pela réplica do ambiente de trabalho de Thomas Edison, nessa atração o visitante pode visitar e conhecer os instrumentos e invenções (destaque para o cinetoscópio)  desse visionário e espetacular gênio da ciência moderna.
Museus da Lâmpada traz novidades ao público.  (Foto: Divulgação)
Museus da Lâmpada traz novidades ao público. (Foto: Divulgação)
 Thomas Edison foi responsável pelo registro de mais de 2.000 patentes ao longo de sua vida e foi consagrado pela invenção da lâmpada incandescente comercializável. Numa grande sala, o público pode ver modelos originais e réplicas fiéis de lâmpadas das décadas de 1920 e 1930. A mais antiga em exposição é de 1900.
Serviço:
O Museu da lâmpada fica na Av. João Pedro Cardoso, 574- Aeroporto – São Paulo – SP – Tel: (11) 2898 9358
Dias e horários – de segunda a sexta das 08h às 18h
Informações para Imprensa – 11-99904-6632
Fotos de Eduardo Zocchi
O Museu da Lâmpada conta com o apoio de “Gimawa suprimentos elétricos” e ¨Tramppo¨, ¨Mega Reciclagem/ Apliquim¨.

EPISÓDIOS ESPECIAIS DA PEPPA PIG SERÃO LANÇADOS NOS CINEMAS BRASILEIROS

Com exibição limitada, o especial Peppa Pig, as Botas de Ouro e Outras Histórias apresentará dez episódios inéditos ao público brasileiro

A Warner Bros. Pictures e a Entertainment One anunciam a chegada da Peppa Pig pela primeira vez aos cinemas brasileiros com o especial dublado Peppa Pig, as Botas de Ouro e Outras Histórias, criado por Neville Astley e Mark Baker e produzido por Phil Davies. Com uma programação feita especialmente para a tela grande, as crianças e famílias brasileiras poderão conferir com exclusividade nove episódios inéditos de 5 minutos de duração e o especial Peppa: As Botas de Ouro,com 15 minutos.

Nesse episódio especial, a Senhora Pata parece gostar das Botas Douradas da Peppa e foge com elas! Será que a Peppa conseguirá encontra-las antes da grande competição de Pulos em Poças?

O lançamento será exclusivo para o cinema e terá exibições limitadas. O público poderá conferir o especial nos dias 26, 27, 28 e 29 de maio e nos dias 4 e 5 de junho. A pré-venda de ingressos começa em 12 de maio.