Arquivo da tag: Disney

NOVA TEMPORADA DE SOU LUNA CHEGA AO DISNEY CHANNEL EM 17 DE ABRIL

Após cativar o mundo todo com uma história mágica, canções inesquecíveis e muita patinação, o encontro mais esperado por todos os fãs de Sou Luna já tem data e hora marcadas. A nova temporada chega à tela do Disney Channel no dia 17 de abril, às 19h30, para continuar a intrigante história de Luna, Matteo e os personagens do Jam & Roller.

image007.jpg
Nova temporada de “Sou Luna” estreia amanhã. (Foto: Divulgação)

Estamos orgulhosos porque a primeira temporada de Sou Luna ocupou um lugar privilegiado nas múltiplas plataformas onde foi transmitida, graças aos fãs que participaram desta experiência, emocionando-se, dançando, cantando, interagindo e até gerando o seu próprio conteúdo”, disse Cecilia Mendonça, Vice-presidente e General Manager, Disney Channels Latin America, The Walt Disney Company Latin America. “Com este entusiasmo, nesta segunda temporada continuaremos oferecendo novos conteúdos relevantes, histórias com os personagens favoritos da nossa audiência e música com a qualidade que nos caracteriza, com atividades que inspiram hábitos de vida saudável”, acrescentou.

Gravada em Buenos Aires, Argentina, e produzida pela Pol-ka, a nova temporada de Sou Luna começa quando todos voltam para casa após as férias e, pouco a pouco, começam a enfrentar novos desafios individuais e em grupo. Enquanto Luna segue em direção a uma verdade reveladora, Matteo descobre a sua verdadeira paixão e aprende a enfrentar o seu exigente pai. Todos os personagens viverão histórias intrigantes e embarcarão na busca e na reafirmação de suas próprias identidades.

Com um elenco internacional, Sou Luna é encabeçada pela atriz mexicana Karol Sevilla, o italiano Ruggero Pasquarelli (Violetta) e o mexicano Michael Ronda; e conta também com a atuação dos atores argentinos Valentina Zenere, Agustín Bernasconi, Lionel Ferro, Carolina Kopelioff, Katja Martínez, Gastón Vietto, Chiara Parravicini e Malena Ratner, além da atriz espanhola Ana Jara e o chileno Jorge López. A esta nova temporada se junta o renomado ator argentino Roberto Carnaghi, no papel de “Alfredo”, personagem chave na nova história. Também haverá as participações especiais de duas grandes estrelas do Disney Channel: Sabrina Carpenter (Garota Conhece o Mundo) e Martina Stoessel (Trini: Depois de Violetta).

A estreia da nova temporada acompanha Sou Luna em Concerto, a turnê internacional que estes dias leva o elenco da série do Disney Channel pelos cenários da América Latina (Argentina, Costa Rica, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru, Colômbia, México, Equador e Panamá), com um show ao vivo que oferece uma grande apresentação musical com canções originais, uma encenação impactante e a experiência única de ver ao vivo vários dos personagens favoritos da série.

A música da série foi editada em três álbuns: “Sou Luna”, “Música en Ti” e “La vida es un sueño”, que somam 420 milhões de visualizações na VEVO.

DISNEY PARTICIPA DA CCXP TOUR NORDESTE E TRANSMITE AO VIVO O PAINEL DE STAR WARS: OS ÚLTIMOS JEDI, DIRETO DA STAR WARS CELEBRATION EM ORLANDO

Áreas dedicadas aos próximos lançamentos e loja com diversos produtos licenciados são os destaques da empresa para o evento

CCXP Tour Nordeste ocorre entre os dias 13 e 16 de abril no Recife (PE) e será invadida pela magia e emoção dos universos de Marvel, Star Wars e Disney. O grande destaque será a transmissão em tempo real do painel STAR WARS: OS ÚLTIMOS JEDI, que acontece no dia 14 de abril por volta das 12h00 (horário de Brasília-DF), diretamente do Star Wars Celebration, em Orlando nos EUA. Os fãs brasileiros poderão acompanhar as novidades deste aguardado lançamento da saga Star Wars, que estreia no Brasil em 14 de dezembro. E também poderão visitar a loja decorada com elementos do filme, onde irão encontrar diversos produtos licenciados dos seus personagens favoritos.

