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Ubisoft lança livro da série The Division no Brasil

Publicado no Brasil pela Editora Galera Record, Tom Clancy’s The Division Broken Dawn estará disponível a partir de 3 de agosto, por R$34,90; pré-venda garante um gift card com óculos de visão noturna para ser usado com o game e um pôster com arte exclusiva

Um novo livro irá enriquecer e ampliar ainda mais a experiência dos jogos da série Tom Clancy’s The Division. A Ubisoft anuncia que Tom Clancy’s The Division Broken Down chega ao mercado em 3 de agosto e explora a narrativa em torno do surgimento da Divisão, um grupo autônomo de agentes especiais preparados para agir em momentos apocalípticos. Entre outras passagens, o livro revela, em primeira mão e com detalhes, os eventos que sustentam a história dos jogos Tom Clancy’s The Division e a ambientação de toda a série.

No Brasil, Tom Clancy’s The Division Broken Down é publicado pela Editora Galera Record e já está em pré-venda exclusiva no Submarino por R$34,90. Os consumidores que adquirirem o livro antes do lançamento ainda irão receber um gift card com óculos de visão noturna para ser utilizado com o game e um pôster com arte exclusiva.

“A Ubisoft sempre busca expandir o universo de seus jogos em diferentes mídias e plataformas, agregando conteúdos e adicionando valor à experiência dos games. No Brasil, onde alcançamos resultados expressivos com os livros da saga Assassin’s Creed, acreditamos que The Division tem enorme potencial. Com The Division 2, por exemplo, o país já superou 616 mil jogadores e hoje é o quarto maior mercado global do jogo”, disse Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft para América Latina.

A História

Em um futuro próximo, um misterioso vírus começa a se espalhar durante a Black Friday dos Estados Unidos e, com o frenesi das compras, a doença desconhecida progride rapidamente.

Meses depois, diante de um governo destruído, de uma infraestrutura decadente e de uma civilização em pleno descontrole, surge a Divisão, um grupo autônomo de agentes preparados para agir em situações extremas e que se torna responsável por proteger a população das consequências sociais da pandemia, de predadores, saqueadores e criminosos que aproveitaram o caos social gerado para oprimir a sociedade.

Um desses agentes é Aurelio Diaz, um homem íntegro que investiga o caso de um colega que abandonou seu posto e causou a morte de diversos civis. As pistas o levam até April Kelleher, uma civil que viajou de Nova York para o Meio-Oeste americano em buscas de respostas e de uma cura para o vírus mortal.

Mesmo distantes e enfrentando dificuldades, April e Aurelio precisarão se adaptar às novas circunstâncias e começam a perceber que suas histórias estão conectadas.

Com narrativa acelerada e envolvente, The Division: Broken Dawn é uma obra de suspense com o selo Tom Clancy de qualidade e que vai apresentar fatos inéditos ocorridos entre os dois jogos da série The Division.

Tom Clancy’s The Division: Broken Dawn
Alex Irvine
308 pág. | R$34,90
Grupo Editorial Record

Livro da Galera Record ganha edição americana

O romance ‘Where we go from here’, publicado por uma das maiores editoras dos Estados Unidos, é tradução de Você tem a vida inteira, do brasileiro Lucas Rocha. A obra conta a história de três jovens entrelaçadas pelo vírus HIV. “O livro mostra que o principal desafio do soropositivo hoje é o estigma”, afirma a editora-executiva Rafaella Machado, que, à frente da Galera Record, consolida um trabalho pioneiro de dar voz à diversidade

Primeira editora a publicar um livro jovem com protagonista homossexual, a Galera Record teve seu trabalho reconhecido internacionalmente com a chegada ao mercado americano de ‘Where we go from here’, tradução de Você tem a vida inteira, de Lucas Rocha. O romance, que trata sobre o preconceito enfrentado por jovens soropositivos, foi apresentado por Rafaella Machado, editora-executiva da Galera Record, a David Levithan, diretor editorial da Scholastic, uma das maiores editoras dos Estados Unidos. “Conheci o David, que também é autor de livros para jovens, numa Bienal do Livro, e o apresentei ao título. O que mais chamou a atenção dele foi a forma como Lucas abordou a temática do HIV. É uma leitura importante para desconstruir o preconceito”, observa Rafaella Machado. O livro de Lucas Rocha foi um dos três selecionados para o Kit Gay, lançado pela Galera Record em 2018, e foi um dos títulos distribuídos pelo influenciador Felipe Neto na Bienal do Livro de 2019 em seu protesto contra a tentativa de censura do Prefeito Crivella.

