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 Mês de nostalgia no Studio Universal com grandes blockbusters dos anos 80 e 90

(Foto: divulgação)

O mês de fevereiro no Studio Universal está recheado de nostalgia para os fãs das franquias de blockbusters dos anos 80 e 90. A partir das 20h do dia 11/02, o canal exibirá uma dobradinha de uma das franquias mais aclamadas da década de 90, Jurassic Park, dirigida por Steven Spielberg que ganhou o Oscar de Melhores Efeitos Especiais de 1994. Começando com O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997) e continuando com Jurassic Park 3 (2001). O projeto de um milionário (Richard Attenborough) sobre um parque onde as principais atrações são dinossauros ressuscitados a partir de estudos com DNA fossilizados é inesquecível.

Para os fãs dos clássicos de ação dos anos 80, no dia 19/02, o canal conta com a trilogia de um dos protagonistas mais icônicos da época: John Rambo. Serão exibidos os três primeiros filmes da franquia estrelada por Sylvester Stallone em um dos papéis mais famosos de sua carreira. Às 20h, em Rambo: Programado Para Matar (1982), o filme mostra a jornada do boina verde recém-chegado aos Estados Unidos da guerra do Vietnã, e os efeitos que um conflito armado têm no emocional de um soldado. Seguindo com Rambo II : A Missão (1985), que leva John Rambo de volta ao Vietnã numa missão de resgate de prisioneiros de guerra americanos mantidos do mesmo lugar do qual Rambo fugiu na década de 70. E, terminando a trilogia, em Rambo III (1988), que se passa na Ásia Central, em plena Invasão do Afeganistão, Rambo está à procura de seu mentor Coronel Trautman (Richard Crenna) capturado pelos soviéticos.

tom & jerry

Por Henrique Moita

Tom & Jerry mistura animação com live action. (Foto: divulgação)

O ano é 2021 e a Warner resolveu trazer um gênero de filme que fez bastante sucesso nos anos 90, que mistura live action com animação, dessa vez trazendo Tom & Jerry. Será que ela está nos preparando para o que está por vir em Space Jam 2?

Já vou dizendo que adorava o primeiro filme, tinha inclusive o VHS e assisti diversas vezes, porém ao assistir ‘Tom & Jerry’, eu senti que algo estava um pouco deslocado ali. Não sei se essa história de juntar animação 2D com live action combina hoje em dia. Para completar ainda mais a estranheza que tive, não só a dupla principal era em animação, mas sim todos os animais do filme. Imagino que seja porque eles queriam inserir, não só Tom ou Jerry, mas também vários outros personagens dos desenhos, como o buldogue Spike. Mas ainda assim, ficou estranho. Ainda mais que, no ano passado, tivemos o filme do Sonic, mostrando que com uma boa animação 3D, fiel a aparência do personagem, fica muito mais atual a produção.

Acho que a Warner ficou com medo de sair um novo Pica-Pau com os personagens em 3D e acabaram optando pela versão 2D mesmo.

Tom & Jerry estreou nos cinemas. (Foto: divulgação)

Mas e o filme em si, como ele é?

Bom, ele é uma mistura daqueles filmes de comédia da sessão da tarde com um compilado de episódios de Tom e Jerry: você sabe o que vai acontecer na disputa entre o gato e o rato, mas não deixa de dar risada, como sempre foi e o enredo ao redor do filme não tem nada de muito complexo e que você não saiba como vai se desenrolar.

Achei também que a escalação de Ken Jeong totalmente desnecessária. Como um grande nome da comédia, ele aparece muito pouco e acho que o seu humor seja muito mais voltado para o público adulto do que para o infantil.

Por fim, minha avaliação de Tom & Jerry: O Filme é de 5/10.

Para o público infantil, talvez até funcione hoje em dia e o público adulto sinta um pouco da nostalgia da dupla, porém ainda falta aquelas piadas só para os adultos entenderem nesse tipo de filme, animação 2D com live action realmente não combinam mais e tem um certo desperdício de bons atores de comédia.

Obrigado pela nostalgia e queremos a terceira temporada!

