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UNIVERSAL PICTURES DIVULGA PRIMEIRO TRAILER DE A FERA

O thriller tem estreia prevista no Brasil para 1º de setembro 

A Universal Pictures divulga o primeiro trailer de A Fera, thriller dirigido pelo visceral cineasta Baltasar Kormákur. O filme escrito por Ryan Engle é baseado em uma história original de Jaime Primak Sullivan e estrelado por Idris Elba, Sharlto Copley, Iyana Halley e Leah Sava Jeffries. 

Elba interpreta o Dr. Nate Daniels, um recém viúvo que retorna para África do Sul, onde conheceu sua esposa pela primeira vez, em uma viagem há muito tempo planejada com suas filhas para uma reserva gerenciada por Martin Battles, um antigo amigo da família e biólogo da natureza selvagem. Mas, o que começa como uma jornada de cura e redescobrimento, se desdobra em uma luta por sobrevivência.  

A Fera tem estreia prevista para 1º de setembro em todos os cinemas do Brasil.

UNIVERSAL PICTURES ANUNCIA VENDA ANTECIPADA DE INGRESSOS PARA JURASSIC WORLD DOMÍNIO

O terceiro filme da sequência Jurassic World estreia nos cinemas brasileiros em 2 de junho e os ingressos estarão disponíveis para pré-venda a partir de 23 de maio

(Foto: divulgação)

Jurassic World Domínio, aguardado filme da sequência Jurassic World, estreia nos cinemas brasileiros em 2 de junho, e, para alegria dos apaixonados pela franquia, a Universal Pictures anuncia que os ingressos estarão disponíveis em venda antecipada a partir do dia 23 de maio.

Para os fãs mais ansiosos, a Universal Pictures lançou uma divertida plataforma digital, chamada Dinotracker, onde é possível encontrar dinossauros espalhados pelo mundo. O site conta com uma lista completa envolvendo muitos detalhes sobre os tipos de dinossauros e onde eles habitam, além de diversas informações importantes para sobrevivência, como dicas de como proceder ao encontrar um dinossauro perdido ou ter acesso a um guia de como proteger um dinossauro encontrado sozinho.

O longa Jurassic World Domínio foi coescrito e dirigido por Colin Trevorrow, que também assina a produção executiva com o criador da franquia, Steven Spielberg, e produzido por Frank Marshall e Patrick Crowley.

Jurassic World Domínio estreia nos cinemas brasileiros em 2 de junho. Para mais informações sobre a programação e ingressos, consulte os cinemas da sua cidade.

A VINGANÇA RETORNA A GOTHAM

Matt Reeves, o cineasta de Batman, está escrevendo a sequência do longa que é um enorme sucesso

A Warner Bros. Pictures anuncio, durante a Cinemacon, que o diretor Matt Reeves começou a roteirizar a sequência de Batman, onde ele e Dylan Clark voltam a produzir juntos. A notícia vem logo após o filme atual ultrapassar a marca de US$ 750 milhões nas bilheterias globais. O anúncio foi feito em Las Vegas por Toby Emmerich, presidente do Warner Bros. Pictures Group, e pelo próprio Reeves, que se juntou a Emmerich no palco durante seu discurso de abertura na apresentação da Warner Bros. Pictures no CinemaCon.

Batman segue em cartaz nos cinemas, consulte a programação.

Trailer:

Além disso, a HBO Max anunciou recentemente uma série centrada em Colin Farrell como o Pinguim, derivada diretamente do universo lançado pelo Batman. Reeves está atualmente trabalhando novamente com J.J. Abrams e o veterano do universo DC Bruce Timm na próxima série animada do streamer “Batman: Caped Crusader” (nome ainda sem tradução). Os filmes anteriores do cineasta incluem a franquia de enorme sucesso “Planeta dos Macacos”, o aclamado filme de terror de fantasia “Deixe me entrar” e o sucesso de terror de ficção científica “Monstro”, entre outros. Os créditos adicionais de Reeves incluem a popular série de TV “Felicity”, que ele co-criou com Abrams, bem como a série “Ordinary Joe”, “Lift”, “Mother/Android”, “Away”, “Contos do Loop” e “A Passagem”, entre outros.

