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Editora BestSeller lança livro de menina que ficou conhecida por relatar no Twitter os horrores da guerra na Síria

Em “Querido mundo”, Bana Alabed, de 9 anos, conta junto com sua mãe Fatemah como a vida tranquila da família foi interrompida por anos de guerra civil 

Bana Alabed levava uma infância tranquila em Aleppo, na Síria, e gostava de tomar banho de piscina, brincar no balanço e ir ao mercado comprar gelatina. Até que, ainda com três anos, a guerra fez com que sua rotina mudasse e a menina se viu aprendendo a diferenciar tipos de bomba. “Aviões enormes voavam pelo céu e deixavam cair bombas por todos os lados, onde quer que lhes desse na cabeça. Às vezes um avião voava tão baixo que conseguíamos ver o piloto. Ele sabia que estava ferindo e matando pessoas? Devia saber, mas como ele podia fazer aquilo?”, se pergunta a menina no livro “Querido mundo”, que a Editora BestSeller lança em julho.

Na obra, Bana e sua mãe Fatemah relatam o dia a dia da guerra e como suas vidas foram impactadas por ela. A menina perdeu a escola, a melhor amiga, passou dias escondida com a família no porão de casa com poucos alimentos e água.  Ela inventava brincadeiras para distrair os irmãos mais novos e com um Ipad de segunda mão que seu pai comprou teve a ideia de pedir ajuda pelo Twitter. Foi assim que o apelo de Bana Alabed ganhou o mundo e foi capaz de mobilizar milhões de pessoas contra a guerra na Síria com a hashtag #StandwithAleppo.

“As pessoas que ajudavam a consertar o Wi-Fi sempre vinham ao nosso bairro para testar a conexão e se certificar de que os cabos estavam funcionando depois de um bombardeio. Elas diziam que era importante que eu continuasse a contar para o mundo o que estava acontecendo”, escreve Bana.

Bana e sua família tiveram uma sorte melhor do que milhares de famílias que foram exterminadas pela guerra. Eles foram levados em segurança para a Turquia, onde refazem suas vidas.

Trecho:

Muitas famílias como a minha não tiveram escolha senão deixar o país que amamos e ir para outros lugares onde somos refugiados. Algumas pessoas dizem que não querem refugiados no seu país. Elas querem que eles voltem para casa, embora eles não tenham mais uma casa. Ou então que vão para outro lugar, embora as pessoas desse “outro lugar” também não desejem acolhê-los. Mas as pessoas não podem ir para nenhum outro lugar. Se você não tivesse um país ou se seus pais ou filhos fossem mortos, o que você faria?Quando você vai para a casa de alguém na Síria, nós o acolhemos como se fosse da família e dividimos com você o que nós temos, como chá ou doces. É assim que eu gostaria que pudesse ser se uma pessoa fosse para o seu país, que você dividisse suas coisas com ela, a ajudasse e tentasse entender o que ela passou.

Bana Alabed nasceu em 2009 na cidade de Aleppo, Síria, e é conhecida mundialmente por seus tuítes feitos durante o cerco da cidade em 2016 e, posteriormente, por seus apelos por paz e pelo fim do conflito. Os tuítes revelavam uma visão extraordinária sobre os horrores do cotidiano na cidade — incluindo ataques aéreos, fome e risco de morte —, e conquistaram uma legião de admiradores. Quando crescer, Bana quer ser professora, assim como a mãe. Seu pai é advogado, e ela tem dois irmãos mais novos, Noor e Mohamed. Querido mundo é seu primeiro livro.

BestSeller lança livro sobre americanos que impediram ataque terrorista e que inspirou novo filme de Clint Eastwood

image005Em agosto de 2015, o marroquino Ayoub El-Khazzani estava prestes a ser mais um soldado do Estado Islâmico a matar dezenas de pessoas em um atentado terrorista. Ele embarcou num trem em Bruxelas com destino a Paris armado com uma AK-47, uma pistola, um estilete e muita munição. Mas ele não contava com a surpreendente iniciativa de três amigos americanos que, em meio à viagem de lazer, acabaram conseguindo impedir o ataque. A história está contada em detalhes no livro “15h17 – Trem para Paris”, que chega às livrarias pela BestSeller em março. O título foi ainda a base para o filme homônimo, dirigido por Clint Eastwood, que estreia nos cinemas brasileiros em 8 de março.

