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Galera lança oitavo livro da série inspirada em “The walking dead”, com direito a personagem brasileiro

image005.jpgSucesso em diferentes frentes – nos quadrinhos, em duas séries de TV, nos livros, em games e webséries – a franquia “The walking dead” ganha mais um lançamento em outubro com a publicação de “Retorno para Woodbury”. É o oitavo título literário inspirado na HQ de Robert Kirkman e o terceiro da série que começou com “Declínio”, publicado no início de 2015.

Na trama, o grupo liderado por Lilly Caul parece ter encontrado um lugar minimamente seguro e equipado para viver, numa enorme loja de departamentos em Atlanta. Mas Lilly ainda sonha em retomar Woodbury, um lugar que para ela significa, mais do que uma casa, a possibilidade de ter uma vida normal. Assim, alguns dos sobreviventes seguem pelas estradas desertas rumo à pequena cidade, mas encontram errantes, assassinos e desastres naturais pelo caminho.

Em paralelo, conhecemos um novo vilão lunático obcecado por criar uma família perfeita e vemos o retorno de Ash, que havia desaparecido alguns livros atrás. A história ganha também um personagem brasileiro que, após fugir de helicóptero de uma ilha – numa sequência eletrizante que abre o livro, – junta-se  a um homem que busca a mulher raptada.

A franquia “The walking dead” tem milhões de fãs em todo o mundo: a série de TV é uma das mais assistidas da atualidade e a que tem alcance mais abrangente entre os espectadores. A nona temporada estreia lá fora e aqui no Brasil, pela Fox, no dia 7 de outubro.

A série de livros já vendeu mais de 700 mil exemplares apenas no Brasil. A primeira trilogia, com os títulos “A ascensão do Governador”, “O caminho para Woodbury” e “A queda do Governador” (este último dividido em duas partes), teve sua trama centrada na figura mítica do tirano Phillip Blake. Já a segunda série de livros, iniciada com “Declínio”, tem como protagonista a heroína Lilly Caul que, ao lado de um grupo de sobreviventes, tenha reconstruir Woodbury e transformá-la num lar tranquilo.

Jay Bonansinga escreveu livros de terror aclamados pela crítica, como “The Black Mariah”, finalista do Bram Stoker Award; e “Shattered”, finalista do International Thriller Writers Award. Também dirigiu um filme e escreveu livros de não-ficção. Escreveu todos os oito livros da série inspirada em The walking dead: os quatro primeiros em parceria com Robert Kirkman e, os seguintes, em voo solo.

Novo romance de Brittainy C. Cherry chega às livrarias pela Galera Record

image004.jpgBastou as aulas começarem para Aria e Levi aprenderem que uma decisão pode mudar totalmente o curso da vida. Aria, por exemplo, não é mais a garota invisivel do colégio. Depois que descobre que está grávida aos 16 anos, de uma hora para outra ela vira o assunto dos corredores. Mas a verdade é que ela está aterrorizada com a ideia de ser mãe e nunca se sentiu tão sozinha.

Já Levi se mudou para a cidade para morar com o pai e tentar estreitar a sua relação com ele. Na prática, essa ideia acaba se mostrando nada animadora. No colégio, ele vira o garoto popular. O problema é que Levi não tem nada em comum com essa gente,  ele nunca esteve interessado em bebidas, festas ou relacionamentos de apenas um dia. Não importa quantas pessoas o rodeiem, Levi só quer a atenção de Aria.

“Arte & alma”, que chega às livrarias este mês pela Galera Record, é a história de dois adolescentes passando por momentos difíceis e que, sem querer, encontram um no outro alguém que compreenda o que estão passando. Quando estão juntos eles compartilham seus medos e incertezas. Apaixonar-se, definitivamente, não era o plano, mas às vezes é difícil resistir quando alguém parece entender tão bem o que você está sentindo.

Brittainy C. Cherry é formada em artes cênicas, com especialização em escrita criativa pela Carroll University, em Wisconsin.

Narrado em verso, “A poeta X” navega pelo universo do Slam Poetry

image004 (2).jpgFormada em Artes Cênicas pela Universidade George Washington, Elizabeth Acevedo é campeã americana de Slam Poetry, competição de poesia falada que tem se tornado uma via de expressão para jovens em todo o mundo. Filha de imigrantes dominicanos, ela se inspirou em sua própria experiência para escrever “A poeta X”, seu livro de estreia, que chega às livrarias em setembro pela Galera.

