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Godzilla II chega e prova quem é o rei

Por Rodrigo Bocatti

Após o lançamento de “Godzilla”, em 2014, e “Kong – A ilha da caveira”, em 2018, a Warner Bros Pictures e a Legendary está preparando o terreno para a grande batalha entre Godzilla e King Kong (prevista para 2020). E agora com a chegada de “Godizlla II – O Rei dos Monstros” podemos imaginar de como esses dois gigantes irão se enfrentar.

O filme começa com todos pensando que Godzilla desapareceu e o único sistema que poderia ter uma chance de encontra-lo, construído pelos doutores Emma (Vera Famiga) e Mark (Kyle Chandler) e destruído pelos mesmos. Porém, a mãe de Madison (Millie Bobby) resolveu reconstruir o equipamento e em uma estação da Monarch resolve colocar para funcionar quando um Titã está prestes a ganhar vidar e depois outros ao redor do mundo começam a despertar do seu sono.

(Foto: Divulgação)

O filme gira em torno da busca dos cientistas em busca de Emma e Madison, sequestradas, junto com a máquina que se comunica com os titãs e um segundo momento por Godzilla, já que sabem que ele é considerado o rei dos monstros, assim como Mothra, que é a rainha dos monstros e são os únicos que podem salvar a Terra de ser devastada.

A luta entre Godzilla e Ghidora é muito intensa e interessante, onde no final a grande heroína do filme seja outra. Porém, esses grandes monstros mostram toda sua força, o que impressiona, e destroem uma cidade inteira. No final dos créditos, temos uma ideia do que reunirá os dois gigantes.

A atuação de Millie Bobby, a Eleven de “Stranger Things”, tem uma interpretação que te faz torcer por todas as ações e tem um carisma inigualável e ela eleva o drama ao fim do filme em uma cena emocionante.

TOM HIDDLESTON E BRIE LARSON ENFRENTAM O LENDÁRIO MOSNTRO EM NOVO TRAILER DE KONG: A ILHA DA CAVEIRA

Com direção de Jordan Vogt-Roberts, o longa está em cartaz nos cinemas brasileiros

A Warner Bros. Pictures divulga novo trailer de Kong: A Ilha da Caveira, que já está em cartaz nos cinemas brasileiros. No vídeo, a equipe de cientistas enfrenta a fúria de Kong e os perigos escondidos da Ilha da Caveira.

Sobre o filme

Os produtores de “Godzilla” recriaram as origens de um dos mais poderosos monstros mitológicos em Kong: A Ilha da Caveira, da Warner Bros. Pictures, Legendary Pictures e Tencent Pictures.  

Esta aventura fascinante e original do diretor Jordan Vogt-Roberts (“Os Reis do Verão”) conta a história de uma diversa equipe de cientistas, soldados e aventureiros que se unem para explorar uma ilha mítica e intocada no oceano Pacífico, tão bela quanto perigosa. Longe de tudo e todos que podem os ajudar, a equipe se aventura no território do poderoso Kong, dando início à maior das lutas entre o homem e a natureza. Quando sua missão de descoberta se transforma em uma missão de sobrevivência, a equipe deve lutar para escapar de um paraíso primitivo ao qual a humanidade não pertence.

Em 2017, todos saúdam o Rei.

Kong: A Ilha da Caveira é estrelado por Tom Hiddleston (“Os Vingadores”, “Thor: O Mundo Sombrio”), Samuel L. Jackson (indicado ao Oscar por “Pulp Fiction – Tempo de Violência”, “Vingadores: Era de Ultron), John Goodman (“Transformers: A Era da Extinção”, “Argo”), a vencedora do Oscar Brie Larson (“O Quarto de Jack”, “Descompensada”), Jing Tian (“Em Nome da Lei”), Toby Kebbell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), John Ortiz (“Steve Jobs”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton – A História do N.W.A.”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton – A História do N.W.A.”), Shea Whigham (“O Lobo de Wall Street”), Thomas Mann (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), com Terry Notary (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”, indicado ao Oscar por “Chicago”). 

Vogt-Roberts dirigiu o filme a partir de um roteiro de Dan Gilroy, Max Borenstein e Derek Connolly, com história de John Gatins. Kong: A Ilha da Caveira é produzido por Thomas Tull, Mary Parent, Jon Jashni e Alex Garcia. Os produtores executivos são Eric McLeod e Edward Cheng.

