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TNT anuncia apresentadores do Oscar 2020

Aline Diniz e Michel Arouca (Foto: Divulgação)

Está chegando a hora da maior festa do cinema mundial. A 92ª edição do Oscar acontece no dia 09 de fevereiro e, por mais um ano, terá a transmissão da TNT, a partir do tapete vermelho, às 20h30*.

A jornalista Aline Diniz, recém contratada da TNT, estará ao lado de Michel Arouca, comentando a grande noite. O tapete vermelho estará sob o comando de Carol Ribeiro e Hugo Gloss, trazendo todos os detalhes dos looks e entrevistas com os convidados e indicados. A tradução simultânea fica por conta de Regina McCarthy e Robert Greathouse.

Direto do Dolby Theatre, em Los Angeles, o Oscar 2020 não terá um apresentador principal pelo segundo ano consecutivo. Serão ao todo 24 categorias premiadas e o destaque do ano é o filme “Coringa”, com 11 indicações. O Brasil será representado na cerimônia pela diretora Petra Costa, que concorre a Melhor Documentário por “Democracia em Vertigem”.

Não perca tudo o que vai rolar na noite mais esperada e glamourosa do ano na tela da TNT e da plataforma TNT Go, no dia 09 de fevereiro a partir das 20h30. Reapresentação: Segunda, dia 10, na faixa da manhã.

Aquecimento para o tapete vermelho: Cinelist do Telecine reúne filmes premiados e aclamados

TeleCine exibe martona de filmes clássicos aclamados pela crítica. (Foto: Divulgação)

A temporada das premiações do cinema já começou e o streaming do Telecine traz a cinelist perfeita para quem ama acompanhar as grandes cerimônias. São mais de 100 filmes premiados e indicados ao longo dos anos. 

A lista conta com clássicos, como “Os Pássaros” e “Psicose”, de Alfred Hitchcock, além de produções inesquecíveis, como “2001: Uma Odisseia no Espaço” “Titanic”.

Filmes contemporâneos e irreverentes, como  “Cisne Negro”“A Forma Da Água” “Infiltrado na Klan” também não ficam de fora da maratona, que é indispensável para os cinéfilos de plantão.

Confira a cinelist completa aqui.

‘Dragon Ball Super: Broly’ e ‘Se a Rua Beale Falasse’ estreiam no Looke

Tem também filme de terror, animação para a família e documentário com Elza Soares

Confira os lançamentos das semana no Looke, serviço brasileiro de streaming. Chegou à plataforma o esperado filme mais recente da saga Dragon Ball, um documentário sobre a expoente da música nacional Elza Soares, e a estreia de “Se a Rua Beale Falasse”, premiado no Oscar e Globo de Ouro. Veja a lista:

  • Dragon Ball Super: Broly (Animação, Ação, Aventura): Apesar da Terra estar em um período de calmaria, Goku se recusa a parar de treinar. O que ele não imaginava era que seu novo inimigo seria Broly, um poderoso super saiyajin sedento por vingança, que deseja destruir todos que encontrar pela frente. Goku e Vegeta irão se unir novamente contra essa ameaça.
  • Se a Rua Beale Falasse (Romance, Drama): Do diretor Barry Jenkins e baseado no célebre romance de James Baldwin, o filme acompanha Tish, uma grávida do Harlem, que luta para livrar seu marido de uma acusação criminal injusta e de subtextos racistas a tempo de tê-lo em casa para o nascimento de seu bebê. Indicado a três Oscars, venceu o de melhor atriz coadjuvante com Regina King.
  • Maligno (Suspense, Terror): Preocupada com o repentino comportamento estranho e violento de seu filho Miles, Sarah (Taylor Schilling) descobre que alguma espécie de força sobrenatural está agindo sobre ele, influenciando, cada vez mais, suas ações.
  • Sargento Stubby (Animação, Aventura, Família):  A história real de um cão de rua que se junta ao seu novo dono nas batalhas da Primeira Guerra Mundial. Por suas ações valorosas, Sargento Stubby ainda é reconhecido como o cão mais condecorado da história americana.
  • My Name is Now, Elza Soares (Documentário, Musical): Elza Soares diante do espelho/câmera, cara a cara, nos desafia numa saga, que ultrapassa o tempo, espaço, perdas e sucessos.

Completam os lançamentos da semana na plataforma:

  • A Orquídea Branca
  • O Mistério da Fé
  • Jumbo
  • Horácio
  • Marcos e Belutti – 10 Anos (Ao Vivo)
  • Crimes na Meia Noite
  • O Silêncio dos Outros
  • Madmoiselle Paradis
  • Separação e Reencontro
  • Vírus Selvagem
  • Vida Dupla
  • Felizes Novamente
  • Vende-se Imóvel
  • Jorginho Guinle – Só se Vive Uma Vez
  • Assassination Nation

Sete vezes em que a cultura pop apoiou a causa LGBT

No próximo domingo, dia 03 de junho, acontece uma das maiores manifestações mundiais em prol da diversidade: a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. E o pessoal do site Omelete preparou uma lista para relembrar sete acontecimentos da cultura pop que apoiaram a causa.

