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“Peter Pan e Sininho na Terra do Nunca” chega ao Teatro Bibi Ferreira em SP

O espetáculo infantil “Peter Pan e Sininho na Terra do Nunca” chega ao Teatro Bibi Ferreira em São Paulo para alegrar todas as crianças em uma peça cheia de aventuras, ação e muita música.

Clássico “Peter Pan” estreia em São Paulo. (Foto: Divulgação)

Com a direção de Sebastião Apollônio, o espetáculo com a história de um mundo chamado “A Terra do Nunca” onde se passa a fantástica história de um menino que não quer crescer, conhecido como Peter Pan. Junto com a sua amiga fada Sininho, Peter acaba indo parar na casa dos irmãos Wendy, João e Miguel, levandoos então, para uma aventura inesquecível em sua Terra. No caminho, surge o inimigo terrível, Capitão Gancho, que os avista e decide atacar o grupo de amigos. Eles conseguem fugir, mas o malvado Capitão Gancho junto com seu serviçal, Pirata Marinaldo, não desistem nunca. Assim, esta batalha de Peter Pan e Sininho contra o terrível Gancho estava apenas começando.

O elenco é formado por Julia Palmeira, que já participou de novelas no SBT como “Seus Olhos” e “Maria Esperança”, Jonas Banow, Renata Gomieri, Fausto Crispin, Theo Moraes e Ruan Victor .

“Peter Pan e Sininho na Terra do Nunca” está em cartaz até maio no Teatro Bibi Ferreira, aos domingos, 16h15.

Serviço – Peter Pan e Sininho na Terra do Nunca”
Local: Teatro Bibi Ferreira
Cidade: São Paulo
Endereço: Av. Brigadeiro Luis Antonio, 931 – Centro
Dias: Domingos
Horário: 16h15
Valores: R$25.00 (Meia) / R50.00 (Inteira)

PETER PAN – O MUSICAL CONTINUA TEMPORADA NO TEATRO BRADESCO SP

Após temporada de sucesso em abril, musical reestreou em junho no Teatro Bradesco SP e segue em temporada até início de agosto

Com direção do italiano Billy Bond, realizador de superproduções como Cinderella, Alice, Natal Mágico e A Bela e A Fera, o musical Peter Pan, que de volta a São Paulo, após temporada de sucesso. Billy Bond está no cenário de musicais há 14 anos, e coleciona 10 adaptações de clássicos na carreira.
Para encenar a trama em formato de musical, o diretor seguiu a história original do escritor escocês J.M Berrie, criada em 1904 e publicada pela primeira vez no início do século 20, como peça teatral. Posteriormente, o autor publicaria Peter & Wendy, em 1911. “Assim como Berrie, ao escrever, queria despertar a imaginação do leitor, procuro provocar a fantasia do público”, conta Billy Bond, informando que sua adaptação é pessoal. “Nosso musical é brasileiro.”

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Peter Pan estende temporada no Teatro Bradesco. (Foto: Divulgação)

