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Streaming do Telecine apresenta clássicos em ritmo de musical

Não é de hoje que os musicais roubam a cena nos prêmios mais importantes da indústria do cinema. Antes de La La Land Rocketman Os Miseráveis conquistarem o público e a crítica, o gênero musical já tinha o seu valor desde a década de 1950. Julie Andrews, Doris Day, Elvis Presley e Frank Sinatra são alguns dos nomes que se arriscaram a atuar, cantar e até dançar nas telas, e conseguiram com êxito.

Em 1961, o cineasta Robert Wise lançava sua versão da história de Romeu e Julieta em Amor, Sublime Amor. O roteiro adaptado por Ernest Lehman de um espetáculo da Brodway originou o musical mais premiado da história com 10 estatuetas do Oscar, três Globos de Ouro e dois Grammys.

No mesmo ano o cantor Elvis Presley elevava sua carreira no cinema à outro patamar com Feitiço Havaiano. Na trama ele interpreta Chad Gates, um soldado que larga o exército e volta para sua casa no Havaí. A trilha sonora do filme concorreu ao Grammy no ano seguinte.

Julie Andrews se eternizou no gênero logo em sua estreia no cinema com o papel de Mary Poppins. O longa lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz e o Globo de Ouro na categoria de Melhor Atriz de Comédia ou Musical. Em Lili, Minha Adorável Espiã, a atriz recebeu uma indicação do Globo de Ouro por sua atuação como a famosa cantora que trabalha como espiã durante a Primeira Guerra Mundial.

Todos os filmes estão disponíveis no streaming do Telecine , hub de cinema mais completo do país que reúne mais de dois mil títulos em seu catálogo. Os primeiros 30 dias de acesso à plataforma são gratuitos para novos usuários.

Lili, Minha Adorável Espiã

Lili é uma jovem inglesa que trabalha como espiã para os alemães durante a Primeira Guerra. Em sua missão, ela passa a seguir um aviador americano, com o objetivo de conseguir informações secretas. Mas sem perceber, acaba se apaixonando por ele, complicando sua posição com o Coronel Kurt Von Ruger.

Direção: Blake Edwards
Elenco: Julie Andrews, Rock Hudson, Jeremy Kemp
EUA. 1970. Musical. 140 min.
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Cléo Das 5 Às 7

Em Paris, a cantora Cléo faz um exame para descobrir se está com câncer. O resultado sai em duas horas, então ela decide andar pelas ruas da cidade enquanto aguarda. Com dúvidas sobre como agir diante da doença, a bela acaba cruzando com Antoine, um jovem militar que está prestes a partir.

Direção: Agnès Varda
Elenco: Corinne Marchand, Antoine Bourseiller, Dominique Davray
França. Itália. 1962. Musical. 86 min.
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Os Guarda-Chuvas do Amor

Geneviève Emery é uma jovem francesa que ajuda a mãe viúva a tocar o negócio de guarda-chuvas da família e que está apaixonada pelo humilde mecânico Guy Foucher. Mesmo sem o apoio da matriarca, ela segue na relação que fica abalada quando, por uma obra do destino, Guy é convocado pelo exército.

Direção: Jacques Demy
Elenco: Catherine Deneuve, Nino Castelnuovo, Anne Vernom
Alemanha. França. 1964. Musical. 88 min.
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Feitiço Havaiano

Após servir ao Exército, Chad volta para casa e quer aproveitar a vida se divertindo e surfando. Enquanto seu pai faz pressão para que ele trabalhe no negócio da família, Chad arruma emprego na agência de turismo de sua namorada. Lá, aproveita para seduzir as funcionárias com suas canções de amor.

Diretor: Norman Taurog
Elenco: Elvis Presley, Joan Blackman, Angela Lansbury
EUA. 1961. Musical. 101 min.
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Amor, Sublime Amor

Nas ruas de Nova York, as gangues italiana e porto-riquenha dos Jets e dos Sharks, respectivamente, batalham constantemente por território. Quando Tony, dos Jets, conhece Maria, irmã do líder dos Sharks, eles se apaixonam perdidamente, levando o conflito entre suas famílias a um destino trágico.

Diretor: Jerome Robbins, Robert Wise
Elenco: Natalie Wood, Richard Beymer, Rita Moreno, George Chakiris, Russ Tamblyn
EUA. 1961. Musical. 153 min.
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Mary Poppins

O banqueiro George Banks procura uma babá para educar seus filhos. As crianças decidem ajudar descrevendo a babá perfeita em um anúncio, mas ele acha fantasioso demais e o rasga, jogando-o na lareira. Até que no outro dia Mary Poppins aparece mudando a vida das crianças e do banqueiro.

