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“A Liga” mostra a realidade dos morros pacificados após a instalação das UPPs

Na próxima segunda-feira, dia 9, A Liga mostra a realidade dos morros pacificados no Rio de Janeiro. O programa vai mostrar como estão hoje essas comunidades após a instalação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), programa iniciado em 2008.

Thaíde conversa com Dona Elizabete, viúva de Amarildo no próximo episódio de "A Liga". (Foto: Divulgação)
Thaíde conversa com Dona Elizabete, viúva de Amarildo no próximo episódio de “A Liga”. (Foto: Divulgação)

Mariana Weickert acompanha a rotina da Capitã Paula, responsável pela UPP do Complexo Adeus e Baiana. Guga Noblat conhece Flávia Louzada, policial responsável por um programa de assistência aos familiares de policiais assassinados. Thaíde visita Dona Elizabete, viúva de Amarildo, o pedreiro morto por policias no caso que chocou o país em 2013. Já Maria Paula sobe a Rocinha para mostrar a diversidade dos moradores e realizar o sonho de Dona Teneusa: voar de parapente.

A Liga vai ao ar toda segunda-feira, às 22h45, na tela da Band com transmissão simultânea no aplicativo da emissora para smartphones. Saiba mais sobre o programa em www.band.uol.com.br/aliga e curta nossa página no Facebook:https://www.facebook.com/bandtv

“A Liga” volta ao ar com “Crônicas do Presídio” nesta terça-feira

Thaíde e Mariana Weickert estão nos quatro episódios que mostram a realidade das cadeias do estado da Paraíba

Mariana Weickert é uma das repórteres de "A Liga", que estará de volta nesta terça-feira (22). (Foto: Divulgação)
Mariana Weickert é uma das repórteres de “A Liga”, que estará de volta nesta terça-feira (22). (Foto: Divulgação)

A Liga volta ao ar na tela da Band a partir desta terça-feira, dia 22, com a série especial Crônicas do Presídio. Depois de cinco anos se aprofundando nas mais diferentes realidades brasileiras, o programa entra agora em um dos piores e mais temidos universos. A atração vai mostrar histórias de crimes e violência, mas também de compaixão e amor. Thaíde e Mariana Weickert passaram um mês nas principais penitenciárias do estado da Paraíba para revelar um cotidiano assustador que a grande maioria desconhece. “Uma pessoa falar na sua frente que matou e esquartejou de uma maneira tão natural foi muito pesado para mim”, revela Thaíde.

Em quatro episódios, os telespectadores poderão acompanhar o dia a dia de quem fica anos confinado em um verdadeiro barril de pólvora. O que pensam e o que sentem os mais temidos criminosos do Brasil? Quais as consequências de seus erros para suas famílias e filhos? Como funciona a faculdade do crime? Como é cumprir pena doente ou com deficiência física?

Thaíde é uma das repórteres de "A Liga", que estará de volta nesta terça-feira (22). (Foto: Divulgação)
Thaíde é uma das repórteres de “A Liga”, que estará de volta nesta terça-feira (22). (Foto: Divulgação)

No primeiro episódio da série, Thaíde conhece assassinos que estão presos na Penitenciária de Segurança Máxima Geraldo Beltrão para cumprir penas que equivalem a uma eternidade. “São condenados com penas longas, de até 100 anos”, adianta o diretor Sebastian Gadea. Já na Penitenciária Feminina Júlia Maranhão, Mariana Weickert tem um encontro com as assassinas mais perigosas da Paraíba.“Fizemos uma grande imersão nessa realidade que está muito longe do nosso cotidiano. As histórias mexeram muito comigo”, conta Mariana.

Nos outros três episódios, o programa vai acompanhar a realidade de mães, bebês e deficientes atrás das grades, além conhecer de perto as falhas do sistema carcerário brasileiro, como a superlotação, as condições precárias e os detentos que já cumpriram pena e que ainda continuam presos.

A Liga vai ao às terças-feiras, às 22h30, na tela da Band. Saiba mais em www.band.uol.com.br/aliga/ e curta nossa página noFacebook: https://www.facebook.com/assessoriaband