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SÉRIE DOCUMENTAL ‘O NEGRO NO FUTEBOL BRASILEIRO’ ESTREIA EM 30 DE AGOSTO NO CANAL HBO

Racismo e superação são temas da coprodução HBO Latin America e Filmes do Equador

Pelé, Didi, Leônidas, Ronaldinho Gaúcho… a lista de craques brasileiros é vasta. Mas será que foi fácil alcançar o reconhecimento e prestígio no futebol? O Negro no Futebol Brasileiro, coprodução da HBO Latin America com a Filmes do Equador, aborda as dificuldades e superações de jogadores negros para conquistar seu lugar no esporte. Dirigida por Gustavo Acioli, a série documental em quatro episódios estreia em 30 de agosto, às 21h, no canal HBO.

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Romário será um dos entrevistados da série sobre racismo no futebol, da HBO. (Foto: Divulgação)

As histórias do futebol e do Brasil se misturam na produção, baseada no livro “O Negro no Futebol Brasileiro”, de Mário Filho. Cláudio Adão, Júnior, Romário e Adriano estão entre os atletas entrevistados para a série, que também traz depoimentos de personalidades como Gilberto Gil e Haroldo Costa. Além de abordar temas como o racismo, ainda hoje encontrado nos estádios do mundo, O Negro no Futebol Brasileiro apresenta um grande mosaico sobre o esporte no País e no exterior.

Com roteiro confuso e corrido, “Bright” debate racismo em filme da Netflix

Por Rodrigo Bocatti

A Netflix exibiu, em primeira mão na Comic Con Experience, o novo filme da plataforma “Bright”, que será disponibilizado no dia 22 de dezembro. Com Will Smith e Joel Edgerton, com David Ayer na direção, o longa aborda o racismo, um tema (infelizmente) decorrente do dia a dia e uma boa diversão para assistir com a família e/ou amigos

Apenas diversão, pois os atores, cenas de luta, maquiagem e fotografia que se salvam.O roteiro é confuso, deixando a história – que teria tudo para criar um mundo mitológico – confusa e corrida mais um pouco menos de duas horas de tela.

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“Bright” chega do Netflix. (Foto: Divulgação)

Com a polícia de Los Angeles aceitando Nick Jakoby (Joel Edgerton), como o primeiro orc na corporação, porém o parceiro Scott Ward (Will Smith) sofre um acidente por Nick estar distraído. Com isso, Ward e a corporação aumenta o preconceito.

Em uma patrulha com o parceiro, alguns policiais tramam para eliminar o orc e fazer parecer que foi um acidente, porém Scott evita que isso seja feito. Com isso, eles descobrem um plano maior que envolve uma varinha mistério sa (que sua história poderia ser mais explorada), assim eles se envolvem um jogo de gato e rato, com boas sequências de luta, porém previsível, assim como o decorrer do filme e seu final.

O filme é bom para passar a tarde ou a noite em companhia de amigos, vendo as cenas de lutas e comer uma pipoca, porém se fosse uma série poderia ser melhor explorado sua mitologia. Sua continuação está confirmada, vamos torcer.

Will Smith levou auditório Cinemark a loucura na CCXP

Por Rodrigo Bocatti

Depois de um painel espetacular no sábado, a Netflix fechou com chave de ouro a última edição da Comic Con Experience, com a pré-estreia de Bright e a presença de Will Smith, Joel Edgerton e o diretor David Ayer. Enquanto o pessoal no auditório Cinemark estávamos assistindo ao novo filme da Netflix, Will apareceu para o público e interagiu com a multidão de gente que se aglomerou para ver o ídolo de perto.

Ao final do filme, todo o auditório se levantou e a apresentadora Aline Diniz chamou os três ao palco e Will chegou fazendo a festa do público falando em português. Com a plateia gritando “Will, Will, Will”, o astro não ficou tímido e mandou um beat box junto do público e, não feliz em levar todos ao delírio, ainda cantou a abertura da série “Um Maluco no Pedaço”.

Com todos mais calmo, o painel sobre “Bright” finalmente pôde acontecer. A trilha sonora do filme é espetacular e acompanha o desenvolvimento do mesmo. “Trabalhamos em cima da trilha de ‘Esquadrão Suicida’, que foi muito elogiada, e queríamos refazer esse trabalho das pessoas acompanharem o filme com a música”, afirmou o diretor Ayer.

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Will Smith, Joel Edgerton e David Ayer fecharam com maestria o último painel na CCXP. (Foto: Daniel Deak)

As gravações foram realizadas em Los Angeles e de acordo com os atores muito divertida e com muita energia “É essencial termos, pois gravamos muitas horas por dia”, disse Will. “Fazemos tudo isso por vocês”, completou Edgerton.

O filme também retrata uma questão, infelizmente, bem decorrente do dia a dia: o racismo. “Temos que olhar para o mundo sem julgar as pessoas. Minha esperança é que esse filme abra a cabeça de muita gente para o debate sobre o racismo”, afirmou Ayer.

Raça, filme sobre o lendário corredor Jesse Owens, ganha trailer legendado‏

O longa, estrelado por Stephan James, Jeremy Irons e William Hurt, estreia no dia 16 de junho no Brasil

Mais que uma busca por medalhas e recordes, o filme Raça (Race, Canadá/2016), drama que conta a trajetória de Jesse Owens – um dos maiores atletas da história revelado nos Jogos Olímpicos de 1936, em Berlim, Alemanha – ganha o seu primeiro trailer legendado (link abaixo). O longa biográfico, dirigido por Stephen Hopkins (Colheita do Mal) e estrelado por Stephan James (Selma: Uma Luta Pela Igualdade), chega aos cinemas brasileiros no dia 16 de junho.

Raça, revela a luta de um homem para tornar-se uma lenda olímpica em meio ao racismo que prevalecia nos tempos de depressão no Estados Unidos. Jesse Owens (Stephan James), ao ingressar na carreira de atleta, carrega o fardo das expectativas da família, tensões na Universidade do Estado de Ohio onde estuda, e seus próprios altos padrões para competição. Com o apoio do treinador Larry Snyder (Jason Sudeikis, de Dormindo com Outras Pessoas), ele vai buscar se tornar o maior atleta da história ao participar dos Jogos Olímpicos de 1936.  No entanto, os desafios só aumentam ao se deparar com Adolf Hitler e sua visão de supremacia ariana na Alemanha, sede do evento.

O longa-metragem, que aborda temas sobre determinação, tolerância e amizade, também conta com a participação dos vencedores do Oscar Jeremy Irons (O Reverso da Fortuna,Batman x Superman: A Origem da Justiça) e William Hurt (Capitão América: Guerra Civil).

Jesse Owens, nascido em 1913 em Oakville, Alabama, conquistou quatro medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos na Alemanha: 100 e 200 metros rasos, no salto em distância e no revezamento 4×100 metros. Owens faleceu em 1980 e teve seu nome destacado no Hall da Fama da Associação Internacional de Atletismo (IAAF).