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SkyDome

Por Rodrigo Bocatti

Em 2016, a Kinship marcou presença na Brasil Game Show com dois estandes na área de Indie, em um as crianças podiam se divertir com jogos interativos e em outro foi montada uma arena PvP de 4×4, para os gamers poderem testar o SkyDome, lançamento da época. No ano passado, a empresa voltou, porém com um espaço nove vezes maior e o jogo veio totalmente renovado.

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SkyDome, da Kinship, foi um dos lançamentos da BGS 2017. (Foto: Divulgação)

“Em 2016, viemos com um protótipo de quatro meses e depois da BGS, que saímos com um feedback positivo, e de seis pessoas fomos para 14, ficamos um ano desenvolvendo e pegamos tudo do ano passado e jogamos no lixo, só o conceito deixamos para desenvolver”, afirmou Matheus Zanetti, desenvolvedor da Kinship.

Apesar do crescimento, a empresa se considera indie e vê o mercado brasileiro de gamers em crescimento. “Consumimos 1.3 bilhão de dólares por ano e temos, mas criamos 300 companhias agora e teve um crescimento de 300%, nos últimos 8 anos”, comentou Zanetti.

O SkyDome foi um dos grandes sucessos da última edição da BGS, com filas e muitos comentários positivos, a Kinship se firmou com uma das melhores desenvolvedoras de games nacionais. “Queremos dar a cara a tapa, mostrar que existimos e que o jogo é todo feito aqui no país”, finalizou.

 

Mike Azevedo e Cesar Rosolino criam splash arts de Skydome

Imagens feitas pelos artistas brasileiros concentram a essência do jogo de estratégia em tempo real da Kinship e retratam os personagens da tribo Filhos da Forja

Skydome, jogo de estratégia em tempo real da Kinship, foi um dos destaques entre os títulos indies para PC apresentados na BGS 2016. Agora, em fase avançada de desenvolvimento e com previsão de lançamento no final de 2017, Skydome quer novamente surpreender e contrata dois artistas reconhecidos na indústria de games especialmente para criar as splash arts do jogo. Mike Azevedo e Cesar Rosolino já desenvolveram duas imagens que traduzem conceitos do Skydome, apresentam personagens de uma das tribos do jogo e dão ao jogador uma visão detalhada de ambientes, elementos e desafios que os esperam durante as batalhas.

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Skydome. (Foto: Divulgação)

“Trabalhar nas ilustrações do Skydome foi incrível para nós dois. Começamos com a ideia de fazer algo bem dinâmico e com pequenas interações divertidas, e tivemos a liberdade de usar muitas cores vivas e sem medo de ficar algo desorganizado”, explicou Mike. Segundo o artista, o maior desafio foi unir a grande variedade de elementos sem poluir a imagem, mantendo a leitura agradável.

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Skydome. (Foto: Divulgação)

As artes foram desenvolvidas com o intuito de resumir partes importantes do jogo em imagens únicas, mostrando a essência do que serão as partidas e a temática de Skydome. Nelas é possível ver os Filhos da Forja, uma das tribos que estarão disponíveis para combate e cujo artefato, a Forja, está presente ao fundo. Durante o jogo, o objetivo de cada equipe é defender o artefato de sua equipe contra o avanço do exército de criaturas do time adversário.

Cheny Schmeling, diretor criativo da Kinship, acrescenta que a batalha, assim como todos os poderes ilustrados nas splash arts, farão parte do game e estarão à disposição dos jogadores. “Sabíamos que só dois artistas com a experiência do Mike Azevedo e Cesar Rosolino poderiam criar algo que traduzisse isso, e o resultado ficou acima da nossa expectativa”, diz.

Produtores independentes se destacaram durante a Brasil Game Show

Por Henrique Moita e Rodrigo Bocatti

Durante a Brasil Game Show, um dos destaques do evento foi a área de produtores independentes, que dobrou de número do ano passado para 2016. Com diversos estilos de jogos, os visitantes puderam testar e ver as novidades que estão chegando no mercado e em todas as plataformas.

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Skydrome foi apresentado pela Kinship, durante a Brasil Game Show. (Foto: Divulgação)

Um dos estandes mais disputados era do Skydrome, da Kinship, que era um projeto que estava sendo desenvolvido há algum tempo. O jogo é de estratégia e ação em tempo real. “São dois times de quatro pessoas que o objetivo principal é invadir a ilha do time inimigo, mas com tropas e não com o seu personagem. Então por isso que é estratégia, você precisa saber exatamente qual o momento certo de atacar, de defender, por onde atacar, porque tem vários caminhos e ficar atento as intervenções dos inimigos, que são ataques que ocorrem sem você saber”, explicou Cheny Schmeling, diretor criativo da Kinship.

“Eu acho que as pessoas ainda confundem muito a produção como um hobby, como produção indie de negócio. Existem projetos aí que que estão super bem-acabados, finalizados, assim, a produção nacional tá arrebentando, tá nível internacional”, completou Schmeling, que ainda falou que a área indie dentro da BGS ainda irá crescer muito.