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GODZILLA VS KONG JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NA HBO MAX

Longa tem Millie Bobby Brown, Alexander Skarsgård e Rebecca Hall no elenco

Godzilla vs Kong já está disponível na HBO Max. (Foto: divulgação)

Duas das forças mais poderosas da natureza colidem em uma batalha espetacular para todas as idades, em GODZILLA VS KONG. Após um grande recorde de bilheteria nos cinemas, a produção já está disponível com exclusividade na HBO Max.

Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. No entanto, tudo sai do controle quando eles cruzam o caminho de Godzilla, completamente enfurecido, deixando um rastro de destruição em todo o mundo. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.

GODZILLA VS KONG tem o elenco liderado por Alexander Skarsgård, Millie Bobby Brown e Rebecca Hall, roteiro de Eric Pearson e Max Borenstein, e direção de Adam Wingard. Veja o trailer aqui.

Lançamento Geektopia – “Godzilla: O maior monstro da historia”

A edição exclusiva apresenta uma história que dosa adequadamente os momentos de drama, ação e suspense, além de contar com o prefácio de Mauricio Muniz, reconhecido como jornalista e editor do mundo geek

(Foto: divulgação)

Em breve, a Geektopia um dos selos do Grupo Novo Século trará o lançamento da maior criatura das telinhas, “Godzilla: O maior monstro da história”. A nova HQ apresenta uma grande aventura que será dividida em dois volumes.

Nessa obra, os seres humanos estão tentando se adaptar ao novo cenário que está repleto de criaturas estranhas e assustadoras, que a qualquer instante podem causar grandes estragos e diversas mortes. Mas nem tudo está perdido, quatro amigos corajosos se juntaram para caçar e deter esses peculiares bichos.

Contudo, a editora dá início a mais um capítulo dessa história de quase setenta anos do grande monstruoso.

O Godzilla é um enorme monstro fictício, que surgiu nos filmes japoneses de terror e de ficção cientifica. O monstro surgiu por uma explosão nuclear, seu tamanho e sua grande força evocam a fúria das bombas atômicas lançadas em Nagasaki e Hiroshima. Ele é conhecido por conta de sua semelhança a um dinossauro, quase indestrutível e capaz de lançar uma forma de fogo ou raio pela boca. Apareceu pela primeira vez no filme “Gojira” em 1954.  

Godzilla e Kong invadem game PUBG MOBILE na atualização 1.4

A atualização 1.4 do jogo mobile mais popular traz os titãs Godzilla, Kong e Mechagodzilla ao battle royale, além de um modo de jogo exclusivo em conceito microcosmo com jogadores em miniatura, um novo veículo e um novo mapa na arena, o Hangar

Godzilla vs Kong chega no PUBG Mobile. (Foto: divulgação)

Muito aguardada pelos fãs, a atualização 1.4 chega ao PUBG MOBILE trazendo o Poder dos Titãs, em parceria com o filme Godzilla vs. Kong. Os jogadores poderão encontrar monstros como Godzilla, Kong e Mechagodzilla vagando pelos mapas durante as batalhas.

Os titãs misteriosos já começaram a aparecer nos mapas de Erangel, Sanhok e Livik e os jogadores podem selecionar o modo Poder de Titãs no início de cada partida, fazendo com que os monstros apareçam no jogo. Embora sejam geralmente passivos com os jogadores, não chegue muito perto, pois os Titãs podem se tornar irritados e hostis. Os campos do Exército da Expedição Apex e o Assentamento de Monstros são dois elementos que foram adicionados ao jogo, e os Titãs tentarão destruí-los. Os campos Apex contém suprimentos que podem ser saqueados uma vez destruídos por um Titã enquanto o Assentamento de Monstros também tem loot benéfico. Mas cuidado: será preciso derrotar criaturas hostis para adquiri-lo.