O livro é assinado pelos três – Anthony Sadler, Alex Skarlatos e Spencer Stone –, que tiveram ajuda do jornalista Jeffrey E. Stern não apenas para narrar os acontecimentos daquela tarde na França, mas também as trajetórias que os levaram até aquele momento. Curiosamente, Anthony, Alex e Spencer interpretam a si mesmos no longa dirigido por Eastwood. O cineasta já afirmou em entrevistas que “15h17 – Trem para Paris” fecha sua trilogia dedicada a celebrar heróis do cotidiano, que se completa com “Sniper americano” e “Sully – O herói do Rio Hudson”. Mas aqui, Eastwood deixou de lado nomes do calibre de Bradley Cooper e Tom Hanks e recrutou os próprios homenageados para viverem suas histórias.

Os três não conseguiram impedir um ataque terrorista apenas por impulso: Stone e Skarlatos eram, respectivamente, um entusiasta das artes marciais da primeira classe aérea na Força Aérea dos Estados Unidos e um membro da Guarda Nacional do Oregon. Mas Sadler, por sua vez, não tinha qualquer treinamento militar. O controle e a eficiência do trio só foi possível graças à rede de apoio e lealdade que construíram ao longo de anos de amizade, desde a escola.

Assim, o livro conta como os três se conheceram, no ensino médio em um colégio religioso, e como ficaram amigos; as idas à igreja, as partidas de paintball e as bagunças na escola estão lá. O texto narra também os caminhos distintos seguidos pelos três, e o reencontro, que motivou a viagem pela Europa que os levou ao fatídico trem. Eles ainda descrevem em detalhes a ação contra o terrorista, quando Stone decide tentar desarmá-lo mesmo após ter sido golpeado com um estilete e sob a mira de uma arma.

Anthony Sadler é aluno do último ano da Universidade do Estado da Califórnia, em Sacramento, especializando-se em cinesiologia e treinamento atlético. Alek Skarlatos é especialista da Guarda Nacional do Oregon. Recentemente foi finalista da vigésima primeira temporada do programa Dancing with the Stars. Spencer Stone é segundo sargento da Força Aérea dos Estados Unidos. Jeffrey E. Stern é Jornalista e escritor. Foi nomeado pesquisador do Pulitzer Center on Crisis Reporting e também do Stanford Center on International Conflict and Negotiation. As reportagens de Stern foram publicadas em veículos como Vanity Fair, The Atlantic, Esquire, Foreign Policy, Newsweek, Slate, Time e The New Republic.

Biografia minuciosa e abrangente revela a trajetória de George Lucas, um dos maiores nomes da história do cinema americano

image004 (1).jpgHomem por trás de nada menos do que duas das maiores franquias da história do cinema – “Star Wars” e “Indiana Jones” –, George Lucas é alvo de uma minuciosa e envolvente biografia em “George Lucas: Uma vida”, que a BestSeller lança em novembro. O autor Brian Jay Jones passou três anos se dedicando ao projeto, que contou com muitas entrevistas de amigos e colegas de Lucas, além de extensa pesquisa de documentos e arquivos.

Num apanhado abrangente de sua vida pessoal e profissional, entre sucessos e fracassos, George Lucas é retratado desde a infância em Modesto, na Califórnia. Lá ele começou a desenvolver seu gosto pelo cinema e também uma relação conflituosa com o pai. Anos mais tarde, já na faculdade, conheceu Francis Ford Coppola durante um estágio, e os dois acabaram criando um estúdio, no fim dos anos 1960. O livro conta ainda detalhes sobre outra amizade famosa de Lucas, com Steven Spielberg – “Indiana Jones” é obra da dupla.

O livro conta ainda em detalhes todo o processo de filmagens de Star Wars e o drama que rondou a produção. Sucesso mundial incontestável hoje em dia, o filme enfrentou diversos problemas durante suas gravações, e equipe e diretor tinham certeza de que estavam embarcando num fracasso. O texto acompanha também a surpresa quando as filas para assistir ao filme se estendiam por quarteirões e o longa bateu diversos recordes de bilheteria.

