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O Pintassilgo – uma história mal aproveitada sobre o luto permanente

Por Renata Lakatos

Caótico; esse é o principal adjetivo atribuído ao longa O Pintassilgo, uma trama baseada no livro homônimo – e vencedor do prêmio Pulitzer de ficção em 2014 – escrito por Danna Tart. Essa característica não precisaria ser algo ruim, mas, infelizmente, é por esse caminho que o filme envereda, decepcionando a crítica e o público, que aguardavam uma grande adaptação vinda das mãos do gabaritado diretor John Crowley.

“O Pintassilgo”. ( Foto: Divulgação)

Centrado na vida de Theo Decker e na morte de sua mãe em um atentado a bomba quando ainda criança, a história tenta mostrar relações de causa e consequência de maneira simultânea, nos apresentando fatos ocorridos na vida de Theo nos dias e meses seguintes à tragédia e pulando sem cerimônias para o resultado deles na vida adulta do protagonista, o que gera uma grande sensação de vazio no espectador, que não encontra fluidez e suavidade no desenrolar e, consequentemente, torna-se incapaz de criar empatia pelo garoto. Nem mesmo um elenco de peso, que conta com Nicole Kidman (sempre ótima), Sarah Paulson (longe de sua zona de conforto, mas muito interessante no papel), Luke Wilson (fraco) e Finn Wolfhard (muito bem), conseguiu despertar algum fascínio.

O quadro título do filme parece ter sido esquecido, sendo pouco mencionado e passando de grande artifício argumentativo a uma imensa interrogação a respeito de sua real representatividade na vida de Theo.

Romance aborda a difícil experiência de crescer menina no Brasil

Massacre de Realengo, que completa 8 anos em abril, inspira livro de estreia de Daniela Kopsch

O Pior dia de todos é um romance terno e perturbador, uma ficção criada a partir de um dia trágico, que realmente aconteceu – o Massacre de Realengo, como ficou conhecido o atentado a uma escola do subúrbio do Rio, em que um ex-aluno matou 12 estudantes, a maioria meninas, em abril de 2011. Não é um livro sobre o massacre, mas sobre a amizade. Escrito por uma jornalista que cobriu o episódio, O Pior dia de todos não é um livro sobre aquelas mortes, mas aquelas vidas.

Malu e Natália, as duas primas que protagonizam esta história, nos revelam o que é ser menina nesse país, alimentando grandes esperanças quando é sempre iminente o risco de se perder tudo. A tragédia do Realengo, a maior já ocorrida numa escola brasileira, comoveu o país em abril de 2011 – quando vivíamos uma euforia econômica, o acesso à educação começava a transformar uma geração e estávamos todos otimistas. Oito anos depois, mudou o país, mudamos nós – e este livro, como só as narrativas mais originais conseguem, pretende transformar um relato em material sólido, capaz de perdurar por mais tempo.

Com estrutura aparentemente simples, a obra nos apresenta um mundo difuso de preconceitos, desejos e limitações de forma crua e clara. Através de suspensões, silêncios e outros recursos sutis da linguagem, foge da pieguice para nos capturar com inteligência e emoção. Daniela Kopsch faz uma estreia surpreendente, alvissareira, quando livros e meninas vivem momento tão adverso no país.

FICHA TÉCNICA:
Título: O pior dia de todos   

Autor: Daniela Kopsch

Formato: 16 x 23 cm
Nº de Páginas: 264

ISBN: 978-85-8419-090-4
Preço: R$ 42,00

Bertrand Brasil lança “Anjos partidos”, sequência de “Carbono alterado”

image003 (1).jpgEm “Carbono alterado”, livro de estreia de Richard Morgan, a vida eterna é uma realidade comercializada de forma banal por grandes corporações que dominam o comércio de “capas”, nova denominação para os corpos. Em pleno século XXV, a humanidade está espalhada por toda a galáxia e o avanço da tecnologia permite o armazenamento de memórias como forma de backup da consciência. Com o investimento certo, qualquer pessoa pode ter uma “capa” reserva e fazer o download de suas lembranças em um novo corpo em caso de morte.

