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Nova Zelândia: a beleza escondida na Oceania

Lugar repleto de belezas naturais e aventuras, a Nova Zelândia vem ganhando espaço entre os destinos escolhidos pelos turistas e intercambistas. Para quem procura diversidade de atividades, que vão das mais calmas até as radicais, o belo país da Oceania é uma excelente opção. Mas o que torna a Nova Zelândia tão interessante? A Trust Intercâmbio e Turismo traz algumas informações para quem ainda está indeciso em decolar para lá

Visto? Oi?

Olha que boa notícia: Quem possui passaporte brasileiro não precisa de visto para entrar na Nova Zelândia, podendo permanecer lá por até três meses, seja estudando ou trabalhando. Mas calma! Isso acontece mediante apresentação de comprovantes de que você tem condições financeiras de se manter por lá e sua passagem de volta. É fácil, porém existem regras.

Que bela vista

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(Foto: Divulgação)

Com certeza ao chegar a Nova Zelândia você vai se impressionar com as paisagens exuberantes, que são os chamarizes do país. São praias, montanhas, florestas, geleiras e fiordes, ou seja, beleza para todos os gostos. As regiões montanhosas foram palco de grandes sucessos de bilheteria como “O Hobbit”, “Senhor dos Anéis” e “Avatar”. São cenários dignos de Oscar.

Clima agradável

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(Foto: Divulgação)

Por ter uma temperatura amena, o clima da Nova Zelândia é bem próximo ao do Brasil, o que não causa aquele estresse de adaptação a temperatura. Para aproveitar as praias, viaje entre janeiro e fevereiro, meses que as temperaturas ficam em 20ºC e 25ºC. Agora se você é fã de frio e vai fazer um tour pelas montanhas, escolha ir de julho a agosto para praticar esqui na incrível temperatura de 12ºC.

Explorando o lado aventureiro

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(Foto: Divulgação)

Quer fugir da calmaria e praticar esportes radicais? A Nova Zelândia é chamada de terra do bungee jump. Na cidade de Queentown há sete locais para salto que variam de 40 a 130 metros de altura! Além disso, para quem curte altura ainda há o paraquedismo, rapel, escaladas e alpinismo. Se prefere manter os pés no chão, escolha as trilhas de mountain bike, rugby e cricket. Se é amigo da água pode fazer rafting nas incríveis corredeiras do país. Ar, terra ou água a sua emoção está garantida.

Auckland

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(Foto: Divulgação)

Calma, não é uma palavra em maori, mas sim uma cidade muito escolhida para quem vai visitar o país. Auckland é o centro financeiro da Nova Zelândia e conta com uma grande variedade de comércio, lazer, restaurantes e feiras de artesanato. Além disso, é uma metrópole multicultural, já que reúne turistas de todo o mundo, oferecendo uma grande interação e exploração de toda a cultura do país.

Trabalho e estudo

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(Foto: Divulgação)

Desde 2014 os estudantes podem ter permissão para trabalhar e estudar. Para conseguir, você precisa estar matriculado em um curso com, no mínimo, 14 semanas e carga horária de 20 horas semanais. Com a economia estável do país, você não sofrerá com variações da moeda local, que por sinal é uma das mais baratas entre os países de língua inglesa, fazendo com que o dinheiro do viajante renda mais.

Delícias culinárias

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(Foto: Divulgação)

A culinária do país inclui pratos típicos dos maoris, dos polinésios e a moderna, que conta com as técnicas dos colonizadores. Os frutos do mar entram como atração principal para quem vai conhecer a Nova Zelândia, sendo uma herança dos maori, principalmente porque muitos peixes são encontrados apenas no país. Os ingleses deixaram sua marca também, mas o mais importante é o Lamb Shank, preparado com carne de carneiro e vegetais. Há também o tradicional queijo azul, que foi criado em 1952 e a receita é feita sem alterações desde então.