Confira:

1 – Casamento homoafetivo nos quadrinhos

O primeiro super-herói abertamente homossexual dos quadrinhos, o Estrela Polar, apareceu na edição 51 de Os Surpreendentes X-men se casando com o seu namorado Kyle. Na HQ, eles se uniram em grande estilo em pleno Central Park, em Nova York, onde o casamento entre pessoas do mesmo gênero foi legalizado no mesmo ano, 2012.

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(Foto: Divulgação)

2 – Graphic Novel apoia vítimas de ataque homofóbico

Na noite do dia 12 de junho de 2016, o americano Omar Mateen, que disse agir em nome do grupo terrorista Estado Islâmico, entrou armado com um fuzil e uma pistola automática na boate LGBT Pulse, localizada em Orlando, nos Estados Unidos, e fez 49 vítimas, no que foi considerado o maior ataque a tiros da história do país. Meses depois, o quadrinista Marc Andreyko produziu a graphic novel Love is Love, com o objetivo de levantar fundos para as famílias das vítimasO projeto foi premiado pelo Eisner Awards 2017 na categoria Melhor Antologia e estima-se que a obra arrecadou mais 200 mil dólares.

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(Foto: Divulgação)

3 – Sense8 na Parada de São Paulo

A série Sense8 (Netflix) foi cancelada, mas vai deixar um legado muito importante para a comunidade LGBT. A produção, que contava com personagens gays, lésbicas, bissexuais e transexuais, trouxe todo o elenco principal para a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo em 2016, onde gravou algumas cenas e participou ativamente do protesto pelos direitos da comunidade. Além, é claro, de levar o público ao delírio.

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(Foto: Divulgação)

4 – Ian McKellen e a representatividade gay no cinema

O ator Ian McKellen, que viveu o Magneto em vários filmes da franquia doX-Men e Gandalf de Senhor dos Anéis, se assumiu gay publicamente há 30 anos e desde então se tornou um ativista pela representatividade LGBT em Hollywood. Recentemente, o ator fez declarações polêmicas em relação ao filme Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwaldsobre o personagem Dumbledore (Jude Law) não ser explicitamente gay no filme. Na declaração ele disse: …”Homens gays não existem (para Hollywood). ‘Deuses e Monstros’, eu acho, foi o início de Hollywood admitir que há gays, mesmo que metade de Hollywood seja gay”,criticou ele. Ele também disse em entrevista que deseja ver um James Bond gay e acha que produções do gênero de super-heróis deveriam ter personagens LGBT.

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(Foto: Divulgação)

5 – Oscar de Melhor Filme para Moonlight

Moonlight, dirigido por Barry Jenkins, foi o primeiro filme com um protagonista explicitamente gay a abocanhar a estatueta máxima da premiação em 2017. Dividido em infância, adolescência e fase adulta, o filme conta a história de um homem chamado Chiron (Alex R. Hibbert, Ashton Sanders e Trevante Rhodes) e seu processo de reconhecimento da própria sexualidade enquanto enfrenta paralelamente problemas ligados à segregação racial. Filmes sobre histórias LGBT chegaram a ser indicados à categoria, como Clube de Compras DallasMilk – A Voz da Igualdade ou O Segredo de Brokeback Mountain, mas historicamente se restringiram a ganhar categorias como Direção, Roteiro Adaptado ou, principalmente, prêmios de atuação para atores heterossexuais que assumiram personagens LGBT.

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(Foto: Divulgação)

6 – RuPaul’s Drag Race e a popularização da arte drag

Em sua 10ª temporada, além dos três especiais All Stars, o reality show comandado por RuPaul foi, ano a ano, se consolidando como um fenômeno de audiência da televisão e da internet. A estreia da 9ª temporada, por exemplo, foi assistida nos EUA por quase 1 milhão de pessoas e mais de uma centena dedrag queens já passaram pela atração. A competição levou aos mais diversos públicos uma forma de expressão artística que, apesar de amparada em raízes muito antigas, foi criada pela comunidade LGBT como forma de subverter noções ligadas à masculinidade e à heteronormatividade compulsória.

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(Foto: Divulgação)

7 – Personagem gay entre os cinco X-Men originais

Em 2015, na edição #40 da All-New X-Men, a versão mais jovem do Homem de Gelo, um dos cinco primeiros alunos do Professor Xavier, assumiu ser gay. O personagem foi enviado para o presente junto dos outros quatro companheiros originais (Ciclope, Fera, Anjo e Jean Grey) e a novidade, é claro, influenciou na vida do Bobby Drake adulto, que nunca havia revelado sua orientação sexual. Após a novidade, o personagem mais velho ganhou sua publicação solo – a primeira da Marvel centrada em um personagem LGBT – e deu seu primeiro beijo em outro homem na edição #6 de Homem de Gelo.

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(Foto: Divulgação)

DUNKIRK VOLTA AOS CINEMAS BRASILEIROS

Longa foi indicado em oito categorias do Oscar® e terá exibições especiais em salas de cinemas de São Paulo

Dunkirk, da Warner Bros. Pictures, está de volta em circuito especial na cidade de São Paulo de 25 a 31 de janeiro para celebrar as oito indicações ao Oscar®, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Essa é uma nova chance para o espectador assistir ao filme nas telonas, no formato em que foi pensado e realizado pelo diretor Christopher Nolan. A obra ultrapassou a marca dos R$ 14,5 milhões de reais em arrecadação e foi vista por mais de 792 mil pessoas em 2017.

