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SPACE FORCE É UMA SÉRIE DE COMÉDIA E DRAMA QUE ABORDA TEMAS SÉRIOS – CONFIRA NOSSA CRÍTICA

Por Luigi Buratto

Dirigida e estrelada por Steve Carell (The Office), ‘Space Force’ conta a história de um general das forças armadas dos Estados Unidos, Mark Naird, que está assumindo um ramo novo na delegação, a Space Force, ou em uma tradução literal Forças Espaciais, a pedido direto do presidente, que quer colocar “coturnos na lua” até 2024. Com isso, os EUA agora entram em uma corrida espacial contra a China, que também está demonstrando interesse pelo território lunar.

‘Space Force’ traz uma história sobre uma corrida espacial. (Foto: Divulgação)

Space Force’ cria uma atmosfera incrível quando mostra as instalações do exército, o figurino dos personagens e as simulações da lua. A série faz uma sátira sagaz ao pentágono e ridiculariza a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, de forma sútil.Mas se você pensa que vai assistir a uma comédia besteirol apenas, está enganado.

O personagem principal traz consigo uma personalidade forte e mostra que nem mesmo uma das mais altas patentes do exército está livre de dramas familiares. Com sua esposa, Maggie (Lisa Kudrow), em custódia na prisão, e sua filha, Erin (Diana Silvers), se rebelando por não conseguir atenção do pai, Mark se encontra em uma fase difícil e terá que fazer algumas escolhas que determinarão o futuro de sua carreira e de sua família.

Conhecido por filmes e série de comédia, Steve Carell estrela a nova série da Netflix. (Foto: Divulgação)

O general Naird é um completo leigo quando se trata de requisitos mínimos para comandar a nova divisão espacial, porém possui bravura e coragem para enfrentar qualquer desafio que surja, depositando toda a sua confiança em sua equipe de cientistas e em seu braço direito o Dr. Adrian Mallory (John Malkovich), chefe-cientista da força tarefa. 

‘Space Force’ está disponível na Netflix e traz 10 episódios de forma linear, sendo que cada um complementa o outro. A comédia é subjetiva e não é forçada, dando espaço para abordar outros temas mais sérios como racismo, empoderamento feminino e questões culturais. 

Com episódios curtos, em média 30 minutos cada, é uma série fácil de ser maratonada. A segunda temporada ainda não foi confirmada, mas tem tudo para ser desenvolvida, após o enorme gancho que a primeira termina.

NOTA 4/5

Atitude 67 exalta união em nova Label “Luau em Casa”

Atitude 67 lança “Luau em Casa”. (Foto: Thimothy Oliveira)

Lançamento traz três releituras e uma canção inédita em parceria com Amanda Coronha

Inspiração para diversos artistas, poetas e casais apaixonados a Lua, com toda sua grandiosidade, brilha igual para todos. O “Luau em Casa”, lançado nesta sexta-feira, 10 de abril, reúne as faixas mais tranquilas e serenas do Atitude 67 para dar continuidade a sequência de labels divulgadas pelo grupo e coincide com o momento que nos encontramos, em que temos a lua como ponto de conexão. Escute agora:

https://umusicbrazil.lnk.to/LuauEmCasa.

Com quatro canções, três releituras e uma inédita- a música “Hot Rolo”, parceria com Amanda Coronha-, a Label mescla em seus vídeos imagens do luau intimista realizado pelo Grupo no Campinho em Araçariguama, em São Paulo, e do show no Espaço Barra Funda, também em São Paulo. E, como de costume, a Label é apadrinhada por um representante do Atitude 67, desta vez, é o Eric Polizér que conta mais como foi realizar este projeto.

O ‘Luau em Casa’ é com certeza a parte mais romântica do nosso novo projeto, o Label 67! Quem nos acompanha mais de perto já notou que somos uma banda muito eclética. Curtimos fazer vários tipos de sons e temos como referência musical artistas muito distintos. Justamente por isso, nossas composições flutuam por diversos estilos musicais, desde o rap, reggae, samba, ao pop romântico. O Luau 67 apresenta o lado mais romântico de nossas composições, com uma sonoridade um pouco mais orgânica, mas sem perder a identidade já conhecida por nosso público, a mistura de beats e percussões muito bem alinhadas por nosso produtor musical, Dudu Borges”, conta Eric.

Entre as regravações apresentadas na label, “8 Segundos” se destaca como a mais romântica, tocada de forma acústica, trazendo o Eric sentado no palco, próximo do público que acompanha a plenos pulmões toda a canção. “Magrela” é outra declaração de amor, descontraída e animada para aquela que nos carrega para todos os lados: a bicicleta. “DreadLock” mantém o clima íntimo em um reggae envolvente e apaixonante.