Diretor: Robert Stevenson
Elenco: David Tomlinson, Julie Andrews, Dick Van Dyke
EUA. Inglaterra. 1964. Musical. 139 min.
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Corações Enamorados

O maestro Gregory Tuttle vive com as três filhas. Após receber o músico Alex para um jantar, eles passam a trabalhar juntos. Alex imediatamente chama a atenção das três mulheres, mas é Laurie quem desperta interesse no rapaz. No entanto, tudo muda quando Barney, um outro músico, entra em cena.

Diretor: Gordon Douglas
Elenco: Doris Day, Frank Sinatra, Gig Young
EUA. 1954. Musical. 117 min.
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Do palco às telonas: Daniel Boaventura dá dicas de 5 musicais para assistir em casa

Referência da arte no Brasil, o cantor e ator revisita sua trajetória e elege os preferidos para curtir na quarentena

A união entre músicas emblemáticas e atuações brilhantes não é apenas a fórmula de sucesso para os teatros musicais, é também a especialidade do cantor e ator Daniel Boaventura, referência desta arte no Brasil. Com quase 30 anos de carreira na atuação, o artista domina os palcos e já passou por grandes montagens ao longo da trajetória, desde os maiores clássicos até adaptações inéditas e outras que lhe renderam prêmios na categoria. Enquanto não é possível assistir presencialmente, o especialista no assunto dá dicas de 5 filmes musicais para maratonar e curtir em casa. 

1 – La La Land (2016)

(Foto: divulgação)

Indicado para 14 categorias do Oscar em 2017, vencendo seis delas, a obra de Damien Chazelle traz a história apaixonante de um pianista de jazz e uma aspirante a atriz que vivem o amor na cidade de Los Angeles. O roteiro e direção de Chazelle com a trilha sonora de Justin Hurwitz e as atuações dos protagonistas Emma Stone e Ryan Gosling renderam não só as premiações mais importantes do gênero, como também o recorde de conquistas. Disponível na plataforma Netflix.

2 – Chicago (2002)

(Foto: divulgação)

Um brilhante caso de clássico nos palcos e sucesso nas telonas. O filme é considerado um dos maiores musicais do cinema norte-americano, segundo o American Film Institute. Vencedor de seis prêmios do Oscar, o longa tem a direção assinada por Rob Marshall, com roteiro de Bill Condon e os lendários Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones, Queen Latifah e Richard Gere no elenco. O enredo explora o status de fama instantânea na cidade de Chicago da década de 1920, embalado por uma trilha sonora de tirar o fôlego. Disponível pelo Google Play e YouTube Films.

3 – West Side Story / Amor, sublime amor (1961)

(Foto: divulgação)

Sucesso na Broadway e grande vencedor de prêmios do cinema, o longa, assim como a montagem, é uma adaptação livre de Romeu e Julieta, de William Shakespeare. Aclamado pela crítica e pelo público, o filme é o musical mais premiado da história do cinema, com 10 Oscars, 3 Globos de Ouro e 2 Grammys. A trama é ambientada na Zona Oeste de Nova Iorque e mostra o amor proibido entre Tony, antigo líder da gangue Jets, e María, irmã do líder da gangue rival, os Sharks.

4 – Os Miseráveis (2012)

(Foto divulgação)

Neste drama musical, baseado no romance homônimo de Victor Hugo, a história se passa durante a Revolução de Julho, no século 19, entre as batalhas de Waterloo e a insurreição republicana de junho de 1832. Repleto de sensibilidade, intrigas e dramas, o filme é um dos dos musicais mais aclamados da crítica na década e foi indicado a oito categorias do Oscar de 2013. No elenco estão grandes nomes como, Hugh Jackman, Anne Hathaway, Amanda Seyfried e Russell Crowe.

5 – O Rei do Show (2017)

(Foto: divugação)

Considerado o terceiro filme musical mais lucrativo da história do cinema, o drama biográfico traz a história da criação do circo Barnum & Bailey Circus e as vidas dos seus artistas. A trilha sonora da obra ganhou destaque na crítica e foi vencedora de um Globo de Ouro de Melhor Canção Original, além da indicação ao Oscar, além das atuações e performances dos protagonistas Hugh Jackman, Zac Efron, Michelle Williams, Rebecca Ferguson e Zendaya terem sido bastante aclamadas pelo público.

Belezas naturais, construções seculares da República Tcheca fazem do país a locação cenário perfeito para todo tipo de filme. E é possível conhecer todos eles.

(Foto: Divulgação)

A República Tcheca foi escolhida pela Netflix para ambientar a segunda temporada da sua série The Witcher, baseada no livro do escritor polonês Andrzej Sapkowski e as filmagens recomeçarão já em 3 de agosto. Iniciadas em fevereiro, as filmagens tiveram que ser interrompidas um mês depois, depois que o ator norueguês Kristofer Hivju, que também apareceu em Game of Thrones, testou positivo para o novo coronavírus e tudo foi   interrompido devido às restrições da pandemia.