Takeshi Kovacs, investigador particular, ex-agente secreto, cumpria uma pena por seus crimes até ser reinserido em outra capa e forçado a aceitar uma proposta: descobrir quem assassinou – ou será que foi suicídio? – o último corpo de Laurens Bancroft, poderoso magnata que teve os últimos momentos na vida anterior apagados.

Se em “Carbono alterado” Kovacs vai atrás de respostas, em “Anjos partidos”, segundo livro da série, ele está de volta para ser aquilo que foi treinado: um soldado. Contratado como mercenário, seu dever é ajudar o governo a reprimir uma violenta revolução civil no planeta Sanction IV.

Kovacs, no entanto, não está do lado de ninguém além do seu próprio. Então, quando um piloto desertor lhe faz uma oferta lucrativa, ele não hesita em abandonar o campo de batalha e embarcar em uma traiçoeira caça ao tesouro. Tudo o que o separa de seu objetivo, uma antiga nave alienígena, são uma cidade banhada em radiação, nanotecnologia assassina e quaisquer surpresas que a civilização marciana possa ter deixado para trás.

Ambientada trinta anos após o primeiro livro, a narrativa se mantém fiel a temas como: corrupção, banalidade da vida humana e os perigosos avanços tecnológicos que transformam o homem em verdadeiras máquinas. Em “Anjos partidos”, o cyberpunk revivido em “Carbono alterado” ganha contornos mais destacados de uma ficção futurista.

“Carbono alterado” foi adaptado pela Netflix. A série, que estreou em fevereiro e atraiu mais de seis milhões de expectadores em sua estreia, já foi renovada para a segunda temporada. A história foi adaptada pela roteirista e produtora Laeta Kalogridis, de Ilha do Medo, e tem Joel Kinnaman, de Esquadrão Suicida, no papel do protagonista.

Richard Morgan é autor de diversos livros de ficção científica e fantasia. Foi tutor do departamento de língua inglesa na Strathclyde University antes de sua carreira de escritor deslanchar. Fluente em espanhol, já morou em Madrid, Instambul, Ancara, Londres e Glasgow. Atualmente vive no Reino Unido com a esposa e o filho.

Relacionamento de um casal sorodiferente é o foco de “Senhorita Aurora”, novo livro de Babi A. Sette pela Verus

image003.jpgFoi durante um jantar com o marido que “Senhorita Aurora” começou a se desenhar para Babi A. Sette. O romance entre uma bailarina e um renomado maestro que esconde ser soropositivo fez sucesso em ebook e figurou na lista dos mais vendidos na Amazon. Agora, o segundo livro de Babi pela Verus chega também às livrarias.

Para Nicole Alves, balé sempre foi como oxigênio. Aos quatro anos, calçou a sua primeira sapatilha. Dois anos mais tarde, foi aceita na melhor escola de danças do Rio de Janeiro. Os incontáveis treinos, que chegavam a oito horas por dia, a levaram a conquistar uma bolsa de estudos em uma das academias de balé mais conceituadas do mundo, a Companhia de Ballet de Londres. É lá que ela conhece Daniel Hunter, um maestro prodígio de temperamento difícil, que irá reger a próxima montagem de “A Bela Adormecida”.

Grosseiro, Daniel conhece o seu valor no meio musical e usa esta posição a seu favor. Sua influência lhe dá autonomia o suficiente para supervisionar os bailarinos, o que significa mais tempo para infernizar a vida de Nicole, escolhida para o papel de Aurora.

No caminho para o sonho de ter uma sólida carreira no balé, Nicole acaba se envolvendo com Daniel e descobre que ele esconde um segredo: o maestro é soropositivo.

