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Livro lança novo olhar sobre o reinado de Nicolau II, o último imperador da Rússia

Escrito por Robert Service, um dos mais renomados especialistas em história russa, a obra revela pensamentos e experiências do tsar que ajudam a compreender a Rússia das primeiras décadas do século XX

image005 (1).jpgUm relato surpreendente e nada sentimental da vida de Nicolau II, de sua abdicação em março de 1917 a sua execução The Guardian

Service inclui detalhes forenses inéditos sobre o confinamento e o assassinato da família Romanov, dando à história uma consistência única, como se estivéssemos lá   Booklist

Uma das figuras mais controversas do século XX, Nicolau II foi destronado em fevereiro de 1917 durante a Revolução Russa e assassinado com sua família no ano seguinte. Em “O último tsar”, o especialista em história da Rússia Robert Service analisa os acontecimentos em torno da vida do imperador logo após sua destituição.

Service destaca que além do que Nicolau escreveu em seus diários e disse a outras pessoas, existem muitas informações que têm sido ignoradas, sobretudo a longa lista de obras literárias e históricas que o imperador lia para se distrair após perder o trono.

Considerados como um todo, seu diário, o registro dos diálogos e as leituras realizadas representam uma oportunidade de saber se ele tinha arrependimentos com relação às decisões que tomou enquanto esteve no poder.

“Esses dados nos dizem com exatidão o tipo de governante que ele queria ser e permitem que verifiquemos se, tal como alguns têm afirmado, era mesmo um autocrata convicto e um antissemita radical que fazia concessões políticas apenas sob coerção”, escreve o autor na obra.

“O último tzar” chega às livrarias neste mês de junho pelo selo Difel, da Editora Bertrand Brasil.

Membro da British Academy e uma das maiores referências sobre história da Rússia de nosso tempo, Robert Service é historiador, acadêmico, escritor e professor universitário. É autor de “Camaradas: Uma história do comunismo mundial”, “Lenin: A biografia definitiva” e “Trotski: uma biografia”, livro pelo qual recebeu o Duff Cooper Prize em 2009. Vive com a esposa e os quatro filhos em Londres.

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Bertrand Brasil lança “O urso”, thriller narrado por uma criança

Baseado em fatos reais,  livro conta a história de uma família atacada por um urso em um parque no Canadá onde só os filhos sobrevivem

image004.jpgNo início da década de 1990 o parque Algonquin, noroeste de Toronto, ficou marcado pelo assassinato de um casal que acampava em uma de suas ilhas. Um urso-negro os atacou sem motivo aparente e o caso ganhou grandes proporções. Naquela época, Claire Cameron trabalhava no parque e pôde acompanhar de perto as teorias que envolveram o ataque. Na nota da autora, inserida logo no inicio do livro, ela esclarece que não houve culpados, “o casal estava simplesmente no lugar errado, na hora errada”, mas o episódio serviu de inspiração para que, anos depois, ela escrevesse “O urso”, uma história sobre perda, luto e sobrevivência.

Baseado nas memórias e pesquisas de Claire, o livro é narrado em primeira pessoa por Anna, de cinco anos. Ela e o irmão mais novo conseguem sobreviver ao ataque de um urso após o pai trancá-los em um compartimento de comida. Os adultos não tem a mesma sorte. Quando acorda no dia seguinte, Anna acredita que seu pai fugiu por estar chateado, afinal, só poderia ser esse o significado dos gritos que ele deu durante a noite. A mãe, encontrada muito machucada entre os arbustos da reserva, consegue usar suas últimas forças para instruir Anna a sair da ilha e promete encontrá-la “quando for a hora”.

O que se segue é uma experiência de provação vividamente retratada pela autora. Anna terá que lidar com a fome, a chuva, o isolamento na floresta e a ausência dos pais para guiá-la. A seu favor está a sua imaginação, o amor pela sua família e uma dose de esperança de ainda reencontrar os pais. Anna conduz os leitores através da sua visão inocente do mundo, cheia de autenticidade.

“O urso” chega às livrarias este mês pela Bertrand Brasil.

Claire Cameron é escritora e jornalista canadense. Trabalhou como instrutora no Parque Algonquin de Ontário e para a Outward Bound. Hoje vive em Toronto com o marido e os dois filhos. Saiba mais em: www.claire-cameron.com.

