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Record lança “A mulher na escada”, novo livro do autor de “O leitor”

image005.jpgAutor do best-seller “O leitor”, que é, desde “O perfume”, o romance alemão mais aclamado nacional e internacionalmente, e que ganhou uma bem-sucedida adaptação para o cinema, vencedora de um Globo de Ouro, Bernhard Schlink volta às prateleiras brasileiras em fevereiro com “A mulher na escada”. Lançamento da editora Record, o livro tem tintas de thriller mas avança com a ajuda dos pontos fortes de Schlink para discutir questões como ética, paixão, arte, autoralidade e os efeitos da passagem do tempo.

O protagonista – sem nome – é um advogado bem sucedido que, durante uma viagem de negócios, se depara em um museu com uma pintura conhecida. “A mulher na escada” mostra uma jovem loura, nua, descendo degraus de uma escada. Décadas antes, quando ele ainda era um jurista iniciante, o quadro foi um de seus primeiros casos profissionais.

Na época, o jovem advogado se viu arrastado para uma trama envolvendo a mulher retratada na tela, seu ex-marido e o pintor – agora seu amante. Com dificuldades de resistir aos encantos de Irene, o protagonista acaba sendo mais um nesta rede de obsessão, intriga e traição, que termina com o sumiço da moça – e do quadro. Agora, anos mais tarde, ele vai precisar enfrentar o passado ao localizar a mulher. E lidar com a influência que aquele momento teve no desenrolar de sua vida e no que ela se tornou.

“A mulher na escada” tem tradução de Lya Luft, autora de “Perdas e ganhos”, “Pensar é transgredir” e do recente “A casa inventada”, todos também lançados pela Record.

Bernard Schlink escreveu “O leitor”, sucesso da literatura alemã que foi traduzido para 50 idiomas, alcançou o primeiro lugar na lista do New York Times e obteve grande sucesso também no Brasil, figurando nas principais listas de mais vendidos. Sua versão cinematográfica foi estrelada por Kate Winslet e Ralph Fiennes. Do autor, a Record também publicou “O outro”, “Amor em fuga” e “Mentiras de verão”. Schlink é professor de direito e filosofia na Universidade Humboldt de Berlim desde 1996.

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“Fim dos dias” encerra trilogia de Susan Ee

image005.jpgPenryn e Raffe estão correndo contra o tempo. Depois de lutarem contra anjos maléficos em “O mundo depois”, segundo livro da série best-seller de Susan Ee, a dupla precisa se esconder. Além disso, eles estão em busca de um médico que consiga reverter os sérios ferimentos de  Page, irmã de Penryn, e do próprio Raffe .

Para alcançar os seus objetivos, a dupla precisará se separar. Conforme eles avançam em busca de respostas, uma revelação sobre o passado de Raffe desencadeia forças sombrias capazes de colocar todos sob ameaça. Forçados a escolher um lado da batalha, Raffe e Penryn têm uma difícil decisão a tomar: defender a sua própria raça ou um ao outro.

Para encerrar esta trilogia angélica, Susan Ee cria uma guerra épica, une personagens improváveis e insere uma atmosfera ainda mais sombria.  A série já foi traduzida para mais de vinte países e teve os direitos cinematográficos adquiridos pela Good Universe.

Susan Ee tem um longo caso de amor com ficção científica, fantasia e terror, especialmente se houver um toque de romance.  Susan já foi advogada, mas prefere ser escritora, pois assim pode soltar sua imaginação fértil.

Meg Cabot mistura romance e paranormalidade na conclusão da série “Desaparecidos”

“A falta que me faz” traz uma protagonista mais madura, sem deixar de lado o bom humor

image004.pngDesde que foi atingida por um raio e desenvolveu o poder de encontrar pessoas desaparecidas através dos sonhos, Jessica Mastriani viu sua vida virar de ponta-cabeça. Ela passou a ser conhecida na mídia, fizeram um seriado baseado na sua história, e o FBI não saía da sua cola. Foi assim que acabou sendo convocada para a guerra — mas os horrores que vivenciou começaram a assombrar seu sono até que ela não conseguisse mais sonhar.

