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Turma da Mônica apresenta exposição Donas da Rua da História

Em celebração do Dia Internacional das Mulheres, projeto homenageia figuras revolucionárias ao redor do mundo em mostra no Conjunto Nacional

As meninas da Turma da Mônica vão invadir mais uma vez o Conjunto Nacional! A partir de 08 de março a exposição Donas da Rua da História estará em um dos prédios mais icônicos da Avenida Paulista. Com a programação, a Mauricio de Sousa Produções (MSP) celebra o Dia Internacional das Mulheres e comemora o terceiro ano do projeto Donas da Rua, criado para fomentar o empoderamento de meninas, que conta com o apoio institucional da ONU Mulheres.

A exposição vai homenagear 21 mulheres que contribuíram para a história recente da humanidade em temas como as artes, ciência e o esporte. Elas serão representadas pelas personagens da turminha, que vão estampar painéis com a biografia de cada uma das escolhidas.

Exposição Donas da Rua da História chega ao Conjunto Nacional. (Foto: Divulgação)

Pela primeira vez entram para a exposição a atriz e Dona da Rua com Síndrome de Down, Tathi Piancastelli, representada pela personagem Tati; a escritora e primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, Rachel de Queiroz, como Mônica e a atleta da seleção feminina de futebol, Formiga, nos traços da Milena.

Juntamente com elas, a Prêmio Nobel de Química e Física Marie Curie, interpretada pela personagem Cascuda; a cientista espacial Katherine Johnson, vivida pela mais nova personagem Milena; a campeã de judô Rafaela Silva, nos traços da personagem Bonga da Turma do Pelezinho e a ativista e Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, interpretada pela Dona da Rua, Mônica.

“Queremos que as meninas sejam cada vez mais conscientes de suas forças e acreditamos que os exemplos dessas mulheres poderão inspirá-las a se sentirem cada vez mais confiantes. Queremos que as donas da rua possam deixar suas marcas, construindo um legado de mulheres empoderadas”, comenta Mônica Sousa, diretora executiva da MSP e criadora do projeto Donas da Rua.

A exposição é gratuita e estará aberta ao público até o fim de março. Mais informações sobre o projeto no site:www.turmadamonica.com.br/donasdarua

Serviço:

Exposição Donas da Rua da História

Local: Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073, Piso Térreo, São Paulo – SP

Data: Todos os dias, até o fim de março

Horário de Funcionamento: de segunda a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 10h às 22h

Gratuito

Sobre Matera, a capital europeia da cultura em 2019

Matera, ou a cidade das pedras, localizada ao sul da Itália, se prepara para receber milhares de turistas com uma programação cultural especial. Em 2019, Matera será a Capital Europeia da Cultura, e eventos diversos já celebram a ocasião.

A Capital Europeia da Cultura é uma iniciativa da União Europeia que tem por objetivo a promoção de uma cidade da Europa, por um período de um ano  durante o qual a cidade tem a oportunidade de mostrar à Europa sua vida e desenvolvimento cultural, permitindo um melhor conhecimento mútuo entre os cidadãos da União Europeia.

Matera, cidade que foi escavada nas rochas e símbolo da pré história já que foi casa dos primeiros povos desse período. Essas “cavernas”, denominadas “Sassi” foram em 1993 listadas pela Unesco como Patrimônio Mundial da Humanidade. As características fazem da cidade uma das mais admiradas de toda a Itália e um dos principais motivos para ser escolhida como cenário do filme “Paixão de Cristo”, de Mel Gibson.

A província é rica em parques naturais, sendo possível explorar a fauna através de caminhadas, bicicletas ou a cavalo. A região também possui rica culinária e excelentes lugares para banhos de mar.

(Foto: Divulgação)

Cerimônia de Abertura da Matera Capital Europeia da Cultura

Basilicata tem 131 municípios, a maioria deles com banda própria. A cerimónia de inauguração da “Matera Capital Europeia da Cultura 2019” irá reviver esta grande tradição musical do sul da Itália, começando com uma celebração extraordinária nas ruas de Matera. Será semelhante a um festival de aldeia, mas numa escala sem precedentes, enchendo a cidade com música e luzes.