O cineasta é representado pela CAA, 3Arts Entertainment e Jackoway Austen.

Crítica – Cidade Perdida

Com Sandra Bullock, Channing Tatum, Daniel Radcliffe e Brad Pitt, filme mistura aventura com comédia romântica e consegue agradar o público

Por Antonio Lemos

(Foto: divulgação)

A pandemia ainda não foi embora, mas, aos poucos os cinemas retornam ao seu normal com boas produções a fim de deixar o público grudado na telona. A Paramount lança no próximo dia 21 de abril mais um daqueles filmes de aventura que junta grandes templos e civilizações antigas, misturado com comédia e uma pitadinha de romance. Essa é a proposta de ‘Cidade Perdida’, protagonizado por Sandra Bullock e Channing Tatum durante ao longo de suas quase duas horas.

Loretta Sage (Sandra Bullock) é uma escritora de romances bestseller, inspirados em histórias reais da arqueologia, baseado nas descobertas do seu falecido marido. Mesmo com clima de luto, ela consegue lançar mais um livro, do qual o modelo de capa Alan (Channing Tatum) recebe mais atenção do que a protagonista. No entanto, durante a turnê de promoção do exemplar, ela é raptada pelo bilionário excêntrico Abigail Fairfax (Daniel Radcliffe, o “Harry Potter”), pois acredita que ela poderá ser a chave para descobrir a cidade perdida de “Z”, e um tesouro incalculável ‘Coroa de Fogo’.

Para provar que é possível ser um herói na vida real, não somente nas páginas de seus livros, Alan parte para resgatá-la, mas o jeito atrapalhado e desengonçado arranca risadas do público, e tem que apelar a Jack Trainer (Brad Pitt) para cumprir parte da missão. Forçados a viver uma aventura épica na selva, o par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro, antes que seja perdido para sempre.

O filme te prende pelo seu tom cômico com a dupla de protagonistas mostrando química e o carisma, fazendo com que o espectador não se canse e queira que a dupla alcance o objetivo final, passando por algumas pitadas de

aventura como subir montanhas, fugir de bandidos seja por terra ou água, e

encontrar lugares que só poderiam aparecer no imaginário dos livros de Loretta.

Além de Bullock e Tatum, o longa conta com um bom elenco para não deixar a peteca cair. Daniel Radcliffe mostra que há vida após ‘Harry Potter’ e prova ser um ator fora da tal zona de conforto. Já a participação de Brad Pitt, por mais que seja curta, é uma das melhores e mais divertidas do filme, misturando frases sábias e dando porrada no exército de Fairfax. Da’Vine Joy Randolph (a produtora Beth Hatten) assim como Oscar Nunez, que saiu da contabilidade da Dunder Mifflin (sim, é o Oscar de ‘The Office’ ) para ser piloto de avião transportador de bichos, estão no segundo quadro, porém, garantem boas risadas.

Se você viu o trailer e ficou empolgado tanto pelas cenas quanto pelo elenco, ‘Cidade Perdida‘ entrega bem ao público pela trama e um bom elenco. Não é nenhum ‘Indiana Jones’ ou ‘A Múmia’, mas, em tempos pandêmicos, o filme vale o entretenimento, comer aquela pipoca e sair do cinema com aquele sorriso no rosto.