A trama de Você tem a vida inteira começa com Ian, que recebe o resultado positivo do teste de HIV. No centro de tratamento onde fez o exame ele conhece Victor, cujo resultado foi negativo. Victor ainda está irado com Henrique, o rapaz com quem está saindo, por ele ter contado que era soropositivo apenas depois que eles transaram – embora tenha se precavido e usado camisinha em todos os momentos.  Já Henrique está gostando de verdade de Victor e, por isso, tomou a decisão de se abrir sobre o HIV. Suas experiências anteriores no assunto não foram muito boas, e ele ainda reluta em acreditar que possa amar alguém de novo. Por meio destes três personagens, ele narra os medos, as esperanças e o preconceito sofrido por quem vive com HIV. Tudo isso numa prosa delicada e embalada também por humor, referências pop e personagens secundários cativantes – de diversos gêneros, cores e sexualidades. “Ainda temos inúmeras vozes em silêncio na comunidade onde estou inserido – da sigla LGBTQIA+, a maior parte das narrativas que vejo são G, e vou ficar muito feliz quando todas as outras letras também tiverem seu espaço de destaque, principalmente na literatura jovem brasileira”, defende Lucas Rocha.

Destaque no exterior e SUS em debate

O editor brasileiro Orlando dos Reis, colaborador da Scholastic, em entrevista ao site Publisher’s Weekly, lembrou de quando leu o original em português pela primeira vez – e se encantou imediatamente: “Ao meio do capítulo quatro, comecei a traduzir. Pensei: ‘Alguém mais precisa ler isso. Não posso ser o único”, entusiasmou-se o editor brasileiro. Depois de publicado, o livro recebeu destaque da editora norte-americana. Em meio aos quase quatrocentos títulos publicados anualmente, a Scholastic escolhe três para “leitura obrigatória” aos funcionários para a convenção anual, e ‘Where we go from here’ foi uma delas. Rafaella Machado, que  participou da Convenção, a convite de Levithan, comenta o sucesso do título na nova casa. “Um ponto do livro que impressionou os funcionários da Scholastic, especialmente neste contexto de pandemia, é a assistência do serviço público brasileiro de saúde ao portador de HIV, que é uma referência mundial”. No livro, Lucas destaca na trama o desempenho do Sistema Único de Saúde brasileiro, o SUS.

3 perguntas para Rafaella Machado

A editora-executiva da Galera Record, Rafaella Machado, faz parte da terceira geração da família no comando do Grupo Editorial Record, fundado por seu avô, Alfredo Machado, em 1942 – Alfredo tinha o sonho de vender livros como ‘um produto de massa’, que todos pudessem comprar. Depois de passar pelo marketing da empresa, Rafaella assumiu a editora Galera Record com a missão de buscar novos autores, com a formação de novas gerações de leitores, sempre preocupada com a inclusão de temas e pautas de representatividade, e captar tendências editoriais.

Qual é a importância do livro do Lucas Rocha hoje?

Rafaella Machado: Há 20 anos, muitos livros e filmes para jovens falavam sobre o perigo do HIV. Agora que o vírus está sob controle, e o Brasil é referência no tratamento, existe uma carência de livros que falem sobre a verdadeira epidemia que circunda os soropositivos, que é o preconceito e a intolerância. O livro do Lucas mostra que o principal desafio do soropositivo hoje não é mais a doença e sim o estigma pessoal.

Como surgiu a ideia de apresentar o livro ao David Levithan?

R. M: Eu conheci o David aqui no Brasil, quando ele veio para a Bienal de 2018 e conversamos muito sobre a importância de livros LGBT contra o autoritarismo e homofobia, especialmente nos Estados Unidos do Trump. Quando acabou a Bienal, o David foi conhecer a sede do Grupo Editorial Record, em São Cristóvão, no Rio, e ele me perguntou qual livro do selo que mais me empolgou ultimamente. Entreguei um exemplar para o David e nunca pensei que ele encontraria alguém para ler o original em português.

Levithan é uma referência no mercado jovem. Como é sua relação com ele?

R. M: Eu me inspiro muito no trabalho dele. Foi para ele que liguei quando o Crivella tentou censurar os livros gays na Bienal e falar com ele reforçou para mim a responsabilidade social de um editor jovem na luta contra o silenciamento, o tabu e preconceito, seja de pessoas homoafetivas ou qualquer outro tipo de minoria.

