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“O príncipe corvo”, primeiro livro da trilogia “Príncipe”, chega às livrarias pela Record

image005.jpgInglaterra, século XVII. Anna Wren é viúva e mora com a sua sogra em uma casa simples no interior do país. As finanças não vão bem desde a morte do seu marido e ela decide procurar um emprego, mesmo que isso cause estranheza na sociedade da época.

É assim que o seu caminho se cruza com o do conde Edward de Raff, dono de uma personalidade intimidadora, mas em busca de um secretário com urgência que possa transcrever alguns de seus documentos. Mesmo sendo contratada sem o conhecimento do seu novo patrão – afinal, uma mulher não era exatamente o que o conde esperava para a vaga – e insistindo em desafiá-lo diante de suas grosserias, Anna permanece com o emprego.

Quanto mais convivem, maior é a atração entre os dois, o que não seria nenhum problema se Edward já não fosse noivo de uma mulher em Londres e se ele não fosse um cliente assíduo de um famoso bordel da capital.  Mas se um homem pode “satisfazer os seus desejos”, uma mulher também pode saciar os dela. Sem saber que o conde era comprometido, Anna vai até o bordel usando uma máscara e decide tomar o desavisado conde como amante.

“O príncipe corvo”, livro de estreia de Elizabeth Hoyt, foi ganhador do Reviewer’s Choice Award de 2006, ano seguinte ao do lançamento da obra nos Estados Unidos, como o romance mais sensual da época. A publicação da trilogia pela Record foi um pedido dos fãs da autora, que nunca havia sido publicada no Brasil. Os demais livros, “O príncipe leopardo” e “O príncipe serpente”, têm previsão de lançamento ainda para 2017.

Eizabeth Hoyt é autora de mais de vinte romances. Começou a escrever depois que sua mãe sugeriu que deveria procurar um “emprego de verdade”.  Cinco anos depois lançou “O príncipe corvo” que se tornou um grande sucesso e a colocou como uma das autoras de romance mais queridas das americanas.  Atualmente mora em Minneapolis, Minnesota.

“Polícia”, novo livro de Jo Nesbø chega às livrarias pela Record

image005.jpgAo longo dos anos, o inspetor Harry Hole salvou a vida de muitas pessoas, ainda que com os seus métodos pouco ortodoxos. Mas, desta vez, algo terrível ronda a cidade de Oslo.

Há uma nova série de execuções e o assassino está focado em matar apenas policiais. Todas as vítimas tinham casos sem solução no currículo e foram mortas no mesmo local e na mesma data em que estes episódios aconteceram.  O serial-killer é esperto, consegue fugir sem deixar pistas, o que coloca a polícia de Oslo está sob pressão.

O atual chefe do departamento é Mikael Bellman, desafeto de Hole e policial de conduta questionável. O inspetor, por sua vez, está afastado do trabalho na polícia, mas precisará voltar e colocar em prática tudo o que sabe se quiser prender o assassino.

Jo Nesbø já vendeu mais de 33 milhões de exemplares no mundo. A primeira aventura do detetive Harry Hole começou há 20 anos. De lá para cá, o personagem ganhou fama e, em breve será adaptado para o cinema. Ainda este ano, “Boneco de neve”, um dos livros da série, chegará às telonas com o alemão Michael Fassbender, de “12 anos de escravidão”, no papel do protagonista. O filme terá direção de Tomas Alfredson, de “Deixe ela entrar”.

O autor vive em Oslo. É músico e economista, além de um dos escritores mais bem-sucedidos e aclamados na Europa atualmente. É autor de Garganta vermelha, A estrela do diabo e O redentor, entre outros títulos publicados pela Editora Record.