De acordo com Nolan e Emma Thomas, produtora do filme, “é um momento emocionante ter o reconhecimento da Academia por esse trabalho e talento de tantas pessoas incríveis que trouxeram a história de Dunkirk para os cinemas. Mas, acima de tudo, essa conquista nos ajuda a acreditar que fizemos justiça para honrar todos aqueles cujas vidas foram afetadas pelos eventos reais ocorridos em Dunquerque, França”.

*Consulte programação dos cinemas para checar horários e salas

Conheça os indicados ao Oscar® 2018

Premiação será transmitida ao vivo pela TNT

Neste ano a TNT exibirá a 90ª cerimônia de entrega do Oscar®. O canal oficial da transmissão do prêmio terá cobertura do tapete vermelho, com Hugo Gloss e Carol Ribeiro e apresentação completa do evento com Domingas Person e comentários de Rubens Ewald Filho. A premiação que acontece no dia 4 de março, a partir das 20h30, e vamos conhecer os grandes vencedores das estatuetas douradas. 

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“A Forma da Água” é o filme que tem mais indicações para o Oscar 2018. (Foto: Divulgação)

Confira a lista de indicados: 

Melhor filme

  • “Dunkirk”
  • “Me chame pelo seu nome”
  • “O destino de uma nação”
  • “Corra!”
  • “Lady Bird – É hora de voar”
  • “Trem Fantasma”
  • “The Post – A Guerra Secreta”
  • “A forma da água”
  • “Três anúncios para um crime”

Melhor diretor

  • Martin McDonagh (“Três anúncios para um crime”)
  • Jordan Peele (“Corra!”)
  • Greta Gerwig (“Lady Bird: É hora de voar”)
  • Paul Thomas Anderson (“Trem fantasma”)
  • Guillermo del Toro (“A forma da água”)

Melhor ator

  • Timothée Chalamet (“Me chame pelo seu nome”)
  • Daniel Day-Lewis (“Trem Fantasma”)
  • Daniel Kaluuya (“Corra!)
  • Gary Oldman (“O destino de uma nação”)
  • Denzel Washington (“Roman J. Israel, Esq.”)

Melhor atriz

  • Sally Hawkins (“A forma da água”)
  • Frances McDormand (“Três anúncios para um crime”)
  • Margot Robbie (“Eu, Tonya”)
  • Saoirse Ronan (“Lady Bird: É hora de voar”)
  • Meryl Streep (“The Post – A Guerra Secreta”)

Melhor ator coadjuvante

  • Willem Dafoe (“Projeto Flórida”)
  • Woody Harrelson (“Três anúncios para um crime”)
  • Richard Jenkins (“A forma da água”)
  • Sam Rockwell (“Três anúncios para um crime”)
  • Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”)

Melhor atriz coadjuvante

  • Mary J. Blige (“Mudbound”)
  • Allison Janney (“Eu, Tonya”)
  • Lesly Manville (“Trem Fantasma”)
  • Laurie Metcalf (“Lady Bird: É hora de voar”)
  • Octavia Spencer (“A forma da água”)

Melhor filme estrangeiro

  • “A fantastic woman” (Chile)
  • “The insult” (Líbano)
  • “Loveless” (Rússia)
  • “On Body and Soul” (Hungria)
  • “The Square” (Suécia)

 

Melhor filme de animação

  • “O poderoso chefinho”
  • “The breadinner”
  • “Viva: A vida é uma festa”
  • “O touro Ferdinando”
  • “Com amor, Van Gogh”

 

Melhor roteiro adptado

  • “Artista do desastre” (Scott Neustadter e Michael H. Weber)
  • “Me chame pelo seu nome” (James Ivory)
  • “A Grande Jogada” (Aaron Sorkin)
  • “Logan” (Scott Frank, James Mangold e Michael Green)
  • “Mudbound” (Virgil Williams and Dee Rees)

Melhor roteiro original

  • “Doentes de Amor” (Emily V. Gordon e Kumail Nanjiani)
  • “Corra!” (Jordan Peele)
  • “A forma da água” (Guilermo Del Toro)
  • “Lady Bird: É hora de voar” (Greta Gerwig)
  • “Três anúncios para um crime” (Martin McDonagh)

 

Melhor fotografia

  • “Blade Runner 2049” (Roger Deakins)
  • “O destino de uma nação” (Bruno Delbonnel)
  • “Dunkirk” (Hoyte van Hoytema)
  • “Mudbound” (Rachel Morrison)
  • “A forma da água” (Dan Laustsen)

 

Melhor edição

  • “Baby driver”
  • “Dunkirk”
  • “Eu, tonya”
  • “A forma da água”
  • “Três anúncios para um crime”

 

Melhor direção de arte

  • “A bela e a fera”
  • “Blade Runner 2049”
  • “O destino de uma nação”
  • “Dunkirk”
  • “A forma da água”

 