Galera lança oitavo livro da série inspirada em “The walking dead”, com direito a personagem brasileiro

image005.jpgSucesso em diferentes frentes – nos quadrinhos, em duas séries de TV, nos livros, em games e webséries – a franquia “The walking dead” ganha mais um lançamento em outubro com a publicação de “Retorno para Woodbury”. É o oitavo título literário inspirado na HQ de Robert Kirkman e o terceiro da série que começou com “Declínio”, publicado no início de 2015.

Na trama, o grupo liderado por Lilly Caul parece ter encontrado um lugar minimamente seguro e equipado para viver, numa enorme loja de departamentos em Atlanta. Mas Lilly ainda sonha em retomar Woodbury, um lugar que para ela significa, mais do que uma casa, a possibilidade de ter uma vida normal. Assim, alguns dos sobreviventes seguem pelas estradas desertas rumo à pequena cidade, mas encontram errantes, assassinos e desastres naturais pelo caminho.

Em paralelo, conhecemos um novo vilão lunático obcecado por criar uma família perfeita e vemos o retorno de Ash, que havia desaparecido alguns livros atrás. A história ganha também um personagem brasileiro que, após fugir de helicóptero de uma ilha – numa sequência eletrizante que abre o livro, – junta-se  a um homem que busca a mulher raptada.

A franquia “The walking dead” tem milhões de fãs em todo o mundo: a série de TV é uma das mais assistidas da atualidade e a que tem alcance mais abrangente entre os espectadores. A nona temporada estreia lá fora e aqui no Brasil, pela Fox, no dia 7 de outubro.

A série de livros já vendeu mais de 700 mil exemplares apenas no Brasil. A primeira trilogia, com os títulos “A ascensão do Governador”, “O caminho para Woodbury” e “A queda do Governador” (este último dividido em duas partes), teve sua trama centrada na figura mítica do tirano Phillip Blake. Já a segunda série de livros, iniciada com “Declínio”, tem como protagonista a heroína Lilly Caul que, ao lado de um grupo de sobreviventes, tenha reconstruir Woodbury e transformá-la num lar tranquilo.

Jay Bonansinga escreveu livros de terror aclamados pela crítica, como “The Black Mariah”, finalista do Bram Stoker Award; e “Shattered”, finalista do International Thriller Writers Award. Também dirigiu um filme e escreveu livros de não-ficção. Escreveu todos os oito livros da série inspirada em The walking dead: os quatro primeiros em parceria com Robert Kirkman e, os seguintes, em voo solo.

Novo romance de Brittainy C. Cherry chega às livrarias pela Galera Record

image004.jpgBastou as aulas começarem para Aria e Levi aprenderem que uma decisão pode mudar totalmente o curso da vida. Aria, por exemplo, não é mais a garota invisivel do colégio. Depois que descobre que está grávida aos 16 anos, de uma hora para outra ela vira o assunto dos corredores. Mas a verdade é que ela está aterrorizada com a ideia de ser mãe e nunca se sentiu tão sozinha.

Já Levi se mudou para a cidade para morar com o pai e tentar estreitar a sua relação com ele. Na prática, essa ideia acaba se mostrando nada animadora. No colégio, ele vira o garoto popular. O problema é que Levi não tem nada em comum com essa gente,  ele nunca esteve interessado em bebidas, festas ou relacionamentos de apenas um dia. Não importa quantas pessoas o rodeiem, Levi só quer a atenção de Aria.

“Arte & alma”, que chega às livrarias este mês pela Galera Record, é a história de dois adolescentes passando por momentos difíceis e que, sem querer, encontram um no outro alguém que compreenda o que estão passando. Quando estão juntos eles compartilham seus medos e incertezas. Apaixonar-se, definitivamente, não era o plano, mas às vezes é difícil resistir quando alguém parece entender tão bem o que você está sentindo.

Brittainy C. Cherry é formada em artes cênicas, com especialização em escrita criativa pela Carroll University, em Wisconsin.

Narrado em verso, “A poeta X” navega pelo universo do Slam Poetry

image004 (2).jpgFormada em Artes Cênicas pela Universidade George Washington, Elizabeth Acevedo é campeã americana de Slam Poetry, competição de poesia falada que tem se tornado uma via de expressão para jovens em todo o mundo. Filha de imigrantes dominicanos, ela se inspirou em sua própria experiência para escrever “A poeta X”, seu livro de estreia, que chega às livrarias em setembro pela Galera.