A inédita “Hot Rolo” traz o dueto emocionante com Amanda Coronha. No verso “a gente se encontra, quando a gente se perde um do outro” podemos encontrar, além da mensagem de amor, uma mensagem de esperança para o momento que vivemos: de olhar para dentro e se reencontrar.

Eu conheci os meninos no final de 2016 quando fomos compor juntos para o meu disco. Eu pensei ‘é isso!’, esse é o jeito de compor, são essas pessoas que eu quero ter por perto. Desde que ouvi Hot Rolo, há uns quatro anos, eu me apaixonei, a música é incrível. Confesso que eu não sabia qual era o cenário da gravação, mas quando eu vi aquela lua gigante foi super especial. Eu estava com um vestido branco e um colar com uma pedra que, por coincidência, era a pedra da Lua e quando eu vi, bateu. Tenho certeza que era para estar ali, que era para tudo aquilo estar acontecendo e que esse encontro não foi por acaso”, explica Amanda.

Só temos a agradecer a todos envolvidos neste novo trabalho, aos nossos fãs e aos fã-clubes que sempre nos acompanham, em especial a todos que comparecem à gravação, em São Paulo, e trouxeram toda a energia e o calor imprescindíveis para que o projeto seja mais um grande sucesso!” completa Eric.

Junto com o áudio completo da label, os fãs também poderão curtir a partir das 11h o clipe de “Hot Rolo” e o multiclipe- que reúne em um só vídeo os 4 clipes- com direito a premiere no Youtube, que terá início às 10h30, para que os fãs possam assistir junto com o grupo o lançamento (link: https://www.youtube.com/watch?v=Q6CrohyeLok). Os vídeos das demais canções serão lançados um a uma toda quinta-feira. “Luau em Casa” é mais uma etapa do projeto “Label 67” dando sequência a label “Art In Nudes” lançada em março. O nome Label surgiu por ser o termo que batiza as festas realizadas por artistas, paralelamente aos shows.

LUA FAZ UMA VIAGEM PESSOAL E EXISTENCIALISTA NO CLIPE E SINGLE “VER E CRER”

WMB aposta em Lua, para 2020. (Foto: Divulgação)

Aposta da Warner Music Brasil, artista une pop e hip hop

Lua, artista carioca em ascensão, abre o coração e embarca em uma jornada interna no clipe do novo single “Ver e Crer”.  Com uma lírica afiada e moderna, ela faz um som ao mesmo tempo muito brasileiro e que une pop urbano e hip hop. O single está disponível em todas as plataformas de streaming.

“Essa música veio de um modo bem fluido, a partir de um freestyle. Ela é muito pessoal, nela, falo tudo que importa pra mim, que me constrói e o que dou valor. Ver a música tomando forma com a produção musical foi surreal e gratificante”, explica a artista sobre a faixa, que tem produção de Be Ibeas e GUSH.
 
Criada na Zona Oeste carioca, Lua cresceu em meio aos conceitos de espiritualidade e energia que hoje influenciam sua música como uma verdadeira cigana urbana. Após se apresentar durante o Rock in Rio 2019, no stand da Warner Music Brasil, em parceria com a Mix FM, ela está lançando a carreira com uma série de singles. Recentemente, ela estreou o compacto digital “Nova”, com as faixas “Resiliência” e “Dali & Kali”, essa última, com beats do renomado produtor Papatinho (Marcelo D2, Criolo, Black Alien, Anitta, Ludmilla). 

Vinda de uma família de músicos voltados para o rock, Lua canalizou nos beats a sua inspiração. O lado eletrônico se contrapõe e, ao mesmo tempo, complementa a sua arte plural, com a influência direta de elementos esotéricos e sincréticos trazendo uma constante ligação com o orgânico. São partes de uma mesma criadora. No clipe, imagens de arquivo que mostram a artista ainda criança são linkados a um clima de viagem no tempo em imagens gravadas em Arraial do Cabo e futurístico, em estúdio.

“Como a música é mais intimista, o clipe acompanha essa ideia. Mostrando os meus laços e inclui vídeos da minha infância como se fossem as coisas que vi na vida, olhando meu passado. Mostrando como o que construímos no passado forma o que somos no futuro”, explica Lua.
 
A artista de 20 anos é uma das apostas do hub criativo carioca MangoLab. Responsáveis por desenvolver a carreira da artista, eles são uma plataforma multimídia de desenvolvimento de talento, visibilidade artística e experimentação cultural. Pensando novas estratégias de levar música ao seu público alvo, a MangoLab aposta em capacitar e desenvolver nomes promissores da cena independente, passando pelo midstream ao mainstream. “Ver e Crer” está disponível em todas as plataformas de streaming de música via Warner Music Brasil.