Os Titãs também absorvem energia passivamente e a liberam na forma de Cristais de Titã. Esses cristais oferecem diferentes efeitos especiais, desde um item arremessável especial que empurra os inimigos e os queima, aumentar as capacidades dos jogadores como a velocidade de movimento e altura do pulo até detectar inimigos nas proximidades em um curto período de tempo. O primeiro Titã, Godzilla, já está vagando por Erangel, com Kong entrando em Sanhok a partir de 15 de maio e Mechagodzilla em Livik em 20 de maio. Os jogadores também podem esperar por um evento único que ocorrerá durante os estágios finais da Invasão dos Titãs.

Além do combate gigantesco, os jogadores poderão se encolher até o tamanho de um inseto com o novo modo Microcosmo, disponível a partir de 9 de junho. Uma série de laboratórios estranhos aparecerão em Erangel, guardando o misterioso Dispositivo de Transformação Quântica. Os jogadores que interagirem com esse dispositivo serão miniaturizados até o tamanho de um inseto. Nesse estado, só poderão batalhar com outros jogadores também encolhidos e não poderão ser mortos pelas armas normais, exceto pelas panelas. Jogadores em miniatura também podem atravessar Erangel através dos Buracos de Minhoca para viajar entre os laboratórios.

Outras novidades da atualização 1.4 incluem:

• Novo Mapa de Arena: Hangar – Um novo mapa, localizado em um hangar de um navio gigante desconhecido, poderá ser jogado a partir de 1º de junho, com suporte a três modos: Eliminação por equipes, Arena de Treinamento e Jogo de Armas. O mapa inclui cantos estreitos e muitos pontos de cobertura para combates acelerados;

• Modo de disparo: Sobre o ombro (OTS) – Este novo modo diminui a velocidade de movimento e aumenta a precisão do tiro, dando aos jogadores mais opções durante tiroteios de longo alcance;

• Novo veículo: Coupe RB – Um carro de dois lugares capaz de alcançar mais de 150km/h, o CoupeRB, está disponível em Erangel, Miramar, Sanhok, e Livik.

A versão 1.4 do PUBG MOBILE está disponível gratuitamente na App Store e Google Play Store, e você pode conferir o trailer aqui. Para mais informações visite os canais sociais oficiais do PUBG MOBILE no Facebook Instagram Twitter Tiktok YouTube .

PUBG MOBILE pode ser baixado gratuitamente na App Store Google Play Store .

Chutes, pontapés e entretenimento

 ‘Godzilla vs Kong’ entrega bem aos espectadores no quesito ação e espectadores ficarão dúvida para quem torcer no final

Por Antonio Lemos

Kong e Godzilla se enfrentam nos cinemas. (Foto: divulgação)

Confesso que anteriormente não tinha assistido aos filmes do King Kong e Godzilla. Achava “bobinha” a história, mas quando veio o convite de acompanhar o embate desses ‘Titãs’, procurei ver os longas anteriores para não ficar perdido. Não fiquei convencido com os títulos anteriores, e a ideia da Warner Bros. de colocá-los frente a frente em seu “Monstroverso” valeu pelo entretenimento, principalmente pelo fato dos dois monstros distribuírem socos, pontapés, golpes e explosões para todos os lados.

Antes de falar sobre Godzilla vs Kong’, vamos aos antecedentes. Godzilla é uma criatura que vem aterrorizando as cidades japonesas e posteriormente as demais localidades do mundo, e tem como rivais um bestiário de monstros gigantes, das mais diversas habilidades e preza pelo equilíbrio do planeta. Ou seja, ele não é ameaçado desde que alguém pise em seu calo e comece a quebrar tudo.

Já Kong recebeu “trocentas” versões além da clássica, aquela da famosa cena em que fica no topo do Empire States protegendo sua amada. Também precisou enfrentar monstros gigantes, inclusive o lagartão, onde sai vitorioso.

O filme começa com Kong preso em uma redoma na Ilha da Caveira, um cenário bem parecido com o filmaço ‘O Show de Truman’, onde o personagem de Jim Carrey ficava preso em outro mundo, enquanto pessoas o assistiam ao estilo dos realitys shows, nas quais paramos para assistir. Jia (Kaylee Hottle), garota surda e sob responsabilidade da Dra. Ilene Andrews (Rebecca Hall), é o principal elo de comunicação com Kong por meio de sinais, e com isso, formou um vínculo muito próximo. A equipe de Andrews entendia que não poderia soltá-lo senão seria alvo fácil de Godzilla.