Melhor figurino

  • “A bela e a fera”
  • “O destino de uma nação”
  • “Trem Fantasma”
  • “A forma da água”
  • “Victória e Abdul”

 

Melhor maquiagem e penteado

  • O Destino de Uma Nação
  • Extraordinário
  • Victoria e Abdul – o Confidente da Rainha

 

Melhor mixagem de som

  • “Em ritmo de fuga”
  • “Blade Runner 2049”
  • “Dunkirk”
  • “A forma da água”
  • “Star Wars: Os últimos Jedi”

 

Melhor edição de som

  • “Em ritmo de fuga”
  • “Blade Runner 2049”
  • “Dunkirk”
  • “A forma da água”
  • “Star Wars: The Last Jedi”

Melhor efeitos visuais

  • “Dunkirk”
  • “Trem Fantasma”
  • “A forma da água”
  • “Star Wars: Os últimos Jedi”
  • “Três anúncios para um crime”

 

Melhor documentário

  • “Abacus: small enoguh to jail”
  • “Faces places”
  • “Icarus”
  • “Last men in Aleppo”
  • “Strong island”

 

Melhor documentário de curta-metragem

  • “Edith+Eddie”
  • “Heaven Is a Traffic Jam on the 405”
  • “Heroin(e)”
  • “Knife Skills”
  • “Traffic Stop”

 

Melhor trilha sonora original

  • “Dunkirk”
  • “Trem Fantasma”
  • “A forma da água”
  • “Star Wars: Os últimos Jedi”
  • “Três anúncios para um crime”

 

Melhor canção original

  • “Mighty river”, de “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississipi”
  • “Mystery of love”, de “Me chame pelo seu nome”
  • “Remember me”, de “Viva: A vida é uma festa”
  • “Stand up for something”, de “Marshall”
  • “This is me”, de “O rei do show”

 

Melhor curta-metragem

  • “Dekalb Elementary”
  • “The 11 o’ clock”
  • “My Nephew Emmett”
  • “The silent Child”
  • “Waty Wote/All of us”

 

Melhor curta-metragem de animação

  • “Dear Basketball”
  • “Garden Park”
  • “Lou”
  • “Negative Space”
  • “Revolting Rhymes”

BINGO – O REI DAS MANHÃS É O INDICADO BRASILEIRO AO OSCAR 2018

Primeiro longa dirigido por Daniel Rezende está em cartaz nos cinemas brasileiros

Bingo – O Rei das Manhãs, dirigido por Daniel Rezende, foi selecionado para representar o Brasil na corrida pelo Oscar 2018, principal premiação do cinema mundial e que está prevista para acontecer em março do próximo ano. O anúncio do representante brasileiro para concorrer ao Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira foi realizado pela Academia Brasileira de Cinema, na manhã da última sexta-feira (15). Os finalistas para a premiação serão divulgados no dia 23 de janeiro de 2018.

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“Bingo – O Rei das Manhãs” será o filme brasileiro no Oscar. (Foto: Divulgação)

Bingo – O Rei das Manhãs, selecionado para ser o representante brasileiro no Oscar, é o primeiro filme dirigido por Daniel Rezende, que repete o feito de uma estreia celebrada: em seu primeiro trabalho como montador de longas, ele foi indicado ao Oscar com o aclamado Cidade de Deus.

“Estamos muito felizes com a escolha do filme para representar o Brasil no Oscar porque isso é uma indicação da qualidade dramatúrgica, técnica e, principalmente, da dedicação da equipe ao trabalho. É uma grande responsabilidade e agora vamos precisar da ajuda dos brasileiros assistindo e comentando para projetar o filme aqui e lá fora”, declarou Daniel sobre a indicação de Bingo – O Rei das Manhãs.

A classificação indicativa de Bingo – O Rei das Manhãs é não recomendado para menores de 16 anos. O longa é uma produção da Gullane em associação com a Empyrean e distribuição e coprodução da Warner Bros. Pictures.

The Oscars 2017

Por Renan Villalon

O 89th Academy Awards mal havia encerrado e já pôde ser mencionado como um dos mais inesquecíveis e peculiarmente históricos dos últimos anos. A cerimônia de premiação ocorreu na passagem do dia 26 a 27/02 e teve diversos fatos que a colocaram dentro desse aspecto aqui sugerido, tratando (ironicamente) do contexto político americano e propondo homenagens categóricas durante todo o evento. Também destacaremos aqui as belíssimas apresentações musicais, sempre esperadas com ansiedade, e claro, as grandes premiações da noite, repletas de discursos sociais, frases emotivas e momentos intensos, de acordo com as celebrações da noite.

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Oscar 2017 teve como maior vencedor o “La La Land”. (Foto: Divulgação)

O primeiro destaque parte do apresentador do programa Jimmy Kimmel Live!. O condutor do talk-show de fim de noite americano (pela ABC) trouxe ao Oscar grande parte de seu humor sarcástico já reconhecido através de seu programa de TV, com piadas que, no geral, ironizavam e ridicularizavam o posiocionamento polêmico de Donald Trump – e devo dizer: ele foi peculiarmente pontual e excepcional nesse aspecto. Ocasionalmente, o momento político americano foi a base para as suas piadas durante a maior parte da cerimônia, o que já nos faz lembrar o quanto que diversos artistas da área do cinema se posicionaram contra a candidatura do empresário à Casa Branca. Desde o início, Kimmel já ironiza ao citar que a transmissão ao vivo do Oscar estaria em lares de mais de 240 países que, atualmente, odeiam os americanos devido ao seu líder político.

