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DIRETOR DE GODZILLA II: REI DOS MONSTROS REVELA QUE SEMPRE CONSIDEROU A CRIATURA COMO UM MITO

Filme está em cartaz nos cinemas brasileiros

Godzilla II: Rei dos Monstros está em cartaz nos cinemas brasileiros e o diretor Michael Dougherty (“Krampus – O Terror do Natal”) revela que sempre foi fã do personagem: “O Godzilla sempre foi um mito. Os filmes do Godzilla são grandiosos e divertidos, mas, por baixo do caos e destruição apocalípticos, esses filmes são alegorias. Foi assim que os japoneses inventaram e retrataram originalmente o personagem e esse é um dos motivos pelos quais o Godzilla existe há tanto tempo”.

Diretor de “Godzilla II – Rei dos Monstros” sempre acreditou a criatura como mito. (Foto: Divulgação)

Vera Farmiga, que estrela o longa, também se impressionou com os monstros, principalmente com Godzilla: “O filme reúne criaturas ancestrais incríveis e, diante de tanta ação e aventura, as pessoas sentirão uma descarga de adrenalina. Contudo, também é importante contar uma história com a qual as pessoas se identifiquem e acho que essa história faz isso. Por isso o Godzilla ainda é uma figura poderosa. Ele chama nossa atenção para problemas verdadeiros. Não dá para ser indiferente a um monstro atômico com 800 megatons de potência que nos faz sentir muito humanos”.

Godzilla II chega e prova quem é o rei

Por Rodrigo Bocatti

Após o lançamento de “Godzilla”, em 2014, e “Kong – A ilha da caveira”, em 2018, a Warner Bros Pictures e a Legendary está preparando o terreno para a grande batalha entre Godzilla e King Kong (prevista para 2020). E agora com a chegada de “Godizlla II – O Rei dos Monstros” podemos imaginar de como esses dois gigantes irão se enfrentar.

O filme começa com todos pensando que Godzilla desapareceu e o único sistema que poderia ter uma chance de encontra-lo, construído pelos doutores Emma (Vera Famiga) e Mark (Kyle Chandler) e destruído pelos mesmos. Porém, a mãe de Madison (Millie Bobby) resolveu reconstruir o equipamento e em uma estação da Monarch resolve colocar para funcionar quando um Titã está prestes a ganhar vidar e depois outros ao redor do mundo começam a despertar do seu sono.

(Foto: Divulgação)

O filme gira em torno da busca dos cientistas em busca de Emma e Madison, sequestradas, junto com a máquina que se comunica com os titãs e um segundo momento por Godzilla, já que sabem que ele é considerado o rei dos monstros, assim como Mothra, que é a rainha dos monstros e são os únicos que podem salvar a Terra de ser devastada.

A luta entre Godzilla e Ghidora é muito intensa e interessante, onde no final a grande heroína do filme seja outra. Porém, esses grandes monstros mostram toda sua força, o que impressiona, e destroem uma cidade inteira. No final dos créditos, temos uma ideia do que reunirá os dois gigantes.

A atuação de Millie Bobby, a Eleven de “Stranger Things”, tem uma interpretação que te faz torcer por todas as ações e tem um carisma inigualável e ela eleva o drama ao fim do filme em uma cena emocionante.

GODZILLA II: REI DOS MONSTROS GANHA NOVO TRAILER

O longa estrelado por Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Ken Watanabe e Zhang Ziyi chega aos cinemas em 30 de maio

A Warner Bros. Pictures divulga novo trailer legendado de Godzilla II: Rei dos Monstrosnovo capítulo do MonsterVerse e dirigido por Michael Dougherty. O vídeo se passa em um clima de destruição total e mostra o retorno dos Titãs: Mothra, Rodan e Ghidorah enfrentando o Rei dos Monstros.

Na sequência do sucesso mundial de “Godzilla” e “Kong: A Ilha da Caveira”, chega o próximo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures para os cinemas: Godzilla II: Rei dos Monstros, uma aventura de ação épica que coloca Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura popular.

O filme tem direção de Michael Dougherty (“Krampus – O Terror do Natal”) e é estrelado pelos indicados ao Oscar Vera Farmiga (“Amor Sem Escalas”, filmes “Invocação do Mal”), Ken Watanabe (“O Último Samurai “) e Sally Hawkins (“Blue Jasmine”), os dois últimos reprisando seus papéis em “Godzilla”; Kyle Chandler (“O Lobo de Wall Street”, “Manchester à Beira-Mar”); Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), fazendo sua estreia no cinema; Bradley Whitford (“Corra!”); Thomas Middleditch (“Silicon Valley”, da HBO); Charles Dance (“Game of Thrones”, da HBO); O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton – A História do N.W.A.”); Aisha Hinds (“Além da Escuridão – Star Trek”); e a indicada ao Globo de Ouro Zhang Ziyi (“Memórias de uma Gueixa”, “O Tigre e o Dragão”).

