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“DEUS ME ADICIONOU” ESTREIA DIA 6 DE JANEIRO NA WARNER CHANNEL

“Deus me adicionou” estreia em janeiro. (Foto: Barbara Nitke/©2018 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved)

2020 começa com novidades na Warner. Todas as segundas-feiras, a partir do dia 6 de janeiro, na faixa das 13h, vai ao ar a primeira temporada de “Deus Me Adicionou”. Com 20 episódios, a série é uma comédia dramática emocionante que explora questões de fé, existência e ciência.

Miles é um ateu sincero, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando recebe um pedido de amizade de “Deus” nas redes sociais. Tal pedido o transforma em um agente de mudança nas vidas e destinos de todos ao seu redor.

Ao longo dos episódios, os telespectadores vão se emocionar com uma descoberta impactante: muitas vezes duvidamos de algo que na verdade sempre acreditamos e nem sabemos.

Sinopse

Em tempos de mídias sociais, com todos buscando uma conexão emocional, como Deus atingiria o coração de um filho? O adicionando no Facebook, é claro.

Essa é a história de Miles Finer, um homem inteligente, esperançoso e otimista, mas não acredita em Deus. Este posicionamento sempre o colocou em desacordo com o pai, o reverendo Arthur Finer, um adorado pregador da Harlem’s Trinity Church por 25 anos. Para afrontá-lo, Miles criou um podcast para expressar sua teoria de que “Deus não existe”.

Porém, tudo começa a mudar quando ele aceita um pedido de amizade um tanto inusitado em suas redes sociais: “Deus”. Ao lado da jornalista Cara Bloom, eles começam a investigar os amigos e relatos de “Deus” nas redes sociais e com isso acabam, inevitavelmente, ajudando os necessitados.

Juntando-se a eles, a irmã de Miles, Ali, uma estudante de psicologia durante o dia e barman à noite, e seu melhor amigo, o hacker Rakesh, passam a ajuda-los a pesquisar esse amigo enigmático. Miles está decidido a provar que tudo não passa de uma farsa elaborada, mas, no caminho alguns acontecimentos mudam sua vida para sempre.

“Deus Me Adicionou” estreia dia 6 de janeiro de 2020 às 12h50.

Um roteiro de fé pelo Alentejo

Maior região portuguesa guarda igrejas e museus importantes para a religião católica

Portugal é um importante destino para o turismo religioso, com diversos patrimônios significativos para os cristãos. O Alentejo, maior região do país, não é diferente. Por isso, separamos os pontos do território que não podem ficar de fora de um tradicional roteiro de fé. O ideal é alugar um carro para percorrer esses destinos com liberdade.

Sé de Évora. (Foto: Victor Carvalho)

O itinerário começa em Évora, a 1h30 de Lisboa, a maior cidade do Alentejo. É lá que fica a Sé de Évora, a maior catedral medieval do país. Seu nome verdadeiro é Basílica Sé de Nossa Senhora da Assunção, e ela foi construída em granito, marcada pela transição do estilo romântico para o gótico. Esta igreja possui um belíssimo crucifixo chamado “Pai dos Cristos”, que se encontra acima de uma pintura de Nossa Senhora da Assunção, os bustos de São Pedro e São Paulo e um espetacular órgão do período renascentista.

Dirigindo por quarenta minutos, é possível chegar em Estremoz e conhecer o fascinante Convento dos Congregados, que foi construído onde antes havia um palácio. A arquitetura barroca tem fortes influências italianas, e o interior possui incríveis painéis de azulejos. Atualmente, também abriga a Câmara Municipal, uma biblioteca e um Museu de Arte Sacra.

Pouco mais de meia hora de viagem separa Estremoz de Elvas, lar da Igreja Nossa Senhora da Assunção. Ela chama atenção por seu design, principalmente pelas portas laterais manuelinas, a capela mor barroca e os altares barrocos de talha dourada e de mármore. A sacristia e o órgão de tubos dão um tom temporal a esta bela e antiga construção. Anexo a este templo, é possível visitar também um museu de arte sacra.

Há muitos museus do tipo espalhados pela região, e a próxima atração do roteiro é um deles: o Museu de Arte Sacra de Moura. Um pouco mais distante, a cidadezinha fica a quase duas horas de Elvas, e o museu está instalado na antiga Igreja de São Pedro, um edifício que conta com um fascinante revestimento de azulejos do século 17 em seu interior. Aberto desde 2004, tem exposições do patrimônio eclesiástico, com centenas de peças que demonstram as tradições religiosas locais.

Depois disso, parta para Serpa, a 45 minutos dali. Em meio às belas paisagens da Serra de São Gens, a dois quilômetros de Serpa, fica a Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe. Com o estilo mudéjar típico da Península Ibérica, de arquitetura simples e sem riquezas decorativas, a ermida é um pequeno refúgio que abriga a imagem da santa, homenageada anualmente em uma festa que começa na Páscoa e dura cinco dias.

O próximo destino é Mértola e sua Igreja Nossa Senhora da Anunciação. Praticamente vizinha do castelo da cidade, é uma igreja peculiar, uma vez que a construção era originalmente uma mesquita islâmica. Foi adaptada e se tornou uma igreja cristã, mas ainda é possível ver características góticas, muçulmanas, manuelinas e renascentistas na edificação. Entre as modificações, o altar principal foi deslocado para a parede na direção norte e o qibla, que indicava a direção para Meca, foi retirado. A grande diferença desta igreja está na posição da entrada, que fica na parede da direita em relação à nave.

Siga então para Castro Verde. A pequena cidade tem uma igreja que, por fora, é uma bela construção, mas é seu interior que realmente encanta. A Basílica Real de Castro Verde tem as paredes interiores revestidas inteiramente dos tradicionais azulejos portugueses e um incrível altar-mor de talha dourada.

A última parada fica no litoral, em Sines. A Igreja Nossa Senhora das Salas guarda a imagem da padroeira da cidade, que todo dia 15 de agosto é levada em procissão pela baía em um barco. A construção tem quase 500 anos e hoje possui um tesouro, um museu que exibe joias, vestidos da antiga nobreza portuguesa e objetos de prata utilizados nas missas. Encerrando o roteiro em Sines, em cerca de 1h15 é possível estar novamente no ponto de partida: Lisboa.