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Luta pela sobrevivência dos antepassados judeus

História de família da autora é o ponto de partida para romance ambientado na II Guerra

image005.jpgDurante toda a infância, a autora Georgia Hunter acreditava que o seu avô era um típico americano. A surpresa veio quando já estava no Ensino Médio, e precisou fazer um trabalho sobre a história de seus antepassados. Na época, o avô havia falecido há pouco tempo, mas sua avó contou que o marido, com quem fora casada por mais de cinquenta anos, estava entre os trezentos judeus poloneses que sobreviventes de Random, cidade onde moravam trinta mil judeus. Ele serviu de inspiração para Addy, um dos personagens de “Somos os que tiveram sorte”.

O livro relata a mudança na vida da família Kurc com a chegada das tropas nazistas.  Os patriarcas Sol  e Nechuma, que eram prósperos comerciantes, se veêm obrigados a mudar o estilo de vida.  Os judeus começam a ser mal vistos na cidade e sair de casa se torna perigoso. Muitas lojas de donos judeus fecham as portas. Enquanto os filhos mais velhos são convocados para o exército, outros vão para campos de trabalho forçado ou tentam se esconder com documentos falsos. Cada um em sua própria luta pela resistência suportando as dores da opressão, mas na esperança de um dia voltarem a se encontrar.

Addy morava em Paris antes de a guerra começar. Quando os conflitos estouram na Polônia, ele é impedido de sair da capital francesa, até que consegue fugir para o Brasil em um navio.  E é no Rio de Janeiro que, após uma década, ele reencontra a sua família.

“Somos os que tiveram sorte”, livro de estreia de Georgia Hunter, vai dos clubes de jazz parisienses aos campos de concentração poloneses e aos gulags siberianos para mostrar que, mesmo durante o momento mais sombrio do século XX, é possível encontrar uma maneira de sobreviver e até de triunfar.

Georgia Hunter mora em Connecticut com o marido e os dois filhos.

 

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Record lança nova edição de “O imbecil coletivo”, de Olavo de Carvalho

image003.jpgMais de duas décadas após o seu lançamento, o clássico de Olavo de Carvalho “O imbecil coletivo”, chega às livrarias pela primeira vez com o selo da Record e em volume único.  No livro, o autor faz uma reflexão sobre aquilo que acredita ser o fenômeno da decadência intelectual do Brasil, apresentando exemplos e as implicações do que seria esse mal.

A aguardada reedição, deste que é considerado um dos livros mais populares e de maior repercussão do autor, chegou ao primeiro lugar na pré-venda da Amazon na categoria ‘Comentários Políticos e Opinião’. O autor já é um best-seller pela editora: “O mínimo que você precisa para não ser um idiota”, também lançado pela Record, já vendeu mais de 200 mil exemplares.

Olavo de Carvalho é filósofo, escritor, jornalista e conferencista, nascido em Campinas. É uma das principais referências do pensamento conservador brasileiro. Trabalhou como jornalista para veículos como Jornal da Tarde e A Gazeta, e como colunista para periódicos como O Globo, Folha de São Paulo e Zero Hora. Além de escrever, hoje ministra cursos de filosofia e palestras.

Novo thriller psicológico de B.A Paris chega às livrarias pela Record

image005.jpgSeu livro de estreia, “Entre quatro paredes” se tornou best-seller do New York Times e do USA Today, debutou na lista de mais vendidos e ainda teve os direitos de adaptação comercializados para o cinema. B.A. Paris já mostrou o seu inegável potencial para os thrillers e com “À beira da loucura” entrega mais uma história tão inteligente quanto eletrizante.

Na trama, Cass, uma professora que mora com o marido em um vilarejo chamado Nook’s Corner, está em uma festa com colegas de trabalho. Surpreendida por uma chuva torrencial, ela precisa voltar para casa. Suas opções são o caminho mais longo pela rodovia asfaltada ou o atalho através de um bosque da região. Ao telefone, seu marido aconselha o caminho mais seguro, mas Cass está acostumada a atravessar pelo bosque. Pela manhã, é verdade, e sempre acompanhada. Mas nada demais poderia acontecer, certo? E ela chegaria bem mais rápido em casa.