A história inédita acompanha os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch à medida que seus membros enfrentam uma sequência de monstros gigantescos, incluindo o poderoso Godzilla, que luta contra Mothra, Rodan e seu arqui-inimigo de três cabeças, King Ghidorah. Quando estas criaturas milenares – que se acreditava serem mitos – ressurgem, elas lutam pela supremacia, colocando em risco a existência da humanidade.

Dougherty dirige o filme a partir de um roteiro que ele escreveu com Zach Shields. O filme foi produzido por Mary Parent, Alex Garcia, Brian Rogers, Thomas Tull e Jon Jashni, com produção executiva de Zach Shields, Barry H. Waldman, Dan Lin, Roy Lee, Yoshimitsu Banno e Kenji Okuhira. Alexandra Mendes e Jay Ashenfelter foram coprodutores pela Legendary.

Nos bastidores, a equipe criativa de Dougherty incluiu o diretor de fotografia Lawrence Sher, cujos créditos incluem “Cães De Guerra” e “Godzilla”, no qual foi responsável pela fotografia adicional; o desenhista de produção Scott Chambliss (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Além da Escuridão – Star Trek”); os editores Roger Barton (“Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar”, filmes “Transformers”), o indicado ao Oscar Richard Pearson (“Voo United 93”, “Kong: A Ilha da Caveira”) e Bob Ducsay (“Godzilla”, “Star Wars – Os Últimos Jedi”); a figurinista Louise Mingenbach (filmes “X-Men” e “Se Beber, Não Case!”); e o supervisor de efeitos especiais vencedor do Oscar Guillaume Rocheron (“Godzilla”, “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”, parte da equipe vencedora do Oscar por “As Aventuras de Pi”).

Uma apresentação da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures, Godzilla II: Rei dos Monstros chega aos cinemas em 30 de maio de 2019. O filme será distribuído em 3D, 2D e IMAX pela Warner Bros. Pictures, exceto no Japão, onde será distribuído pela Toho Co., Ltd.

GODZILLA II: REI DOS MONSTROS GANHA NOVO TRAILER E ARTE

Michael Dougherty dirige o longa estrelado por Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Ken Watanabe e Zhang Ziyi

O novo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures, Godzilla II: Rei dos Monstros, ganha novo trailer legendado e arte. O vídeo mostra novas imagens de destruição e finaliza com o embate entre Godzilla e o monstro de três cabeças King Ghidorah.

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Sobre o filme

Na sequência do sucesso mundial de “Godzilla” e “Kong: A Ilha da Caveira”, chega o próximo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures para os cinemas: Godzilla II: Rei dos Monstros, uma aventura de ação épica que coloca Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura popular.

O filme tem direção de Michael Dougherty (“Krampus – O Terror do Natal”) e é estrelado pelos indicados ao Oscar Vera Farmiga (“Amor Sem Escalas”, filmes “Invocação do Mal”), Ken Watanabe (“O Último Samurai “) e Sally Hawkins (“Blue Jasmine”), os dois últimos reprisando seus papéis em “Godzilla”; Kyle Chandler (“O Lobo de Wall Street”, “Manchester à Beira-Mar”); Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), fazendo sua estreia no cinema; Bradley Whitford (“Corra!”); Thomas Middleditch (“Silicon Valley”, da HBO); Charles Dance (“Game of Thrones”, da HBO); O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton – A História do N.W.A.”); Aisha Hinds (“Além da Escuridão – Star Trek”); e a indicada ao Globo de Ouro Zhang Ziyi (“Memórias de uma Gueixa”, “O Tigre e o Dragão”).

A história inédita acompanha os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch à medida que seus membros enfrentam uma sequência de monstros gigantescos, incluindo o poderoso Godzilla, que luta contra Mothra, Rodan e seu arqui-inimigo de três cabeças, King Ghidorah. Quando estas criaturas milenares – que se acreditava serem mitos – ressurgem, elas lutam pela supremacia, colocando em risco a existência da humanidade.

Dougherty dirige o filme a partir de um roteiro que ele escreveu com Zach Shields. O filme foi produzido por Mary Parent, Alex Garcia, Brian Rogers, Thomas Tull e Jon Jashni, com produção executiva de Zach Shields, Barry H. Waldman, Dan Lin, Roy Lee, Yoshimitsu Banno e Kenji Okuhira. Alexandra Mendes e Jay Ashenfelter foram coprodutores pela Legendary.