(Foto: Divulgação)

Para este evento extraordinário, toda a região de Basilicata estará em Matera, mas Matera será a Europa. De fato, as Capitais Europeias da Cultura estarão representadas em Matera por suas próprias bandas de marcha.

De manhã em diante, bandas vindas de todas as aldeias de Basilicata e da Europa vão animar a cidade,

Marchando com seus instrumentos. Eles vão convergir para a cidade, movendo-se pelas estradas principais do norte, do sul, do leste e do oeste, da Murgia e até escalando a Gravina .

Mais de dois mil músicos percorrerão os bairros da cidade – Spine Bianche, Serra Venerdì, La Martella e Serra Rifusa – e chegarão às praças onde serão recebidos pelas estruturas temporárias erguidas pelos cidadãos e pelos escolares. Depois disso, as pessoas vão compartilhar um almoço de convívio nas praças de cada distrito, animado pela participação de famílias, crianças e outros – uma experiência memorável de troca e construção de relacionamentos. 

Ao pôr do sol, os músicos finalmente irão convergir para o Sassi, cada banda tocando seu próprio repertório, de modo que cada beco acabará se enchendo de música. A cidade velha vai ecoar com pedaços de música criando uma verdadeira jam session. O Sassi vai brilhar à luz de velas graças à iluminação organizada pelas pessoas envolvidas no projeto Luz Social.

Graças à parceria com a RAI, um concerto conduzido por um ilustre diretor será transmitido ao vivo às 19h; às 20:00 o TG1 (a notícia no canal RAI 1) transmitirá o discurso de abertura do evento pelo Presidente da República Italiana. O evento continuará com apresentações de artistas de renome nacional e internacional que se apresentarão em diversas praças da cidade, espalhando a cerimônia pelas ruas, becos, praças e pátios.

A cerimônia de abertura não se limitará à cidade de Matera e não terminará no dia 19 de janeiro, mas ecoará por toda Basilicata. De fato, no dia 20 de janeiro, no dia seguinte à cerimônia de abertura, cada banda da Basilicata receberá uma banda estrangeira em sua própria cidade, onde tocarão juntos na praça principal e animarão o centro da cidade.

Temas:

Futuro Antigo

Os projetos culturais contidos na seção “Futuro Antigo” permitem uma reflexão cuidadosa sobre a relação milenar da humanidade com o espaço e as estrelas. Ao refazer os passos de Pitágoras, um dos residentes mais ilustres da região, explora a antiga beleza universal da matemática. Ao mesmo tempo, as infinitas possibilidades de diálogo entre o homem e a natureza serão analisadas, através de concertos e visitas a lugares espirituais – como igrejas em rochedos – ou lugares de interesse cosmológico – como o Centro de Geodésia Espacial -. Práticas muito antigas e novos modelos de vida serão levados a julgamento, levantando hipóteses de novos modelos de desenvolvimento para as próximas décadas.

Continuidade e interrupções

Como em muitas outras cidades européias, o relacionamento de Matera com a modernidade é conflitante. Vinte e cinco anos depois da inclusão do “Sassi”, na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO, a cidade ainda está tentando chegar a um acordo com sua identidade física. A secção do programa chamada “Continuidade e Interrupções” representa uma oportunidade para desenvolver uma terapia colectiva e a possibilidade de enfrentar não só a vergonha da própria cidade mas também as suas múltiplas formas ao patamar europeu. Estas vão desde crescentes desigualdades sociais, ao ressurgimento do racismo, à incapacidade de muitos países europeus de oferecer um futuro e esperança à sua juventude e ao drama do êxodo de pessoas desesperadas que fogem das guerras em curso na África e na Ásia. Matera 2019 será uma oportunidade para testemunhar a beleza da cidade.

