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Caça-fantasmas brasileiros lançam livro com os principais casos solucionados

Rosa Jaques e seu marido João Tocchetto lançam livro sobre casos desvendados. (Foto: Divulgação)
Rosa Jaques e seu marido João Tocchetto lançam livro sobre casos desvendados. (Foto: Divulgação)

Dos mortos no massacre do Carandiru ao estilista e polemista Clodovil, são muitos os fantasmas que se comunicam com Rosa Jaques – e encontram a paz graças a suas palavras e orientação. Os casos solucionados por ela e seu marido, João Tocchetto, são narrados no livro Caça-Fantasmas Brasileiros.

O casal viaja o Brasil com a missão de resolver histórias de assombrações e contam as principais neste livro publicado pela Editora Planeta. São histórias em manicômios, hospitais, cadeias, escolas e cemitérios, num casarão do bairro do Bixiga em São Paulo ou num presídio abandonado no Rio Grande do Sul.

O trabalho realizado pela dupla – que contabiliza mais de seiscentos casos resolvidos e documentados, inclusive, em seu canal no Youtube – rendeu-lhes muitas aparições em jornais, revistas e programas de televisão que, em sua grande maioria, ajudam a reforçar a seriedade do trabalho do casal. “Minha missão é ajudar e não buscar aceitação das pessoas, mas também gosto de ser confrontada por quem não acredita”, garante Rosa.

Entre os casos relatados no livro, destaque para o que aconteceu no edifício mais alto da cidade de São Paulo, o Palácio W. Zarzur. Por ali, uma certa figura feminina loira andava assombrando o quadragésimo andar. Foi graças a comunicação estabelecida entre Rosa e a fantasma que seu espírito, ao que parece, encontrou seu caminho.

Vem do Rio Grande do Sul, outro episódio narrado por Rosa e João no livro. A cena, dessa vez, aconteceu na Boate Kiss, um ano e meio depois do incêndio. O casal esteve no local, na área externa, e, diferente do que costuma ocorrer por onde passam, ali Rosa não sentiu a presença de espíritos. “Parece que tudo morreu junto, até as emoções”, descreve ela. Mas fato curioso acontece quando já estavam se preparando para deixar o local. Rosa sente uma vibração muito forte vinda do ponto em que há uma homenagem a um dos mortos na tragédia. E, a despeito de toda energia de sofrimento que paira sobre o local, o espírito parece alegre. É que, segundo Rosa, ele não estava preso e só apareceu para dizer que estava feliz e que continuava se divertindo. Exatamente como estava, minutos antes do incêndio.

Para os curiosos e os que não temem conversas com os mortos, o livro é uma boa pedida!