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Rocco lança “Os Espectadores”, de Jennifer duBois, que apresenta uma reflexão sobre o poder da mídia e a cultura do espetáculo

Autora reconhecida pelo romance “A estrela”, finalista do Young Lions NYPL, explora a ascensão e queda de uma personalidade influente na TV norte-americana

(Foto: divulgação)

Em janeiro, a Editora Rocco lança no Brasil “Os Espectadores”, de Jennifer duBois. O livro de ficção conta a história de um crime que chocou os Estados Unidos e culmina em um tsunami midiático para o polêmico apresentador Matthew Miller, que fez sua fama na TV explorando os segredos mais improváveis e bizarros da sociedade norte-americana.

Em seu romance mais ousado e multifacetado, Jennifer duBois cria um recorte da recente história cultural americana, do apogeu do movimento gay nos anos 1970 à crise da AIDS nos anos 1980, passando pelos bastidores da televisão em uma época de pânico moral.

Apesar de estar à frente de um dos talk shows mais assistidos da TV americana, o protagonista Matthew Miller permanece um mistério tanto para seu enorme público quanto para aqueles que trabalham ao seu lado nos bastidores todos os dias.  No entanto, quando dois alunos do ensino médio responsáveis por um tiroteio em massa em uma escola deixam uma carta onde revelam ser fãs devotos do programa, a vida e a carreira de Matthew Miller são lançadas ao escrutínio público. Para muitos, a sagacidade, a ironia e a imparcialidade do apresentador são apenas uma fachada que esconde uma cultura decadente e sem limites. Logo, os segredos do passado de Mattie como um jovem político brilhante na conturbada Nova York do final dos anos 1960 começam a vir à tona.

Por intermédio de Mattie, a autora explora a ascensão e queda de uma personalidade influente pelas perspectivas de dois espectadores: Cel, sua cética assistente de relações públicas, e Semi, o amante desiludido de seu passado.

“Os Espectadores” examina a capacidade humana de reinvenção e nos força a questionar o que escolhemos olhar e por quê. Uma história sobre responsabilidade e redenção – além de um retrato nostálgico da cidade de Nova York e uma análise mordaz da cultura do espetáculo.

Trilogia Lendas de Baldúria chega ao último livro

Publicada pela Editora Rocco, fantasia nacional criada por André Gordirro ganha final eletrizante e inesperado, além de box especial com os três volume

(Foto: divulgação)

Sucesso entre os fãs de fantasia e RPG, a trilogia Lendas de Baldúria iniciada com “Os Portões do Inferno” e “O Despertar dos Dragões” chega ao desfecho em “O Império dos Mortos”, que será lançado pelo Editora Rocco em outubro. Os três livros, escritos por André Gordirro, trazem uma mescla de referências da cultura pop dos anos 1980 com o gênero espada-e-feitiçaria como Conan e O Senhor do Anéis, e ganharão um box especial.

Cenários fabulosos são o plano de fundo para batalhas épicas entre guerreiros e criaturas místicas como demônios, dragões e mortos-vivos. Com ritmo ágil, constantes reviravoltas e personagens cativantes, as três aventuras prendem o leitor do começo ao fim. Explorando um senso de humor próprio, o autor também subverte os próprios clichês do gênero, com resultados inesperados.

O primeiro livro,  “Os Portões do Inferno”, conta como tudo começou. Há trinta anos, os Portões do Inferno foram lacrados para impedir que a escuridão dominasse o mundo. Porém, elfos das profundezas ameaçam reabrir a fortaleza mística para invadir o reino. Seis anti-heróis são reunidos para impedir esse plano maligno: Baldur, cavaleiro perseguido por deserção; Derek Blak, mercenário salvo de uma sentença de morte; Agnor, feiticeiro expatriado; Kyle, menor infrator; Od-lanor, bardo de uma espécie em extinção; e Kalannar, assassino e… elfo das profundezas, como os inimigos.

Já o segundo volume da saga, “O Despertar dos Dragões”, dá sequência às aventuras do improvável sexteto de anti-heróis, agora denominado Confraria do Inferno. Desta vez, eles enfrentam a fúria do maior dragão de Zândia, desperto em um ato de desespero pelo rei dos elfos da superfície, como uma cartada final da guerra contra os humanos. A bordo de um castelo voador, a Confraria do Inferno é a última esperança de um mundo que não dá a mínima para eles.