A equipe de criação nos bastidores incluiu o diretor de fotografia Larry Fong (“Batman vs Superman – A Origem da Justiça”), o designer de produção Stefan Dechant (supervisor de direção de arte em “Bravura Indômita”, “Avatar”), o editor indicado ao Oscar Richard Pearson (“Voo United 93”, “Protegendo o Inimigo”, “A Supremacia Bourne”), a figurinista Mary Vogt (dos filmes “Homens de Preto”) e o compositor Henry Jackman (“Capitão América: Guerra Civil”). A equipe também incluiu o supervisor de maquiagem vencedor do Oscar Bill Corso (“Desventuras em Série, Star Wars – O Despertar da Força”) e o coordenador de dublês George Cottle (“Interstelar”, “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”). A tarefa de dar vida ao Kong coube à Industrial Light & Magic, com o supervisor de efeitos visuais duas vezes vencedor do Oscar Stephen Rosenbaum (“Avatar”, “Forrest Gump – O Contador de História”).

Para levar o público à misteriosa Ilha da Caveira, o diretor Jordan Vogt-Roberts, seu elenco e equipe filmaram em três continentes durante seis meses, capturando as paisagens principais na ilha de Oahu, Havaí – onde as filmagens começaram – na Costa Dourada da Austrália e, por fim, no Vietnã, com filmagens realizadas em diversas locações, algumas das quais nunca antes vistas em filme.

A Warner Bros. Pictures/Legendary Pictures e a Tencent Pictures apresentam Kong: A Ilha da Caveira, uma produção da Legendary Pictures Production, um filme de Jordan Vogt-Roberts. O filme está em cartaz em 2D e 3D, em salas selecionadas e IMAX nos cinemas brasileiros, e é distribuído pela Warner Bros. Pictures, uma empresa da Warner Bros. Entertainment.

JORDAN VOGT-ROBERTS E ELENCO FALAM SOBRE KONG: A ILHA DA CAVEIRA EM NOVO VÍDEO

Longa com Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson e Brie Larson está em cartaz nos cinemas brasileiros

 A Warner Bros. Pictures divulga novo vídeo de Kong: A Ilha da Caveira. O diretor Jordan Vogt-Roberts e parte do elenco falam sobre a grandiosidade e fúria de Kong.

Sobre o filme

Os produtores de “Godzilla” recriaram as origens de um dos mais poderosos monstros mitológicos em Kong: A Ilha da Caveira, da Warner Bros. Pictures, Legendary Pictures e Tencent Pictures.  

Esta aventura fascinante e original do diretor Jordan Vogt-Roberts (“Os Reis do Verão”) conta a história de uma diversa equipe de cientistas, soldados e aventureiros que se unem para explorar uma ilha mítica e intocada no oceano Pacífico, tão bela quanto perigosa. Longe de tudo e todos que podem os ajudar, a equipe se aventura no território do poderoso Kong, dando início à maior das lutas entre o homem e a natureza. Quando sua missão de descoberta se transforma em uma missão de sobrevivência, a equipe deve lutar para escapar de um paraíso primitivo ao qual a humanidade não pertence.

Em 2017, todos saúdam o Rei.

Kong: A Ilha da Caveira é estrelado por Tom Hiddleston (“Os Vingadores”, “Thor: O Mundo Sombrio”), Samuel L. Jackson (indicado ao Oscar por “Pulp Fiction – Tempo de Violência”, “Vingadores: Era de Ultron), John Goodman (“Transformers: A Era da Extinção”, “Argo”), a vencedora do Oscar Brie Larson (“O Quarto de Jack”, “Descompensada”), Jing Tian (“Em Nome da Lei”), Toby Kebbell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), John Ortiz (“Steve Jobs”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton – A História do N.W.A.”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton – A História do N.W.A.”), Shea Whigham (“O Lobo de Wall Street”), Thomas Mann (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), com Terry Notary (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”, indicado ao Oscar por “Chicago”). 

Vogt-Roberts dirigiu o filme a partir de um roteiro de Dan Gilroy, Max Borenstein e Derek Connolly, com história de John Gatins. Kong: A Ilha da Caveira é produzido por Thomas Tull, Mary Parent, Jon Jashni e Alex Garcia. Os produtores executivos são Eric McLeod e Edward Cheng.

