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Os clássicos Mighty Mugs da Hasbro chegam ao Brasil

Com três expressões diferentes, os bonecos trazem um novo jeito de se divertir com heróis dos quadrinhos e dos cinemas

Os Mighty Mugs da Hasbro voltaram em grande estilo. Em uma linha especial com os personagens da Marvel e Star Wars, os carismáticos colecionáveis chegam ao Brasil neste mês.

Lançados originalmente em 2008, os brinquedos se assemelham a versões estilizadas de personagens originais das franquias. Com cerca de 15 cm, o diferencial está nas três expressões que as figuras possuem e que se alternam ao apertar sua cabeça, tornando a peça ainda mais divertida.

Perfeito para fãs da cultura pop e colecionadores que poderão ter todos os seus heróis, os Mighty Mugs vêm em uma embalagem com abertura no topo, para deixar expôr como preferir e ainda podendo mudar a expressão mesmo na embalagem.

A novidade está nas lojas a partir deste mês e o preço médio das figuras é R$ 79,99.

Confira os lançamentos:

FIGURA MIGHTY MUGGS MARVEL SORTIDO – R$ 79,99

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Chegou um novo jeito de brincar com os heróis e vilões da Marvel! A nova figura possui aproximadamente 15cm e ao apertar sua cabeça a expressão do rosto muda. A figura possui 3 expressões diferentes para se divertir muito. A embalagem vem com uma abertura no topo para deixar exposto como preferir e ainda podendo mudar a face mesmo na embalagem. Material da embalagem de plástico rígido.

FIGURA MIGHTY MUGGS STAR WARS SORTIDO – R$ 79,99

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Chegou um novo jeito de brincar com os heróis e vilões de Star Wars! A nova figura possui aproximadamente 15cm e ao apertar sua cabeça a expressão do rosto muda. A figura possui 3 expressões diferentes para se divertir muito. A embalagem vem com uma abertura no topo para deixar exposto como preferir e ainda podendo mudar a face mesmo na embalagem. Material da embalagem de plástico rígido.

Guardians of the Galaxy Vol. 2: Um Futuro no Presente seguindo os anos 1970-80

Por Renan Villalon

Vivemos uma contemporaneidade audiovisual na qual o velho é constantemente utilizado como novidade, como forma nostálgica de trazer uma época midiática antiga dentro do atual mercado da cultura pop. Guardians of the Galaxy Vol.2 (Guardiões da Galáxia Vol. 2), de James Gunn, atende muito bem a esse aspecto, propondo (novamente) um filme que trata de uma adaptação das HQs da Marvel (especificamente das edições pós-2008) com uma temática que traz um sentimento nostálgico à plateia mais velha, o que torna o filme agradável a diversas faixas etárias. Dessa forma, é quase premeditado que nossos pais se sintam mais à vontade quando assistirem ao filme, isso porque, em diversas características, é quase impossível não afirmar que a obra gira em torno dos anos 1970-80.

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“Guardiões da Galáxia Vol.2” continua a história dos aventureiros espaciais. (Foto: Divulgação)

Essa identificação pode ser indicada, primeiramente, através do gênero cinematográfico do qual faz parte, que é exatamente uma space-opera intergalática, dentro de uma ficção científica, com diversos elementos medievalistas (espada, adagas ou mesmo uma flecha voadora), curiosamente um gênero que “explodiu” na passagem dos anos 1970-80 a partir do filme Star Wars: A New Hope (1977). A influência temática da obra de George Lucas é tão presente que, mesmo tratando-se de um universo completamente diferente, possui ideias convergentes com a galáxia desses guardiões: batalhas intergaláticas; referências à tradicional velocidade da luz; seres fantasiosos em forma humanóide; caçadores de recompensas interestelares; diversos planetas a serem explorados e etc. É possível observar um “espelhamento” nos vários filmes de Star Wars, tornando a história um característico episódio galático no universo da Marvel.

Adicionado ao gênero, temos a temática retrô fortemente estilizada complementando a história do filme, que é simples e divertida. O trabalho estético e sonoro na composição fílmica, além das referências que surgem nos diálogos dos personagens, é a nossa grande pista e inquietação que nos faz viajar no tempo da juventude retrô.

A direção de arte trabalha o visual do filme com diversas ideias datadas dos anos 1980. É possível vermos, em parte da colorização do filme, uma paleta de cores voltada para diversas tonalidades de roxo, azul escuro, amarelo, rosa e vermelho, normalmente muito fortes e intensas, que era algo copiosamente utilizado em discotecas ou demais eventos festivos e dançantes nos anos 1980 (reveja o pôster, a referência começa por ali!).