PROTAGONIZADO POR MONICA IOZZI, MAR DE DENTRO FAZ UM RETRATO HUMANIZADO DA MATERNIDADE

Exibido na Mostra Internacional de São Paulo e no festival Cine de las Americas, filme chega aos cinemas em 7 de abril

(Foto: divulgação)

Mais de uma década atrás, quando começou a pensar no longa que viria a ser MAR DE DENTRO, a diretora e corroteirista Dainara Toffoli foi questionada inúmeras vezes se a maternidade, em si, daria um filme. “Queriam saber qual seria a trama, qual seria a grande história. Para a maioria das pessoas, falar sobre maternidade não seria suficiente. Foram muitos anos para conseguir o financiamento. Percebi que a maternidade real, não idealizada, era um tema tabu. Mas eu precisava falar sobre isso e tinha uma intuição forte de que as mulheres iriam se identificar. Não é à toa que a Eliane Ferreira, produtora do filme, é mulher e mãe. Desde o início, sentíamos a mesma urgência. E esta parceria foi muito importante para que não desistíssemos depois dos inúmeros nãos.”

O longa chega aos cinemas em 7 de abril, com distribuição da Califórnia Filmes e produzido pela Muiraquitã Filmes em coprodução com a Elástica Filmes e o Telecine.

Protagonizado por Monica Iozzi, MAR DE DENTRO tem como personagem central Manuela, uma mulher independente e bem sucedida, que descobre uma gravidez não-planejada. Uma série de problemas emergem, até que a maternidade se concretiza em sua vida, e ela descobre que terá de aprender como ser mãe, mesmo sem gostar da maternidade.

Monica, cada vez mais se destacando como atriz e surpreendendo quem a conhece apenas da comédia aponta MAR DE DENTRO como um começo em busca de outros gêneros em sua carreira. “Quem me conhece da novela na televisão nunca me viu nesse outro registro. Então deverá ser uma surpresa pra quem me acompanha. Mas acho que devo deixar claro que gosto sim de fazer humor, que sou muito grata a tudo que o humor me proporcionou até agora.” 

Para a atriz, o fato de ser uma história que mostra uma mulher que vive uma situação limite a atraiu muito para o projeto. “Mas o primeiro ponto que me chamou a atenção é que a Manu não tem o perfil que estamos acostumados a ver das mulheres. Ela é uma mulher realmente que adora o trabalho, que é bem sucedida e muito exigente. E ela também tem uma relação livre com um cara e está tudo bem com isso também. Então, me atraiu muito poder mostrar uma mulher assim com um olhar mais contemporâneo.”

Dainara, que assina o roteiro com Elaine Teixeira, acredita que há muita solidão e, até mesmo, um luto na maternidade. “Chegamos do hospital com um bebê no colo e uma dura e solitária rotina desaba sobre nossas cabeças. Para a sociedade, a mulher grávida ou com criança pequena é um certo fardo destituído de suas antigas capacidades. Assim, quando a mulher decide ter um filho, ela precisa saber que é uma rotina que vai enfrentar, na maior parte das vezes, sozinha. A licença paternidade é de cinco dias. Um bebê exige 24 horas de atenção. Ter um filho custa caro e não há uma rede de apoio. Quando vemos, estamos tentando dar conta de tudo e abrindo mão das nossas aspirações. Com tanta idealização, o que sobra para a mulher é cobrança, cansaço e um sentimento de culpa constante.”

A produtora Eliane Ferreira aponta que MAR DE DENTRO traz uma outra visão sobre a maternidade, comumente romantizada no cinema. “Ou é a maternidade excessivamente idealizada, em que o filme normalmente acaba quando o filho nasce. É a realização de ser mãe, ‘pronto, consegui, sou feliz para sempre’. Ou é algo retratado totalmente fora do padrão, problemática. Mas acredito que esta repetição de abordagem possa ter a ver com o fato de o cinema ter sido feito, por muito tempo, majoritariamente por homens. O olhar masculino sempre foi tão dominante que, mesmo para as mulheres que fazem cinema, talvez falar sobre maternidade desta forma realista como fazemos em aqui, ou em outras abordagens de outros projetos de cinema, poderia parecer fragilidade.”