No texto, o leitor tem acesso ao caderno de poesias de Xiomara Batista, a protagonista que se sente sem voz e desconectada do mundo que a cerca. Narrado por meio de poesias – que, na melhor tradição do slam poetry, pedem uma leitura em voz alta –, o livro acompanha Xiomara em meio a provações clássicas da adolescência: a paixão pelo amigo da aula de biologia; a raiva e a ferocidade que sempre acabam respondendo primeiro aos gracejos.

A herança afro-latina da personagem também aparece em suas poesias, seja na forma do conflito com a mãe religiosa, nas questões de autoaceitação despertadas pelas curvas que começam a surgir ou nos preconceitos enfrentados no cotidiano no Harlem. A escrita em verso tem efeito poderoso, dando ritmo e autenticidade a uma história absolutamente contemporânea.

Elizabeth Acevedo é bacharel em artes cênicas pela George Washington University e mestre em escrita criativa pela Universidade de Maryland. Com mais de catorze anos de experiência em poesia performática, é Campeã Nacional de Slam Poetry. Figurando na lista de mais vendidos do New York Times assim que foi lançado, “A poeta X” é seu livro de estreia. Mais sobre a autora em www.acevedowrites.com.

Best-seller do New York Times, Holly Black lança nova série

 Intrigas, fadas, guerra e um amor impossível são a receita para um clássico da fantasia YA

image004.jpgDesde Tolkien, os livros de fantasia conquistam cada vez mais fãs. Mas o boom do gênero é indiscutível nos últimos anos. As vendas continuam a crescer… Quanto mais o mundo se racionaliza, mais fantasiosas as tramas em ficção. E se o assunto é fantasia, Holly Black merece destaque. Cocriadora das Crônicas de Spiderwick, sua imaginação é ilimitada.

Em O PRÍNCIPE CRUEL, ela nos transporta para o universo das fadas. Não as inofensivas, com um par de asas às costas, eternizadas por Walt Disney.  As fadas de Black estão de acordo com o folclore e são criaturas vis, capazes dos gestos mais infames… e dos mais surpreendentes sacrifícios. São assustadoras, às vezes belas, outras, repulsivas, mas sempre uma armadilha para mortais.

Jude tinha apenas 7 anos quando testemunhou o assassinato dos pais por um general fada. Ela, a irmã gêmea e a irmão mais velha são, então, levadas pelo assassino para o Reino das Fadas. Dez anos mais tarde, tudo o que a jovem quer é ser aceita, apesar da própria mortalidade. Mas a maioria das fadas despreza humanos. Principalmente Cardan, o mais jovem e perverso herdeiro do Grande Rei.

Para conquistar o tão desejado lugar na Corte, Jude precisa desafiar o príncipe… e enfrentar as consequências. Ao fazê-lo, se envolve cada vez mais nas intrigas palacianas e descobre a própria sede de sangue. E conforme a ameaça de guerra civil promete mergulhar as Cortes feéricas em violência, Jude arriscará a própria vida para salvar a das irmãs. E todo o Reino.

Holly Black é cocriadora das Crônicas de Spiderwick e ganhou um Newberry Honor pelo romance Boneca de ossos. Consagrada autora de livros de fantasia para jovens, Holly também criou, com a amiga Cassandra Clare, a série literária Magisterium. Ela vive na Nova Inglaterra (EUA) com o marido e o filho, numa casa com uma porta secreta. Você pode conhecê-la melhor em blackholly.com.

“Uma mistura inebriante de folclore feérico, alta fantasia e drama, que trazem o mundo perigoso, mas tentador, das fadas à vida.”  – Kirkus Review

Romance histórico LGBT chega às livrarias pela Galera Record

image005.jpgAos dezoito anos, o visconde Henry “Monty” Montague é conhecido por seu incrível charme – e por seu comportamento pervertido. Apesar de ter frequentado as melhores escolas da Inglaterra, é comum encontrá-lo bêbado em noites de jogatinas, nos braços de mulheres ou homens. Não necessariamente nessa ordem.

Esse lorde bissexual do século XVIII pode ser grosseiro e sarcástico, mas seu charme interior é praticamente irresistível. Exceto, talvez, para seu pai, que está decidido a transformá-lo no sucessor de sua fortuna. O que significa acabar de vez com a vida cheia de prazeres e vícios que o filho leva sem nenhum pudor.

A última esperança de Monty era aproveitar seu Grand Tour, viagem pela Europa feita por jovens da alta sociedade, para viver intensamente os seus últimos momentos de farra. Mas seus planos foram totalmente frustrados depois que seu pai contratou um tutor para acompanhá-lo. Pelo menos Monty ainda terá a companhia de seu melhor-amigo-paixão-platônica, Percy. E de sua irmã Felicity. Mas ela vive enfiada nos livros e não deve ser um empecilho.  Ou deve?