Entre música clássica e sapatilhas de ponta, Babi A. Sette abre espaço para o debate sobre relacionamento de  sorodiferentes. Daniel, que contraiu o virus de uma ex-namorada, revela o dia-a-dia de um soropositivo. Ele é uma das 36,7 milhões de pessoas que vivem com HIV no mundo. Os dados são da UNAIDS, programa das Nações Unidas criado para ajudar no combate à AIDS. Mas, assim como 53% dos portadores do vírus, Daniel tem acesso ao tratamento correto e consegue manter uma vida de qualidade. Contudo, os soropositivos ainda sofrem com o preconceito e a falta de informação:

“Pude perceber que, apesar de todo o avanço da ciência com relação ao tratamento e à diminuição do risco de contágio, um dos grandes problemas ainda enfrentados por pessoas que vivem com HIV é o medo de revelar sua condição, assim como acontece com Daniel. O temor da rejeição, do preconceito, de ficar sozinho e de se tornar “a doença” e não mais um ser humano que, por infelicidade da vida ou de suas escolhas, contraiu um virus”, diz Babi.

“Senhorita Aurora” chega às livrarias este mês pela Verus

Sobre a autora:
Formada em Comunicação Social, sente-se metade psicóloga; e outra socióloga. Ama viajar, conhecer pessoas e descobrir lugares. Apaixonada por romances de época, jura que viveria feliz também no século 19. Atualmente, mora em São Paulo com o marido, a filha, um cachorro, um gato e seus personagens.

Bertrand Brasil lança nova edição do infantil “Filhote de Cruz-Credo”, história em tom autobiográfico do escritor Fabricio Carpinejar

Livro fala de temas como bullying e autoestima de forma bem humorada

image005.jpg“Sou feio, feio de nascença, mais feio do que você possa desenhar.” É assim que começa o livro “Filhote de Cruz-Credo”, de Fabricio Carpinejar. Considerado um dos nomes mais relevantes da poesia contemporânea, o escritor gaúcho foi vítima de bullying na infância. Num relato autobiográfico, ele conta como usou o bom humor e a inteligência para recuperar a autoestima.

Fabricio teve uma série de apelidos: panqueca, cavalinho de pau, cara de morcego e até placenta. Um dia quando tomou um banho gelado e o espelho não embaçou, analisou minuciosamente seu rosto e foi correndo para a mãe perguntar se era feio. Como ela já havia perdido a paciência com o menino, que não acreditava ser bonitinho, disse por fim que ele era feio, sim.

A partir desse episódio em casa, Fabricio chegou à conclusão de que o jeito era aceitar as brincadeiras e fugir delas quando tinha escolha. Por isso, atravessava a rua para não cruzar com as pessoas e ficava o recreio todo dentro da sala para não encarar os colegas da escola. Até que um dia, quando foi chamado de panqueca pela primeira vez, resolveu revidar, caçoando dos cabelos na orelha da menina que lhe deu o apelido. “Panqueca” e “Orelha cabeluda” acabaram se aproximando e namoraram. E, com o tempo, o menino aprendeu a se sentir bonito do seu jeito.

“Peregrino” acompanha a jornada pessoal do Papa Francisco

image004.jpgFrancisco é o primeiro Papa latino-americano, um homem que veio “do fim do mundo”, com uma fé fervorosa e compromisso socioeconômico, com a promessa de olhar para os pobres, assim como denota a inspiração para o seu nome, São Francisco de Assis.

Em “Peregrino”, Mark Shriver reconstrói a jornada do Pontífice e ajuda o leitor a entender como um humilde sacerdote se tornou o líder máximo da Igreja Católica. O autor apresenta as várias facetas do desenvolvimento do Papa, como a sua infância, educação, educação espiritual e ideologias.

Filho de imigrantes italianos, Jorge Mario Bergoglio é o mais velho de cinco irmãos. A avó e também madrinha foi a responsável pela sua formação católica. Foi ela quem o ensinou a rezar e o levava para a igreja todos os domingos.  Além da paixão pela Teologia, quando jovem, Jorge também gostava da ciência.

Bergoglio chegou a trabalhar três anos em uma fábrica e, posteriormente, em um laboratório químico. De início, a mãe não aceitou sua ida para o seminário. Mas lá estava a avó novamente para apoiá-lo nesta vocação. Ele entrou para a Companhia de Jesus atraído não apenas pelo compromisso dos jesuítas com a obediência e disciplina, mas, principalmente, pelo trabalho missionário e a vivência em comunidade. Foi ordenado padre aos 32 anos e aos 61, arcebispo de Buenos Aires, cidade em que nasceu. Tornou-se cardeal pouco tempo depois, em 2001, aos 64 anos.

