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WARNER BROS. PICTURES DIVULGA NOVO VÍDEO DE MOGLI: O LIVRO DA SELVA

Dirigido por Andy Serkis, longa chega aos cinemas brasileiros em 18 de outubro

 Mogli: o Livro da Selva, nova adaptação para os cinemas do clássico The Jungle Book, de Rudyard Kipling, ganha novo vídeo legendado. O material traz diversas cenas do longa e de bastidores, além de entrevista com Andy Serkis sobre a produção. O filme tem previsão de estreia para 18 de outubro no Brasil.

Sobre o filme:

A história acompanha a criação do menino Mogli, que cresceu em meio a uma alcateia de lobos nas selvas da Índia. Conforme ele aprende as regras implacáveis da selva, sob os cuidados de um urso chamado Baloo e uma pantera chamada Bagheera, Mogli é aceito pelos animais da floresta como se fosse um deles. Exceto por um: o temível tigre Shere Khan. Contudo, outros perigos espreitam na selva, à medida que Mogli se defronta com suas origens humanas.

Os atores por trás dos animais que estão no centro da história são: o vencedor do Oscar Christian Bale (“O Vencedor”, da trilogia “O Cavaleiro das Trevas”) no papel da esperta pantera Bagheera; a vencedora do Oscar Cate Blanchett (“Blue Jasmine”, “O Aviador”) como a sinistra serpente Kaa; o indicado ao Oscar Benedict Cumberbatch (“O Jogo Da Imitação”, “Vingadores: Guerra Infinita”) como o temível tigre Shere Khan; a indicada ao Oscar Naomie Harris (“Moonlight: Sob a Luz do Luar”, “007 – Operação Skyfall”) como Nisha, a loba que adota o bebê Mogli como um de seus filhotes; e Andy Serkis (da trilogia “Planeta dos Macacos”, “Star Wars: Os Últimos Jedi”) como o sábio urso Baloo.

No lado humano, Matthew Rhys (“The Post: A Guerra Secreta”) é Lockwood; Freida Pinto (“Cavaleiro de Copas”) é Messua; e o jovem ator Rohan Chand (“A 100 Passos de um Sonho”, “Palavrões”) interpretará Mogli, o menino criado por lobos.

Fechando o elenco estão Peter Mullan (“Tommy’s Honour”) como o líder da alcateia, Akela; Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”) como o irmão lobo de Mogli; Eddie Marsan (da série de TV “Ray Donovan”) como o companheiro de Nisha, Vihaan; e Tom Hollander (“Uma Razão para Viver”) no papel da hiena carniceira, Tabaqui.

Mogli: o Livro da Selva é produzido por Steve Kloves (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Jonathan Cavendish (“Elizabeth – A Era de Ouro”, produtor de captura de movimento em “Godzilla”), e David Barron (dos filmes “Harry Potter”), com produção executiva de Nikki Penny. O roteiro é assinado pela filha de Kloves, Callie Kloves.

O time criativo de Serkis inclui o diretor de fotografia Michael Seresin (“Planeta dos Macacos: a Guerra”), o designer de produção Gary Freeman (“Tomb Raider: a Origem”) e os editores Mark Sanger (vencedor do Oscar por “Gravidade”), Alex Marquez (“Snowden: Herói ou Traidor”) e Jeremiah O’Driscoll (“Vôo”). A música é composta por Nitin Sawhney (“Uma Razão para Viver”).

Uma apresentação da Warner Bros. Pictures, uma produção Imaginarium, o filme tem estreia marcada para 18 de outubro de 2018, em 2D e 3D em salas selecionadas. Será distribuido pela Warner Bros. Pictures, uma companhia Warner Bros. Entertainment.

“Mogli – O Livro da Selva” estreia no Teatro Folha

A história do menino que é criado por uma família de lobos é recontada com inspiração no teatro oriental

“Mogli – O Livro da Selva” é uma adaptação de Fabio Brandi Torres para a obra de Rudyard Kipling, que narra a história e as aventuras vividas por um menino criado por lobos. A encenação dirigida por Eduardo Leão bebe na fonte do teatro oriental e no universo mágico indiano. A estreia acontece dia 03 de fevereiro.

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Adaptação de Mogli, para o teatro, estreia dia 03 de fevereiro. (Foto: Eduardo Leão)

Com movimentos de animais inspirados em “Rei Leão” e “Cats”, a história de “Mogli – O Livro da Selva” não abre mão do humor  e apresenta a agilidade vista nas animações Disney. A produção da montagem escolheu os atores mirinsChico Sanches de Melo e Pedro Estevam – que estreiam no teatro, ambos com 8 anos de idade – para se revezarem no papel principal. Com a  inclusão dos atores mirins, a encenação busca a autenticidade do olhar de criança.

