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Aquecimento para o tapete vermelho: Cinelist do Telecine reúne filmes premiados e aclamados

TeleCine exibe martona de filmes clássicos aclamados pela crítica. (Foto: Divulgação)

A temporada das premiações do cinema já começou e o streaming do Telecine traz a cinelist perfeita para quem ama acompanhar as grandes cerimônias. São mais de 100 filmes premiados e indicados ao longo dos anos. 

A lista conta com clássicos, como “Os Pássaros” e “Psicose”, de Alfred Hitchcock, além de produções inesquecíveis, como “2001: Uma Odisseia no Espaço” “Titanic”.

Filmes contemporâneos e irreverentes, como  “Cisne Negro”“A Forma Da Água” “Infiltrado na Klan” também não ficam de fora da maratona, que é indispensável para os cinéfilos de plantão.

Confira a cinelist completa aqui.

Creed 2 – Mais pontos positivos do que negativos

Tirando o enredo previsível, continuação do longa de Michael B. Jordan e Sylvester Stallone apresenta aspectos para não tirar os olhos da telona

Por Antonio Lemos

Rocky é uma das franquias de cinema mais queridas pelo público e pela crítica. Para quem é fã e assistia aos filmes durante a infância, os cinco longas contanto a saga de Rocky Balboa (Sylverter Stallone) não sai do nosso imaginário. Ainda teve o sexto, lançado em 2006, quando o “Garanhão Italiano” mostrou para todos que idade não tem diferença ao lutar de igual para igual contra Mason Dixon (Antonio Tarver), onde acabou perdendo por pontos.

A franquia continuou com o personagem sendo apresentado como treinador em Creed: Nascido para Lutare continua na bela sequência, com lançamento programado para o dia 24 de janeiro, com personagens maduros e base sólida para uma eventual continuação. Assim, esta pessoa que vos escreve e fã de Balboa resolveu listar pontos positivos e negativos, saindo um pouco de fazer a resenha e deixando no ar alguns spoilers (já adianto, não foi fácil escolher).

Lutas de “Creed 2” são um dos pontos altos do filme. (Foto: Divulgação)

Michael B. Jordan & Tessa Thompson

Para começar a conversa, outra vez a dupla Michael B. Jordan e Tessa Thompson mostraram uma bela química, e que os papéis de Adonis Johnson e Bianca caíram no colo. O personagem de B. Jordan emociona com palavras, dores e vontade de construir o seu legado, espantando todos os fantasmas da morte do seu pai Apollo Creed (Carl Weathers). Já Tessa mostra a capacidade da personagem de enfrentar suas limitações físicas e seguir lutando pelo seu sonho. Outro grande ponto da atuação da atriz está na apresentação de Adonis na luta final contra Viktor Drago (Florian Munteanu). Diante do Estádio Luzhniki – palco da abertura e encerramento da última Copa do Mundo – lotado e um cenário totalmente hostil, ela aparece como um ponto de luz, interpreta uma canção de arrepiar em tom desafiador e acompanha seu marido até o ringue.

Trilha sonora

O segundo ponto positivo deste longa fica por conta da trilha sonora. A mistura do rap e da black music com o tema clássico do Rocky é sensacional. Juntar o novo com o clássico às vezes preocupa o pessoal mais antigo, mas ouvir “Gonna Fly Now” no ápice do filme faz o nosso coração saltar e o derramamento de lágrimas é inevitável. Ótimo gosto e o tema clássico do ‘Garanhão Italiano’ continua sendo atual mesmo com mais de quatro décadas de existência.

As atuações de Sylverster Stallone e Dolph Lundgren

Se as atuações de Michael B. Jordan e Tessa Thompson são dignos de Oscar (isso deixo para os especialistas), o que dizer de Sylverster Stallone e Dolph Lundgren? Mais de trinta anos depois, Rocky Balboa e Ivan Drago se encontram após a épica luta em Moscou, no qual o ‘Garanhão Italiano’ sai vencedor, enquanto Drago é escorraçado da Rússia e passa a viver na Ucrânia. O personagem de Stallone sobrevive ao câncer, porém, está em conflito consigo mesmo sobre se reconciliar com seu filho e conhecer seu neto. Balboa segue nos emocionando com suas palavras e brilha sem ofuscar o protagonista. Já Lundgren recria o icônico Drago tentando reescrever o passado e mudar o presente com o filho Viktor. Seu personagem está frustrado, deprimido, derrotado e cheio de raiva. Seu filho carrega os mesmos sentimentos do pai, e ao mesmo tempo, perturbado pela gana de Ivan em reerguer o nome da família após aquele Natal de 1985. Ver os quatro (Rocky, Adonis, Ivan e Viktor) em cima do ringue um encarando o outro é de arrepiar até o último fio de cabelo. Dá a impressão de que teríamos duas lutas no mesmo espaço e uma faísca viraria explosão naquele barril de pólvora.