Para fechar a trilogia, “O Império dos Mortos” se passa 9 anos depois do segundo livro. O reino parecia livre de perigos, mas um novo desafio está prestes a reunir novamente Baldur, Od-lanor, Derek, Kyle, Kalannar e Agnor em uma batalha contra uma nação de feiticeiros que controlam mortos. Aposentados da vida de aventuras, eles precisarão unir forças contra o poder de um império inteiro e proteger suas conquistas anteriores e o que mais amam. As Lendas de Baldúria chegam ao fim — e pode ser um desfecho inesperado e agridoce para muitos dos integrantes da Confraria do Inferno.

“As palavras e o tempo”, de Clarice Lispector, ganha edição especial e ampliada

Livro reúne mais de 4.500 frases da autora e passa a incluir trechos de obras recentes como o “Todas as cartas”

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Clarice Lispector é uma das personalidades mais citadas na mídia e nas redes sociais pelas características e força das suas frases. Embora escritas dentro do contexto de cada romance, conto, crônica ou carta, as citações, mesmo isoladamente, têm vida própria, musicalidade e sentido poético.

Reunindo mais de 4.500 frases de Clarice Lispector, As palavras e o tempo oferece aos leitores vislumbres de todos os seus livros, servindo como um convite à descoberta da sua literatura. Nesta edição, que também conta com ilustrações da neta da autora, Mariana Valente, foram acrescentadas 180 novas citações atualizadas com as últimas publicações de sua obra, incluindo o mais recente “Todas as cartas”. Com curadoria de Roberto Corrêa dos Santos, o amor do acadêmico e pesquisador pelo trabalho literário de Clarice transparece na seleção das frases, pinçadas com o intuito de revelar a genialidade da escrita da autora e de inserir o leitor em seu universo poético.

A seleção inclui todo tipo de escrita realizada pela autora. Há desde trechos de romances, contos e crônicas, até cartas e anotações pessoais. Apesar de não cobrir toda a obra da escritora, o livro dá conta de boa parte dela. As frases revelam Clarice em diferentes etapas de sua vida, já que estão presentes trechos de seu romance de estreia, “Perto do coração selvagem”, escrito quando ela tinha apenas 19 anos, até fragmentos de seu último livro, “Um sopro de vida”, publicado postumamente em 1978.

A leitura da sucessão de frases traz a impressão de que estamos diante da fala da própria autora. Esta é uma coletânea que pode ser consultada ao acaso, como quem abre um livro sagrado em busca de orientação para um enigma específico, propiciando ao leitor um primeiro contato com as dúvidas e descobertas refletidas no espelho fiel da alma e do eu profundo de Clarice: a escrita.

Em outubro, além do lançamento da edição especial de As palavras e o tempo, Clarice Lispector também será protagonista da exposição Constelação Clarice, no IMS Paulista, sede do Instituto Moreira Salles em São Paulo. A mostra, que celebra a obra e o legado da autora, reunirá aproximadamente 300 itens, incluindo manuscritos, fotografias, cartas, discos e matérias de imprensa, entre outros documentos do acervo pessoal de Clarice. Também são exibidas obras de cerca de 20 artistas visuais mulheres, que atuaram na mesma época que a autora, entre as décadas de 1940 e 1970. No conjunto, há trabalhos de Maria Martins, Mira Schendel, Fayga Ostrower, Lygia Clark, Letícia Parente, Djanira e Celeida Tostes, entre outras.

SOBRE A AUTORA

Reconhecida pela crítica literária brasileira e estrangeira como uma das maiores escritoras do século XX, Clarice Lispector mudou os rumos da narrativa moderna com uma escrita singular, passando por diversos gêneros, do conto ao romance, da crônica à dramaturgia, da entrevista à correspondência e, também, pelas páginas femininas.