Quanto tempo dura o “para sempre”?

O questionamento é foco do novo livro de Sophie Kinsella, protagonizado por um casal que descobre que poderá chegar aos sessenta e oito anos de casamento

image005.jpg“Vocês vão passar dos cem anos”. Foi o que o médico respondeu com muita convicção a Sylvie e Dan, durante uma consulta de rotina. A notícia poderia parecer animadora, mas viver mais de um século quando já se tem uma década de relacionamento significa ter pela frente, pelo menos, mais sessenta e oito anos de vida conjugal.  E isso, definitivamente, é tempo demais.

Sylvie e Dan sempre foram “um casal com C maiúsculo”. Unidos, felizes e conectados de forma tão intensa que conseguem completar as frases um do outro.  Mas descobrir a quantidade de anos de casamento que os aguarda é um pouco preocupante, afinal, como manter a paixão acessa durante todo esse tempo? É assim que surge o projeto “Me surpreenda”, cujo único objetivo é jamais cair na rotina.

No universo literário de Sophie Kinsella, qualquer projeto é um prato cheio para o desastre e situações hilárias. Com o “Me surpreenda” não é diferente, e, claro, nem tudo sai como o planejado: como a vez em que Dan compra uma roupa horrível para Sylvie ou quando ela contrata um café da manhã internacional intragável para o marido. No fim, eles descobrem que há inúmeras coisas que precisam aprender sobre o outro, e, sobretudo, sobre eles mesmos.

“Mas tem que ser mesmo para sempre?” é uma história espirituosa com várias facetas onde todas desembocam no relacionamento a dois e nos meandros do casamento. A obra chega às livrarias em junho.

Sophie Kinsella é escritora e ex-jornalista de economia. Autora best-seller, só no Brasil já vendeu mais de 300 mil exemplares. Entre os seus sucessos estão: “O segredo de Emma Corrigan”, “Samantha Sweet, executiva do lar”, “Lembra de mim?”, “Menina de vinte”,” Fiquei com o seu número”,” A lua de mel” e “Minha vida não tão perfeita”, além da série protagonizada pela irresistível consumista Becky Bloom e do infanto-juvenil “À procura de Audrey”. Também é autora de vários romances de sucesso assinados como Madeleine Wickham. Ela mora em Londres com o marido e a família.

Editora Record lança nova edição de “O que é o amor”, da escritora e psicanalista Betty Milan

Livro volta às prateleiras 35 anos após seu lançamento

Publicado pela primeira vez em 1983, “O que é o amor”, de Betty Milan, relata e interpreta a vivência deste sentimento em suas diversas formas, povos, lendas e costumes. A obra volta agora às livrarias pela Record com nova introdução e projeto gráfico.

Dividido em quatro partes – “A paixão do amor”, “Os dizeres”, “O amor hoje” e “A paixão do brincar”, o livro examina os dizeres amorosos e suas contradições, retomando clássicos de Platão, Shakespeare e Dante. A miscelânea de textos que compõem o livro revela a dificuldade de “capturar” este sentimento e apresentá-lo de forma objetiva.

“Digo no livro que o amor é um enigma e não há como fisgá-lo numa ou noutra definição. Nós seres humanos escapamos à nossa condição inventando e reinventando o amor. A ponto de fazer de todo amante um marinheiro de primeira viagem”, afirma a autora em entrevista ao blog da Record.

A visão de Betty sobre o amor não mudou desde o lançamento do livro na década de  1980. Para ela, ele é eterno e será sempre moderno porque faz imaginar e permite sonhar acordado. Mesmo em tempos de amor livre, poliamor e relacionamentos abertos, ela acredita que o casamento não passa por uma crise. “O adultério está sempre no horizonte do casamento. Mas nem por isso ele é uma instituição falida”, completa.

Um dos capítulos de “O que é o amor” foi adaptado para o teatro em 1994 com o título “Paixão”, em peça estrelada por Nathalia Timberg. A obra também inspirou uma exposição de frases, desenvolvida pelo arquiteto, designer e artista plástico Augusto Livio Malzoni.

“O que é o amor” chega às livrarias neste mês de junho pela Record.

