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“Os Bolds” é novo infantojuvenil da Bertrand Brasil

image005.jpgOs Bolds são como muitas famílias: moram em uma casa agradável, trabalham, gostam de fazer compras no mercado e levam sempre seus filhos para o colégio. A única diferença é que eles são hienas.

O Sr. e a Sra. Bold moravam em uma savana na África até presenciarem um casal de turistas ser atacado por um jacaré. É neste momento que eles resolvem assumir a identidade dos humanos. Por um tempo, tudo dá certo. Eles assimilaram rápido a rotina da cidade grande, conseguiram controlar as risadas histéricas típicas das hienas e aprenderam que, escondendo o rabo e as orelhas, ninguém iria desconfiar da verdadeira identidade da família.

Porém, um vizinho intrometido parece suspeitar de que algo está errado e um pequeno descuido pode comprometer o segredo dos Bolds.

Elogiado pelos principais sites como Publishers Weekly, Kirkus e The Guardian, “Os Bolds” é escrito pelo comediante inglês Julian Clary e tem ilustrações assinadas por David Roberts.  A obra, voltada para o público infantojuvenil, chega às prateleiras pela Bertrand Brasil.

Sobre o autor:

Quando Julian Clary não está contando piadas no palco, costuma passar tempo com seus animais de estimação. Seu amor pelos animais ao longo da vida inspirou-o a contar uma história sobre o que aconteceria se eles fingissem ser humanos.

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Em novo thriller, Steve Berry fala sobre fanatismo religioso, separatismo e Abraham Lincoln

image004.jpgAutor best-seller que já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo – e mais de 80 mil no Brasil –, Steve Berry é um estudioso da história mundial, e utiliza como poucos determinados fatos e épocas como cenário para seus thrillers. Em novembro, chega às livrarias pela Record “O mito de Lincoln”, nono romance da série protagonizada por Cotton Malone, um fascinante ex-agente e atual vendedor de livros raros que conduz algumas das mais famosas tramas de Berry.

No enredo, Malone é mais uma vez retirado da aposentadoria por um ex-chefe quando um segredo parece ameaçar a existência dos Estados Unidos como o conhecemos. Para ficar mais complicado, a – já conhecida em livros anteriores – companheira de Malone, Cassiopeia, também se envolve na missão. A tal ameaça, que envolve políticos, fanáticos religiosos e movimentos separatistas, tem raízes bem antigas: tudo teria começado com um certo documento secreto, passado de presidente a presidente desde George Washington, e usado por Abraham Lincoln, em 1861, de forma surpreendente.

Berry alterna sua narrativa entre os dias de Lincoln, suas questões na Guerra Civil americana e as disputas contemporâneas.  Em entrevistas, o autor já revelou que pretendeu, neste livro, revelar um pouco mais sobre o presidente, um dos mais admirados e conhecidos líderes americanos mas que, segundo Berry, teve muitas de suas reais ações escondidas pelo mito formado a seu redor.

Record lança romance da inglesa Elizabeth Gaskell

image005.jpgNeste romance impactante, a escritora britânica Elizabeth Gaskell (1810-1865) revela a luta de classes entre trabalhadores e patrões vigente na cidade de Manchester do século XIX. John Barton, operário que cria sozinho sua filha, Mary, leva uma vida difícil com o pouco que ganha por seu trabalho na fábrica. A moça logo começa a trabalhar como costureira, para ajudar seu velho pai nas despesas.

Jem, um jovem da família Wilson, amiga dos Barton, desde cedo nutre um sentimento pela bela Mary. Juntas nas dificuldades, as duas famílias seguem firmes frente às injustiças cometidas contra os trabalhadores. A jovem, porém, se ilude com as propostas de Henry Carson, filho do dono da fábrica em que seu pai trabalha, formando o triângulo amoroso que permeia a trama.

A situação social se agrava e, entre a falta de emprego e os salários miseráveis oferecidos, os trabalhadores escolhem negociar e protestar. Gaskell nos apresenta um final surpreendente, tanto para o embate social quanto para o desfecho amoroso.