AS PALAVRAS E O TEMPO – CLARICE LISPECTOR

Organização: Roberto Corrêa dos Santos

Ilustrações: Mariana Valente

Gênero: citações; literatura nacional

Formato: 14 x 21 cm

Nº de páginas: 544    

Preço: R$ 99,90

No livro de J. K. Rowling foi lançado globalmente no dia 12 de outubro

“Jack e o Porquinho de Natal” é o primeiro romance infanto-juvenil inédito da autora desde Harry Potter e conta a história do amor de um menino por seu brinquedo favorito

(Foto: divulgação)

No dia 12 de outubro, foi lançado mundialmente Jack e o Porquinho de Natal, o novo livro infanto-juvenil de J.K. Rowling, criadora do fenômeno mundial Harry Potter.Publicado no Brasil pela Editora Rocco, o livro também será lançado simultaneamente no Reino Unido, na Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e Índia pelo Hachette Children’s Group, nos Estados Unidos e no Canadá pela Scholastic e em mais de vinte traduções por editoras do mundo todo.

Jack e o Porquinho de Natalé o primeiro romance infanto-juvenil de J.K. Rowling desde Harry Potter e sucede seu brilhante retorno à publicação para crianças com a fábula do ano passado, O Ickabog, publicado primeiramente em formato de série e gratuitamente para crianças em quarentena e editado em seguida com todos os direitos autorais doados ao fundo filantrópico Volant, para ajudar grupos vulneráveis afetados pela pandemia de Covid-19. É uma história independente, sem relação com nenhuma obra anterior de J.K. Rowling.

O livro conta com capa dura e nove desenhos em preto-e-branco do premiado ilustrador Jim Field. A autora aprovou as imagens de primeira e ficou bastante animada: “Jim e eu trabalhamos através da minha editora, Ruth, que me enviou os desenhos dele e passou meu feedback. Como ele estava acertando tudo na primeira vez em que desenhou, a maioria dos meus comentários consistiu em expressões de alegria! Adorei trabalhar com ele. Ele realmente foi o ilustrador perfeito para o projeto”, disse Rowling.

Uma emocionante e empolgante aventura sobre o amor de uma criança pelo seu tesouro mais precioso e até onde ela está disposta a ir para encontrá-lo. Uma fábula apaixonante para toda a família, escrita por uma das maiores contadoras de histórias do mundo. Um menino e o seu brinquedo estão prestes a mudar tudo… Jack tem um porquinho de pelúcia cor-de-rosa que ele chama de O Poto. OP, como ficou conhecido, está ao lado de Jack nos bons e maus momentos e compreende todos os seus sentimentos. Até que, em uma véspera de Natal, para grande tristeza do menino, OP é perdido. Jack ganha um novo brinquedo, o Porquinho de Natal, e é este substituto que vai armar um plano para que, juntos, eles embarcam em uma jornada repleta de magia em busca do que foi perdido e a fim de reencontrar o melhor amigo que Jack já teve. 

“Eu acho que há alguns conceitos no livro que podem levar a algumas conversas interessantes entre adultos e crianças”, diz J.K. Rowling sobre o lançamento. “Eu acredito que crianças podem lidar com o assunto de maneira mais complexa do que costumam acreditar”, completa.

Rocco lança “O Conto da Aia” e “Os Testamentos” em edição especial

A Rocco vai lançar no dia 30 de maio, edições em capa dura, nova diagramação e guarda fitilho de “O Conto da Aia” e “Os Testamentos”, da Margaret Atwood. O primeiro livro tem posfácio inédito da autora. A lateral das folhas também são coloridas, o que deixa a edição ainda mais especial.

Os exemplares também acompanham um marcador e um card com as frases  “Nolite te bastardes carborundorum” (que significa “Não permita que os bastardos reduzam você a cinzas”) e “Liberdade para as mulheres de Gilead”.

No texto inédito, Atwood reflete sobre as perguntas que mais fazem para ela. Uma delas é se o livro é uma previsão e ela responde: “Não, não é uma previsão, porque é impossível prever o futuro: existe um número grande demais de variáveis e de possibilidades imprevistas. Digamos que é uma antiprevisão: se este futuro pode ser descrito em detalhes, talvez ele não aconteça. Mas não podemos também confiar neste pensamento otimista.”

A quarta temporada de “Handmaid’s Tale”, série inspirada em “O Conto da Aia”, foi lançada este mês na Paramount.