Fora esse interessante uso das cores, identificamos durante o filme outros aspectos oitentistas: como o estilo neon, em um dos pontos de encontro dos mercenários intergaláticos; seriados como Knight Rider (Super Máquina) surgindo como uma lembrança (principalmente devido à participação de David Hasselhoff no filme, a estrela do programa de TV naquela época); além do divertido uso de um ícone dos games, Pac-Man, como motivo visual no filme.

Já pela ambientação sonora, fica claro também o sentimentalismo retrô, agora referente aos anos 1970, através das músicas escolhidas para compor a história. Com diversas canções de época, essencialmente de gêneros derivados do rock, como: art rock, blues rock, soft rock, country rock, pop rock, hard rock, entre outros, a nostalgia musical setentista é outro dos grandes destaques no filme. Esse direcionamento musical ajuda não apenas a criar aquele sentimento característico, como também funciona enquanto elemento narrativo, tanto que algumas letras das músicas compõem as motivações de alguns personagens, principalmente no relacionamento entre Ego (Kurt Russell) e Star-Lord (Chris Pratt), ou entre o protagonista e Gamora (Zoe Saldana).

Entretanto, é possível considerar que a música mais interessante e nostálgica, unindo referências sonoras e visuais no filme, seja a canção Guardians Inferno, composta por Tyler Bates e James Gunn, que trata-se de uma música eletrônica, ao melhor estilo disco music (com seu auge em meados dos anos 1970), que segue a melodia do tema principal e original do filme. Nessa mesma música, temos não apenas o prazeroso resgate das discotecas setentistas, mas principalmente a participação de David Hasselhoff como cantor, e assim, em apenas uma trilha, a direção musical consegue juntar as referências das duas décadas que são trabalhadas durante toda a obra (não por acaso, essa é uma das canções que escutamos durante os créditos).

No geral, é interessante observar essas referências em um filme contemporâneo, principalmente porque as HQs adaptadas tiveram suas primeiras publicações pós-2008, ou seja, a equipe de direção de arte e musical poderia muito bem remeter à essa época mais próxima do principal público-alvo do universo Marvel. Curiosamente, há também um contraponto entre seu estilo e sua forma técnica, já que mesmo remetendo a diversos tipos de referências teoricamente antigas, há um acúmulo de CGI, devido às necessidades do filme, que o impede de ser reconhecido enquanto uma narrativa oldschool, por assim dizer. Entretanto, se podemos tirar uma conclusão do trabalho desses artistas é que Guardians of Galaxy Vol. 2 é uma obra que “atualiza o velho”, que relembra o antigo ao mesmo tempo em que necessita mostrar-se enquanto obra atual, o que dá ainda mais destaque às referências, pois essa distância e aproximação naturalizada entre as diversas épocas é instigante.

Já o seu roteiro também trabalha com outras ideias e referências.

Essencialmente, enquanto os arcos dramáticos particulares de seus diversificados personagens são bem explorados durante a narrativa, temos sua história principal colocando em crise a ideia do mito cosmogônico da criação divina, através de um leitura direcionada pelas mitologias cristã e grega, isso devido ao desenvolvimento do passado familiar de Star-Lord. Seu relacionamento com Ego, seu pai, é tratado através da ideia de um deus único (próprio dos ideais cristãos) com adição de múltiplos semideuses pela galáxia (o que nos leva aos mitos gregos). Observa-se assim, novamente, mais elementos medievalistas dentro de uma narrativa que visa uma ideia de futuro, isso quando relacionada com o nosso hoje, uma interessante mistura entre ideais já vividos em meio à uma imaginação de algo que ainda está por vir (sim, isso nos dá um “nó” na cabeça!).

Além disso, é válido relembrar neste texto do humor muito bem trabalhado durante o roteiro, com piadas que se integram na história principal ao mesmo tempo que servem enquanto quebra da narrativa, diversas vezes, nos tirando de um possível foco excessivo na seriedade das ameaças que os guardiões sofrem durante todo o filme. Certamente é um filme que não se leva tão a sério, e é isso que o torna tão prazeroso no sentido de acompanhar seu desenvolvimento, pois além das piadas servirem enquanto “quebra”, nos permitem identificarmos melhor as curvas dramáticas presentes na história (momentos de alta e baixa dinâmica na linha narrativa, com sentimentos de alegria, tristeza, tensão, suspense e etc).