Reflexões e Conexões

O tema “Reflexões e Conexões” parte do lema clássico do latim, posteriormente adotado por Lorenzo de ‘Medici, “Festina lente” (vá devagar). Devemos redescobrir o valor do tempo e da lentidão, nos distanciar da hegemonia do presente imediato e dar um passo atrás do ritmo acelerado que marca a vida no século XXI. O programa cultural também pretende provar que a arte, a ciência e a prática disseminada da cidadania cultural podem representar, em toda a Europa, os elementos catalisadores de um novo modelo revolucionário de comunidade, enraizado na “prática da vida cotidiana”. O ambiente físico de Matera nos encoraja a repensar as coisas e a considerar questões cruciais e valores fundamentais.

Utopias e Distopias

Partindo da irreprimível tensão utópica na história de Matera, o tema “Utopias and Dystopias” pretende testar novos esquemas inovadores que representam um desafio aos preconceitos sobre as cidades do Sul, incluindo que o turismo é a única maneira de alcançar a estabilidade econômica, a tecnologia é o único modelo de mediação possível para as relações, a monocultura industrial é a única oportunidade para o desenvolvimento e a comida e o vinho são os principais identificadores de um território. Há uma necessidade de uma profunda mudança de mentalidade, que vai além das atitudes fatalistas, do familismo amoral e da opacidade da informação e gestão dos assuntos públicos, que muitas vezes impediram a renovação do sul da Itália. Através de uma série de jogos e esportes urbanos e rurais.

Raízes e Rotas

A seção “Raízes e Rotas” explora precisamente as extraordinárias possibilidades da cultura de mobilidade que une a Europa. O instinto de movimento está enraizado na vida cotidiana de Matera, desde a tradição da “transumância”, que todos os anos vê os rebanhos de gado atravessarem o planalto de Murgia. A mobilidade é a alma da região: da Magna Grécia a Roma, ou da era dos bizantinos e longobardos, árabes, suábios ou angevinos, a Basilicata sempre foi um lugar de encontro e convergência. Recentemente, como muitas outras regiões rurais da Europa, Matera teve que enfrentar diásporas migratórias devastadoras, para então ver o recente início de um retorno de uma geração de jovens, atraídos pelos valores enraizados no sul da cultura italiana.

Local e Data (abertura):
19 de janeiro de 2019 em Matera | 20 de janeiro de 2019, cidades de Basilicata

Bariloche: uma cidade cheia de história para ser explorada

Para quem quer ir além das estações de esqui, esportes de aventura e roteiros gastronômicos, Bariloche tem passeios cheios de cultura e história

Encantadora em todas as estações do ano, Bariloche pode ser explorada em cada canto da cidade. Tradicionalmente conhecida pelas estações de esqui na temporada de neve, a cidade também tem tradição com esportes radicais e com roteiros gastronômicos.

Mas Bariloche conta também com inúmeros lugares repletos de história e cultura para conhecer e explorar. Abaixo, contamos quais são os mais representativos, são roteiros que podem ser feito a pé.

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(Foto: Divulgação)

Club Andino Bariloche (CAB): na atualidade é a instituição de maior prestígio de montanhas da Argentina. Ela promove e oferece inúmeras atividades, como expedições e explorações das montanhas e suporte a programas de conservação do meio ambiente, durante o ano todo. Também são oferecidos cursos de capacitação, que ensinam os estudantes a transitar pela montanha de maneira segura, aproximando-os da natureza e ensinando-os a respeitá-la. Já no verão, o CAB organiza excursões, caminhadas, escaladas na pedra e no gelo e travessias que visitam e percorrem as áreas ao redor, e na própria cidade de Bariloche. Para os adultos que gostam da montanha, o Grupo Excursionistas de Adultos (GEDA) organiza excursões a diferentes lugares com um ambiente relaxado e divertido.

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(Foto: Divulgação)

Catedral Nossa Senhora do Nahuel Huapi: inaugurada em 1946 e de construção neogótica, assinada por Alejandro Bustillo, a catedral está em um parque muito bem cuidado, com caminhos pitorescos e playgrounds. A escultura de Nossa Senhora do Nahuel Huapi reproduz uma imagem que acompanhava o padre Mascardi na sua missão, estabelecida às margens do lago, em 1670. A Catedral permanece aberta ao público de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 17h às 21h (salvo em eventos especiais). O horário aos sábados e aos domingos é das 9h30 às 12h30 e das 17h às 21h30. Saem caminhadas históricas, guiadas do Centro Cívico até a Catedral.