Por falar no réptil gigante, ele estava quieto, ‘na sua’, quando foi incomodado pela Apex Cybernetics e começou a quebrar tudo que via pela frente. Madison Russell (Millie Bobby Brown), filha de Mark Russell (Kyle Chandler), passou a suspeitar dos motivos que o levaram para tal revolta, alegando que o monstro é bom e não causaria pânico. Ela procurou Brian Henry (Bernie Hayes), um cientista com laços profundos com a Apex e criador de um podcast que investiga sobre a corporação, para saber o que estava por trás dos ataques.

O “Team Kong” acreditava que o único ser que poderia bater de frente com Gozilla era o seu macaco gigante, então, resolveram levá-lo para explorar a Terra Oca, um local no subterrâneo, próximo do núcleo da Terra, onde acredita-se que seja o berço dos titãs. E de fato, o local guarda segredos e evidências de uma guerra na qual os dois saíram como sobreviventes. A intenção de levá-lo via transporte marítimo fluía bem até o primeiro round dos ‘Titãs’. Com direito a trocação, altas ondas e explosões de embarcações, o réptil levou a melhor e saiu nadando como se não tivesse acontecido nada. Restou ao grupo de cientistas continuar sua expedição pelo ar, com Kong amarrado em redes com vários helicópteros fazendo o trajeto.

Enquanto a equipe de Andrews chegava a Terra Oca, local onde Kong se sentia em casa, o “Team Godzilla” liderados por Madison, Henry e o atrapalhado Julian Dennison (Josh Valentine) foram para a Apex e pararam em Hong Kong ao entrarem em uma cápsula, onde descobriram que outras versões do réptil estavam prontos, inclusive um robô, bem parecido com algum “zord” dos Power Rangers, o MechaGodzilla.

Bem, o objetivo em levar o embate dos titãs é feito com sucesso. Além da batalha marítima, os dois se reencontram na Terra Oca, e dá-lhe socos, chutes e pancadaria. Ninguém queria entregar nada de graça e os efeitos especiais tanto nas lutas diurnas quanto as noturnas não deixam a desejar, e dá vontade de vestir a camisa do monstro preferido. O Godzilla nível “zord” também entra nessa rinha, tão poderoso que é movido pela mente humana e o final deixarei para os senhores assistirem, onde independente do vencedor ou perdedor, a sensação é de satisfação ao término do filme.

Para quem procura drama, ‘Godzilla vs Kong’ não é indicado, pois a história é bem “bobinha” como disse na introdução. Agora, se a opção é ver dois monstros com altura descomunal, pancadaria e efeitos especiais, o blockbuster é recomendado, ainda mais pela escassez de estreias nas salas de cinema pelo Brasil afora.

Titãs cinematográficos Godzilla e Kong batalham pela supremacia em World of Warships

Jogo de combate naval online e gratuito recebe camuflagens navais, comandantes, brasões e mais conteúdos inspirados no filme Godzilla vs. Kong

Logo após a estreia do épico filme de ação e aventura da Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures, Godzilla vs. Kong, os infames inimigos levarão sua batalha para o alto mar em World of Warships e World of Warships: Legends como parte de um episódio exclusivo, via colaboração por tempo limitado, entre Wargaming, Legendary Entertainment e Toho Co, Ltd. 

Esses gigantescos e icônicos titãs serão apresentados a bordo de seus navios individuais e disponibilizados como comandantes jogáveis. Além disso, camuflagens temáticas do filme, bem como brasões, bandeiras e outros conteúdos, estarão disponíveis no jogo durante a campanha promocional, que começará no final de maio. Godzilla vs. Kong já está disponível nos cinemas do mundo todo e, desde ontem, 31 de março, no HBO Max por 31 dias a partir do lançamento nos cinemas.