Record lança “Fica comigo”, de Tessa Bailey

image003.jpgRoxy largou a faculdade e se mudou para Nova York em busca de um emprego como atriz. Mas nem tudo saiu como imaginava. Os “nãos” nos testes de elenco só se multiplicaram e com o dinheiro cada vez mais escasso, ela acabou expulsa mais uma vez de um quarto alugado. Para tentar conseguir uma grana rápida, Roxy aceita trabalhar em uma empresa de telegramas cantados. A sua primeira mensagem é para Louis, um advogado rico e charmoso acostumado com relacionamentos de uma noite só.

Depois de passar a noite fora comemorando a vitória em seu último caso, Louis definitivamente não estava preparado para uma serenata enviada por uma amante que ele nem se lembra do nome. Tampouco estava preparado para Roxy com toda a sua sagacidade e voz sexy. Para azar do rapaz, Roxy não precisa de um homem rico e mimado em sua vida. Ela é determinada o suficiente para conseguir o que quer por seus próprios méritos e é dona do seu próprio destino. Mas há mais em Louis do que a sua aparência de tirar o fôlego. E ele está determinado a fazer Roxy perceber isso, mesmo que seja necessário andar por toda Nova York para conquistá-la.

Sensual e bem humorado, “Fica comigo” é o primeiro livro de Tessa pela Record. O título chega às livrarias em junho.

Tessa Bailey é autora best-seller do New York Times e USA Today, mora no Brooklin com o marido e a filha.

Record lança “O Diabo ataca em Wimbledon”, livro da mesma autora de “O Diabo veste Prada”

image004.jpgAos 24 anos, Charlie é uma tenista profissional prestes a estrear na quadra Central de Wimbledon, o lugar de maior prestígio para um jogador de tênis.  Tudo parecia correr bem – até o príncipe Harry e o David Beckham estavam assistindo – e Charlie estava confiante de que conseguiria ganhar de uma competidora algumas colocações abaixo da sua. Porém, seu tênis estava fora dos padrões exigidos pela Liga, o que a obriga a usar outro modelo e não o do seu patrocinador. É aí que as coisas começam a desandar. Com um calçado duro e mais pesado, Charlotte se desconcentra da partida, mas consegue reverter um set quase perdido. Tamanho esforço deixa o seu pé todo machucado e com câimbras. Ela só precisava de mais um ponto para fechar o jogo, mas em vez disto, acaba rompendo o ligamento do tendão de Aquiles e fraturando o pulso.

Para uma atleta de ponta como Charlotte, uma fratura tão séria pode fazer com que ela não volte a jogar como antes. Quando sua técnica sugere a aposentadoria, a tenista decide que é hora de reunir todas as suas forças e mostrar que é possível, sim, superar. E mais: Charlie quer mostrar que consegue chegar ao topo do ranking.  Visando a meta, ela contrata ninguém menos que Todd Feltner, um excelente treinador de tênis que fez sucesso com atletas como Rafael Nadal, mas que também é conhecido por ser extremamente grosseiro.

Sob a nova coordenação impiedosa de Todd, Charlie, a menina boa, fica no passado. Seu novo treinador só quer saber de Charlie, a “Princesa Guerreira”. Afinal de contas, ninguém chega ao topo sendo bonzinho. De Wimbledon ao Caribe, do US Open ao Mediterrâneo, “O diabo ataca em Wimbledon” é uma obra perversamente divertida que passeia por um mundo onde as apostas são altas — e as regras do jogo nem sempre são respeitadas.

Lauren Weisberger é best-seller do New York Times e seus livros já venderam mais de 13 milhões de exemplares no mundo.  “O diabo ataca em Wimbledon” chega às livrarias em julho pela Record.

Lauren Weisberger nasceu na Pensilvânia e se formou na universidade de Cornell. Já trabalhou como assistente na revista Vogue. Hoje, Lauren mora em Connecticut com o marido e dois filhos.