Elizabeth Gaskell escreveu o livro em meio à crescente Revolução Industrial, ocorrida no século XIX, e às lutas trabalhistas por mais direitos. Apesar da origem burguesa da autora e embora ela não tivesse a intenção de apoiar a chamada revolução, o livro chegou a ser considerado subversivo devido à sensibilidade com que lida com a causa trabalhista.

Com a denúncia dos burgueses, o editor de Gaskell a convenceu de que deveria dar mais ênfase ao núcleo amoroso, a fim de sanar as críticas, e ela o fez, substituindo inclusive o título John Barton por Mary Barton. A então protagonista ganha status de heroína ao final do romance, papel que em geral não cabia às mocinhas da época.

SOBRE A AUTORA:

Elizabeth Gaskell foi uma romancista britânica com obras ricas em detalhes da sociedade, principalmente das condições de vida dos mais pobres. De família originalmente burguesa, ela se casou com William Gaskell e estabeleceu-se em Manchester, cidade que traria inspiração para seus livros com temática industrial, como Mary Barton. Tornou-se popular devido ao seu estilo de escrita bem distinto, especialmente por suas histórias de fantasmas. Teve algumas destas publicadas por Charles Dickens na revista Household Words. Ainda que se mantivesse dentro das convenções vitorianas, sempre enfatizou o papel das mulheres, apresentando protagonistas femininas fortes e dinâmicas.

Bertrand Brasil lança “A obsessão”, novo livro de Nora Roberts

image005.jpgNaomi tinha apenas 11 anos quando viu o pai sair de casa na madrugada e decidiu segui-lo escondida. O que deveria ser apenas uma brincadeira de criança se tornou um pesadelo. Isso porque Naomi descobre que o pai mantinha uma jovem em cativeiro no porão de uma casa abandonada. Quando ele vai embora, Naomi consegue liberar a refém e a acompanha até a delegacia para que faça uma denuncia. Esse não foi o único crime em que o pai da menina esteve envolvido. Ele também foi responsável pelo estupro e morte de outras vinte jovens.

Anos depois, agora Naomi é uma fotógrafa bem-sucedida que resolveu se distanciar da família e dos traumas do passado. Apesar de desejar ficar sozinha, ela acaba cedendo aos encantos de Xander, um mecânico da região. Mas mesmo certa de que está onde sempre quis, os crimes do pai ainda a atormentam.

Ganhadora de inúmeros prêmios e a primeira escritora a ingressar no hall da fama do Romance Writers of America, Nora Roberts já vendeu mais de meio bilhão de exemplares no mundo. “A obsessão” chega às prateleiras em novembro pela Bertrand Brasil.

Nora Roberts nasceu em Maryland e é a mais nova de cinco irmãos. Seus livros já foram traduzidos para mais de quarenta idiomas e permanecem, somados, quase mil semanas na lista dos mais vendidos do The New York Times – dessas, quase duzentas em primeiro lugar.

“BONECO DE NEVE” ESTREIA NOS CINEMAS E GANHA NOVA EDIÇÃO PELA RECORD

Livro de Jo Nesbø retrata mais um caso do inspetor Harry Hole, um policial de Oslo viciado em álcool, na busca pela verdade de mais um assassinato arrepiante. A adaptação chega aos cinemas dia 23 de novembro

image005.jpgDe atleta a economista, passando por uma banda de rock, Jo Nesbø poderia ter migrado para outras áreas, mas foi na literatura que ele encontrou o seu caminho e continua fazendo história. Aos 57 anos, hoje ele é uma das referências dos livros policiais, publicado em mais de 50 países – onde já vendeu  cerca de 36 milhões de cópias. No Brasil, foram 100 mil livros vendidos.