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Nesta batalha final dos pesos pesados, só pode haver um vencedor. Representando o Time Godzilla, vestindo azul e pesando 41.217 toneladas, está o encouraçado japonês Amagi. No canto laranja, representando o Time Kong e pesando 37.484 toneladas, está o navio USS North Carolina. Ambas as equipes virão com camuflagens permanentes exclusivas inspiradas no filme, mas também com suas próprias camuflagens consumíveis, brasões, bandeiras e muito mais. 

Godzilla e Kong se enfrentam também em World of Warhsips. (Foto: divulgação)

Já nos consoles, os jogadores de World of Warship: Legends que escolherem Godzilla terão um encouraçado único com o nome de Heat Ray, enquanto os fãs de Kong terão uma grande contrapartida em Primal, um encouraçado que representa o poder da criatura. Tudo isso será oferecido junto com os comandantes acompanhantes, camuflagens consumíveis, brasões, bandeiras e mais.

“Quase 60 anos atrás, King Kong e Godzilla se enfrentaram pela primeira vez nas telonas do Japão e, desde então, a rivalidade dessas criaturas míticas capturou a imaginação de milhões ao redor do mundo”, diz Aleksandr Nikolaev, produtor de publicação sênior da Wargaming. “World of Warships está sempre em busca de novos e empolgantes conteúdos dos quais nossos jogadores gostariam de apreciar, e temos o prazer de compartilhar com eles nossa visão desse lendário confronto de titãs.”

“A Wargaming é a parceira perfeita para permitir aos fãs entrarem em ação e participarem do confronto tão esperado entre esses dois enormes titãs”, conta Sam Rappaport, diretor de mídia interativa da Legendary Entertainment. “Por meio desta colaboração, os jogadores poderão experimentar o imenso tamanho e escala do filme através de um confronto épico entre navios de guerra do Time Godzilla e do Time Kong.”

DIRETOR DE GODZILLA II: REI DOS MONSTROS REVELA QUE SEMPRE CONSIDEROU A CRIATURA COMO UM MITO

Filme está em cartaz nos cinemas brasileiros

Godzilla II: Rei dos Monstros está em cartaz nos cinemas brasileiros e o diretor Michael Dougherty (“Krampus – O Terror do Natal”) revela que sempre foi fã do personagem: “O Godzilla sempre foi um mito. Os filmes do Godzilla são grandiosos e divertidos, mas, por baixo do caos e destruição apocalípticos, esses filmes são alegorias. Foi assim que os japoneses inventaram e retrataram originalmente o personagem e esse é um dos motivos pelos quais o Godzilla existe há tanto tempo”.

Diretor de “Godzilla II – Rei dos Monstros” sempre acreditou a criatura como mito. (Foto: Divulgação)

Vera Farmiga, que estrela o longa, também se impressionou com os monstros, principalmente com Godzilla: “O filme reúne criaturas ancestrais incríveis e, diante de tanta ação e aventura, as pessoas sentirão uma descarga de adrenalina. Contudo, também é importante contar uma história com a qual as pessoas se identifiquem e acho que essa história faz isso. Por isso o Godzilla ainda é uma figura poderosa. Ele chama nossa atenção para problemas verdadeiros. Não dá para ser indiferente a um monstro atômico com 800 megatons de potência que nos faz sentir muito humanos”.

Godzilla II chega e prova quem é o rei

Por Rodrigo Bocatti

Após o lançamento de “Godzilla”, em 2014, e “Kong – A ilha da caveira”, em 2018, a Warner Bros Pictures e a Legendary está preparando o terreno para a grande batalha entre Godzilla e King Kong (prevista para 2020). E agora com a chegada de “Godizlla II – O Rei dos Monstros” podemos imaginar de como esses dois gigantes irão se enfrentar.

