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Cartas e trechos de diário do nazista Heinrich Himmler e de sua mulher Margarete Siegroth são publicados em livro

Obra é organizada por historiador e sobrinha-neta do oficial da SS a partir de acervo encontrado anos depois do fim da Segunda Guerra. Documentos foram usados também em documentário sobre Himmler

image005.jpgMargarete Siegroth, esposa do comandante da SS Heinrich Himmler, escreveu em 1940: “Fui, portanto, a Poznań, Łódz´ e Varsóvia. Esse bando de judeus, os polacos, em sua maioria não tem qualquer semelhança com seres humanos, e, além do mais, essa indescritível imundície. Pôr ordem em tudo isso é uma tarefa hercúlea”. A correspondência dela com o marido e as cartas dele, que foram encontradas junto com documentos pessoais do nazista em Tel Aviv, Israel, muitos anos depois do fim da Segunda Guerra, estão agora reunidas neste “Heinrich Himmler – Cartas de um assassino em massa”, que chega às livrarias em setembro, pela Record.

O livro é organizado e comentado pelo historiador Michael Wildt e por Katrin Himmler, sobrinha-neta do oficial que, à frente da polícia alemã, foi responsável pelo terror, a perseguição e o extermínio dos judeus da Europa. Os textos da obra reproduzem cartas de Himmler e de Margarete, excertos de diários do casal e de Gudrun, sua filha, além de cartões-postais. A correspondência entre os dois constitui um mergulho inédito na vida privada de uma das figuras mais importantes do Terceiro Reich. “Foi tudo muito agradável. O Führer veio. (…) Foi maravilhoso sentar à mesa com ele para variar, em pequeno grupo. A saúde de Heini não anda muito bem. Ele tem uma carga de trabalho monstruosa (…) Também mandei costurar vestidos para mim. A política é agitada. O Führer na montanha”, escreve Margarete, em agosto de 1941.

Heinrich Himmler e Margarete Siegroth se conheceram em 1927, tendo em comum o antissemitismo e o sonho de viver no campo. Tiveram uma filha, Gudrun, dois anos depois. Ao tratar da vida cotidiana de uma família aparentemente comum – o pai que trabalha fora, a mãe que cuida da casa, a filha com dificuldades no colégio –, esses escritos exibem o ferrenho racismo e antissemitismo dos nazistas, os privilégios que tinham durante a guerra e a terrível crença de que a Solução Final não era nada além da coisa correta a se fazer. Um importante registro histórico da brutalidade do regime nazista escondida por trás da fachada pequeno-burguesa.

Parte deste acervo da família Himmler foi utilizada no documentário “Um homem decente”, da cineasta israelense Vanessa Lapa, exibido no Festival de Berlim de 2014.

SOBRE OS ORGANIZADORES:

Michael Wildt é professor de história alemã do século XX na Universidade Humboldt, Berlim. Especialista em Nazismo internacionalmente reconhecido, publicou numerosos estudos e trabalhos de referência sobre o tema.

Katrin Himmler, sobrinha-neta de HenrichHimmler, é escritora e politóloga. Publicou Les Frère sHimmler, histoire d’une famille allemande [Os Irmãos Himmler, história de uma família alemã] em 2012.

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Thriller sobre embate entre humanos e robôs que vai virar filme de Steven Spielberg chega às livrarias pela Record

image005.jpgAlém de autor best-seller do New York Times, Daniel H. Wilson é PhD em robótica. Não é à toa, portanto, que a trama de “Robopocalipse”, que chega às livrarias pela Record em setembro, cause angústia real e forneça detalhes interessantíssimos no que diz respeito a inteligência artificial. Não é por acaso também que Steven Spielberg já comprou os direitos da obra e está produzindo a adaptação para o cinema.

Num futuro próximo, onde robôs e máquinas são usados com parte vital do cotidiano, fazendo de trabalhos domésticos a missões militares, o problema começa quando cientistas criam um projeto chamado Archos, um dispositivo de inteligência artificial que se torna consciente.