Record lança livro de textos inéditos de Umberto Eco publicados em jornal italiano

Autor escreve sobre política, filosofia, literatura, feminismo, racismo, internet, entre outros, e identifica em suas crônicas temas da “sociedade líquida” definida por Bauman

image005.jpgQuando criou sua coluna no L’Espresso, em 1985, Umberto Eco se inspirou nas caixinhas de fósforos Minerva, que, segundo ele, ofereciam dois espaços em branco, nos quais era possível tomar notas. “Era assim que eu via aquelas intervenções: breves anotações e divagações sobre os mais variados temas que me passavam pela cabeça – em geral inspirados na atualidade, mas não somente, pois podia incluir em atualidades o fato de ter sido tomado, numa bela noite, pelo súbito desejo de reler, sei lá, uma página de Heródoto, uma fábula de Grimm ou uma revistinha do Popeye”, escreve Eco, na introdução de Pape Satàn Aleppe, seu último livro inédito, que inclui as crônicas de sua coluna “La Bustina di Minerva” publicadas no jornal italiano de 2000 a 2015. O autor de “O nome da rosa” morreu em fevereiro de 2016.

Segundo Eco, os textos reunidos neste livro são reflexões sobre os fenômenos do que o filósofo Zigmunt Bauman definiu como “sociedade líquida”, afetada pela crise do Estado como instituição que garantia aos indivíduos proteção e possibilidade de resolver, de modo coletivo e homogêneo, os problemas do nosso tempo. Para Bauman, sobre quem Eco abre a série de artigos do livro, a sociedade líquida é afetada por crises ideológicas e dos partidos e é profundamente fincada em valores individuais e voláteis. É sobre isso e muitos outros assuntos que Eco escreve e articula nesses pequenos ensaios, ou “bustinas”, como carinhosamente a eles se refere.

Com um texto extremamente refinado, cheio de humor e um certo deboche, Umberto Eco escreve sobre livros, internet, tecnologia, racismo, política, imprensa, educação, religião, filosofia, individualismo, privacidade, entre outros. Numa crônica sobre o twitter, de 2013, antecipa o que tanto discutimos hoje sobre os boatos de internet, cunhados como pós-verdade, que foi eleita a palavra-conceito do ano em 2016, pelo Dicionário Oxford. “A irrelevância das opiniões expressas no Twitter é que todos falam, e entre estes todos há quem acredite nas aparições de Nossa Senhora de Medjugorje, quem frequente cartomantes, quem ache que o 11 de Setembro foi arquitetado pelos judeus, quem acredite em Dan Brown. Sempre me fascinaram as mensagens do Twitter que aparecem embaixo durante as entrevistas do talk-show de Telese e Porro. Falam de tudo e mais alguma coisa, um contradiz o outro e todos juntos não dão uma ideia do que pensam as pessoas, mas apenas do que pensam certos pensadores desarvorados.”

Numa “Bustina” de 2001, ele defende o fenômeno Harry Potter e sua autora, J.K.Rowling, contra os que diziam que as histórias do bruxinho continham ideias diabólicas. “Se o clima é este, creio que devo entrar em campo a favor de Harry Potter. As histórias são, é claro, histórias de magos e feiticeiros e é óbvio que teriam sucesso, pois as crianças sempre gostaram de fadas, anões, dragões e bruxos e ninguém nunca pensou que Branca de Neve fosse criação de um complô de Satanás, e se tiveram e ainda têm sucesso é porque sua autora (não sei se por cultíssimo cálculo ou prodigioso instinto) soube colocar em cena situações narrativas verdadeiramente arquetípicas.” Para Eco, as histórias passadas em Hogwarts e o sofrimento de Potter trazem elementos de contos como O Patinho Feio e Cinderela, clássicos como “Oliver Twist” e “Os meninos da rua Paulo” e até personagens como Mary Poppins e Peter Pan.

Em 2013, já antenado com a força do movimento feminista, escreve uma coluna sobre como as mulheres filósofas foram apagadas da história e preconceitos como os que às mulheres cabiam a poesia e não a matemática foram difundidos ao longo do tempo. Citando um livro francês, ele enumera, no texto, o nome de várias filósofas, lembrando que uma delas, Hipátia de Alexandria, foi escolhida como heroína pelo movimento feminista, mas pouco restou de sua obra. “Folheei pelo menos três enciclopédias filosóficas hodiernas e não encontrei nenhum traço destes nomes (exceto Hipátia). Não é que não existissem mulheres que filosofassem. É que os filósofos preferiram esquecê-las, talvez depois de terem se apropriado de suas ideias.”