Nesta obra, Mark, que também vem de uma família católica, visita locais por onde Francisco passou. Na busca para conhecer a essência do Papa, o autor traça uma jornada da sua própria fé. “Peregrino” chega às livrarias pela BestSeller em junho.

Amor e mitologia em um guia de relacionamentos

image003.jpgEm “O guia mitológico do namoro”, Francesca Lia Block analisa os relacionamentos através das lentes da mitologia. Ao comparar o namoro com uma floresta encantada cheia de criaturas com hábitos e comportamentos peculiares, a autora traça a personalidade de homens e mulheres e a associa com os seres mitológicos.

Segundo a autora, uma “mulher duende”, por exemplo, costuma ser divertida e despreocupada, apaixonada por atividades ao ar livre. Mas aquelas que são mais sensíveis do que aparentam e adoram uma vida noturna agitada, são consideradas “mulheres vampiras”. A mesma análise também é feita em perfis masculinos. Homens charmosos, embora tímidos, são considerados “lobisomens”, enquanto os “sátiros” são aqueles calmos e controlados.

Entre centauros, ninfas, dríades e espíritos da floresta, Francesca aposta em uma linguagem ousada e divertida para proporcionar ao leitor uma abordagem diferente e inusitada sobre o amor. Tudo dentro do mundo da mitologia. Ela ainda apresenta combinações para cada ser mitológico e explica como eles podem se relacionar.

Francesca Lia Block é autora de best-sellers de ficção, não-ficção e poesia, com obras publicadas no mundo inteiro — desde a pioneira série para jovens adultos Weetzie Bat a uma coleção de literatura erótica mágico-realista. Seus diversos prêmios incluem o Margaret A. Edwards Award pelo conjunto da obra de literatura jovem adulta.

Autor se inspira na própria vida para contar a história de pai que se reconecta com o filho autista graças ao Minecraft

Keith Stuart virá ao Brasil em dezembro para falar sobre o assunto na Comic Con Experience

Editora Record lança livro de relação entre pai e filho. (Foto: Divulgação)
Editora Record lança livro de relação entre pai e filho. (Foto: Divulgação)

O jornalista britânico Keith Stuart é editor de games do jornal The Guardian e, portanto, acostumado a ter uma série de jogos e consoles espalhados pela casa. Zac, o filho de Keith, é autista. Aos 6 anos, ele descobriu o Minecraft, e a relação do menino com o jogo foi uma revelação para a família: a nova experiência o ajudou a se expressar e, principalmente, fez com que os pais entendessem melhor quem ele era. A história da vida real é a inspiração para o romance “O menino feito de blocos”, que chega às livrarias pela Record no fim de novembro.

Na trama, Keith conta a história de Alex, um homem que incorpora perfeitamente o sentimento de “estar perdido”. Casado há 10 anos com Jody, ele é o pai de Sam, um menino autista de 8 anos. Alex nunca soube lidar com o filho. Para se afastar de todo o choro, dos ataques de fúria e das reações inexplicáveis, se afundou num trabalho burocrático do qual nem gosta. Sua ausência deixa o casamento por um fio, e Jody decide que os dois precisam de uma “separação experimental”. Não ajuda muito o fato de Alex ainda guardar um trauma de infância: a morte de seu irmão mais velho, George, quando eram crianças.

Agora, Alex está vivendo no colchão inflável do melhor amigo e precisa dar um jeito de se reerguer. E, ele logo percebe, grande parte disso passa por conhecer de verdade o próprio filho. Um dia, por acaso, os dois começam a jogar Minecraft.  O jogo é uma espécie de Lego mais elaborado e online, onde é possível construir mundos com blocos feitos de materiais diversos. Naquele ambiente, Sam se ilumina e se expressa como nunca fez antes. Ali, no “Mundo do Sam e do Papai”, como eles batizam sua criação, eles vão trabalhar juntos e se conectar de uma forma que acaba influenciando também a vida real, para além do virtual.