Além disso, ele também baseou boa parte de suas piadas de acordo com a forma costumeira das opiniões do político no twitter, utilizando de frases como: “Você saberá a opinião dele amanhã, isso é muito ‘importante’.” e, posteriormente no evento: “Duas horas e nenhum tweet de Trump… Estou ‘preocupado’.”, além de relembrar-nos sobre o discurso de Meryl Streep no Golden Globe, através da intenção da #Merylsayhi, em seu tweet: “Hey @realDonaldTrump, u up?”. Aliás, o Twitter foi categoricamente A rede social da premiação, pois além do sarcasmo de Kimmel, outro aspecto que trouxe de seu programa foi o Mean Tweets, agora com uma Oscars Edition, no qual alguns dos atores célebres e/ou convidados da noite brincaram com as menções ditas sobre eles na página.

Outro destaque da apresentação foi através da participação de pessoas não famosas (de um ônibus turístico) na premiação, na qual Kimmel combinou com a produção a entrada “por acaso” dos turistas durante o evento, algo que fez com que os “convidados” conhecessem e interagissem com alguns dos principais atores hollywoodianos na plateia. A desculpa da “invasão”? O tour seria para uma exposição de vestidos, ideia pela qual Kimmel brincou: “Mas haverá pessoas nesses vestidos.”. Os turistas, de diversas etnias (mais uma pontual provocação a Trump? Fica a dúvida), foram ovacionados pela plateia artística.

Mas o humor característico de Kimmel foi pequeno se comparado à emoção das homenagens contínuas realizadas durante a cerimônia no Teatro Dolby. A primeira delas foi não apenas clássica e tradicional, mas também importantíssima, com a atriz Meryl Streep sendo ovacionada, logo no início do evento, por todo o seu trabalho na carreira, com mais de 50 filmes na carreira e com o total de 20 indicações ao Oscar, com três estatuetas recebidas. Outra grande homenagem foi à Katherine Johnson, grande contribuidora à Nasa devido aos seus estudos enquanto física, cientista espacial e matemática. A menção à profissional foi através da lembrança pelo filme Hidden Figures (Estrelas além do Tempo), um dos filmes indicados, no qual Johnson é uma personagem da história, representada pela atriz Taraji Henson, a única das três importantes figuras representadas no filme (juntamente com Dorothy Vaughan e Mary Jackson) ainda viva. Outra homenagem importante foi a menção ao prêmio honorário pela carreira cinematográfica, entregue no Governors Awards (12/11/2016), na qual quatro grandes profissionais foram mencionados honrosamente pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, entre eles: a editora Anne Coates, o documentarista Frederick Wiseman, o ator Jackie Chan e o diretor de elenco Lynn Stalmaster.

Como conclusão sobre esse aspecto da cerimônia, temos o vídeo Cinema ao Redor do Mundo, com opiniões de estrangeiros referente ao cinema norte-americano, que também contou com duas importantes figuras artísticas brasileiras: Lázaro Ramos (falando sobre The Godfather, 1972) e Seu Jorge (mencionando E.T. the Extra-Terrestrial, 1982). E claro, como já é de costume todos os anos pela Academia, In Memorian, homenageando os artistas da área que faleceram desde a última premiação, com figuras históricas também à cultura pop, como: Gene Wilder (Willy Wonka and the Chocolate Factory, 1971), Anton Yelchin (Star Trek Beyond, 2016), Prince (Graffiti Bridge, 1990), Kenny Baker (Star Wars: The Force Awakens, 2015), John Hurt (Harry Potter and the Deathly Hallows – Part. 2, 2011), Hector Babenco (Carandiru, 2003), Carrie Fisher (Star Wars: The Last Jedi, 2017) e Bill Paxton (Aliens, 1986), com a belíssima e emocionante performance de Sara Bareilles, com a música Both Sides, Now.

(Entretanto, aqui temos um dos erros da cerimônia, com a foto da produtora Jan Chapman, que ainda está viva , durante o letreiro do vídeo que fazia a menção saudosa à figurinista Janet Patterson, que morreu em outubro de 2016)

Observando as performances deste Oscar, as demais, diferentemente de Bareilles, ao invés de homenagearem figuras históricas do cinema, levavam suas menções honrosas, essencialmente, aos indicados na categoria de Melhor Canção Original. Justin Timberlake animou o início do evento com seu estilo pop através das músicas Can’t Stop the Felling, do indicado Trolls, e Lovely Day (de Bill Whiters). Já Auli’i Cravalho e Lin-Manuel Miranda foram os artistas que levaram ao palco How Far I’ll Go, de Moana, com uma direção artística simples e pontual. Com uma simples coreografia dos bailarinos, que traziam elementos que contrastavam com o fundo animado do palco, e com uma representação do sol que lembrou, copiosamente, a pira brasileira das Olimpíadas de 2016, a apresentação da canção nos direcionou ao ambiente marítimo e tropical da animação musical da Disney.