No dia 16, às 16h00, também ocorre o painel da MARVEL STUDIOS, onde serão exibidas cenas inéditas de Guardiões da Galáxia Vol. 2, que chega às telonas em 27 de abril, e próximos lançamentos do estúdio. Após a exibição, Érico Borgo e a equipe do Omelete farão um bate-papo sobre os lançamentos.

Durante todos os dias do evento, os visitantes poderão curtir e tirar fotos nas áreas dedicadas às grandes estreias da Marvel para esse ano:GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL.2 e THOR: RAGNAROK. PIRATAS DO CARIBE: A VINGANÇA DE SALAZAR terá uma área especial para os fãs que aguardam ansiosos a chegada do novo filme do anti-herói icônico e fanfarrão, Jack Sparrow.

O MÊS DAS PRINCESAS CHEGA AO DISNEY JUNIOR COM GRANDES EMOÇÕES E HISTÓRIAS INESQUECÍVEIS

Abril é o Mês das Princesas no Disney Junior. E a programação está cheia de histórias mágicas, personagens inesquecíveis, muita emoção e sonhos que se tornam realidade. O Mês das Princesas é um dos eventos mais esperados da programação, tanto pelos espectadores do canal quanto pelos fãs de todas as gerações, que seguem as histórias e aventuras dessas personagens icônicas da Disney.

A partir da segunda-feira, dia 3 de abril, todos os dias entre às 11:30h e às 19:30h será transmitido um filme estrelado por uma princesa diferente. Entre os clássicos estão: Cinderela, Mulan, Branca de Neve e Os Sete Anões, A Bela e a Fera, A Pequena Sereia, Aladdin, Pocahontas, Bela Adormecida, Valente, Princesa Sofia: Era Uma Vez… e Elena e o Segredo de Avalor.

igi.jpg

Além dessa maratona mágica, todos os sábados do mês, a partir das 11:30h, o canal focará em uma determinada Princesa para reviver sua história completa com todos os filmes que a tem como protagonista. No primeiro sábado, 8 de abril, a escolhida será a Bela com a exibição deA Bela e a Fera (animação) seguido por A Bela e a Fera: O Natal Encantado. No dia 15,  a estrela da vez é a Cinderela com exibição da animação original de 1950, seguida por Cinderela II: Os Sonhos Se Realizam e Cinderela III: Uma Volta no Tempo. Já no dia 22, a história da sereia mais querida do universo mágico será revivida com A Pequena Sereia, A Pequena Sereia 2: O Retorno Para o Mar e A Pequena Sereia 3: A História de Ariel. Por fim, no dia 29, Jasmine é a escolhida como protagonista com exibição de Aladdin, Aladdin e Os 40 Ladrões e Aladdin: O Retorno de Jafar.

O especial do mês encerra no domingo, 30, a partir das 10:30h com uma maratona única que reúne 4 dos contos mais amados de todos os tempos: Cinderela, Branca de Neve e Os Sete Anões, A Bela Adormecida e A Pequena Sereia.

Ao longo de sua história, as Princesas da Disney representam um marco significativo e continuam a inspirar as crianças de todas as idades a sonhar com o famoso “Era uma vez … . Ao protagonizar seu próprio filme, cada Princesa conta sua história única que inspira as crianças a criarem e viverem seus próprios contos de fadas. Através de suas diferentes personalidades e fortes características, as Princesas mostram que todas as pessoas têm atributos únicos que as tornam especiais; e que ao serem fiéis aos seus ideais e acreditarem em si mesmas, todos podem alcançar seus sonhos. Elas são personagens amáveis, bondosas, positivas, aventureiras, corajosas, valentes e que motivam crianças do mundo todo há gerações.