A equipe de criação nos bastidores incluiu o diretor de fotografia Larry Fong (“Batman vs Superman – A Origem da Justiça”), o designer de produção Stefan Dechant (supervisor de direção de arte em “Bravura Indômita”, “Avatar”), o editor indicado ao Oscar Richard Pearson (“Voo United 93”, “Protegendo o Inimigo”, “A Supremacia Bourne”), a figurinista Mary Vogt (dos filmes “Homens de Preto”) e o compositor Henry Jackman (“Capitão América: Guerra Civil”). A equipe também incluiu o supervisor de maquiagem vencedor do Oscar Bill Corso (“Desventuras em Série, Star Wars – O Despertar da Força”) e o coordenador de dublês George Cottle (“Interstelar”, “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”). A tarefa de dar vida ao Kong coube à Industrial Light & Magic, com o supervisor de efeitos visuais duas vezes vencedor do Oscar Stephen Rosenbaum (“Avatar”, “Forrest Gump – O Contador de História”).

Para levar o público à misteriosa Ilha da Caveira, o diretor Jordan Vogt-Roberts, seu elenco e equipe filmaram em três continentes durante seis meses, capturando as paisagens principais na ilha de Oahu, Havaí – onde as filmagens começaram – na Costa Dourada da Austrália e, por fim, no Vietnã, com filmagens realizadas em diversas locações, algumas das quais nunca antes vistas em filme.

A Warner Bros. Pictures/Legendary Pictures e a Tencent Pictures apresentam Kong: A Ilha da Caveira, uma produção da Legendary Pictures Production, um filme de Jordan Vogt-Roberts. O filme, que está em cartaz nos cinemas brasileiros, foi lançado em 2D e 3D, em salas selecionadas; e IMAX pela Warner Bros. Pictures, uma empresa da Warner Bros. Entertainment.

A Tradição e as técnicas em “Kong: Skull Island”

Por Renan Villalon

Filmes nostálgicos, ou que remetem a obras clássicas e icônicas de Hollywood, se tornam cada vez mais constantes para o grande público, e produtos direcionados pela cultura pop são um dos principais carros chefe dentro dessa curiosa oferta. Kong: Skull Island (Kong: A Ilha da Caveira), de Jordan Vogt-Roberts, reconhecível como um reboot e não necessariamente como um remake do primogênito King Kong (1933), trata-se de um filme que pode gerar um dos retornos contemporâneos sobre um dos mais excêntricos tipos de filmes: o dos monstros gigantes do cinema. Vejamos, portanto, algumas de suas características.

O roteiro de Kong é considerado como dentro do gênero de aventura, ação e fantasia (pelo IMDB), com diversos elementos extravagantes (com destaque especial aos monstros), mas esse reboot também traz a temática de sobrevivência na selva e/ou de conflitos militares – como a fotografia da cena do primeiro encontro com Kong lembrando uma das icônicas sequências de Top Gun (1986) – o que já propõe algumas modificações à história original.

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“Kong: A Ilha da Caveira” chega aos cinemas resgatando os monstros gigantes. (Foto: Divulgação)

Conforme o esperado, há uma imensa diversidade de criaturas gigantes, indo desde aranhas que ultrapassam a altura das árvores até lagartos com uma extensão maior do que o próprio e principal monstro personagem da trama. Isso acaba por demonstrar todos os perigos da ilha, mas também reconhecemos o intuito de transformarem a figura ameaçadora de Kong em um líder que mantém o equilíbrio da natureza nesse ambiente. Equilíbrio que, curiosamente, será ameaçado tanto pelo “progresso científico” (através da destruição e invasão do homem à natureza), quanto pelo aspecto militar da infantaria que acompanha os cientistas na expedição (com uma típica temática de vingança e de domínio do homem sobre a natureza) – ambas características do roteiro que demonstram um aspecto crítico sobre a figura do homem perante a natura, mesmo que sem um grande aprofundamento dessa possível ideia.

Mas gêneros com monstros gigantes também se trata do cinema enquanto espetáculo midiático, e essa ideia não é menosprezada pela produção. Um aspecto importantíssimo é o embate e a forma como as lutas entre os monstros ocorrem, nesse caso servindo bem à história e evitando momentos gratuitos. Isso transforma cada uma das lutas, aparentemente, em uma motivação diretamente relacionada aos aspectos de Kong, seja para observarmos sua ferocidade, ou a sua relação de proteção e autodefesa, ou na relação multifacetada com a figura do homem, que ao mesmo tempo pode ser ameaçador, insignificante, amoroso e/ou indefeso. Além disso, temos também a tensão produzida pelo filme, com momentos de muita criatividade quando vemos os humanos sendo ameaçados pelos diversos monstros, pois trata cada uma das criaturas através de suas particularidades. Isso gera excessivamente um clima no qual os personagens podem ser mutilados, erguidos, perfurados, devorados ou esmagados em qualquer momento, o que deixa o espectador num clima eterno de suspense durante a história (com quebras de narrativa muito inusitadas e excêntricas, ao mesmo tempo).