O filme começa com todos pensando que Godzilla desapareceu e o único sistema que poderia ter uma chance de encontra-lo, construído pelos doutores Emma (Vera Famiga) e Mark (Kyle Chandler) e destruído pelos mesmos. Porém, a mãe de Madison (Millie Bobby) resolveu reconstruir o equipamento e em uma estação da Monarch resolve colocar para funcionar quando um Titã está prestes a ganhar vidar e depois outros ao redor do mundo começam a despertar do seu sono.

(Foto: Divulgação)

O filme gira em torno da busca dos cientistas em busca de Emma e Madison, sequestradas, junto com a máquina que se comunica com os titãs e um segundo momento por Godzilla, já que sabem que ele é considerado o rei dos monstros, assim como Mothra, que é a rainha dos monstros e são os únicos que podem salvar a Terra de ser devastada.

A luta entre Godzilla e Ghidora é muito intensa e interessante, onde no final a grande heroína do filme seja outra. Porém, esses grandes monstros mostram toda sua força, o que impressiona, e destroem uma cidade inteira. No final dos créditos, temos uma ideia do que reunirá os dois gigantes.

A atuação de Millie Bobby, a Eleven de “Stranger Things”, tem uma interpretação que te faz torcer por todas as ações e tem um carisma inigualável e ela eleva o drama ao fim do filme em uma cena emocionante.

GODZILLA II: REI DOS MONSTROS GANHA NOVO TRAILER

O longa estrelado por Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Ken Watanabe e Zhang Ziyi chega aos cinemas em 30 de maio

A Warner Bros. Pictures divulga novo trailer legendado de Godzilla II: Rei dos Monstrosnovo capítulo do MonsterVerse e dirigido por Michael Dougherty. O vídeo se passa em um clima de destruição total e mostra o retorno dos Titãs: Mothra, Rodan e Ghidorah enfrentando o Rei dos Monstros.

Na sequência do sucesso mundial de “Godzilla” e “Kong: A Ilha da Caveira”, chega o próximo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures para os cinemas: Godzilla II: Rei dos Monstros, uma aventura de ação épica que coloca Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura popular.

O filme tem direção de Michael Dougherty (“Krampus – O Terror do Natal”) e é estrelado pelos indicados ao Oscar Vera Farmiga (“Amor Sem Escalas”, filmes “Invocação do Mal”), Ken Watanabe (“O Último Samurai “) e Sally Hawkins (“Blue Jasmine”), os dois últimos reprisando seus papéis em “Godzilla”; Kyle Chandler (“O Lobo de Wall Street”, “Manchester à Beira-Mar”); Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), fazendo sua estreia no cinema; Bradley Whitford (“Corra!”); Thomas Middleditch (“Silicon Valley”, da HBO); Charles Dance (“Game of Thrones”, da HBO); O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton – A História do N.W.A.”); Aisha Hinds (“Além da Escuridão – Star Trek”); e a indicada ao Globo de Ouro Zhang Ziyi (“Memórias de uma Gueixa”, “O Tigre e o Dragão”).

A história inédita acompanha os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch à medida que seus membros enfrentam uma sequência de monstros gigantescos, incluindo o poderoso Godzilla, que luta contra Mothra, Rodan e seu arqui-inimigo de três cabeças, King Ghidorah. Quando estas criaturas milenares – que se acreditava serem mitos – ressurgem, elas lutam pela supremacia, colocando em risco a existência da humanidade.

Dougherty dirige o filme a partir de um roteiro que ele escreveu com Zach Shields. O filme foi produzido por Mary Parent, Alex Garcia, Brian Rogers, Thomas Tull e Jon Jashni, com produção executiva de Zach Shields, Barry H. Waldman, Dan Lin, Roy Lee, Yoshimitsu Banno e Kenji Okuhira. Alexandra Mendes e Jay Ashenfelter foram coprodutores pela Legendary.