Cético com relação à internet (“as redes sociais deram voz aos imbecis”, disse numa de suas últimas entrevistas) e crítico da grande mídia (seu último romance, “Número zero”, girava em torno de um jornal planejado para intimidar adversários de seu dono, com jornalistas medíocres e uma edição que nunca seria publicada), Eco também desconfiava das grandes invenções do século em que viveu, o XX. Listando tudo de relevante que foi inventado no XIX, ele debocha da atualidade. “Claro, nosso século nos deu a eletrônica, a penicilina e tantos outros fármacos que alongaram nossa vida, as matérias plásticas, a fusão nuclear, a televisão e a navegação espacial. Talvez alguma coisa tenha me escapado, mas também é verdade que hoje as canetas-tinteiro e os relógios mais caros tentam reproduzir os modelos clássicos de cem anos atrás, e numa velha Bustina observei que o último aperfeiçoamento no campo das comunicações — que seria a internet — veio superar a telegrafia sem fios inventada por Marconi com uma telegrafia com fios, ou seja, marca o retorno (para trás) do rádio para o telefone. No que diz respeito a pelo menos duas invenções típicas do nosso século, as matérias plásticas e a fusão nuclear, todos estão tentando desinventá-las, pois perceberam que prejudicam o planeta. O progresso não consiste necessariamente em ir sempre adiante a qualquer custo.”image005.jpgimage005.jpg

Bem ao estilo de toda reunião de crônicas, estas trazem assuntos tão diversos que o autor, reconhecendo a miscelânea, própria de nossos tempos líquidos, decidiu nomeá-las de Pape Satàn Aleppe, uma citação da “Divina Comédia”, de Dante. Ele explica: “A citação é evidentemente dantesca (“Pape Satàn, pape Satàn aleppe, Inferno, VII, 1), mas como se sabe, embora uma profusão de comentaristas tenha tentado encontrar um sentido para o verso, a maior parte deles concluiu que não tem nenhum significado preciso. Em todo caso, pronunciadas por Pluto, estas palavras confundem as ideias e podem se prestar a qualquer diabrura. Achei, portanto, oportuno usá-las como título desta  coletânea que, menos por culpa minha do que por culpa dos tempos, é desconexa, vai do galo ao asno — como diriam os franceses — e reflete a natureza líquida destes quinze anos.”

Record lança novo romance do autor de “Amor em minúscula”

Em “Wabi-sabi”, Francesc Miralles narra jornada de autoconhecimento pelo Japão, enquanto revisita personagens de seu livro mais famoso

image005 (2).jpgEm “Wabi-sabi”, que chega às livrarias pela Record no fim de maio, o autor espanhol Francesc Miralles narra a história de Samuel, um homem com sérias dificuldades de desfrutar dos prazeres da vida.  Sua juventude não foi das mais entusiasmadas até que ele conheceu Gabriela, a mulher que mudou seu mundo. Mas, juntos há oito anos, eles começam a notar o amor esfriando. E, quando Gabriela liga diretamente de uma viagem de trabalho a Paris dizendo que não vai voltar, Samuel fica devastado.

Na mesma semana, no entanto, algo estranho acontece: ele recebe, em dias diferentes, dois cartões postais enviados de Quioto, no Japão. Sem remetente ou endereço, as correspondências contêm apenas os dizeres “wabi-sabi”. Com a ajuda do vizinho Titus, um escritor especializado em livros de autoajuda, Samuel começa a se interessar pela expressão japonesa. “Wabi-sabi”, ele descobre, se refere à beleza do que é imperfeito, temporal e incompleto.