O diretor Eduardo Leão diz que o processo de criação da montagem contou com a espontaneidade dos atores mirins e a vontade de jogar, típica da faixa etária deles. “Além da disposição para o jogo lúdico, a diferença de tamanho entre os atores adultos e crianças reforça a leitura de que Mogli é um menino pequeno num ambiente hostil, que é a floresta”.

A encenação faz referência ao teatro oriental, o que é revelado principalmente pelas músicas criadas especialmente para o espetáculo por André Abujamra, e nos figurinos desenhados por Olintho Malaquias. “Também trabalhei com o elenco detalhes da atuação. Atores fazem personagens animais em pé, com movimentações, posturas e energias que lembram a vida selvagem. Mas nunca fazem animais em quatro patas”, detalha o diretor.

Cinema é “coisa de criança”?

O top 5 de bilheterias mundiais tem três desenhos e dois filmes de super-heróis. Seria o adulto a nova criança?

Por Marcelo Forlani*

Faltam apenas algumas semanas para fechar o ano, no entanto, já é possível perceber alguns dos resultados das melhores bilheterias mundiais. E 2016 foi o ano perfeito para intrigar não só os poderosos da indústria cinematográfica, mas também a todos consumidores de conteúdo audiovisual.

Vários dos lançamentos que vinham cheios de expectativas não conseguiram cumprir suas promessas e fecharam abaixo do esperado. Foram maus resultados não só no número de pessoas que foram aos cinemas ver os filmes, como também da decepção do público, que não gostou tanto do que viu, como é o caso de Esquadrão Suicida, que apesar de bons resultados no Brasil, não surpreendeu uma boa parte dos espectadores mundo afora e foi taxado como mediano pela maioria dos críticos.

O mais curioso é que o top 5 é encabeçado por quatro produções da Walt Disney, sendo três delas animações, e nos leva a questionar: os filmes voltados à família são a coisa que mais atraem as pessoas ao cinema hoje em dia, deixando os adultos sem filhos em casa consumindo filmes e séries por streaming?

Capitão América: Guerra Civil, que já arrecadou até agora US$ 1.153.300.000. (Foto: Divulgação)
Capitão América: Guerra Civil, que já arrecadou até agora US$ 1.153.300.000. (Foto: Divulgação)

O número 1 do mundo até o momento é Capitão América: Guerra Civil, que já arrecadou até agora US$ 1.153.300.000. Não por acaso, o filme de Anthony e Joe Russo lidera também o ranking de estreias no Brasil com R$ 143 milhões arrecadados nos nossos cinemas.

A grande surpresa deste ano é Zootopia, que também bateu a marca de 1 bilhão de dólares arrecadados nas bilheterias globais, apesar de um desempenho apenas bom nos Estados Unidos, onde aparece em sexto lugar. No Brasil o desempenho do filme chama ainda menos atenção e sequer figura entre as dez maiores estreias do ano. O resultado surpreende a todos, pois a animação não era nenhuma grande aposta dos criadores, como foi Frozen em 2013, por exemplo.

Zootopia bateu a marca de 1 bilhão de dólares arrecadados nas bilheterias. (Foto: Divulgação)
Zootopia bateu a marca de 1 bilhão de dólares arrecadados nas bilheterias. (Foto: Divulgação)

A medalha de bronze das bilheterias mundiais está nas barbatanas de Procurando Dory, que também ultrapassou a marca do bilhão e aparece como o número 1 nos Estados Unidos, com 485 milhões de dólares arrecadados até agora. No Brasil, as aventuras marinhas da Pixar aparecem em quinto lugar até agora, com 113 milhões de reais arrecadados.

Outro filme que está muito bem nas bilheterias globais mesmo sem ter chamado atenção do público brasileiro é Mogli – O Menino Lobo. O longa que mistura computação gráfica com cenas reais é o quarto mais rentável nos Estados Unidos e no mundo e também não figura no top10 brasileiro. O sucesso é tão grande que a Disney já promete para breve adaptações nos mesmos moldes para outros clássicos animados, como A Bela e A Fera,Dumbo, Mulan e Branca de Neve.

Mogli foi a surpresa na lista. (Foto: Divulgação)
Mogli foi a surpresa na lista. (Foto: Divulgação)

Quem também aparece nesse top five global é Batman vs. Superman que garantiu aos produtores US$ 873.300.000. E neste caso, o resultado do Brasil ajudou. Os 132 milhões de reais arrecadados nas bilheterias locais colocam o longa-metragem dos maiores heróis da DC Comics como o segundo filme mais visto por aqui, atrás apenas do filme do Capitão América.

Heróis ou animações? Qual será a aposta para os próximos anos? Será que criações para as famílias continuarão na liderança dessa disputa ou algo novo pode virar esse jogo?

* Marcelo Forlani é diretor de marketing do Omelete Group, maior conglomerado dedicado aos fãs de cultura pop do Brasil que atinge mensalmente mais de 9 milhões de pessoas ávidas por novidades de cinema, séries de TV, games, música e histórias e quadrinhos com textos, vídeos e posts nas redes sociais.