No texto, o leitor tem acesso ao caderno de poesias de Xiomara Batista, a protagonista que se sente sem voz e desconectada do mundo que a cerca. Narrado por meio de poesias – que, na melhor tradição do slam poetry, pedem uma leitura em voz alta –, o livro acompanha Xiomara em meio a provações clássicas da adolescência: a paixão pelo amigo da aula de biologia; a raiva e a ferocidade que sempre acabam respondendo primeiro aos gracejos.

A herança afro-latina da personagem também aparece em suas poesias, seja na forma do conflito com a mãe religiosa, nas questões de autoaceitação despertadas pelas curvas que começam a surgir ou nos preconceitos enfrentados no cotidiano no Harlem. A escrita em verso tem efeito poderoso, dando ritmo e autenticidade a uma história absolutamente contemporânea.

Elizabeth Acevedo é bacharel em artes cênicas pela George Washington University e mestre em escrita criativa pela Universidade de Maryland. Com mais de catorze anos de experiência em poesia performática, é Campeã Nacional de Slam Poetry. Figurando na lista de mais vendidos do New York Times assim que foi lançado, “A poeta X” é seu livro de estreia. Mais sobre a autora em www.acevedowrites.com.

Best-seller do New York Times, Holly Black lança nova série

 Intrigas, fadas, guerra e um amor impossível são a receita para um clássico da fantasia YA

image004.jpgDesde Tolkien, os livros de fantasia conquistam cada vez mais fãs. Mas o boom do gênero é indiscutível nos últimos anos. As vendas continuam a crescer… Quanto mais o mundo se racionaliza, mais fantasiosas as tramas em ficção. E se o assunto é fantasia, Holly Black merece destaque. Cocriadora das Crônicas de Spiderwick, sua imaginação é ilimitada.

Em O PRÍNCIPE CRUEL, ela nos transporta para o universo das fadas. Não as inofensivas, com um par de asas às costas, eternizadas por Walt Disney.  As fadas de Black estão de acordo com o folclore e são criaturas vis, capazes dos gestos mais infames… e dos mais surpreendentes sacrifícios. São assustadoras, às vezes belas, outras, repulsivas, mas sempre uma armadilha para mortais.

Jude tinha apenas 7 anos quando testemunhou o assassinato dos pais por um general fada. Ela, a irmã gêmea e a irmão mais velha são, então, levadas pelo assassino para o Reino das Fadas. Dez anos mais tarde, tudo o que a jovem quer é ser aceita, apesar da própria mortalidade. Mas a maioria das fadas despreza humanos. Principalmente Cardan, o mais jovem e perverso herdeiro do Grande Rei.

Para conquistar o tão desejado lugar na Corte, Jude precisa desafiar o príncipe… e enfrentar as consequências. Ao fazê-lo, se envolve cada vez mais nas intrigas palacianas e descobre a própria sede de sangue. E conforme a ameaça de guerra civil promete mergulhar as Cortes feéricas em violência, Jude arriscará a própria vida para salvar a das irmãs. E todo o Reino.

Holly Black é cocriadora das Crônicas de Spiderwick e ganhou um Newberry Honor pelo romance Boneca de ossos. Consagrada autora de livros de fantasia para jovens, Holly também criou, com a amiga Cassandra Clare, a série literária Magisterium. Ela vive na Nova Inglaterra (EUA) com o marido e o filho, numa casa com uma porta secreta. Você pode conhecê-la melhor em blackholly.com.

“Uma mistura inebriante de folclore feérico, alta fantasia e drama, que trazem o mundo perigoso, mas tentador, das fadas à vida.”  – Kirkus Review

Romance histórico LGBT chega às livrarias pela Galera Record

image005.jpgAos dezoito anos, o visconde Henry “Monty” Montague é conhecido por seu incrível charme – e por seu comportamento pervertido. Apesar de ter frequentado as melhores escolas da Inglaterra, é comum encontrá-lo bêbado em noites de jogatinas, nos braços de mulheres ou homens. Não necessariamente nessa ordem.

Esse lorde bissexual do século XVIII pode ser grosseiro e sarcástico, mas seu charme interior é praticamente irresistível. Exceto, talvez, para seu pai, que está decidido a transformá-lo no sucessor de sua fortuna. O que significa acabar de vez com a vida cheia de prazeres e vícios que o filho leva sem nenhum pudor.