O pioneirismo de George Lucas e sua influência no formato e nos modelos dos filmes comerciais que vieram a seguir também estão no relato de Jones, que conta ainda sobre a criação da Lucasfilm – e sua posterior venda para a Disney –, as iniciativas do cineasta no universo dos efeitos digitais, sua relação de altos e baixos com Hollywood e a rotina no rancho Skywalker.

Brian Jay Jones é autor de “Jim Henson: The biography”, biografia do criador dos Muppets e best-seller do New York Times.Trabalhou por quase 20 anos como analista de políticas públicas e redator de discursos. Vive em Maryland com a esposa. Mais informações em brianjayjones.com

O casamento pelo ponto de vista masculino

image005.jpgDepois de seis anos de namoro, Danilo Radke e a namorada resolveram noivar. A nova fase do relacionamento significou não apenas morar junto, mas também gerou a criação de uma página com crônicas diárias sobre a vida a dois. Há quase um ano, Danilo dá a sua versão sobre o casamento, sempre com muito humor, na página “Putz casei”, que hoje já soma mais de 310 mil curtidas.

O sucesso no mundo online ganha versão física em “Putz casei”, livro que será lançado pela BestSeller durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Nele, o autor exemplifica situações em que qualquer um pode se identificar. A obra começa com “Os dez mandamentos do homem casado”, que incluem “não usar o nome da mulher em vão” e visitar os pais no final de semana. Futebol? Só mesmo aos domingos e apenas se a esposa não quiser ver outra programação na TV. De forma irreverente, Danilo também fala sobre jantar fora, brigas, parcelas no cartão de crédito e ensina o caminho da felicidade.

Com 28 anos e formado em publicidade, Danilo descobriu o talento para o humor no Twitter, onde ele postava suas piadas. A partir daí, foi ganhando seu público até ser convidado por comediantes para fazer Stand Up Comedy.

O autor estará no Estande do Grupo Editorial Record para o lançamento do livro com sessão de autógrafos, dia 8 de setembro a partir das 11h.

Sobre o autor: Danilo Radke é publicitário e comediante. Em 2016 foi morar junto com a noiva e ter uma vida de casado. Já no primeiro mês resolveu criar a página no Facebook “Putz casei” para compartilhar o ponto de vista masculino.

“Peregrino” acompanha a jornada pessoal do Papa Francisco

image004.jpgFrancisco é o primeiro Papa latino-americano, um homem que veio “do fim do mundo”, com uma fé fervorosa e compromisso socioeconômico, com a promessa de olhar para os pobres, assim como denota a inspiração para o seu nome, São Francisco de Assis.

Em “Peregrino”, Mark Shriver reconstrói a jornada do Pontífice e ajuda o leitor a entender como um humilde sacerdote se tornou o líder máximo da Igreja Católica. O autor apresenta as várias facetas do desenvolvimento do Papa, como a sua infância, educação, educação espiritual e ideologias.

Filho de imigrantes italianos, Jorge Mario Bergoglio é o mais velho de cinco irmãos. A avó e também madrinha foi a responsável pela sua formação católica. Foi ela quem o ensinou a rezar e o levava para a igreja todos os domingos.  Além da paixão pela Teologia, quando jovem, Jorge também gostava da ciência.

Bergoglio chegou a trabalhar três anos em uma fábrica e, posteriormente, em um laboratório químico. De início, a mãe não aceitou sua ida para o seminário. Mas lá estava a avó novamente para apoiá-lo nesta vocação. Ele entrou para a Companhia de Jesus atraído não apenas pelo compromisso dos jesuítas com a obediência e disciplina, mas, principalmente, pelo trabalho missionário e a vivência em comunidade. Foi ordenado padre aos 32 anos e aos 61, arcebispo de Buenos Aires, cidade em que nasceu. Tornou-se cardeal pouco tempo depois, em 2001, aos 64 anos.

Nesta obra, Mark, que também vem de uma família católica, visita locais por onde Francisco passou. Na busca para conhecer a essência do Papa, o autor traça uma jornada da sua própria fé. “Peregrino” chega às livrarias pela BestSeller em junho.