Ainda assim, não é da natureza de Monty desistir facilmente e ele está empenhado em fazer desta última viagem uma sequência de festas, bebidas, jogos e muitas investidas em Percy, ou em quem mais aparecer pelo caminho. De Paris a Roma.

Questionamentos sobre o amor entre pessoas do mesmo sexo andam lado a lado com tópicos sobre racismo e diferenças sociais na medida em que Monty e Percy começam a se envolver mais intensamente. “O guia do cavalheiro para o vício e a virtude” foi ganhador de diversos prêmios como o Goodreads Choice Awards de 2017 na categoria Ficção Jovem Adulta. O livro chega às lojas em setembro pela Galera Record.

Mackenzi Lee obteve seu bacharelado em História (durante o qual ela fez o seu próprio Grand Tour pela Europa) e é Mestre em Escrita para crianças e jovens adultos pelo Simmons College. Ela ama Coca zero, pullovers e Star Wars. Em um dia perfeito, ela pode ser encontrada aproveitando os três. Ela atualmente chama Boston de lar. Você pode encontrá-la no Twitter @themackenzilee ou acessando www.mackenzilee.com.

“O mistério do relógio na parede” chega aos cinemas em setembro e ganha nova edição nas livrarias

Publicado pela Galera Record, livro de John Bellairs conta a história de uma casa “mal assombrada” que abriga um relógio encantado. O filme chega às salas do país em 20 de setembro

image004.jpgPrimeiro livro do norte-americano John Bellairs, autor consagrado por suas obras voltadas ao público juvenil, “O mistério do relógio na parede” é um clássico lançado nos anos 70 trazido ao Brasil pela Galera Record. Em setembro, o sucesso das livrarias ganha uma edição especial para marcar a chegada da adaptação aos cinemas. “O mistério do relógio na parede” é a estreia do diretor Eli Roth, famoso por seus filmes de terror, em uma produção para o público infanto-juvenil. O longa tem Owen Vaccaro no papel de Lewis, Cate Blanchett como a Sra. Zimmermann, e Jack Black no papel de Jonathan.

Na trama, Lewis vai morar com o excêntrico tio Jonathan em um casarão num condado de Michigan após a morte de seus pais. Apesar de nunca ter conhecido o tio, a adaptação de Lewis à nova rotina é imediata. Mas Jonathan, de fato, é peculiar. A começar por espalhar relógios de parede pela casa. Mas não é só isso, ele anda pelos corredores escuros diariamente durante a madrugada, as janelas parecem trocar de lugar e, às vezes, os espelhos mostram paisagens que não correspondem ao que está em frente a eles. Será que isso tudo é possível ou é apenas fruto da imaginação de um garoto de dez anos?

É aí que Lewis descobre que o tio e a enxerida Sra. Zimmermann, vizinha que sempre vai visitá-los, na verdade, são feiticeiros e que em algum lugar, no coração da mansão, está um relógio encantado impossível de ser silenciado.

Mas só observar os poderes de Jonathan não é o suficiente para Lewis. Ao tentar imitar o tio, ele acidentalmente libera o fantasma da falecida senhora Izard, uma perigosa feiticeira – e antiga dona da mansão – que está procurando pelo relógio do falecido marido, cujo poder é destruir o mundo. Agora Lewis, o seu tio e a senhorita Zimmermann precisam impedir que a bruxa coloque o seu plano em prática.

O filme estreia em 20 de setembro.

John Bellairs é um dos autores juvenis mais respeitados dos Estados Unidos. Além da trilogia de Lewis Barnavelt, escreveu vários romances góticos, entre os quais The Curse of the Blue Figurine, The Mummy, The Will and the Crypt e The Lamp, from the Warlock’s Tomb, todos inéditos no Brasil. John Bellairs morreu em 1991.

Livro de estreia de Lucas Rocha narra amizade de três jovens em meio ao diagnóstico positivo de HIV

image004.jpgAs vidas de três jovens de 20 e poucos anos se entrelaçam em volta de um assunto que ainda parece ser tabu – o vírus HIV – neste romance de estreia de Lucas Rocha. Em “Você tem a vida inteira”, que chega às livrarias em agosto pela Galera, o autor fala de forma sensível e contemporânea sobre amor e amizade na vida de quem é soropositivo.