Keith narra com sensibilidade a jornada de Alex, um personagem que reflete de forma muito verdadeira algumas das angústias comuns aos adultos contemporâneos. Sua experiência também permite uma sinceridade tocante ao falar sobre as dificuldades de lidar com uma criança com autismo, e as delícias de conseguir criar uma relação verdadeira com os filhos.

O autor virá ao Brasil para participar da Comic Con Experience. No sábado, dia 3 de dezembro, às 15h30, ele estará na mesa “Games como conexão com mentes especiais”. Keith vai conversar com o apresentador Marcos Mion (que também tem um filho autista) e com o quadrinista Flavio Soares, que escreve uma história em quadrinhos sobre sua relação com o filho que tem síndrome de Down.

Youtuber Malena lança livro em Curitiba

A jovem, que é uma das grandes sensações da internet brasileira, realiza uma tarde de autógrafos neste sábado, na Livraria Saraiva do Shopping Crystal

Malena Nunes lança livro. (Foto: Divulgação)
Malena Nunes lança livro. (Foto: Divulgação)

A youtuber Malena Nunes, sucesso na internet pelos vídeos sobre games, vem a Curitiba no próximo sábado, dia 24 de setembro, para lançar o livro “Fala aí, Malena! O livro dos bunitos”. A tarde de autógrafos será realizada na Livraria Saraiva do Shopping Crystal, a partir das 15h.

O canal de Malena no Youtube está no ar há cerca de três anos e possui quase três milhões de inscritos, sendo considerado um dos grandes sucessos da internet brasileira. A youtuber, que fez seu primeiro vídeo aos 17 anos, quando tratou do jogo Minecraft, garante que a paixão por games foi herdada da mãe.

De acordo com a web girl, o livro trata de diversos assuntos do cotidiano que envolvem a infância e a adolescência. “O objetivo é falar dos dilemas dessas idades, que só quem está passando ou quem acabou de passar vai entender”, conta Malena. O livro apresenta, também, um espaço interativo, que os leitores podem preencher e enviar à autora.

O lançamento do livro “Fala aí, Malena! O livro dos bonitos” será realizado no próximo sábado, a partir das 15h, na Livraria Saraiva do Shopping Crystal (Rua Comendador Araújo, 731 – Batel). Mais informações no site http://www.shoppingcrystal.com.br.

Edição especial de “Asterix nos Jogos Olímpicos” tem capa dura e páginas extras

Na trama, os protagonistas viajam com toda a trupe da Gália para a Grécia na tentativa de vencer os jogos

Novo livro de Asterix traz homenagem aos jogos olímpicos.  (Foto: Divulgação)
Novo livro de Asterix traz homenagem aos jogos olímpicos. (Foto: Divulgação)

Lançado pela primeira vez na França em 1968, “Asterix nos Jogos Olímpicos” volta às livrarias brasileiras em edição especial, com capa dura e 16 páginas extras, para celebrar a realização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

A trama acompanha a viagem de Asterix, Obelix e todos os amigos da Gália até Olímpia, na Grécia, onde pretendem disputar as provas. Os gauleses confiam na vitória graças à famosa poção mágica desenvolvida pelo mago Panoramix – que garante força sobre-humana a quem bebe. Mas nem tudo sai como o esperado e eles verão que os gregos e os romanos são adversários fortes.

O conhecido texto mordaz de Goscinny aproveita a viagem da trupe gaulesa para brincar com alguns dos piores hábitos de turistas contemporâneos, além de fazer piada com o patriotismo exacerbado que se revela em tempos olímpicos.

Nas 16 páginas extras desta edição especial, há material exclusivo de pesquisa, manuscritos e curiosidades sobre a elaboração de “Asterix nos Jogos Olímpicos” e sobre seus autores, René Goscinny e Albert Uderzo.

Os livros de Asterix e Obelix já venderam mais de 350 milhões de exemplares em todo o mundo, sendo 1,5 milhão apenas no Brasil. Publicada há mais de 30 anos, a série já deu origem a 110 traduções, 8 filmes de animação, 4 filmes de ação e 1 parque temático.