Férias nos Mares do Sul

Dois roteiros da Oceania Cruises percorrem as mais belas ilhas do Pacífico sul combinando a  beleza exuberante das paisagens com a  excepcional gastronomia e hospedagem a bordo

Entre o azul translúcido e o verde esmeralda, o mar sempre surpreende, no Pacífico sul. Mas ainda há a diversidade de culturas, de etnias, de idiomas, seja na Polinésia Francesa, na Samoa Americana, ou em Fiji igualmente encantadores. E uma das melhores formas de visitar muitas delas na mesma viagem é em cruzeiros marítimos. Como esses:

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Oceania Cruises oferece roteiro pelo Havaí rumo Nova Zelândia. (Foto: Divulgação)

Em  janeiro, o roteiro de 26 noites começa  em Honolulu,no Havaí, rumo a Auckland, na Nova Zelândia. Nessa rota, que inclui o “colar” de ilhas do Pacífico consideradas entre as mais lindas do mundo, o navio Insignia aporta em Nawiliwili Nuku Hiva, Rangiroa,Papeete e Bora Bora, todas na Polinésia Francesa:Pago Pago, Samoa Americana, Suva e Lautoka, em Fiji;Port Vila, Vanuatu; Noumea, Nova Caledônia; Norfolk Island, Austrália. De 28 de janeiro a 22 de fevereiro, essa viagem tem preço por pessoa, a partir de R$ 35969,00

A segunda opção no Pacífico Sul tem 17 noites de duração a bordo do novo Sirena, também da Oceania Cruises. Começa em Auckland e segue para Rotorua e Bay of Islands, todas na  na Nova Zelânddepois para Noumea e Isle of Pines, ambas na Nova Caledônia, Suva e Lautoka, em Fiji, Apia, Samoa, Pago Pago, Samoa americana, Bora Bora, Moorea e Papeete, no Taiti. De 23 de abril a 9 de maio, com preços a partir de R$ 26 039,00

 

O insígnia, assim como o Sirena, são navios de luxo, para 684 hóspedes, que oferecem a bordo,  conforto e alta gastronomia em seus  restaurantes gourmet. Nas cabines, todos os detalhes foram pensados seja no espaço, nas varandas como nas amenidades ( muitas delas Hermès ou Clarins), nos lençóis de algodão de 700 fios, nos roupões, na garrafa de champanhe de boas vindas, na água e refrigerantes disponíveis, de graça, no frigo-bar ,  no serviço de mordomo, entre outros paparicos.

 

Ambos oferecem internet ilimitada a bordo e mais a escolha entre 8 excursões em terra grátis, pacote de bebidas grátis ou US$800  de crédito por cabine.

 

Mais informações: https://pt.oceaniacruises.com

Na Austrália com as baleias

Nadar com jubartes é uma das atrações disponíveis de julho a outubro em Queensland e na parte ocidental da Austrália 

Nas férias de julho é possível nadar com as baleias na Austrália. (Foto: Divulgação)
Nas férias de julho é possível nadar com as baleias na Austrália. (Foto: Divulgação)

A Austrália sempre foi um dos melhores destinos no mundo para ver baleias em fase migratória. Agora, o turista pode fazer mais do que ver essas criaturas majestosas: o viajante conta com a opção de nadar com elas. Anteriormente, essa possibilidade estava disponível apenas para os visitantes na Sunshine Coast, em Queensland, mas com o aumento do número de operadores na região ocidental por meio de “Swim Tours”, essa incrível experiência ficou ainda mais acessível. Para mais informações, acesse: tourism.australia.com

Nova Zelândia apresenta alguns dos melhores vinhos do mundo na ExpoVinis Brasil

País levará 15 vinícolas nos dias 14, 15 e 16 de junho a Expo Center Norte, em São Paulo. Evento é o maior do segmento em toda a América Latina.

Reconhecida como produtora de alguns dos melhores vinhos do mundo, a Nova Zelândia participa pela primeira vez da ExpoVinis Brasil. Representantes de 16 vinícolas neozelandesas estarão na feira com mais de 25 rótulos. O evento é considerado o mais importante do setor na América Latina e está marcado para os dias 14, 15 e 16 de junho em São Paulo.