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(Foto: Divulgação)

Virgen de Las Nieves: na intersecção da estrada para o monte Catedral com o acesso ao bairro Los Coihues se encontra um pequeno lugar chamado Virgen de las Nieves. É um local tradicional de peregrinação religiosa, que tem como característica estar rodeado pelos canais do arroio Gutiérrez. O monumento é todo feito em pedra da região. A virgem está na área mais protegida da estrada, resguardada por grade e vidro. O local é um mirante muito frequentado, tanto por turistas quanto pelos residentes locais.

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(Foto: Divulgação)

Estação ferroviária: essa construção nobre é outra das que dão personalidade à cidade. Ela faz o serviço Ferrocarril San Antonio a Nahuel Huapi. Com vias largas, a linha foi iniciada em 1934, a partir de porto San Antonio. Foi finalizado no mesmo ano com a chegada do primeiro trem às margens do lago Nahuel Huapi, o que ajudou a transformar Bariloche em uma cidade turística de relevância internacional. No trecho da linha Ingeniero Jacobacci – Bariloche, devido à topografia acidentada da região, tiveram que ser feitos cortes significativos na rocha sólida, pontes e viadutos. A estação conta também com serviço de trem a vapor, que vai de Bariloche a Los Juncos.

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(Foto: Divulgação)

Cerâmica Bariloche: um ótimo programa para os dias chuvosos é visitar o espaço de cerâmica de Bariloche, que fica a poucas quadras do centro de Bariloche, na esquina da Anasagasti com a 9 de Julio. Lá é possível ver de perto como as peças são decoradas à mão pelos ceramistas. Na chegada é exibido um vídeo de introdução em vários idiomas, onde é explicado o processo de fabricação dos produtos e a história da empresa. O local também abriga um museu de peças de cerâmica e elementos originais.

BEST-SELLER DE CARA NOVA

”No mundo da Luna”, de Carina Rissi, ganha novo projeto gráfico e conto que ficou de fora da história original. A autora já vendeu mais de 500 mil exemplares, tem livros publicados em 12 países e projetos em andamento para adaptação cinematográfica de seus dois maiores sucessos “Perdida” e “Procura-se um marido”

download.pngDuas mulheres que amam escrever e que sonhavam em seguir carreira no jornalismo. Uma, em um golpe de sorte, conseguiu uma vaga temporária na coluna de horóscopo de um jornal. A outra lançou um livro de forma independente e virou best-seller nacional. Essa é a diferença entre Carina Rissi e Luna Braga, protagonista de “No mundo da Luna”, livro que já vendeu mais de 50 mil exemplares e, neste mês de novembro, ganha edição com nova capa e com o conto exclusivo “A entrevista”, que mostra como a personagem conseguiu a tão sonhada vaga de emprego na Fatos & Furos.

Luna sempre sonhou em escrever em um grande jornal, mas o mais perto disso que conseguiu foi o trabalho de recepcionista na Fatos&Furos, cujo redator-chefe é ninguém menos que Dante Montini, referência quando o assunto é jornalismo.

Quando a responsável pela coluna do horóscopo avisa que aceitou a proposta de outro veículo, Dante fica furioso, mas precisa arranjar alguém que possa cobri-la com urgência. O jeito foi colocar Luna temporariamente no setor. Além de recém-formada em jornalismo, ela é neta de cigana, mas não acredita em nada de misticismo. Desesperada para se manter na coluna, Luna compra um baralho “mágico” em uma loja esotérica qualquer, sorteia uma carta por dia e inventa a sorte de cada signo baseado no que ela acha que a imagem pode significar. Por algum motivo que talvez só os astros possam explicar, a coluna vira um sucesso estrondoso e, surpreendentemente, Luna parece acertar todas as previsões que escreve. Mesmo assim, ela continua cética quanto à veracidade da astrologia.