Mas The Witcher é apenas o capítulo mais novo de uma longa história de filmes e séries gravados na República Tcheca. Dois grandes sucessos de bilheteria recentes foram gravados no país. Jojo Rabitt, indicado ao prêmio da Academia, foi gravado na cidade de Žatec; e Homem-Aranha – Longe de Casa teve o primeiro beijo de Peter Parker e Mary Jane em plena Ponte Carlos, em Praga.

O cinema descobriu a República Tcheca para ambientação no início dos anos 90, logo após o fim da era comunista no país quando diretores mundialmente famosos e equipes de produção foram atraídos  pela beleza de tirar o fôlego de Praga  e pelos icônicos marcos arquitetônicos da capital, que também ofereciam locação locais e equipes de baixo custo, mas altamente qualificados.
 

Paris ou Viena?

A arquitetura perfeitamente preservada, as ruas típicas dos séculos 18 ou 19 permitem reproduzir, em Praga várias capitais europeias, como nesses filmes:

Amadeus (1984)
O filme do diretor tcheco Miloš Forman sobre a vida de Mozart, contado pelos olhos do compositor rival Salieri, foi aclamado em todo o mundo e ganhou nada menos que oito Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Diretor. Embora a maior parte da história seja ambientada em Viena, o filme foi filmado principalmente em Praga, alguns anos antes da queda do comunismo.

A escolha de Praga não foi mera coincidência. Figura proeminente da Nova Onda Tcheca na década de 1960, Miloš Forman fugiu do país em 1968 após o esmagamento da Primavera de Praga o que fez com que a polícia secreta da então Tchecoslováquia, mantivesse a produção   de Amadeus sob vigilância. Mas Praga tem importante ligação com o próprio Mozart que ali estreou sua ópera Don Giovanni. No filme, a locação é o mesmo local da estreia de 1787: o Teatro de Repertório.  E Praga também aparece no filme como Viena do século 18.

(Foto: Divulgação)

O Ilusionista (2006)
Escrito e dirigido por Neil Berger, apoiado por uma incrível trilha sonora de Phillip Glass, O Ilusionista conta a história de um mágico, interpretado por Edward Norton, tentando conquistar o amor de uma mulher de classe alta e a possível futura princesa do Império Áustro-Húngaro. A história se passa em Viena da virada do século 19 para o 20.

Viena, no filme, é “interpretada” por Praga, inclusive no Divadlo na Vinohradech (usado como local onde o personagem principal realiza seus truques de mágica) e em outras cidades tchecas como os castelos de Český Krumlov e Konopiště.  

Os Miseráveis (1998)
No filme do diretor dinamarquês Billie August, adaptação do clássico de Victor Hugo, Paris é, na verdade, Praga e  outras partes da República Tcheca, incluindo as cidades de Kutná Hora, Zatec e Vrbno.

(Foto: Divulgação)

Missão Impossível (1996)
O filme cult de Brian de Palma foi a primeira grande produção a ser filmada em Praga em meados dos anos 90. As cenas de abertura no centro histórico também são algumas das mais memoráveis: como a de John Voight correndo na ponte Carlos (surpreendentemente vazia), Tom Cruise perto da Praça da Cidade Velha durante a famosa explosão do restaurante do aquário  etc. Outros locais de filmagem dignos de nota incluem o Hotel Evropa, na Praça Venceslau, e no Museu Nacional.


A Identidade Bourne (2002)
Praga foi uma parte importante dos bastidores do primeiro episódio da busca vingativa de Jason Bourne: A Identidade Bourne, um clássico de seu próprio gênero. Filmado em muitos outros locais europeus, tem em Praga as cenas que se passam ficticiamente em Zurique, na Suíça. Se você prestar atenção, poderá ver Matt Damon dormindo no parque na ilha Kampa ou andando ao lado da principal estação ferroviária de Praga.

Karlovy Vary com vocação para o cinema

Karlovy Vary, a bela cidade balneária da Boêmia que todos os anos recebe seu tradicional Festival Internacional de Cinema precisou, em razão da pandemia, transferir o evento de julho para 2021. Mas a cidade pode ser visitada através de filmes de grande popularidade.

As Férias da Minha Vida, que está com muita frequência na programação das TVs a cabo, mostra a cidade e seu famoso Grand Hotel Pupp em muitas cenas dessa película encabeçada por Queen Latifah, contando a história da simpática vendedora que pensa ter doença terminal e gasta tudo que tem para passar os seus últimos dias fazendo o que mais deseja, justamente em Karlovy Vary.