Os aspectos técnicos relacionados à construção da imagem fílmica são essenciais para a experiência cinematográfica que a obra passa. O principal deles pode ser a linguagem cinematográfica utilizada para a obra, em que reconhecemos logo de início a forma como o diretor usa o 3D com a intenção realmente de inserir o espectador nos ambientes da narrativa. Mesmo com poucos e breves momentos nos quais ele “joga” elementos cênicos no rosto do espectador, utiliza o 3D de maneira bem abrangente, condicionando e posicionando os personagens e os monstros com a profundidade de campo geralmente mais extensa e não muito reduzida. Isso, ainda que existam alguns instantes em que utiliza do hack focus (mudança de foco do fundo para frente e vice-versa) como forma de direcionar o olhar, o que também não atrapalha e nem banaliza o 3D no geral.

Sobre essa característica de direcionar o olhar do espectador, Vogt-Roberts conseguiu ser bem criativo, pois em alguns momentos também utiliza da ideia de “quadros dentro do quadro fílmico”, algo clássico no cinema hollywoodiano – estes são pequenos enquadramentos, através de objetos cenográficos em meio às cenas, para criar um quadro cênico dentro do enquadramento do filme, o que direciona rapidamente o olhar do espectador para conteúdo desse quadro menor. Esse fator, criando um aspecto de realidade, nos ajuda a suspender o fator da descrença no filme, algo importante para que o espectador tenha imersão e envolvimento na história, a ponto de vibrar (internamente) com os momentos de catarse na narrativa.

Complementando essa ideia sobre a linguagem fílmica, também podemos citar a forma como Vogt-Roberts trata a carnificina no filme (atendendo a quesitos que permitem uma larga faixa etária assistir à obra). O diretor utiliza de momentos tanto pela forma clichê (como o tradicional corte de câmera, no momento do ataque, para um plano no qual esborrifará o sangue em algum lugar), quanto por ideias criativas (como a cena em contra-luz que mostra um dos personagens sendo atacado e esquartejado por monstros voadores). Isso é importante quando lembramos que a primeira versão (1933) era direcionada, em meio a outros gêneros, como um filme de horror, e independentemente dos parâmetros de censura que existiam naquela época, uma temática de terror nos dias atuais exige, pelo menos, o PG-13 (faixa etária de 13 anos acima), o que restringiria o público-alvo no cinema, mesmo que fosse pouco. Isso além do trabalho com os grandes planos gerais da narrativa, que além de criar expectativa pelo momento de aparição ou ataque dos monstros, também é idealizado pelo fato do lançamento em IMAX, que pelo enorme formato também influencia na experiência de assistir ao filme, embora não seja excessivamente uma obrigação para se divertir com a obra.

Como forma nostálgica, se relacionando com o primeiro da franquia King Kong, através da direção de arte observamos os aspectos de iconicidade que esse reboot busca, sempre se referindo ao filme de 1933. Alguns dos ícones do clássico aparecem através da utilização de seus elementos e motivações, como: (1) Kong batendo no próprio peito; (2) o resgate e o relacionamento com a principal figura feminina da história; (3) os veículos aéreos sobrevoando ao redor da figura do monstro, atacando-o; (4) os monstros pré-históricos e insetos gigantes; além (5) dos nativos da ilha. Há também a sugestão narrativa de que Kong seria capturado, como na obra de 1933, mas essa possível referência fica para uma continuação mais a frente. Dessa maneira, percebe-se que, embora a obra tenha uma história diferenciada do original, o aspecto nostálgico se mantém e também é importante para a experiência que o filme propõe. Isso também se conclui através da cena pós-crédito, pois se relaciona não apenas com o futuro crossover já mencionado pela produtora (com Godzilla, de 2014), como sugere que a franquia dessa série fílmica, MonsterVerse, irá resgatar diversos títulos da franquia Godzilla, como: Mothra (1961), Rodan (1956) e Ghidorah, the Three-Headed Monster (1964).