“Beauty and the Beast”, uma Nostalgia Atualizada ao nosso Tempo

Por Renan Vilallon

Uma refilmagem é sempre uma adaptação. Independentemente da mídia usada ser a mesma, o que acontece com o produto aqui observado, qualquer tipo de mudança entre o período das obras de arte já é um aspecto que irá interferir tanto na história quanto em sua forma artística. Em Beauty and the Beast (A Bela e a Fera), de Bill Condon – adaptação direta da versão animada de 1991, de Gary Trousdale e Kirk Wise – temos um filme que mistura uma história audiovisual altamente icônica, de acordo com o universo Disney, com a adição de elementos narrativos contemporâneos à nossa época, atualizando o clássico animado ao seu período contemporâneo. Vejamos alguns desses elementos?

Sem dúvida, um deles que mais chama a atenção é a forma como a história principal e os arcos dramáticos de alguns personagens foram tratados pela escrita do roteiro. Ao mesmo tempo manteve-se grande parte da ideia original (da animação de 1991), mas também foram colocados aspectos que complementam a história dos personagens e que atualizam a narrativa de acordo com as necessidades atuais. De fato, o grande foco é na adição de fatos que complementem o arco dos personagens, com ideias que em sua maioria ajudam a melhorar a história como um todo, mesmo que pouco seja mudado entre a versão de 1991 e a de 2017 (na linha narrativa geral).

a-bela-e-a-fera
“A Bela e a Fera” traz elementos da animação para o live-action. (Foto: Divulgação)

Embora haja poucas mudanças, talvez o fãs mais saudosos da animação percebam elementos que destoem um tanto da narrativa dos anos noventa, e a que mais pode ser questionada, infelizmente, é o aspecto da maldição da Fera (Dan Stevens) – que deveria aprender a amar alguém e merecer/ter o mesmo amor correspondido pela pessoa até o seu 21º aniversário. Com isso, devo dizer aqui que há um problema narrativo na resolução da maldição, que deixa uma incógnita gigantesca sobre a motivação da rosa encantada, assim como o porquê da presença da feiticera em outros momentos da história, propondo uma ligação até mesmo com o arco particular de Belle (Emma Watson). Isso faz a história, nesse ponto específico, sair de sua ideia central, embora não seja algo que comprometa o filme ou a sua experiência artística. No geral, as decisões sobre o principal drama trágico da obra é altamente questionável e um tanto incoerente, principalmente em uma história que ultrapassa o limite autoexplicativo, com diversos momentos dedicados a esse aspecto para a narrativa, excedendo até mesmo a animação, que já era bem “mastigada” em si.

Se a principal motivação deixa uma ideia aparente de mistério, as cenas e/ou diálogos, que complementam a história prévia de alguns dos personagens mais importantes, são altamente claros e objetivos. Algo interessante é que se pode identificar motivações ligadas à primeira versão literária da história – La Belle et la Bête (1740), de Gabrielle-Suzane Barbot –, em que observamos a transição do primeiro ao segundo atos fílmicos sendo conduzidos por ela. Ao utilizar da mesma ideia literária que faz não apenas o pai de Belle, Maurice (Kevin Kline), ser capturado pela Fera, mas que também se torna a razão do encontro do futuro casal, o pedido e o “roubo” de uma rosa são momentos que encerram o primeiro ato e iniciam o segundo, propondo também o início de seu desenvolvimento na história. Ao mesclar essas narrativas referentes, compreendemos que a adaptação da Disney não resgata apenas a antiga animação, mas também o cânone literário, ou seja, há uma preocupação com as raízes da história do conto de fadas, o que é muito bom.

Os exemplos são diversos relacionados à melhor construção das linhas narrativas de cada personagem nesta versão em live-action, servindo à história sem compremetê-la. Entre elas, temos uma adição que serve como ponto de encontro entre as histórias de Belle e Fera, essencialmente por duas motivações. A primeira está ligada à questão maternal, devido à perda da mãe que ambos passam, se tornando traumas em suas vidas e influenciando diretamente na sua visão de mundo e no modo que vivem. Belle possui um pai mais melancólico, o que interfere na sua relação com ele por esconder o passado de sua mãe, e o principe (Fera) se torna arrogante e prepotente devido à criação rígida de seu pai pós-morte da mãe, o que causaria a maldição ao reino. Já a segunda motivação está relacionada ao modo como esses personagens enxergam suas próprias vidas, pois se colocam como estranhos ou criaturas não adaptáveis às formas de vida que lhe foram impostas – Belle relacionada à vida no vilarejo e Fera devido à maldição em seu castelo.