Betty Milan é paulista, autora de romances, ensaios, crônicas e peças de teatro. Além de publicadas no Brasil, suas obras também circulam pela França, Espanha, Portugal, Argentina e China. Colaborou nos principais jornais brasileiros e foi colunista da Folha de S. Paulo, da Veja e da Veja.com. Trabalhou para o Parlamento Internacional dos Escritores, sediado em Estrasburgo, na França. Foi convidada de honra do Salão do Livro de Paris em 1998 e em 2015. Em 2014, representou a literatura brasileira contemporânea na Feira Internacional do Livro de Miami (EUA). Antes de se tornar escritora, formou-se em medicina pela Universidade de São Paulo, especializou-se em psicanálise na França com Jacques Lacan e fundou o Colégio Freudiano do Rio de Janeiro.

Novo livro de A.C. Meyer pela Galera, ‘O tipo certo de garota errada’ narra história de amor cheia de percalços

image003 (2).jpgMalu Bragança é um ponto fora da curva no que diz respeito a estereótipos de boa moça. Se comporta como bem entende entre cores de cabelo e tatuagens pelo corpo, e não tem medo de enfrentar os pais conservadores em busca do que realmente quer. Malu abandona a faculdade de direito e resolve se tornar artista plástica, decepcionando a família do juiz Bragança. Ao lutar por sua felicidade, Malu precisa se sustentar e viver uma vida independente, superando os desafios da vida adulta. O único problema que a menina parece não estar pronta para enfrentar é o sentimento por Rafa, seu melhor amigo e grande paixão, com quem divide a narrativa entre os capítulos dessa obra embalada por música, amigos e uma bela história de amor.

Ao se deparar com problemas de saúde, Malu muda a vida de todos a sua volta e eleva a relação com Rafa, com a melhor amiga Clara, o apaixonado Gabriel e a família que a rejeita por escolher viver de arte, a um alto nível de maturidade, cumplicidade e emoção. Capaz de inspirar os leitores com sua personalidade forte, Malu lida com todos os percalços com muita sobriedade e vontade de viver, principalmente quando precisa decidir entre viver um grande amor ou deixá-lo ir.

Especialista em romances repletos de músicas para todos os gostos, a autora apresenta aos leitores uma playlist de 34 faixas ao final do livro, para ajudar o leitor a embarcar na viagem que é a vida de Malu.

A.C. Meyer mora no Rio de Janeiro e é viciada em livros. Sua série After Dark é um enorme sucesso entre os leitores. Seu primeiro romance pela Galera Record foi “Cadu & Mari”, também publicado nos Estados Unidos em versão eletrônica.

Bertrand Brasil lança “Anjos partidos”, sequência de “Carbono alterado”

image003 (1).jpgEm “Carbono alterado”, livro de estreia de Richard Morgan, a vida eterna é uma realidade comercializada de forma banal por grandes corporações que dominam o comércio de “capas”, nova denominação para os corpos. Em pleno século XXV, a humanidade está espalhada por toda a galáxia e o avanço da tecnologia permite o armazenamento de memórias como forma de backup da consciência. Com o investimento certo, qualquer pessoa pode ter uma “capa” reserva e fazer o download de suas lembranças em um novo corpo em caso de morte.

Takeshi Kovacs, investigador particular, ex-agente secreto, cumpria uma pena por seus crimes até ser reinserido em outra capa e forçado a aceitar uma proposta: descobrir quem assassinou – ou será que foi suicídio? – o último corpo de Laurens Bancroft, poderoso magnata que teve os últimos momentos na vida anterior apagados.

Se em “Carbono alterado” Kovacs vai atrás de respostas, em “Anjos partidos”, segundo livro da série, ele está de volta para ser aquilo que foi treinado: um soldado. Contratado como mercenário, seu dever é ajudar o governo a reprimir uma violenta revolução civil no planeta Sanction IV.

Kovacs, no entanto, não está do lado de ninguém além do seu próprio. Então, quando um piloto desertor lhe faz uma oferta lucrativa, ele não hesita em abandonar o campo de batalha e embarcar em uma traiçoeira caça ao tesouro. Tudo o que o separa de seu objetivo, uma antiga nave alienígena, são uma cidade banhada em radiação, nanotecnologia assassina e quaisquer surpresas que a civilização marciana possa ter deixado para trás.