Automaticamente, as piadas também ajudam o espectador a se aproximar mais dos personagens e/ou do universo intergaláticos – lembrando aqui que a referência mais próxima da Terra é Peter Quill (Star-Lord). Os momentos cômicos fazem com que esses seres fantásticos, e seus respectivos ambientes estelares, percam aquele distanciamento da nossa realidade, isso porque as piadas naturalizam a presença deles durante o filme, principalmente quando tratam de referências terráqueas (o que não é pouco!). E nesse aspecto é interessante o uso do personagem Peter Quill, já que ele serve como uma “ponte”, como uma conexão entre o universo no qual está presente e a realidade nostálgica vivida por diversos espectadores, como mostram as constantes referências setentistas e oitentistas.

Assim, como últimas considerações, Guardians of Galaxy Vol. 2 funciona tranquilamente como um filme solo, ainda que seja o “segundo volume” de uma trilogia ainda em produção e integrante do projeto cinematográfico da Marvel. Na verdade, o fato da obra nos permitir esse certo distanciamento do ambiente terrestre no qual os principais personagens fílmicos estão presentes, no pós-Guerra Civil (Capitão América 3), a enaltece excessivamente. Isso porque permite enxergarmos o seu potencial narrativo, independentemente do mesmo ser simples e quase restrito ao próprio destino de seus personagens. Vejamos se, em um futuro próximo, os guardiões continuarão em uma space-opera repleta de elementos nostálgicos, mantendo o seu bom humor enquanto escutamos o Awesome Mix Vol. 3.

P.s.: Divirtam-se com as cenas DURANTE os créditos!

Ass.: I’m Groot.

MARVEL STUDIOS COMEÇA PRODUÇÃO DE “GUARDIÕES DA GALÁXIA 2”

Filmagens começam em Atlanta para Lançamento em 5 de Maio de 2017

A Marvel Studios começou as filmagens no Pinewood Studios em Atlanta, Georgia, de “Guardiões da Galáxia 2”, com previsão de chegar aos cinemas brasileiros dia 27 de abril de 2017. A produção filmará no Pinewood Studios em Atlanta.

“Guardiões da Galáxia 2” é escrito e dirigido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”, “Seres Rastejantes”). O filme marca o retorno dos Guardiões originais, incluindo Chris Pratt (“Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros”, “Guardiões da Galáxia”) como Peter Quill/Star-Lord; Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”, “Além da Escuridão – Star Trek”) como Gamora; Dave Bautista (“007 Contra Spectre”, “Guardiões da Galáxia”) como Drax; Bradley Cooper (“Joy: O Nome do Sucesso”, “Sniper Americano”) como a voz de Rocket; Vin Diesel (“Guardiões da Galáxia”, “Velozes e Furiosos 7”) como a voz de Groot; Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”, “Jumper”) como Yondu; Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”, “A Grande Aposta”) como Nebula; e Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”, “Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha”) como Kraglin. Os novos membros do elenco incluem Pom Klementieff (“Oldboy”); Elizabeth Debicki (“O Grande Gatsby”, “Evereste”); Chris Sullivan (“The Knick”, “A Entrega”); e Kurt Russell (“Os Oito Odiados”, “Velozes & Furiosos 7”).

Marvel começa a produção de 'Guardiões da Galáxia Vol.2', que tem estreia marcada para 2017. (Foto: Divulgação/Marvel)
Marvel começa a produção de ‘Guardiões da Galáxia Vol.2’, que tem estreia marcada para 2017. (Foto: Divulgação/Marvel)

Ambientado para o novíssimo pano de fundo musical de Awesome Mixtape #2, “Guardiões da Galáxia 2” dá sequência às aventuras da equipe enquanto eles desvendam o mistério da real ascendência de Peter Quill.

“Guardiões da Galáxia 2” é produzido pelo presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, com Louis D’Esposito, Victoria Alonso, Jonathan Schwartz, Nik Korda e Stan Lee na função de produtores executivos.

A equipe criativa do diretor James Gunn também inclui o diretor de fotografia Henry Braham (“A Lenda de Tarzan”, “A Bússola de Ouro”); o diretor de arte Scott Chambliss (“Star Trek”, “Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível”); os editores Fred Raskin (“Os Oito Odiados”, “Guardiões da Galáxia”) e Craig Wood (“Guardiões da Galáxia”, “Piratas do Caribe 3:  No Fim do Mundo”); o compositor Tyler Bates (“Guardiões da Galáxia”, “De Volta ao Jogo”); a figurinista indicada três vezes ao Oscar® Judianna Makovsky (“Capitão América:  Guerra Civil”, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”); o supervisor de efeitos visuais indicado ao Oscar® Chris Townsend (“Vingadores: Era de Ultron”, “Homem de Ferro 3”); o coordenador de dublês Tommy Harper (“Piratas do Caribe 5: Dead Men Tell No Tales”, “Capitão América: O Soldado Invernal”); o coprodutor / primeiro assistente de direção Lars Winther (“Capitão América: Guerra Civil”, “Capitão América: O Soldado Invernal”); e o supervisor de efeitos especiais indicado seis vezes ao Oscar® Dan Sudick (“Capitão América: Guerra Civil”, “Os Vingadores”). 