A trama começa com Ian, que recebe o resultado positivo do teste de HIV. No centro de tratamento onde fez o exame ele conhece Victor, cujo resultado foi negativo. Victor ainda está irado com Henrique, o rapaz com quem está saindo, por ele ter contado que era soropositivo apenas depois que eles transaram – embora tenha se precavido e usado camisinha em todos os momentos.  Já Henrique está gostando de verdade de Victor e, por isso, tomou a decisão de se abrir sobre o HIV. Suas experiências anteriores no assunto não foram muito boas, e ele ainda reluta em acreditar que possa amar alguém de novo.

“A perspectiva mais desafiadora, para mim, foi a de Victor. Costumo dizer que ele é o personagem que mais amo e mais odeio, porque a jornada de crescimento dele é a maior dos três personagens: ele é quem carrega uma série de preconceitos e quem tem que aprender a ver o outro com mais empatia”, conta Lucas em entrevista ao Blog da Record.

Por meio destes três personagens, ele narra os medos, as esperanças e o preconceito sofrido por quem vive com HIV. Tudo isso numa prosa delicada e embalada também por humor, referências pop e personagens secundários cativantes – de diversos gêneros, cores e sexualidades. “Ainda temos inúmeras vozes em silêncio na comunidade onde estou inserido – da sigla LGBTQIA+, a maior parte das narrativas que vejo são G, e vou ficar muito feliz quando todas as outras letras também tiverem seu espaço de destaque, principalmente na literatura jovem brasileira”, defende Lucas.

Lucas Rocha nasceu em São Gonçalo (RJ), tem 26 anos, é bibliotecário com mestrado em Ciência da Informação, formado pela Universidade Federal Fluminense. Alguns de seus contos foram publicados em coletâneas impressas e digitais, com destaque para os projetos “O outro lado da cidade” e “Todas as cores do Natal”. “Você tem a vida inteira” é o seu primeiro romance.

Best-seller do New York Times, Holly Black lança nova série

Intrigas, fadas, guerra e um amor impossível são a receita para um clássico da fantasia YA

image005.jpgDesde Tolkien, os livros de fantasia conquistam cada vez mais fãs. Mas o boom do gênero é indiscutível nos últimos anos. As vendas continuam a crescer… Quanto mais o mundo se racionaliza, mais fantasiosas as tramas em ficção. E se o assunto é fantasia, Holly Black merece destaque. Cocriadora das Crônicas de Spiderwick, sua imaginação é ilimitada.

Em O PRÍNCIPE CRUEL, ela nos transporta para o universo das fadas. Não as inofensivas, com um par de asas às costas, eternizadas por Walt Disney.  As fadas de Black estão de acordo com o folclore e são criaturas vis, capazes dos gestos mais infames… e dos mais surpreendentes sacrifícios. São assustadoras, às vezes belas, outras, repulsivas, mas sempre uma armadilha para mortais.

Jude tinha apenas 7 anos quando testemunhou o assassinato dos pais por um general fada. Ela, a irmã gêmea e a irmão mais velha são, então, levadas pelo assassino para o Reino das Fadas. Dez anos mais tarde, tudo o que a jovem quer é ser aceita, apesar da própria mortalidade. Mas a maioria das fadas despreza humanos. Principalmente Cardan, o mais jovem e perverso herdeiro do Grande Rei.

Para conquistar o tão desejado lugar na Corte, Jude precisa desafiar o príncipe… e enfrentar as consequências. Ao fazê-lo, se envolve cada vez mais nas intrigas palacianas e descobre a própria sede de sangue. E conforme a ameaça de guerra civil promete mergulhar as Cortes feéricas em violência, Jude arriscará a própria vida para salvar a das irmãs. E todo o Reino.

Holly Black é cocriadora das Crônicas de Spiderwick e ganhou um Newberry Honor pelo romanceBoneca de ossos. Consagrada autora de livros de fantasia para jovens, Holly também criou, com a amiga Cassandra Clare, a série literária Magisterium. Ela vive na Nova Inglaterra (EUA) com o marido e o filho, numa casa com uma porta secreta. Você pode conhecê-la melhor em blackholly.com.

“Todo dia”, de David Levithan, ganha adaptação para o cinema em julho; autor vem ao Brasil para a Bienal do Livro de São Paulo em agosto

image004.jpgPublicado em agosto de 2012 nos EUA, “Todo dia” entrou rapidamente na lista de mais vendidos do New York Times e conquistou resenhas mais que elogiosas de New York Times Book Review, Entertainment Weekly, Los Angeles Times, Boston Globe, entre outros. Foi eleito o livro do ano pela Kirkus, Booklist e pelo School Library Journal. Ganhou elogios rasgados de Jodi Picoult, John Green, Scott Westerfeld, entre outros grandes autores. Agora, “Todo dia” chega às telas do cinema e a Galera Record lança nova edição do livro de David Levithan.  Um dos mais queridos autores da Galera, ele também virá ao Brasil pela primeira vez para participar da Bienal do Livro de São Paulo. Sua participação acontecerá no dia 11 de agosto, às 18h30,  e vai incluir bate-papo com os leitores e sessão de autógrafos.