Um ano depois de todo o caos, seus dias como Garota Relâmpago pareciam ter chegado ao fim. Em A falta que me faz, quinto volume da série “Desaparecidos”, Jess se mudou para Nova York, onde vive uma vida que poderia ser chamada de normal: tem um emprego, estuda música na Julliard e divide um apartamento com sua melhor amiga, Ruth. E nenhum desaparecido voltou a protagonizar seus sonhos.

Quando seu ex-namorado, Rob, reaparece pedindo ajuda para encontrar a irmã que sumiu, as antigas feridas de Jess são trazidas à tona. Será que deveria recuperar seu poder e ajudar o cara que a traiu e se afastou quando ela mais precisou? Estaria mesmo vivendo a vida que sonhou? Tinha, afinal, superado as coisas terríveis que viu na guerra ou estava apenas se deixando ser consumida pelos seus pesadelos?

Bertrand Brasil lança nova edição do infantil “Filhote de Cruz-Credo”, história em tom autobiográfico do escritor Fabricio Carpinejar

Livro fala de temas como bullying e autoestima de forma bem humorada

image005.jpg“Sou feio, feio de nascença, mais feio do que você possa desenhar.” É assim que começa o livro “Filhote de Cruz-Credo”, de Fabricio Carpinejar. Considerado um dos nomes mais relevantes da poesia contemporânea, o escritor gaúcho foi vítima de bullying na infância. Num relato autobiográfico, ele conta como usou o bom humor e a inteligência para recuperar a autoestima.

Fabricio teve uma série de apelidos: panqueca, cavalinho de pau, cara de morcego e até placenta. Um dia quando tomou um banho gelado e o espelho não embaçou, analisou minuciosamente seu rosto e foi correndo para a mãe perguntar se era feio. Como ela já havia perdido a paciência com o menino, que não acreditava ser bonitinho, disse por fim que ele era feio, sim.

A partir desse episódio em casa, Fabricio chegou à conclusão de que o jeito era aceitar as brincadeiras e fugir delas quando tinha escolha. Por isso, atravessava a rua para não cruzar com as pessoas e ficava o recreio todo dentro da sala para não encarar os colegas da escola. Até que um dia, quando foi chamado de panqueca pela primeira vez, resolveu revidar, caçoando dos cabelos na orelha da menina que lhe deu o apelido. “Panqueca” e “Orelha cabeluda” acabaram se aproximando e namoraram. E, com o tempo, o menino aprendeu a se sentir bonito do seu jeito.

Record lança livro que deu origem ao filme homônimo dirigido por Wim Wenders e estrelado por James McAvoy e Alicia Vikander

image004 (1).jpgCorrespondente especializado em política internacional e cobertura de Guerra, o autor J.M. Ledgard usa os assuntos de seu cotidiano como cenário para narrar uma história delicada, reflexiva e por vezes romântica em“Submersão”, que chega às livrarias pela Record e às telas do cinema em abril. A versão cinematográfica tem direção de Wim Wenders e é estrelada por James McAvoy e Alicia Vikander.

Na trama, acompanhamos James More, um espião que é mantido como refém por jihadistas na Somália; e Danny Flinders, uma biomatemática que se prepara para descer aos confins do solo oceânico no mar da Groenlândia. Os dois se apaixonaram e viveram um intenso romance no Natal anterior, durante alguns dias, num hotel na costa do Oceano Atlântico.

Com uma prosa bastante peculiar, em trechos curtos que se alternam entre os dois protagonistas e também que passeiam pela linha de tempo, o autor J.M. Ledgard investiga temas como o isolamento e as profundezas – do mar ou de si mesmo –, e a reação do ser humano a condições extremamente difíceis.

Bertrand lança novo livro de Naomi Klein no Brasil

image005.jpgA renomada jornalista, ativista e autora best-seller Naomi Klein passou duas décadas estudando choques políticos, mudança climática e a “tirania das marcas”. Dessa perspectiva singular, ela faz em Não basta dizer não uma análise sobre a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, apontando que a sua agenda de governo pode agravar crises econômicas, sociais e políticas no mundo. Para a autora, a ascensão de Trump e sua agenda imprudente – que inclui um golpe corporativo no governo, culpabilização agressiva, incitações à guerra e um desprezo pela ciência climática em prol do uso frenético de combustíveis fósseis — acarretará ondas de desastres e choques para a economia, a segurança nacional e o meio-ambiente.