Em novembro, o sucesso das livrarias chega também aos cinemas. “Boneco de Neve”, segundo livro de Nesbø a ganhar adaptação, foi dirigido pelo sueco Tomas Alfredson (“O espião que sabia demais”) e tem o alemão Michael Fassbender (“X-Man – Apocalipse”, “Shame”) no papel de Harry Hole, além de Rebecca Ferguson (“A garota no trem”) como a policial Katrine Bratt.

A fria Oslo esconde um assassino que anuncia suas ações com inocentes bonecos de neve no quintal de suas vítimas. Em novembro, quando a temporada de nevascas começa, Jonas acorda no meio da noite e percebe que sua mãe havia sumido. Com o pai viajando, ele decide procura-la sozinho pelas redondezas. Ao passar pelo quintal, percebe a figura solitária de um boneco de neve que veste o cachecol preferido de sua mãe.

Inicialmente tratado como desaparecimento, o caso ganha uma reviravolta quando outras mulheres começam a sumir. O perfil é o mesmo: todas casadas e com filhos, vistas pela última vez em um dia de neve caindo.

Agora, cabe a Harry Hole descobrir quem está por trás dos assassinatos. Com a ajuda de sua colega de equipe Katrine Bratt ele tenta rastrear o serial killer, mas nesta caçada quem dá as regras é o “Boneco de Neve” e ele está disposto a fazer de tudo para atrair o inspetor para o seu jogo.

“Boneco de Neve” foi considerado pelo jornal inglês The Guardian o livro mais ambicioso de Nesbø. A obra também rendeu comparações com “O silêncio dos inocentes”, de Thomas Harris, pelo The Times.

Jo Nesbø vive em Oslo. É músico e economista, além de um dos escritores mais bem-sucedidos e aclamados na Europa atualmente. É autor de Garganta vermelha, A estrela do diabo e O redentor, entre outros títulos publicados pela Editora Record. Seu primeiro thriller policial estrelado pelo detetive Harry Hole tornou-se sucesso instantâneo na Noruega, conquistando o Prêmio Glass Key como melhor romance nórdico de 1988.

“Seduzida até domingo”, penúltimo livro da série “Noivas da semana”, chega às livrarias em novembro pela Verus

image005.jpgMeg Rosenthal é a nova administradora da agência de casamentos Alliance. Como uma boa mulher de negócios, descobre um resort de luxo em uma ilha particular conhecido pela discrição de seus funcionários, onde ricaços e celebridades frequentam e conseguem ter privacidade. Meg acredita que o local possa ser interessante para os seus clientes e decide ir pessoalmente verificar até que ponto o resort é, de fato, isolado de qualquer influência externa.

É nesta viagem que ela conhece Valentino Masini, dono do hotel. O primeiro contato entre os dois, quando ela ainda estava reservando sua estadia, não foi dos melhores. Mas assim que a visitante chega à ilha de Valentino, ele percebe que Meg é especial. Como trabalho está em primeiro lugar, Meg não vai se deixar seduzir por um empresário italiano bonitão em um terno feito sob medida.

“Seduzida até domingo” é o penúltimo livro da série “Noivas da semana”, que já vendeu mais de dois milhões de exemplares nos Estados Unidos e teve os direitos de publicação comprados por 11 países.

Sobre a autora:

Catherine Bybee foi criada no estado de Washington, nos Estados Unidos. Depois de se formar no ensino médio, mudou para o sul da Califórnia onde mora até hoje. Atualmente ela é escritora em tempo integral e vive com o marido e dois filhos

Em “A rainha domada”, Philippa Gregory conta a história de Catarina Parr, última esposa do rei Henrique VIII

image005.jpgAutora de “A rainha branca” e a “A irmã de Ana Bolena”, entre outros romances baseados na história da Era Tudor, Philippa Gregory lança agora no Brasil “A rainha domada”, livro em que conta a história da última esposa de Henrique VIII, o rei da Inglaterra que rompeu com a Igreja Católica para anular seu primeiro casamento, com Catarina de Aragão, que não conseguiu lhe dar um herdeiro homem, e se casar com Ana Bolena. Henrique VIII ainda se casou com outras quatro mulheres até conhecer Catarina Parr, que tinha ficado viúva duas vezes e era apaixonada por Thomas Seymour, irmão de uma das esposas do rei.