Clima nostálgico, referências e muita ação marcam a 2ª temporada de ‘Cobra Kai’, disponível na Netflix

Segunda temporada de ‘Cobra Kai’, está disponível na Netflix. (Foto: divulgação)

Por Antonio Lemos

Há dois anos, publiquei no Diversório as minhas impressões sobre a primeira temporada de ‘Cobra Kai’, e fiquei na expectativa de sua continuidade. Depois que entrou no catálogo de séries da Netflix, acompanhei a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka). Sim, passou rápido (média de 30 minutos por episódio), bateu nostalgia e quero a terceira temporada para ontem!

Antes de distribuir um caminhão de spoilers (se não curtir pode pular esta parte), posso dizer que a segunda temporada é bem melhor que a primeira, com os personagens se consolidando em seus papeis, as referências da época e uma trilha sonora que faz vontade de ativar o aplicativo de músicas e ouvi-las no último volume.

Senta que lá vem spoiler…

Para quem lembra a cena final da primeira temporada, Lawrence se depara com uma sombra, que é nada mais do que o seu mestre John Kreese (Martin Kove), dado como morto e deixou um enorme gancho para a continuidade da série. E simplesmente roubou a cena.

No começo, Kreese queria bancar o bonzinho a ponto de trabalhar em conjunto com Lawrence, que queria abandonar o lema “sem piedade” e colocar mais ética nos seus caratecas. Além disso, o Cobra Kai já era um sucesso na região graças a vitória de Miguel (Xolo Maridueña), no Torneio All Valey, derrotando Robby (Tanner Buchanan) – em uma final que fez relembrar o primeiro ‘Karatê Kid’ (corre para assistir!) – fazendo com que o local ganhasse mais alunos.

Enquanto isso, LaRusso seguia firme e forte para reabrir o Miyagi Dojo e sua ideia era justamente trazer uma oposição do que o seu rival ensina e seguir os passos do Sr. Miyagi (Pat Morita). No começo, Robby era o seu único aluno, depois Samantha (Mary Mouser), filha de Daniel, se junta à turma e começa a treinar – isso lembra o ‘Karatê Kid 4”, não é? Bingo! O objetivo não era bater de frente com os cobras, e sim, ensinar que karatê é autodefesa. Aos poucos Daniel conseguiu provar seu valor como Sensei, se reencontrou na história e passou a fazer algo que se sentia confortável.

No decorrer do seriado, Tory (Peyton List) chega ao Cobra Kai e rouba a cena ao derrotar Miguel no tatame, ao ser desafiada pelos senseis. Os dois passam a treinar juntos e engatam um romance. Por falar em cupido, “Sam” e Robby se entrosam a cada atividade, com direito ao filho de Lawrence passar uma temporada na casa dos LaRusso. Os dois ficam juntos, mas sabe aquela sensação de que o romance era só para esquecer o passado?

‘Cobra Kai’ traz o clima de Karatê Kid para a série. (Foto: divulgação)

Seguindo o bonde, a temporada mostra Johnny “sentimental”, a ponto de acreditar em mudanças, mesmo sendo aquele durão que vimos nos filmes. Da mesma forma que ele mudou ao longo dos anos, também acreditou que Kreese pudesse ter seguido seus passos. Não é bem assim. Sua presença é a típica teoria do “anjinho e diabinho” na vida de Lawrence, que queria fazer do seu Dojo um lugar hamonioso, enquanto seu mestre queria resgatar aquele sentimento de ódio que era propagado por ele naquele mesmo espaço durante os anos 1980, e fazer com que seu eterno aluno batesse de frente com Daniel.

Além disso, o personagem de Zabka teve outros bons momentos, desde a sua batalha para conectar a Internet e suas aventuras no Tinder, até passar uma noite com seus antigos colegas de karatê, com direito a uma despedida emocionante.

‘Cobra Kai’ tentou ensaiar um acordo de paz entre os protagonistas, tipo um “Pacto de Não Agressão” pré-Segunda Guerra Mundial, mas quando parecia que a paz iria reinar no West Valley, sempre tem alguns imprevistos. Primeiro, LaRusso queria atrair mais alunos para o seu Dojo e promoveu uma apresentação de karatê no festival de sua concessionária, porém quem roubou a cena foram os alunos do Cobra.

Depois, Falcão (Jacob Bertrand) vandalizou o Miyagi Dojo e roubou a medalha de honra do Sr. Miyagi, trazendo a ira de LaRusso, e enxugando um pouco o corpo de alunos da academia concorrente. E por fim, novos embates surgiram, principalmente entre Sam e Tory e Falcão contra Demetri (Gianni DeCenzo). Ou seja, se tem algo que ambos levarão para o túmulo é essa tal rivalidade!