Ela, de fato, economiza alguns minutos no trajeto, mas durante o caminho, cruza com um carro parado no meio do bosque com uma mulher dentro. Cass pensa em descer para ajudar, mas o tempo ruim a fez mudar de ideia e seguir viagem. No dia seguinte, ela descobre que uma mulher havia sido encontrada morta dentro de um carro naquele exato lugar. Cass tenta se convencer de que não havia nada que pudesse ter feito. E, talvez, se tivesse ido ajudá-la, poderia ela mesma estar morta agora. Mas nada disso é o suficiente para aplacar a angústia que sente, principalmente considerando o fato de que o assassinato aconteceu ali do lado, bem perto de sua casa isolada — e que o assassino ainda está à solta.

Então, depois da tragédia, Cass começa a ter lapsos de memória: não consegue se lembrar de ter encomendado um alarme para casa, não sabe onde deixou o carro, muito menos por que teria comprado um carrinho de bebê quando nem filhos tem. A única coisa que ela não consegue esquecer é Jane, a mulher que poderia ter salvado, e a culpa terrível que a corrói por dentro. Tampouco consegue esquecer as ligações silenciosas que vem recebendo, nem a sensação de que está sendo observada. Seria possível que o assassino a tivesse visto, parada no acostamento, enquanto decidia se ajudaria a mulher ou não? Será que ele está tentando assustá-la para que ela não conte nada à polícia? Mas como alguém poderia acreditar em seus temores quando nem mesmo ela é capaz de saber o que é verdade e o que é mentira? E como Cass pode acreditar em si mesma quando tudo ao seu redor parece provar que está ficando louca?

“À beira da loucura” chega às livrarias em setembro.

B. A. Paris nasceu na Inglaterra, mas passou a maior parte de sua vida adulta na França. Seu primeiro romance, “Entre quatro paredes”, foi publicado em mais de 35 países.

“O sol da meia-noite” é novo livro de Jo Nesbo pela Record

image001.jpgQuem lê os livros do norueguês Jo Nesbo talvez nem imagine que antes de se encontrar na literatura ele já foi jogador de futebol profissional, economista e até integrante de uma banda de rock. Hoje, Nesbo é um dos mais aclamados escritores de ficção noir, com mais de 40 milhões de exemplares vendidos nos 50 países em que é publicado.

Conhecido por ambientar suas histórias na fria Oslo, em “O sol da meia-noite”, sequencia de “Sangue na neve”, Nesbo leva a trama para uma cidade nórdica onde o sol nunca se põe – e na qual já morou quando era jovem.

Jon era um mero traficante de haxixe, o que era conveniente para sustentar o seu próprio vicio na droga, até acabar se envolvendo com o Pescador, um bandido tão influente quanto impiedoso. Jon foi chamado para cobrar dívidas em nome do Pescador, o que significava que precisaria matar algumas pessoas, mas isso, definitivamente, não era a especialidade (e nem a vontade) de Jon. Cansado do acordo, ele acaba traindo o chefe e agora precisa se esconder.

A cidadezinha escolhida é Finnmark, um local no norte da Noruega, perto do oceano Ártico, isolado o suficiente, e onde o sol nunca se põe. Jon tenta evitar os moradores locais em uma tentativa de passar despercebido, mas seu caminho cruza com o de Lea e o filho, Knut. Seus improváveis aliados o abrigam em uma velha cabana de caça no meio da floresta. Lá Jon poderia ter paz. Ou era o que pensava.

Um dia ele recebe a noticia de que os homens do Pescador estão a caminho. E ele sabe que o seu ex-chefe sempre encontra o que procura.

“O sol da meia noite” chega às livrarias este mês pela Record.

Jo Nesbø vive em Oslo. É músico e economista, além de um dos escritores mais bem-sucedidos e aclamados na Europa atualmente. É autor de Garganta vermelha, A estrela do diabo e O redentor, entre outros títulos publicados pela Editora Record. Seu primeiro thriller policial estrelado pelo detetive Harry Hole tornou-se sucesso instantâneo na Noruega, conquistando o Prêmio Glass Key como melhor romance nórdico de 1988.

Record lança edição comemorativa dos 30 anos de “Trapo”, romance essencial de Cristovão Tezza

image004.jpgUm dos grandes escritores brasileiros contemporâneos, Cristovão Tezza colocou seu nome entre os expoentes da literatura nacional em 1988, com o lançamento de “Trapo”. A Record comemora os 30 anos do título com uma nova edição, que chega às livrarias em julho e inclui um posfácio inédito do autor sobre a experiência da escrita do livro, além de prefácio especial de Beth Brait, crítica, ensaísta e professora da USP e da PUC-SP.