Por que sonhei com isso?

BestSeller lança guia de sonhos da renomada analista Lauri Quinn Loewenberg

image005.pngTodos nós sonhamos cerca de cinco vezes por noite – quer lembremos disso ou não. Os sonhos funcionam como uma ponte entre a consciência e os níveis mais profundos da nossa mente, aqueles que não conseguimos alcançar quando estamos acordados. Por isso, as mensagens que trazem podem provocar importantes mudanças na vida real, nos oferecendo maneiras de solucionar problemas, transmitindo alertas e fornecendo ferramentas para superarmos situações complexas, ainda que em uma linguagem diferente.

Através do guia “Por que sonhei com isso?”, a especialista Lauri Quinn Loewenberg ensina o leitor a desvendar a linguagem dos sonhos e a se conectar melhor com seu subconsciente. A autora apresenta exemplos comuns, que podem ser enquadrados no cotidiano geral com facilidade, e ensina como melhorar sua vida ao compreender os sonhos como a chave para as perguntas importantes que estão dentro de cada um.

Ícone feminista e diva da música, Valesca lança livro que diverte, emociona, faz pensar e provoca

Cantora escreve com coragem sobre assuntos polêmicos, como os proibidões do início da carreira, as desavenças e desafios do mundo do funk e a liberdade sexual das mulheres. Também revela histórias de seu cotidiano e da relação com artistas, amigos e a sua família

Valesca Popuzuda lança livro durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo. (Foto: Divulgação)
Valesca Popozuda lança livro durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo. (Foto: Divulgação)

Imagina encontrar a Valesca num supermercado fazendo compras e sentar para tomar um longo café com ela, bater um papo sobre diversos assuntos, desde os cuidados com o filho adolescente até a relação carinhosa com os fãs, passando pelas histórias de bastidores dos seus shows e da indústria musical, o último modelo de sapato que ela comprou, a amizade com os artistas que admira. Ou ainda sobre temas tidos como mais sérios, como as humilhações que a mãe sofreu no trabalho de faxineira e dentro de casa, onde enfrentou violência doméstica; a sua defesa da comunidade LGBT, o seu posicionamento sobre educação sexual ou o papel da mulher na sociedade?

Sou dessas: pronta para o combate é mais ou menos como esse encontro hipotético com a diva, que começou a sua batalha profissional como frentista em um posto, depois atuou como dançarina de funk num grupo de mulheres até se tornar a cantora que mandou um “Beijinho no ombro” para a sociedade e agora está lançando um livro para compartilhar a sua visão sobre os assuntos que a movem e contar histórias, de forma leve e divertida, sobre a sua vida.

Com a coragem de quem gravou um clipe sentada ao lado de um tigre de verdade, Valesca não deixou de fora do livro nenhum assunto polêmico. Ela fala sobre aborto, liberdade sexual, os funks proibidões que cantava no início de carreira, as desavenças com as mulheres-fruta, a sua experiência num reality show da TV, as decepções com artistas que a ignoraram em bastidores de programas de TV e o preconceito que enfrentou para se estabelecer como cantora independente, sem gravadora, numa sociedade extremamente machista. Com a mesma elegância com a qual evita citar nomes de quem a destratou, ela conta que adora fazer caridade e ajudar mulheres e pessoas da comunidade LGBT que a procuram, mas não faz disso propaganda.

A Valesca do livro é aquela que adora fazer compras e achar promoções no supermercado, mas que não pode mais se dar a esse luxo (luxo, sim!) porque são muitos os fãs que pedem para tirar foto e conversar e ela não deixa de atender ninguém, sem exceção. É a filha que chora ao lembrar do dia em que uma patroa se recusou a fornecer duas marmitas, para ela e para a mãe, num dia de trabalho. É a mãe que liga para o ex-marido de madrugada quando o filho não chega em casa no horário combinado e pede socorro para encontrar o moleque. No livro, ela confessa que fuça o celular do filho e faz tudo o que pode para tentar saber se ele está fazendo alguma coisa errada. Quem nunca, não é?