Nos bastidores, a equipe criativa de Dougherty incluiu o diretor de fotografia Lawrence Sher, cujos créditos incluem “Cães De Guerra” e “Godzilla”, no qual foi responsável pela fotografia adicional; o desenhista de produção Scott Chambliss (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Além da Escuridão – Star Trek”); os editores Roger Barton (“Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar”, filmes “Transformers”), o indicado ao Oscar Richard Pearson (“Voo United 93”, “Kong: A Ilha da Caveira”) e Bob Ducsay (“Godzilla”, “Star Wars – Os Últimos Jedi”); a figurinista Louise Mingenbach (filmes “X-Men” e “Se Beber, Não Case!”); e o supervisor de efeitos especiais vencedor do Oscar Guillaume Rocheron (“Godzilla”, “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”, parte da equipe vencedora do Oscar por “As Aventuras de Pi”).

Uma apresentação da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures, Godzilla II: Rei dos Monstros chega aos cinemas em 30 de maio de 2019. O filme será distribuído em 3D, 2D e IMAX pela Warner Bros. Pictures, exceto no Japão, onde será distribuído pela Toho Co., Ltd.

GODZILLA II: REI DOS MONSTROS GANHA NOVO TRAILER E ARTE

Michael Dougherty dirige o longa estrelado por Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Ken Watanabe e Zhang Ziyi

O novo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures, Godzilla II: Rei dos Monstros, ganha novo trailer legendado e arte. O vídeo mostra novas imagens de destruição e finaliza com o embate entre Godzilla e o monstro de três cabeças King Ghidorah.

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Sobre o filme

Na sequência do sucesso mundial de “Godzilla” e “Kong: A Ilha da Caveira”, chega o próximo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures para os cinemas: Godzilla II: Rei dos Monstros, uma aventura de ação épica que coloca Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura popular.

O filme tem direção de Michael Dougherty (“Krampus – O Terror do Natal”) e é estrelado pelos indicados ao Oscar Vera Farmiga (“Amor Sem Escalas”, filmes “Invocação do Mal”), Ken Watanabe (“O Último Samurai “) e Sally Hawkins (“Blue Jasmine”), os dois últimos reprisando seus papéis em “Godzilla”; Kyle Chandler (“O Lobo de Wall Street”, “Manchester à Beira-Mar”); Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), fazendo sua estreia no cinema; Bradley Whitford (“Corra!”); Thomas Middleditch (“Silicon Valley”, da HBO); Charles Dance (“Game of Thrones”, da HBO); O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton – A História do N.W.A.”); Aisha Hinds (“Além da Escuridão – Star Trek”); e a indicada ao Globo de Ouro Zhang Ziyi (“Memórias de uma Gueixa”, “O Tigre e o Dragão”).

A história inédita acompanha os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch à medida que seus membros enfrentam uma sequência de monstros gigantescos, incluindo o poderoso Godzilla, que luta contra Mothra, Rodan e seu arqui-inimigo de três cabeças, King Ghidorah. Quando estas criaturas milenares – que se acreditava serem mitos – ressurgem, elas lutam pela supremacia, colocando em risco a existência da humanidade.

Dougherty dirige o filme a partir de um roteiro que ele escreveu com Zach Shields. O filme foi produzido por Mary Parent, Alex Garcia, Brian Rogers, Thomas Tull e Jon Jashni, com produção executiva de Zach Shields, Barry H. Waldman, Dan Lin, Roy Lee, Yoshimitsu Banno e Kenji Okuhira. Alexandra Mendes e Jay Ashenfelter foram coprodutores pela Legendary.

Nos bastidores, a equipe criativa de Dougherty incluiu o diretor de fotografia Lawrence Sher, cujos créditos incluem “Cães De Guerra” e “Godzilla”, no qual foi responsável pela fotografia adicional; o desenhista de produção Scott Chambliss (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Além da Escuridão – Star Trek”); os editores Roger Barton (“Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar”, filmes “Transformers”), o indicado ao Oscar Richard Pearson (“Voo United 93”, “Kong: A Ilha da Caveira”) e Bob Ducsay (“Godzilla”, “Star Wars – Os Últimos Jedi”); a figurinista Louise Mingenbach (filmes “X-Men” e “Se Beber, Não Case!”); e o supervisor de efeitos especiais vencedor do Oscar Guillaume Rocheron (“Godzilla”, “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”, parte da equipe vencedora do Oscar por “As Aventuras de Pi”).