Rocco lança no Brasil “Nomadland – Sobrevivendo na América do século XXI”, da premiada jornalista Jessica Bruder

Livro-reportagem que deu origem ao grande ganhador do Oscar de 2021 conta a história de norte-americanos que perderam suas casas e passaram a viver como nômades após a crise de 2008

(Foto: divulgação)

 A Editora Rocco lança em maio “Nomadland – Sobrevivendo na América do século XXI”, da premiada jornalista Jessica Bruder. Nele a autora acompanha diferentes personagens que, após a grande recessão econômica de 2008, passaram a viver em trailers, ônibus e vans, formando uma crescente comunidade de nômades. O livro-reportagem inspirou o longa-metragem de mesmo nome, estrelado por Frances McDormand e dirigido pela chinesa Chloé Zhao, e foi vencedor do Oscar de Melhor Filme e outras estatuetas como Melhor Atriz e Melhor Direção.

No livro, Jessica Bruder conta a história de pessoas “sem casa”, em sua maioria idosos como Linda May, que com uma aposentadoria de apenas 500 dólares, não pode pagar um aluguel ou uma hipoteca. Assim como outros, ela vive em um automóvel e roda pelas estradas dos Estados Unidos em busca de trabalhos temporários. Dos campos de beterraba da Dakota do Norte aos acampamentos da Floresta Nacional de San Bernardino, na Califórnia, empregadores descobriram nesse grupo de nômades uma nova força de trabalho educada, disposta e de baixo custo.

Recusando o rótulo de “sem teto”, os nômades compartilham seus sonhos e a vida em comunidade – se ajudam na montagem dos veículos e com as refeições do dia, por exemplo. Apesar da maioria serem idosos, há alguns jovens também com dívidas estudantis e sem dinheiro para construir suas vidas.

A bordo de um veículo de segunda mão, Bruder segue os passos dessas pessoas e percorre vários estados, encontrando personagens como um ex-professor, um ministro, um administrador de faculdade, uma ex- garçonete, entre tantos outros.

NOMADLAND – Sobrevivendo na América do século XXI

Jessica Bruder

Tradução: Ryta Vinagre

Número de páginas: 304

Dimensões: 16 x 3 x 23 cm

Preço: R$ 59,90

Autor best-seller da saga “Eragon”, Christopher Paolini lança ficção científica para adultos

Com narrativa detalhista, livro apresenta um épico espacial com de mais de 800 páginas que promete encantar os fãs de sci-fi

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Aos 19 anos, Christopher Paolini se tornou um fenômeno mundial com a série de livros “Eragon”, publicada no Brasil pela Editora Rocco. Agora, com 37 anos, retorna com o lançamento de “Dormir em um mar de estrelas”, reforçando sua habilidade em construir narrativas hiper detalhistas e vibrantes. A obra chega às livrarias em 30 de abril.

A história gira acompanha a cientista Kira Naváres, que seguiu seu sonho de descobrir novos mundos, se tornando uma exploradora de planetas não colonizados. Durante uma missão de rotina para estabelecer uma colônia humana for a da Terra, ela descobre uma relíquia alienígena. O seu entusiasmo inicial transforma-se em terror quando o pó que cobre todas as superfícies começa a se mexer. Na nave, Kira descobre que algo vive dentro dela e isso a coloca em uma odisseia de descobertas e transformações que a levarão a questionar sua própria condição humana e limites. Ao mesmo tempo, a Terra e as suas colônias encontram-se à beira da aniquilação e uma guerra começa em meio às estrelas.  O primeiro contato com seres alienígenas não é como se imaginava e Kira, mesmo tendo que encarar seus próprios medos, se torna a última esperança da humanidade.

Cada cena e batalha é narrada com muita riqueza de detalhes por Paolini, que nomeou seu universo científico de Fractalverse. Para escrever o livro, se debruçou em pesquisas sobre como as naves espaciais funcionariam, como seria uma guerra com gravidade zero e que tipo de tecnologia poderia ser desenvolvida. Durante um ano, conversou com cientistas e físicos para entender melhor algumas teorias experimentais.