Já Sting, com a canção The Empty Chair, de Jim: The James Foley Story, foi a apresentação mais sutil, com aquela clássica performance do músico sentado em uma cadeira e com uma breve iluminação sobre a sua figura. Agora, John Legend, outra importante figura pop contemporânea, cantou as duas indicações de La La Land (La La Land – Cantando Estações): City of Stars e Audition (The Fools Who Dream), que possuiu em sua performance, novamente, o importante coreografia do balê, que trouxe um representação que seguiu a mesma direção de arte do filme e representou dois dos mais importantes momentos musicais da obra. O primeiro relacionado ao primeiro encontro involuntário do casal na obra (com a peculiar ideia do sapateado enquanto coreografia) e o segundo momento relacionado, exatamente, a um dos encontros do casal quando já estão juntos (e que faz uma deliciosa referência nostálgica a Moulin Rouge!, de 2001).

Quando falamos de La La Land, chegamos ao aspecto nostálgico da cerimônia, que celebrou e honrou importantes figuras e obras de Hollywood, desde o cinema mais autoral às produções comerciais, o que irá nos conectar às entregas da noite. Antes de algumas premiações, era mostrado um vídeo no qual um(a) ator/atriz clássico ou tradicional em Hollywood era homenageado(a) por outro(a) ator/atriz, colocando os primeiros como referência às atuações dos segundos. Logo após o vídeo, ambos, homenageado e quem prestou homenagem, apresentavam os indicados e entregavam-lhes a estatueta (uma interessante ideia ao evento). Desses momentos, figuras importantíssimas ao cinema: Shirley MacLaine,  Michael J. Fox e Meryl Streep, nos mostram a homenagem da Academia tanto a figuras mais históricas, como Maclaine, passando por atuações que vem transcendendo Hollywood, como as de Streep, além das categóricas e clássicas performances a filmes comerciais, como pelo carismático e eterno personagem de J. Fox em Back to the Future, que teve a icônica DeLorean no palco.

Com isso, chegamos às premiações, das quais 24 estatuetas foram divididas entre diversos tipos de obras. Entre os filmes comerciais honrados na cerimônia, Suicide Squad (Esquadrão Suicida), Fantastic Beasts and Where find Them (Animais Fantásticos e Onde Habitam), e The Jungle Book (Mogli: O Menino Lobo) tiveram seus representantes no palco – com destaque ao discurso de Alessandro Bertolazzi (Suicide Squad), no qual ofereceu o prêmio aos imigrantes, por também ser um. Com relação às animações, Zootopia (Zootopia – Essa Cidade é o Bicho) e Piper foram os premiados, com os diretores da animação da Pixar (Zootopia) enaltecendo a mensagem fílmica sobre a importância da mensagem sobre tolerância presente no filme.

As premiações aos documentários também trouxeram discursos políticos e sociais por seus vencedores. A estatueta a O.J. Made in America (com 7h47min de duração) foi agradecida com seu diretor, Ezra Edelman, colocando a obra como um filme não tradicional, e dedicando-o às vítimas da violência policial, motivada pelo racismo. O documentário em curta-metragem The White Helmets foi ainda mais intenso em suas palavras, enaltecendo a ação social do grupo de voluntários, destacados na obra, que ajudam a resgatar pessoas na Síria, e assim, não apenas enalteceram a importância em salvar vidas como também a necessidade mundial para um olhar mais cuidadoso à questão da Síria.

Entretanto, dos discursos sociais, aquele que talvez a maior repercussão seja de Asghar Farhadi, diretor iraniano de Forushande (O Apartamento), premiado como Melhor Filme em Língua Estrangeira. O diretor enviou um pequeno discurso aos seus representantes na premiação, com sua mensagem direcionada a Trump, colocando que a sua ausência é devido ao desrespeito aos imigrantes de seu país através da nova política americana do presidente, e dizendo que dividir o mundo ajuda a imprimir o medo entre as nações. Já a vitória do curta-metragem Mindenki, de Kristóf Deák e Anna Udvardy, teve o prêmio dedicado às crianças, mencionado por Deák como as “únicas pessoas que podem melhorar o mundo”.

As premiações técnicas já começam a nos direcionar para as principais produções indicadas da noite, com Arrival (A Chegada), de Denis Villeneuve, ganhando uma estatueta, Hacksaw Ridge (Até o Último Homem), de Mel Gibson, levando dois Oscars, e La La Land, de Damien Chazelle, com quatro premiações.

Com as categorias principais, primeiramente aos roteiristas e diretores, Barry Jenkins e Tarell McCraney, roteiristas de Moonlight, ganharam na categoria sobre roteiro adaptado; Kenneth Lonergan, roteirista de Manchester by the Sea, ganhou entre os roteiros originais, e Damien Chazelle, com La La Land, se tornou o diretor mais jovem a ganhar uma estatueta do Oscar, e em seu discurso mencionou que seu trabalho é um filme sobre o amor, e que se apaixonou fazendo essa obra.