Após segundos de análises de dados, Archos conclui que a humanidade é descartável. A partir daí, começa a tomar conta de toda forma de tecnologia on-line do mundo. Primeiro, pequenos bugs em equipamentos e programas são percebidos, sem que ninguém note nenhuma conexão entre os acontecimentos. Depois, Archos promove um ataque completo, infectando com um vírus todo tipo de dispositivo: robôs domésticos começam a atacar os humanos, carros saem do controle, aviões se chocam.  Muitos humanos morrem, e os que permanecem vivos são levados para campos de trabalho.

Mas parte da humanidade consegue seguir livre e, para combater a ameaça, vai ter que fazer algo que parece inimaginável no mundo contemporâneo: unir-se em torno de um objetivo comum. A trama é narrada em flashback, por meio de anotações, documentos e lembranças, por um dos sobreviventes do que ficou conhecido como a Nova Guerra.

Daniel H. Wilson é PhD em robótica pela Carnegie Mellon University, além de ser mestre em inteligência artificial e robótica. É autor de livros de não ficção, entre eles “How to survive a robot uprising”. Wilson mora em Portland, Oregon. Mais informações em danielhwilson.com.

Record lança edição especial de “O martelo das feiticeiras”

image005.jpgUm clássico editado por muitos anos pelo selo Rosa dos Tempos, criado por Rose Marie Muraro, Ruth Escobar e Laura Civita, e depois incorporado ao Grupo Editorial Record, “O martelo das feiticeiras” volta às livrarias em edição capa dura e novo projeto gráfico. Pela primeira vez, sairá pela editora Record. A nova edição mantém a importante introdução de Rose Marie, que contextualiza a condição feminina no mundo, os mitos de criação, a origem das sociedades patriarcais e, principalmente, os motivos da perseguição às mulheres no período da Inquisição.

Escrito pelos inquisidores Heinrich Kramer e James Sprenger, o livro é um manual feito a partir da bula do papa Inocêncio VIII, documento que propõe o fim de “toda a depravação herética” e o livramento dos “demônios”, “encantamentos” e “feitiçarias” dos infiéis. Essa espécie de guia autorizava a perseguição, a tortura e a morte perpetrada contra as mulheres, que, por possuírem saberes de cura do corpo e da alma, passaram a ser consideradas bruxas.  Como tal, deveriam morrer.

O livro é dividido em três partes: na primeira, explica como reconhecer os demônios e como se manifestam na bruxaria; a segunda classifica os malefícios e mostra como lidar com eles; a terceira ensina como julgar e cumprir as sentenças dos hereges.

Mas por que as mulheres se tornaram a maior ameaça à sociedade patriarcal e às principais estruturas de poder a partir do final do século XIII?

“Desde a mais remota antiguidade, as mulheres eram as curadoras populares, as parteiras, enfim, detinham saber próprio, que lhes era transmitido de geração em geração. Em muitas tribos primitivas eram elas as xamãs. Na Idade Média, seu saber se intensifica e aprofunda. As mulheres camponesas pobres não tinham como cuidar da saúde, a não ser com outras mulheres, tão camponesas e tão pobres quanto elas. Elas (as curadoras) eram as cultivadoras ancestrais das ervas que devolviam a saúde, e eram também as melhores anatomistas do seu tempo. Eram as parteiras que viajavam de casa em casa, de aldeia em aldeia, e as médicas populares para todas as doenças. Mais tarde elas vieram a representar uma ameaça. Em primeiro lugar, ao poder médico, que vinha tomando corpo através das universidades no interior do sistema feudal. Em segundo, porque formavam organizações pontuais (comunidades) que, ao se juntarem, estruturavam vastas confrarias, as quais trocavam entre si os segredos da cura do corpo e, muitas vezes, da alma. Mais tarde, ainda, essas mulheres vieram participar das revoltas camponesas que precederam a centralização dos feudos, os quais, posteriormente, dariam origem às futuras nações”, escreve Rose Marie Muraro na introdução do livro.

Record lança “Polícia federal: A lei é para todos”, livro sobre os bastidores da Operação Lava Jato que inspirou filme homônimo

image004.jpgHá mais de três anos em vigor no Brasil, a Operação Lava Jato é protagonista diária do noticiário político nacional. Não é à toa: trata-se da maior investigação de lavagem de dinheiro e corrupção já feita no país. Já foram realizadas mais de 40 fases, mais de cem suspeitos foram presos e outros tantos foram levados a depor. Em pauta, inúmeras acusações de desvios bilionários de recursos públicos, envolvendo empresários e políticos de todos os partidos, em todos os níveis de governo.