A vida de Luna segue em frente para além de sua coluna de horóscopos. Quando marca um encontro com um fotógrafo, mas leva um bolo, Luna acaba esbarrando com Dante, seu chefe. No dia seguinte, ela tenta se convencer de que dormir com o chefe foi um erro que nunca mais voltará a se repetir. Mas ela e Dante se encontram muitas outras vezes. E nessa disputa, sem saber se se amam ou se odeiam, a única verdade é que eles não conseguem mais ficar longe um do outro.

Fenômeno na literatura nacional e consagrada como referência do gênero chick lit, Carina Rissi não coleciona apenas fãs – que só no Instagram são mais de 60 mil – mas recordes de venda. Seus livros já venderam cerca de 500 mil exemplares. Vinda da publicação independente, a escritora já tem 12 livros publicados e uma carreira internacional com traduções para Portugal, Rússia, Ucrânia e Itália.

CARINA RISSI NOS CINEMAS

“Perdida” é a série de maior sucesso de Carina Rissi e os fãs também poderão conferir a história de Ian, Sofia e Elisa nos cinemas. “Perdida- o filme” terá Carina Rissi como co-roteirista. O longa será produzido pela Filmland, mesma produtora de “O vendedor de sonhos”, em parceria com a Warner Bros.  Em 2016, os direitos cinematográficos de “Procura-se um marido” também foram adquiridos, desta vez pela Framboesa Filmes em parceria com a FOX.

SHOPPING METRÔ TUCURUVI TRAZ A EXPOSIÇÃO BEATLES REVOLUTION COM EXCLUSIVIDADE PARA A ZONA NORTE

Atração homenageia o grupo de rock mais famoso de todos os tempos com pockets shows, itens de colecionador e venda de produtos inéditos até o final do mês no shopping center

O Shopping Metrô Tucuruvi é o palco de um encontro especial para os fãs da banda The Beatles, com a Beatles Revolution. A exposição chega pela primeira vez na região e reúne um acervo de colecionador em 10 vitrines com itens originais dos quatro integrantes do grupo de rock britânica, como discos, livros, fotos, palhetas e um baixo autografado por Paul McCartney. São 300m² com entrada gratuita para os participantes conhecerem um pouco mais de seus ídolos e quem quiser levar recordações para casa pode escolher entre produtos exclusivos no Brasil, que ficam a venda durante toda a exposição.

“Estamos sempre na frente com novidades em primeira mão para a Zona Norte. Dessa vez, trouxemos para a região uma mostra de uma das maiores bandas da história da música, que tem conquistado diferentes gerações nos últimos 50 anos. Convidamos avôs, pais e filhos para verem de perto algumas relíquias do grupo”, convida Fabrício Cunha, gerente de Marketing Regional São Paulo e do Shopping Metrô Tucuruvi.

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ShoppingMetro Tucuruvi apresenta exposição sobre Bealtes. (Foto: Divulgação)

A trajetória musical de John Lennon, Paul McCartney e George Harrison começou em 1960, em Liverpool, mas a banda decolou com a chegada de Ringo Starr, em 1962, e segue repercutindo no mundo inteiro até hoje. A Beatles Revolution destaca os momentos mais importantes dessa história com organização de Marco Antonio Mallagoli, líder do Revolution, o fã-clube brasileiro mais antigo.

O Shopping Metrô Tucuruvi ainda promete surpreender com pocket shows especiais aos finais de semana para que todos os visitantes possam entrar na festa e uma oficina de papers toys acontecem todos os dias para pais e filhos montarem seus próprios bonequinhos dos cantores.