Ambientada trinta anos após o primeiro livro, a narrativa se mantém fiel a temas como: corrupção, banalidade da vida humana e os perigosos avanços tecnológicos que transformam o homem em verdadeiras máquinas. Em “Anjos partidos”, o cyberpunk revivido em “Carbono alterado” ganha contornos mais destacados de uma ficção futurista.

“Carbono alterado” foi adaptado pela Netflix. A série, que estreou em fevereiro e atraiu mais de seis milhões de expectadores em sua estreia, já foi renovada para a segunda temporada. A história foi adaptada pela roteirista e produtora Laeta Kalogridis, de Ilha do Medo, e tem Joel Kinnaman, de Esquadrão Suicida, no papel do protagonista.

Richard Morgan é autor de diversos livros de ficção científica e fantasia. Foi tutor do departamento de língua inglesa na Strathclyde University antes de sua carreira de escritor deslanchar. Fluente em espanhol, já morou em Madrid, Instambul, Ancara, Londres e Glasgow. Atualmente vive no Reino Unido com a esposa e o filho.

Record lança novo thriller da autora de “O casal que mora ao lado”

image005 (1).jpgLançado em 2017, “O casal que mora ao lado” foi o primeiro thriller de Shari Lapena e logo se tornou um best-seller internacional. Com uma narrativa dinâmica e cheia de reviravoltas, ela mantém o leitor grudado nas páginas até o fim também neste “Uma estranha na casa”, que chega às livrarias pela Record no fim de maio.

A história gira em torno do casal Karen e Tom Krupp. Casados há dois anos, vivem uma vida bem normal, confortável e feliz. Até o dia em que o marido chega em casa e encontra os preparativos do jantar pela metade, a porta destrancada e as luzes acesas. Logo depois, descobre o que aconteceu: Karen está internada no hospital após um acidente. Ela estava dirigindo a toda velocidade, num bairro perigoso e bem distante do seu, e acabou batendo num poste.

As explicações para o que pode ter acontecido são escassas, já que o acidente provocou em Karen uma perda de memória recente e ela não se lembra de nada daquela noite. Mas quando um corpo é descoberto nas proximidades de onde ela bateu com o carro, a polícia começa a desconfiar de que ela possa ter algo a ver com o assassinato. Enquanto Tom se pergunta se realmente conhece a própria mulher, Karen se esforça para lembrar do que aconteceu – e também para esconder alguns segredos do seu passado.

Shari Lapena trabalhou como advogada e professora de inglês antes de se tornar escritora. “O casal que mora ao lado”, seu primeiro thriller, foi vendido para 24 países, foi finalista do prêmio Goodreads e ficou diversas semanas entre os mais vendidos do New York Times.

Best-seller satírico e prestes a estrear em Hollywood, “Asiáticos podres de ricos” é o quarto livro do Projeto VIB

image005.jpgBest-seller internacional e traduzido para mais de 12 línguas, “Asiáticos podres de ricos”, de Kevin Kwan, é o quarto livro lançado pela Record dentro do Projeto VIB e chega às livrarias no fim de maio. A aguardada adaptação cinematográfica, que tem no elenco nomes como Constance Wu e Ken Jeong, estreia nos EUA no segundo semestre e está prevista para chegar ao Brasil em novembro.  Com muito humor e sarcasmo, Kwan traça um panorama da alta sociedade chinesa, descreve luxos inimagináveis, alfineta comportamentos opulentos e mostra as muitas vezes insanas disputas entre as famílias tradicionais e os “novos ricos”.

Na trama, Rachel Chu e Nicholas Young namoram há dois anos e estão muito apaixonados e felizes. Professores universitários, moram em Nova York e têm uma vida normal, de classe média, de acordo com seus empregos. Quando o casamento do melhor amigo de Nicholas se aproxima, ele convida a namorada para ir a Cingapura acompanhá-lo na festa, conhecer sua família e sua terra natal, e passar o verão viajando com ele.

Parecia um plano normal, mas Nicholas se esqueceu de mencionar alguns detalhes importantes, como o fato de ser herdeiro de uma das famílias mais milionárias e tradicionais de Cingapura, e de o casamento do amigo ser o evento mais importante do ano, com cobertura massiva da imprensa e presença de celebridades e políticos.

