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Selo Caveirinha, da DarkSide Books, lança quatro livros inéditos

FILHOS DA QUARENTENA, TÍTULOS REÚNEM AUTORES E ILUSTRADORES BRASILEIROS PREMIADOS

A quarentena deu cria. Quatro filhotes nasceram da reclusão, da reflexão e do trabalho de sete artistas brasileiros. Biógrafo de Chico Xavier, o autor Marcel Souto Maior transformou uma noite de insônia em “Nós, os ETs”. O texto foi teclado quase todo de uma só vez e sofreu algumas mudanças depois, todas fruto da troca com Mariana Massarani, artista visual icônica no meio da literatura infantil, que aceitou o desafio de construir essa dupla com Marcel. São histórias assim, nascidas num ambiente de criatividade reclusa, que deram vida aos quatro livros que acabam de ser lançados pelo selo Caveirinha, da DarkSide Books, inteiramente dedicado ao público infantil.

O universo mágico da DarkSide e seus selos ganham novos territórios e novos personagens. Conhecido por sua poesia franca e direta nascida na periferia de São Paulo, Ferréz transforma uma história de dor em uma homenagem à memória, em “Anna e o Balão”, que ganha as cores e os traços de Fernando Vilela. A Caveirinha também promoveu o encontro de Raphael Gancz (texto) e Mariana Coan (arte), que embarcaram numa viagem em busca da magia, do mistério, em “Meu Querido Abismo”. O quarto título é de um antigo parceiro da DarkSide, Wesley Rodrigues, que estreia no selo Caveirinha com “O Balde Vazio”.

(foto: divulgação)

Nós, Os ETS – O jornalista e escritor Marcel Souto Maior é autor do livro, que nasceu em meio à pandemia. Suas frases se uniram às imagens lúdicas e solares de Mariana – autora e ilustradora de mais de duas centenas de obras (muitas delas premiadas com o Jabuti, entre outros) e ao projeto gráfico da Caveirinha para essa edição, que inclui tintas exclusivas. Quem somos nós? Qual a nossa missão? De onde viemos? Para onde vamos? O que nos move e comove de verdade? São respostas a estas perguntas que eles, os ETs, buscam neste livro.

(foto: divulgação)

Anna e o Balão – autores premiados e com olhar crítico em todas as manifestações artísticasFerréz (autor de Capão Pecado) e Fernando Vilela (Lampião & Lancelote) assinam a obra que conta uma história de luto e saudade, mas também de companheirismo, aprendizado e amor, através da personagem Anna. A menina junta moedas para realizar seu maior desejo: fazer um passeio de balão e chegar perto das nuvens, onde poderia reencontrar o pai. Durante o passeio com o sr. Jacob, dono e condutor do balão, Anna rememora e homenageia o pai, narrando os bons momentos que passaram juntos, lembrando do que ele lhe ensinou, tentando abrandar a dor que sente. Através da palavra, da arte e da lembrança, Anna mostra que é possível, sim, apesar de toda a dor, seguir em frente.

Meu Querido Abismo – O que mais pode haver no mar? O que pode haver dentro de cada um de nós?, é o que perguntam Raphael Gancz e Mariana Coan nesta obra dedicada aos pequenos leitores. Meu Querido Abismo parte da curiosidade que todos temos ao mergulhar na imensidão do oceano ou dos compartimentos secretos escondidos em nossa mente. Uma jornada que nos estimula a descobrir o novo, e nos aproxima da magia e do mistério diante da vida. Meu Querido Abismo propõe um diálogo sobre a existência, a criatividade e o saber. Como criar, como produzir arte? Como romper o medo do papel em branco?

(foto: divulgação)

O Balde Vazio – o premiado autor e quadrinista Wesley Rodrigues é o autor do título sobre um balde solitário, que tem como único amigo o vento. É ele quem passa para fazer uma visita e o leva para passear, apresentando belas paisagens e o estimulando a conhecer seu lugar no mundo. É assim que ele vai parar perto de uma casinha onde mora um casal de passarinhos, Amnésia e Tristão, que logo encontram o balde e pensam em fazer dele o ninho para seus filhotes. Até que um dia, o vento retorna furioso, formando uma tempestade, e acaba por levar o balde — e os pequeninos pássaros — para longe. É a partir daí que acompanhamos a saga do casal pela perigosa floresta do esquecimento em busca de sua ninhada.

DarkSide Books lança Antologia Dark, uma homenagem ao rei do terror Stephen King

COLETÂNEA REÚNE CONTOS DE AUTORES BRASILEIROS QUE SE INSPIRARAM NA OBRA DE KING

(Foto: divulgação)

Dono de um legado incomparável que reúne mais de 60 livros, venda de mais de 300 milhões de exemplares e 50 prêmios, Stephen King é responsável por inspirar grandes nomes do terror contemporâneo. Para enaltecer o autor e sua obra, a DarkSide Books lança “Antologia Dark”, uma homenagem e um agradecimento por suas palavras terem formado leitores e transformado vidas.