A premiação aos atores foi, como sempre, mais emocionada. Tivemos a premiação de Mahershla Ali, em Moonlight (Moonlight: Sob a Luz do Luar) e de Viola Davis, em Fences (Um Limite entre Nós), como melhores ator e atriz coadjuvantes, e de Casey Affleck, em Manchester by the Sea (Manchester à Beira-Mar) e de Emma Stone, em La La Land, como melhores ator e atriz na edição. Dos dois mais veteranos, Ali e Davis, vieram discursos sobre a importância na atuação e na entrega ao personagem. Ali mencionou que o ator está sempre servindo ao personagem e que não é o eu particular do intérprete que deve permanecer no trabalho. Davis, em um discurso emocionante, disse que o trabalho do ator deve honrar grandes pessoas, e se mostrou grata por fazer parte da única profissão pela qual se celebra a vida, dedicando seu discurso à importância em exaltar as pessoas comuns. Já os jovens Casey e Emma enalteceram personalidades que estavam no Teatro Dolby. Casey agradeceu Denzel Washington por ter sido uma das primeiras pessoas a terem ensinado-o a atuar, e Emma diz que mirava em suas concorrentes à estatueta para chegar a ser uma grande atriz e diz que o prêmio será um forte incentivo para continuar crescendo e aprendendo na profissão.

A maior surpresa da noite ficaria à última premiação. Para o prêmio de Melhor Filme, Faye Dunaway e Warren Beatty, o eterno casal Bonnie and Clyde, foram os convidados para a entrega desse Oscar. Entretanto, o envelope que foi dado ao casal artístico estava errado, sendo o mesmo da premiação anterior, que havia sido a Emma Stone. Dessa forma, Beatty estava com o envelope de La La Land e Dunaway, ao ser requisita por Beatty para conferir o vencedor, mencionou o filme assim que leu o envelope, o que fez com que toda a equipe do filme mais favorito e indicado do Oscar 2017 passasse pelo enorme constrangimento de entregar as estatuetas em meio ao discurso sobre a “vitória”. O erro foi um dos maiores em todas as edições, entrando para a história e quase estragando o final de uma das cerimônias mais importantes de Hollywood.

Assim, ao final do Oscar 2017, podemos dizer que esse foi um evento repleto de momentos memoráveis, tanto por parte das apresentações musicais, quanto pelos momentos de nostalgia ou das homenagens a diversos profissionais, com premiações desde artistas mais novatos a grandes veteranos já consagrados. Entretanto, o encerramento pode trazer ao 89th Academy Awards o eterna marca do erro do casal Bonnie and Clyde, um final quase trágico a uma premiação na qual, ironicamente, um musical sobre um casal apaixonado era o “queridinho” da Academia.

Abaixo, segue o ranking dos principais filmes premiados:

1º. La La Land: 6 estatuetas

Melhor Diretor (Damien Chazelle);

Melhor Atriz (Emma Stone);

Melhor Trilha Sonora (Justin Hurwitz);

Melhor Canção Original (City of Stars);

Melhor Design de Produção (David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco);

Melhor Fotografia (Linus Sandgren);

 

2º. Moonlight: 3 estatuetas

Melhor Filme (Adele Romanski, Dede Gardner e Jeremy Kleiner);

Melhor Ator Coadjuvante (Mahershala Ali);

Melhor Roteiro Adaptado (Barry Jenkins e Tarell McCraney);

 

3º. Manchester by the Sea / Hacksaw Ridge: 2 estatuetas cad

Manchester by the Sea:

Melhor Ator (Casey Affleck);

Melhor Roteiro Original (Kenneth Lonergan);

Hacksaw Ridge:

Melhor Mixagem de Som (Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace);

Melhor Edição (John Gilbert);

 

Demais Vencedores:

Fences: Melhor Atriz Coadjuvante (Viola Davis);

Zootopia: Melhor Animação (Byron Howard, Rich Moore e Clark Spencer);

Forushande: Melhor Filme em Língua Estrangeira (Asghar Farhadi);

O.J.: Made in America: Melhor Documentário (Ezra Edelman);

The White Helmets: Melhor Documentário em Curta-Metragem (Orlando von Einsiedel e Joanna Natasegara);

Mindenki: Melhor Curta-Metragem (Kristóf Deák e Anna Udvardy);

Piper: Melhor Curta-Metragem em Animação (Alan Barillaro e Marc Sondheimer);

Arrival: Melhor Edição de Som (Sylvain Bellemare);

Suicide Squad: Melhor Maquiagem e Penteado (Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson);

Fantastic Beasts and Where to Find Them: Melhor Figurino (Colleen Atwood);

The Jungle Book: Melhores Efeitos Visuais (Robert Legato, Adam Valdez, Andrew Jones e Dan Lemmon).

Até o Último Homem

Por Alan Felipe

‘Até o Último Homem‘ é baseado em uma história real que acontece durante a Segunda Guerra Mundial e tem como protagonista o médico do exército Desmond T. Doss (Andrew Garfield, ‘A Rede Social’) que se recusa a pegar em uma arma e matar pessoas.