Na trama, acompanhamos a trajetória de Manuel, um professor aposentado que recebe um pedido inusitado: numa noite, uma dona de pensão com aparência vulgar entrega dois pacotes contendo originais de textos de um jovem poeta, marginal e suicida. Seu pedido é que Manuel leia o espólio de Trapo, o artista em questão, e decida se aquilo tem valor. Assim, o protagonista se embrenha na leitura mas, fascinado pela situação, começa a investigar os motivos que levaram o jovem ao suicídio: conversa com amigos, família, e tenta encontrar a jovem Rosa, a quem Trapo endereça suas cartas-poemas.

É aqui que Tezza apresenta pela primeira vez aquela que é uma das características de sua literatura: o contraponto de pontos de vista. Costurando a narrativa de Manuel com as cartas de Trapo, ele mostra como o primeiro vai sutilmente se transformando ao entrar no mundo do segundo.

Cristovão Tezza escreveu mais de uma dezena de romances desde “Trapo” (1988), entre eles “A suavidade do vento”, “Uma noite em Curitiba”, “Breve espaço”, “O fotógrafo”, “Um erro emocional”, “O professor” e “A tradutora”. A publicação de “O filho eterno”, em 2007, teve um impacto inédito no panorama ficcional do país: o livro ganhou os mais importantes prêmios literários brasileiros, foi traduzido em uma dezena de países e virou filme e peça de teatro.

Record lança “Imbatível”, livro de estreia de Stuart Reardon inspirado em sua própria história

image002.jpgPara Nick Renshaw, o rugby é a coisa mais importante de sua vida, talvez até mais importante que a sua namorada, Molly. Sua dedicação fez com que o rapaz se tornasse uma estrela em ascensão no esporte inglês. A coroação de tanto esforço foi receber uma proposta para jogar em um time da liga principal. Mas, em seu último jogo antes de se apresentar ao novo clube, Nick sofre uma grave lesão que pode significar o fim da sua carreira.

Durante seu processo de recuperação, Nick conhece Anna, psicóloga especializada em atletas. Ela sabe que não pode se envolver com nenhum dos seus pacientes. Porém, nem ela nem Nick conseguem negar a atração que sentem — e manter a relação estritamente profissional se torna mais difícil a cada dia que eles passam juntos.

A trama de “Imbatível” é inspirada nas experiências de Stuart Reardon, estreante na literatura, mas que por um tempo foi jogador de rugby profissional.  Assim como o protagonista, Stuart sofreu uma lesão e, hoje em dia, se aposentou dos gramados. A capa do livro, inclusive, é estampada pelo próprio Stuart.

“Imbatível” é uma história sobre encarar as dificuldades e buscar novos rumos. O livro tem co-autoria de Jane Harvey-Berrick e será lançado em julho pela Record.

Stuart Reardon é jogador aposentado da seleção inglesa de rugby. Atualmente, mora em Cheshire, é personal trainer e tem um programa de exercícios on-line, o Fear Nothing Fitness.

Jane Harvey-Berrick começou a escrever romance contemporâneo há cinco anos. Antes disso, era jornalista e autora de livros infantis.

Record lança livro adulto de Colleen Hoover sobre relacionamento abusivo

“Tarde demais” foi originalmente lançado no Wattpad e, após pedido dos fãs, ganhou versão física

image005.jpgQueridinho entre os autores da nova geração, principalmente entre aqueles que buscam a autopublicação, o Wattpad é uma plataforma literária gratuita onde escritores de todo o mundo podem compartilhar suas obras com os leitores. Foi nesta rede social que vários nomes foram revelados, como Ray Tavares (“Os doze signos de Valentina”) e Taran Matharu (“O aprendiz”). Na contramão dos novatos, Colleen Hoover, também escolheu o Wattpad como rede social, mas, neste caso, para escrever enquanto relaxava durante seus bloqueios criativos. “Tarde demais” era apenas uma válvula de escape divertida quando ficava empacada em um livro que precisaria apresentar para a editora. Não havia intenção de sair dali. Mas a história foi lida mais de 300 mil vezes e, como tudo no Wattpad, os fãs tiveram papel fundamental. Foram eles que pediram que o livro ganhasse uma versão física.