“Este livro é apenas uma tentativa de analisar como chegamos a este momento político surreal; como, de maneiras concretas, poderia ficar muito pior; e como, se não nos desorientarmos, podemos mudar o roteiro e chegar a um futuro radicalmente melhor”, diz a autora, que propõe várias ações para a resistência à política de choque que Trump tenta implementar.

Para Klein, Trump não é uma aberração, mas a extensão lógica das piores e mais perigosas tendências dos últimos cinquenta anos — as mesmas condições que vêm provocando uma onda crescente de nacionalismo branco pelo mundo. Não basta, ela nos diz, meramente resistir, dizer “não”. Nosso momento histórico exige mais: um “sim” inspirador, digno de confiança, um guia para reivindicar o território populista daqueles que buscam nos dividir — um que indica um curso ousado para conquistar o mundo justo e solidário que queremos e de que precisamos.

 

SOBRE A AUTORA

Naomi Klein é jornalista, colunista sindicalizada, documentarista e autora dos best-sellers internacionais “Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido”, “A doutrina do choque: a ascensão do capitalismo em desastre” e “Isso muda tudo”. Seus livros foram traduzidos para mais de trinta idiomas.

É correspondente sênior da The Intercept, e seus artigos circulam em publicações como The New York Times, Le Monde, The Guardian e The Nation, no qual é editora contribuinte. Klein é também membro da diretoria do 350.org, um grupo de ação em prol do clima, além de uma das organizadores do Leap Manifesto canadense. Em novembro de 2016, recebeu o prestigioso prêmio australiano Sydney Peace Prize por, segundo os jurados, “nos inspirar a, em âmbito local, nacional e global, exigir uma nova agenda de compartilhamento do planeta que respeite os direitos humanos e a igualdade”.

Siga-a no twitter: @NaomiAKlein

HARRY POTTER: O LIVRO DAS VARINHAS

Varinhas são a ferramenta mais importante do mundo bruxo, possibilitando que bruxos e bruxas consigam canalizar sua mágica. Cada varinha é tão singular quanto o bruxo que a empunha: seja ela em formato de presa como a de Lorde Voldemort, ou elegantemente esculpida como a de Hermione Granger, cada uma das varinhas foi planejada e construída pela equipe dos filmes para ser o reflexo da identidade de seu dono.

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Em dezembro, a Galera Record, em parceria com a Insight Editions e a Warner Bros. Consumer Products, lança “Harry Potter: O livro das varinhas”, o único guia completo das varinhas mágicas dos filmes de Harry Potter e dos personagens que as empunharam. O livro inclui fascinantes detalhes de bastidores contados pelos fabricantes de varinhas da vida real – os artistas conceituais e artesãos que as criaram – e mais perfis detalhados de cada varinha, com direito a fotografias, estatísticas e outros segredos cinematográficos do arquivo da Warner.

Esta edição para colecionadores permite que os fãs mergulhem na criação e na história por trás destes acessórios tão queridos, além de entrar um pouquinho mais no universo mágico de Harry Potter.

Último volume da trilogia “Brilhantes” chega às livrarias

Em “Escrito a fogo”, brilhantes e normais se enfrentam em uma guerra civil arrasadora

image004.pngNo universo da série “Brilhantes”, a humanidade há trinta anos tenta lidar com o 1% da população que nasceu dotado de inteligência acima do normal. No último volume da trilogia, Escrito a fogo, que chega às livrarias em dezembro pela Galera, as tensões entre brilhantes e normais culminaram em uma guerra civil.

A Casa Branca está destruída, cidades inteiras foram queimadas, 75 mil soldados foram assassinados. No Wyoming, os brilhantes recuam para trás dos muros de Tesla enquanto um grupo de extremistas chamado Novos Filhos da Liberdade está determinado em destruí-los. Um cientista chamado Abraham Couzen descobriu um método para transformar normais em pessoas dotadas. Mas em vez de ajudar a equilibrar os poderes entre os grupos, Abe usou a fórmula em si mesmo e se tornou uma ameaça.

Em meio a esse caos, um perigoso terrorista chamado John Smith planeja sacrificar o futuro da humanidade para alcançar seus objetivos. Nick Cooper, um brilhante que sempre lutou para tornar o mundo um lugar melhor, é o único que pode detê-lo — mas para isso ele precisa estar disposto a arriscar tudo o que ama.