Finalizando, Kong: Skull Island é uma obra em que foi buscado o novo e o velho, com sua equipe baseando-se em elementos icônicos, mas preocupada com uma inovação à história, essencialmente pelos aspectos técnicos que tanto podem modificar e/ou diversificar uma obra com teor nostálgico. Um sentimento que parece ser buscado constantemente pelas atuais produções à cultura pop no cinema, e que continuarão com esses novos filmes de monstros.

CONFIRA NOVAS ARTES DE KONG: A ILHA DA CAVEIRA

Tom Hiddleston, Brie Larson e Samuel L. Jackson estrelam longa com direção de Jordan Vogt-Roberts

 A Warner Bros. Pictures divulga novas artes (link abaixo) de Kong: A Ilha da Caveira, que tem estreia prevista para 9 de março nos cinemas brasileiros. As artes destacam o elenco e a fúria do lendário Kong.

 

Sobre o filme

Os produtores de “Godzilla” recriaram as origens de um dos mais poderosos monstros mitológicos em Kong: A Ilha da Caveira, da Warner Bros. Pictures, Legendary Pictures e Tencent Pictures.  

Esta aventura fascinante e original do diretor Jordan Vogt-Roberts (“Os Reis do Verão”) conta a história de uma diversa equipe de cientistas, soldados e aventureiros que se unem para explorar uma ilha mítica e intocada no oceano Pacífico, tão bela quanto perigosa. Longe de tudo e todos que podem os ajudar, a equipe se aventura no território do poderoso Kong, dando início à maior das lutas entre o homem e a natureza. Quando sua missão de descoberta se transforma em uma missão de sobrevivência, a equipe deve lutar para escapar de um paraíso primitivo ao qual a humanidade não pertence.

Em 2017, todos saúdam o Rei.

         Kong: A Ilha da Caveira é estrelado por Tom Hiddleston (“Os Vingadores”, “Thor: O Mundo Sombrio”), Samuel L. Jackson (indicado ao Oscar por “Pulp Fiction – Tempo de Violência”, “Vingadores: Era de Ultron), John Goodman (“Transformers: A Era da Extinção”, “Argo”), a vencedora do Oscar Brie Larson (“O Quarto de Jack”, “Descompensada”), Jing Tian (“Em Nome da Lei”), Toby Kebbell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), John Ortiz (“Steve Jobs”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton – A História do N.W.A.”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton – A História do N.W.A.”), Shea Whigham (“O Lobo de Wall Street”), Thomas Mann (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), com Terry Notary (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”, indicado ao Oscar por “Chicago”). 

         Vogt-Roberts dirigiu o filme a partir de um roteiro de Dan Gilroy, Max Borenstein e Derek Connolly, com história de John Gatins. Kong: A Ilha da Caveira é produzido por Thomas Tull, Mary Parent, Jon Jashni e Alex Garcia. Os produtores executivos são Eric McLeod e Edward Cheng.

         A equipe de criação nos bastidores incluiu o diretor de fotografia Larry Fong (“Batman vs Superman – A Origem da Justiça”), o designer de produção Stefan Dechant (supervisor de direção de arte em “Bravura Indômita”, “Avatar”), o editor indicado ao Oscar Richard Pearson (“Voo United 93”, “Protegendo o Inimigo”, “A Supremacia Bourne”), a figurinista Mary Vogt (dos filmes “Homens de Preto”) e o compositor Henry Jackman (“Capitão América: Guerra Civil”). A equipe também incluiu o supervisor de maquiagem vencedor do Oscar Bill Corso (“Desventuras em Série, Star Wars – O Despertar da Força”) e o coordenador de dublês George Cottle (“Interstelar”, “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”). A tarefa de dar vida ao Kong coube à Industrial Light & Magic, com o supervisor de efeitos visuais duas vezes vencedor do Oscar Stephen Rosenbaum (“Avatar”, “Forrest Gump – O Contador de História”).

Para levar o público à misteriosa Ilha da Caveira, o diretor Jordan Vogt-Roberts, seu elenco e equipe filmaram em três continentes durante seis meses, capturando as paisagens principais na ilha de Oahu, Havaí – onde as filmagens começaram – na Costa Dourada da Austrália e, por fim, no Vietnã, com filmagens realizadas em diversas locações, algumas das quais nunca antes vistas em filme.

A Warner Bros. Pictures/Legendary Pictures e a Tencent Pictures apresentam Kong: A Ilha da Caveira, uma produção da Legendary Pictures Production, um filme de Jordan Vogt-Roberts. O filme será lançado em 2D e 3D, em salas selecionadas; e IMAX, com lançamento mundial em 10 de março e data de estreia no Brasil prevista para 9 de março, pela Warner Bros. Pictures, uma empresa da Warner Bros. Entertainment.