Uma apresentação da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures, Godzilla II: Rei dos Monstros chega aos cinemas em 30 de maio de 2019. O filme será distribuído em 3D, 2D e IMAX pela Warner Bros. Pictures, exceto no Japão, onde será distribuído pela Toho Co., Ltd.

A Tradição e as técnicas em “Kong: Skull Island”

Por Renan Villalon

Filmes nostálgicos, ou que remetem a obras clássicas e icônicas de Hollywood, se tornam cada vez mais constantes para o grande público, e produtos direcionados pela cultura pop são um dos principais carros chefe dentro dessa curiosa oferta. Kong: Skull Island (Kong: A Ilha da Caveira), de Jordan Vogt-Roberts, reconhecível como um reboot e não necessariamente como um remake do primogênito King Kong (1933), trata-se de um filme que pode gerar um dos retornos contemporâneos sobre um dos mais excêntricos tipos de filmes: o dos monstros gigantes do cinema. Vejamos, portanto, algumas de suas características.

O roteiro de Kong é considerado como dentro do gênero de aventura, ação e fantasia (pelo IMDB), com diversos elementos extravagantes (com destaque especial aos monstros), mas esse reboot também traz a temática de sobrevivência na selva e/ou de conflitos militares – como a fotografia da cena do primeiro encontro com Kong lembrando uma das icônicas sequências de Top Gun (1986) – o que já propõe algumas modificações à história original.

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“Kong: A Ilha da Caveira” chega aos cinemas resgatando os monstros gigantes. (Foto: Divulgação)

Conforme o esperado, há uma imensa diversidade de criaturas gigantes, indo desde aranhas que ultrapassam a altura das árvores até lagartos com uma extensão maior do que o próprio e principal monstro personagem da trama. Isso acaba por demonstrar todos os perigos da ilha, mas também reconhecemos o intuito de transformarem a figura ameaçadora de Kong em um líder que mantém o equilíbrio da natureza nesse ambiente. Equilíbrio que, curiosamente, será ameaçado tanto pelo “progresso científico” (através da destruição e invasão do homem à natureza), quanto pelo aspecto militar da infantaria que acompanha os cientistas na expedição (com uma típica temática de vingança e de domínio do homem sobre a natureza) – ambas características do roteiro que demonstram um aspecto crítico sobre a figura do homem perante a natura, mesmo que sem um grande aprofundamento dessa possível ideia.

Mas gêneros com monstros gigantes também se trata do cinema enquanto espetáculo midiático, e essa ideia não é menosprezada pela produção. Um aspecto importantíssimo é o embate e a forma como as lutas entre os monstros ocorrem, nesse caso servindo bem à história e evitando momentos gratuitos. Isso transforma cada uma das lutas, aparentemente, em uma motivação diretamente relacionada aos aspectos de Kong, seja para observarmos sua ferocidade, ou a sua relação de proteção e autodefesa, ou na relação multifacetada com a figura do homem, que ao mesmo tempo pode ser ameaçador, insignificante, amoroso e/ou indefeso. Além disso, temos também a tensão produzida pelo filme, com momentos de muita criatividade quando vemos os humanos sendo ameaçados pelos diversos monstros, pois trata cada uma das criaturas através de suas particularidades. Isso gera excessivamente um clima no qual os personagens podem ser mutilados, erguidos, perfurados, devorados ou esmagados em qualquer momento, o que deixa o espectador num clima eterno de suspense durante a história (com quebras de narrativa muito inusitadas e excêntricas, ao mesmo tempo).