Dainara acrescenta que, esta suposta fragilidade não condiz com a realidade. “Na verdade, a maternidade é de uma potência enorme. Por isso, quis mostrar o puerpério, algo absolutamente do espaço da mulher e dos homens trans sobre o qual falta reflexão. Hoje se fala do puerpério, mas esta é uma palavra muito nova na nossa cultura. Ser mãe é virar bicho. Peito inchado, melecado e vertendo leite. Exaustão. Fadiga. Aquela sensação constante de se ver como a vítima em um filme de vampiro: sugada e insone. É horrível e, pode ser, belo ao mesmo tempo,” completa ela.

O equilíbrio entre força e doçura é uma das chaves da narrativa de “Mar de Dentro”. Ainda que a situação financeira de Manuela seja confortável, ao encarar a maternidade praticamente sozinha em uma cidade que mais isola do que une as pessoas, ela vive um processo crucial de autodescoberta. Em vez de romantizado, o processo de se tornar mãe é visto com humanidade e com todas as contradições que ele traz.

Mônica aponta que há uma pesquisa que revelou que aproximadamente 47% das mulheres são demitidas ou então acabam perdendo posições na hierarquia do trabalho nos dois anos seguintes à maternidade. “É justamente em tudo isso que Mar de Dentro dá uma pincelada.”

A diretora ressalta que em seu filme, além da maternidade em si, está discutindo outras questões relacionadas ao tema, como a vida profissional da mulher que acaba de ter um filho, ou o desejo e o prazer feminino. “Este é um filme de mulheres. Há dez anos ninguém falava sobre isso. Tateamos um lugar que depois se tornou mais que um assunto, virou uma luta. Foi um processo duro, mas recompensador”, finaliza.

Monica, por sua vez, acrescenta que, apesar de ter a mulher e assuntos relacionados com ela, ao centro, MAR DE DENTRO é um filme que deve ser visto também pelo público masculino. “Há alguns temas que são difíceis de interessar aos homens porque para a grande maioria são questões que pertencem ao universo feminino única e exclusivamente. Há a velha questão do pai que é um puta paizão se ele troca uma fralda ou a do ‘meu marido é ótimo, ele me ajuda tanto.’ Mas acho também que tem uma coisa que talvez esse filme consiga furar um pouquinho, que é essa bolha. Isso porque realmente não é uma história que vai na linha de ‘que linda a maternidade’. Tem outras questões.

O ator Rafael Losso, que interpreta o principal personagem masculino do filme, destaca a importância de ter uma diretora mulher à frente dessa história. “Pensando na história do cinema, quantos homens não quiseram contar ou contaram histórias de mulheres? E receberam prêmios por isso. Ou quanto a gente já não roubou histórias que, na verdade, deveriam estar sendo contadas por mulheres. As mulheres têm o direito de fazer o que elas quiserem. Pensando em MAR DE DENTRO e na vivência da Dainara, pensando também em outras mulheres, um diretor poderia contar a história da Manuela, mas não da forma como ela conta. Foi um prazer trabalhar com ela.

Desde sua estreia na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o filme recebeu diversos elogios. José Geraldo Couto, no site do Instituto Moreira Salles, escreveu que o longa tem “narrativa eficiente […] que faz aflorar questões sobre o lugar da mulher numa sociedade machista.” Isabel Wittmann, em Estante da Sala, diz que “O ponto forte do filme está nos pequenos detalhes: nas rotinas, nas descobertas, nas delicadezas, na forma como mostra como cada pessoa tem um palpite, mas, no final, o que resta é a solidão da mãe e suas escolhas, ainda que em um contexto tão privilegiado. MAR DE DENTRO não romantiza a maternidade, mas a trata com uma beleza melancólica.”

Luiz Zanin, de O Estado de S. Paulo, escolheu MAR DE DENTRO como um de seus longas favoritos do festival: “Um tratamento simples e honesto sobre a questão da maternidade. Em meio a muitas firulas e poucos resultados, o cinema brasileiro (pelo menos pela amostra apresentada), esse tipo de obra, que deseja se comunicar sem baratear suas ideias, merece ser destacado. É melhor que muito filme-cabeça pretensioso.”