Para não deixar essa resenha grande, vamos para o final. Para quem pensa que há um novo campeonato de karatê, está enganado, mas toda aquela rixa entre os protagonistas não acaba bem.

Primeiro, a tão aguardada luta entre os protagonistas acontece na residência de Lawrence, depois de descobrir que Sam e Robby tinham passado a noite fora. Na sequência, o primeiro dia de aula na West Valley High School vira uma praça de guerra, com os alunos das duas academias se digladiando pelos corredores, parecia aquelas brigas de gangues nos anos 1980 ou cenas do clipe “Beat It”, do Michael Jackson, mas o desfecho não é nada feliz com um dos protagonistas principais ficando gravemente ferido. Ou seja, todos perderam!

Nas cenas finais, Lawrence toma uma rasteira daquelas do seu sensei, mostrando que nem todas as pessoas mudam (ou querem mudar). Triste, não?

As impressões finais mostram que “Cobra Kai” continua empolgante desde a sua trilha sonora, baseada no rock dos anos 1980 (Mötley Crue, Whitesnake, Queen…), até nas referências da cultura pop como Harry Porter, Game of Thrones e Doctor Who, deixando-o atual e atrativo para todos os públicos.

Terceira temporada vem aí?
Sim, e com o desfecho em aberto não tinha como. Ao receber uma notificação em seu celular e, não acostumado com a tecnologia, Johnny arremessou o aparelho para longe, e eis que há um “contatinho” que vai deixar a próxima temporada, prevista para 2021, um pouco mais apimentada. A rivalidade entre ambos permanecerá até o túmulo e um novo personagem-chave vai agitar ainda mais.

TNT exibe “Caça-Fantasmas”

Filme chega ao canal no próximo domingo, dia 26 de julho, às 22h

Em 2016, Caça-Fantasmas voltou revitalizado para uma nova geração e, no próximo domingo, dia 26 de julho, o remake de sucesso será exibido pela primeira vez na TNT no bloco Megafilm, às 22h. Prepare-se para acompanhar uma trama nostálgica, agora protagonizada por fortes nomes femininos no elenco, como Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Kate McKinnon e Leslie Jones. Elas embarcarão em uma aventura repleta de risadas, mistérios e criaturas sobrenaturais, com o objetivo de salvar o mundo e capturar qualquer fantasma que aparecer no caminho.

Sinopse: Uma respeitada professora de física na Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu anos antes um livro, em parceria com Abby Yates (Melissa McCarthy), sobre a existência de fantasmas. A obra nunca foi levada a sério e, quando descoberta por seus colegas acadêmicos, fez Erin perder o emprego na universidade. Quando tudo parecia perdido, um homem contata Erin para ajudá-lo em sua mansão mal-assombrada, afinal, ele a achou por conta do seu livro. A mulher vai então atrás de sua ex-amiga Abby, que continua pesquisando o sobrenatural com a ajuda da excêntrica Jillian Holtzmann (Kate McKinnon). Erin convence Abby a tirar o livro de circulação com a condição de irem até a mansão resolver o caso. Lá, elas acabam encontrando um fantasma de verdade. Demitidas das instituições onde trabalhavam, as três se unem para pesquisar e capturar fantasmas pela cidade.

Classificação: 10 anos.

Não perca “Caça-Fantasmas” pela primeira vez na
tela da TNT neste domingo, dia 26 de julho, às 22h

Horários de Brasília. Programação sujeita a alterações sem aviso prévio.

PAC-MAN comemora 40 anos recriado por inteligência artificial da NVIDIA

Em comemoração aos 40 anos de Pac-Man recria o jogo original. (Foto: Divulgação)

NVIDIA e a Bandai Namco estão celebrando os 40 anos de PAC-MAN recriando via inteligência artificial o jogo original do icônico personagem dos videogames.

Pesquisadores da NVIDIA fizeram a IA NVIDIA GameGAN “assistir” a 50 mil partidas de PAC-MAN para que ela recriasse o jogo sem acesso à engine original. O resultado foi uma versão fiel ao clássico dos fliperamas, feita por uma máquina. Veja o trailer:

A GameGAN é a primeira rede neural do mundo a imitar um motor gráfico de jogo usando redes generativas adversariais ou GANs. Tratam-se de duas redes neurais que competem entre si, uma geradora e uma discriminadora, e que são especializadas em criar um conteúdo indistinto de um exemplo original. Outro exemplo de GAN é a NVIDIA GauGAN, um modelo de deep learning que transforma com facilidade esboços inacabados em obras-primas fotorrealistas.