Nos bastidores, a equipe criativa de Dougherty incluiu o diretor de fotografia Lawrence Sher, cujos créditos incluem “Cães De Guerra” e “Godzilla”, no qual foi responsável pela fotografia adicional; o desenhista de produção Scott Chambliss (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Além da Escuridão – Star Trek”); os editores Roger Barton (“Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar”, filmes “Transformers”), o indicado ao Oscar Richard Pearson (“Voo United 93”, “Kong: A Ilha da Caveira”) e Bob Ducsay (“Godzilla”, “Star Wars – Os Últimos Jedi”); a figurinista Louise Mingenbach (filmes “X-Men” e “Se Beber, Não Case!”); e o supervisor de efeitos especiais vencedor do Oscar Guillaume Rocheron (“Godzilla”, “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”, parte da equipe vencedora do Oscar por “As Aventuras de Pi”).

Uma apresentação da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures, Godzilla II: Rei dos Monstros chega aos cinemas em 30 de maio de 2019. O filme será distribuído em 3D, 2D e IMAX pela Warner Bros. Pictures, exceto no Japão, onde será distribuído pela Toho Co., Ltd.

A Tradição e as técnicas em “Kong: Skull Island”

Por Renan Villalon

Filmes nostálgicos, ou que remetem a obras clássicas e icônicas de Hollywood, se tornam cada vez mais constantes para o grande público, e produtos direcionados pela cultura pop são um dos principais carros chefe dentro dessa curiosa oferta. Kong: Skull Island (Kong: A Ilha da Caveira), de Jordan Vogt-Roberts, reconhecível como um reboot e não necessariamente como um remake do primogênito King Kong (1933), trata-se de um filme que pode gerar um dos retornos contemporâneos sobre um dos mais excêntricos tipos de filmes: o dos monstros gigantes do cinema. Vejamos, portanto, algumas de suas características.

O roteiro de Kong é considerado como dentro do gênero de aventura, ação e fantasia (pelo IMDB), com diversos elementos extravagantes (com destaque especial aos monstros), mas esse reboot também traz a temática de sobrevivência na selva e/ou de conflitos militares – como a fotografia da cena do primeiro encontro com Kong lembrando uma das icônicas sequências de Top Gun (1986) – o que já propõe algumas modificações à história original.

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“Kong: A Ilha da Caveira” chega aos cinemas resgatando os monstros gigantes. (Foto: Divulgação)

Conforme o esperado, há uma imensa diversidade de criaturas gigantes, indo desde aranhas que ultrapassam a altura das árvores até lagartos com uma extensão maior do que o próprio e principal monstro personagem da trama. Isso acaba por demonstrar todos os perigos da ilha, mas também reconhecemos o intuito de transformarem a figura ameaçadora de Kong em um líder que mantém o equilíbrio da natureza nesse ambiente. Equilíbrio que, curiosamente, será ameaçado tanto pelo “progresso científico” (através da destruição e invasão do homem à natureza), quanto pelo aspecto militar da infantaria que acompanha os cientistas na expedição (com uma típica temática de vingança e de domínio do homem sobre a natureza) – ambas características do roteiro que demonstram um aspecto crítico sobre a figura do homem perante a natura, mesmo que sem um grande aprofundamento dessa possível ideia.

Mas gêneros com monstros gigantes também se trata do cinema enquanto espetáculo midiático, e essa ideia não é menosprezada pela produção. Um aspecto importantíssimo é o embate e a forma como as lutas entre os monstros ocorrem, nesse caso servindo bem à história e evitando momentos gratuitos. Isso transforma cada uma das lutas, aparentemente, em uma motivação diretamente relacionada aos aspectos de Kong, seja para observarmos sua ferocidade, ou a sua relação de proteção e autodefesa, ou na relação multifacetada com a figura do homem, que ao mesmo tempo pode ser ameaçador, insignificante, amoroso e/ou indefeso. Além disso, temos também a tensão produzida pelo filme, com momentos de muita criatividade quando vemos os humanos sendo ameaçados pelos diversos monstros, pois trata cada uma das criaturas através de suas particularidades. Isso gera excessivamente um clima no qual os personagens podem ser mutilados, erguidos, perfurados, devorados ou esmagados em qualquer momento, o que deixa o espectador num clima eterno de suspense durante a história (com quebras de narrativa muito inusitadas e excêntricas, ao mesmo tempo).

Os aspectos técnicos relacionados à construção da imagem fílmica são essenciais para a experiência cinematográfica que a obra passa. O principal deles pode ser a linguagem cinematográfica utilizada para a obra, em que reconhecemos logo de início a forma como o diretor usa o 3D com a intenção realmente de inserir o espectador nos ambientes da narrativa. Mesmo com poucos e breves momentos nos quais ele “joga” elementos cênicos no rosto do espectador, utiliza o 3D de maneira bem abrangente, condicionando e posicionando os personagens e os monstros com a profundidade de campo geralmente mais extensa e não muito reduzida. Isso, ainda que existam alguns instantes em que utiliza do hack focus (mudança de foco do fundo para frente e vice-versa) como forma de direcionar o olhar, o que também não atrapalha e nem banaliza o 3D no geral.