Assim, durante a Batalha de Okinawa, ele trabalha na ala médica e salva mais de 75 homens. A postura ganha repercussão e o médico recebe uma Medalha de Honra do Congresso, tornando-se o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana.

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Com direção Mel Gibson, “Até o Último Homem” é baseado em uma história real e concorre ao Oscar de melhor diretos. (Foto: Divulgação)

O Filme dirigido por Mel Gibson mostra muito do tipico genero Guerra/Drama, onde  temos um protagonista que segue seus ideais mesmo indo contra os preceitos que são impostos a todos os combatentes em uma guerra. O direção de Mel Gibson mostra muito do potencial que  o ator, agora diretor pode alcançar dentro dessa função de dirigir filmes, principalmente  dentro do genero Guerra/Drama, mostrando cenas mais realistas no momento dos embates, a profundidade que uma grande guerra coloca a todos envolvidos, seja diretamente no caso dos soldados ou indiretamente caso dos familiares.

As atuações seguras dos atores, junto a direção primorosa fazem do filme um grande trabalho, pode não chegar a ser um filme que seja comparado a clássicos, mas que mesmo assim nos mostra elementos muitos bons… como ser um pacifista em meio à guerra? Como lutar contra inimigos armados sem possuir instrumentos de defesa? Desmond sublinha a contradição do heroísmo americano: por um lado, não tirar a vida de uma pessoa é percebido como virtude, por outro lado, tirar a vida de inimigos que nos atacam é considerado um ato de bravura. De que modo se concilia o mandamento “Não matarás” com o patriotismo guerreiro? Até o Último Homem fornece uma leitura didática, mas interessante é como Mel Gibson conseguiu não só nos mostrar o lado do protagonista, como jogar contra ele, mostrando o lado dos outros soldados que possuem até um prazer belicista.

Para quem gosta do genero é uma otima pedida, que mostra mais uma face sobre a segunda guerra mundial, grandes cenas de combates e equilibrio ao drama.

Vencedor de quatro Prêmios Eisner, Paul Pope confirma presença na CCXP 2016

Norte-americano vem pela primeira vez ao Brasil para a 3ª edição do maior evento de cultura pop da América Latina, que acontece de 1 a 4 de dezembro de 2016 no São Paulo Expo

A CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que acontece entre 1 e 4 de dezembro no São Paulo Expo, confirma a presença do quadrinista norte-americano Paul Pope, lenda viva da 9ª arte que venceu quatro Prêmios Eisner – o “Oscar” dos quadrinhos –, e é responsável por obras inovadoras como THB, 100%, Heavy Liquid, além de uma releitura do homem-morcego em Batman: Ano 100.

Heavy Liquid confirma participação na Comic-Con Experience. (Foto: Divulgação)
Paul Popr confirma participação na Comic Con Experience. (Foto: Divulgação)

Nascido em 1970, na Filadélfia (Pensilvânia, EUA), Pope é um dos autores mais cultuados do gênero, conhecido por quadrinhos independentes e também por trabalhos em grandes editoras. Despontou em 1995 ao iniciar a publicação de THB, uma história de ficção-científica situada em Marte no futuro que rendeu ao autor sua primeira indicação ao Eisner, como Melhor Série Nova. De lá pra cá, Pope fez história na arte sequencial, com obras publicadas em sua própria editora, a Horse Press, e também pelas consagradas Dark Horse Comics (como One-Trick Ripoff) e pelo selo Vertigo, da DC (como Heavy Liquid e 100%).

Heavy Liquid já passou por DC Comics. (Foto: Divulgação)
Paul Pope já passou por DC Comics. (Foto: Divulgação)

Em 2006, com a história Teenage Sidekick publicado na revista Solo da DC Comics, o autor recebeu o primeiro Eisner da carreira (Melhor História Curta). Pope recebeu mais dois Prêmios Eisner no ano seguinte, de Melhor Escritor/Artista e Melhor Série Limitada, com a publicação de Batman: Ano 100. A história, que se passa em 2039, exatamente 100 anos após a primeira aparição do Cavaleiro das Trevas, foi colorizada por José Villarrubia. Recentemente, em 2014, a graphic novel Bom de Briga fez com que Pope recebesse o quarto Prêmio Eisner de sua carreira, o de Melhor Publicação para Adolescentes.

Heavy Liquid também esteve na Marvel. (Foto: Divulgação)
Paul Pope também esteve na Marvel. (Foto: Divulgação)

“Paul Pope é um dos quadrinistas mais inventivos e cultuados de sua geração, responsável por obras independentes, além de releituras impressionantes de personagens consagrados. Contar com sua presença na Comic Con Experience é um orgulho e uma satisfação para todos nós, fãs, que poderemos conhecer e interagir com esse grande artista”, ressalta Ivan Freitas da Costa, sócio da CCXP.

A 3ª edição da CCXP – Comic Con Experience acontece entre 1 a 4 de dezembro no São Paulo Expo, próximo à estação Jabaquara do Metrô, com conteúdos para fãs de quadrinhos, cinema, programas de TV, desenhos animados e outras áreas da cultura pop. Para adquirir ingressos no segundo lote promocional de ingressos e saber mais sobre o evento, acesse o site http://www.ccxp.com.br.