Mergulhada num universo que não fazia nem ideia de que existia, Rachel se vê envolvida em tramóias e fofocas. A família de Nick não pretende aceitá-la facilmente e, para completar, há uma lista de jovens mulheres que fariam tudo para conquistar um dos últimos bons partidos solteiros do país. Ao narrar a trajetória de Rachel descobrindo esse modo de vida, Kwan faz um passeio pelos cenários mais exclusivos do Extremo Oriente – das luxuosas coberturas de Xangai às ilhas particulares do mar da China Meridional –, numa visão do jet set oriental por dentro, já que o próprio autor cresceu em Cingapura numa família abastada.

Além do enredo do casal principal, o autor constrói tramas paralelas interessantes com os diversos tipos que formam a gigantesca família de Nick – há, inclusive, uma árvore genealógica no começo da edição para facilitar a vida do leitor.  Cada capítulo é focado em um ou em um grupo de personagens e, passeando assim entre os diversos núcleos, Kwan vai além de fazer rir com seu olhar satírico, e revela interessantes detalhes sobre a cultura asiática. Os assuntos vão de moda a gastronomia, passando por conflitos geracionais, relacionamentos e como eles são afetados pelas demandas de dinheiro e status. Tudo diante de cenários muito impressionantes, que o autor descreve com habilidade. Kwan ainda usa interessantes notas de rodapé para explicar gírias e comportamentos típicos da sociedade cingapuriana.

Um detalhe engraçado: em entrevista à Vanity Fair, ao responder sobre a curiosidade do repórter se realmente havia lugares e eventos tão suntuosos quanto os descritos no livro, Kwan disse que, na verdade, precisou diminuir um pouco as coisas na ficção. “Em alguns momentos tive que realmente tirar alguns detalhes, porque minha editora falava: ‘Ninguém vai acreditar nisso’. E eu dizia: ‘Mas isso de fato aconteceu’, e ela respondia: ‘Não importa. Você vai perder leitores porque vai parecer muito surreal que as pessoas gastem dinheiro nesse nível ou façam algo tão excessivo’. Então mudei essas partes”, conta.

Kevin Kwan nasceu em Cingapura, onde passou a infância e a adolescência. Atualmente mora em Nova York, nos Estados Unidos. “Asiáticos podres de ricos” é seu primeiro livro. “China rich girlfriend”, a sequência, será publicado em breve pela Record. Lá fora, lançou recentemente “Rich people problems”, terceiro livro da série.

Relacionamento de um casal sorodiferente é o foco de “Senhorita Aurora”, novo livro de Babi A. Sette pela Verus

image003.jpgFoi durante um jantar com o marido que “Senhorita Aurora” começou a se desenhar para Babi A. Sette. O romance entre uma bailarina e um renomado maestro que esconde ser soropositivo fez sucesso em ebook e figurou na lista dos mais vendidos na Amazon. Agora, o segundo livro de Babi pela Verus chega também às livrarias.

Para Nicole Alves, balé sempre foi como oxigênio. Aos quatro anos, calçou a sua primeira sapatilha. Dois anos mais tarde, foi aceita na melhor escola de danças do Rio de Janeiro. Os incontáveis treinos, que chegavam a oito horas por dia, a levaram a conquistar uma bolsa de estudos em uma das academias de balé mais conceituadas do mundo, a Companhia de Ballet de Londres. É lá que ela conhece Daniel Hunter, um maestro prodígio de temperamento difícil, que irá reger a próxima montagem de “A Bela Adormecida”.

Grosseiro, Daniel conhece o seu valor no meio musical e usa esta posição a seu favor. Sua influência lhe dá autonomia o suficiente para supervisionar os bailarinos, o que significa mais tempo para infernizar a vida de Nicole, escolhida para o papel de Aurora.

No caminho para o sonho de ter uma sólida carreira no balé, Nicole acaba se envolvendo com Daniel e descobre que ele esconde um segredo: o maestro é soropositivo.

Entre música clássica e sapatilhas de ponta, Babi A. Sette abre espaço para o debate sobre relacionamento de  sorodiferentes. Daniel, que contraiu o virus de uma ex-namorada, revela o dia-a-dia de um soropositivo. Ele é uma das 36,7 milhões de pessoas que vivem com HIV no mundo. Os dados são da UNAIDS, programa das Nações Unidas criado para ajudar no combate à AIDS. Mas, assim como 53% dos portadores do vírus, Daniel tem acesso ao tratamento correto e consegue manter uma vida de qualidade. Contudo, os soropositivos ainda sofrem com o preconceito e a falta de informação:

“Pude perceber que, apesar de todo o avanço da ciência com relação ao tratamento e à diminuição do risco de contágio, um dos grandes problemas ainda enfrentados por pessoas que vivem com HIV é o medo de revelar sua condição, assim como acontece com Daniel. O temor da rejeição, do preconceito, de ficar sozinho e de se tornar “a doença” e não mais um ser humano que, por infelicidade da vida ou de suas escolhas, contraiu um virus”, diz Babi.