Beatles Revolution no Shopping Metrô Tucuruvi 

Data: até 30 de novembro

Horário: todos os dias, das 11h às 20h

Pocket shows

Data: sextas-feiras, sábados e domingos, às 19h

Local: Piso 3, próximo ao Cinemark

Endereço: Rua Paranabi, 218 a 224 – Tucuruvi – São Paulo

Gratuito, sujeito à lotação

Fenômeno dos animes chega às livrarias

Inspirado no filme homônimo, your name., de Makoto Shinkai, narra a vida de uma jovem do interior do Japão que faria qualquer coisa para conhecer Tóquio

image004.jpgO ditado “cuidado com o que deseja” se encaixa perfeitamente na trama de Your name., animação japonesa que virou fenômeno mundial, faturou dezenas de prêmios, como o Japan Awards e o 42° Prêmio da Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles, e, em outubro, ganha também as livrarias brasileiras pela Verus. Isso porque Mitsuha é uma jovem que mora no interior do Japão, mas faria qualquer coisa para conhecer Tóquio. Sua cidade é tão pequena que está fora da área de previsão do tempo e mal é reconhecida pelo Google Maps. Não há nenhuma livraria, dentista ou McDonald’s. Durante uma visita ao templo, Mitsuha desabafa sua insatisfação em morar no vilarejo e afirma que “preferia ser um cara bonito em Tóquio na próxima vida”. De certa forma ela consegue o que queria.

Em um sonho estranho, a garota acorda no corpo de um rapaz desconhecido e vive aquele dia como ele pelas ruas de Tóquio, o que significa correr para o colégio, fazer social com os amigos que ela nem sabe o nome, e depois ir para o trabalho em um restaurante de massas. É assim que ela percebe o quanto o ritmo da vida na cidade pode ser diferente do que ela está acostumada a viver quilômetros dali.

Mas Mitsuha não é a única a ter esse sonho tão vívido. Bem longe do dia-a-dia no campo, Taki, um adolescente da capital japonesa, também passou por situação semelhante. No caso do rapaz, ele sonhou que era uma garota de uma cidade nas montanhas. Esse é só começo da história de dois jovens compartilhando corpos, relacionamentos e vidas. Eles não sabem como esse fenômeno acontece, mas Taki e Mitsuha estão intrinsecamente ligados.

Your name. traça uma linha tênue entre o sobrenatural e a realidade, conforme acompanha as inquietações dos protagonistas que estão determinados a fazer parte da vida um do outro. O livro já vendeu mais de 3,4 milhões de exemplares e teve os direitos vendidos para 13 países. O anime esta disponível na Netflix.

Nascido em Nagano, no Japão, em 1973, Makoto Shinkai despontou no mundo da animação em 2002, com o curta Vozes de uma estrela distante, que ele produziu praticamente sozinho. Your name., sua animação mais recente, foi sucesso de crítica e público e se tornou o anime de maior bilheteria da história do Japão. Este romance foi escrito durante a produção do filme de mesmo título.

#EuAchoQueVocêÉMuitoDoidoSim

A artista sensação do Instagram, Nath Araújo ensina como ser você mesmo em obra publicada pela Editora Planeta

Se parar para analisar todas as suas vontades e ideias mais secretas, por exemplo, gostar de leite com manga (isso pode dar muito ruim!), achar que a vida se resolve com um GIF da Gretchen, tentar enganar a própria sombra e até tentar mover objetos com a mente, certamente vai chegar à conclusão de que sua vida, e talvez você, sejam na verdade muitos loucos. E também: muito normais!

Fato é: todo mundo é um pouco “estranho” e todos nós gostaríamos de ser bizarros do nosso jeitinho. Mas como?

Pensando nisso, a Nath Araújo, mineira que virou febre na internet com as séries de desenhos “Quem é você no Instagram” e “Zodíaco da Nanaths”, e conquistou seguidores como, Bruna Marquezine, Grazi Massafera, Maria Casadevall e Manu Gavassi, resolveu ilustrar vontades, angustias e situações pelas quais as novas gerações passam em “Eu acho que você é meio doido, sim”. Publicada pelo selo Outro Planeta, da Editora Planeta, a obra contém tirinhas e ilustrações sobre esquisitice, ansiedade, autoestima e amor-próprio; testes e relatos pessoais da autora que ensina como um meme da Gretchen é capaz de resolver tudo!