Ou seja, essa aproximação entre as histórias particulares de cada personagem ajuda o espectador a aceitar e compreender melhor a relação de proximidade, amor e/ou paixão entre figuras de mundos e aparências completamente diferentes, complementando o arco dramático principal (maldição da rosa).

Além disso, há também o fator de adequar o conto de fadas à sua época contemporânea, e nesse quesito a Disney consegue propor um aspecto interessante ao personagem LeFou (Josh Gad), que deixa de ser um simples submisso e seguidor de Gastón (Luke Evans) e passa a questionar e a pensar por si próprio durante toda a história. A atuação de Gad em si nos entrega a personificação de uma figura que serve como alívio cômico pelo tempo cômico do ator, que se mistura à sua admiração por Gastón, à forma como se relaciona no vilarejo, ou como observa a si mesmo a partir da figura de seu ídolo, que vai se modificando gradualmente durante toda a história principal.

Pela questão da representatividade, a Disney consegue mais uma vez mostrar a importância em apresentar personagens homossexuais de maneira natural, principalmente sabendo que há um grande público infantil que assistirá ao filme e que já passou da época a prática ainda comum de esconder das crianças a realidade social na qual vivem e viverão, principalmente com relação às questões homoafetivas. Isso é um fator que mostra também o porquê das adaptações possuírem o fator do tempo enquanto aspecto que modifica a obra de arte, pois compreender aspectos homoafetivos está mais presente hoje, às massas, do que na época da animação, o que atinge inevitavelmente os produtos da cultura pop.

Quando começamos a observar algumas características da direção de arte, chegamos a outras relações à adaptação em live-action, e algumas se mostram um tanto problemáticas, embora a intenção de seguir o clássico seja bem claro. Uma primeira percepção sobre a característica nostálgica da qual o filme é dependente é a identificação da utilização de ambientes relacionados à primeira versão, pois mesmo que a direção artística mude algumas ideias, de forma geral, é natural lembrarmos de momentos copiosamente transpostos da animação ao live-action. O vilarejo, o castelo, a floresta amaldiçoada, o jardim com neve, a extensa biblioteca, o grande salão da cena da valsa… Todos estes ambientes que nos ligam diretamente à versão animada, e isso além do figurino (principalmente do casal) e dos fotogramas, claramente recolocados na adaptação – há até mesmo a utilização da arquitetura do castelo relacionada às fases artísticas do barroco e do rococó do século XVII, algo que é citado na animação (1991), o que mostra a preocupação em se manter aspectos icônicos ou diretamente referenciais à obra anterior, ao mesmo tempo que representa a aristocracia oriunda da passagem dos séculos XVII a XVIII, como aparece através da herança histórica da família do príncipe.

Os números musicais são outra forma de se resgatar a animação. Sobre esse aspecto temos a ligação mais nostálgica possível ao live-action, pois mantém-se a mesma melodia e letra das músicas de 1991. A mudança mesmo fica pela visibilidade desses momentos, com um tratamento desses números musicais como se estivessem presentes em uma ópera, com falas recitadas em canto, coreografias diversas (valsa e até sapateado) e movimentos milimetricamente ensaiados, enquanto a câmera passeia pelo ambiente. Isso é interessantíssimo do ponto de vista atístico, por misturar cinema e teatro sem medo de explorar elementos das duas formas artísticas.

A linguagem cinematográfica, no entanto, mostra um certo problema nos números com grande quantidade de bailarinos atores, pois algumas vezes o excesso de elementos em cena atrapalha um pouco sua visibilidade, podendo fazer o espectador se perder diante dela. Já os números em solo – como o de Belle em um momento no começo do filme, ou de Fera quando observa sua amada deixando-o para salvar seu pai – embora não tenham esse problema de linguagem, não possuem a suavidade, pela movimentação e presença dos personagens, como se observa no clássico animado, com textos bem declamados, mas através de coreografias excessivas, o que torna sua visibilidade um tanto “robotizada” ou “mecanizada” algumas vezes.