A Família Addams 2: Pé na Estrada – 93 minutos de boas risadas

Sequência da animação leva os Addams a uma aventura maluca e hilariante pelos Estados Unidos

Por Antonio Lemos

(Foto: divulgação)

Devo confessar que, quando o assunto é “A Família Addams”, logo vem na
cabeça aquela sequência de filmes lançados na década de 1990, com aquele grande elenco composto por Anjelica Huston, Raúl Juliá, Christopher Lloyd, Christina Ricci, entre outros. O longa da família mais assustadora do cinema fez sucesso e rendia boas risadas quando era exibido na faixa vespertina. Em 2019, foi o momento para lançar a primeira animação da franquia, que manteve a mesma pegada dos longas-metragens e fez bastante sucesso entre aqueles que não conheciam a história, por conta das cenas divertidas e engraçadas, e com o público mais velho, que acompanhava há 30 anos.

Com lançamento para o dia 28 de outubro (quinta-feira) nos cinemas, “A
Família Addams 2: Pé na Estrada” segue com a mesma essência do seu
antecessor no quesito entreter o público com boas risadas, aborda questões de relacionamentos entre pais e filhos, usa referências com acontecimentos atuais como distanciamento social, álcool em gel e tem uma trilha sonora agradável desde o tema principal da franquia até ‘Ace of Spades’ , do Motörhead.

O filme tem como foco principal a relação de Wandinha (Chloë Grace Moretz) com os seus pais. Seu início tem a apresentação da menina gênio na feira de ciências, demonstrando todo o talento que tem com o tema, usando o seu bom e velho Tio Fester (ou Chico, como preferir) como cobaia. Não quero passar spoiler, mas a tal experiência será determinante para o desfecho do longa. Além disso, por mais que a garota não quisesse a presença da sua família, lá estavam eles para tocarem o terror, literalmente.

Percebendo que as crianças estão em fase de crescimento e não participando dos momentos em família, Gomez Addams (Oscar Isaac) e Morticia (Charlize Theron) organizam uma viagem para atravessar os Estados Unidos e reaproximar dos filhos, principalmente de Wandinha, que gera dúvida se pertence à Família Adams ou não. Eles passam pelos principais pontos do país, como as Cataratas do Niágara (pensou na cena do Pica-Pau, né?), as praias de Miami, com direito a participação do Primo Itt (Snopp Dogg), e por fim, o Grand Canyon e o show pirotécnico nas rochas causado por Feioso (Javon ‘Wanna’ Walton).

A parada final da família é em Sausalito, Califórnia, local onde moram os
“supostos” pais de Wandinha. Durante o caminho, a garota e o mordomo/ Frankenstein Tropeço caminham pela estrada e eis a cena mais engraçada do filme. Rodeados por um grupo de motoqueiros, e ao som de fundo o clássico do Motörhead, a garota pede ao seu empregado que dê um jeito na situação com pequenas doses de violência para então seguir viagem. No entanto, tudo ocorria bem, se não fosse o fato de Tropeço se sentar ao piano, tocar e cantar “I Will survive” (clássico de Glória Gaynor), enquanto os valentões dançavam. O que seria uma típica briga de bar no meio da estrada, vira uma discoteca, muitas gargalhadas e aquele negócio de que “os brutos também amam” faz sentido.

O desfecho todos sabem e “A Família Addams 2: Pé na Estrada” entrega bem no conceito de misturar cenas em 3D com realismo, principalmente na paisagem e vegetação. O núcleo familiar é bem “monstruoso”, como nos longas-metragens, traz seu ícone fantasmagórico e excêntrico aonde quer que vá. Durante seus 93 minutos, a franquia garante boas risadas para todas as idades.