Nas palavras da autora, “’Tarde demais’ não se parece em nada com os outros livros que escrevo. É mórbido, é perverso (…)”. E não é para menos. A história fala sobre objetivação da mulher, tráfico de drogas em universidades, e mostra de forma direta o quanto um relacionamento abusivo pode ser perigoso.  Este é seu primeiro livro lançado exclusivamente para o público adulto.

Quando Sloan conhece Asa, ela não imagina que aquele garoto lindo e simpático é, na verdade, o maior traficante da faculdade. Eles se envolvem de forma intensa e, em um piscar de olhos, ela está presa na vida dele. Mas sair pode não ser tão simples. Sloan já morou de favor na casa de vários conhecidos. Ela tem um irmão deficiente e precisa custear o tratamento dele. Asa sabe que o seu dinheiro pode ajudar e usa sua posição como chantagem para manter Sloan por perto. Agora ela tem onde morar e sabe que o seu irmão será bem cuidado, mas isso significa aguentar abusos psicológicos e sexuais.

Carter é um policial infiltrado com a missão de juntar provas suficientes para acabar com o tráfico de drogas na faculdade. Mas ele se apaixona por Sloan e percebe que pode salvá-la ou pode colocá-la em um perigo ainda maior.

“Tarde demais” mantém o mesmo formato do conteúdo publicado no Wattpad. Se no início Colleen atualizava a história ocasionalmente, depois de inúmeros comentários, ela não conseguiu parar depois do “Fim”.

“Eu simplesmente não consegui parar de escrever. Escrevi diversos epílogos e até quebrei as regras ao inserir um prólogo ao final do livro. Os capítulos foram escritos e postados da forma como estão dispostos neste livro. Também decidi deixar os títulos dos capítulos da versão impressa iguais aos do original. Fiz isso porque quero que os leitores que pegarem esse livro pela primeira vez o leiam exatamente como foi escrito e na ordem em que foi pensado”.

Colleen já vendeu mais de 150 mil exemplares e participou da Bienal do Rio de Janeiro de 2015. “Tarde demais” chega às livrarias pela Record em julho.

Colleen Hoover é a autora best-seller do New York Times por trás dos livros “Métrica”, “Essa garota”, ‘Pausa”, “Um caso perdido”, “Sem esperança”, “Em busca de Cinderela”, “Talvez um dia”, “O lado feio do amor”, “Confesse”, “Novembro, 9” e “É assim que acaba”. Ela mora no Texas com o marido e os três filhos. Visite-a em: ColleenHoover.com.

Record lança “A princesa branca”, novo romance histórico de Philippa Gregory

image002 (1).jpgQuando Henrique Tudor conquista a coroa da Inglaterra na Batalha de Bosworth, ele sabe que terá de se casar com a princesa da casa inimiga, Elizabeth de York. Diante de um reino fragmentado por quase duas décadas, marcado por guerras e conflitos locais, o casamento, considerado uma aliança política, representa uma chama de esperança para aquela época.

Porém, apesar de ter conquistado o poder, a liderança de Henrique não ganha a simpatia do povo, que se mantém fiel apenas à casa York.  Para completar, um dos maiores temores do monarca começa a ganhar força: além dos limites do reino, um homem misterioso, que alega ser irmão da nova rainha e, consequentemente, o verdadeiro herdeiro do trono, está reunindo um grande exército. Mas será que ele é realmente o irmão desaparecido de Elizabeth ou é apenas um impostor?

Apesar da abordagem ficcional, os livros de Philippa Gregory baseiam-se em fatos reais que envolvem o passado da monarquia inglesa. Neste livro, por exemplo, a autora fala sobre o mistério que envolve a morte de dois príncipes, irmãos de Elizabeth, na Torre de Londres.  O fato é tradicionalmente atribuído a Ricardo III, mas, em “A princesa branca”, Gregory expõe seu ponto de vista sobre o assassinato e levanta a hipótese, também defendida por outros historiadores, de que um dos príncipes possa ter sobrevivido. “Estou inclinada a acreditar na versão que conto aqui. No entanto, ninguém tem certeza disso, nem mesmo hoje”, explica na nota da autora.