Na trama de “Todo dia”, “A.” acorda todo dia em um corpo diferente, numa vida diferente, num exercício de empatia literal que só a ficção poderia proporcionar. Um dia, A. pode ser menino, no outro, menina; um dia feliz, noutro triste; num dia gay, noutro hétero; saudável ou doente; rebelde ou certinho (a). Até o dia em que ocupa o corpo de Justin e se apaixona por sua namorada, Rhiannon.

Quando, pela primeira vez, encontra alguém com quer ficar todos os dias, A. parte diariamente em busca de Rhiannon, mas a situação não é das mais fáceis. Enquanto tentam se reencontrar a cada 24 horas, eles precisam superar suas limitações e redefinir suas prioridades. Rhiannon conseguirá ficar com alguém que muda a cada dia? E até onde A. acha justo (ou ético) interferir nas vidas de quem habita?

“Todo dia” provoca reflexões sobre gênero de forma muito sensível e lúdica, retratando o sentimento de efemeridade e a possibilidade de o amor pela personalidade ser maior do que a atração por determinado sexo. Além de “Todo dia”, a Galera lançou ainda “Outro dia”, spin-off no qual a história é contada por Rhiannon. Em outubro, Levithan lança nos EUA o novo “Someday”, continuação da trama, que deve chegar ao Brasil em 2019.

O filme, estrelado por Angourie Rice na pele de Rhiannon, estreia nos cinemas brasileiros em grande circuito no dia 26 de julho. A direção é de Michael Sucsy (de “Para sempre”). Veja o trailer: https://youtu.be/3F34AVGq0Vw.

Autor e editor de YA, David Levithan tem um texto característico, que mistura doçura, humor e sensibilidade, em enredos com personagens de todos os tipos, cores, gêneros e sexualidades. É autor também de “Will & Will: Um nome, um destino”, escrito em parceria com John Green, que foi o primeiro livro jovem adulto com protagonistas gays a entrar na lista de mais vendidos do New York Times, e já vendeu mais de 200 mil exemplares no Brasil. Escreveu ainda “Garoto encontra garoto”, seu primeiro livro; “Nick e Nora: Uma noite de amor e música” e “Naomi e Ely e a lista do não beijo”, esses dois últimos em parceria com Rachel Cohn, e que tiveram sua história adaptada para o cinema. “Dois garotos se beijando” esteve na lista do National Book Award de 2013 e conta as histórias de sete adolescentes em meio à tentativa de dois meninos de quebrar o recorde mundial do beijo mais longo.

Novo livro de A.C. Meyer pela Galera, ‘O tipo certo de garota errada’ narra história de amor cheia de percalços

image003 (2).jpgMalu Bragança é um ponto fora da curva no que diz respeito a estereótipos de boa moça. Se comporta como bem entende entre cores de cabelo e tatuagens pelo corpo, e não tem medo de enfrentar os pais conservadores em busca do que realmente quer. Malu abandona a faculdade de direito e resolve se tornar artista plástica, decepcionando a família do juiz Bragança. Ao lutar por sua felicidade, Malu precisa se sustentar e viver uma vida independente, superando os desafios da vida adulta. O único problema que a menina parece não estar pronta para enfrentar é o sentimento por Rafa, seu melhor amigo e grande paixão, com quem divide a narrativa entre os capítulos dessa obra embalada por música, amigos e uma bela história de amor.

Ao se deparar com problemas de saúde, Malu muda a vida de todos a sua volta e eleva a relação com Rafa, com a melhor amiga Clara, o apaixonado Gabriel e a família que a rejeita por escolher viver de arte, a um alto nível de maturidade, cumplicidade e emoção. Capaz de inspirar os leitores com sua personalidade forte, Malu lida com todos os percalços com muita sobriedade e vontade de viver, principalmente quando precisa decidir entre viver um grande amor ou deixá-lo ir.

Especialista em romances repletos de músicas para todos os gostos, a autora apresenta aos leitores uma playlist de 34 faixas ao final do livro, para ajudar o leitor a embarcar na viagem que é a vida de Malu.

A.C. Meyer mora no Rio de Janeiro e é viciada em livros. Sua série After Dark é um enorme sucesso entre os leitores. Seu primeiro romance pela Galera Record foi “Cadu & Mari”, também publicado nos Estados Unidos em versão eletrônica.