Ator de ‘Sex Education’ vem ao Brasil para participar do Festival Varilux de Cinema Francês

SAMI OUTALBALI VAI APRESENTAR “UM CONTO DE AMOR E DESEJO” EM SESSÕES NAS CIDADES DE SÃO PAULO E DO RIO DE JANEIRO

(Foto: divulgação)

Sami Outalbali, o Rahim da série “Sex Education”, vem ao Brasil para participar da 12ª edição do Festival Varilux de Cinema Francês, que será nos cinemas de todo Brasil, entre os dias 25 de novembro e 8 de dezembro. Ele vai apresentar, nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, “Um conto de amor e desejo”, segundo longa-metragem de Leyla Bouzid.

Protagonista, no filme Sami interpreta Ahmed, um jovem crescido nos subúrbios parisiense que, na universidade, conhece Farah, uma jovem tunisiana cheia de energia e recém-chegada de Túnis. Ao descobrir uma coletânea de literatura árabe sensual e erótica da qual ele nunca soube, Ahmed apaixona-se perdidamente por esta jovem e, apesar de literalmente inundado de desejo, ele vai tentar resistir. O longa mostra, com delicadeza e audácia, o despertar para a sexualidade e o ardor dos sentimentos e fantasias.

A produção integrou a Semana da Crítica de Cannes de 2021 e ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival Du Film Francophone d’Angoulême 2021. No Brasil, estreia nos cinemas em 2022, com distribuição da Bonfilm.

Integrante do elenco principal de uma das séries originais mais queridinha entre os assinantes da Netflix, o ator francês tem 22 anos e atua na indústria do entretenimento desde os seis anos de idade, tendo na bagagem vários filmes e produções para emissoras de TV francesa.

Festival Varilux de Cinema Francês é realizado pela produtora Bonfilm e tem como patrocinador principal a Essilor/Varilux, além do Ministério do Turismo, Secretaria especial da Cultura, o Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Outros parceiros importantes são as unidades das Alianças Francesas em todo Brasil, a Embaixada da França no Brasil, as empresas Club Med, Air France, Fairmont e Ingresso.com, as distribuidoras dos filmes desta edição Bonfilm, California Filmes, Diamond Films, Mares Filmes, PlayArte, Synapse e Vitrine Filmes, e os exibidores de cinema independente/de arte e as grandes redes de cinema comercial.

NOVO SNEAK PEEK DE AMOR, SUBLIME AMOR, DE STEVEN SPIELBERG, JÁ DISPONÍVEL

O filme estreará nos cinemas do Brasil em 9 de dezembro de 2021

Já está disponível um novo trecho do filme AMOR, SUBLIME AMOR, uma adaptação cinematográfica do reconhecido musical com direção de Steven Spielberg. O filme chegará nos cinemas brasileiros em 9 de dezembro de 2021.

Dirigida pelo vencedor do Oscar® Steven Spielberg, a partir de um roteiro do vencedor do prêmio Pulitzer e de um Tony®, Tony Kushner, AMOR, SUBLIME AMOR conta a clássica história de rivalidade e amor juvenil na cidade de Nova York em 1957. A nova adaptação do cativante musical é protagonizada por Ansel Elgort (Tony), Rachel Zegler (María), Ariana DeBose (Anita), David Alvarez (Bernardo), Mike Faist (Riff), Josh Andrés Rivera (Chino), Ana Isabelle (Rosalía), Corey Stoll (Tenente Schrank), Brian d’Arcy James (Oficial Krupke) e Rita Moreno (como Valentina, a dona da loja da esquina onde Tony trabalha). Rita Moreno, uma das três únicas artistas a ser honrada com os prêmios Oscar®, Emmy®, GRAMMY®, Tony® e Peabody, também atua como uma das produtoras executivas do filme. 