A GameGAN está sendo desenvolvida para acelerar o processo criativo de desenvolvedores de games, já que pode criar automaticamente layouts para novos jogos. Pesquisadores de IA também podem utilizá-la para desenvolver simulações para treinar máquinas autônomas, de forma a aprenderem as regras de um ambiente sem interagir com o mundo real.

A versão de PAC-MAN recriada como homenagem pela GameGAN poderá ser jogada ainda este ano no AI Playground. Saiba mais no blog da NVIDIA e neste estudo.

O legado continua – TONY HAWK’S PRO SKATER 1 AND 2, remasterizado das rampas aos corrimões, chega dia 4 de setembro

Pré-venda digital dará acesso antecipado exclusivo ao icônico nível Warehouse

O videogame que transformou o mundo do skate está de volta! O próprio Tony Hawk, ao lado do Vicarious Visions, estúdio responsável pelo querido Crash Bandicoot™ N. Sane Trilogy, trazem um remaster incrível dos aclamados pela crítica e amados pelos fãs Tony Hawk’s™ Pro Skater™ 1 and 2. Para trazer uma experiência única aos fãs, o jogo irá misturar os níveis originais, pro-skaters, manobras clássicas e muito mais direto dos anos 90 e 2000, com novos níveis repensados. Esse remaster fiel também trará os melhores hits da trilha sonora original da franquia. O jogo Tony Hawk’s Pro Skater 1 and 2 chega oficialmente dia 4 de setembro de 2020 e retorna em um incrível pacote remasterizado para PlayStation® 4, PlayStation® 4 Pro, aparelhos da Microsoft da família Xbox One, incluindo Xbox One X e para PC na plataforma Epic.

“A série original Tony Hawk’s Pro Skater é um grande fator na evolução de manobras modernas e inspiração para muitos skatistas profissionais que o público conhece e ama hoje em dia” comenta Tony Hawk. “Estou animado para ajudar a inspirar uma nova geração de skatistas e gamers – além de fãs existentes – e fortalecer ainda mais o esporte”.

Tony Hawk’s Pro Skater 1 and 2 também irá trazer características de jogos de toda a franquia original, incluindo revert, lip tricks, wall plant e modos multijogador originais, tanto online quanto ao vivo. E os amados modos Create-A-Park and Create-A-Skater estão de volta! Agora com uma novidade, em que Create-A-Park chega mais robusto e com novas maneiras de customização, além de permitir que jogadores compartilhem suas criações com amigos online e vistam seus skaters com roupas personalizadas. Além disso, será possível escolher seus skatistas favoritos do elenco original da franquia, incluindo Tony Hawk, Bucky Lasek, Steve Caballero, Geoff Rowley, Andrew Reynolds, Elissa Steamer, Chad Muska, Eric Koston, Rodney Mullen, Rune Glifberg, Kareem Campbell, Jamie Thomas e Bob Burnquist. Novas features do remaster incluem mais objetivos, novos desafios e mais.

“Ter a oportunidade de trazer de volta os dois jogos originais da franquia que tiveram um impacto tão significativo não apenas na comunidade gamer, mas também no esporte, tem sido uma experiência épica para o nosso time, que inclusive tem muitos membros que trabalharam no título original” disse, Jen Oneal, Studio Head no Vicarious Visions. “Pegamos o que o público conhece e ama sobre os jogos originais e misturamos com ferramentas aprimoradas e criativas que irão permitir aos jogadores criar novas maneiras de jogar o jogo que amam. Estamos confiantes que será a experiência única de Tony Hawk’s Pro Skater que os fãs vêm pedindo”.

Para celebrar esta revelação, a Activision, pertencendo na totalidade à subsidiária Activision Blizzard (NASDAQ: ATVI), se juntou ao canal @JablinskiGames no Youtube, para a partir de hoje para mostrar as primeiras imagens do gameplay do icônico nível Warehouse. Os fãs poderão assistir ao Jack Black e Tony Hawk jogando juntos em meio a muitos comentários hilários e provocações amigáveis. Aqueles que fizerem a pre-encomenda digital do Tony Hawk’s Pro Skater 1 and 2 no PlayStation, Xbox ou PC a partir de hoje receberão acesso a uma demo do nível Warehouse, antes do lançamento oficial do jogo. A demo estará disponível mais tarde para download.

