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RIO – Raised in Oblivion: seis diferenciais do game

(Foto: divulgação)

O melhor game independente na edição 2019 da Brasil Game Show (BGS) está em contagem regressiva para o lançamento oficial. RIO – Raised in Oblivion, que já despertou o interesse de gigantes do setor, como a NVIDIA e a REDragon Brasil, que apoiam o projeto, é o primeiro jogo desenvolvido pela brasileira First Phoenix Studio e chega com a proposta do modo Survival com uma pegada mais dinâmica. Confira, abaixo, os principais diferenciais do game:

1 – Uma Nova Experiência em Sobrevivência
Raised in Oblivion traz uma nova mecânica de jogo dentro do gênero sobrevivência. A maioria dos jogos desse tipo oferecem um vasto mundo como diferencial, mas pecam pelo excesso, o jogador chega a passar horas vagando pelo mapa sem encontrar um outro player, o que acaba tornando os jogos maçantes sem qualquer ação ou emoção derrubando o interesse do usuário. RIO se passa em um espaço limitado por muros, transformando o seu universo em uma verdadeira arena de sobrevivência, forçando o conflito entre os jogadores para aumentar a ação e a sensação de desafio dentro do game.

2 – Ranking e Competição
O jogador de RIO será fortemente incentivado à competição. Com elementos de RPG como sistema de níveis, patentes e ainda um ranking dos players. O jogo em si será mais uma opção de e-sports dentro de um gênero pouco explorado. Normalmente, os jogos do nicho de sobrevivência exploram apenas a simulação de realidade esquecendo um pouco a parte da diversão. Em Raised in Oblivion, vamos misturar os dois mundos para obter um resultado único e novo. O sistema de level permite ao jogador tornar-se mais forte e mais habilidoso com o passar do tempo e o sistema de ranking eleva a competitividade entre os jogadores na batalha para ver quem é o melhor, dando ao jogador uma noção de reconhecimento ao esforço empregado.

3 – Inteligência Artificial
Não pense que por ser divertido, RIO é um jogo fácil de ser jogado. Além de estar confinado em uma área limitada com players querendo te eliminar para ganhar pontos e os seus itens, humanos infectados pelo vírus tentarão te atacar sem qualquer razão. O objetivo é deixar o gameplay ainda mais dinâmico para ninguém ficar parado. O jogador será incentivado a fazer escolhas e tomar ações a todo momento.

4 – Mundo Vivo
Durante o gameplay de RIO, o jogador verá que o mundo à sua volta está vivo: chuva, vento, sol, animais, plantas. Tudo no mundo de RIO é planejado e desenvolvido para trazer o máximo possível de realismo e imersão. Desde os animais espalhados pelo cenário até o simples balanço de uma folha ao vento. 

5 – Liberdade para ir e vir
Dentro da área confinada o jogador terá diversas áreas para explorar, não é porque o mundo é fechado que ele é simples. RIO tem diversos ambientes, subáreas e biomas para o jogador conhecer. Seja para explorar novas áreas, seja para descobrir locais estratégicos de gameplay. 

6 – Fazer escolhas
Ao jogador de RIO será dado o direito de escolher de que lado ele quer ficar: ao lado da lei, fazendo parte da ORDEM ou ao lado daqueles que vivem à margem da lei, conhecidos como ASSASSINOS, além da ideia de escolha, o sistema de “organização por clã” junto ao ranking competitivo aumentam ainda mais a sensação de rivalidade alimentando sempre a ideia de competição e da busca para se tornar o melhor jogador, o que abre diversas oportunidades no âmbito esportivo (e-sports).

First Phoenix Studio divulga primeiro teaser de ‘RIO – Raised in Oblivion’

(Foto: Divulgação)

A First Phoenix Studio divulgou o primeiro teaser de “RIO – Raised in Oblivion”, game brasileiro que mistura os estilos Battle Royale e Survival. Com lançamento previsto para outubro, o game já entra em sua fase final de testes nos próximos meses. O jogo, por enquanto, está disponível somente para PC, via plataforma Steam. No ano passado, RIO ganhou o título de melhor game indie da América Latina no Brasil Game Show.

Raised In Oblivion (RIO) é um jogo de ação e sobrevivência on-line, ambientado na cidade do Rio de Janeiro. Em um Brasil pós-apocalíptico, na região da Praça Seca, a disseminação de uma doença infecciosa faz com que os contaminados passem a se comportar inconscientemente de forma agressiva, a ponto de atacar outras pessoas. A fim de suprimir o contágio, o governo local construiu muros de contenção: ninguém entra, ninguém sai. É necessário sobreviver ao caos até que a cura seja descoberta.

Dentro dos muros, o caos reina e os players podem matar os inocentes para roubar seus itens ou por sádica diversão. Para combatê-los existe “A Ordem”, players recrutados pelo governo, especializados em caçar assassinos para manter o fio de paz que ainda resta na área de quarentena. O jogador enfrentará outros sobreviventes, entre eles traficantes e infectados. A ideia é promover a conexão entre pessoas por meio da interação.