Os aspectos técnicos relacionados à construção da imagem fílmica são essenciais para a experiência cinematográfica que a obra passa. O principal deles pode ser a linguagem cinematográfica utilizada para a obra, em que reconhecemos logo de início a forma como o diretor usa o 3D com a intenção realmente de inserir o espectador nos ambientes da narrativa. Mesmo com poucos e breves momentos nos quais ele “joga” elementos cênicos no rosto do espectador, utiliza o 3D de maneira bem abrangente, condicionando e posicionando os personagens e os monstros com a profundidade de campo geralmente mais extensa e não muito reduzida. Isso, ainda que existam alguns instantes em que utiliza do hack focus (mudança de foco do fundo para frente e vice-versa) como forma de direcionar o olhar, o que também não atrapalha e nem banaliza o 3D no geral.

Sobre essa característica de direcionar o olhar do espectador, Vogt-Roberts conseguiu ser bem criativo, pois em alguns momentos também utiliza da ideia de “quadros dentro do quadro fílmico”, algo clássico no cinema hollywoodiano – estes são pequenos enquadramentos, através de objetos cenográficos em meio às cenas, para criar um quadro cênico dentro do enquadramento do filme, o que direciona rapidamente o olhar do espectador para conteúdo desse quadro menor. Esse fator, criando um aspecto de realidade, nos ajuda a suspender o fator da descrença no filme, algo importante para que o espectador tenha imersão e envolvimento na história, a ponto de vibrar (internamente) com os momentos de catarse na narrativa.

Complementando essa ideia sobre a linguagem fílmica, também podemos citar a forma como Vogt-Roberts trata a carnificina no filme (atendendo a quesitos que permitem uma larga faixa etária assistir à obra). O diretor utiliza de momentos tanto pela forma clichê (como o tradicional corte de câmera, no momento do ataque, para um plano no qual esborrifará o sangue em algum lugar), quanto por ideias criativas (como a cena em contra-luz que mostra um dos personagens sendo atacado e esquartejado por monstros voadores). Isso é importante quando lembramos que a primeira versão (1933) era direcionada, em meio a outros gêneros, como um filme de horror, e independentemente dos parâmetros de censura que existiam naquela época, uma temática de terror nos dias atuais exige, pelo menos, o PG-13 (faixa etária de 13 anos acima), o que restringiria o público-alvo no cinema, mesmo que fosse pouco. Isso além do trabalho com os grandes planos gerais da narrativa, que além de criar expectativa pelo momento de aparição ou ataque dos monstros, também é idealizado pelo fato do lançamento em IMAX, que pelo enorme formato também influencia na experiência de assistir ao filme, embora não seja excessivamente uma obrigação para se divertir com a obra.

Como forma nostálgica, se relacionando com o primeiro da franquia King Kong, através da direção de arte observamos os aspectos de iconicidade que esse reboot busca, sempre se referindo ao filme de 1933. Alguns dos ícones do clássico aparecem através da utilização de seus elementos e motivações, como: (1) Kong batendo no próprio peito; (2) o resgate e o relacionamento com a principal figura feminina da história; (3) os veículos aéreos sobrevoando ao redor da figura do monstro, atacando-o; (4) os monstros pré-históricos e insetos gigantes; além (5) dos nativos da ilha. Há também a sugestão narrativa de que Kong seria capturado, como na obra de 1933, mas essa possível referência fica para uma continuação mais a frente. Dessa maneira, percebe-se que, embora a obra tenha uma história diferenciada do original, o aspecto nostálgico se mantém e também é importante para a experiência que o filme propõe. Isso também se conclui através da cena pós-crédito, pois se relaciona não apenas com o futuro crossover já mencionado pela produtora (com Godzilla, de 2014), como sugere que a franquia dessa série fílmica, MonsterVerse, irá resgatar diversos títulos da franquia Godzilla, como: Mothra (1961), Rodan (1956) e Ghidorah, the Three-Headed Monster (1964).

Finalizando, Kong: Skull Island é uma obra em que foi buscado o novo e o velho, com sua equipe baseando-se em elementos icônicos, mas preocupada com uma inovação à história, essencialmente pelos aspectos técnicos que tanto podem modificar e/ou diversificar uma obra com teor nostálgico. Um sentimento que parece ser buscado constantemente pelas atuais produções à cultura pop no cinema, e que continuarão com esses novos filmes de monstros.