A última esperança de Monty era aproveitar seu Grand Tour, viagem pela Europa feita por jovens da alta sociedade, para viver intensamente os seus últimos momentos de farra. Mas seus planos foram totalmente frustrados depois que seu pai contratou um tutor para acompanhá-lo. Pelo menos Monty ainda terá a companhia de seu melhor-amigo-paixão-platônica, Percy. E de sua irmã Felicity. Mas ela vive enfiada nos livros e não deve ser um empecilho.  Ou deve?

Ainda assim, não é da natureza de Monty desistir facilmente e ele está empenhado em fazer desta última viagem uma sequência de festas, bebidas, jogos e muitas investidas em Percy, ou em quem mais aparecer pelo caminho. De Paris a Roma.

Questionamentos sobre o amor entre pessoas do mesmo sexo andam lado a lado com tópicos sobre racismo e diferenças sociais na medida em que Monty e Percy começam a se envolver mais intensamente. “O guia do cavalheiro para o vício e a virtude” foi ganhador de diversos prêmios como o Goodreads Choice Awards de 2017 na categoria Ficção Jovem Adulta. O livro chega às lojas em setembro pela Galera Record.

Mackenzi Lee obteve seu bacharelado em História (durante o qual ela fez o seu próprio Grand Tour pela Europa) e é Mestre em Escrita para crianças e jovens adultos pelo Simmons College. Ela ama Coca zero, pullovers e Star Wars. Em um dia perfeito, ela pode ser encontrada aproveitando os três. Ela atualmente chama Boston de lar. Você pode encontrá-la no Twitter @themackenzilee ou acessando www.mackenzilee.com.

“O mistério do relógio na parede” chega aos cinemas em setembro e ganha nova edição nas livrarias

Publicado pela Galera Record, livro de John Bellairs conta a história de uma casa “mal assombrada” que abriga um relógio encantado. O filme chega às salas do país em 20 de setembro

image004.jpgPrimeiro livro do norte-americano John Bellairs, autor consagrado por suas obras voltadas ao público juvenil, “O mistério do relógio na parede” é um clássico lançado nos anos 70 trazido ao Brasil pela Galera Record. Em setembro, o sucesso das livrarias ganha uma edição especial para marcar a chegada da adaptação aos cinemas. “O mistério do relógio na parede” é a estreia do diretor Eli Roth, famoso por seus filmes de terror, em uma produção para o público infanto-juvenil. O longa tem Owen Vaccaro no papel de Lewis, Cate Blanchett como a Sra. Zimmermann, e Jack Black no papel de Jonathan.

Na trama, Lewis vai morar com o excêntrico tio Jonathan em um casarão num condado de Michigan após a morte de seus pais. Apesar de nunca ter conhecido o tio, a adaptação de Lewis à nova rotina é imediata. Mas Jonathan, de fato, é peculiar. A começar por espalhar relógios de parede pela casa. Mas não é só isso, ele anda pelos corredores escuros diariamente durante a madrugada, as janelas parecem trocar de lugar e, às vezes, os espelhos mostram paisagens que não correspondem ao que está em frente a eles. Será que isso tudo é possível ou é apenas fruto da imaginação de um garoto de dez anos?

É aí que Lewis descobre que o tio e a enxerida Sra. Zimmermann, vizinha que sempre vai visitá-los, na verdade, são feiticeiros e que em algum lugar, no coração da mansão, está um relógio encantado impossível de ser silenciado.

Mas só observar os poderes de Jonathan não é o suficiente para Lewis. Ao tentar imitar o tio, ele acidentalmente libera o fantasma da falecida senhora Izard, uma perigosa feiticeira – e antiga dona da mansão – que está procurando pelo relógio do falecido marido, cujo poder é destruir o mundo. Agora Lewis, o seu tio e a senhorita Zimmermann precisam impedir que a bruxa coloque o seu plano em prática.

O filme estreia em 20 de setembro.

John Bellairs é um dos autores juvenis mais respeitados dos Estados Unidos. Além da trilogia de Lewis Barnavelt, escreveu vários romances góticos, entre os quais The Curse of the Blue Figurine, The Mummy, The Will and the Crypt e The Lamp, from the Warlock’s Tomb, todos inéditos no Brasil. John Bellairs morreu em 1991.

