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O que você precisa saber antes de ir a Seychelles

Com paisagens paradisíacas, Seychelles é um destino que cada dia mais cai no gosto dos brasileiros. O arquipélago é obrigatório na wish list de todo mundo e o melhor é que é um sonho que pode ser realizado facilmente. Veja abaixo uma lista de informações que você precisa saber antes de viajar para Seychelles:

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Seychelles é uma paraíso africano. (Foto: Divulgação)

Sobre o destino:

As três ilhas principais, chamadas Mahé, Praslin e La Digue, são as mais povoadas, com o maior número de hotéis, restaurantes e atividades e as mais populares entre os viajantes. Há também ilhas sem hotéis que são uma ótima opção para passar o dia além de diversas ilhas exclusivas, com uma única opção de acomodação, que oferecem uma viagem com mais privacidade e sofisticação, como a Felicité (Six Senses Zil Pasyon), Desroches (Four Seasons Resort), North Island, Silhouette Island (Hilton Seychelles Labriz), Denis Island, Fregate Island, entre outras.

Seychelles tem um terreno montanhoso, com encostas repletas de árvores, que contrastam com as águas cristalinas e areia branca das praias, formando um visual lindíssimo. Mas o destino vai muito além das praias paradisíacas e com paisagens inconfundíveis. Há incontáveis atrações e experiências para todos os gostos, diferentes viagens em um único roteiro e uma biodiversidade impressionante.

O que levar:

O viajante que está indo para Seychelles deve levar roupas leves que casam com um clima tropical – quente, úmido e ensolarado. O ideal é trazer na mala chapéus, óculos escuros, protetor solar, uma câmera e um look casual para jantar à noite (calça e sapatos apropriados para os homens). Sapatos resistentes são indicados para quem quer fazer trilhas.

Visto:

Não há necessidade de visto para entrada no país, apenas passaporte com validade de seis meses.

Vacina:

Para entrar no país é obrigatória a apresentação do Certificado Internacional de Vacina Contra Febre Amarela.

Como chegar:

Existem diversas companhias aéreas que realizam a rota entre os países com apenas uma conexão, nos Emirados Árabes, na África e até mesmo na Europa: Emirates Airline (conexão em Dubai), Turkish Arlines (conexão em Istambul), Qatar Airways (conexão em Doha), Ethiopian Airlines (conexão em Adis Abeba), South African Airways em code share com Air Seychelles (conexão em Joanesburgo) e Air France (conexão em Paris). A Latam Airlines também voa até Joanesburgo e de lá é possível comprar um ticket da Air Seychelles.

O aeroporto internacional de Seychelles fica localizado na ilha principal do destino, chamada Mahé. Ali é a porta de entrada de todos os voos internacionais. Ainda é possível chegar em Seychelles por vias marítimas, como barcos e cruzeiros.

Deslocamento entre ilhas:

O deslocamento entre as ilhas é bem simples. Entre Mahé e Praslin, as ilhas maiores e principais, há um ferry de aproximadamente uma hora operado pela companhia Cat Cocos, com seis opções de horários todos os dias, ida e volta. É possível também fazer um voo curto de 15 minutos pela Air Seychelles, saindo do aeroporto internacional de Mahé até o aeroporto de Praslin. Para as ilhas exclusivas, existem transfers de barco também ou de helicóptero, com a companhia Zil Air. Para a ilha Desroches, que é mais afastada e faz parte do grupo de ilhas exteriores, há um voo de 35 minutos a partir do aeroporto internacional de Mahé.

Transporte interno:

O transporte interno de cada ilha é diferente, dependendo de seu tamanho e características. Mahé e Praslin, por exemplo, têm um território muito maior do que suas vizinhas e os hotéis, praias e atrações ficam mais distantes. O ideal é utilizar táxis ou contratar serviços de transfers terrestres para visitar as ilhas. Há também ônibus públicos em Mahé que podem ser utilizados, com um terminal na capital Victoria. Já La Digue é uma ilha pequena, onde não há carros. Todo o transporte é feito de bicicleta, a pé, carros de boi ou carrinhos de golfe para levar os viajantes aos hotéis. Em ilhas exclusivas é similar, com bicicletas à disposição dos hóspedes e carrinhos de golfe para levá-los em diferentes partes do resort.

Para quem está interessado em alugar um carro em Mahé ou Praslin, é importante lembrar que é preciso de uma licença internacional de direção e que em Seychelles se dirige na mão esquerda.

Fuso horário:

GMT +4. Os visitantes conseguem aproveitar cerca de 12 horas de sol por dia ao longo do ano.

Moeda:

A moeda oficial do destino é a Rúpia de Seychelles e cartões de crédito Mastercard e Visa são bem aceitos nas ilhas. Há caixas eletrônicos nos maiores bancos de Mahé, Praslin e La Digue, além dos aeroportos das duas ilhas principais, onde é possível sacar Rúpias de Seychelles.

Línguas Oficiais:

Seychelles tem três línguas oficiais, devido ao seu processo de colonização por países europeus. Os seychellois falam inglês, francês e creole, facilitando bastante a comunicação com os turistas.