(Foto: Divulgação)

A cidade, uma das favoritas em programas de turismo na República Tcheca e que fica a pouco mais de 120 km de Praga foi, ficticiamente, uma cidade de Montenegro no filme 007 Cassino Royale.  Nele, James Bond se hospeda no Hotel Splendide que é, na verdade, o cinco estrelas Grand Hotel Pupp, um dos mais antigos e luxuosos da República Tcheca. Para filmar a entrada e a sala de jogos do Cassino Royale foram usadas as instalações do edifício dos Balneários Imperiais enquanto a estação de trem de Montenegro é a Colunata de Molino, no centro histórico de Karlovy Vary. E o hospital onde Bond se recupera após a tortura fica em Planá, perto de Tachov, na Boêmia do Leste.

(Foto: Divulgação)

Suíça da Boêmia

No filme As Crónicas de Nárnia, os quatro irmãos caminham por uma paisagem nevada espetacular e, em certo momento, cruzam uma ponte de pedra. Trata-se da Porta de Pravcice, um cartão postal da região conhecida como Suíça Boêmia, no norte da República Tcheca.

SUCESSO DE PÚBLICO, SUPERPRODUÇÃO MUSICAL LES MISÉRABLES SERÁ PRORROGADA ATÉ 10 DE DEZEMBRO NO TEATRO RENAULT

Quase 200.000 espectadores já garantiram seus ingressos para o musical. Novas sessões já estão disponíveis para venda

O espetáculo LES MISÉRABLES confirma mais uma vez seu enorme sucesso de público por onde passa no mundo. Em cartaz desde 10 de março no Teatro Renault, em São Paulo, prestes a completar sua100ª apresentação e quase 200.000 ingressos vendidos, a superprodução acaba de prorrogar sua temporada sua até 10 de dezembro. Os ingressos para as novas sessões, que custam a partir de R$25, já estão disponíveis na bilheteria do Teatro Renault (sem taxa de conveniênciaAv. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista), pela internet (www.ticketsforfun.com.br) e pontos de venda espalhados pelo país, com parcelamento em até duas vezes. As sessões acontecem às quintas e sextas, às 21h; aos sábados, às 16h e 21h; e aos domingos, às 15h e 20h.

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LES MISÉRABLES prorroga temporada até dezembro. (Foto: Marcos Mesquita)

Esta novíssima produção brasileira de LES MISÉRABLES é apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, com patrocínio master do Bradesco, patrocínio da EMS, Vivo e Cielo e apoio daB3, tem letras em português e em seu elenco: Daniel Diges (Jean Valjean), Nando Pradho (Javert),Kacau Gomes (Fantine), Clara Verdier (Cosette), Laura Lobo (Eponine), Filipe Bragança (Marius);Pedro Caetano (Enjolras), Ivan Parente (Thénardier) e Andrezza Massei (Madame Thénardier) entre os personagens principais.

LES MISÉRABLES inclui as canções clássicas “I Dreamed a Dream”, “On My Own”, “Stars”, “Bring Him Home”, “Do You Hear The People Sing?”, “One Day More”, “Empty Chairs at Empty Tables”, “Masters of the House” e muito mais.

A produção de Cameron Mackintosh de LES MISÉRABLES é escrita por Alain Boublil e Claude-Michel Schönberg e é baseada no romance de Victor Hugo. Tem a música de Claude-Michel Schönberg, poemas líricos de Herbert Kretzmer e texto francês original de Alain Boublil e Jean-Marc Natel. Adaptado por Trevor Nunn e John Caird e com material adicional de James Fenton. As orquestrações originais são de John Cameron com novas orquestras de Christopher Jahnke, Stephen Metcalfe e Stephen Brooker. A direção é de Laurence Connor e James Powell com design de palco e imagem de Matt Kinley baseado nas pinturas de Victor Hugo. Os trajes originais são de Andreane Neofitou, trajes adicionais de Christine Rowland, design de luz de Paule Constable, projeções realizadas por 59 productions e design sonoro de Mick Potter. A direção de movimento é de Michael Ashcroft e Geoffrey Garratt.

LES MISÉRABLES é baseado no clássico romance de Victor Hugo e já foi visto por mais de 70 milhões de pessoas em 44 países e traduzido para 22 idiomas. Também já venceu mais de 125 prêmios internacionais. Esta mais recente produção de Alain Boublil e Claude-Michel Schönberg, foi reinventada para celebrar o 25º Aniversário da produção em Londres em 2010 e quebrou os recordes de bilheteria. Impressionou público e críticos no Reino Unido, EUA, Austrália, Ásia, Canadá, Dubai, França e Espanha e mais: inspirou os cineastas a fazer a versão do filme que ganhou três Oscar, três Globos de Ouro e quatro prêmios BAFTA, e se tornou um dos mais bem sucedidos filmes musicais já realizados.

A primeira produção original de LES MISÉRABLES abriu o Teatro Renault (antigo Teatro Abril) em São Paulo há 16 anos.