Livro de estreia de Lucas Rocha narra amizade de três jovens em meio ao diagnóstico positivo de HIV

image004.jpgAs vidas de três jovens de 20 e poucos anos se entrelaçam em volta de um assunto que ainda parece ser tabu – o vírus HIV – neste romance de estreia de Lucas Rocha. Em “Você tem a vida inteira”, que chega às livrarias em agosto pela Galera, o autor fala de forma sensível e contemporânea sobre amor e amizade na vida de quem é soropositivo.

A trama começa com Ian, que recebe o resultado positivo do teste de HIV. No centro de tratamento onde fez o exame ele conhece Victor, cujo resultado foi negativo. Victor ainda está irado com Henrique, o rapaz com quem está saindo, por ele ter contado que era soropositivo apenas depois que eles transaram – embora tenha se precavido e usado camisinha em todos os momentos.  Já Henrique está gostando de verdade de Victor e, por isso, tomou a decisão de se abrir sobre o HIV. Suas experiências anteriores no assunto não foram muito boas, e ele ainda reluta em acreditar que possa amar alguém de novo.

“A perspectiva mais desafiadora, para mim, foi a de Victor. Costumo dizer que ele é o personagem que mais amo e mais odeio, porque a jornada de crescimento dele é a maior dos três personagens: ele é quem carrega uma série de preconceitos e quem tem que aprender a ver o outro com mais empatia”, conta Lucas em entrevista ao Blog da Record.

Por meio destes três personagens, ele narra os medos, as esperanças e o preconceito sofrido por quem vive com HIV. Tudo isso numa prosa delicada e embalada também por humor, referências pop e personagens secundários cativantes – de diversos gêneros, cores e sexualidades. “Ainda temos inúmeras vozes em silêncio na comunidade onde estou inserido – da sigla LGBTQIA+, a maior parte das narrativas que vejo são G, e vou ficar muito feliz quando todas as outras letras também tiverem seu espaço de destaque, principalmente na literatura jovem brasileira”, defende Lucas.

Lucas Rocha nasceu em São Gonçalo (RJ), tem 26 anos, é bibliotecário com mestrado em Ciência da Informação, formado pela Universidade Federal Fluminense. Alguns de seus contos foram publicados em coletâneas impressas e digitais, com destaque para os projetos “O outro lado da cidade” e “Todas as cores do Natal”. “Você tem a vida inteira” é o seu primeiro romance.

Best-seller do New York Times, Holly Black lança nova série

Intrigas, fadas, guerra e um amor impossível são a receita para um clássico da fantasia YA

image005.jpgDesde Tolkien, os livros de fantasia conquistam cada vez mais fãs. Mas o boom do gênero é indiscutível nos últimos anos. As vendas continuam a crescer… Quanto mais o mundo se racionaliza, mais fantasiosas as tramas em ficção. E se o assunto é fantasia, Holly Black merece destaque. Cocriadora das Crônicas de Spiderwick, sua imaginação é ilimitada.

Em O PRÍNCIPE CRUEL, ela nos transporta para o universo das fadas. Não as inofensivas, com um par de asas às costas, eternizadas por Walt Disney.  As fadas de Black estão de acordo com o folclore e são criaturas vis, capazes dos gestos mais infames… e dos mais surpreendentes sacrifícios. São assustadoras, às vezes belas, outras, repulsivas, mas sempre uma armadilha para mortais.

Jude tinha apenas 7 anos quando testemunhou o assassinato dos pais por um general fada. Ela, a irmã gêmea e a irmão mais velha são, então, levadas pelo assassino para o Reino das Fadas. Dez anos mais tarde, tudo o que a jovem quer é ser aceita, apesar da própria mortalidade. Mas a maioria das fadas despreza humanos. Principalmente Cardan, o mais jovem e perverso herdeiro do Grande Rei.

Para conquistar o tão desejado lugar na Corte, Jude precisa desafiar o príncipe… e enfrentar as consequências. Ao fazê-lo, se envolve cada vez mais nas intrigas palacianas e descobre a própria sede de sangue. E conforme a ameaça de guerra civil promete mergulhar as Cortes feéricas em violência, Jude arriscará a própria vida para salvar a das irmãs. E todo o Reino.

Holly Black é cocriadora das Crônicas de Spiderwick e ganhou um Newberry Honor pelo romanceBoneca de ossos. Consagrada autora de livros de fantasia para jovens, Holly também criou, com a amiga Cassandra Clare, a série literária Magisterium. Ela vive na Nova Inglaterra (EUA) com o marido e o filho, numa casa com uma porta secreta. Você pode conhecê-la melhor em blackholly.com.