O livro já teve confirmada sua adaptação para o cinema pela Made Up Stories e Snoot Entertainment, além de ter sido considerado pelo Good Reads como o melhor livro de ficção científica de 2020.

DORMIR EM UM MAR DE ESTRELAS – CHRISTOPHER PAOLINI

Tradução: Ryta Vinagre

Formato: 16 x 23 cm

Nº de páginas: 832

Preço: R$ 99,90

Novo lançamento mundial de J.K. Rowling chegará ao Brasil em outubro pela Rocco

Anunciado pela autora na terça, dia 13, The Christmas Pig contará a história do amor de um menino por seu brinquedo favorito

 (Foto: Debra Hurford Brown © J.K. Rowling, 2018)

A Editora Rocco irá publicar no Brasil o novo livro infantil de J.K. Rowling, The Christmas Pig (título em Português a ser definido). Com lançamento previsto para 12 de outubro de 2021, será publicado simultaneamente no Reino Unido, na Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e Índia pelo Hachette Children’s Group, nos Estados Unidos e no Canadá pela Scholastic e em mais de vinte traduções por editoras do mundo todo, o que faz dele um lançamento verdadeiramente global.

The Christmas Pig é uma aventura comovente e dinâmica sobre o amor de um menino por seu brinquedo preferido e a que extremos ele chega para encontrá-lo. É uma história independente, sem relação com nenhuma obra anterior de J.K. Rowling, apropriada para crianças a partir de oito anos, mas que encantará toda a família.

Jack ama seu brinquedo de infância, o Dur Pig. Dur Pig sempre esteve a seu lado, nos bons e nos maus momentos. Até que em uma véspera de Natal acontece uma coisa horrível — Dur Pig desaparece. Mas a véspera de Natal é uma noite de milagres e causas perdidas, uma noite em que todas as coisas podem ganhar vida — até os brinquedos. E o brinquedo mais novo de Jack — o Porquinho de Natal (um substituto irritante do Dur Pig) — tem um plano audacioso. Juntos, eles embarcam em uma jornada mágica em busca de algo perdido e para salvar o melhor amigo que Jack já conheceu.

The Christmas Pig é o primeiro romance infantil de J.K. Rowling desde Harry Potter e sucede seu brilhante retorno à publicação para crianças com a fábula do ano passado O Ickabog, publicado em série e gratuitamente para crianças em quarentena e editado em seguida com todos os direitos autorais doados ao fundo filantrópico Volant, para ajudar grupos vulneráveis afetados pela pandemia de Covid-19. A autora está ansiosa para voltar a se envolver com leitores mais novos neste ano com a publicação de The Christmas Pig.

O livro será editado em formato especial, com capa dura, apresentando desenhos em preto-e-branco do premiado ilustrador Jim Field. O projeto de capa será revelado nos próximos meses.

Rocco lança “A calça dos mortos”, de Irvine Welsh

Livro é a continuação de “Trainspotting”, primeiro livro do autor, que comemora 25 anos de lançamento nos cinemas

(Foto: divulgação)

Há 25 anos, era lançado nos cinemas o polêmico sucesso “Trainspotting – Sem Limites”, inspirado no livro homônimo do romancista escocês Irvine Welsh. No dia 20 de março, a Editora Rocco lança a continuação da obra, “A calça dos mortos”. 

Se no primeiro livro, Irvine Welsh apresenta uma Escócia underground e um grupo de garotos rebeldes, em “A calça dos mortos” ele traz o retorno de um dos personagens mais marcantes: Mark Renton agora ganha muito dinheiro gerenciando DJs, mas as viagens constantes, saguões de aeroportos, quartos de hotel sem alma e relacionamentos superficiais o deixaram insatisfeito com sua vida. 

Um encontro casual com Frank Begbie, de quem ele se escondeu por anos após uma terrível traição e uma grande dívida, o deixa abalado. Mas o psicótico Begbie parece ter se reinventado como um artista famoso e – para a surpresa de Mark – não parece interessado em vingança. Sick Boy e Spud, que têm planos próprios, ficam intrigados ao saber que seus velhos amigos estão de volta à cidade, mas quando eles entram novamente em mundo sombrio, as coisas começam a dar terrivelmente errado. 