APOSTA DA WARNER MUSIC BRASIL, LUA UNE ESPIRITUALIDADE, POP E HIP HOP NO SINGLE DUPLO “NOVA”

(Foto: Divulgação)

Capitaneado pelo clipe “Resiliência”, projeto tem produção musical de Papatinho 

Espiritualidade, ancestralidade e astrofísica surgem na música de Lua, artista carioca que dá os primeiros passos em uma carreira já promissora. Dona de influências que vão de elementos terrenos aos confins do universo, a cantora entrega uma lírica afiada, ao mesmo tempo moderna e primeva, original e cosmopolita unindo pop urbano e hip hop. Após se apresentar durante o Rock in Rio 2019, no stand da Warner Music Brasil, em parceria com a Mix FM, aos 20 anos, Lua lança o single duplo “Nova”, com os singles “Resiliência” – que ganha clipe – e “Dali & Kali”, com beats do renomado produtor Papatinho (Marcelo D2, Criolo, Black Alien, Anitta, Ludmilla) via Warner Music Brasil. O trabalho está disponível em todas as plataformas de streaming.

“É um sonho trabalhar com o Papatinho. Conheço o trabalho dele desde 2011 com a ConeCrewDiretoria e chegar na Papatunes e ver a gente trabalhando num som meu foi realmente algo impactante. Ele é uma referência pra mim de onde você pode chegar com seriedade e trabalho incessante”, explica a artista.
 
Criada na Zona Oeste carioca, Lua cresceu em meio aos conceitos de espiritualidade e energia que hoje influenciam sua música. Aos 12 anos, transcendeu o dogmatismo do centro espírita que frequentava para buscar respostas em conceitos da astrofísica, ufologia, umbanda e budismo. Nessa mesma época, passou a compor as primeiras canções. 
 
De lá para cá, Lua se tornou uma artista sincretista, uma verdadeira cigana urbana que não dissocia sua arte da jornada espiritual que a trouxe até aqui. “O amadurecimento musical nesses anos veio junto com o amadurecimento pessoal, com as vivências e experiências e com a minha percepção mudando. Foi um crescimento musical constante porque nunca deixou de acompanhar o meu crescimento pessoal. Como escrevo sobre o que vivo penso e sinto, tudo sempre foi profundamente integrado”, reflete. 

Vinda de uma família de músicos voltados para o rock, Lua canalizou nos beats a sua inspiração. O lado eletrônico se contrapõe e, ao mesmo tempo, complementa a sua arte plural, com a influência direta de elementos esotéricos e sincréticos trazendo uma constante ligação com o orgânico. São partes de uma mesma criadora.
 
“Todas essas terapias holísticas e esotéricas estão envoltas no processo de autoconhecimento, cura e despertar do espírito, que me ajudaram 100% a ser quem sou hoje, ajudando a integrar e suavizar os pontos negativos e a potencializar e enriquecer os pontos positivos. Sempre fui de escrever sobre a vida, como ela flui e influi na gente, então foi um caminho paralelo que se cruzou de acordo com as minhas vivências e buscas. Acredito que ela cria um tipo de ‘filtro’ no nosso olhar que afeta todo e qualquer aspecto da nossa vida”, explica Lua.
 
Entre mantras e rituais, ela constrói uma ligação direta com o ouvinte para muito além do entretenimento. É uma música urbana que trilha a fina linha entre enérgica e benevolente – porém nem por isso menos consciente, engajada, crítica, feminista e liberal. Em “Resiliência”, um mantra para Ganesha surge no refrão da música.
 
“Conheci esse mantra bem novinha, com a mesma idade que comecei a compor e ele sempre me ajudou a passar por cada momento de dificuldade. Ele é pra dissolver obstáculos do percurso, para atrair prosperidade, clareza de mente. Foi por isso coloquei como refrão de ‘Resiliência’, vai de encontro com a mensagem da música e traz essa vibração de Ganesha pra perto”, conta Lua.
 
A artista é uma das apostas do hub criativo carioca MangoLab. Responsáveis por desenvolver a carreira da artista, eles são uma plataforma multimídia de desenvolvimento de talento, visibilidade artística e experimentação cultural. Pensando novas estratégias de levar música ao seu público alvo, a MangoLab aposta em capacitar e desenvolver nomes promissores da cena independente, passando pelo mid-stream ao mainstream. 
 
Neste que será seu cartão de visitas ao cenário nacional, a cantora e compositora mostra uma musicalidade em estado bruto, um cristal prestes a ser lapidado.