A atuação do Ministério Público e do Judiciário é bastante conhecida do público brasileiro, que já identifica os rostos de juízes e procuradores que atuam no processo. Mas em “Polícia federal: A lei é para todos”, Carlos Graieb e Ana Maria Santos narram os bastidores da investigação sob a perspectiva da equipe de policiais responsável pela força-tarefa.  Amparado em muita pesquisa, numa ampla rede de informantes e em diversas entrevistas, o livro levanta episódios inéditos, saborosos, que valorizam estes profissionais fundamentais para o sucesso da operação.

Com uma narrativa eletrizante, eles não apenas revelam detalhes da apuração dos crimes, mas também as pressões e os conflitos do trabalho dos agentes. “Dos desafios logísticos que antecedem a deflagração de uma fase aos desafios técnicos ligados à decifração das provas, todas as engrenagens de uma grande operação da Polícia Federal podem ser vistas em funcionamento nesta investigação histórica”, ressaltam os autores na apresentação do livro. “O que realmente nos surpreendeu foram os detalhes da investigação propriamente dita. A quantidade de documentos apreendidos em cada uma das fases que havia sido deflagrada era simplesmente inacreditável. (…) No meio do caminho, engenheiros tiveram que desenvolver novas ferramentas, especialmente destinadas à análise de dispositivos eletrônicos”, conta a dupla, em entrevista ao Blog da Record.

A trama ganha versão para as telas em 7 de setembro, quando “Polícia federal: A lei é para todos” chega aos cinemas de todo o país. O filme é dirigido por Marcelo Antunez  e conta com um elenco que inclui nomes como Antonio Calloni, Marcelo Serrado, Flávia Alessandra e Ary Fontoura.  E segundo os autores, o projeto continua: continuações tanto do livro quanto do filme estão previstas, e a dupla já trabalha na sequência.

Sofi Oksanen surpreende ao escrever romance com tons fantásticos

Autora de “As vacas de Stálin”, “Expurgo” e “Quando as pombas desapareceram”, finlandesa mantém neste novo a crítica social de livros anteriores

image004.jpgApós o suposto suicídio de sua mãe, Norma Ross se vê sozinha no mundo. As duas foram companheiras por toda a vida, unidas pelo laço de sangue e por um grande segredo. Há uma magia em Norma — ao mesmo tempo uma dádiva e uma maldição: seus cabelos crescem muito mais rápido que o normal, sensíveis à menor mudança de humor. Por isso, Norma e sua mãe, Anita, fizeram de tudo para proteger esse segredo de um mundo que a trataria como uma aberração, um caso a ser estudado. No entanto, agora, após a morte de Anita, Norma encontra fotos e vídeos no apartamento da mãe que revelam que ela sabia muito mais sobre seu problema do que dizia.

Para encontrar as respostas sobre a morte de Anita, Norma passa a trabalhar no salão de cabeleireiro onde a mãe trabalhava. Mas, assim como Norma tem seus motivos para querer esse emprego, Lambert, o dono do salão e chefe de uma família ligada ao crime organizado, tem suas razões para querer manter a jovem sob vigilância constante. Presa numa rede de mentiras e paranoia, Norma precisa lutar por sua liberdade — e para encontrar a verdade.

Norma é um drama familiar sombrio com tons fantásticos. Sofi Oksanen tece uma história fascinante enquanto, de forma elegante, une passado e presente, introduzindo personagens e um mundo instigantes.

 SOBRE A AUTORA

Sofi Oksanen nasceu em 1977 na cidade de Jyväskylä, na Finlândia. Com seu romance de estreia, As vacas de Stalin, foi lançada à elite de escritores europeus, tornando-se uma das vozes mais poderosas da literatura contemporânea. O livro Expurgo fez de Oksanen um fenômeno de vendas nos países escandinavos e se tornou o primeiro romance a ganhar os dois prêmios mais prestigiados da Finlândia — o Prêmio Finlândia (2008) e o Prêmio Runeberg (2009). Em 2010, ganhou o Prêmio Literário do Conselho Nórdico e Le Prix du Roman FNAC, prêmio francês que pela primeira vez contemplou um autor estrangeiro. E, em 2013, recebeu o Prêmio Nórdico da Academia Sueca pelo conjunto de sua obra.