CONFIRA A FÚRIA DE KONG EM NOVO TRAILER LEGENDADO DE KONG: A ILHA DA CAVEIRA

Tom Hiddleston, Brie Larson e Samuel L. Jackson estrelam longa com direção de Jordan Vogt-Roberts

A Warner Bros. Pictures divulga novo trailer legendado (links abaixo) de Kong: A Ilha da Caveira, que tem estreia prevista para 9 de março nos cinemas brasileiros. O vídeo mostra a fúria de Kong quando vê a misteriosa Ilha da Caveira sendo invadida brutalmente por seres humanos.

Kong: A Ilha da Caveira, da Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures, recria a origem do mítico Kong numa aventura original emocionante dirigida por Jordan Vogt-Roberts (“Os Reis do Verão”).

No filme, um eclético time de exploradores se aventura nas profundezas de uma desconhecida ilha do Pacífico – tão bela quanto traiçoeira – sem saber que estão invadindo os domínios do mítico Kong.

Tom Hiddleston (“The Avengers: Os Vingadores”, “Thor: O Mundo Sombrio”), Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”, “Vingadores: Era de Ultron”), a vencedora do Oscar Brie Larson (“O Quarto de Jack”, “Descompensada”), John Goodman (“Transformers: A Era da Extinção”, “Argo”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”, “Quase Irmãos”) estrelam Kong: A Ilha da Caveira. O elenco internacional inclui ainda Tian Jing (“Em Nome da Lei”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”), John Ortiz (“Steve Jobs”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), Shea Whigham (“O Lobo de Wall Street”), Toby Kebbell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Eugene Cordero (“Os Reis do Verão”).

Vogt-Roberts dirige o longa a partir do roteiro de Max Borenstein, John Gatins, Dan Gilroy e Derek Connolly. Kong: A Ilha da Caveira tem produção de Thomas Tull e Jon Jashni, da Legendary Pictures, com Mary Parent. A produção executiva é de Eric McLeod e Alex Garcia.

O time criativo dos bastidores inclui o diretor de fotografia Larry Fong (“Batman vs Superman: A Origem da Justiça), a designer de produção Stefan Dechant (diretora de supervisão de arte em “Bravura Indômita”, “Avatar”), o editor Christian Wagner (filmes “Velozes & Furiosos”), e a figurinista Mary Vogt (filmes “MIB: Homens de Preto”). O time ainda conta com o supervisor de maquiagem vencedor do Oscar Bill Corso (“Desventuras em Série”, “Star Wars: O Despertar da Força”) e o coordenador de supervisão de dublês George Cottle (“Interstellar”, “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”).

O lendário Kong renasce em uma escala inteiramente nova feita pela Industrial Light & Magic, com o duas vezes vencedor do Oscar Stephen Rosenbaum (“Avatar”, “Forrest Gump: O Contador de Histórias”) colaborando como supervisor de efeitos visuais.

Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures apresentam Kong: A Ilha da Caveira, uma produção da Legendary Pictures. O longa tem estreia prevista no Brasil para 9 de março de 2017 nos formatos 2D, 3D e IMAX e terá distribuição internacional pela Warner Bros. Pictures, uma empresa da Warner Bros. Entertainment.

King Kong muda de estúdio e pode enfrentar Godzilla no futuro!

Por Minha Série

A produtora Legendary Pictures está levando o filme King Kong: A Ilha da Caveira da Universal Pictures para a Warner Bros. Pictures, em uma mudança de estúdio que pode indicar os planos futuros da companhia de realizar um encontro de King Kong com o Godzilla!

King Kong pode enfrentar Godzilla em filme. (Foto:  Reprodução/Universal Pictures)
King Kong pode enfrentar Godzilla em filme. (Foto: Reprodução/Universal Pictures)

A Legendary Pictures detém os direitos dos dois personagens, e desenvolvia A Ilha da Caveira pela Universal ao mesmo tempo em que produzia a sequência de Godzilla pela Warner. De acordo com o site Deadline, a mudança de “casa” do longa do King Kong está mesmo acontecendo e deve ser oficializada em breve.

Isso deve acontecer para permitir que a Legendary realize um encontro das criaturas em uma futura produção. King Kong será reapresentado ao público em A Ilha da Caveira, previsto para março de 2017, enquanto o Godzilla da Warner já tem uma sequência em desenvolvimento.