Sobre essa característica de direcionar o olhar do espectador, Vogt-Roberts conseguiu ser bem criativo, pois em alguns momentos também utiliza da ideia de “quadros dentro do quadro fílmico”, algo clássico no cinema hollywoodiano – estes são pequenos enquadramentos, através de objetos cenográficos em meio às cenas, para criar um quadro cênico dentro do enquadramento do filme, o que direciona rapidamente o olhar do espectador para conteúdo desse quadro menor. Esse fator, criando um aspecto de realidade, nos ajuda a suspender o fator da descrença no filme, algo importante para que o espectador tenha imersão e envolvimento na história, a ponto de vibrar (internamente) com os momentos de catarse na narrativa.

Complementando essa ideia sobre a linguagem fílmica, também podemos citar a forma como Vogt-Roberts trata a carnificina no filme (atendendo a quesitos que permitem uma larga faixa etária assistir à obra). O diretor utiliza de momentos tanto pela forma clichê (como o tradicional corte de câmera, no momento do ataque, para um plano no qual esborrifará o sangue em algum lugar), quanto por ideias criativas (como a cena em contra-luz que mostra um dos personagens sendo atacado e esquartejado por monstros voadores). Isso é importante quando lembramos que a primeira versão (1933) era direcionada, em meio a outros gêneros, como um filme de horror, e independentemente dos parâmetros de censura que existiam naquela época, uma temática de terror nos dias atuais exige, pelo menos, o PG-13 (faixa etária de 13 anos acima), o que restringiria o público-alvo no cinema, mesmo que fosse pouco. Isso além do trabalho com os grandes planos gerais da narrativa, que além de criar expectativa pelo momento de aparição ou ataque dos monstros, também é idealizado pelo fato do lançamento em IMAX, que pelo enorme formato também influencia na experiência de assistir ao filme, embora não seja excessivamente uma obrigação para se divertir com a obra.

Como forma nostálgica, se relacionando com o primeiro da franquia King Kong, através da direção de arte observamos os aspectos de iconicidade que esse reboot busca, sempre se referindo ao filme de 1933. Alguns dos ícones do clássico aparecem através da utilização de seus elementos e motivações, como: (1) Kong batendo no próprio peito; (2) o resgate e o relacionamento com a principal figura feminina da história; (3) os veículos aéreos sobrevoando ao redor da figura do monstro, atacando-o; (4) os monstros pré-históricos e insetos gigantes; além (5) dos nativos da ilha. Há também a sugestão narrativa de que Kong seria capturado, como na obra de 1933, mas essa possível referência fica para uma continuação mais a frente. Dessa maneira, percebe-se que, embora a obra tenha uma história diferenciada do original, o aspecto nostálgico se mantém e também é importante para a experiência que o filme propõe. Isso também se conclui através da cena pós-crédito, pois se relaciona não apenas com o futuro crossover já mencionado pela produtora (com Godzilla, de 2014), como sugere que a franquia dessa série fílmica, MonsterVerse, irá resgatar diversos títulos da franquia Godzilla, como: Mothra (1961), Rodan (1956) e Ghidorah, the Three-Headed Monster (1964).

Finalizando, Kong: Skull Island é uma obra em que foi buscado o novo e o velho, com sua equipe baseando-se em elementos icônicos, mas preocupada com uma inovação à história, essencialmente pelos aspectos técnicos que tanto podem modificar e/ou diversificar uma obra com teor nostálgico. Um sentimento que parece ser buscado constantemente pelas atuais produções à cultura pop no cinema, e que continuarão com esses novos filmes de monstros.

King Kong muda de estúdio e pode enfrentar Godzilla no futuro!

Por Minha Série

A produtora Legendary Pictures está levando o filme King Kong: A Ilha da Caveira da Universal Pictures para a Warner Bros. Pictures, em uma mudança de estúdio que pode indicar os planos futuros da companhia de realizar um encontro de King Kong com o Godzilla!

King Kong pode enfrentar Godzilla em filme. (Foto:  Reprodução/Universal Pictures)
King Kong pode enfrentar Godzilla em filme. (Foto: Reprodução/Universal Pictures)

A Legendary Pictures detém os direitos dos dois personagens, e desenvolvia A Ilha da Caveira pela Universal ao mesmo tempo em que produzia a sequência de Godzilla pela Warner. De acordo com o site Deadline, a mudança de “casa” do longa do King Kong está mesmo acontecendo e deve ser oficializada em breve.

Isso deve acontecer para permitir que a Legendary realize um encontro das criaturas em uma futura produção. King Kong será reapresentado ao público em A Ilha da Caveira, previsto para março de 2017, enquanto o Godzilla da Warner já tem uma sequência em desenvolvimento.