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ORIENTAVIDA PRODUZ PEÇAS EXCLUSIVAS INSPIRADAS EM CRUELLA, NOVO FILME DA DISNEY

A ONG, que trabalha a qualificação e atuação para diversas mulheres do Vale do Paraíba, produziu 6 peças inspiradas no live-action da Disney

A ONG Orientavida, instituição do Vale do Paraíba, desenvolveu uma coleção exclusiva para Cruella, live-action da The Walt Disney Studios estrelado por Emma Stone, que está sendo exibido nos cinemas e no Disney+, por meio do Premier Access. A ONG Orientavida trabalha com a The Walt Disney Company Brasil desde 2008 e recebeu uma doação como incentivo para o Projeto Escola de Corte e Costura Orientavida, destinado a capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade durante o ano de 2021.

Com o trabalho de 26 mulheres, a Orientavida desenvolveu uma coleção com jaquetas, moletons, camisetas, vestidos, canecas e pratos. Com a pegada punk rock de Londres dos anos 70, a jaqueta jeans tem bordados, couros e tachas, inspirando também outras peças fashion. Os pratos antigos viraram objeto para parede com as ilustrações feitas para CRUELLA, a mesma arte aplicada em canecas de café. Cada produto vem acompanhado de tags com um QR code que direciona o público a vídeos contando a história das artesãs que trabalham na confecção. Todos os produtos são limitados e vêm com embalagem especial e acompanham um botton de Cruella. Foram desenvolvidas 6 peças com preços de R$98,00 a R$1.380,00 e podem ser adquiridas online diretamente no site: https://orientavida.org.br/br/loja-virtual/produtos/45/disney

A ação visa a criatividade feminina e o lugar de fala de mulheres que utilizam a costura e a moda como forma de inclusão e representatividade, pontos enaltecidos pelo Orientavida e pela The Walt Disney Company em todas suas campanhas, gerando oportunidades profissionais e culturais. A produção destas peças visa aproveitar a ligação com o enredo de Cruella para dar visibilidade ao trabalho da ONG, que promove a inclusão social e profissional das mulheres através de oportunidades de formação e empregabilidade na indústria têxtil e da moda.

Cruella apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. É na inspiração da Londres dos anos 70 que as peças da Orentavida serão produzidas, trazendo à tona toda criatividade das mulheres atendidas pela ONG.

tom & jerry

Por Henrique Moita

Tom & Jerry mistura animação com live action. (Foto: divulgação)

O ano é 2021 e a Warner resolveu trazer um gênero de filme que fez bastante sucesso nos anos 90, que mistura live action com animação, dessa vez trazendo Tom & Jerry. Será que ela está nos preparando para o que está por vir em Space Jam 2?

Já vou dizendo que adorava o primeiro filme, tinha inclusive o VHS e assisti diversas vezes, porém ao assistir ‘Tom & Jerry’, eu senti que algo estava um pouco deslocado ali. Não sei se essa história de juntar animação 2D com live action combina hoje em dia. Para completar ainda mais a estranheza que tive, não só a dupla principal era em animação, mas sim todos os animais do filme. Imagino que seja porque eles queriam inserir, não só Tom ou Jerry, mas também vários outros personagens dos desenhos, como o buldogue Spike. Mas ainda assim, ficou estranho. Ainda mais que, no ano passado, tivemos o filme do Sonic, mostrando que com uma boa animação 3D, fiel a aparência do personagem, fica muito mais atual a produção.

Acho que a Warner ficou com medo de sair um novo Pica-Pau com os personagens em 3D e acabaram optando pela versão 2D mesmo.

Tom & Jerry estreou nos cinemas. (Foto: divulgação)

Mas e o filme em si, como ele é?

Bom, ele é uma mistura daqueles filmes de comédia da sessão da tarde com um compilado de episódios de Tom e Jerry: você sabe o que vai acontecer na disputa entre o gato e o rato, mas não deixa de dar risada, como sempre foi e o enredo ao redor do filme não tem nada de muito complexo e que você não saiba como vai se desenrolar.

Achei também que a escalação de Ken Jeong totalmente desnecessária. Como um grande nome da comédia, ele aparece muito pouco e acho que o seu humor seja muito mais voltado para o público adulto do que para o infantil.

Por fim, minha avaliação de Tom & Jerry: O Filme é de 5/10.

Para o público infantil, talvez até funcione hoje em dia e o público adulto sinta um pouco da nostalgia da dupla, porém ainda falta aquelas piadas só para os adultos entenderem nesse tipo de filme, animação 2D com live action realmente não combinam mais e tem um certo desperdício de bons atores de comédia.

Mulan

Por Henrique Moita

Há pouco menos de um mês, mais precisamente no dia 17 de novembro, chegava ao Brasil um dos serviços de streaming mais esperados dos últimos tempos, o Disney+. Como a empresa do famoso camundongo é dona de quase todo o mundo do entretenimento, junto vieram diversos filmes e séries consagrados, como filmes do UCM, saga Star Wars, sucessos da FOX, entre outros.

Na última sexta-feira, chegou a mais recente adaptação de uma de suas maiores animações, agora em live action, Mulan. Diferente das anteriores, que tinham a intenção de ser uma “cópia” do original, porém nesse formato com atores reais, Mulan queria mudar.

Um dos principais motivos, era que a animação, não era muito fiel a lenda da guerreira na qual ela é baseada. Por isso diversas mudanças foram feitas. As duas principais seriam a ausência de um dos personagens mais queridos pelo público, o dragão Mushu, sendo substituído no longa por uma fênix e o fato do filme não ser mais um musical, por querer adotar um plano mais sério.