Com mais de 400 mil fãs e muito bom humor a jovem que vê seus textos e desenhos viralizarem com frequência abordando questões existenciais de forma poética, sarcástica, divertida e lúdica, agora traz também para a literatura sua irreverência. Com uma linguagem bem moderna, Nath elaborou um mix de textos, ilustrações e reflexões que acabam por abrir mais um pouco do mundo e da intimidade da artista para os seus fãs e leitores com o objetivo de fazer com que eles mantenham sempre sua essência. Ela ainda garante que para sonhar é preciso pensar fora da caixinha, sim. E não adianta questionar se seus sonhos são muito doidos e sim se você é muito louca (o) para concretizá-los.

Do e-book para o papel

Depois de figurar entre os 100 e-books mais vendidos da Amazon, a escritura Raiza Varella lança “Caçadora de estrelas” pela Verus

image005.jpgAs vidas de dois melhores amigos de infância convergem em uma história de amor e resiliência no romance de estreia de Raiza Varella na Verus. Em Caçadora de estrelas, que chega às livrarias em outubro, a autora questiona sobre individualismo e mostra que, na busca pela estrela que nos completa, é necessário se descobrir primeiro.

Eva tem o dom de atrair problemas e caras errados. Não necessariamente nessa ordem. Ela já teve até namorado que a largou para fugir com o circo. No seu relacionamento mais recente, Eva se mudou para Londres com o namorado que prometeu uma vida muito melhor do que a que ela tinha em São Paulo. Chegando à terra da rainha, o emprego do namorado não era tão maravilhoso assim, as gorjetas de Eva mal cobriam as contas e, para completar, ela ainda pegou o namorado na cama… com outro!

Não existe adjetivo que defina melhor Eva que: determinada. E assim como ela não pensou duas vezes em largar a sua família, com apenas um bilhete de despedida, antes de se aventurar pelo velho continente, ela também não precisa de muito para juntar suas coisas e partir no primeiro voo para São Paulo.

De volta para casa, mas não sem antes ter passado vergonha no avião com um desconhecido após um ataque de pânico durante uma turbulência, Eva descobre que a sua antiga vida está de pernas para o ar. Seu pai não só se casou sem ela saber como uma das filhas da madrasta é a atual namorada do seu melhor amigo! E por falar em Gabriel, ele roubou o seu gato e parou de falar com ela desde o seu retorno. Eles são melhores amigos de infância e sempre estiveram presentes em todos os momentos da vida do outro. Gabriel era aquele que recolhia os cacos do coração de Eva, decepção após decepção amorosa. Mas há um tempo ele não a via apenas como uma amiga. Foi fácil transformar a amizade em algo mais, mas Eva nunca percebeu. E ele estava mantendo esse sentimento bem trancado, principalmente depois de Eva ter ido para Londres, mas agora que ela está de volta, esse sentimento vem à tona.

A história vai se desenvolvendo com a readaptação de Eva à rotina em sua casa, permeada de algumas reviravoltas do destino, nem todas boas. Com narrativas intercaladas entre Gabriel e Eva, Raiza escreve um romance capaz de emocionar os leitores.

Raiza Varella é apaixonada por livros, animais e séries de tv quase tanto quanto por fast-food e finais felizes… quase! Ela se aventurou pela primeira vez no mundo da escrita com uma trilogia romântica com um toque de conto de fadas e agora publica seu primeiro romance pela Verus. Formada em direito e fissurada por amores impossíveis, durante o dia mora em São Paulo com o marido, o filho, um cão e uma gata cheios de personalidade. À noite se muda para onde suas histórias a levam.

 

Galera lança oitavo livro da série inspirada em “The walking dead”, com direito a personagem brasileiro

image005.jpgSucesso em diferentes frentes – nos quadrinhos, em duas séries de TV, nos livros, em games e webséries – a franquia “The walking dead” ganha mais um lançamento em outubro com a publicação de “Retorno para Woodbury”. É o oitavo título literário inspirado na HQ de Robert Kirkman e o terceiro da série que começou com “Declínio”, publicado no início de 2015.

