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Crítica do filme: Esquadrão Suicida

Por Leticia Nunes

Uma mistura de sequência e reboot do longa de 2016, ‘’Esquadrão Suicida” estreia em 5 de agosto nos melhores cinemas do Brasil. Nossa equipe teve acesso exclusivo antes do lançamento e conta tudo do filme para você!

Alguns personagens do filme original (que foi um desastre) retornam: Amanda Waller (Viola Davis), Rick Flag (Joel Kinnaman), Capitão Bumerangue (Jai Courtney) e Arlequina (Margot Robbie) e, junto com eles, um novo grupo de vilões:

 IDRIS ELBA – SANGUINÁRIO

JOHN CENA – PACIFICADOR

NATHAN FILLION – TDK

DANIELA MELCHIOR – CAÇA-RATOS 2 

MICHAEL ROOKER – SÁBIO

MAYLING NG – MONGAL

PETE DAVIDSON – BLACKGUARD

FLULA BORG – DARDO

SEAN GUNN – DONINHA

STEVE AGEE – TUBARÃO REI

Atenção contém spoiller

O filme se inicia com Amanda Waller, novamente, indo até a prisão  de segurança máxima de Belle Reeve, que também serve como QG da operação, parar formar uma  nova ‘Força Tarefa X’ . Desta vez, a missão é invadir Corto Maltese e impedir um experimento científico misterioso e como recompensa, eles teriam sua pena diminuída.

Logo nos primeiros 15 minutos de filme temos a sensação de ‘mais do mesmo’, a impressão é que eles tentaram pegar o que funcionou no filme anterior e multiplicar, com bastante ação e sangue logo no início.

Uma parte da equipe chega numa ilha pra tentar acessar a cidade, e lá, são surpreendidos por soldados armados e um grande massacre se inicia, graças a um dos integrantes ter traído a equipe e entregue sua localização. Os vilões morrem logo de início, restando apenas uma parte da equipe. Rapidamente Amanda surge com outra do outro lado da ilha, uma ‘equipe extra’ para emergência que logo entra em ação. No confronto, Alerquina e Flag somem e se inicia uma busca por ambos antes de chegarem ao destino final. Na mata, eles se unem a Sol Soria (Alice Braga), personagem que não existe nas HQs. (foto)

Flag e Alerquina se unem a equipe e todos seguem com o plano inicial, o que eles não contavam era que estavam do lado errado desde o início, pois na verdade os EUA estavam por trás de tudo. O objetivo deles se inverte e eles querem pegar o arquivo e entregar para a imprensa, mas nem toda a equipe tinha o mesmo propósito.

A trilha sonora brasileira está presente no filme (como Marcelo D2, Glória Groove e Céu) o que dá mais vontade de assistir.

O diretor James Gunn continua usando seu talento para pegar personagens obscuros dos quadrinhos e criar desajustados extraordinários e problemáticos. Além disso, tem muita emoção e sentimentos misturados com todas as mortes imprevisíveis durante o longa.

O filme deixou um pouco de lado a estética sombria das produções da DCEU para se aproximar do estilo colorido de Gunn, visto em produções como Guardiões da Galáxia (2014), o que na minha opinião funcionou muito bem! 5/10