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Hotéis no Amazonas são o cenário ideal para o casamento e a lua de mel dos sonhos

Em meio ao centro histórico de Manaus e no coração da selva, o Juma Ópera e o Juma Amazon Lodge oferecem a melhor estrutura para celebrações e momentos românticos

Matrimônios são um dos rituais de passagem mais comemorados da vida, momentos que ficam guardados para a posteridade e que exigem muito tempo de meticuloso planejamento. Listas, reuniões e decisões traçadas às minúcias para que se corresponda ao imaginário de sonho idealizado pelos noivos. Um dos aspectos mais importantes é o lugar onde a cerimônia irá ocorrer. Tradicionais preferem igrejas e muitos daqueles que não são apegados aos dogmas religiosos resolvem se casar na praia. Mas que tal fugir do lugar comum? Pois os Hotéis Juma propõem algo diferente: celebrações de casamentos no coração da Amazônia.

No charme de um casarão tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), de frente para o principal cartão-postal de Manaus, o Teatro Amazonas, está o Juma Ópera. Erguido durante o Ciclo da Borracha, período de maior prosperidade econômica vivido pela Região Norte, o edifício sofreu um acurado processo de restauração. Assim, manteve o desenho e as características da Belle Époque, que tanto influenciou as históricas construções da Paris dos Trópicos. Sem dúvida, um cenário de encanto e romantismo.

O projeto arquitetônico prevê três espaços para a realização de eventos, sendo que dois deles podem ser unificados para a produção de grandes festas, como pode exigir este tipo de solenidade. A área útil gerada pela junção dos dois ambientes chega a 320 m². Em menor escala, o rooftop onde se encontra a piscina pode ser ainda uma opção ou suporte, pois compreende também um bar de apoio. Para a organização do evento, o Juma Ópera oferece a primazia da gerência de Rodrigo Dezan Cunha, profissional com vasta expertise em hotelaria, catering e recepções numerosas, capaz de comandar banquetes e festividades com magnitude.

Com 41 apartamentos, quase todos voltados para a praça onde se avista a famosa casa de espetáculos e os palacetes de época, o hotel está preparado para receber e também hospedar os convidados. A fim de que todos usufruam da melhor experiência possível, as instalações ainda incluem academia, a já citada piscina na cobertura e o restaurante, que explora a fusão de ingredientes amazônicos à cozinha contemporânea. O cardápio leva a assinatura da consagrada chef Sofia Bendelak.

Na lua de mel, por sua vez, é hora de curtir a dois em clima de romance. Para isso, nada melhor do fugir para um lugar remoto e esquecer que o mundo existe. No meio da selva amazônica, o Juma Lodge – a cerca de 100 km da capital amazonense – inclui um trajeto que em si já é um passeio. Entre trechos terrestres, fluviais e aéreo, a bordo de um hidroavião, os recém-casados podem vislumbrar a diferença de tonalidade dos rios Negro e Solimões no esplêndido Encontro das Águas. É este o ponto onde ambos se juntam para a formação do mítico Amazonas, repleto de lendas e fonte de inspiração do folclore nortista.

Em consonância com o costume local, os 19 bangalôs – com varandas para o verde – do Juma Lodge ficam suspensos sobre palafitas a 15 metros de altura. Portanto, a salvo do grande fluxo hídrico que toma conta da área de sete mil hectares do hotel no período de cheia.

Sustentabilidade é levada a sério com a adoção de uso da energia solar e práticas de reciclagem. Restaurante, bar, piscina, museu e redário são infraestruturas que o empreendimento proporciona aos hóspedes, além de um telescópio profissional que promete trazer as estrelas para perto do casal, suscitando atmosfera de fascínio e sedução. 

A exuberância da floresta e a riqueza arquitetônica de Manaus nas férias de dezembro e janeiro

Prédios históricos do Ciclo da Borracha são ilustres vizinhos do Juma Ópera, novo hotel da capital do Amazonas. Dos mesmos proprietários, Juma Amazon Lodge oferece experiência única no coração da selva

De um lado, a cidade, suas esquinas, seu passado e sua organização. De outro, a selva, cheia de segredos e encantos. Com a proximidade das férias de dezembro e janeiro, escolher Manaus como destino de viagem é unir o melhor desses dois mundos. A capital do Amazonas guarda um conjunto arquitetônico que reflete um dos períodos mais representativos da economia brasileira. E ainda é ponto de partida para uma jornada de descobertas pela floresta.

Heranças do Ciclo da Borracha, cujo o ápice se deu nos primeiros anos do século 20, edifícios como o Palácio Rio Negro, o Mercado Municipal e o Teatro Amazonas são até hoje pontos turísticos e símbolos da Paris dos Trópicos, como Manaus foi chamada durante sua urbanização moldada à francesa, ao gosto dos barões do látex. É também no coração desse Centro Histórico que está o Juma Ópera.