“Senhorita Aurora” chega às livrarias este mês pela Verus

Sobre a autora:
Formada em Comunicação Social, sente-se metade psicóloga; e outra socióloga. Ama viajar, conhecer pessoas e descobrir lugares. Apaixonada por romances de época, jura que viveria feliz também no século 19. Atualmente, mora em São Paulo com o marido, a filha, um cachorro, um gato e seus personagens.

Arraial da Cidade terá 12 shows e 26 horas de festa entre os dias 26 e 27/05

Em sua 7ª edição, evento que celebra a cultura nordestina espera receber 35 mil visitantes

Paulistanos de todas as idades poderão desfrutar da riqueza da cultura nordestina e começar entrar no clima das festas juninas na 7ª edição do Arraial da Cidade, que acontece entre os dias 26 e 27/05 no Jockey Club de São Paulo. Realizado pela Agência Multicase, o evento tem apoio do Governo de São Paulo, da Secretaria da Cultura e Desenvolvimento Social, e parte da renda revertida para a Liga Solidária, organização social sem fins lucrativos que atende mais de 10 mil crianças, jovens, adultos e idosos em situação de alta vulnerabilidade social.

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Arraial da Cidade acontece no próximo fim de semana. (Foto: Divulgação)

Brincadeiras e 12 shows ao vivo

Mais de 250 voluntários trabalharão neste Arraial para transformar o Jockey Club de São Paulo em um pedacinho do Nordeste em plena capital paulista. As barracas de brincadeiras típicas, como a pesca e a boca do palhaço, são apoiadas por mais de 100 marcas que fornecem as prendas, entre elas: Bob Store, Tryia, Scarf me, Fillity, Hering, Aramis e Beleza na web.

Forró, baião, xote e xaxado e outros ritmos vão embalar o final de semana. Com expectativa de receber 35mil pessoas, a festa terá 12 shows ao vivo, entre eles: Falamansa, Sítio do Pica Pau Amarelo, Trio Virgulino, Bicho de Pé e Duo Badulaque, composto pelos músicos Daniel Ayres e Julia Pittier do Palavra Cantada.

Alimentação típica e entrada gratuita para crianças e idosos

A ampla área de alimentação conta com pratos clássicos dessa época do ano, entre eles: churros, maçã do amor, milho, canjica, pernil, churrasco, caldo verde, caldo de feijão e pastel. A estrutura também conta com uma área kids gratuita com instrutores profissionais.

A festa acontecerá as 10h às 23h em ambos os dias, com ingressos a 20 reais, meia entrada para estudantes e acesso gratuito para crianças até 10 anos e pessoas acima de 60 anos. “Aguardaremos um público 40% maior que no ano passado, tivemos lotação máxima em 2017 e nos consolidamos no Jockey. Mais do que um momento de diversão com a família, o Arraial da Cidade já é parte da agenda de São Paulo e envolve todos em uma boa causa, contribuindo para a ONG Liga Solidária que completou 95 anos em 2018”, afirma a organizadora do evento, Tatiana Monteiro de Barros.

Entre os patrocinadores do Arraial da Cidade estão: Coca Cola, Schweppes, UOL, Perdigão, Fillity e Aramis. Para mais informações e compra de ingressos antecipados, acesse: arraialdacidadesp.com.br

 

Serviço – Arraial da Cidade 2018:

Data: dias 26 e 27/05

Horário: das 10h às 00h

Local: Jockey Club de São Paulo – Av. Lineu de Paula Machado, 1263 – Cidade Jardim, São Paulo – SP, 05601-000

Entrada: R$ 20 (meia entrada para estudantes mediante apresentação de carteirinha e entrada gratuita para crianças menores de 10 anos e pessoas acima de 60 anos). Sujeito à lotação do espaço.

Faixa etária: livre