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Leste Europeu reúne riquezas históricas e culturais em seus territórios

A operadora Françatur tem roteiros que abrangem diversos países, como Áustria, República Tcheca e Polônia

Nações distintas culturalmente, porém com algo em comum: paisagens inacreditáveis que combinam o medieval com o moderno. Este é o Leste Europeu. Viajar pela região é ter a chance de conhecer países com climas, histórias, arquiteturas e atrativos naturais muito diferentes entre si. Conhecer as tradições de cada destino é uma experiência enriquecedora a qualquer turista. A operadora Françatur tem dois roteiros ideais que contemplam a Áustria, a Alemanha, a Hungria, a República Tcheca e a Polônia.

A viagem começa em Budapeste, na Hungria, com visita aos distritos de Buda e de Peste, divididos pelo Rio Danúbio. O primeiro concentra a parte histórica da capital do país, onde fica o Castelo de Buda, que é ocupado pela Galeria Nacional Húngara e pelo Museu de História de Budapeste. No segundo, encontram-se movimentadas avenidas com lojas modernas e de luxo.

Seguindo para Viena, na Áustria, nota-se uma cidade cercada por arte. Considerada a capital da música clássica, tem atrações como a Casa de Mozart e o Museu de História da Arte. O destino também se destaca quando o assunto é arquitetura, basta observar o esplendor do Palácio de Schönbrunn, conhecido também como o Palácio de Versalhes de Viena.

Já na República Tcheca, a sua capital, Praga, conhecida como a “Cidade das Cem Torres”, surpreende pelas paisagens com o Rio Vltava ao fundo, onde ficam construções como o Castelo de Praga. Saindo de Praga, a sequência é a encantadora Berlim, capital da Alemanha, com visita programada ao Portão de Brandemburgo, um dos principais cartões-postais do país.

Outro roteiro da operadora percorre a região de Varsóvia, na Polônia, onde se tem a oportunidade de conhecer mais sobre a vida de um dos maiores compositores e pianistas do mundo, Frédéric Chopin. O passeio inclui visitas a lugares que fizeram parte da vida do artista, como o museu em sua homenagem, dentro do Palácio Ostrogski, a Igreja de Santa Cruz, onde está guardado o seu coração, a mansão em que nasceu e o seu monumento. Além disso, o turista pode aproveitar a viagem para fazer compras no centro comercial Arkadia, um dos maiores da Europa.

Mais informações podem ser obtidas no site www.francatur.com.br, nas redes sociais @francaturturismo e nos telefones (11) 3149-3163 ou (21) 2102-2440.

Livro clássico do polonês Stanislaw Lem volta às prateleiras em edição pela Aleph

Após passar anos esgotado, Solaris, romance de ficção científica escrito em 1961 pelo polonês Stanislaw Lem, volta às livrarias em maio. A obra chega ao leitor em uma edição caprichada: texto traduzido por Eneida Favre direto do polonês e um projeto gráfico luxuoso, com capa dura. O livro passa a integrar o catálogo da Aleph de obras importantes da ficção científica que inspiraram sucessos do cinema, ao lado de Laranja Mecânica2001: Uma Odisseia no EspaçoO Planeta dos MacacosEu Sou a LendaJurassic Park, entre outros.

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O texto de Lem tornou-se um marco no gênero ao tratar de assuntos delicados, como traumas pessoais, inteligência humana e ciência, com uma grande carga emocional e psicológica envolvida. Ao longo das páginas, o autor conseguiu imaginar cenários vivos com maestria, descrever os empecilhos da comunicação com espécies alienígenas, retratar como a condição humana pode ser incapaz de lidar com o novo e o inexplorado sem causar destruição, e ainda levantar discussões: o amor é uma projeção? Qual o lugar da humanidade no universo? Até que ponto as memórias formam uma identidade? E o autor tece esses assuntos com uma escrita inteligente e irônica, um dos grandes trunfos da obra.

Solaris recebeu três adaptações cinematográficas. O primeiro filme foi gravado em 1968, na Rússia, porém não teve tanta repercussão. Já em 1972, foi lançada a versão mais reconhecida, dirigida por Andrei Tarkovski, que tornou-se um clássico cult e venceu o Grand Prix no Festival de Cannes, umas das categorias mais importantes do evento. Sua versão hollywoodiana, lançada em 2002 e estrelada por George Clooney, teve relativo sucesso de público – gerou cerca de 9 milhões de dólares em sua estreia –mas não agradou muito o autor, que criticou o erotismo do filme:

“Na minha compreensão, o livro não é dedicado aos problemas eróticos das pessoas no espaço… Como autor de Solaris, vou me permitir ser repetitivo, eu só queria criar a visão de um encontro humano com algo que certamente existe, de uma maneira poderosa, mas que não pode ser reduzido a conceitos, ideias ou imagens humanas. É por isso que o livro foi intitulado Solaris e não Amor no Espaço.

A TRAMA 

O livro traz a história do cientista Kris Kelvin, psicólogo que vai ao planeta Solaris para estudar um oceano vivo – e possivelmente inteligente – que cobre a sua superfície. Mas ao chegar na estação espacial, Kelvin encontra colegas de trabalho hostis e amedrontados. Logo ele descobre que esses respeitados cientistas estão sendo perturbados por estranhas aparições, que também começam a afetar sua própria percepção. O que ele vê são suas memórias mais obscuras e reprimidas, materializadas por obra de alguma misteriosa força atuante no planeta.