Reunindo os melhores artistas da Broadway e de Hollywood, a equipe criativa inclui Kushner, que também é produtor executivo, Justin Peck, o vencedor do prêmio Tony® que coreografou os números musicais do filme; o renomado diretor da Orquestra Filarmônica de Los Angeles e vencedor do GRAMMY®, Gustavo Dudamel, que dirigiu a gravação da icônica trilha sonora; o compositor e diretor indicado ao Oscar® David Newman (Anastácia), que arranjou a partitura do filme; a compositora vencedora do Tony® Jeanine Tesori (Fun HomePositivamente Millie), que supervisionou o elenco de vozes; e o supervisor musical indicado ao GRAMMY® Matt Sullivan (A BELA E A FERAChicago), que atua como produtor executivo do filme. 

(Foto: divulgação)

O filme é produzido por Spielberg, a produtora indicada ao Oscar® Kristie Macosko Krieger e o produtor vencedor do Tony® Kevin McCollum. AMOR, SUBLIME AMOR é uma adaptação cinematográfica do musical da Broadway de 1957, com libreto de Arthur Laurents, música de Leonard Bernstein, letra de Stephen Sondheim e conceito, direção e coreografia de Jerome Robbins.  

‘Sua Sessão Cinemark’ oferece sessões privadas de cinema

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A Cinemark está prestes a dar mais um passo importante em inovação ao proporcionar uma experiência ainda mais exclusiva para os fãs de cinema. É a “Sua Sessão Cinemark”, em que é possível reservar uma sala inteira para grupos de até 20 pessoas. A partir de 12 de novembro, os espectadores poderão escolher entre os filmes em cartaz no complexo do Market Place, em São Paulo, e reservar suas salas diretamente pelo site ou pelo app. A ideia é que o projeto seja estendido para outros cinemas da Rede futuramente. As sessões do Market Place terão preço fixo de R$ 350 e seguirão os protocolos de segurança validados pelo hospital Albert Einstein e implementados pela Rede, com uso de máscara obrigatório. 

‘AK-47’ e ‘Rainha de Copas’ estreiam no Cinema Virtual

Confira os filmes que são lançamentos exclusivos na plataforma

Dois novos filmeschegam na próxima quinta-feira, 29 de outubro, ao Cinema Virtual, plataforma que tem a proposta de conectar distribuidores e exibidores para levar virtualmente e com exclusividade filmes inéditos ao público de cinema. O projeto segue o modelo dos cinemas físicos, com estreias todas as quintas.O destaque da semana é “Rainha de Copas”, um drama dinarmaquês que conquistou a crítica internacional com a história de um surpreendente envolvimento familiar. Já o drama biográfico russo “Ak-47 – A Arma que Mudou o Mundo”, mostra a jornada de um soldado ferido na Segunda Guerra Mundial que supera todas as dificuldades para inventar o rifle mais famoso da história.

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  • AK-47 – A Arma que Mudou o Mundo (Kalashnikov) [Biografia, Drama] – Em 1941, o comandante de tanque Kalashnikov se fere gravemente e fica incapacitado de retornar à frente de batalha. Enquanto se recupera no hospital, ele começa a criar os esboços iniciais do que se tornará uma das armas mais lendárias do mundo. Um inventor autodidata, Mikhail Kalashnikov, tem apenas 29 anos quando desenvolve o agora icônico rifle de assalto – o AK-47.
(foto: divulgação)
  • Rainha de Copas (Queen of Hearts) [Drama] – Anne vivia com suas filhas e seu marido até que Gustav, filho adolescente de seu marido, vem morar com eles. Agora, Anne forma um vínculo com ele que pode comprometer sua vida perfeita. E o que inicialmente parece uma libertação, logo se transforma em uma história perturbadora com consequências devastadoras. 

Outros 12 filmes também estão disponíveis no Cinema Virtual: Valan, Meu Extraordinário verão com Tess, Filhos da Tempestade, Tudo pela Minha Filha, O Último Rei da Sérvia, Lobos Solitários, A Distância que nos Une, Blackout – A Batalha Final, A Música da Sua Vida, Ana, A Escolha e SNU – A História de Amor que Mudou Portugal