O filme “Guardiões da Galáxia” original foi um sucesso com críticas e plateias semelhantes, que faturou mais de $770 milhões de bilheteria no mundo todo, e detém o recorde de filme com estreia de maior sucesso do Universo Marvel Cinematográfico. Além disso, a trilha sonora do filme recebeu disco de platina e foi indicado ao Grammy.

Baseado nos personagens das histórias em quadrinhos da Marvel publicadas pela primeira vez em 1969, “Guardiões da Galáxia 2” segue a linha de aventuras épicas para a telona narradas em “Homem de Ferro”, “O Incrível Hulk”, “Homem de Ferro 2”, “Thor”, “Capitão América: O Primeiro Vingador”, “Os Vingadores”, “Homem de Ferro 3”, “Thor: O Mundo Sombrio”, “Capitão América: O Soldado Invernal”, “ Guardiões da Galáxia”, “Vingadores:  Era de Ultron”, “Homem-Formiga”, e a programação de futuros lançamentos, que inclui “Capitão América: Guerra Civil” dia 28 de abril de 2016; “Doutor Estranho”, dia 3 de novembro de 2016; “Homem-Aranha”, dia 7 de julho de 2017; e “Thor: Ragnarok” dia 2 de novembro de 2017. 

Marvel Studios seguiu com seu sucesso sem precedentes em 2015 com o lançamento de “Vingadores: Era de Ultron”. Em seu lançamento, o filme registrou o segundo maior fim de semana de estreia de todos os tempos com $ 191,3 milhões de bilheteria.   Também foi o lançamento #1 em todos os países onde estreou e faturou mais de $ 1,4 bilhão de bilheteria no mundo todo. O estúdio também lançou com sucesso outra franquia com “Homem-Formiga”, estrelando Paul Rudd, Michael Douglas e Evangeline Lilly. O filme estreou em primeiro lugar nas bilheterias no dia 17 de julho e faturou mais de $519 milhões de bilheteria no mundo todo. O filme impulsionou a sequência de estreias em primeiro lugar de bilheterias das marcas Marvel para um novo recorde de 12 filmes consecutivos.

Vin Diesel pode interpretar mais um personagem da Marvel: Raio Negro?

Por Minha Série

O ator Vin Diesel comentou, em entrevista com o io9, que existe a possibilidade de interpretar outro personagem do Universo Marvel depois de já ter emprestado sua voz para Groot em Guardiões da Galáxia.

O astro elogiou muito o estúdio e contou que gostaria de voltar a trabalhar com a companhia, mas será que isso é possível considerando que ele já viveu um membro da equipe do Senhor das Estrelas?

De Groot a Raio Negro? Vin Diesel sugere que pode interpretar outro personagem da Marvel sem usar sua voz. (Foto: Reprodução/Marvel)
De Groot a Raio Negro? Vin Diesel sugere que pode interpretar outro personagem da Marvel sem usar sua voz. (Foto: Reprodução/Marvel)

Nas palavras de Diesel: “Ouvimos bastante sobre a Marvel querer que eu interprete um personagem que não precise da minha voz. Assim, a minha voz é usada para Groot, e a minha presença é usada para o outro personagem”.

Essa seria realmente uma solução muito criativa para voltar a ter o astro nos filmes da Marvel; afinal, Diesel não foi de fato visto em Guardiões de Galáxia!

Imediatamente após a declaração do ator, começaram as especulações sobre quem Diesel poderia interpretar – e um personagem se destaca: o “mudo” Raio Negro!

O rei dos Inumanos é conhecido por gerar descargas sônicas destruidoras com a sua voz, motivo pelo qual ele permanece sempre em silêncio.

Essa não é a primeira vez que Diesel sugere que vai interpretar o Raio Negro na futura produção da Marvel Studios. O astro chegou a comentar essa possibilidade durante a divulgação do filmeVelozes e Furiosos 7.

A Marvel mantém o longa dos Inumanos em seu calendário, com lançamento previsto para julho de 2019.