Na trama, o grupo liderado por Lilly Caul parece ter encontrado um lugar minimamente seguro e equipado para viver, numa enorme loja de departamentos em Atlanta. Mas Lilly ainda sonha em retomar Woodbury, um lugar que para ela significa, mais do que uma casa, a possibilidade de ter uma vida normal. Assim, alguns dos sobreviventes seguem pelas estradas desertas rumo à pequena cidade, mas encontram errantes, assassinos e desastres naturais pelo caminho.

Em paralelo, conhecemos um novo vilão lunático obcecado por criar uma família perfeita e vemos o retorno de Ash, que havia desaparecido alguns livros atrás. A história ganha também um personagem brasileiro que, após fugir de helicóptero de uma ilha – numa sequência eletrizante que abre o livro, – junta-se  a um homem que busca a mulher raptada.

A franquia “The walking dead” tem milhões de fãs em todo o mundo: a série de TV é uma das mais assistidas da atualidade e a que tem alcance mais abrangente entre os espectadores. A nona temporada estreia lá fora e aqui no Brasil, pela Fox, no dia 7 de outubro.

A série de livros já vendeu mais de 700 mil exemplares apenas no Brasil. A primeira trilogia, com os títulos “A ascensão do Governador”, “O caminho para Woodbury” e “A queda do Governador” (este último dividido em duas partes), teve sua trama centrada na figura mítica do tirano Phillip Blake. Já a segunda série de livros, iniciada com “Declínio”, tem como protagonista a heroína Lilly Caul que, ao lado de um grupo de sobreviventes, tenha reconstruir Woodbury e transformá-la num lar tranquilo.

Jay Bonansinga escreveu livros de terror aclamados pela crítica, como “The Black Mariah”, finalista do Bram Stoker Award; e “Shattered”, finalista do International Thriller Writers Award. Também dirigiu um filme e escreveu livros de não-ficção. Escreveu todos os oito livros da série inspirada em The walking dead: os quatro primeiros em parceria com Robert Kirkman e, os seguintes, em voo solo.

Luta pela sobrevivência dos antepassados judeus

História de família da autora é o ponto de partida para romance ambientado na II Guerra

image005.jpgDurante toda a infância, a autora Georgia Hunter acreditava que o seu avô era um típico americano. A surpresa veio quando já estava no Ensino Médio, e precisou fazer um trabalho sobre a história de seus antepassados. Na época, o avô havia falecido há pouco tempo, mas sua avó contou que o marido, com quem fora casada por mais de cinquenta anos, estava entre os trezentos judeus poloneses que sobreviventes de Random, cidade onde moravam trinta mil judeus. Ele serviu de inspiração para Addy, um dos personagens de “Somos os que tiveram sorte”.

O livro relata a mudança na vida da família Kurc com a chegada das tropas nazistas.  Os patriarcas Sol  e Nechuma, que eram prósperos comerciantes, se veêm obrigados a mudar o estilo de vida.  Os judeus começam a ser mal vistos na cidade e sair de casa se torna perigoso. Muitas lojas de donos judeus fecham as portas. Enquanto os filhos mais velhos são convocados para o exército, outros vão para campos de trabalho forçado ou tentam se esconder com documentos falsos. Cada um em sua própria luta pela resistência suportando as dores da opressão, mas na esperança de um dia voltarem a se encontrar.

Addy morava em Paris antes de a guerra começar. Quando os conflitos estouram na Polônia, ele é impedido de sair da capital francesa, até que consegue fugir para o Brasil em um navio.  E é no Rio de Janeiro que, após uma década, ele reencontra a sua família.

“Somos os que tiveram sorte”, livro de estreia de Georgia Hunter, vai dos clubes de jazz parisienses aos campos de concentração poloneses e aos gulags siberianos para mostrar que, mesmo durante o momento mais sombrio do século XX, é possível encontrar uma maneira de sobreviver e até de triunfar.

Georgia Hunter mora em Connecticut com o marido e os dois filhos.