Lutas

Desde o seu primeiro confronto, que valia a chave de seu Mustang, até a batalha épica em Moscou, o diretor Steven Caple Jr. acerta em cheio em dar bastante realidade, fazendo com que o telespectador fique com os olhos grudados na tela, sem querer perder sequer um detalhe. Tirando a luta em que Adonis vence e recupera o seu carro, o primeiro confronto contra Viktor mostra o russo com fome de vitória e como ele é uma máquina de dar socos (na vida real, o ator que interpreta Viktor é pugilista profissional). No embate final, em solo europeu, Johnson é outro lutador, resiste a vários golpes – como Balboa resistia – e seu final é digno de um protagonista que agarrou com unhas e dentes o papel de dar continuidade ao legado de Stallone, além de dar sequência ao seu próprio. Sem dúvidas é uma das lutas mais épicas do cinema.

Mensagem do filme

Para fechar, o filme deixa uma mensagem. Se na saga de Stallone, o recado transmitido era “Não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. O quanto pode suportar e seguir em frente.”, em Creed II a mensagem é simples e clara: “Não importa o quão poderoso é seu adversário e quantas vezes você é jogado na lona, é preciso ficar de pé frente as adversidades e vencê-las a todo o custo, nem que essa vitória venha a base de grandes sacrifícios.”. Adonis buscava a luta perfeita para honrar a morte de seu pai e construir o seu legado. E conseguiu.

Ponto negativo: enredo previsível

Depois de apresentar tantos pontos positivos (difícil escolher cinco), qual seria o lado negativo de Creed II? Falar que não tem seria coisa de fã, mas esta pessoa que vos escreve aponta um (se os especialistas tiverem outros pontos negativos, é só falar): o enredo previsível. Não digo no sentido de Adonis vencer a “revanche” contra Drago em Moscou, mas pela história ser a versão repaginada de Rocky IV. Desde a chegada russa aos EUA, o desafio pelo staff de Drago contra Adonis, passando pela primeira luta em solo americano até a última na capital russa, a história se repete como fora em 1985, a exceção fica pelo fato do protagonista não morrer, e sim, ficar gravemente ferido. Em Rocky IV, Apollo morre no 2º round. Mesmo assim, é um filme que vale muito a pena assistir, com muitas referências e a emoção será inevitável.

Teremos Creed 3?

Depois em que Adonis derrota Drago, ficou no ar se há fôlego para o terceiro filme. Acredito que tenha pelo fato do diretor Steven Caple Jr. ter acertado em cheio nessa continuidade, e também, pelo fato do próprio Adonis começar a construir o seu legado. Porém, fica a pergunta: com ou sem Rocky Balboa?

As últimas cenas mostraram que Balboa aos poucos vai sair de cena quando diz para Adonis curtir a sua conquista, enquanto ele fica fora do ringue, e o monólogo do protagonista no túmulo de Apollo. Na sequência, aparece Rocky conquistando o seu objetivo: rever o filho e seu neto com uma mala na mão e a sua tradicional bolinha de borracha. Além disso, o próprio Sylvester Stallone declarou que estaria pronto para gravar o Creed 3 e depois disso sairia de cena, aposentando o personagem, assim como fez com Rambo.

Como será essa “despedida”? A ‘batata quente’ está nas mãos de Caple Jr. e uma das especulações para o terceiro filme é o possível retorno de Clubber Lang, interpretado por Mr. T em Rocky III (1982).

Renato Andrade e Erika Mello sugerem cinco lições preciosas para apartamentos pequenos

Os arquitetos e sócios da Andrade & Mello Arquitetura ressaltam os recursos para o máximo aproveitamento dos espaços e mostram que é possível morar bem em lugares compactos

Nas grandes cidades, é cada vez mais comum morar em poucos metros quadrados. Nos últimos anos, os lançamentos de apartamentos tiveram áreas reduzidas, desafiando a arquitetura a nos ajudar a viver melhor. Esse perfil de imóvel, compacto e prático, requer soluções de organização e aproveitamento de espaço para facilitar a vida dos moradores, agregando qualidade de vida e bem-estar.