Pulando de crise em crise, os quatro homens circulam entre si, movidos por suas histórias pessoais e vícios, confusos, com raiva. Um desses quatro não sobreviverá até o final deste livro, mas qual deles? Acelerado, furioso, repleto de humor negro e estranhamente comovente, o mais novo romance de Irvine Welsh é a sequência direta de “O artista da faca”, que marca o retorno espetacular da gangue de Trainspotting.

A CALÇA DOS MORTOS – Irvine Welsh

Tradução: Ryta Vinagre

Formato: 16 x 23 cm  Preço: R$ 89,90  || págs: 432

Niksen – Abraçando a arte holandesa de não fazer nada

Livro lançado pela Rocco, apresenta nova tendência de comportamento que busca praticar o ócio para eliminar o estresse e aumentar o bem-estar físico e mental

(foto: divulgação)

Em tempos de pandemia, são bem-vindas técnicas de bem-estar que promovam o equilíbrio e a redução do estresse. Atualmente, há uma crescente onda de pessoas sobrecarregadas e a própria Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente a síndrome de Burnout – quando um indivíduo chega ao limite da exaustão mental e física. Além disso, a recente expressão FOMO – do inglês, fear of missing out, isto é, medo de ficar de fora de algo – trouxe a dimensão das consequências de um mundo hiperconectado.

Mas como diminuir o ritmo ou simplesmente tirar um tempo para não fazer nada sem culpa? Em “Niksen – Abraçando a arte holandesa de não fazer nada”, que será lançado no Brasil pela Editora Rocco no dia 19 de fevereiro, a autora Olga Mecking apresenta o conceito de niksen, palavra em holandês que significa “fazer algo sem utilidade e aproveitar o ócio”. Apoiada nas opiniões dos maiores especialistas do mundo em felicidade e produtividade, a jornalista examina a prática de fazer menos.

Em uma sociedade que estimula a produtividade constante, a ociosidade acaba sendo um obstáculo – embora esteja cientificamente provado que, mesmo quando estamos inativos, nossos cérebros continuam processando informações. Mecking afirma, porém, que essa vontade constante de trabalhar é capaz de nos levar à diminuição do bem-estar mental e, paradoxalmente, a ser menos produtivos. Em cada capítulo, a autora aborda um aspecto da filosofia do niksen, baseada em várias disciplinas como sociologia, biologia, história e psicologia, servindo-se de histórias interessantes que ilustram os efeitos positivos da prática, deixando as pessoas mais criativas e relaxadas.

A autora explica que niksen não é igual a outras tendências como o dinamarquês hygge ( que explora o ato de ficar em casa e transformar o lar em templo); o sueco lagom ( que aborda tudo com moderação); o mindfulness (atenção plena); konmari (método de organização e limpeza da casa da especialista Marie Kondo); ou  o japonês kigai (conceito de minimalismo). A arte holandesa também não significa fazer uma pausa para assistir um filme, ler um livro ou navegar pelas redes sociais. O conceito está mais próximo de abrir espaço na agenda para a mente divagar, sem a necessidade de regular a atenção ou de se concentrar em algo. Afinal, por que as melhores ideias surgem no chuveiro? É quando nossa mente está tediosa e busca seu próprio estímulo, assim, as ideias se conectam com mais facilidade.

O livro também traz ao final de cada capítulo perguntas para o leitor refletir, além de exercícios práticos para para impulsionar sua criatividade, aumentar seu foco, melhorar seus relacionamentos e se tornar uma pessoa mais calma e feliz. Entre as sugestões estão não checar o celular enquanto estiver almoçando, ter intervalos no trabalho para não fazer nada ou andar no transporte público sem outra distração como livros ou redes sociais.

SOBRE A AUTORA

Olga Mecking, polonesa, é escritora, jornalista e tradutora. Seus artigos em defesa da prática de não fazer nada foram publicados em veículos de comunicação como New York Times, The Washington Post, The Guardian, BBC, entre outros. Vive na Holanda com o marido alemão.

NIKSEN – OLGA MECKING

Subtítulo: Abraçando a arte holandesa de não fazer nada

Tradução: Ana Rodrigues

Gênero: não ficção, comportamento, autoajuda

Nº de páginas: 192       

Preço: R$ 49,90