O primeiro volume da série de Sakey já teve seus direitos vendidos para o cinema.

Marcus Sakey nasceu em Michigan e trabalhou como publicitário por dez anos antes de se tornar escritor. Seu trabalho já foi indicado a diversas premiações, dentre elas a Strand Critics, a Reader’s Choice e a ITW Thriller Awards. Também é roteirista e apresentador de Hidden City, um programa de turismo do Travel Channel. Atualmente, vive em Chicago com a esposa e a filha. Para mais informações, visite marcussakey.com.

Novo livro da série “Assassin’s creed” volta às origens da trama do jogo

image004.jpgEm novembro, chegou às livrarias pela Galera “Assassin’s creed Origins: Juramento do deserto”. Relacionado ao novo jogo lançado pela Ubisoft no mês passado, a trama retoma a origem do surgimento da rixa entre Assassinos e Templários , que guia toda a mitologia do game.

O protagonista, Bayek, tornou-se protetor da cidade de Siuá, herdando a função do pai. Mas quando um mensageiro misterioso chega à cidade, ele precisa partir imediatamente numa jornada em busca de respostas.

Enquanto isso, a Ordem descobre movimentos que indicam que os Medjay, os protetores da antiga crença, ainda resistem e ameaçam as mudanças que se espalham pelo Egito. Um assassino é então convocado com o objetivo de destruir toda a linhagem Medjay – da qual Bayek faz parte. Nesta batalha entre o antigo e o novo, vemos nascer a primeira faísca da guerra entre os Assassinos e os Templários.

Fenômeno entre os gamers, os jogos da franquia Assassin’s creed já venderam mais de 90 milhões de cópias pelo mundo. O sucesso da história que envolve assassinos e um programa que permite o acesso às memórias de seus ancestrais não foi diferente na transposição para os livros: foram mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos só no Brasil.

Oliver Bowen volta ao universo de Assassin’s creed com este livro. É escritor e historiador da Renascença e vive em Paris.

Biografia minuciosa e abrangente revela a trajetória de George Lucas, um dos maiores nomes da história do cinema americano

image004 (1).jpgHomem por trás de nada menos do que duas das maiores franquias da história do cinema – “Star Wars” e “Indiana Jones” –, George Lucas é alvo de uma minuciosa e envolvente biografia em “George Lucas: Uma vida”, que a BestSeller lança em novembro. O autor Brian Jay Jones passou três anos se dedicando ao projeto, que contou com muitas entrevistas de amigos e colegas de Lucas, além de extensa pesquisa de documentos e arquivos.

Num apanhado abrangente de sua vida pessoal e profissional, entre sucessos e fracassos, George Lucas é retratado desde a infância em Modesto, na Califórnia. Lá ele começou a desenvolver seu gosto pelo cinema e também uma relação conflituosa com o pai. Anos mais tarde, já na faculdade, conheceu Francis Ford Coppola durante um estágio, e os dois acabaram criando um estúdio, no fim dos anos 1960. O livro conta ainda detalhes sobre outra amizade famosa de Lucas, com Steven Spielberg – “Indiana Jones” é obra da dupla.

O livro conta ainda em detalhes todo o processo de filmagens de Star Wars e o drama que rondou a produção. Sucesso mundial incontestável hoje em dia, o filme enfrentou diversos problemas durante suas gravações, e equipe e diretor tinham certeza de que estavam embarcando num fracasso. O texto acompanha também a surpresa quando as filas para assistir ao filme se estendiam por quarteirões e o longa bateu diversos recordes de bilheteria.

O pioneirismo de George Lucas e sua influência no formato e nos modelos dos filmes comerciais que vieram a seguir também estão no relato de Jones, que conta ainda sobre a criação da Lucasfilm – e sua posterior venda para a Disney –, as iniciativas do cineasta no universo dos efeitos digitais, sua relação de altos e baixos com Hollywood e a rotina no rancho Skywalker.

Brian Jay Jones é autor de “Jim Henson: The biography”, biografia do criador dos Muppets e best-seller do New York Times.Trabalhou por quase 20 anos como analista de políticas públicas e redator de discursos. Vive em Maryland com a esposa. Mais informações em brianjayjones.com