 

Record lança thriller “A torre do terror”, da mesma autora de “Prisioneiros do inferno”

image005.jpgAs irmãs Piper e Margot e a amiga Amy Slater tiveram uma infância peculiar. Elas costumavam brincar no Hotel da Torre, um imponente espaço de 28 quartos administrado pela família de Amy, e que era a grande atração da pequena cidade de Londres, em Vermont. Um dia, no entanto,  as brincadeiras acabaram desenterrando algo sinistro do passado da família Slater. E as três nunca mais se viram.

Anos depois, as duas irmãs recebem uma notícia perturbadora: Amy e toda a sua família estão mortos. E, aparentemente, a própria Amy foi a responsável pelos assassinatos. Antes de morrer, no entanto, ela deixou uma mensagem: “29 quartos”. E Piper e Margot sabem exatamente que o recado era para elas.

Alternando suas narrativas entre 2013, 1989 e o período entre 1955 e 1961, Jennifer McMahon vai, em “A torre do terror”, aos poucos desvendando o mistério do verão em que as três meninas encontraram as cartas escritas por Sylvie Slater, tia de Amy, desaparecida na adolescência. O livro foi finalista na categoria Terror no prêmio Goodreads de 2016.

Jennifer McMahon é autora best-seller do New York Times de sete livros de suspense, incluindo Prisioneiros do Inverno, publicado pela Record, além de “The one I left behind” e “Island of lost girls”, entre outros. Mora em Vermont com a família.

Adaptado para a TV pela HBO, “O mago das mentiras” relata a maior fraude financeira da história

Livro conta a história de Bernard Madoff  e o golpe que levou investidores a perderem mais de 50 bilhões de dólares. Adaptação concorre ao Emmy na categoria telefilme

image001.jpgSeu rosto esteve estampado em inúmeros jornais pelo mundo como protagonista de charges políticas, sendo considerado a personificação de uma era egoísta e vergonhosa. Bernard Madoff foi responsável por um esquema financeiro que durou décadas, estendeu-se por todo o globo e atraiu milhares de pessoas e empresas que acabaram completamente arruinadas.

Finalista do prêmio Pulitzer pela cobertura da crise financeira de 2008, a jornalista do New York Times Diana B. Henriques resgata a história de Madoff e de seu golpe bilionário no livro “O mago das mentiras”, que foi adaptado para a TV pela HBO e está concorrendo ao Emmy na categoria telefilme. O longa traz no elenco Robert de Niro e Michelle Pfeiffer. De Niro, que  faz o protagonista, também está na disputa pelo prêmio  de melhor ator.

Descoberto no auge da crise, o esquema de Madoff consistia em pagar lucros aos investidores com dinheiro que não existia. Em um modelo de pirâmide financeira, o lucro que recebiam, na verdade, era dinheiro de outros investidores.  Apesar de ter sido desmascarado apenas quando a crise econômica de 2008 nos Estados Unidos estourou, o empresário conta no livro que já sabia há muito tempo que não teria como solucionar o problema: “Em 1998, percebi que jamais sairia dessa. Foi quando reconheci o fato de que, em algum momento, o machado cairia sobre mim.”

“O mago das mentiras” detalha ainda as batalhas políticas, os desastres pessoais que resultaram em suicídios, inclusive de um dos filhos de Madoff, os fracassos comerciais e o fechamento de várias instituições de caridade.

“O príncipe corvo”, primeiro livro da trilogia “Príncipe”, chega às livrarias pela Record

image005.jpgInglaterra, século XVII. Anna Wren é viúva e mora com a sua sogra em uma casa simples no interior do país. As finanças não vão bem desde a morte do seu marido e ela decide procurar um emprego, mesmo que isso cause estranheza na sociedade da época.

É assim que o seu caminho se cruza com o do conde Edward de Raff, dono de uma personalidade intimidadora, mas em busca de um secretário com urgência que possa transcrever alguns de seus documentos. Mesmo sendo contratada sem o conhecimento do seu novo patrão – afinal, uma mulher não era exatamente o que o conde esperava para a vaga – e insistindo em desafiá-lo diante de suas grosserias, Anna permanece com o emprego.