O mais novo hotel da capital amazonense resgata o esplendor de um edifício tombado pelo Patrimônio Histórico, erguido em meio ao período de prosperidade vivido pela cidade. Boa parte das linhas originais foi mantida pelo projeto arquitetônico, que procurou oferecer aos hóspedes visão desimpedida do vizinho mais ilustre: o Teatro Amazonas, cuja majestosa cúpula, composta por cerca de 36.000 peças esmaltadas, pode ser enxergada a partir da maioria dos quartos.

Áreas comuns também têm o teatro como pano de fundo, entre elas a academia, o restaurante — onde a chef Sofia Bendelak retoma a consagrada exploração dos produtos amazônicos em harmonia com técnicas e segredos da cozinha de vanguarda — e a piscina. Situada no rooftop, ela permite observar ao fundo a orla do Rio Negro.

O maior afluente da margem esquerda do Rio Amazonas é parte do caminho de quem segue rumo ao Juma Amazon Lodge, hotel de selva localizado a 100 quilômetros de Manaus. Na travessia que mescla trechos terrestres e fluviais, o hóspede passa pelo Encontro das Águas, famosa atração local, em que os rios Negro e Solimões se unem depois de correrem paralelamente por 6 quilômetros. O visitante pode perceber, de forma clara, a diferença de tonalidade e de temperatura entre eles.

Em uma área preservada de 7.000 hectares, o Juma Amazon Lodge foi construído sobre palafitas, respeitando método utilizado pela população ribeirinha da Amazônia ao construírem suas casas. Resguardados pelas copas das árvores, bangalôs e demais instalações ficam a 15 metros de altura, nível máximo atingido pelo rio no período da cheia.

Os dias de quem se hospeda no Juma Amazon Lodge são marcados pelo espírito de aventura. Em passeios pela mata e nas atividades de observação, crianças e adultos são estimulados a conhecer hábitos de animais e características da flora. Tudo na companhia de guias nativos, empenhados em revelar belezas e ensinar a preservar um dos mais importantes ecossistemas do mundo.

Da rica combinação entre selva e cidade, nasce uma viagem que exercita lições de história, de ciência e, principalmente, de cidadania.

Reservas e mais informações podem ser obtidas no site http://www.jumalodge.com.br/, telefone (92) 3232-2707 ou e.mail reservas@jumalodge.com.br.

Hotel-boutique histórico Juma Ópera abre em Manaus no segundo semestre em frente ao Teatro Amazonas

Empreendimento, que pertence ao mesmo grupo do hotel de selva Juma Amazon Lodge, terá 42 amplas acomodações, cozinha regional e rooftop com piscina

Protagonista de uma cena urbana moldada à europeia, notadamente francesa, o Teatro Amazonas é uma obra-prima erguida em 1896, durante o Ciclo da Borracha, período em que Manaus vivenciava o clima da Belle Époque. É diante desse cartão-postal que o Juma Ópera abre no segundo semestre de 2019. Com a exclusividade de um hotel-boutique de alto padrão e ocupando um casarão histórico, disporá de 42 acomodações espaçosas, restaurante dedicado à cozinha regional e internacional e rooftop com piscina. Sustentabilidade também será sua marca, preocupação já vista no Juma Amazon Lodge, prestigiado hotel de selva com mais de 20 anos de existência e dos mesmos proprietários.

Assim como outros edifícios do centro histórico da capital do Estado, erguidos em meio ao apogeu econômico, um dos prédios do Juma Ópera também resultou dos anos de prosperidade local. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), exigiu um meticuloso processo de recuperação. Conectada a ele, uma nova ala foi levantada com fachada e estrutura alinhadas à concepção arquitetônica do casarão original, onde o ex-presidente americano Theodore Roosevelt ficou no início do século 20, durante sua expedição à Amazônia com o Marechal Rondon.

Juma Ópera abre suas portas no segundo semestre, em Manaus. (Foto: Divulgação)

Todo o projeto, com a assinatura do conceituado arquiteto Roberto Vinograd, busca estar em equilíbrio com as antigas construções no entorno. Por incorporar à rede subterrânea a fiação elétrica proveniente da rua, o Juma Ópera proporciona uma visão livre do Teatro Amazonas. Espaços como o bar, a piscina da cobertura e o restaurante foram pensados de modo que o hóspede desfrute de momentos agradáveis tendo sempre a majestosa casa de espetáculos como pano de fundo.

Acusticamente tratados, todos os amplos apartamentos ganharam cores e formas pelas mãos da conhecida arquiteta Débora Aguiar. Há suítes com banheira, e boa parte delas está voltada para o histórico teatro, também vislumbrado a partir da academia. Completam as instalações refinadas lojas na fachada e dois espaços para eventos no prédio, que somam 361 m² quando unidos.

No Juma Ópera, peixes e pitadas de culinária indígena formam a base do menu do restaurante, localizado sob uma impressionante cúpula, composta de aço e vidro. Uma experiência relaxante é sentar-se para apreciar a riqueza arquitetônica do prédio ou o visual externo, com um drink à mão. A bebida pode ser degustada no bar do lobby ou na piscina da cobertura, do alto da Manaus histórica, em sua extensão até a orla do Rio Negro.