Tony Hawk’s Pro Skater 1 and 2 estará disponível mundialmente, nos EUA a preço sugerido de USD 39,99. Uma versão deluxe digital com conteúdo exclusivo estará disponível a preço sugerido de USD 49,99 (nos EUA). E, para o fã supremo, uma edição de colecionador estará disponível a preço sugerido de USD 99,99 (nos EUA), completa com a versão digital deluxe e um shape Birdhouse edição limitada. Para mais informações sobre Tony Hawk’s Pro Skater 1 and incluindo o preço sugerido por local é possível acessar https://www.tonyhawkthegame.com. Também acompanhar nas redes sociais Twitter, Facebook, Instagram @TonyHawkTheGame para ficar por dentro de tudo, bem como se inscrever no canal YouTube.comtonyhawkthegam.

“Chaves – um tributo musical” é uma sessão de nostalgia

Por Vanessa Alsberg

Está em cartaz no teatro Opus, o musical do Chaves, e nós do diver já fomos conferir para indicar aos nossos leitores =)

O musical presta uma homenagem a Roberto Gómez Bolaños, mostrando que com sua criação, nem todo palhaço precisa usar um nariz vermelho para fazer as pessoas rirem.

Com músicas da série para relembrar os velhos tempos, e algumas inéditas do musical, você se emociona do início ao fim da apresentação.

(Foto: Vanessa Alsberg)

Os atores te levam a uma verdadeira viagem no tempo, com a nostalgia de estar assistindo a mais um episódio inédito de Chaves, se reencontrando com Chiquinha, Quico, Seu Madruga, Bruxa do 71, Dona Florinda, Professor Girafales, Seu Barriga, Nhonho, Godinez e Pópis que acompanham chaves, um menino órfão que vive com fome, em suas trapalhadas.

Musical nos leva de volta a frente da TV vendo Chaves. (Foto: Vanessa Alsberg)

A peça está realmente incrível, uma linda produção que vale a pena conferir!!

O teatro fica no último piso do shopping villa lobos, e você pode conferir “Chaves- um Tributo Musical” de sex às 21h, sábado às 16h e 20h, domingo às 15h e 19h
Duração: 150 minutos

Saudosismo e um gosto de “quero mais”

Produzida pelo Youtube Red, ‘Cobra Kai’ mostra reencontro entre Johnny Lawrence e Daniel LaRusso 34 anos depois da final do torneio de karatê

Por Antonio Lemos

Geralmente torcemos o nariz quando um sucesso de 20, 30 anos atrás volta remodelada ou com uma continuidade em seu enredo. Para os nascidos na época, melhor é a primeira versão e fim de papo. Enfim, quando fiquei sabendo que haveria uma série sobre o filme ‘Karatê Kid’, intitulado ‘Cobra Kai’, fiquei curioso e resolvi “maratonar” para tirar às conclusões. E gostei.

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“Cobra Kai” leva nostalgia para quem gosta de Karatê Kid. (Foto: Divulgação)

Antes de falar da série como todo, o longa filmado em 1984 (dois anos antes deste ser que vos fala nasceu) marcou e inspirou uma geração com a relação entre o mestre – sensei – senhor Miyagi (Pat Morita) com o seu aluno Daniel LaRusso (Ralph Macchio), ensinando lições valiosas um ao outro como superação e perseverança.

Dividida em dez episódios e produzida pelo Youtube Red (uma versão paga do YouTube exclusiva para os Estados Unidos), a trama nos atualiza sobre os caminhos em que os protagonistas levaram 34 anos depois. Johnny Lawrence (William Zabka) perdeu a final do campeonato para LaRusso, se tornou um adulto deprimido, distante do filho delinquente, Robby (Tanner Buchanan),e que se contenta com bicos onde reforma casas. Já Daniel San se casou, constituiu família e é dono de uma concessionária bastante lucrativa.

Aproveitando brechas do filme original, Lawrence decide reabrir o dojo Cobra Kai, do qual fazia parte, o que reacende sua rivalidade com LaRusso. No começo, o espaço só tem um aluno, Miguel Diaz (Xolo Maridueña), adolescente latino, criado por sua mãe e avó, e sofria bullying dos valentões da escola. O menino pede para que Johnny ensine a arte do karatê e ele aceita. O dojo só começa a crescer e ter mais alunos quando o vídeo de seu pupilo dando porrada nos rivais viraliza.