Disposto a descobrir mais sobre os dizeres, encontrar o remetente misterioso e a dar uma repensada em sua vida, Samuel compra uma passagem para o Japão e embarca numa viagem que se transforma numa verdadeira jornada de autoconhecimento. Lá, ele encontra respostas para perguntas que nem sabia que tinha e muda seu jeito de encarar a vida.

Em “Wabi-sabi”, Francesc mergulha nas paisagens e no cotidiano de Quioto, revelando uma cidade inusitada e interessante. Neste livro, o autor retoma a história dos personagens apresentados anteriormente em “Amor em minúscula”, best-seller que foi traduzido em 20 idiomas, e também lançado no Brasil pela Record. O romance, no entanto, pode ser lido de forma independente.

Francesc Miralles mora em Barcelona e é formado em filologia alemã, como seu protagonista. Além de escrever artigos sobre psicologia e espiritualidade, publicou vários livros infantojuvenis. É autor ainda de “Queria que você estivesse aqui” e “O melhor lugar do mundo é aqui”, este último em parceria com a escritora Care Santos. Ambos foram lançados pela Record.

Jeffery Deaver traz de volta o detetive Lincoln Rhyme em ‘Centelha mortal’

Personagem que ficou conhecido em “O colecionador de ossos”, o protagonista foi vivido por Denzel Washington no cinema

image004.jpgEm seu novo livro, Jeffery Deaver traz novamente o detetive Lincoln Rhyme – que o autor trouxe à vida em “O colecionador de ossos” – em mais um caso complicado de resolver. Em “Centelha mortal”, o criminoso da vez usa a rede elétrica para atingir suas vítimas. Quando um de seus ataques quase destrói um ônibus, Lincoln Rhyme é chamado para investigar o que as autoridades identificam que seja um perigoso terrorista. Rhyme é tetraplégico e, portanto, escala a detetive Amelia Sachs e o oficial Ron Pulaski para ajudarem-no no dia a dia da análise do crime.

Mas, além de tentar desvendar o caso do terrorista da rede elétrica, Rhyme está acumulando funções: o protagonista vem atuando como consultor numa investigação no México. Tanto trabalho acaba afetando sua saúde, e sua decisão de continuar, tentando superar seus limites físicos, coloca ele e sua equipe em grave perigo.

O detetive Lincoln Rhyme já teve suas habilidades exibidas em tela grande: “O colecionador de ossos” foi adaptado para o cinema com Denzel Washington e Angelina Jolie como protagonistas. Sucesso no Brasil e no mundo, o livro vendeu cerca de 50 mil exemplares por aqui.

Record lança décimo volume da série “Crônicas saxônicas”, de Bernard Cornw

image005.jpgAventura histórica em que Bernard Cornwell narra a história da criação da Inglaterra como hoje a conhecemos, a série “Crônicas Saxônicas” é sucesso de público e crítica. A trama reconstrói a saga do monarca Alfredo, o Grande, e de seus descendentes, pelos olhos do protagonista Uthred, que começa a história como um órfão de 9 anos e torna-se um dos maiores guerreiros de sua época. No Brasil, os livros da franquia já venderam mais de 300 mil exemplares. O décimo volume, “O portador do fogo”, chega às livrarias pela Record em maio.

Neste momento da trama, a Britânia parecer ter encontrado um momento de paz. Sigtryggr, senhor da Nortúmbria, e Æthelflaed, senhora da Mércia, decretaram uma trégua, com o apoio de Uhtred, maior guerreiro da época. Uhtred vê aí a chance de recuperar suas terras, tomadas por seu tio e hoje controladas por seu primo. Mas os inimigos que fez ao longo de anos em guerra não vão deixar que isso aconteça facilmente. O temível Constantin da Escócia resolve aproveitar o clima de paz para avançar sobre terras da Nortúmbria.