Henrique VIII tinha idade para ser seu pai, era feio e obeso, e ainda condenara à morte duas de suas ex-esposas. Mas Catarina não teve escolha e se casou. Filha mais velha do lorde Sir Thomas Parr, Catarina conquistou a confiança do rei ao reunir a sua família, foi uma das principais incentivadoras da reforma religiosa e chegou a comandar o reino como regente, durante a participação do marido numa campanha militar na França.  Erudita, estudou latim e teologia e foi a primeira mulher a publicar um livro em língua inglesa assinando o próprio nome. Um ato de coragem em uma época na qual grande parte dos textos eram produzidos por homens e as pouquíssimas mulheres que se arriscavam a escrever o faziam de forma anônima.

Em nota escrita ao final do livro, Philippa Gregory ressalta a coragem da personagem e lamenta que muitos ainda desconheçam sua história. “Embora ela tenha vivido há tantos anos, quando penso no medo que enfrentou e a coragem que precisou ter, não posso deixar de admirá-la. Seus estudos meticulosos, em sua maioria autodidatas, devem tocar profundamente qualquer mulher que já tentou entrar nos círculos exclusivos de poder masculino”.

Philippa Gregory é Ph.D em literatura do século XVIII pela Universidade de Edimburgo e já vendeu mais de um milhão de exemplares nos Estados Unidos. É autora de A Rainha Branca, adaptado para uma série de TV pela BBC, A Rainha Vermelha,A Senhora das Águas e A irmã de Ana Bolena, que ganhou as telas do cinema como A outra, uma superprodução estrelada por Natalie Portman, Scarlett Johansson e Eric Bana. A Princesa Branca, continuação de A Rainha Branca, será publicada pela Editora Record e também deu origem a uma adaptação da BBC para a TV, com estreia em 2017.

Galera lança trama de fantasia com olhar singular

image006.jpgEm seu livro de estreia, a americana Jessica Cluess inaugura uma série de fantasia com elementos conhecidos pelos fãs do gênero, mas um olhar bastante singular a algumas dessas características. “Uma sombra ardente e brilhante”, que chega às livrarias no fim de outubro pela Galera, aborda de forma peculiar a clássica história do “Escolhido”.

A protagonista é Henrietta Howel, jovem que tem o extraordinário poder de explodir em chamas. Mas, no mundo onde ela vive, usar magia não é para qualquer um. Apenas os feiticeiros podem demonstrar seus poderes. E não existem feiticeiras mulheres. Mas, quando ela é obrigada a expor suas habilidades para salvar um amigo, o que vem não é uma punição. Henrietta é nomeada a primeira feiticeira em séculos: aparentemente ela é a garota profetizada, aquela que derrotará os temidos Ancestrais.

Assim, Henrietta abandona sua vida comum para viver com os feiticeiros. Ela precisa treinar dia e noite para aprender em pouco tempo o que os meninos passaram a vida inteira estudando. E, claro, sua presença vai desestabilizar os outros jovens. Ao mesmo tempo em que desafiam e duvidam dela o tempo todo, alguns deles também começam a se interessar pela menina. Quando a própria Henrietta começa a vacilar e duvidar de que seja realmente a Escolhida, ela vai precisar decidir se vale a pena correr todos os riscos impostos a ela.

Jessica Cluess é escritora, graduada na Universidade Northwestern. Quando acabou a faculdade, mudou-se para Los Angeles, onde teve os mais diversos empregos enquanto escrevia seu primeiro livro. É também instrutora do Writopia Lab, onde ajuda crianças e adolescentes a contarem suas próprias histórias.