Clima:

Seychelles possui um clima quente o ano inteiro, com temperatura média entre 24ºC e 32ºC. Então não importa a época da viagem, a temperatura sempre será excelente para aproveitar as férias.

Gorjeta:

A maioria dos serviços já inclui uma taxa de 5% a 10%, assim a gorjeta não é obrigatória em Seychelles.

Para mais informações sobre Seychelles, acesse www.visiteseychelles.com

Conheça paraísos escondidos no Brasil que valem a viagem

Voopter indica destinos em Santa Catarina, Tocantins, Pará, Roraima, Bahia e Ceará que prometem impressionar os viajantes

Capitais como Florianópolis, Fortaleza e Salvador já são consagradas na rota de turistas que viajam pelo Brasil. Porém, o país é privilegiado com muitos destinos cujo potencial turístico é imenso, mas que fogem do radar dos viajantes, seja por falta de informação, seja pela dificuldade de acesso. Paraísos escondidos como a Lagoinha do Leste (SC), o Monte Roraima (RR) e Icaraí da Amontoada (CE) oferecem experiências autênticas para quem se atreve a desbravá-los. O buscador de preços de passagens aéreas Voopter selecionou alguns deles, cujas passagens para os aeroportos mais próximos têm preços acessíveis, saindo de São Paulo e no período de 18 a 25 de outubro, e oferecem um bom motivo para colocá-los em sua wishlist.

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Alter do chão é um dos paraísos escondidos no Brasil. (Foto: Divulgação)

Com passagens de ida e volta por a partir de R$ 257, o aeroporto de Florianópolis é o ponto de partida para o Parque Municipal Lagoinha do Leste, uma área de 480 hectares de Mata Atlântica atrás dos morros do sul da Ilha de Santa Catarina, com lagoa, cachoeiras e uma praia paradisíaca, cujo acesso é feito somente por trilhas – leva-se de uma a três horas caminhando para chegar na faixa de areia. O esforço é recompensado pela paisagem, que revela a praia mais conservada da região envolta pela intocada e exuberante natureza.

Já por um valor a partir de R$ 373, viajantes chegam a Palmas, capital tocantinense e porta de entrada para o Parque Estadual do Jalapão, destino que encanta os apaixonados por ecoturismo com uma vasta oferta de cachoeiras, dunas, piscinas naturais, chapadas e fervedouros. Com uma área maior que os estados de Sergipe e Alagoas, o Jalapão é um destino que se mantém preservado do turismo de massa por conta da dificuldade de acesso. Recomenda-se contratar, em Palmas, um pacote turístico que inclua guia, hospedagem, passeios e transporte até o Parque, já que a maioria das estradas não é asfaltada.

Na região Norte do País, o Pará abriga dois tesouros escondidos: a ilha de Marajó, que fica a 3h30 de Belém através de navegação fluvial, seja em balsa ou navio, e Alter do Chão, que fica a aproximadamente 1.400 quilômetros. De acordo com o levantamento do Voopter, é possível voar para Belém por a partir de R$ 613, ida e volta. Dentro do maior arquipélago fluviomarinho do mundo, a ilha de Marajó marca o encontro dos rios Amazonas e Tapajós com o oceano. As cidades de Soure e Salvaterra são as principais do destino e onde se encontram as atrações mais importantes, como a fazenda de búfalos São Jerônimo e a praia de Barra Velha. Alter do Chão,por sua vez, tem como protagonista o rio Tapajós e foi eleita a praia mais bonita do Brasil pelo jornal britânico The Guardian. Localizado no município de Santarém, o destino é considerado o Cabine da Amazônia – e vale cada segundo da longa jornada até ele.

Ainda na porção Norte, outro paraíso escondido é o Monte Roraima, cujo território é dividido entre Brasil, Venezuela e Guiana. O aeroporto de Boa Vista, capital de Roraima, é onde desembarcam os viajantes brasileiros que desejam fazer a expedição pelo incrível e histórico tepui (tipo de montanha em formato de mesa). O custo das passagens de ida e volta começa em R$ 921. A melhor opção é começar a subida ao monte pelo lado venezuelano – para isso, quem chega de Boa Vista pode cruzar a fronteira pela BR-174.

Reduto de sossego, tranquilidade e muita beleza, a ilha de Boipeba, na Bahia, fica a um voo de táxi aéreo de meia hora de sua capital, Salvador – que, de acordo com o Voopter, tem preço de passagens a partir de R$ 539, ida e volta. Ideal para quem aprecia praias desertas, águas calmas, repletas de peixes e corais e noites estreladas, o local conquista com belezas naturais e com a hospitalidade de seus moradores.

Para completar, a cerca de 200 quilômetros de Fortaleza, no Ceará, a praia de Icaraí de Amontoada é um destino pouco conhecido pelos turistas que frequentam o estado, exceto pelos kitesurfers, que encontraram ali o verdadeiro paraíso. Com infraestrutura incipiente e poucas opções de hospedagem e gastronomia, Icaraizinho, como é conhecido pelos cearenses, oferece atrativos para viajantes que querem se reconectar com a natureza e se aventurar pelas dunas e lagoas da região. Segundo o Voopter, é possível encontrar voos de ida e volta com preços a partir de R$ 729.