Bernard Cornwell é um dos maiores autores contemporâneos e já vendeu mais de 30 milhões de livros no mundo inteiro. No Brasil, sua obra vendeu mais de 1 milhão de exemplares. Principal saga do autor, “Crônicas saxônicas” foi adaptada para a TV: a série “O último reino”, produzida pela BBC, é exibida no Brasil pelo History Channel. A segunda temporada estreia aqui no dia 8 de maio.

“Um dia de cada vez” é o novo romance de Danielle Steel pela Record

image003.jpgAos 28 anos, Coco mora em uma pequena casa em Bolinas, pacata cidade litorânea da Califórnia.  Ela é a ovelha negra da família Barrington. Trocou a faculdade de Direito para morar com um australiano. Após a morte repentina do namorado, leva a vida como passeadora de cães.

Ela é filha de um famoso agente e de uma renomada autora best-seller. Seu pai, Buzz, era o executivo mais conceituado de Los Angeles, até o dia de sua morte. Já Florence, sua mãe, escreve romances há mais de trinta anos e é aclamada pelos fãs. Jane, a primogênita, é produtora de Hollywood e já foi indicada ao Oscar. Coco cresceu no mundo da fama, rodeada de celebridades. Por isso, sempre preferiu uma vida simples e descomplicada, bem longe dos holofotes. Até surgir Leslie.

Enquanto tomava conta da mansão da irmã, que precisou viajar às pressas para Nova York, Coco conhece Leslie, um famoso ator de Hollywood que se hospeda por uns tempos na casa de Jane para fugir de uma ex-namorada instável.  O mundo dos dois não poderia ser mais diferente, porém a atração entre eles é imediata. Agora Coco precisará aprender a lidar com o assédio da mídia e a desconfiança da família se quiser seguir em frente com Leslie.

Considerada a dama do romance, Danielle Steel é dona de um estilo inconfundível. Seus livros já venderam mais de 650 milhões de exemplares em todo o mundo e foram publicados em 69 países. “Um dia de cada vez” chega às livrarias em maio.

Danielle Steel é amada por legiões de leitores. Seus livros já foram traduzidos para 43 idiomas. No Brasil, já vendeu mais de dois milhões de exemplares. Seus vários best-sellers incluem: Bangalô 2, Hotel Bevery Hills, O segredo de uma promessa, O anel de noivado, Final de verão, Vale a pena viver, Cinco dias em Paris, entre outros.

Record lança best-seller “O casal que mora ao lado”, thriller sobre bebê que desaparece

O livro da escritora Shari Lapena já teve seus direitos vendidos para 24 países

image004.jpgNo dia do aniversário de Graham, ele e sua esposa Cynthia convidam os vizinhos para jantar. Os quatro são amigos e moram em casas geminadas, coladas parede com parede. Marco acha que será bom para Anne, que está sofrendo de depressão pós-parto depois do nascimento da filha, Cora. Quando a babá desmarca com o casal em cima da hora, eles decidem deixar a bebê de seis meses em casa e ir ao jantar. Levam a babá eletrônica e se revezam para, de meia em meia hora, dar uma olhada na menina. Mas, quando voltam do jantar, a criança não está lá.

Em “O casal que mora ao lado”, a autora Shari Lapena retrata com precisão a angústia dos pais enquanto desenrola uma teia de acontecimentos e reviravoltas até o impactante desfecho. A narrativa, sempre no tempo presente, contribui para criar o sentimento de urgência e desespero que envolve o desaparecimento de um filho.

Marco e Anne chamam a polícia, e logo o time comandado pelo investigador Rasbach se instala na casa. Ao não encontrar nenhuma evidência de que alguém tenha entrado no local, o detetive passa a, cada vez mais, desconfiar dos próprios pais da criança. Junta-se a esta equação os pais milionários de Anne – cujo dinheiro seria motivo para um possível sequestro – e a relação, na verdade um tanto conturbada, com os vizinhos.

 “O casal que mora ao lado” ficou sete semanas na lista de mais vendidos no Reino Unido e também entrou na lista do New York Times. Os direitos de publicação já foram adquiridos por 24 países.