A ideia geral do filme, permanece a mesma, Mulan é uma jovem mulher que não tem aptidão nenhuma para ser aquela “mulher tradicional” da época e quando a China é sofre um ataque, ela finge ser um homem, para ir no lugar de seu pai para a guerra, tendo em vista que seu pai já era velho e estava debilitado por conta de guerras anteriores.

Mulan está disponível no Disney+. (Foto: divulgação)

Agora vem aquelas famosas perguntas. O filme é bom? Tem muita diferença para a animação, além das já citadas? Mushu fez muita falta?

Vamos começar respondendo a última pergunta logo de cara. Admito que fiquei muito chateado ao saber que o pequeno dragão não estaria presente no longa e já logo pensava: “Desonra! Desonra pra tu, desonra pra Disney, desonra para a sua vaca!”, mas assistindo o filme, percebi que sua ausência era realmente necessária. Mushu não se encaixaria no tom do filme, que tenta ser muito mais sério do que a animação original. Porém, o seu “substituto”, a fênix, também poderia não estar lá. Realmente não vi a necessidade do ser estar presente, a não ser para ter algo visualmente bonito em algumas cenas, mas também não faria falta.

Agora respondendo a segunda pergunta. Tirando a já citada ausência, temos a mudança de que, no live action, Mulan já possui um dom especial, aqui chamado de “chi”, apresentado para nós logo no começo. Temos a ausência de Li, substituído pelo também soldado Honghui como par da protagonista. Agora, o comandante do grupo de Mulan, será o Comandante Tung, ex-companheiro de guerra de seu pai. E também temos a presença de uma Bruxa, que auxilia o Bori Khan (que na animação seria Shan-Yu).

Agora vamos a primeira pergunta e a mais importante. A qualidade do filme. Dessa vez, fiz algo “errado” antes de escrever a crítica e acabei lendo outras. Porém, fico feliz em dizer que isso não mudou em nada a minha opinião, até porque a enorme parte da crítica, fala que o filme é de ruim a mediano. E devo admitir que eu gostei bastante dessa nova versão. Apesar de alguns furos, afinal, nenhum filme é perfeito, o live action de Mulan me agradou bastante, principalmente na mudança para um tom mais sério do filme, em comparação com a animação. A única coisa que eu realmente não gostei, mas até compreendo um pouco, é o destino da Bruxa e talvez o fato de Mulan ser muito “overpower” ao invés de ser apenas uma guerreira com grandes habilidades, ela aparenta quase ter superpoderes.

Por fim, minha nota para Mulan será 7,5/10.

Ah, e eu particularmente, gostei da aparição de Ming-Na Wen (apesar de discreta e quase imperceptível para quem não prestar atenção), que na animação da voz á Mulan e muitos queriam que ela tivesse interpretado inclusive a mãe da protagonista nesse novo filme.

CINÉPOLIS ANUNCIA PRÉ-VENDA DE “SONIC: O FILME”, O OURIÇO AZUL MAIS RÁPIDO DAS TELONAS

(Foto: Divulgação)

A rede Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, anuncia que a pré-venda de “Sonic: O Filme” começou e os ingressos poderão ser adquiridos por meio do site: https://www.cinepolis.com.br/pre-vendas/

Direto dos videogames, Sonic recebe um filme em Live Action, depois de diversas críticas e visual completamente revisto, com participação especial de Jim Carrey como o vilão Dr. Ivo Robotnik (Dr. Eggman) e James Marsden como Tom Wachowski, o amigo humano do ouriço azul.

Com direção de Jeff Fowler, o filme estreia aqui no Brasil em 13 de fevereiro de 2020.

‘Dora e a Cidade Perdida’ ganha primeiro cartaz oficial

Filme da Paramount Pictures em parceria com a Nickelodeon chega aos cinemas em 15 de agosto

A Paramount Pictures divulgou hoje o primeiro cartaz oficial do live action DORA E A CIDADE PERDIDA (DORA AND THE LOST CITY OF GOLD), que estreia nos cinemas dia 15 de agosto.  Com direção de James Bobin, o filme é baseado na animação Dora, a Aventureira – uma das séries mais populares da Nickelodeon. Na trama, a agora adolescente Dora, interpretada pela atriz Isabela Moner, viverá mais uma de suas aventuras, acompanhada por seu melhor amigo, o macaco Boots, e por seu primo Diego.

Com Eva Longoria, Benicio Del Toro e Temuera Morrison no elenco, o filme é uma distribuição do selo Paramount Players, divisão da Paramount Pictures que produzirá conteúdo destinado a audiências mais jovens em conjunto com outras marcas emblemáticas do Grupo Viacom.

(Foto: Divulgação)

– Dora é há muito tempo uma heroína celebrada e forte em séries animadas para a televisão e, como Dora, Isabela tem uma atitude incrível. Com nossos parceiros na Nickelodeon, estamos ansiosos para dar continuidade à história de Dora por muitas gerações futuras – disse Brian Robbins, Presidente da Paramount Players.

Lançada em 2000 e apresentada na Nickelodeon, Nick Jr. e na CBS, a série original Dora, a Aventureira acompanhava as aventuras de uma menina de origem latina, de sete anos de idade, que viaja por um mundo extravagante com a ajuda de uma mochila falante, um mapa antropomórfico e seu melhor amigo, um pequeno macaco chamado Boots.