Expo Vinis apresentará alguns dos melhores vinhos da Nova Zelândia. (Foto: Divulgação)
Expo Vinis apresentará alguns dos melhores vinhos da Nova Zelândia. (Foto: Divulgação)

A produção de vinhos da Nova Zelândia alcança níveis de excelência graças ao profundo comprometimento dos produtores com a qualidade e pelas condições naturais que o país oferece à cultura de uvas.  As 700 vinícolas neozelandesas ocupam territórios em latitudes apropriadas, expostos a longas horas de sol, brisa marítima e noites frescas, que permitem períodos extensos de maturação. É o cenário ideal para o desenvolvimento da acidez e do equilíbrio das frutas.

Inicialmente focado na produção de Sauvignon Blanc e Chardonnay, o país passou a usar a diversidade de solos como aliada para a expansão de produtos. Hoje a Nova Zelândia exporta para 90 países do mundo variedades que vão desde o Pinot Noir, Merlot e o Cabernet Sauvignon até exemplares de Pinot Gris, Syrah, Riesling entre outros.  Cerca de 95% dos produtores têm certificado de produção sustentável que garante o envolvimento das comunidades e o respeito ao meio ambiente.

“A Nova Zelândia é consagrada por produzir atualmente alguns dos melhores Sauvignon Blanc e Pinot Noir do mundo. A uva Sauvignon Blanc estabeleceu um padrão internacional para o estilo que hoje representa 66% da produção do país. Mas nossa participação promete ir além. Queremos mostrar que o país está muito mais próximo do que os brasileiros imaginam e que estamos de braços abertos para que eles explorem nossas oportunidades ligadas à viticultura”, comenta Ralph Hays, Cônsul Geral do país em São Paulo.

VIAGEM PARA OS CINCO SENTIDOS

Durante a ExpoVinis Brasil a Nova Zelândia apresentará lançamentos e edições especiais de importantes vinícolas do país, representadas no Brasil por duas grandes importadoras nacionais: Premium e Decanter, além da própria vinícola Yealands. Os visitantes da ExpoVinis terão acesso também a palestras e degustações preparadas para a ocasião. Um dos grandes destaques é o anúncio da parceria entre a Yealands e a Vinho&Ponto que, juntas, passarão a distribuir sete novos rótulos no mercado brasileiro: 3 Stones (Pinot Noir, Pinot Gris e Sauvignon Blanc) e Crossroads (Sauvignon Blanc, Pinot Noir, Chardonnay e Syrah).

Já a Premium levará à feira mais de 15 rótulos de 13 diferentes vinícolas. Destacam-se: Neudorf Moutere Chardonnay, um dos melhores produzidos na ilha sul do país; Pegasus Bay, produzido em uma vinícola familiar, especializada em Rieslings e o Stonyridge Larose, considerado o vinho cult da Nova Zelândia, produzido em Waiheke – ilha onde as condições climáticas e de solo são ideais para produzir tintos ao estilo de Bordeaux.

A Decanter apresentará os vinhos da Craggy Range produzidos em Martinborough, um distrito de Wairarapa, e também em Hawke’s Bay a 2ª maior região produtora da Nova Zelândia. A vinícola produz apenas vinhos single vineyard e parte dos 32 rótulos da Craggy Range estarão na ExpoVinis Brasil. Também será apresentada a Wild Rock, novo projeto da Craggy Range que traz o estilo vibrante e vivaz de regiões igualmente consagradas como Central Otago e Marlborough. Na seleção dos vinhos para feira estarão os aclamados The Infamous Goose Sauvignon Blanc, Cupids Arrow e Te Muna Road Pinot Noir, Sophia e Gimblett Gravels Syrah.

Além de conhecer mais sobre os vinhos neozelandeses, os participantes da ExpoVinis Brasil poderão conferir uma atividade imersiva de 360 graus em 3D, que simulará uma viagem por algumas das vinícolas da Nova Zelândia. O passeio sensorial foi desenvolvido pela empresa neozelandesa Resonate Ltd. Já a Tourism New Zealand lançará pacotes turísticos com maratonas em regiões produtoras e opções de passeios gourmet em circuitos pequenos para carro ou bicicleta.

SERVIÇO

ExpoVinis Brasil

Data: 14 a 16 de junho de 2016

Horário: 13h às 21h

Local: Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, em São Paulo

www.expovinis.com.br