Um exemplo que mostra o excesso da coreografia e a perda de suavidade é, exatamente, a cena da valsa entre Belle e Fera. A valsa do casal é direcionada por uma dança voltada à realidade dos bailes do século XVIII, nos quais havia pouco contato físico entre os pares e uma dança gradualmente coreografada, com pequenos movimentos realizados. É claro que há o momento em que Belle e Fera ficam mais juntos na dança, mas nem mesmo nesses segundos eles “quebram o protocolo”, da forma como se observa na animação clássica, deixando aquela visão mais romantizada da valsa em busca de uma figuração diante da realidade da época na qual a história se passa. E até mesmo isso se mostra como um aspecto reapresentado, pois a aristocracia fica muito evidente através dessa dança, que remete aos bailes do príncipe na época quando ainda não era uma Fera.

Curiosamente, os números mais bem realizados são aqueles em que aparecem os objetos animados do castelo, como Lumiere (Ewan McGregor), Cogsworth (Ian McKellen), Mrs. Potts (Emma Thompson) e companhia. Seguindo uma idealização artística bem semelhante a do clássico, temos uma animação mais natural e não tanto coreografada dos objetos (é comum vermos, em diversos momentos, uma movimentação mais livre e despretensiosa), o que humaniza muito mais suas figuras. E, por último, observamos a adição de alguns poucos números musicais à história, pois complementam os arcos dramáticos de certos personagens, servindo bem à sua narrativa, embora a deixem excessivamente autoexplicativa, o que se mostra como uma “faca de dois gumes” ao filme, mais complementando do que comprometendo a obra.

Concluindo, os diversos aspectos em Beauty and the Beast mostram dois caminhos pelos quais a obra foi direcionada: primeiro pelo aspecto nostálgico, e segundo pelo aspecto de atualização. No entanto, isso não nos impede de observar uma direção artística também voltada à uma representação histórica menos romantizada, ainda que seja para um musical da Disney, e com ideias ao roteiro que complementam à narrativa, ao mesmo tempo em que se mantém a história do clássico animado. Dessa maneira, a obra em live-action impressiona mais pelas decisões de seus roteiristas do que pelas escolhas da direção de arte, o que pode ser até um espanto em se tratar da Disney, mas isso não precisa ser visto como um demérito ao espetáculo que o filme nos traz. Talvez, agora sim, seja esse um indício de que precisamos de clássicos recontextualizados, ao nosso contemporâneo, pelo aspecto da história e representatividade do que pelo desejo de um possível grande espetáculo visual, a ser contemplado nas salas de cinema.

Bela e a Fera by Swarovski

Marca austríaca se inspira em tradicional conto de fadas francês para lançar pocket collection

A versão em live action da animação A Bela e a Fera só será lançado no Brasil no mês que vem, mas, a Swarovski já adianta novidades para celebrar essa estreia tão esperada.

307206_686137_swarovski___r__769_00_web_.jpg
Swarovski lança coleção baseada em “A Bela e a Fera”. (Foto: Divulgação)

Composta por joias e objetos de decoração, a linha A Bela e a Fera contempla o romance vivido entre a adolescente sonhadora e o príncipe enfeitiçado.

Os colares, anéis e brincos fazem referência a famosa rosa encantada que aparece no longa. Já a linha Crystal Living, surge em formato de esculturas e canetas – perfeitas para presentear e dar um toque lúdico aos ambientes.

VIVA – A VIDA É UMA FESTA :: PÔSTER NACIONAL

Apesar de a música ter sido banida há gerações em sua família, Miguel (voz do novato Anthony Gonzalez) sonha em se tornar um grande músico como seu ídolo, Ernesto de la Cruz (voz de Benjamin Bratt). Desesperado para provar o seu talento, Miguel se vê na deslumbrante e pitoresca Terra dos Mortos seguindo uma misteriosa sequência de eventos. Ao longo do caminho ele conhece o trapaceiro encantador Hector (voz de Gael García Bernal), e juntos eles partem em uma jornada extraordinária para descobrir a verdade por trás da história da família de Miguel. Dirigido por Lee Unkrich (“Toy Story 3”), codirigido por Adrian Molina (story artist de “Universidade Monstros”) e produzido por Darla K. Anderson (“Toy Story 3”), Coco, da Disney•Pixar, estreia nos cinemas dia 04 de janeiro de 2018.

image003 (1).jpg

DOUTORA BRINQUEDOS ESTRÉIA NOVOS EPISÓDIOS EM MARÇO E CONHECE WINNIE THE POOH

Em março, chegam à tela do Disney Junior os novos episódios da quarta temporada de Doutora Brinquedos, intitulada Doutora Brinquedos e seu hospital. Os episódios serão apresentados todos os domingos às 17:00. 