No desenrolar da série, Miguel chega a namorar a filha de LaRusso, Samantha (Mary Mouser), mas não pode contar ao pai que ele faz parte do Cobra Kai. Daniel enfrenta problemas com a concorrência e procura expandir o seu negócio. Robby, delinquente no início, passa a se “regenerar”, trabalhar na concessionária de San (para se vingar do pai) aprende a arte do karatê com o próprio patrão e coloca os “amigos” para correr quando querem roubar o estabelecimento.

Há também o torneio de karatê, o 50º da região, quando ironicamente, Robby luta contra  seu pai e tem Daniel como seu treinador, e o final é previsível assim, mas dá vontade de torcer para que o resultado seja outro.

RED E BLUE VÃO DETONAR A ORGANIZAÇÃO EMPIRE

 CORRA E ATIREGunstar Heroes, o jogo de tiro aclamado pela crítica em 1993, chega com tudo à coleção SEGA Forever. Todos os jogos do selo SEGA Forever estão disponíveis para baixar gratuitamente na App Store para iPhone e iPad ou na Google Play Store para dispositivos Android. Jogadores que quiserem experimentar os jogos sem anúncios podem remover os mesmos de uma só vez com uma compra pelo próprio aplicativo no valor de US$1.99.

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Gunstar Heroes está de volta. (Foto: Divulgação)

Gunstar Heroes foi desenvolvido pela Treasure, o estúdio japonês conhecido por seus jogos de ação frenética e gameplay inovadores, sendo lançado primeiramente pela SEGA para o Mega Drive. O game conta com dois personagens jogáveis, ‘Red’ e ‘Blue’ – dois membros da família Gunstar – que estão em uma missão para colocar um fim à Empire, uma organização maligna com o propósito de destruir a civilização. Em seu lançamento, Gunstar Heroes obteve ampla aprovação dos críticos e fãs e foi listado por várias publicações como um dos melhores jogos de todos os tempos. Assim como em outros jogos da coleção SEGA Forever, Gunstar Heroes oferece recursos adicionais como saves na nuvem, suporte a controle, função rebobinar e multiplayer local com a possibilidade de jogo entre plataformas iOS e Android. 

Gunstar Heroes está disponível para download através deste link.

Tectoy lança Atari Flashback 7, baseado no icônico Atari 2600

Com 101 jogos clássicos na memória, o videogame está disponível no mercado por R$ 499,00. Entre os títulos que marcaram os anos 80 estão Jungle Hunt ™, Front Line™, Polaris™, o original Frogger para Atari 2600 e Space Invaders™

O Atari está de volta. Febre no Brasil na década de 80 e um dos videogames mais populares de todos os tempos, o modelo Atari Flashback 7 vem com 101 jogos na memória, entre eles clássicos como Centipede, Frogger e Space Invaders.  O Atari Flashback 7 chega ao mercado a partir de hoje, 22/03, pelas mãos daTectoy, empresa ícone do mercado de entretenimento,  com preço sugerido de R$ 499,00. Quem quiser adquirir seu exemplar pode acessar o site www.tectoy.com.br

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Tectoy lança Atari. (Foto: Divulgação)

Produzido na fábrica da Tectoy em Manaus, com licença exclusiva para todo o território nacional, o Atari Flashback 7 tem o  memorável design do Atari, com estrutura na cor preta e  detalhe simulando  madeira, exatamente como no modelo original, símbolo da cultura pop. O Atari Flashback 7 também vem com dois joysticks com fio, clássicos do Atari, com saída de áudio e vídeo para conectar à TV e manual de instruções.

O Atari Flashback 7 remete à primeira versão de 8 bits do Atari, aquele que foi lançado em 1977 nos EUA e que chegou ao Brasil em 1983”, conta Tomas Diettrich, CEO da Tectoy. “Temos certeza que aqueles que adquirirem o Atari da Tectoy irãoreviver uma experiência única dos videogames nos anos 80.”

Características técnicas – Atari Flashback 7 

Sistema Bi-volt automático: 110/220 Volts
Consumo: 1,7W
Sistema PAL-M
Saída AV Mono
Preço: R$499,00