Quanto mais convivem, maior é a atração entre os dois, o que não seria nenhum problema se Edward já não fosse noivo de uma mulher em Londres e se ele não fosse um cliente assíduo de um famoso bordel da capital.  Mas se um homem pode “satisfazer os seus desejos”, uma mulher também pode saciar os dela. Sem saber que o conde era comprometido, Anna vai até o bordel usando uma máscara e decide tomar o desavisado conde como amante.

“O príncipe corvo”, livro de estreia de Elizabeth Hoyt, foi ganhador do Reviewer’s Choice Award de 2006, ano seguinte ao do lançamento da obra nos Estados Unidos, como o romance mais sensual da época. A publicação da trilogia pela Record foi um pedido dos fãs da autora, que nunca havia sido publicada no Brasil. Os demais livros, “O príncipe leopardo” e “O príncipe serpente”, têm previsão de lançamento ainda para 2017.

Eizabeth Hoyt é autora de mais de vinte romances. Começou a escrever depois que sua mãe sugeriu que deveria procurar um “emprego de verdade”.  Cinco anos depois lançou “O príncipe corvo” que se tornou um grande sucesso e a colocou como uma das autoras de romance mais queridas das americanas.  Atualmente mora em Minneapolis, Minnesota.

“Polícia”, novo livro de Jo Nesbø chega às livrarias pela Record

image005.jpgAo longo dos anos, o inspetor Harry Hole salvou a vida de muitas pessoas, ainda que com os seus métodos pouco ortodoxos. Mas, desta vez, algo terrível ronda a cidade de Oslo.

Há uma nova série de execuções e o assassino está focado em matar apenas policiais. Todas as vítimas tinham casos sem solução no currículo e foram mortas no mesmo local e na mesma data em que estes episódios aconteceram.  O serial-killer é esperto, consegue fugir sem deixar pistas, o que coloca a polícia de Oslo está sob pressão.

O atual chefe do departamento é Mikael Bellman, desafeto de Hole e policial de conduta questionável. O inspetor, por sua vez, está afastado do trabalho na polícia, mas precisará voltar e colocar em prática tudo o que sabe se quiser prender o assassino.

Jo Nesbø já vendeu mais de 33 milhões de exemplares no mundo. A primeira aventura do detetive Harry Hole começou há 20 anos. De lá para cá, o personagem ganhou fama e, em breve será adaptado para o cinema. Ainda este ano, “Boneco de neve”, um dos livros da série, chegará às telonas com o alemão Michael Fassbender, de “12 anos de escravidão”, no papel do protagonista. O filme terá direção de Tomas Alfredson, de “Deixe ela entrar”.

O autor vive em Oslo. É músico e economista, além de um dos escritores mais bem-sucedidos e aclamados na Europa atualmente. É autor de Garganta vermelha, A estrela do diabo e O redentor, entre outros títulos publicados pela Editora Record.

Record lança “Fica comigo”, de Tessa Bailey

image003.jpgRoxy largou a faculdade e se mudou para Nova York em busca de um emprego como atriz. Mas nem tudo saiu como imaginava. Os “nãos” nos testes de elenco só se multiplicaram e com o dinheiro cada vez mais escasso, ela acabou expulsa mais uma vez de um quarto alugado. Para tentar conseguir uma grana rápida, Roxy aceita trabalhar em uma empresa de telegramas cantados. A sua primeira mensagem é para Louis, um advogado rico e charmoso acostumado com relacionamentos de uma noite só.

Depois de passar a noite fora comemorando a vitória em seu último caso, Louis definitivamente não estava preparado para uma serenata enviada por uma amante que ele nem se lembra do nome. Tampouco estava preparado para Roxy com toda a sua sagacidade e voz sexy. Para azar do rapaz, Roxy não precisa de um homem rico e mimado em sua vida. Ela é determinada o suficiente para conseguir o que quer por seus próprios méritos e é dona do seu próprio destino. Mas há mais em Louis do que a sua aparência de tirar o fôlego. E ele está determinado a fazer Roxy perceber isso, mesmo que seja necessário andar por toda Nova York para conquistá-la.

Sensual e bem humorado, “Fica comigo” é o primeiro livro de Tessa pela Record. O título chega às livrarias em junho.

Tessa Bailey é autora best-seller do New York Times e USA Today, mora no Brooklin com o marido e a filha.