Doctora Juguetes y Winnie Pooh.jpg
“Doutora Brinquedo” irá fazer crossover com Ursinho Pooh, nos episódios de março. (Foto: Divulgação)

Nesse dia, as aventuras começam quando a Doutora e os brinquedos veem que Winnie the Pooh está flutuando no ar e não consegue descer. Quando ela e os brinquedos se dispõem a resgatá-lo, o vento magicamente os transporta para o Bosque dos Cem Acres, onde se encontram com o resto dos amigos do tão famoso ursinho. Tigrão, Leitão e Bisonho juntam-se à Doutora e aos brinquedos para procurar Pooh, com a esperança de encontrá-lo a tempo de participar de seu evento preferido do ano: o Festival do Mel.

“Os livros e o desenho do Winnie Pooh sempre foram extremamente importantes para mim, por isso é a realização de um sonho pessoal poder reunir os universos do Bosque dos Cem Acres e da Brinquedolândia, em especial porque Christopher Robin é o primeiro humano a se tornar famoso por conversar com seus bichos de pelúcia e brinquedos”, comentou a criadora e produtora executiva da série, Chris Nee. “Esse episódio é uma homenagem aos estilos de narração e animação originais da Disney, desde as canções que honram os irmãos Sherman até as imagens que remetem ao Winnie Pooh tradicional”.

Doutora Brinquedos, que já tem uma quinta temporada garantida, recebeu o prestigiado Prêmio Peabody (2015) pela melhor história em mídia eletrônica e o prêmio da National Association for the Advancement of Colored People (NAACP Image Award) (2016, 2015) de melhor programa para crianças.

A série conta também com a assessoria da divisão de saúde Hollywood, Health & Society do Annenberg Normal Lear Center da Universidade do Sul da Califórnia (USC Annenberg Normal Lear Center) sobre temas médicos e de saúde relevantes para crianças e famílias.

EVERALDO MARQUES E RÔMULO MENDONÇA, NARRADORES DA ESPN, DARÃO VOZ A PERSONAGENS EM CARROS 3, DA DISNEY•PIXAR

image001.jpg

Os narradores dos canais ESPN, Everaldo Marques e Rômulo Mendonça, emprestarão suas vozes para os comentaristas Everauto Motriz e 1954 Announcer, respectivamente, em Carros 3, a nova animação da Disney•Pixar que estreia no dia 13 de julho no Brasil.

O anúncio foi feito hoje durante o programa Bate Bola 1ª Edição na ESPN Brasil e pegou de surpresa o narrador Everaldo Marques, que participava ao vivo para comentar a transmissão da NBA que ele fará na noite desta sexta-feira. Comentar uma corrida de Relâmpago McQueen era um sonho antigo de Everaldo, que sempre quis eternizar sua voz num filme da Disney•Pixar. Rômulo, reconhecido pelo público pelos seus jargões cômicos, também está muito empolgado por participar da nova animação.

O novo filme traz uma nova geração de corredores incrivelmente rápidos que surpreende o lendário Relâmpago McQueen, que se afasta das corridas. Para voltar com tudo, ele precisará da ajuda de Cruz Ramirez, uma jovem treinadora de corridas. Com o seu plano para vencer, mais a inspiração do Fabuloso Doc Hudson e alguns acontecimentos inesperados, eles partem para a maior aventura de suas vidas, com o teste final na maior prova da Copa Pistão! Dirigido por Brian Fee (storyboard artist de “Carros”, “Carros 2“) e produzido por Kevin Reher (“Vida de Inseto”, curta “La Luna”), Carros 3 chega nos cinemas dia 13 de julho de 2017.