John le Carré volta à Guerra Fria e a alguns de seus personagens icônicos, 27 anos depoi

Em “Um legado de espiões”, o mestre da literatura de espionagem alterna o enredo entre os dias atuais e a década de 1960, cenário de seus mais famosos romances

image005.jpgEle mesmo um ex-espião, John le Carré mudou os parâmetros da literatura de espionagem mundial. O talento para narrativas e o conhecimento dos bastidores do assunto alçaram seus livros ambientados na Guerra Fria à categoria de clássicos, e os transformaram em referências para futuros autores do gênero. Em “Um legado de espiões”, que chega às livrarias no fim de outubro pela Record, Le Carré retoma as trajetórias de alguns de seus principais personagens 27 anos depois do lançamento de “O peregrino secreto”, até então último livro protagonizado por George Smiley, seu personagem mais famoso.

Na trama, Peter Guillam, parceiro e discípulo de Smiley na Circus – como é chamado o Serviço Secreto Britânico em suas histórias, inspirado no MI6 – vive tranquilo, mas um tanto atormentado, numa fazenda na Bretanha após sua aposentadoria. Um dia, recebe uma carta que o convoca, com urgência, a prestar esclarecimentos à antiga agência.

Assim, ele vai ser obrigado a relembrar um episódio difícil de sua trajetória profissional: a operação Windfall, que, na década de 1960, acabou dando muito errado e matando um casal de agentes e amigos de Guillam – em uma passagem que é parte do enredo do clássico “O espião que saiu do frio”.  Nos dias de hoje, os filhos do casal estão dispostos a descobrir exatamente o que aconteceu – e a arrancar muito dinheiro dos cofres britânicos no processo.

Le Carré vai alternando entre passado e presente, com as memórias e depoimentos de Guillam, mergulhando numa incrível retomada de seu familiar universo e dos temas que lhe são mais caros: a Guerra Fria e os conflitos morais da espionagem. E aqui ele vai além porque, ao relacionar os eventos do passado com os dias atuais, o personagem – e também o autor – compara o trabalho de agências de inteligência ontem e hoje, além de refletir sobre a legitimidade daquela guerra e até que ponto as ideologias que a guiaram permanecem vivas.

“Um legado de espiões” é o nono romance da série George Smiley. Ele encerra a franquia iniciada com “O morto ao telefone”, de 1961, e que tem também entre seus títulos obras como “O espião que sabia demais”. Nos próximos meses, a Record lançará ainda novas edições dos outros oito livros, com capas novas e traduções revisadas

John le Carré nasceu em 1931 e estudou nas universidades de Berna e Oxford. Deu aula no Eton College e trabalhou no Serviço Secreto Britânico por breve período durante a Guerra Fria. Há mais de 50 anos vive exclusivamente de sua escrita. Divide seu tempo entre Londres e Cornualha.

Galera lança novo romance da autora de “A probabilidade estatística do amor à primeira vista”

image004.jpgAutora de “A probabilidade estatística do amor à primeira vista”, Jennifer E. Smith volta a falar sobre as complicações do amor – mas também sobre algumas mudanças bem características da transição para a vida adulta – em “Olá, adeus e tudo mais”, que chega às livrarias pela Galera em outubro.

Na trama, Clare e Aidan são um casal feliz e apaixonado, mas prestes a enfrentar um impasse: chegou a hora de partir para a faculdade. E cada um deles foi aceito numa instituição diferente, em lados opostos do país. Agora, na última noite antes da viagem, eles precisam decidir se terminam de vez ou tentam manter o relacionamento à distância.

O livro acompanha as doze horas que antecedem a viagem, durante as quais eles embarcam numa espécie de retrospectiva do relacionamento. Vão encontrar amigos e familiares, passear por locais simbólicos para o casal e ir parar em outros lugares um tanto mais inesperados. Em meio a isso, muita conversa, muitas revelações – dolorosas e felizes – e uma decisão final a ser tomada.

Jennifer E. Smith é autora de “A probabilidade estatística do amor à primeira vista”, “Ser feliz é assim” e “A geografia de nós dois”, todos publicados pela Galera. Formada em redação criativa pela Universidade de St. Andrews, na Escócia, ela trabalha como editora em Nova York.