Philippa, que tem formação em literatura do século XVIII, já publicou 41 livros e soma mais de um milhão de exemplares vendidos, só nos Estados Unidos. Algumas de suas obras ganharam adaptação: “A princesa branca”, por exemplo, inspirou a série da BBC “The white princess”.

“A princesa branca” chega às livrarias em julho.

Philippa Gregory é Ph.D. em literatura do século XVIII pela Universidade de Edimburgo e autora, entre outros, de “A rainha branca”, “A rainha domada”, “A rainha vermelha”, “A senhora das águas” e “A irmã de Ana Bolena”. Atualmente mora com a família no norte da Inglaterra.

Novo livro do autor de “Depois daquela montanha” chega às livrarias pela Record

image004.jpgAutor best-seller do New York Times, Charles Martin volta às livrarias brasileiras com “Depois da tempestade”, lançamento de julho pela Record. Ele é autor também do sucesso “Depois daquela montanha”, cuja versão cinematográfica protagonizada por Kate Winslet e Idris Elba esteve em cartaz no Brasil no fim do ano passado.

Na nova trama, quem protagoniza a história é Tyler Steele, um Texas Ranger, espécie de caubói moderno, que parece viver sob um forte instinto de fazer justiça e defender pessoas que precisem de ajuda. O lado ruim disso é que sua rigidez e sua dificuldade de fazer conexões emocionais acabam fazendo com que sua esposa o deixe.

Aposentado aos 41 anos, sua vida é criar o filho e lutar para não perder seu rancho. Até o dia em que, distraído durante uma tempestade, bate em um carro e acaba conhecendo Samantha e sua filhinha, Hope, que estão fugindo de uma situação de perigo. Seu instinto de proteger inocentes logo aparece, e os três acabam desenvolvendo uma relação que vai obrigar Tyler a enfrentar suas fraquezas.

Charles Martin é autor best-seller do New York TimesEscreveu oito romances. Sua obra já foi traduzida para 17 idiomas. Mora com a esposa, Christy, e os três filhos em Jacksonville, Florida. Sobre o autor: charlesmartinbooks.com/

Quanto tempo dura o “para sempre”?

O questionamento é foco do novo livro de Sophie Kinsella, protagonizado por um casal que descobre que poderá chegar aos sessenta e oito anos de casamento

image005.jpg“Vocês vão passar dos cem anos”. Foi o que o médico respondeu com muita convicção a Sylvie e Dan, durante uma consulta de rotina. A notícia poderia parecer animadora, mas viver mais de um século quando já se tem uma década de relacionamento significa ter pela frente, pelo menos, mais sessenta e oito anos de vida conjugal.  E isso, definitivamente, é tempo demais.

Sylvie e Dan sempre foram “um casal com C maiúsculo”. Unidos, felizes e conectados de forma tão intensa que conseguem completar as frases um do outro.  Mas descobrir a quantidade de anos de casamento que os aguarda é um pouco preocupante, afinal, como manter a paixão acessa durante todo esse tempo? É assim que surge o projeto “Me surpreenda”, cujo único objetivo é jamais cair na rotina.

No universo literário de Sophie Kinsella, qualquer projeto é um prato cheio para o desastre e situações hilárias. Com o “Me surpreenda” não é diferente, e, claro, nem tudo sai como o planejado: como a vez em que Dan compra uma roupa horrível para Sylvie ou quando ela contrata um café da manhã internacional intragável para o marido. No fim, eles descobrem que há inúmeras coisas que precisam aprender sobre o outro, e, sobretudo, sobre eles mesmos.

“Mas tem que ser mesmo para sempre?” é uma história espirituosa com várias facetas onde todas desembocam no relacionamento a dois e nos meandros do casamento. A obra chega às livrarias em junho.

Sophie Kinsella é escritora e ex-jornalista de economia. Autora best-seller, só no Brasil já vendeu mais de 300 mil exemplares. Entre os seus sucessos estão: “O segredo de Emma Corrigan”, “Samantha Sweet, executiva do lar”, “Lembra de mim?”, “Menina de vinte”,” Fiquei com o seu número”,” A lua de mel” e “Minha vida não tão perfeita”, além da série protagonizada pela irresistível consumista Becky Bloom e do infanto-juvenil “À procura de Audrey”. Também é autora de vários romances de sucesso assinados como Madeleine Wickham. Ela mora em Londres com o marido e a família.