Buscando aproveitar cada centímetro da melhor maneira possível, os arquitetos Renato Andrade e Erika Mello, do escritório Andrade & Mello Arquitetura, compartilham suas experiências para mostrar que é possível morar em ambientes enxutos sem abrir mão da personalidade nem sofrer com cômodos apertados e desconfortáveis.

Apartamento de 33 m² assinado pelo escritório Andrade & Mello Arquitetura (Foto: Luis Gomes)

1. Integração

Uma ótima solução para ganhar medidas extras no projeto é remover paredes e unir ambientes. “Mas não podemos nos esquecer da estrutura do imóvel, que não pode ser colocada em risco“, alerta Erika Mello. Ao invés de ter cômodos isolados, o morador terá amplitude em sua moradia, como cozinhas integradas ao estar, que permitem um ambiente mais receptivo e aconchegante. “As transparências são bem-vindas, pois mantêm a percepção do todo”, complementa Erika.

2. Marcenaria

Quando se trata de imóveis compactos, o que fica cada vez mais claro é que planejar os espaços nunca foi tão importante. Cada centímetro ganha status de área útil. A marcenaria é uma aliada fundamental para não desperdiçar nenhum milímetro, sem contar ajuda na organização da casa. “Todo o mobiliário deve ter uma função específica, estou falando de encaixes perfeitos e usos pré-definidos já no desenho do projeto”, afirma Renato Andrade. Remover o máximo de paredes e substituí-las por armários é uma forma de ganhar centímetros. “Com painéis deslizantes, móveis multiuso e peças embutidas, a marcenaria se torna uma aliada em lugares enxutos”, completa.

3. Otimização vertical

Aproveitar as paredes até o teto é uma forma de conquistar ainda mais área. Estantes e armários posicionados estrategicamente são ótimos para abrigar cobertores, livros e outros objetos que não são usados com frequência.  Outra recomendação é apostar em teto e paredes pintados na mesma cor, pois isso parecerá suprimir limites e trará a ideia de unidade. “Piso único, teto nivelado e iluminação linear também forjam a sensação de continuidade”, afirma Erika.

4. Espelhos

Um truque recorrente, que funciona muito bem, é o uso de espelhos. Aplicá-los em lugares específicos, como, por exemplo, dentro dos móveis ou sobre as prateleiras vai contribuir para que os ambientes pareçam maiores e mais iluminados. Também vale pensar que a organização racional de circulação resultará em áreas otimizadas. Um exemplo é posicionar estrategicamente as portas, uma em frente à outra.

5. Móveis multifuncionais

Os chamados ‘móveis dois em um’ valorizam o imóvel e podem ser usados de formas múltiplas: um sofá que vira cama, mesa que dá para ser estendida, entre outras opções. “É importante que os móveis e os acessórios sejam proporcionais ao tamanho do ambiente”, ressalta Erika. Ao mesmo tempo, cuidado para evitar a duplicidade de funções, como mesas de refeição em mais de um ambiente.

O Spotify vai guiar você pelo novo esporte preferido do momento: a caça ao Pokémon

Já pensou em conhecer os pontos turísticos do Rio de Janeiro enquanto joga Pokémon Go? O Spotify criou a playlist “Temos Que Pegar”, um audioguia com a trilha sonora ideal para você capturar Pokémon pelos cartões postais da Cidade Maravilhosa.

Spotify prepara lista especial para quem joga Pokemon Go. (Foto: Divulgação)
Spotify prepara lista especial para quem joga Pokemon Go. (Foto: Divulgação)

Na playlist especial do Spotify, o guia Marcelo Forlani, do site Omelete, te dá dicas de como ser o melhor Treinador Pokémon a cada virada de esquina. Pontos famosos como o Maracanã, Cristo Redentor, Arpoador e Jardim Botânico fazem parte do roteiro de lugares perfeitos para achar monstros raros e especiais.

A trilha sonora do guia em áudio passeia por clássicos da série animada como o tema de abertura “Pokémon Theme” e “Don’t Say You Love Me”, faixa que  toca nos créditos finais do “Pokémon: The First Movie”, de 1999.  A nostálgica “Força do Mestre” do programa da Eliana também aparece na playlist e reveza com hits como “Sorry”, de Justin Bieber e “Confident”, de Demi Lovato.

A playlist Temos Que Pegarestá disponível.