Editada e organizada por Cesar Bravo — autor de “VHS: Verdadeiras Histórias de Sangue” e “Ultra Carmem” e tradutor de “The Dark Man” —, a antologia traz histórias inspiradas nos grandes clássicos de King: “Cemitério Maldito”, “O Iluminado”, “A Dança da Morte”, “Carrie: A Estranha”, “A Torre Negra”, entre outros.

Esse é o primeiro volume de uma coleção que vai promover a importância do conto no universo do horror e o diálogo entre autores nacionais e grandes mestres da literatura dark. Além de Cesar Bravo, entre os autores que assinam os contos de “Antologia Dark” estão Cláudia Lemes, Vitor Abdala, Ferréz, Carol Chiovatto, Everaldo Rodrigues, Marco de Castro, Ilana Casoy, Fernando Toste, Alexandre Callari, Antonio Tibau, André Pereira, Soraya Abuchaim e Andrea Killmore (Ilana Casoy e Raphael Montes).

As ilustrações exclusivas são do brasileiro Hokama Souza — já conhecido dos darksiders pelo seu trabalho em “Medo Clássico: Edgar Allan Poe Volume 2”.

E, dando sequência à coletânea, o próximo homenageado será ninguém menos que o genial e maldito Edgar Allan Poe, considerado o grande nome da literatura fantástica e de horror.

‘O Mal Nosso de Cada Dia’, que deu origem ao novo longa da Netflix, é lançado pela DarkSide Books

O LIVRO DO NOVO AUTOR DA EDITORA, DONALD RAY POLLOCK, FOI ADAPTADO PARA O FILME ‘THE DEVIL ALL THE TIME’

(Foto: Divulgação)

Donald Ray Pollock, o novo autor da DarkSide® Books, constrói com maestria uma trama hiperviolenta, ambientada numa cidadezinha de Ohio (EUA), no pós-Segunda Guerra no livro “O Mal Nosso de Cada Dia”, que será lançado em 30 de julho. A história é repleta de personagens estranhos e bem construídos em um cenário devastador, cruéis o suficiente para cometerem crimes com a casualidade de quem troca de roupa. Mas isso não é tudo. Há muito mais por trás das manchas de sangue, da avareza e da mesquinharia: o desespero e as limitações de uma cidade pequena, a frustração de seus habitantes, a síntese de quem não equilibra luz e sombra dentro de si.

Pollock cresceu em pequenas cidades de Ohio, como a representada em “O Mal Nosso de Cada Dia”, seu primeiro romance, publicado quando ele já tinha 56 anos. Antes disso, ele trabalhava como motorista de caminhão. Aos 45 anos, começou a estudar e a escrever. Hoje, Pollock se insere na linhagem dos grandes contadores de histórias da América, como John Steinbeck e seu realismo, William Faulkner e Flannery O’ Connor e o magistral gótico sulista e Cormac McCarthy e seu visceral “Onde os Velhos Não Têm Vez”.

Em setembro, a Netflix lança uma adaptação cinematográfica de “O Mal Nosso de Cada Dia”. A produção original “The Devil All The Time” conta com direção do brasileiro Antonio Campos (Afterschool e The Sinner) e produção do ator Jake Gyllenhaal. O elenco é protagonizado por Sebastian Stan (Capitão América), e traz ainda Tom Holland (Homem-Aranha), Robert Pattinson (O Farol), Bill Skarsgard (It: A Coisa), Mia Wasikowska (Alice no País das Maravilhas) e Eliza Scanlen (Objetos Cortantes).

“O Mal Nosso de Cada Dia” pode ser encontrado em livrarias físicas e on line. E na DarkStore, a loja on line da DarkSide. Quem adquirir o livro na DarkStore (promoção exclusiva) ganha também um caderno que traz na capa a placa da cidadezinha da história: https://www.darksidebooks.com.br/o-mal-nosso-de-cada-dia.

Sinopse:

Em uma cidade esquecida no interior de Ohio, a esposa de Willard Russell está à beira da morte, não importa o quanto ele beba, reze ou faça sacrifícios e oferendas. Com o passar dos anos, seu filho Arvin, uma criança negligenciada, torna-se um homem frio e cruel. Em torno deles, circula um nefasto e peculiar grupo de moradores — um insano casal de assassinos em série, um pastor que come aranhas e um xerife corrupto —, todos entrelaçados numa viciante narrativa da mais corajosa e sombria lavra americana.

Se você é apaixonado por histórias sombrias e sinistras, O Mal Nosso de Cada Dia é o som e a fúria da nova literatura. Feche os olhos e comece a rezar.