Em sua versão, Billy Bond utiliza influências da cultura pop para aproximar ainda mais o espectador do clássico. Por trás das aventuras vividas na Terra do Nunca há uma história cheia de simbologias: viver eternamente a infância, preservar a inocência e a maneira colorida de se enxergar a vida.
O elenco – Formado por 27 artistas, que cantam e dançam em diferentes cenários, alternando o uso de mais de 100 figurinos – foi selecionado em audição que reuniu mais de 600 candidatos. Para interpretar os personagens principais, Peter Pan e Wendy, foram escolhidos, respectivamente, Matheus Ueta (Carrossel e Bom Dia & Cia, do SBT) e Giulia Nassa (The Voice Kids, daGlobo, em que cantou com Ivete Sangalo).
Billy é conhecido por incorporar às suas peças elementos que façam com que a plateia tenha a sensação de fazer parte do espetáculo. Nesta produção há forte investimento na interatividade e sofisticação do conto de fadas. Em sua fórmula bem-sucedida (despojada de qualquer intelectualidade e de fácil leitura pela criança), Billy moderniza o formato usando efeitos especiais, recursos de raio laser, gelo seco, projeções em 4D e telões de LED. “Usamos a tecnologia a serviço da história”, diz ele, que mescla cenários reais com virtuais, projetados em LED.
O espetáculo tem direção geral e direção de arte de Billy Bond (que assina adaptação com Lilio Alonso e a direção musical com Villa), figurinos de Carlos Alberto Gardin, cenografia de Silvio Galvão e Billy Bond, iluminação de Paul Stewart, coreografia de Ítalo Rodrigues e Paula Perillo.
Referência em musicais para grandes plateias desde 2013, o diretor é reconhecido por transformar clássicos infantis em produções recheadas de experiências sensoriais criadas para cativar o público. Histórias que encantam diversas gerações ganham efeitos especiais, trilhas marcantes e coreografias precisas. Inspirado, ele reproduz até aromas para envolver a plateia em suas narrativas. Com estes elementos também entra em cena Peter Pan.
Billy Bond compôs as músicas que amarram a história em parceria com Villa. Da equipe de criativos, o figurinista Carlos Gardin (Glub Glub e Castelo Rá-Tim-Bum, ambos TV Cultura) – usou diferentes tecidos na criação das peças que vestem os 30 atores. Para um resultado visual mais moderno, ele concebeu trajes coloridos. “O desafio foi criar peças que se adaptem ao ritmo das rápidas trocas de figurino”, informa Gardin.
Realização: Black & Red
Classificação: Livre
Duração aproximada: 110 min
Peter Pan – o musical
SÃO PAULO (SP)
09 de julho, às 16h
15 de julho, às 15h
16 de julho, às 16h
22 de julho, às 15h
23 de julho, às 16h
29 de julho, às 15h
30 de julho, às 16h
05 de agosto, às 15h
06 de agosto, às 11h30 e às 16h
Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo)

PETER PAN LIDERA BILHETERIAS EM FINAL DE SEMANA DE ESTREIA

Somando com o feriado de 12 de outubro, a aventura alcançou renda de mais de R$11 milhões

Peter Pan, do diretor Joe Wright (“Desejo e Reparação”, “Orgulho e Preconceito”), liderou as bilheterias em seu final de semana de estreia no Brasil, arrecadando cerca de R$7 milhões de quinta a domingo. Com o feriado de 12 de outubro, data em que também se comemora o Dia das Crianças, o longa, que conta com Hugh Jackman, Rooney Mara e Levi Miller no elenco, faturou mais R$ 4 milhões, acumulando R$11 milhões e levando, nos quatro dias, mais de 726 mil pessoas aos cinemas de todo o país.

Peter Pan (Levi Miller) é um garoto travesso de 12 anos com uma característica rebelde irreprimível, mas no sombrio orfanato de Londres onde passou toda a sua vida, essas qualidades certamente não evoluem e muito menos “voam”. Então, em uma noite incrível, Peter Pan é levado para longe do orfanato e transportado para um mundo fantástico de piratas, guerreiros e fadas chamado Terra do Nunca. Lá, ele encontra extraordinárias aventuras e batalhas de vida ou morte, enquanto tenta descobrir o segredo de sua mãe, que o deixou no orfanato há muito tempo, e seu lugar de direito nesta terra mágica. Juntando-se com a guerreira Princesa Tigrinha (Rooney Mara) e um novo amigo chamado James Gancho (Garrett Hedlund), Peter Pan tem que derrotar o cruel pirata Barba Negra (Hugh Jackman) para salvar a Terra do Nunca e descobrir seu verdadeiro destino – se tornar o herói que será conhecido para sempre como Peter Pan.

Wright dirige Peter Pan a partir de um roteiro escrito por Jason Fuchs. Greg Berlanti, Sarah Schechter e o indicado ao Oscar Paul Webster (“Desejo e Reparação”) são os produtores, enquanto Tim Lewis aparece como produtor executivo.

O filme é estrelado pelo indicado ao Oscar Hugh Jackman (“Os Miseráveis”), Garrett Hedlund (“Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum”), a indicada ao Oscar Rooney Mara (“Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), o novo astro Levi Miller e Amanda Seyfried (“Os Miseráveis”). Completando o elenco estão Adeel Akhtar (“O Ditador”) como Barrica; Taejoo Na (“The Kick”) como Kuahu; Nonso Anozie (“O Filho de Deus”, “Desejo e Reparação”) como Bishop; Kathy Burke (“O Espião que Sabia Demais”) como Mãe Barnabas; Kurt Egyiawan (“007 – Operação Skyfall”) como Murray; Lewis MacDougall (“In The Name of the Children”, série de TV inglesa) como Ponta Afiada; e Jack Charles (“Mystery Road”) como o Chefe /pai da Princesa Tigrinha.