Com seu estilo inconfundível, Valesca diverte, emociona, faz pensar e provoca. Quando fala, por exemplo, das letras de funk conhecidas como proibidões, ela conta que ajudou muita mulher a se libertar de maridos opressores ou a ver que elas podem sim gostar de sexo e exigir respeito. A diva manda recados para os meninos, ao condenar a cultura do estupro e as cantadas abusivas nas ruas, mas também alerta as garotas para o cuidado com a gravidez precoce e as doenças sexualmente transmissíveis. Nos trechos mais engraçados, conta casos como o dia em que foi ao show da sua musa Beyoncé e ficou na fila, junto com os fãs, até entrar e ser levada pela produção da americana para um local VIP do evento. Ou do dia em que passou três horas num supermercado sendo confundida com atriz de novela e ex-BBB.

“Sou dessas” é surpreendente para os leitores e leitoras que já são fãs e para aqueles que ainda não conhecem a história e os pensamentos de Valesca. Se você bater de frente, já sabe que é “tiro, porrada e bomba”. Mas, se quiser se divertir, saiba que ela é “dessas que gosta de zuar e, de vez em quando, gosta de aprontar” também.

Livro de Shonda Rhimes chega ao Brasil pela Editora BestSeller

“O ano em que disse sim” é um relato sobre o ano em que a autora de Grey’s Anatomy e Scandal se propôs a dizer “sim” para tudo o que mais a assustava

Editora BestSeller lança "O Ano Em Que Disse Sim". (Foto: Divulgação)
Editora BestSeller lança “O Ano Em Que Disse Sim”. (Foto: Divulgação)

Ela é mãe de três filhas, roteirista, produtora, diretora, vencedora do Globo de Ouro e (quase) nunca fala “sim”. Shonda Rhimes é o nome por trás de séries consagradas: Grey’s Anatomy, Private Practice, Scandal e How To Get Away With Murder são alguns exemplos. Influente em Hollywood, a fundadora de ShondaLand, importante produtora de televisão norte americana, é uma pessoa introvertida que prefere manter-se afastada dos holofotes. Shonda não esconde o quanto é focada no trabalho e admite que tem ataques de pânico antes de qualquer entrevista.

Foi preciso o alerta (sem o sincero) de sua irmã para que Shonda decidisse mudar de postura. Durante o Dia de Ação de Graças, Delorse foi taxativa ao afirmar “Você nunca diz ‘sim’ para nada”. Segundo Shonda, estas seis palavras “soaram como uma granada” e a motivaram a repensar suas atitudes, o que gerou o projeto que dá nome ao livro.

“O ano em que disse sim” é um relato bem humorado sobre como uma das maiores roteiristas de Hollywood se comprometeu a enfrentar os seus maiores medos e dizer “sim” durante um ano. O resultado é uma obra pessoal e inspiradora sobre aceitação.

Logo nas primeiras páginas a roteirista alerta que não quer ser julgada “Não. Você não vai embarcar neste livro para me julgar. Não é assim que vamos começar esta jornada.”. Entre as várias situações embaraçosas pelas quais Shonda passou durante o tempo do projeto, ela revela, por exemplo, os bastidores de sua primeira entrevista noJimmy Kimmel Live, seu colega de emissora.  O programa, que foi gravado e não “ao vivo”, para minimizar o desconforto da roteirista, foi um sucesso porque Shonda mal precisou falar. Nas palavras de Rhimes: “O que estou fazendo (no programa)? 1) Sorrindo. 2) Tentando com muito afinco não olhar diretamente para a câmera. 3) Rindo das piadas de Jimmy. 4) Segurando uma taça muito grande enquanto Scott Foley me serve vinho. 5) Olhando diretamente para a câmera, embora me tivessem dito para não fazê-lo MUITO. 6) Rindo mais um pouco das piadas de Jimmy.”.

Escrever este livro também estava na lista das “inquietudes” de Shonda, e foi por isso que persistiu na ideia de lançá-lo. Estar confortável demais foi o pontapé inicial do “ano do sim” e através de cada afirmativa, Rhimes se obrigou a explorar, empoderar, aplaudir, amar e reconhecer o seu verdadeiro eu.