A Warner Bros. Pictures apresenta, em associação com a RatPac-Dune Entertainment, uma produção Berlanti e um filme de Joe Wright, Peter Pan. Filmado no Warner Bros. Studios Leavesden, o longa está em cartaz nos cinemas brasileiros em 4D, 3D e 2D.

“Peter Pan” traz a origem do menino que não queria crescer

Por Alessandra Gardezani

Quem nunca sonhou em conhecer a incrível “Terra do Nunca” e viver ao lado do famoso menino que não queria crescer? Pois é a história de Peter Pan que estreia na próxima quinta-feira (8) nos cinemas de todo o Brasil. Desta vez esqueça Wendy, João, Miguel, Tinkerbell (ok, ela faz uma aparição super-relâmpago no fim do filme), entre outros famosos personagens deste clássico que atravessa gerações. A princípio, pode-se pensar que é apenas mais uma versão, mas o diretor Joe Wright conseguiu sair da mesmice e segue um pouco a linha de “Malévola”, que conta a história da personagem antes de ela se tornar a temida vilã de “A Bela Adormecida”. Em “Peter Pan”, Wright conta a história de Peter, antes de ser Pan.

"Peter Pan" estreia nessa quinta-feira, 08, nos cinemas. (Foto: Divulgação)
“Peter Pan” estreia nessa quinta-feira, 08, nos cinemas. (Foto: Divulgação)

Tudo começa com a mãe de Peter, Mary (Amanda Seyfried), o deixando na porta de um orfanato junto a uma carta e um colar especial. Aliás, este colar deve ter atenção porque será uma peça essencial no ápice do filme.  A partir disso, é mostrado o cotidiano do garoto no orfanato, liderado por uma freira que mais parece uma bruxa. Peter (Levi Miller) está desconfiando do desaparecimento de alguns colegas e acredita que a diretora troca crianças por dinheiro durante a noite. Ele bola um plano junto com seu melhor amigo para espionar o que acontece nas madrugadas. E é exatamente nesta noite, que após abortarem o plano, todos os órfãos, incluindo eles, são sequestrados por piratas que chegam num navio flutuante.

Eles são guiados rumo à segunda estrela a direita, e então direto, até o amanhecer. Este é o endereço da “Terra do Nunca”, que vive um período difícil, governada pelo terrível pirata Barba Negra (Hugh Jackman). Ele é o grande vilão do longa, que quer o poder a todo custo e destruir o que restou do reino das fadas.

E a partir deste momento, Capitão Gancho (Garret Hedlund), Princesa Tigrinho (Rooney Mara)  e outros habitantes se unem a Peter para salvar a “Terra do Nunca”. Aliás, este é um dos pontos mais interessantes da narrativa. Quem poderia imaginar que Peter Pan e Capitão Gancho foram grandes aliados um dia? E que Gancho salva a vida de Peter por mais de uma vez? Essas são apenas algumas das surpresas do filme.

Aos quem ansiavam por ver a top Cara Delevigne em mais uma produção hollywoodiana, pode se decepcionar. Suas personagens, as sereias, aparecem por uns 30 segundos e sem fala alguma. Mas, suas atitudes são importantes para o desenrolar da trama. Na parte de atuação, vale destacar o impecável Hugh Jackman, que de forma bem caricata dá vida a Barba Negra e o deixa um pouco mais leve. Levi Miller também está muito bem como Peter Pan que tem uma personalidade um pouco mais consistente, bem menos infantil do que nas outras versões. Pode-se dizer que Peter é um mini adulto, e o pequeno Miller consegue mostrar isso muito bem. Em muitas cenas, ele passa emoção pelo olhar e se conecta com o telespectador de uma maneira bem interessante.

Outro ponto forte, é a paisagem do longa. Wright conseguiu deixar Londres fria e monocromática, enquanto que a “Terra do Nunca” é um lugar repleto de cores, formas e beleza. Até em momentos mais tensos, como a batalha entre piratas e nativos, há beleza. Quando um nativo morre, ele explode como uma bola de tinta, o que dá uma aliviada. Os efeitos especiais, principalmente em 3D, merecem atenção, assim como a trilha sonora que também está fantástica, de uma maneira bem eclética.

“Peter Pan” é um filme infantil, sem dúvidas, mas com certeza fará muitos adultos voltarem a sua infância e a sonhar como antigamente!